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  • No BBB 26, Jonas Sulzbach relembra irmão assassinado com nove tiros

    No BBB 26, Jonas Sulzbach relembra irmão assassinado com nove tiros

    Confinado no reality da Globo, o modelo de 40 anos voltou a falar sobre a morte do irmão caçula, Rafael Noronha, assassinado a tiros em 2012 no Rio Grande do Sul. O crime ocorreu meses após sua participação no BBB 12 e segue sem motivação oficialmente esclarecida

    Confinado no BBB 26, Jonas Sulzbach completa 40 anos neste sábado (7) enquanto volta a expor ao público uma das passagens mais marcantes de sua vida: o assassinato do irmão caçula, Rafael Noronha, em 2012. O crime ocorreu poucos meses depois de Jonas ter conquistado o terceiro lugar no BBB 12.

    Rafael foi morto a tiros em junho daquele ano, em Lajeado, no Vale do Taquari, no Rio Grande do Sul. O corpo foi encontrado próximo a um campo de futebol. À época, a Polícia Civil tratou o caso como execução. O delegado responsável pela investigação, Silvio Huppes, afirmou que a vítima era usuária de drogas, informação que já havia sido mencionada por Jonas durante sua primeira passagem pelo reality.

    Segundo o próprio Jonas, a família tentou diversas vezes ajudar o irmão. Em entrevista concedida ao portal OFuxico, em 2012, o modelo afirmou que Rafael chegou a ser internado cerca de 25 vezes em clínicas de reabilitação.

    Segundo o site Purepeople, duas linhas de investigação foram consideradas pela polícia civil. A primeira apontava para uma possível dívida relacionada ao tráfico de drogas. A segunda levantava a hipótese de que Rafael teria se envolvido com a companheira de um traficante que estava preso. Jonas afirmou publicamente acreditar nessa segunda possibilidade.

    “Tudo leva a crer que foi por causa de uma mulher com quem ele estava envolvido, que tinha um parceiro do mal. Ele já tinha sofrido ameaça dessa pessoa para se afastar dela”, declarou Jonas ao OFuxico, na ocasião.

    Na mesma entrevista, ele também demonstrou desconfiança quanto ao andamento das investigações. “Ouvi dizer que a polícia tem medo de se envolver com esse pessoal da pesada da minha cidade. É complicado”, afirmou. Até hoje, não há registros públicos que confirmem oficialmente a motivação do crime.

    Mais de uma década depois, Jonas voltou a falar sobre o assunto dentro do BBB 26, em conversa exibida pela TV Globo. Ao se apresentar aos outros participantes, ele relembrou o contexto familiar em que cresceu e relatou episódios de violência doméstica vividos por sua mãe, praticados pelo pai de Rafael.

    “Depois que meu irmão nasceu, esse homem transformou nossa vida em um inferno. Ele começou a usar droga de forma pesada. Tudo piorou quando passou a bater na minha mãe. Eu cresci vendo minha mãe apanhar”, contou Jonas no reality.

    Ele também relatou que, enquanto sua carreira de modelo avançava em São Paulo, a família enfrentava a dependência química do irmão. “Enquanto as coisas aconteciam comigo, meu irmão estava se afundando nas drogas, como o pai dele. A vida da minha mãe era viver entre clínicas, tentando de tudo”, disse.

    Jonas lembrou ainda do impacto emocional causado pela morte de Rafael, ocorrida poucos meses após sua saída do BBB 12. “Minha vida mudou completamente em três meses. A gente recebeu uma ligação, e o delegado disse que o Rafael tinha morrido. Minha mãe entrou em uma depressão muito profunda”, afirmou.

    No BBB 26, Jonas Sulzbach relembra irmão assassinado com nove tiros

  • Wagner Moura diz que teve filme 'sabotado' pelo governo Bolsonaro

    Wagner Moura diz que teve filme 'sabotado' pelo governo Bolsonaro

    Diretor e ator dizem que o longa foi barrado de forma velada no país, relatam ataques políticos recentes e relembram dificuldades enfrentadas após o lançamento internacional do filme, além de comentarem pressões e o debate sobre ditadura, cultura e liberdade de expressão

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho foram entrevistados pelo jornal britânico The Guardian.

