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  • Pago o preço de ter posição política, diz Daniela Mercury, que reinventou o Carnaval

    Pago o preço de ter posição política, diz Daniela Mercury, que reinventou o Carnaval

    Cantora relembra aposta arriscada que transformou a Barra no principal circuito da folia, fala sobre independência artística, posicionamentos políticos e os desafios financeiros para manter seus blocos nas ruas de Salvador e São Paulo

    (CBS NEWS)- Cantora relembra decisão de levar o Bloco Crocodilo para a Barra, aposta considerada arriscada na época e que transformou o circuito Barra-Ondina no principal da folia baiana. Artista também fala sobre independência, política e os desafios de manter blocos nas ruas.

    A história recente do Carnaval de Salvador ganhou um novo capítulo há três décadas, quando Daniela Mercury decidiu levar o Bloco Crocodilo para a Barra. Até então, o circuito tradicional da festa era o Campo Grande e a Avenida Sete, considerados o coração da folia. A Barra recebia apenas eventos alternativos e não tinha estrutura adequada, como iluminação.

    A decisão enfrentou resistência. A Avenida Sete era símbolo do Carnaval, mas Daniela considerava o trajeto saturado. O trio elétrico ficava praticamente parado em congestionamentos, obrigando a cantora a se apresentar por até oito horas seguidas. Em 1996, apenas o Crocodilo desfilou na Barra durante os dias oficiais. A aposta abriu caminho para que, nos anos seguintes, o circuito Barra-Ondina se consolidasse como o principal da cidade.

    “Não tinha infraestrutura, mas avisei a cidade, avisei a prefeitura, pedi licença e desci. E hoje é o circuito mais importante da cidade”, afirma. Ela lembra que o desgaste físico era extremo. “Eu fazia sete horas, oito horas por dia cantando num engarrafamento. Era algo completamente desumano.”

    Desde então, o Bloco Crocodilo se tornou um dos maiores do Carnaval baiano, ao lado do Coruja, de Ivete Sangalo, e do Camaleão, de Bell Marques. Daniela transformou o trio elétrico em palco de experimentações artísticas, com óperas carnavalescas, teatro musical, performances eletrônicas e encontros com bailarinos e DJs.

    O ano de 1996 também marcou o lançamento de “Feijão com Arroz”, álbum que trouxe sucessos como “Nobre Vagabundo”, “Rapunzel” e “À Primeira Vista”. O disco é apontado como um dos mais importantes da carreira da artista, que recentemente completou 60 anos e acumula mais de quatro décadas de trajetória.

    A relação com São Paulo começou ainda em 1992, quando fez um show no vão livre do Masp. A apresentação, que reuniu cerca de 9 mil pessoas e causou bloqueios na Avenida Paulista, foi interrompida após 40 minutos por questões de segurança. “Eu me perguntava como aquelas pessoas me conheciam”, relembra.

    Desde 2016, Daniela encerra o Carnaval paulistano com o bloco Pipoca da Rainha, que já reuniu mais de um milhão de foliões na Rua da Consolação. Segundo ela, o projeto é mantido com recursos próprios e sem cachê. “Governos ainda veem a arte como gasto, não como investimento”, critica.

    A empresária da cantora, Malu Verçosa Mercury, afirma que o custo para colocar o bloco na rua pode chegar a R$ 650 mil, sem contar o cachê da artista. A Prefeitura de São Paulo informou que o bloco não se inscreveu em programas de fomento e que a estrutura da festa é custeada pelo patrocinador oficial.

    Daniela também mantém posicionamentos políticos públicos, mesmo reconhecendo possíveis prejuízos comerciais. “Faço isso por dever civil”, afirma. A cantora já se manifestou contra o governo de Jair Bolsonaro e participou de mobilizações contra propostas legislativas que considera prejudiciais à democracia.

    Em outubro, ela lançou “Cirandaia”, álbum independente com 12 faixas. A música de trabalho, “É Terreiro”, em parceria com Alcione, homenageia mulheres e faz referência a Maria Padilha, entidade cultuada em religiões de matriz africana. “Quero falar sobre o que é ser mulher e denunciar a violência que cresce no país”, diz.

    Para Daniela, a arte precisa ter propósito. “Há artistas e há entertainers. Fazer arte independente é muito mais difícil, mas é o caminho que escolhi”, conclui.
     
