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  • Aos 35, Thomas Rhett diz que está “ficando surdo” de um ouvido

    Aos 35, Thomas Rhett diz que está “ficando surdo” de um ouvido

    Cantor contou que está perdendo a audição em um dos ouvidos e precisou usar aparelho auditivo por uma semana. Artista também se prepara para a chegada do quinto filho com Lauren Akins e falou sobre a rotina agitada da família

    O cantor Thomas Rhett revelou que está perdendo parcialmente a audição em um dos ouvidos. Aos 35 anos, ele precisou usar aparelho auditivo por cerca de uma semana devido ao problema.

    O artista falou sobre a situação durante participação no podcast That Sounds Fun, apresentado por Annie F. Downs, no qual esteve acompanhado da esposa, Lauren Akins. Durante a conversa, contou que está “ficando um pouco surdo” de um dos ouvidos e que precisou recorrer ao aparelho auditivo temporariamente.

    O casal se prepara para a chegada do quinto filho, já que Lauren está grávida novamente. Ao comentar sobre a rotina familiar, Thomas Rhett afirmou que eles não contam com ajuda para cuidar das crianças e brincou que, às vezes, o caos da casa o faz ter vontade de sair em turnê.

    “Podemos marcar alguns shows em março? Não me importo onde sejam”, disse, em tom bem-humorado. Ele ainda brincou que até cantaria em festas de aniversário.

    Apesar das piadas, o cantor destacou que está ansioso com a chegada do bebê. “Não quero diminuir o fato de que é um grande milagre e uma bênção. Mas, sendo completamente honesto, não tenho pensado muito nisso porque muita coisa está acontecendo ao mesmo tempo”, afirmou.

    Thomas Rhett e Lauren Akins já são pais de Willa Gray, de 10 anos, Ada James, de 8, Lennon Love, de 6, e Lillie Carolina, de 4. A nova gravidez foi anunciada em agosto do ano passado.

    Em entrevista anterior ao Taste of Country, lembrada pela revista People, o cantor disse que o casal decidiu esperar o nascimento para descobrir o sexo do bebê. “A previsão é para março e vamos descobrir só no dia. Dá um pouco de medo, mas não há muitas surpresas na vida, e essa é uma delas”, declarou na ocasião.

    Questionado se pretende ter mais filhos no futuro, o artista indicou que a família pode estar completa. “Cinco sempre foi o nosso número”, disse.

    Aos 35, Thomas Rhett diz que está “ficando surdo” de um ouvido

  • Apple lança iOS 26.3 com ferramenta para migrar ao Android

    Apple lança iOS 26.3 com ferramenta para migrar ao Android

    Nova atualização do iPhone traz recurso que facilita a transferência de dados para celulares com sistema do Google. Mudança ocorre após pressão regulatória da União Europeia para ampliar a interoperabilidade entre plataformas digitais.

    A Apple lançou oficialmente o iOS 26.3, nova atualização do sistema operacional do iPhone. Além de correções de falhas e melhorias de segurança, a versão traz um recurso que teria sido viabilizado por exigências da Comissão Europeia.

    A principal novidade é uma ferramenta que facilita a transferência de dados do iPhone para aparelhos com sistema Android, tornando mais simples a migração do ecossistema iOS para o sistema do Google.

    Com o novo recurso, usuários que decidirem trocar o iPhone por um smartphone Android não precisarão mais recorrer a aplicativos de terceiros para transferir informações. Contatos, mensagens, fotos, notas, aplicativos, senhas e outros dados poderão ser migrados de forma mais direta.

    Nos últimos anos, a Comissão Europeia tem intensificado a regulação sobre grandes empresas de tecnologia. A Lei dos Mercados Digitais tem como objetivo ampliar a interoperabilidade e reduzir barreiras em ecossistemas considerados fechados, como o da Apple.

    Além do iOS 26.3, a empresa também disponibilizou nesta quinta-feira, 12, o iPadOS 26.3, atualização para o iPad que inclui a mesma ferramenta de migração entre dispositivos Apple e Android.