    Os dois afirmaram que o filme “Marighella”, dirigido por Wagner Moura, foi boicotado no Brasil. “Foi sabotado de forma cínica e não oficial, e Wagner nunca vai receber uma explicação. É aí que entra Kafka”, disse Kleber Mendonça Filho. 

    A fala é uma referência ao livro “O Processo” (1925), em que um homem precisa se defender num processo judicial, mas a burocracia o impede de descobrir o crime do qual é acusado.

    Segundo o entrevistador, Wagner Moura ficou espantado relembrando a situação. “Não dá para se defender, porque você não sabe exatamente o que aconteceu”, descreveu o ator e diretor. O filme sobre o guerrilheiro assassinado pela ditadura foi lançado na Europa em 2019, mas teve a estreia adiada por dois anos no Brasil.

    Wagner Moura falou sobre as acusações de que teriam recebido dinheiro para apoiar o governo Lula. “Kleber e eu estamos sendo atacados no Brasil neste momento. Estão dizendo que o governo nos pagou milhões de dólares para apoiá-lo”, afirmou.

    Kleber Mendonça Filho explicou a forma como abordou a ditadura militar em “O Agente Secreto”. No filme, Wagner Moura interpreta um professor universitário perseguido por um empresário rico com contatos no governo: “Eu poderia ter mostrado o personagem sendo levado à delegacia e recebendo choques elétricos na genitália a noite toda. Mas a ditadura se manifestou de muitas formas diferentes”.

    O ator baiano diz estar sendo pressionado a não criticar Donald Trump. “Estou sendo muito incentivado a não falar nada. Mas vou continuar falando, né?”, afirma o ator.

    Wagner Moura diz que teve filme 'sabotado' pelo governo Bolsonaro

  • Brasil vira ‘intruso’ e aquece sonho nos Jogos de Inverno

    Brasil vira ‘intruso’ e aquece sonho nos Jogos de Inverno

    (UOL/FOLHAPRESS) – A delegação brasileira desembarca na Itália para os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 com um status inédito: o de quem realmente briga por pódio. Em entrevista ao UOL, o presidente do COB (Comitê Olímpico do Brasil), Marco La Porta, detalhou a operação de ponta montada para dar suporte aos 14 atletas classificados -um recorde histórico para o país em edições de inverno.

    A cerimônia de abertura, realizada nesta sexta-feira (6), deu a largada oficial a um ciclo em que o Brasil deixa de ser apenas um participante exótico para se tornar um competidor respeitado no evento que vai até 22 de fevereiro. As estruturas na Itália incluem a estreia da Casa Brasil em uma edição de inverno, numa estratégia para ampliar a marca do país no cenário do gelo e da neve.

    “É uma expectativa muito grande. Sabendo que os Jogos Olímpicos são sempre uma competição à parte, há muitos fatores envolvidos, particularmente emocionais, mas estamos muito confiantes”, afirmou La Porta. O dirigente sabe que as principais chances de medalha se concentram nas provas de skeleton, esqui alpino e snowboard.

    O ‘INTRUSO’ QUE INCOMODA

    La Porta vê com bons olhos o rótulo de “intruso” tropical entre as potências do Hemisfério Norte, como Estados Unidos, Canadá e os países europeus. Segundo ele, a evolução brasileira é vista com simpatia e respeito pelos adversários. “Na verdade, eles não brincam, eles parabenizam e ficam muito felizes com a presença desse intruso. São poucos países tropicais -acho que hojeBrasil, Jamaica e México – que têm um pouquinho mais de frequência. E nunca um país tropical teve tanta oportunidade de ganhar uma medalha”, avaliou.