     
     BLOCO CROCODILO
    – Quando Dom. (15), às 18h
    – Onde Circuito Barra-Ondina
    – Preço R$ 840
    – Link:

    PIPOCA DA RAINHA
    – Quando Qua. (18), às 14h
    – Onde R. da Consolação, São Paulo
    – Preço Grátis

    Pago o preço de ter posição política, diz Daniela Mercury, que reinventou o Carnaval

  • Abel pede para jogos serem disputados mais cedo: ‘Não dá para chegar em casa às 4h da manhã’

    Abel pede para jogos serem disputados mais cedo: ‘Não dá para chegar em casa às 4h da manhã’

    Tranquilo após a vitória do Palmeiras, por 3 a 1, sobre o Internacional, nesta quinta-feira, no Beira-Rio, em Porto Alegre, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro, o técnico Abel Ferreira aproveitou para fazer um pedido para a CBF (organizadora do Brasileirão) e para a Rede Globo (uma das TVs detentoras dos direitos de transmissão).

    “Gostaria de pedir à CBF e à Globo para jogar mais cedo. Não há como recuperar os jogadores para atuar três dias depois. Não dá para chegar em cada às 4 horas da manhã. Entendo que sempre foi assim no futebol brasileiro, mas precisamos dar passos diferentes. Um dos motivos para a equipe não continuar a empurrar o adversário nos minutos finais nesta noite foi o fato de a equipe sentir a parte física e psicológica, enquanto o adversário estava mais descansado”, disse Abel, em entrevista coletiva.

    Quanto ao desempenho do time, que assumiu o primeiro lugar do Brasileirão, Abel ficou satisfeito. “Estamos no início. Ainda não ganhamos nada. Tivemos uma vitória difícil, mas merecida. Só não sabemos até quando vamos conseguir manter a equipe competitiva.”

    O treinador palmeirense voltou a criticar a arbitragem. Abel lembrou que depois do polêmico jogo com o São Paulo pelo Campeonato Brasileiro do ano passado, quando um pênalti marcado para o Palmeiras foi bastante contestado, nenhuma penalidade foi assinalada a favor do time de Palestra Itália. “Já tivemos lances claros de pênalti pelo Paulista e nada foi marcado.”

    Declarações de Sir Jim Ratcliffe sobre dependência de benefícios sociais e “excesso” de imigrantes geram reação do primeiro-ministro, revolta de torcedores e desconforto entre jogadores do clube. Empresário divulgou nota dizendo que lamenta a escolha das palavras

    Notícias ao Minuto | 06:30 – 13/02/2026

    Abel pede para jogos serem disputados mais cedo: ‘Não dá para chegar em casa às 4h da manhã’

  • Veja as novas regras para receber o abono do PIS/Pasep a partir do dia 16

    Veja as novas regras para receber o abono do PIS/Pasep a partir do dia 16

    O dinheiro será liberado pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil direto na conta dos correntistas e poupadores dos bancos na segunda. Quem não é cliente dos dois bancos terá acesso aos valores após o Carnaval

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O governo Lula começa a pagar o abono salarial do PIS/Pasep na segunda-feira (16), conforme calendário aprovado pelo Codefat (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador) no final do ano passado.

    Os valores serão depositados a 1,8 milhão de trabalhadores formais contratados pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e 217,5 mil servidores públicos nascidos em janeiro. O lote soma R$ 2,5 bilhões.

    A partir deste ano, entram em vigor novas regras para ter acesso ao abono. A principal mudança está no limite de renda que dá direito ao benefício, que deixa de ser vinculado a dois salários mínimos e passa a ser corrigido pela inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), conforme emenda constitucional aprovada em 2024.

    O dinheiro será liberado pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil direto na conta dos correntistas e poupadores dos bancos na segunda. Quem não é cliente dos dois bancos terá acesso aos valores após o Carnaval.

    Em 2026, o MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) identificou 25,4 milhões de trabalhadores aptos a receber o abono, totalizando R$ 31,5 bilhões em recursos destinados a eles. O pagamento tem início neste mês de fevereiro e poderá ser realizado até 30 de dezembro de 2026, último dia útil bancário do ano.
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    O QUE É O ABONO SALARIAL E QUEM TEM DIREITO?