     
     

    Apple lança iOS 26.3 com ferramenta para migrar ao Android

  • Menino de 2 anos recebe coração “queimado” e mãe pede milagre; entenda

    Menino de 2 anos recebe coração “queimado” e mãe pede milagre; entenda

    Criança está em estado grave após transplante realizado na Itália com órgão que teria sido danificado durante o transporte. Família denunciou o caso, autoridades investigam possível negligência e menino aguarda novo coração para sobreviver

    Um menino de dois anos e três meses está em estado grave após receber um transplante de coração que teria chegado “queimado” ao hospital. A cirurgia foi realizada em 23 de dezembro no Hospital Monaldi, em Nápoles, na Itália. Segundo informações divulgadas pela imprensa local, o órgão pode ter sido danificado durante o transporte, possivelmente devido ao uso inadequado de gelo seco. A família registrou queixa junto às autoridades italianas e afirma que agora “espera por um milagre”.

    “O tempo está passando rápido, meu filho não está bem e está em estado grave. Há 50 dias ele luta entre a vida e a morte. Só peço que outro coração chegue logo. Hoje ele ainda pode passar por um segundo transplante, mas não sabemos se amanhã isso será possível. Se não surgir um novo coração em 48 horas, ele pode não resistir”, disse a mãe da criança, identificada como Patrizia, ao jornal Corriere della Sera. O nome do menino foi preservado.

    De acordo com o veículo italiano, o coração saiu de Bolzano no dia 23 de dezembro, após a morte do doador. Durante o transporte até Nápoles, o órgão não teria sido conservado de forma adequada e chegou inutilizado.

    O chefe da equipe médica e dois cirurgiões responsáveis pelo procedimento foram suspensos. O hospital também decidiu interromper temporariamente os transplantes pediátricos por precaução. A instituição abriu uma investigação interna para apurar como um órgão inviável foi implantado.

    O Ministério Público de Nápoles indiciou seis pessoas, tanto em Bolzano quanto em Nápoles, por suspeita de negligência. As investigações apuram duas hipóteses principais: falhas na conservação e no transporte do órgão, incluindo o uso de gelo seco, e possíveis irregularidades na realização do transplante.

    “Só nos disseram que o transplante não tinha dado certo. Agora sabemos que colocaram no meu filho um coração que não funcionava”, afirmou a mãe.

    A criança foi novamente incluída na lista europeia de transplantes pediátricos e aguarda um novo órgão. Segundo Patrizia, o menino foi diagnosticado com cardiomiopatia dilatada aos quatro meses de vida, mas levava uma rotina praticamente normal enquanto aguardava na fila há dois anos.

    “Recebemos a ligação para o transplante e, desde então, ele está internado em coma induzido”, relatou.

    De acordo com a mãe, o filho não acordou da anestesia, permanece sedado e não pode se movimentar. Ela afirmou ainda que só soube dos detalhes do caso dias depois, por meio da imprensa. “No hospital, apenas nos informaram que o transplante não havia sido bem-sucedido. Não imaginávamos o que tinha acontecido durante o transporte”, disse.

    Apesar da situação, Patrizia reconheceu o esforço da equipe médica. “Mesmo com todos os problemas, os médicos estão fazendo tudo o que podem. Tentaram de todas as formas fazer o novo coração funcionar, mas não foi possível”, concluiu.
     
     

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  • Delcy Rodríguez afirma que Venezuela não vai desnacionalizar o petróleo

    Delcy Rodríguez afirma que Venezuela não vai desnacionalizar o petróleo

    Presidente interina defende nova lei de hidrocarbonetos, diz que recursos naturais continuam sob controle do Estado e afirma que reforma busca atrair investimentos para ampliar a produção e fortalecer a economia do país

    A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que o país pretende se consolidar como um grande produtor de petróleo, mas negou que a nova lei de hidrocarbonetos represente um processo de desnacionalização do setor.

    “Queremos deixar de ser apenas o país com as maiores reservas de petróleo e nos tornar um grande produtor, como os Estados Unidos, que produzem cerca de 30 milhões de barris por dia, e até mesmo como a Arábia Saudita”, declarou Rodríguez em entrevista concedida à emissora norte-americana NBC, a primeira a um veículo de comunicação dos Estados Unidos.

