Autor: REDAÇÃO

  • Ratinho sobre polêmica com Erika Hilton: 'Não vou ficar em silêncio'

    Ratinho sobre polêmica com Erika Hilton: 'Não vou ficar em silêncio'

    Apresentador usa as redes sociais para afirmar que ‘crítica política não é preconceito’; em seu programa, condenou o fato de a deputada presidir Comissão dos Direitos da Mulheres

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) O apresentador Carlos Massa, o Ratinho, usou as redes sociais para falar sobre a polêmica em torno de suas declarações sobre a deputada Erika Hilton. Durante seu programa, condenou o fato de ela ter sido escolhida para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara por ser trans.

    “Muita polêmica, né? Eu defendo a população trans, mas defendo também o direito de questionar quem governa. Crítica política não é preconceito. É jornalismo. E não vou ficar em silêncio”, afirmou Ratinho.

    Na legenda da publicação, ele também incitou que jornalistas e outros comentaristas falem e não se calem, pois “silêncio é conivência”.

    ENTENDA O CASO

    Ratinho usou seu programa para falar sobre a escolha de Hilton para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados. Ele alegou que ela não era digna do cargo por não ter nascido mulher.

    “Tem tanta muié, porque vai dar para uma trans? Ela não é mulher, ela é trans”, afirmou. “Não tenho nada contra trans, mas tem outras mulheres, mulheres mesmo…”

    “Mulher, para ser mulher, tem que ter útero, tem que menstruar, tem que ficar chata três, quatro dias”, acrescentou o apresentador. “Vocês pensam que a dor do parto é fácil?”

    Ele também questionou a capacidade de Hilton para compreender os problemas e os desafios femininos. “Vamos modernizar, ter inclusão, mas não precisa exagerar. Estão exagerando”, disse.

    Hilton, como informou a coluna Monica Bergamo, da Folha, processou Ratinho e pediu R$ 10 milhões em multa. Além disso, ela pediu ao Ministério das Comunicações a suspensão do Programa do Ratinho por 30 dias.

    O SBT afirmou nesta sexta-feira (13) que botou um ponto final na polêmica. A emissora afirma que o caso foi resolvido internamente e já é considerado superado. A TV, porém, não detalhou que medidas tomou.

    Ratinho sobre polêmica com Erika Hilton: 'Não vou ficar em silêncio'

  • Entenda a broncopneumonia, doença que levou Bolsonaro à UTI

    Entenda a broncopneumonia, doença que levou Bolsonaro à UTI

    Infecção respiratória pode ser provocada por uma bactéria, um vírus ou um fungo; principais sintomas são tosse seca ou com catarro, falta de ar, febre alta com calafrios e cansaço intenso

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) nesta sexta-feira (13) com diagnóstico de broncopneumonia bacteriana. Em comunicado, o hospital DF Star afirmou que o ex-presidente chegou à unidade com febre alta, queda da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios.

    A doença é uma infecção respiratória que atinge os brônquios e o parênquima pulmonar, parte do pulmão que é responsável pela troca de oxigênio pelo gás carbônico durante a respiração. Quando essa área é comprometida, a troca gasosa fica prejudicada, o que pode levar a dificuldades respiratórias graves e até à morte. O agente causador da infecção pode ser uma bactéria, um vírus ou um fungo.

    Na prática clínica, o termo broncopneumonia é usado como sinônimo de pneumonia, segundo a médica Fernanda Bacceli, pneumologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Os pacientes geralmente apresentam tosse seca ou com catarro, falta de ar, febre alta com calafrios, entre outros.

    O filho do ex-presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), disse que a infecção teria sido causada pela aspiração de líquidos do estômago durante soluços. Bolsonaro está preso desde 22 de novembro de 2025, e Flávio atribui a gravidade do quadro às condições da prisão, enquanto pede a transferência para prisão domiciliar. “Estão brincando com a vida do meu pai”, declarou o senador.

    Bacceli, porém, afirma que não é possível estabelecer essa relação com certeza. “A principal causa de internação hospitalar no mundo inteiro é pneumonia ou broncopneumonia e uma parte delas é por aspiração”, diz. Segundo ela, é possível que o estresse ou a alimentação tenham desencadeado o quadro, mas também é possível que tivesse acontecido mesmo se o ex-presidente estivesse em casa.