    O abono salarial do PIS/Pasep funciona como um “14º salário” e é pago a trabalhadores com carteira assinada e servidores públicos que cumpram os critérios exigidos. Em 2026, o benefício será pago a quem trabalhou no ano-base de 2024.

    Para receber, é preciso:
    – Estar inscrito há ao menos cinco anos no PIS/Pasep
    – Ter trabalhado ao menos um mês no ano-base, recebendo até R$ 2.765,93
    – Ter os dados informados corretamente pelo empregador na Rais (Relação Anual de Informações Sociais)

    VEJA O CALENDÁRIO DO PIS/PASEP 2026

    Nascidos em – Data de pagamento
    Janeiro – 15 de fevereiro
    Fevereiro – 15 de março
    Março e abril – 15 de abril
    Maio e junho – 15 de maio
    Julho e agosto – 15 de junho
    Setembro e outubro – 15 de julho
    Novembro e dezembro – 15 de agosto

    O calendário foi aprovado pelo Codefat (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador). As datas foram propostas pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) e definidas após deliberação com outros órgãos do governo federal.

    O dinheiro ficará disponível para saque até o último dia útil do calendário bancário de 2026. Caso o valor não seja retirado, ele retorna aos cofres públicos, mas ainda pode ser solicitado dentro do prazo de cinco anos.

    QUANTOS TRABALHADORES VÃO RECEBER O ABONO DO PIS/PASEP EM 2026?

    Ao todo, serão pagos R$ 2,5 bilhões a cerca de 2 milhões de trabalhadores formais e servidores públicos. Desse total, R$ 2,29 bilhões serão pagos pela Caixa Econômica Federal a quem tem direito ao PIS e R$ 301,9 milhões serão liberados pelo Banco do Brasil para quem tem direito ao Pasep.

    Para este exercício, o MTE identificou 25,4 milhões de trabalhadores aptos a receber o abono, totalizando R$ 31,5 bilhões em recursos. O pagamento terá início em fevereiro e poderá ser realizado até 30 de dezembro de 2026.

    QUEM TEM DIREITO AO ABONO SALARIAL EM 2026?

    Têm direito ao PIS/Pasep os trabalhadores da iniciativa privada e os servidores públicos que tenham trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2024, estejam inscritos no programa há no mínimo cinco anos e tenham recebido até R$ 2.765,93 por mês, em média. O empregador também precisa ter enviado corretamente as informações na Rais.

    O QUE MUDA NO PIS/PASEP A PARTIR DESTE ANO?

    A principal mudança é no limite de renda que dá direito ao abono. Antes, o benefício era pago a quem ganhava até dois salários mínimos no ano-base. A partir de 2026, esse valor passa a ser corrigido pela inflação medida pelo INPC. Para quem trabalhou em 2024, o teto ficou em R$ 2.765,93.

    As alterações serão feitas de forma gradual. A regra prevê que, até 2035, o abono salarial seja pago apenas a trabalhadores que recebam até um salário mínimo e meio. O valor de referência será reduzido ano a ano até atingir esse patamar.

    VEJA A NOVA REGRA PARA TER ACESSO AO PIS/PASEP ATÉ 2035

    Ano – Valor que dá direito
    2025 – R$ 2.640
    2026 – R$ 2.765,93
    2027 – 1,90 salário mínimo
    2028 – 1,85 salário mínimo
    2029 – 1,80 salário mínimo
    2030 – 1,75 salário mínimo
    2031 – 1,70 salário mínimo
    2032 – 1,65 salário mínimo
    2033 – 1,60 salário mínimo
    2034 – 1,55 salário mínimo
    2035 – 1,50 salário mínimo

    QUAL É O VALOR DO ABONO SALARIAL?

    O trabalhador pode receber até um salário mínimo, dependendo do número de meses trabalhados no ano-base. O cálculo considera 1/12 do salário mínimo vigente no ano do pagamento para cada mês trabalhado, com arredondamento para cima. Frações iguais ou superiores a 15 dias são consideradas como mês cheio.

    QUEM TRABALHOU O ANO TODO RECEBE QUANTO?

    Quem trabalhou durante todos os 12 meses de 2024 receberá o valor integral de um salário mínimo, que será o piso vigente em 2026, de R$ 1.621.