    Ao ser questionada se a nova legislação significaria o reconhecimento do fracasso das estatizações promovidas pelo chavismo nas últimas duas décadas, Rodríguez negou. Segundo ela, o petróleo e o carvão continuam sendo propriedade do Estado venezuelano. “A Venezuela está estabelecendo novos modelos de gestão que permitem administrar a produção e a comercialização”, afirmou.

    A nova norma reabre espaço para a participação do setor privado e reduz a carga tributária com o objetivo de atrair investimentos. De acordo com a presidente interina, trata-se de uma atualização das regras anteriores. “Reformamos a lei para que os dividendos dos investimentos tenham maior rentabilidade”, explicou.

    Rodríguez também garantiu que os recursos que Washington está transferindo a Caracas pela comercialização do petróleo venezuelano serão destinados à reconstrução do país e ao apoio à população. Ela destacou ainda a criação de dois fundos soberanos, voltados a assegurar proteção social e investimentos em infraestrutura básica.

    Sobre declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que acusou governos chavistas de terem expropriado ativos de empresas petrolíferas norte-americanas durante o processo de nacionalização, Rodríguez afirmou que há “muita desinformação” sobre o tema. Segundo ela, o governo venezuelano está revisando contratos para esclarecer pendências financeiras.

    “Estamos revisando contratos e apurando quem deve a quem, quem deve à PDVSA e a quem a PDVSA deve”, disse, referindo-se à estatal Petróleos de Venezuela.

    A entrevista coincidiu com a visita do secretário de Energia dos Estados Unidos, Chris Wright, à Venezuela, em meio à cooperação entre Washington e Caracas para revitalizar a indústria petrolífera após a retirada do ex-presidente Nicolás Maduro do poder por forças norte-americanas no início de janeiro.

    Após a saída de Maduro, os Estados Unidos afirmaram que estão acompanhando o novo governo venezuelano com o objetivo de garantir estabilidade no país.
     
     

     

    Delcy Rodríguez afirma que Venezuela não vai desnacionalizar o petróleo

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  • André Mendonça vira novo relator do caso Master após Toffoli se afastar de investigação

    André Mendonça vira novo relator do caso Master após Toffoli se afastar de investigação

    A saída de Toffoli ocorreu após ele tomar uma série de decisões polêmicas na condução do caso, incluindo a imposição de sigilo severo sobre provas e a revelação de ligações do magistrado com pessoas interessadas no caso, como o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master.

    (CBS NEWS) – O ministro André Mendonça do STF (Supremo Tribunal Federal) foi designado o novo relator do caso Master na corte.

    A decisão de designar um novo ministro para cuidar do caso foi definida em reunião com todos os magistrados nesta quinta-feira (12), em que ficou acertado que Dias Toffoli deixaria a relatoria do caso.

    Mendonça foi escolhido relator por sorteio, que deixou de fora apenas o próprio Toffoli e o presidente do tribunal, Edson Fachin.

    Mendonça também é responsável por outro inquérito de grande repercussão e com impactos políticos diretos sobre o mundo político: a investigação sobre fraudes em descontos de aposentados e pensionistas do INSS.

    A saída de Toffoli ocorreu após ele tomar uma série de decisões polêmicas na condução do caso, incluindo a imposição de sigilo severo sobre provas e a revelação de ligações do magistrado com pessoas interessadas no caso, como o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master.

    A Folha de S.Paulo mostrou, por exemplo, que empresas ligadas a parentes de Toffoli tiveram como sócio um fundo de investimentos conectado à teia usada pelo Master em fraudes. Nesta quinta, o magistrado confirmou ser sócio de firma que foi dona de resort no Paraná e vendeu cotas do negócio a um fundo ligado às investigações sobre Vorcaro.

    A saída de Toffoli do caso impede que a investigação em torno do banco volte à estaca zero. Se ele fosse considerado suspeito ou impedido, todas as decisões assinadas até aqui seriam automaticamente anuladas. Os depoimentos já colhidos, a acareação entre banqueiros e os mandados de busca cumpridos não teriam mais validade.