    Essa mudança de patamar é impulsionada por nomes como Nicole Silveira, no skeleton, e Lucas Pinheiro Braathen, no esqui alpino. O presidente do COB destaca a consistência desses atletas como o motor que obriga a entidade a elevar o nível do suporte logístico. “Quando você vê o Lucas e a Nicole mostrando grandes resultados, isso provoca, cutuca o COB para que a entrega da operação seja ainda mais precisa”, disse.

    DETALHES QUE VALEM OURO

    Nos esportes de inverno, a margem de erro é mínima. No skeleton, por exemplo, uma curva mal traçada pode custar milésimos de segundo e, consequentemente, o pódio. La Porta adota um mantra para a gestão dessa pressão: a eficiência operacional não ganha a medalha sozinha, mas evita que ela seja perdida.

    “Como a gente costuma falar sempre: a gente não trabalha para pegar a medalha, a gente trabalha para não perder a medalha. Então, atenção a cada um dos detalhes”, pontuou o dirigente. A regularidade de Lucas, que figurou no “top 5” nos últimos sete eventos, e a ascensão de Nicole nas provas que antecederam os Jogos sustentam o otimismo da entidade.

    Além da performance, a presença institucional foi reforçada. A Casa Brasil funcionará como um hub de “calor humano” em meio ao frio europeu, servindo não apenas como ponto de encontro, mas como vitrine para patrocinadores e autoridades. “Trazer um pouquinho do calor para esse pessoal que é um pouquinho mais frio”, brincou La Porta, confirmando que a cúpula do COB permanecerá na Itália durante todo o evento para dar suporte integral à delegação.

    Lucas tem 20 medalhas em etapas do esqui alpino da Copa do Mundo, sendo 8 pelo Brasil, país que representa desde 2024, depois de ter deixado de competir pela Noruega

    Folhapress | 10:50 – 07/02/2026

    Brasil vira ‘intruso’ e aquece sonho nos Jogos de Inverno

  • Quem fica no banco do Palmeiras com chegada de Arias

    Quem fica no banco do Palmeiras com chegada de Arias

    (UOL/FOLHAPRESS) – Jhon Arias chega ao Palmeiras com status de titular absoluto após custar 25 milhões de euros (R$ 154 milhões) e ser o jogador experiente e vencedor que a diretoria buscava no mercado da bola.

    A contratação do colombiano de 28 anos vai impactar a vida de outros atletas do elenco.

    ONDE ARIAS VAI JOGAR?

    Arias tem como posição principal a ponta direita, mas também pode atuar como meia ofensivo (mais centralizado) e como ponta esquerda. Seu pé direito é o predominante.

    A comissão técnica do Palmeiras ainda vê o colombiano atuando na linha de atacantes, como Maurício foi escalado em algumas rodadas neste início de temporada por causa do incômodo no joelho direito de Vitor Roque. É um jogador que pode jogar em todas as posições do sistema ofensivo.

    Na Inglaterra, Arias não conseguiu repetir os bons momentos de Fluminense: 26 jogos, 2 gols e 1 assistência. Mas seu time, o Wolves, também não ajudou: são 28 jogos na temporada, 4 vitórias, 5 empates e 19 derrotas (virtualmente rebaixado na lanterna da Premier League com apenas 8 pontos em 24 rodadas).

    O mapa de calor de Arias no Campeonato Inglês mostra que ele tinha pouca participação no último terço do campo e tinha que marcar mais -o Wolves só venceu um jogo no Inglês.

    No entanto, o mapa de calor de Arias no Brasileiro do ano passado, o seu último pelo Flu, mostra que ele é um jogador que explora muito o lado direito do ataque.

    QUEM CORRE RISCO DE PERDER A TITULARIDADE NO PALMEIRAS?

    Allan é o titular da ponta direita, a posição favorita de Arias. O garoto de 21 anos assumiu protagonismo na equipe após a virada histórica contra a LDU, na semifinal da Copa Libertadores do ano passado, e está no radar de gigantes europeus -o Alviverde recusou uma proposta do Napoli que superou os 30 milhões de euros (R$ 185 milhões) pelo jogador nesta janela.