    CAUSAS PODEM SER VIRAIS OU GÁSTRICAS

    A principal causa da broncopneumonia é viral. Influenza, coronavírus e vírus sincicial respiratório estão entre os agentes mais comuns, explica a médica. Após um quadro gripal, a imunidade cai e as próprias bactérias que habitam o pulmão, chamadas de microbiota, podem se multiplicar de forma excessiva e causar uma infecção bacteriana secundária. A doença também pode ser causada por infecção fúngica.

    Outra causa é a broncoaspiração, caso do ex-presidente Bolsonaro. Nesse processo, algum conteúdo do trato gastrointestinal entra na via aérea em vez de seguir para o esôfago. Isso pode ocorrer durante a deglutição, quando o alimento vai para o caminho errado, em episódios de refluxo ácido ou em situações de vômito. Nesse caso, bactérias que colonizam o sistema digestivo chegam ao pulmão e causam a infecção, explica Bacceli.

    Segundo o Ministério da Saúde, a doença pode provocar febre alta, tosse, dor no tórax, falta de ar, mal-estar generalizado e prostração. Alterações da pressão arterial e confusão mental também estão entre os sintomas.

    Nos casos mais graves, a infecção pode causar toxemia, condição em que toxinas carregadas pelo sangue provocam danos ao organismo. A secreção de muco purulento de cor amarelada ou esverdeada é outro sinal de alerta.

    IDADE É UM DOS FATORES DE RISCO

    A gravidade da broncopneumonia varia de caso a caso. A idade é um dos principais fatores de risco. A partir dos 60 anos, há uma redução natural da imunidade específica para infecções bacterianas, o que aumenta a chance de complicações. Pessoas com doenças crônicas ou em tratamentos que reduzem a imunidade também têm risco maior.

    Ainda assim, a doença pode surpreender. “Ela mata algumas pessoas aos 20 anos e a gente pode dar alta para alguns pacientes com 100 anos”, explica Bacceli. O diagnóstico precoce e o início rápido do tratamento são determinantes para a evolução do quadro.

    TRATAMENTO PODE SER FEITO EM CASA OU EM AMBULATÓRIO

    O tratamento da broncopneumonia bacteriana é feito com antibióticos por um período de 7 a 10 dias. A necessidade de hospitalização depende da evolução de cada paciente. Casos mais leves podem ser tratados em casa, com antibióticos em comprimido. Quadros com queda na oxigenação exigem acompanhamento hospitalar, com administração de oxigênio e, em situações mais graves, internação em UTI e ventilação mecânica.

    “Tem paciente que toma antibiótico na veia, em 48 horas sai do oxigênio e vai embora só para terminar o tratamento em comprimido em casa. E tem paciente que mesmo usando antibiótico evolui pior”, diz Bacceli. Após a fase aguda, alguns pacientes precisam de fisioterapia respiratória para recuperar a musculatura e a função pulmonar.

    VACINA PODE PREVENIR

    A principal medida de prevenção contra a broncopneumonia é a vacinação. Estão disponíveis vacinas contra os vírus influenza e Covid, além da vacina pneumocócica, indicada em dose única para pessoas a partir de 50 anos.

    As vacinas, porém, oferecem proteção parcial. “Elas cobrem apenas alguns tipos de agentes infecciosos, e não todos”, explica Carlos Carvalho, diretor da divisão de pneumologia do InCor do Hospital das Clínicas da USP, ouvido pela Folha de S. Paulo em oportunidade prévia.

    Em casos de broncoaspiração, como o do ex-presidente, diz Bacceli, cuidados como o tratamento de doenças gástricas e evitar deitar de barriga para cima após episódios de vômito também ajudam a reduzir o risco.

    Entenda a broncopneumonia, doença que levou Bolsonaro à UTI

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  • Preço do diesel em postos sobe 11,8% em uma semana, enquanto gasolina tem alta de 2,5%

    Preço do diesel em postos sobe 11,8% em uma semana, enquanto gasolina tem alta de 2,5%

    Combustíveis estão em alta pela segunda semana consecutiva, segundo dados da agência; aumentos são reflexo da crise energética global causada pela guerra no Irã

    PELOTAS, RS (FOLHAPRESS) – Os preços dos combustíveis no Brasil subiram pela segunda semana consecutiva, informou a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) nesta sexta-feira (13). A alta reflete os impactos da guerra no Irã no setor de energia, particularmente a disparada de preços do petróleo no mercado internacional.

    A média de preços nos postos brasileiros está em alta desde que o conflito começou, no dia 28 de fevereiro, mas o aumento foi mais expressivo na última semana: a gasolina subiu 2,5%, passando de R$ 6,30 para R$ 6,46, e o diesel subiu 11,8%, saltando de R$ 6,08 para R$ 6,80.