    André Mendonça vira novo relator do caso Master após Toffoli se afastar de investigação

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  • Tensão aumenta e EUA enviam maior porta-aviões ao Oriente Médio

    Tensão aumenta e EUA enviam maior porta-aviões ao Oriente Médio

    Movimentação do USS Gerald R. Ford reforça presença militar na região em meio à pressão de Donald Trump por um acordo nuclear com o Irã. Deslocamento coloca dois grupos de ataque de porta-aviões na área e sinaliza possível escalada nas tensões

    O maior porta-aviões dos Estados Unidos, o USS Gerald R. Ford, recebeu ordens para deixar o Mar das Caraíbas e seguir para o Oriente Médio, segundo uma fonte não identificada ouvida pela Associated Press. A decisão consolida informações de que a Casa Branca avalia uma possível ação militar contra o Irã em meio a tensões crescentes sobre o programa nuclear do país.

    A movimentação do USS Gerald R. Ford, noticiada inicialmente pelo The New York Times, vai colocar dois porta-aviões e seus navios de guerra acompanhantes na região. O porta-aviões USS Abraham Lincoln, acompanhado por três contratorpedeiros lançadores de mísseis, já está no Oriente Médio há mais de duas semanas.

    Fontes disseram à AP que as instruções para a nova rota do USS Ford foram dadas sob condição de anonimato, por envolver questões sensíveis de estratégia militar. A mudança representa uma reversão repentina nas operações do navio, que havia sido deslocado do Mar Mediterrâneo para o Caribe no ano passado, quando os EUA intensificaram a presença militar na região antes de uma operação que resultou na captura do então presidente venezuelano Nicolás Maduro.

    A concentração de poder naval no Oriente Médio também desafia a recente estratégia de segurança nacional dos Estados Unidos, que vinha enfatizando prioridades no Hemisfério Ocidental em detrimento de outras regiões geopolíticas.

    O presidente Donald Trump disse recentemente que considera enviar uma segunda força de ataque de porta-aviões ao Oriente Médio caso as negociações com o Irã não avancem.

    O USS Gerald R. Ford iniciou sua missão em junho de 2025, o que significa que sua tripulação estará embarcada há cerca de oito meses nas próximas semanas. Não está claro quanto tempo o navio permanecerá no Oriente Médio, mas a nova missão pode se estender por um período excepcionalmente longo.

    A Casa Branca ainda não comentou oficialmente a nova movimentação militar.

     

    Tensão aumenta e EUA enviam maior porta-aviões ao Oriente Médio

  • Galípolo diz que BC será transatlântico em ano de incerteza e evita sinalizar rumo dos juros

    Galípolo diz que BC será transatlântico em ano de incerteza e evita sinalizar rumo dos juros

    Para os próximos anos, indicou que a agenda do BC estará centrada na “estabilidade”, tanto monetária quanto financeira. “Avançamos muito em competição e inclusão. Agora, a ênfase será estabilidade”, afirmou

    (FOLHAPRESS) – O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou, nesta quarta-feira (11), que a autoridade monetária está em busca de dados adicionais que reforcem a confiança necessária para iniciar um ciclo de redução na taxa básica de juros, a Selic, a partir de março. Atualmente, os juros brasileiros encontram-se em 15% ao ano.

    “O Banco Central está mais para um transatlântico do que para um jet ski. Ele não pode fazer grandes movimentos e mudanças”, disse Galípolo, ao participar do CEO Conference Brasil, evento promovido pelo BTG Pactual.

    Segundo Galípolo, a palavra-chave do momento é “calibragem”. Ele afirmou que o BC seguirá dependente dos dados e não pretende oferecer sinalizações adicionais sobre os próximos passos do Copom (Comitê de Política Monetária) além do que já foi comunicado.

    O presidente do BC negou que o uso recente dos termos “serenidade” e “parcimônia” representaria alteração na estratégia da instituição. “Não há nenhuma mudança de função de reação”, afirmou.

    “Sobre o resto do ano, qualquer sinalização corre o risco de ser frustrada e causar mais dano do que ajudar”, disse ele, referindo-se ao cenário incerto de geopolítica, mudanças na política econômica dos Estados Unidos e as eleições brasileiras.

    Galípolo afirmou que a resiliência do mercado de trabalho segue um ponto de atenção, com desemprego em níveis historicamente baixos, e que os salários crescem acima da inflação e da produtividade -fator que, segundo ele, pressiona a dinâmica de preços.