    Sosa começou o ano como titular na esquerda, mas perdeu a vaga para Maurício. O meia é um dos destaques deste início de ano com dois gols e uma assistência. A posição não tem um titular absoluto e pode ser uma opção para Abel não tirar Allan da equipe.

    Flaco López e Vitor Roque são os outros nomes que compõem o sistema ofensivo, mas Arias só deve jogar ali em situações muito específicas.

    A Fifa retirou o nome do Botafogo da lista de proibições de registro. O nome do alvinegro constava no sistema desde o dia 30 de dezembro por uma dívida de US$ 21 milhões (R$ 109 milhões) com o time dos EUA

    Folhapress | 10:30 – 07/02/2026

    Quem fica no banco do Palmeiras com chegada de Arias

  • Heide vence e empata para o Brasil na disputa contra o Canadá na Copa Davis

    Heide vence e empata para o Brasil na disputa contra o Canadá na Copa Davis

    Com uma bela atuação, Gustavo Heide conquistou, neste sábado, em Vancouver, a primeira vitória do Brasil sobre o Canadá na fase qualificatório do Grupo Mundial da Copa Davis.

    No piso sintético em quadra coberta, o tenista paulista, 253 do mundo, precisou de 2h40 para derrotar Gabriel Diallo, 39 do ranking mundial, por 2 sets a 1, com parciais de 7/6 (7/4), 3/6 e 7/6 (7/3).

    Desta forma, Heide garantiu o empate na disputa, porque no primeiro duelo o Canadá havia vencido com Liam Draxl, que marcou um duplo 6/3 sobre João Lucas Reis.

    O confronto continua neste sábado a partir das 18h (de Brasília) com o jogo de duplas. Rafael Matos e Orlando Luz vão encarar Draxl e Cleeve Harper. Reis terá pela frente Diallo e, caso da necessidade da quinta partida, Heide enfrentará Draxl.

    Com sete pontos, São Paulo e Primavera fazem confronto direto pela classificação no MorumBis. Crespo deve poupar titulares e promover a estreia de Lucas Ramon, enquanto o time de Indaiatuba tenta surpreender em sua primeira participação na elite do Paulistão.

    Estadao Conteudo | 09:30 – 07/02/2026

    Heide vence e empata para o Brasil na disputa contra o Canadá na Copa Davis

  • Lucas Braathen aposta em sua multiplicidade para vencer nos Jogos de Inverno

    Lucas Braathen aposta em sua multiplicidade para vencer nos Jogos de Inverno

    (FOLHAPRESS) – Norueguês e brasileiro, residente na Áustria. Família em São Paulo, namorada no Rio de Janeiro, mãe na Nova Zelândia. Desde criança, o esquiador Lucas Pinheiro Braathen, 25, é ciente de que a questão da identidade para quem vive entre dois ou mais países é um tema que pode ser confuso emocionalmente. Como atleta, ele diz tirar vantagens hoje dessa multiplicidade.

    “Na Noruega, eu sempre fui diferente. Era uma criança brasileira, sotaque diferente, com os lábios maiores do que todo mundo. No Brasil, eu sou gringo. O que entendi muito rápido é que você não está em casa em nenhum lugar”, disse à reportagem na manhã deste sábado (7), em Milão, horas após ser o protagonista -com as cores da bandeira brasileira- do desfile de atletas do Brasil na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno.

    “Achei isso muito difícil na minha infância e precisei viver muitos anos até entender que essa diferença entre culturas me trouxe muito crescimento. Hoje eu sinto gratidão, porque eu nunca iria ser o atleta que sou se não fosse por essa história meio complicada”, afirmou, em seu português com leve sotaque e alguns errinhos -seu inglês é impecável.