    No caso do diesel, a alta da última semana foi causada principalmente pelo aumento do preço em refinarias e importadores da esfera privada. A mudança de preços em refinarias da Petrobras foi anunciada nesta sexta-feira (13) e deve impactar os preços coletados pela ANP a partir da próxima semana.

    O aumento anunciado pela estatal é de R$ 0,38 por litro no preço do diesel vendido em suas refinarias. O repasse final da mudança, no entanto, deve ser amenizado pela redução de tributos do combustível anunciada pelo governo federal na véspera.

    Nesta quinta-feira (12), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto e uma MP (medida provisória) que zeram o PIS e a Cofins do óleo diesel, estabelecem o pagamento de subvenção a produtores e importadores e instituem um imposto de exportação de petróleo.

    O governo estima que as medidas reduzirão em R$ 0,64 o preço do litro do diesel na bomba, sendo R$ 0,32 referentes à isenção do PIS/Cofins e R$ 0,32 à subvenção, que vale até 31 de dezembro e ficará limitada a R$ 10 bilhões.

    Como o aumento de preços da Petrobras é superior aos R$ 0,32 por litro de isenção de PIS/Cofins, isso significa que o repasse final para as distribuidoras será de R$ 0,06 por litro. “É um aumento residual”, afirmou a presidente da Petrobras, Magda Chambriard.

    Segundo a Petrobras, o diesel sairá de suas refinarias a R$ 3,65 por litro a partir deste sábado (14). Foi a primeira mudança no preço do diesel desde maio de 2025.

    A alta de preços no Brasil reflete a crise vivida pelo setor energético desde que Estados Unidos e Israel iniciaram ataques ao Irã. O conflito levou a interrupções do fluxo de navios pelo estreito de Hormuz, por onde passam 20% da produção mundial de petróleo e gás, e desencadeou uma crise de abastecimento global.

    Nesta semana, a commodity chegou a bater US$ 119,46 na segunda-feira (9), mas recuou abaixo dos US$ 100 na mesma sessão. Os preços voltaram a subir nesta quinta-feira (12) e encerraram o dia cotados acima de US$ 100 pela primeira vez desde 2022, após nova onda de ataques contra as infraestruturas petrolíferas dos países do golfo Pérsico.

    Nesta sexta-feira (13), o preço do óleo oscilou, mas voltou a ultrapassar a casa dos três dígitos. A oscilação ocorre mesmo após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que os EUA escoltarão embarcações pelo estreito de Hormuz se for necessário. O país anunciou também que realizará o maior ataque ao Irã nesta sexta, de acordo com o secretário de Defesa, Pete Hegseth.

    Preço do diesel em postos sobe 11,8% em uma semana, enquanto gasolina tem alta de 2,5%

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  • F1 fica mais elétrica, mas segue sem a China, gigante do setor

    F1 fica mais elétrica, mas segue sem a China, gigante do setor

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A F1 desembarca neste fim de semana em Xangai para a segunda etapa da temporada de estreia do novo regulamento da categoria, que ampliou a eletrificação dos motores, investindo justamente em uma área da indústria automotiva na qual a China é líder global. Ironicamente, o país asiático segue quase ausente do grid.

    Embora o país tenha uma base de mais de 220 milhões de fãs e tenha registrado o maior crescimento de público em 2025 (+39%), a presença chinesa na categoria se resume praticamente à corrida disputada no circuito internacional de Xangai desde 2004 -neste ano, marcada para as 4h (de Brasília) da madrugada de domingo (15). Não há no Mundial equipes, pilotos nem fabricantes de motores chineses.

    Ao longo da história, a bandeira chinesa só foi vista no grid durante três temporadas, de 2022 a 2024, quando Guanyu Zhou se tornou o primeiro piloto chinês a correr na categoria. Com 68 etapas disputadas, seu melhor resultado foi o oitavo lugar, alcançado nas etapas do Canadá (2022) e Qatar (2024).

    Mas não se trata apenas de uma questão de talento. A ausência chinesa no circuito mundial reflete a política definida pelo governo chinês, conforme observa o pesquisador Simon Chadwick, especialista em geopolítica econômica do esporte. “O engajamento das corporações chinesas com o esporte não é uma decisão que elas tomam unilateralmente, tudo é ditado pelo governo central”, disse o britânico à Folha.