    Ele defendeu que o país avance na agenda de produtividade para permitir crescimento mais sustentável e juros mais baixos no longo prazo. “A melhoria de bem-estar está calcada em ganhos de produtividade.”

    Ao tratar do regime de metas de inflação, disse que o patamar brasileiro está alinhado ao de outros países e elogiou declarações recentes do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em defesa da meta. Para Galípolo, o debate central deveria ser outro: por que o Brasil precisa manter juros estruturalmente mais elevados que seus pares e, ainda assim, enfrenta dificuldade para convergir a inflação.

    Sobre a volatilidade recente do câmbio, Galípolo disse que o BC já atuou de formas opostas em momentos distintos: sem intervir em um fim de ano e promovendo, no seguinte, a maior intervenção cambial da história recente. “A diferença foi a realidade.”

    Para ele, o Brasil se beneficiou recentemente de uma reavaliação global de riscos, com investidores diversificando posições fora dos Estados Unidos. 

    Ainda assim, ponderou que não está claro se esse movimento é estrutural.
    Segundo a avaliação dele, a agenda econômica do governo americano tenta resolver um dilema complexo: manter o dólar como moeda de reserva internacional sem sustentar déficits elevados em conta-corrente.

    Para o Brasil aproveitar o momento, disse, é preciso avançar em reformas que aumentem a atratividade ao investimento privado. “As vantagens competitivas estão colocadas. Depende de nós.”

    FOCO EM ESTABILIDADE

    Questionado sobre episódios recentes no sistema financeiro, incluindo a liquidação do Banco Master, Galípolo afirmou que o BC discute aperfeiçoamentos regulatórios, como mudanças nas regras do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), limites de alavancagem e maior atenção ao descasamento entre ativos e passivos.

    Ele agradeceu publicamente o apoio da Polícia Federal nas investigações e disse que o aprimoramento da supervisão é contínuo. “É um trabalho de polícia e ladrão. Você fecha uma porta, tentam abrir outra.”

    Para os próximos anos, indicou que a agenda do BC estará centrada na “estabilidade”, tanto monetária quanto financeira. “Avançamos muito em competição e inclusão. Agora, a ênfase será estabilidade”, afirmou.

    Sobre as duas vagas abertas na diretoria do BC, limitou-se a dizer que a indicação é prerrogativa do presidente da República e defendeu que a política monetária dependa cada vez menos de nomes e mais do arcabouço institucional.

    “Eu sonho com o dia em que ninguém saiba quem é o presidente do Banco Central”, disse.

    Galípolo diz que BC será transatlântico em ano de incerteza e evita sinalizar rumo dos juros

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  • CPI do Crime Organizado vota quebra de sigilo de pessoas ligadas a Toffoli após carnaval

    CPI do Crime Organizado vota quebra de sigilo de pessoas ligadas a Toffoli após carnaval

    A declaração ocorre em meio à repercussão das menções a Toffoli no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, encontradas pela Polícia Federal (PF). O foco do relator está nos resorts que tiveram participação de dois irmãos do ministro do STF. Toffoli é relator do processo sigiloso do Banco Master no Supremo, e esses resorts devem ser alvo dos primeiros pedidos de quebra de sigilo.

    Relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) afirmou que a comissão votará, na semana posterior ao carnaval, requerimentos de quebra de sigilo e de convocação de pessoas ligadas ao ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), e ao Banco Master. A informação havia sido antecipada pelo Estadão.

    A declaração ocorre em meio à repercussão das menções a Toffoli no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, encontradas pela Polícia Federal (PF). O foco do relator está nos resorts que tiveram participação de dois irmãos do ministro do STF. Toffoli é relator do processo sigiloso do Banco Master no Supremo, e esses resorts devem ser alvo dos primeiros pedidos de quebra de sigilo.

    \”O Tofollão é um escândalo tão grande que não dá para esconder nas artimanhas do sistema. O Brasil só será uma República com todos sob a mesma lei\”, escreveu Vieira em sua conta no X.