    Lucas disse ter se encontrado conforme passou a viajar mais como esquiador. “Preciso seguir a neve para poder praticar o esporte. E aí você encontra novas pessoas, novas culturas, países com naturezas totalmente diferentes. Eu passei a me sentir em casa, porque encontrei outras pessoas que estavam nessa mesma jornada.”

    Como atleta, ele diz que essa capacidade de adaptação é um diferencial. “No esporte essa é uma qualidade importante. Eu não posso controlar a neve, a qualidade da neve, se tem sol, se está escuro, se está chovendo. Eu preciso aceitar tudo, me ajustar e ser campeão do mesmo jeito”, conta ele, que diz fazer terapia e meditação.

    O interesse sobre Lucas não é crescente só no Brasil nas últimas semanas. A mídia internacional também está de olho, com jornalistas de diferentes países presentes no encontro desta manhã, realizado na Casa Brasil, espaço que o COB (Comitê Olímpico do Brasil) montou em Milão. No dia anterior, o jornal New York Times havia apontado Lucas como atleta do Sul Global (países emergentes) para ficar de olho nas próximas semanas.

    Lucas tem 20 medalhas em etapas do esqui alpino da Copa do Mundo, sendo 8 pelo Brasil, país que representa desde 2024, depois de ter deixado de competir pela Noruega.

    Frequentemente ele diz que a troca de confederações foi uma decisão que o deixou mais livre para seguir os próprios objetivos e valores, em vez “dos sonhos dos outros -da mídia, da indústria, da equipe”.

    Mas a escolha não deixa de ter momentos negativos, como uma certa solidão em dias difíceis. “Eu estava numa equipe com mais dez atletas do nível de Copa de Mundo. Quando você tem dias ruins, perdendo, a equipe tem outros atletas que entendem a sua situação. Isso foi uma coisa muita linda que tive nessa parte da minha carreira.” Sem falar que, numa fase mais complicada, é possível diminuir a presença no grupo, “se esconder atrás de outros atletas”, afirmou. “Isso não existe na minha realidade.”

    Para escapar dos holofotes e das altas expectativas pela primeira medalha do Brasil em Jogos de Inverno, Lucas vai passar os próximos dias na Áustria, em treinos. Sua primeira disputa nos Jogos será no dia 14, em Bormio, uma pista que ele diz conhecer bem, mas que terá características diferentes do que está acostumado a encontrar em Copas do Mundo.

    “Não é uma pista muito conhecida para os atletas que competem nas categorias técnicas [como são chamadas as modalidades que ele disputa, slalom e slalom gigante], porque é principalmente uma pista para downhill e super-G”, disse. “É uma pista um pouco mais fácil do que nas de Copas do Mundo, mas que fica mais difícil esquiar rápido.”
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    ACOMPANHE LUCAS BRAATHEN NOS JOGOS OLÍMPICOS DE INVERNO

    Slalom gigante – 14.fev (sábado)
    Descidas 1 e 2: 6h e 9h30 (Globo, SporTV 2 e Cazé TV)

    Slalom – 16.fev (segunda)
    Descidas 1 e 2: 6h e 9h30 (Globo, SporTV 2 e Cazé TV)

    Lucas Braathen aposta em sua multiplicidade para vencer nos Jogos de Inverno

  • Entidades pedem veto de Lula ao PL dos supersalários na Câmara e no Senado

    Entidades pedem veto de Lula ao PL dos supersalários na Câmara e no Senado

    Esse é o segundo documento que os grupos mandam com o mesmo teor, pois, em dezembro, pediram ao presidente Lula o veto a uma proposta aprovada no Congresso que cria penduricalhos para funcionários do TCU (Tribunal de Contas da União)

    (FOLHAPRESS) – Após o Congresso ter aprovado dois projetos de lei que criam uma licença compensatória para servidores da Câmara dos Deputados e do Senado, dez entidades que acompanham políticas públicas no país escreveram um documento pedindo ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que vete os trechos das matérias sobre os penduricalhos.

    Assinam o texto grupos como Plataforma Justa, Transparência Brasil, Movimento Orçamento Bem Gasto, República.org e outros.