    COMO SABER SE VOU RECEBER O PIS/PASEP EM 2026?

    A consulta poderá ser feita a partir de 5 de fevereiro pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou pelo Portal Gov.br. É necessário ter login com CPF e senha, além de um fator de segurança, como biometria.
    Como fazer a consulta ao PIS/Pasep?

    Pela internet
    1 – Acesse o site e clique em “Entrar com gov.br”
    2 – Faça login com seu CPF e senha cadastrados no Portal Gov.br. Caso não tenha cadastro, é possível fazê-lo neste site
    3 – Em seguida, clique em “Abono Salarial”
    4 – Na próxima tela, aparecerá a informação se o trabalhador receberá ou não o benefício

    Pelo aplicativo
    1 – No celular ou tablet, baixe o aplicativo Carteira de Trabalho Digital, caso não o tenha.
    2 – Faça login com seu CPF e senha cadastrados no Portal Gov.br. Caso não tenha cadastro, é possível fazê-lo neste site.
    3 – Na tela inicial, clique em “Abono Salarial – Consultar”. Caso a opção não apareça, clique no menu da parte de baixo da tela, depois, em “Benefícios e Abono Salarial”
    4 – Na próxima página, aparecerá a informação sobre os valores a receber

    COMO É FEITO O PAGAMENTO DO PIS?

    O PIS é pago pela Caixa Econômica Federal aos trabalhadores da iniciativa privada. Quem tem conta-corrente ou poupança na Caixa recebe o crédito automaticamente. Os demais beneficiários recebem o valor na poupança social digital movimentada pelo aplicativo Caixa Tem.
    Pelo aplicativo, é possível pagar contas, fazer transferências, realizar compras com cartão de débito virtual e pagar na maquininha, sem necessidade de ir a uma agência.

    COMO FUNCIONA O PAGAMENTO DO PASEP?

    O Pasep é pago pelo Banco do Brasil aos servidores públicos. Clientes do banco recebem o valor diretamente na conta. Quem não tem conta deve procurar uma agência do Banco do Brasil para sacar o benefício, levando documento de identificação com foto.

    Veja as novas regras para receber o abono do PIS/Pasep a partir do dia 16

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Lula barra participação de ministros no desfile de Carnaval em sua homenagem

    Lula barra participação de ministros no desfile de Carnaval em sua homenagem

    A ordem não se aplica à participação da primeira-dama, Rosângela Lula da Silva, que será um dos destaques do último carro alegórico da escola, seguido da ala Amigos de Lula. Janja não ocupa cargo no governo

    (CBS NEWS) – O presidente Lula (PT) determinou que ministros e auxiliares não participem do desfile de Carnaval em sua homenagem, neste domingo (15), no Sambódromo do Rio de Janeiro. Integrantes do governo deverão arcar com custos de passagem e hospedagem caso queiram assistir à apresentação da escola de samba Acadêmicos de Niterói.

    A ordem não se aplica à participação da primeira-dama, Rosângela Lula da Silva, que será um dos destaques do último carro alegórico da escola, seguido da ala Amigos de Lula. Janja não ocupa cargo no governo.

    Aos ministros não será admitida a programação de agendas oficiais que, artificialmente, coincidam com o Carnaval do Rio. A orientação foi repassada à equipe do governo nesta quinta-feira (12), mesmo após o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) rejeitar, em decisão unânime, dois pedidos de representação por propaganda eleitoral antecipada contra o presidente, o PT e a Acadêmicos de Niterói.

    A relatora do caso, Estela Aranha, que foi indicada à corte eleitoral por Lula, rejeitou ordenar a suspensão sob o argumento de que restringir manifestações artísticas e culturais previamente “por se ter notícias de ter manifestações políticas” configuraria “censura prévia, indireta e restrição desproporcional ao debate democrático”.

    Por sugestão do governo, o PT deve fazer a mesma recomendação a ocupantes de cargos eletivos. A participação de ministros foi tema de reuniões no Palácio do Planalto. A conclusão é que, apesar de não haver impedimento legal para a realização do desfile, não se deve dar margem a questionamentos futuros.

    Por isso, apenas parentes e amigos deverão compor a ala, formada em sua maioria por integrantes do grupo de advogados Prerrogativas. Coordenador do grupo, Marco Aurélio Carvalho afirma que não há caráter eleitoral no desfile.