    Conforme revelou o Estadão, o pastor e empresário Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, é dono dos fundos de investimento que compraram parte da participação milionária dos irmãos do ministro no resort de luxo Tayayá, no interior do Paraná: o engenheiro José Eugênio Dias Toffoli e o padre José Carlos Dias Toffoli.

    A cunhada de Toffoli, Cássia Pires Toffoli, esposa de José Eugênio, negou que o marido fosse sócio da empresa que chegou a deter um terço do empreendimento.

    O Estadão também mostrou que os irmãos do magistrado foram sócios de um segundo resort da rede Tayayá, localizado às margens do Rio Paraná.

    A comissão também votará requerimentos de quebra de sigilo e convocação relacionados ao escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro Alexandre de Moraes. O contrato do escritório com o banco de Daniel Vorcaro, conforme revelou O Globo, poderia chegar a R$ 129 milhões se fosse cumprido integralmente.

    Criada em novembro do ano passado, a CPI do Crime Organizado no Senado investiga temas como ocupação de território por facções, lavagem de dinheiro, corrupção e sistema prisional. Para o relator, há conexões que justificam a inclusão do Banco Master no escopo da investigação.

    CPI do Crime Organizado vota quebra de sigilo de pessoas ligadas a Toffoli após carnaval

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  • Itamaraty detalha viagem de Lula à Índia e à Coreia do Sul

    Itamaraty detalha viagem de Lula à Índia e à Coreia do Sul

    Viagem inclui participação em cúpula global sobre inteligência artificial, encontros com líderes estrangeiros e fóruns empresariais. Governo brasileiro pretende avançar em acordos sobre minerais críticos, comércio, cooperação tecnológica e ampliar parcerias estratégicas com Índia e Coreia do Sul.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará duas visitas oficiais entre os dias 17 e 24 de fevereiro. O primeiro destino será a Índia, até o dia 21. No dia seguinte (22), ele partirá para a Coreia do Sul, retornando ao Brasil no dia 24.

    O Ministério das Relações Exteriores (MRE) apresentou nesta quinta-feira (12) os detalhes da viagem presidencial. Entre os assuntos que serão tratados estão minerais críticos e terras raras, elementos relevantes para a transição energética; e segurança no uso da inteligência artificial (IA), tema central de evento previsto para os dias 18 e 19, em Nova Délhi, na Índia.

    “Será a primeira vez que um presidente brasileiro participa de um evento global de alto nível sobre IA”, informou o diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia, Inovação e Propriedade Intelectual do Itamaraty, Eugênio Vargas Garcia.

    Garcia explicou que a cúpula de IA discutirá assuntos relacionados a fontes de recursos para a democratização desta tecnologia, bem como seu uso para empoderamento social, inovação e desenvolvimento social.

    A expectativa é que o presidente brasileiro discurse no dia 19, durante a plenária de alto nível, após a abertura do evento, que ficará a cargo do primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi.

    Visita de Estado

    Os dias 20 e 21 serão dedicados à visita de Estado. Esta será a quarta vez que Lula e Modi se encontram. O presidente brasileiro será homenageado com um almoço oferecido pelo presidente indiano, Droupadi Murmu.

    Segundo a secretária do Itamaraty para assuntos relacionados à Ásia e ao Pacífico, embaixadora Susan Kleebank, os dois países assinarão parcerias e memorandos de entendimento sobre terras raras e minerais críticos.

    “Será também oportunidade para avançarmos no acordo de comercial preferencial entre o Mercosul e a índia”, destacou Susan Kleebank.

    Há expectativa de que esses encontros resultem na ampliação do prazo de vistos de turista, dos atuais cinco para dez anos.

    São também esperados avanços nas colaborações entre a Embraer e a indiana Adani Defense & Aerospace, uma das empresas que lideram o setor aeroespacial indiano.

    Declaração conjunta

    Lula participará ainda da inauguração do escritório da ApexBrasil na Índia. O MRE organizou um fórum empresarial, no dia 21, que já conta com a participação de mais de 300 empresas brasileiras, de setores como agropecuário, saúde, tecnologia, minérios, alimentos e fármacos.

    Ao final da visita, está prevista uma declaração conjunta de Brasil e Índia. Susan Kleebank antecipou alguns dos pontos que já vêm sendo acordados entre os dois países que, segundo ela, têm “posições coincidentes na pauta internacional”.