    Esse é o segundo documento que os grupos mandam com o mesmo teor, pois, em dezembro, pediram ao presidente Lula o veto a uma proposta aprovada no Congresso que cria penduricalhos para funcionários do TCU (Tribunal de Contas da União).

    De acordo com aliados do presidente, a tendência é que ele vete as propostas. O Palácio do Planalto diz não ter sido consultado sobre os projetos, mas deputados dizem que José Guimarães (PT-CE), líder do governo, sabia das propostas.

    Para as organizações, um dos principais riscos é que, se os projetos se tornarem lei, isso seja institucionalizado e pode haver uma onda de supersalários pela administração pública. A medida pode se tornar um precedente para que outros poderes e entes federativos adotem mecanismos semelhantes.

    O projeto de lei sobre a carreira dos servidores da Câmara dos Deputados e do Senado cria regras determinando que os servidores comissionados ou com função de chefia ganhem folgas pela atuação ordinária fora do horário regular, mas eles podem escolher não tirar esses dias de descanso e receber mais pagamentos.

    Na prática, o mecanismo permitiria a concessão de até um dia de licença a cada três dias trabalhados, limitada a dez dias por mês, no caso da Câmara. No Senado, a proporção varia entre um dia a cada dez e um a cada três dias de exercício.

    Segundo Fernanda de Melo, especialista de advocacy da República.org, “a licença-compensatória já figura entre os penduricalhos mais caros ao orçamento e sua extensão ao Legislativo tende a agravar o problema”.

    Entidades pedem veto de Lula ao PL dos supersalários na Câmara e no Senado

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Botafogo quita dívida, deixa transfer ban da Fifa e pode inscrever atletas

    Botafogo quita dívida, deixa transfer ban da Fifa e pode inscrever atletas

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Botafogo quitou a dívida que tinha com o Atlanta United e deixou, na noite desta sexta-feira (06), a lista de times que fazem parte do transfer ban da Fifa. O clube carioca estava impedido de inscrever atletas desde o fim do ano passado.

    A Fifa retirou o nome do Botafogo da lista de proibições de registro. O nome do alvinegro constava no sistema desde o dia 30 de dezembro por uma dívida de US$ 21 milhões (R$ 109 milhões) com o time dos EUA.

    Com isso, o clube está liberado para inscrever novos jogadores. Com isso, as negociações do momento, incluindo a do zagueiro Marco di Cesare, do Racing, devem acelerar nos próximos dias.

    Na semana passada, John Textor, dono da SAF do Botafogo, falou que usaria o próprio dinheiro para encerrar a punição. “Eu disse ao clube associativo que vou fazer um investimento pessoal no valor que precisamos para pagar o Atlanta United para remover o transfer ban. Acredito que teremos tudo resolvido com o clube associativo, porque preciso da aprovação deles. Estou muito confortável. Eu vou bancar pessoalmente o pagamento ao Atlanta United”, explicou o norte-americano à BotafogoTV.

    Há apenas cinco clubes brasileiros na atual lista da Fifa: Colorado-PR, Ipatinga-MG, Miramar-PB, no masculino, e Avaí-Kindermann e Real Brasília, no feminino.

    Com sete pontos, São Paulo e Primavera fazem confronto direto pela classificação no MorumBis. Crespo deve poupar titulares e promover a estreia de Lucas Ramon, enquanto o time de Indaiatuba tenta surpreender em sua primeira participação na elite do Paulistão.

    Estadao Conteudo | 09:30 – 07/02/2026

    Botafogo quita dívida, deixa transfer ban da Fifa e pode inscrever atletas

  • Morre Fred Smith, que foi baixista da banda de rock Television, aos 77 anos

    Morre Fred Smith, que foi baixista da banda de rock Television, aos 77 anos

    Após o fim do grupo, em 1978, manteve uma trajetória ativa como músico de estúdio e de turnês, colaborando com artistas como Tom Verlaine, Richard Lloyd, The Roches, Willie Nile e The Fleshtones

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Fred Smith, baixista da banda Television, morreu aos 77 anos, na última quinta-feira (5). A informação foi confirmada oficialmente pela banda em uma publicação nas redes sociais. A causa da morte não foi divulgada.