    Lembrando que Lula tem 60 anos de vida pública, estando no imaginário popular, Marco Aurélio afirma ser inconcebível a tentativa de criminalização da homenagem ao presidente, o que configuraria uma censura prévia à escola de samba.

    Sobre a destinação de R$ 12 milhões da Embratur (Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo) à Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro), ele ressalta que o dinheiro foi dividido entre as escolas do Grupo Especial, sendo R$ 1 milhão para cada.

    Pré-candidato à reeleição, Lula vai ser homenageado pela Acadêmicos de Niterói, estreante do Grupo Especial de escolas de samba do Rio de Janeiro. O enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil” exalta a trajetória do mandatário e traz trechos como o grito de guerra “olê, olê, olá, Lula! Lula!”, o mote “o amor venceu o medo” e referência ao número do PT nas urnas (“por ironia, 13 noites, 13 dias”).

    O desfile tem animado o presidente da República. Ele já apresentou o samba em jantares, incluindo com deputados. O enredo retrata a vida da mãe do presidente. Conhecida como Dona Lindu, ela é citada por Lula em seus discursos frequentemente.

    Colaboradores do presidente admitem, sob reserva, preocupação com a repercussão do desfile. Além do próprio risco de rebaixamento da escola e de vaias no percurso, avaliam ser um desgaste desnecessário, sem qualquer retorno político.

    Sobre a possibilidade de vaias, Marco Aurélio diz que o próprio presidente costuma repetir que são inerentes à democracia. O advogado afirma ainda que haverá aplausos na avenida.

    Lula barra participação de ministros no desfile de Carnaval em sua homenagem

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Sarah dá unfollow em Juliette e dispara: “Foi uma grande decepção”

    Sarah dá unfollow em Juliette e dispara: “Foi uma grande decepção”

    Ex-BBB afirma ter se sentido desrespeitada após campeã do “BBB21” pedir torcida por sua eliminação no “BBB26”. Influenciadora também explicou o unfollow e rebateu críticas por citar a paraibana dentro do reality

    O clima entre Sarah Andrade e Juliette Freire voltou a esquentar após a eliminação da loira do “BBB26”. Fora da casa, Sarah decidiu deixar de seguir a campeã do “BBB21” nas redes sociais, gesto que, segundo ela, foi uma resposta ao posicionamento público da ex-amiga durante o reality.

    Em entrevista ao jornal Extra, Sarah afirmou que se sentiu desrespeitada ao descobrir que Juliette teria incentivado seguidores a votarem por sua saída. “Para mim foi uma grande decepção. Eu nunca falei mal dela lá dentro”, declarou. A ex-sister contou que já havia encontrado Juliette em outras ocasiões após o “BBB21” e que o relacionamento sempre foi cordial.

    Segundo Sarah, o que mais a incomodou foi perceber que, além de apoiar sua eliminação, Juliette também deixou de segui-la. “Não fazia sentido eu continuar seguindo alguém que não me respeitou, ainda mais depois de eu ter elogiado tanto e reconhecido o jogo dela”, afirmou.

    Durante sua participação no programa, Sarah citou diversas vezes o nome de Juliette, o que gerou críticas nas redes sociais. Ela, no entanto, negou qualquer tentativa de provocação e disse que as menções eram naturais. “Ela foi um grande ícone do Big Brother. Como não falar de alguém que marcou a história do programa?”, questionou.

    A ex-participante destacou ainda que os próprios colegas de confinamento e o público frequentemente levantavam o nome da paraibana. “As pessoas perguntavam. Eu falava porque ela realmente foi um fenômeno e sempre vai ser lembrada”, completou.

    Sarah dá unfollow em Juliette e dispara: “Foi uma grande decepção”

  • Influencer morta após comer 'caranguejo do diabo' era pescadora

    Influencer morta após comer 'caranguejo do diabo' era pescadora

    Segundo o jornal New York Post, Emma coletou quatro tipos de frutos-do-mar com amigos em um manguezal de Palawan no dia 4 de fevereiro. Em seguida, ela gravou vídeos preparando e provando os crustáceos com leite de coco

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A influenciadora Emma Amit, 51, morreu após consumir um caranguejo venenoso durante a gravação de vídeo para as redes sociais.