    O documento tratará de temas como desafios ao multilateralismo e ao comércio internacional; mudanças no Conselho de Segurança das Nações Unidas; e a situação de Gaza.

    Coreia do Sul

    Na sequência, a comitiva presidencial seguirá para a Coreia do Sul. Entre os dias 22 e 24 de fevereiro, o presidente Lula se reunirá com o presidente sul coreano, Lee Jae Myung, e com CEOs de grandes empresas daquele país.

    De acordo com o Itamaraty, o governo brasileiro pretende, com a viagem, ampliar o comércio entre os dois países. Para tanto, foi agendado um fórum empresarial e a assinatura de um plano com previsão de ações a serem implementadas até 2029.

    As ações serão voltadas a alavancar negócios em áreas como agricultura, desenvolvimento agrário, aviação, comércio, saúde, cooperação financeira, cosméticos, fármacos, ciência e tecnologia.

    Até o momento, mais de 130 empresas se inscreveram para participar do Fórum Empresarial Brasil-Coreia. Lula voltará ao Brasil no dia 24 de fevereiro.

    Itamaraty detalha viagem de Lula à Índia e à Coreia do Sul

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  • Dólar mantém queda ante real com apetite por risco em NY e rotação de fluxo

    Dólar mantém queda ante real com apetite por risco em NY e rotação de fluxo

    A relativa estabilidade da moeda americana no exterior, mesmo após o payroll forte reforçar a postura cautelosa do Federal Reserve, limita uma recuperação mais consistente da divisa norte-americana

    O dólar opera em queda ante o real na manhã desta quinta-feira, 12, pressionado pela rotação global de carteiras em direção a emergentes e pela sinalização de gradualismo na Selic pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.

    A relativa estabilidade da moeda americana no exterior, mesmo após o payroll forte reforçar a postura cautelosa do Federal Reserve, limita uma recuperação mais consistente da divisa norte-americana.

    O índice DXY segue travado, intercalando viés de alta e viés de queda, enquanto investidores aguardam o CPI dos EUA amanhã e, hoje, dados de auxílio-desemprego (10h30) e moradias (12h).

    Os juros futuros curtos e intermediários oscilam próximos dos ajustes anteriores em meio a quedas do dólar ante o real e dos dados de Serviços no país maior que a previsão mediana do mercado na margem. Os juros longos recuam, alinhados aos rendimentos dos Treasuries.

    O volume de serviços caiu 0,4% em dezembro ante novembro, mais que a mediana de -0,1%, segundo o IBGE. Na comparação anual, houve alta de 3,4%, próxima à estimativa de 3,5%. Em 2025, o setor acumulou crescimento de 2,8%, em linha com o esperado.

    O Tribunal de Justiça de São Paulo prevê gastar R$ 4,8 bilhões em 2026 para penduricalhos suspensos por liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino. Segundo o Estadão/Broadcast, ao menos seis rubricas não têm previsão legal. O Ministério da Previdência, liderado por Wolney Queiroz, recomendou veto parcial aos aumentos salariais dos servidores do Congresso devido à inclusão inconstitucional de gratificações nas aposentadorias, competência do presidente da República.

    A Petrobras pagará no dia 20 a primeira parcela da remuneração aos acionistas referente à antecipação de 2025, integralmente em juros sobre capital próprio (JCP), no valor bruto de R$ 0,48052467 por ação, corrigido pela Selic.

    Líderes de toda a União Europeia estão reunidos nesta quinta-feira à medida que o bloco de 27 nações enfrenta o antagonismo do presidente dos EUA, Donald Trump, táticas econômicas agressivas da China e ameaças híbridas da Rússia, desafios que levaram a uma reconsideração da abordagem europeia em relação à diplomacia e ao comércio.

    A Restaurant Brands International (RBI), dona do Burger King, lucrou US$ 113 milhões no 4º trimestre, abaixo de um ano antes. O lucro ajustado por ação (US$ 0,96) e a receita (US$ 2,47 bilhões) superaram as estimativas. A ação subia 1,2% no pré-mercado.

    Dólar mantém queda ante real com apetite por risco em NY e rotação de fluxo

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