    Antes do rock de pegada punk do Television, ele iniciou a carreira no grupo Angel and the Snake, que mais tarde se tornaria o Blondie. Em 1975, deixou a banda para integrar o Television, substituindo Richard Hell, da formação original.

    Após o fim do grupo, em 1978, manteve uma trajetória ativa como músico de estúdio e de turnês, colaborando com artistas como Tom Verlaine, Richard Lloyd, The Roches, Willie Nile e The Fleshtones.

    Com a reunião do Television em 1992, Smith voltou a integrar a banda e participou de diversas turnês ao longo das décadas seguintes, mantendo-se ligado ao repertório e à história do grupo.

    O guitarrista Jimmy Rip, parceiro de longa data, afirmou que Smith lutou contra a doença de forma discreta e com coragem, mantendo planos musicais até pouco tempo atrás. Segundo ele, Smith ainda demonstrava vontade de voltar aos palcos e seguia envolvido em projetos ligados às músicas de Tom Verlaine.

    Conhecido por seu perfil reservado, Smith manteve sua vida pessoal longe da mídia, mesmo sendo parte de uma das bandas mais influentes do rock alternativo. A confirmação de sua morte gerou homenagens de músicos, fãs e artistas ligados à cena nova-iorquina.

    Smth vivia em Nova York com a sua mulher, Paula Cereghino, com quem administrava uma vinícola.

    Morre Fred Smith, que foi baixista da banda de rock Television, aos 77 anos

  • Lucas Ramon disse ‘não’ ao Corinthians antes de acertar com o São Paulo

    Lucas Ramon disse ‘não’ ao Corinthians antes de acertar com o São Paulo

    (UOL/FOLHAPRESS) – Apresentado nesta sexta-feira (6) como novo jogador do São Paulo, Lucas Ramon recusou uma proposta do Corinthians antes de se acertar no Morumbis.

    ‘NÃO’ AO RIVAL

    A reportagem apurou que o lateral-direito, que ficaria sem contrato em abril, recebeu uma oferta do Alvinegro para assinar de graça.

    O Corinthians, que não conseguiu finalizar a contratação de Alisson por falta de R$ 1 milhão em caixa, tem tomado uma estratégia similar à do Tricolor nesta janela de transferências: jogadores livres no mercado ou a custo baixo.

    Diretor de futebol do clube, Rui Costa afirmou que Ramon “teve proposta de outro clube aqui da cidade”, na coletiva de apresentação desta sexta-feira, no CT da Barra Funda.

    Outro atleta que optou estar no São Paulo. O Lucas teve proposta de outro clube aqui da cidade e preferiu estar conosco. E isso revela muito do perfil do nosso elenco.Rui Costa, executivo de futebol

    Lucas Ramon assinou contrato de dois anos no Morumbis. O acordo, porém, tem uma cláusula de extensão automática até 2028 em caso do cumprimento de algumas metas.

    As partes já haviam, em dezembro, acertado um pré-contrato a partir de abril, mas ainda negociavam a liberação antecipada junto ao Mirassol. O jogador abriu mão de valores para ‘destravar’ o negócio.

    O defensor é o quarto reforço do São Paulo para esta temporada, que já teve as chegadas de Matheus Dória, Carlos Coronel e Danielzinho -todos a custo zero.

    Com sete pontos, São Paulo e Primavera fazem confronto direto pela classificação no MorumBis. Crespo deve poupar titulares e promover a estreia de Lucas Ramon, enquanto o time de Indaiatuba tenta surpreender em sua primeira participação na elite do Paulistão.

    Estadao Conteudo | 09:30 – 07/02/2026

    Lucas Ramon disse ‘não’ ao Corinthians antes de acertar com o São Paulo