    QUEM ERA ELA?

    Emma vivia em uma casa à beira-mar na província de Palawan, Filipinas. Ela residia na vida de Luzviminda, perto de Puerto Princesa, com o marido.

    O casal de pescadores se dedicava ao trabalho e à coleta de frutos-do-mar. Segundo autoridades locais, eles tinham experiência em identificar a vida marinha.

    O QUE ACONTECEU

    Segundo o jornal New York Post, Emma coletou quatro tipos de frutos-do-mar com amigos em um manguezal de Palawan no dia 4 de fevereiro. Em seguida, ela gravou vídeos preparando e provando os crustáceos com leite de coco.

    No entanto, entre os itens coletados pela influenciadora estava o “caranguejo-do-diabo”. A espécie venenosa encontrada em recifes do Indo-Pacífico é capaz de causar morte.

    O veículo norte-americano relatou que Amit passou mal no dia seguinte, apresentando episódios de convulsões e perda de consciência. Ela recebeu atendimento médico local e chegou a ser transferida para um hospital de maior porte, mas não resistiu.

    Testemunhas que acompanharam a ida da influenciadora ao hospital relataram que seus lábios ficaram escuros enquanto ela permanecia inconsciente. A intoxicação causada pelo “caranguejo do diabo” pode provocar paralisia e insuficiência respiratória em poucas horas, além de não haver antídoto para o envenenamento.

    Diante do trágico incidente, as autoridades filipinas alertam os moradores para evitarem o consumo dessas criaturas marinhas. “Pedimos encarecidamente que redobrem a atenção. Não comam esses caranguejos-do-diabo perigosos, pois eles já causaram duas mortes em nossa cidade. Não arrisquem suas vidas”, diz o comunicado.

    Influencer morta após comer 'caranguejo do diabo' era pescadora

  • Norris rebate críticas de Verstappen: “Se quiser se aposentar, pode sair”

    Norris rebate críticas de Verstappen: “Se quiser se aposentar, pode sair”

    A temporada deste ano da Fórmula 1 começou sob novas regras técnicas, que alteraram a forma de pilotar os carros. Com maior protagonismo da parte elétrica do motor, os pilotos precisam agora gerenciar melhor a energia ao longo das provas.

    Durante os testes realizados no Bahrein, Max Verstappen criticou os novos carros e afirmou que eles deixaram de ser divertidos de pilotar. O tricampeão comparou os modelos atuais aos da Fórmula E, categoria totalmente elétrica em que a gestão de energia é determinante. “Isso simplesmente não é Fórmula 1. Talvez seja melhor correr na Fórmula E”, declarou.

    Segundo o site Motorsport.com, Lando Norris, da McLaren, foi questionado sobre as declarações do rival e respondeu em tom direto. “Eu gostei muito, achei bem divertido. Se ele quiser se aposentar, pode se aposentar. A Fórmula 1 está sempre mudando. Às vezes é mais agradável de pilotar, às vezes menos”, disse.

    Norris também destacou que os pilotos são bem remunerados para se adaptar às mudanças do esporte. “Recebemos uma quantia absurda de dinheiro para pilotar, então, no fim das contas, não dá para reclamar. Qualquer piloto pode sair e fazer outra coisa. Não é como se ele fosse obrigado a estar aqui”, afirmou.

    Apesar das diferenças na condução, o britânico afirmou encarar o desafio com entusiasmo. “Ainda estou pilotando carros, viajando pelo mundo e me divertindo muito. Não tenho do que reclamar”, completou.

    Lewis Hamilton também comentou as mudanças, mas sob outra perspectiva. O heptacampeão demonstrou preocupação com a complexidade dos novos regulamentos, temendo que o excesso de gestão técnica possa tornar a categoria mais difícil de compreender para os fãs.
     
     

    Raphinha já não entrou em campo nas quartas de final da Copa do Rei, na vitória do Barcelona sobre o Albacete por 2 a 1. Seu último jogo foi em 31 de janeiro, contra o Elche, quando foi substituído no intervalo, pelo Campeonato Espanhol

    Folhapress | 17:00 – 12/02/2026

     

    Norris rebate críticas de Verstappen: “Se quiser se aposentar, pode sair”

  • OpenAI libera ChatGPT para Exército dos EUA e gera debate

    OpenAI libera ChatGPT para Exército dos EUA e gera debate

    Ferramenta será usada pelo governo norte-americano por meio de plataforma do Pentágono. Anúncio ocorre em meio a críticas internas após testes de publicidade no ChatGPT e questionamentos sobre uso de dados e impactos éticos da inteligência artificial

    A OpenAI anunciou, em publicação em seu blog oficial, que decidiu conceder ao Exército dos Estados Unidos acesso ao ChatGPT. A ferramenta ficará disponível ao governo norte-americano por meio da plataforma de inteligência artificial do Pentágono, a GenAI.mil, podendo ser utilizada para “todos os usos legais”.

    Segundo a empresa, a medida tem como objetivo ampliar o acesso das forças de defesa a tecnologias avançadas. “Acreditamos que as pessoas responsáveis por defender o país devem ter acesso às melhores ferramentas disponíveis. A inteligência artificial pode ajudar a proteger pessoas, dissuadir adversários e prevenir conflitos futuros”, informou a OpenAI.

    A versão do ChatGPT destinada ao Exército norte-americano terá adaptações em relação à versão disponibilizada ao público em geral. As mudanças foram feitas para permitir que o sistema lide com materiais e demandas específicas do Departamento de Defesa.

    Apesar de o acordo ser direcionado aos Estados Unidos, a OpenAI afirmou que pretende trabalhar com outros governos no futuro. “Nosso objetivo é ajudar governos a utilizar a inteligência artificial de forma eficaz e segura”, declarou a companhia.

    Críticas internas e debate sobre publicidade

    A decisão ocorre em meio a questionamentos sobre os rumos da empresa. A economista e pesquisadora Zoë Hitzig anunciou recentemente sua saída da OpenAI após dois anos na companhia. Em artigo publicado no The New York Times, ela afirmou que decidiu deixar a empresa após a OpenAI iniciar testes para exibição de anúncios publicitários no ChatGPT.

    Para Hitzig, a empresa pode estar repetindo erros cometidos pelo Facebook no início de sua trajetória. Segundo ela, a OpenAI estaria deixando de discutir de forma aprofundada os impactos sociais da tecnologia que desenvolve.

    No texto, a ex-pesquisadora comparou a situação ao período em que o Facebook prometia maior controle dos usuários sobre seus dados, algo que, segundo críticos, não se concretizou plenamente ao longo dos anos. Ela alertou que a introdução de publicidade pode alterar as prioridades da empresa e influenciar decisões futuras.

    Hitzig destacou ainda que o caso da OpenAI pode ser mais sensível, já que a empresa reúne dados provenientes de conversas diretas dos usuários com o ChatGPT, que incluem relatos pessoais, questões médicas, crenças religiosas e problemas de relacionamento.

    Segundo ela, muitos usuários compartilham informações íntimas com o chatbot por acreditarem que estão interagindo com um sistema sem interesses comerciais. A ex-pesquisadora classificou o conjunto de dados acumulado pela empresa como um “arquivo de sinceridade humana sem precedentes”.
     

     
     

    OpenAI libera ChatGPT para Exército dos EUA e gera debate

  • Bilionário do Manchester United provoca crise após fala sobre imigração

    Bilionário do Manchester United provoca crise após fala sobre imigração

    Sir Jim Ratcliffe, empresário britânico e um dos homens mais ricos do Reino Unido, tornou-se alvo de críticas após declarações sobre imigração feitas em entrevista à emissora Sky Sports. Dono do grupo químico INEOS e coproprietário do Manchester United, Ratcliffe afirmou que “o Reino Unido foi colonizado por imigrantes” e defendeu que não é possível manter “uma economia com nove milhões de pessoas dependentes de subsídios e níveis enormes de imigrantes”.

    Durante a entrevista, ele pediu ao primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, que tenha coragem de adotar medidas impopulares para enfrentar os desafios econômicos do país. A resposta veio rapidamente. Starmer classificou as declarações como “ofensivas e erradas” e afirmou que Ratcliffe deveria se desculpar. “A Grã-Bretanha é um país orgulhoso, tolerante e diverso”, disse o premiê.

    A repercussão também atingiu o Manchester United. O The 1958, um dos principais grupos organizados de torcedores do clube, classificou as falas como “uma vergonha total” e lembrou que Ratcliffe reside em Mônaco, onde paga menos impostos.

    Segundo o jornal The Sun, jogadores do elenco principal também teriam ficado incomodados com os comentários. Um atleta, sob condição de anonimato, disse ter ficado “sem palavras” ao ouvir as declarações. Pessoas próximas a outro jogador afirmaram que Ratcliffe “tem muito a explicar” para evitar consequências maiores dentro do ambiente do clube.

    Diante da repercussão, o Manchester United divulgou comunicado oficial se distanciando das declarações do empresário. O clube afirmou que se orgulha de ser uma instituição inclusiva e acolhedora, destacando a diversidade de seus jogadores, funcionários e torcedores ao redor do mundo.

    O texto reforça o compromisso com igualdade, diversidade e inclusão, valores que, segundo o clube, fazem parte de sua cultura e são respaldados pelos padrões avançados da Premier League. O comunicado também destacou o trabalho social realizado pela Manchester United Foundation na cidade e na região.

    Após a onda de críticas, Ratcliffe divulgou nota por meio da INEOS. No comunicado, disse lamentar que sua escolha de palavras tenha ofendido pessoas no Reino Unido e na Europa. Segundo ele, sua intenção era chamar atenção para a necessidade de uma política migratória “controlada e bem gerida”, alinhada a investimentos em qualificação profissional, indústria e geração de empregos.

    Ratcliffe afirmou que suas declarações foram feitas durante o Fórum da Indústria Europeia, na Bélgica, em um debate sobre crescimento econômico e mercado de trabalho. Para o empresário, é fundamental manter um debate aberto sobre os desafios enfrentados pelo Reino Unido.

    Bilionário do Manchester United provoca crise após fala sobre imigração

  • ONG registra cerca de sete mil mortos em protestos no Irã

    ONG registra cerca de sete mil mortos em protestos no Irã

    Levantamento da HRANA indica número de vítimas superior ao reconhecido pelo governo iraniano após protestos iniciados em dezembro. Organização também contabiliza quase 53 mil detidos, enquanto autoridades restringem comunicações e enfrentam pressão internacional

    Pelo menos 7.002 pessoas morreram durante a repressão aos protestos antigovernamentais ocorridos em janeiro no Irã, segundo levantamento divulgado pela Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos, HRANA, citada pela Associated Press. A organização afirma que milhares de outras pessoas seguem desaparecidas.

    Com sede nos Estados Unidos, a HRANA mantém uma rede de colaboradores dentro do Irã para verificar informações sobre mortes e prisões. A Associated Press ressalta, no entanto, que não conseguiu confirmar os dados de forma independente, já que as autoridades iranianas restringiram o acesso à internet e às chamadas internacionais.

    De acordo com a entidade, o número de vítimas vem sendo atualizado gradualmente à medida que novas informações são cruzadas, apesar das dificuldades de comunicação com o interior do país.

    Em 21 de janeiro, o governo iraniano reconheceu 3.117 mortes durante os protestos, a maioria de manifestantes. Organizações de direitos humanos contestam esse balanço e afirmam ter dados que indicam um número significativamente maior de vítimas, além de dezenas de milhares de detenções.

    Até quarta-feira, a HRANA contabilizava 52.941 pessoas presas em decorrência das manifestações, incluindo integrantes do movimento reformista que apoiaram a campanha presidencial de Masoud Pezeshkian em 2024, mas que posteriormente se afastaram do atual presidente.

    A nova onda de protestos teve início em 28 de dezembro, em Teerã, liderada por comerciantes e setores econômicos impactados pela desvalorização do rial e pela alta inflação. As manifestações se espalharam para centenas de cidades em todo o país.

    Inicialmente, as autoridades demonstraram certa tolerância em relação aos atos, mas posteriormente intensificaram a repressão. Manifestantes passaram a ser classificados pelo governo como terroristas com suposta ligação aos Estados Unidos e a Israel.

    Em meio à escalada de tensão, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou realizar ataques contra o Irã e enviou uma frota naval para a região. Posteriormente, passou a exigir um acordo sobre o programa nuclear iraniano. O governo de Teerã aceitou retomar o diálogo com Washington, e um primeiro encontro entre representantes dos dois países ocorreu na última sexta-feira, em Omã.
     
     

     

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