    Editor fundador do GeoSport, uma plataforma digital de esportes criada em parceria com o Instituto Francês de Assuntos Internacionais e Estratégicos, Chadwick disse não acreditar que esse cenário possa mudar em um futuro próximo. “Autoridades em Pequim divulgaram recentemente o mais recente plano comunista quinquenal do país, no qual não há menção específica à F1, portanto, não devemos esperar a iminente aparição de uma equipe chinesa no esporte”, explica.

    De acordo com a Bloomberg, no entanto, a fabricante chinesa BYD demonstrou nos últimos meses interesse em se juntar à categoria. Com o aumento da importância da parte elétrica dos motores híbridos dos carros da F1, a gigante chinesa estuda trilhar o mesmo caminho feito por General Motors e o grupo Volkswagen, atraídas pela eletrificação dos monopostos.

    A BYD poderia se juntar à competição como uma nova equipe, como fez a montadora americana por meio da marca Cadillac, ou comprar uma escuderia do grid atual, como os alemães fizeram ao transformar a Sauber em Audi.

    Além das estratégias definidas pelo governo chinês, o principal obstáculo analisado pela empresa chinesa é o custo de cerca de US$ 500 milhões (R$ 2,5 bilhões) por ano para manter uma equipe, sem falar nas longas negociações para a aceitação por parte das equipes que compõem a F1.

    A entrada de uma fabricante da China é vista com bons olhos por Mohammed ben Sulayem, presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo). Em entrevista ao jornal francês Le Figaro, no ano passado, o dirigente demonstrou empolgação com a possibilidade.

    “Foi meu sonho nos últimos dois anos que os grandes países tivessem uma presença na F1. Os Estados Unidos estarão com a General Motors [Cadillac]. O próximo passo é dar as boas-vindas a uma montadora chinesa”, disse o presidente da FIA.

    A China é hoje o maior mercado automotivo do mundo e líder global em veículos elétricos. Em 2024, o país respondeu por cerca de dois terços das vendas globais do setor, segundo a IEA, a Agência Internacional de Energia. Ainda assim, sua presença na F1 atual, com mais ênfase na eletrificação, permanece basicamente indireta, limitada a patrocínios e parcerias tecnológicas, sendo a prova em Xangai sua única ligação direta com as disputas nas pistas.

    Para o professor Shaowei He, especialista em internacionalização de empresas chinesas da Universidade de Northampton, na Inglaterra, o contraste também passa por fatores históricos e culturais. “A F1 surgiu há 76 anos no Reino Unido e muitas famílias têm gerações de envolvimento consistente com o esporte, enquanto a cultura do automobilismo na China ainda está por surgir”, afirma.

    A relação dos chineses com a principal categoria do automobilismo mundial contrasta com a de seu principal concorrente estratégico, os Estados Unidos. Os americanos ampliaram sua presença na F1 nos últimos anos, com três corridas no calendário e, sobretudo, com o controle comercial da categoria após a compra pelo grupo Liberty Media.

    A competição de raízes europeias também conseguiu ampliar sua presença no mercado americano a partir do sucesso da série Drive to Survive, da Netflix, atualmente em sua oitava temporada, que mostra os bastidores das equipes e os conflitos entre os pilotos.

    Segundo He, a distância em relação ao centro tradicional da indústria também pesa. “Até mesmo alguns executivos chineses do setor automobilístico não têm uma compreensão básica do ‘vale do automobilismo’ do Reino Unido”, diz, referindo-se ao polo de engenharia onde se concentram várias equipes da categoria.

    “A F1 e o automobilismo em geral são dominados por uma hegemonia ocidental. Equipes, pilotos, expertise em engenharia, design de circuitos e governança continuam sendo dominados pelo Ocidente, apesar da crescente influência dos países do Golfo. As relações EUA-China, sanções e barreiras socioculturais à entrada servem como barreiras para equipes da China e da Ásia”, acrescenta Chadwick.

    F1 fica mais elétrica, mas segue sem a China, gigante do setor

  • Três pessoas serão emparedadas em dinâmica ao vivo do BBB 26

    Três pessoas serão emparedadas em dinâmica ao vivo do BBB 26

    Atividade acontece na noite de sábado (14) após a prova do anjo. Paredão do ‘Big Brother Brasil’ termina de ser formado em horário alternativo no domingo (15)

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Na noite de quinta-feira (12), Tadeu Schmidt explicou para os espectadores do BBB 26 (Globo) como se dará a dinâmica da semana que culminará no nono paredão da temporada. A formação da berlinda começa na noite de sábado.

    O apresentador explicou que, durante o programa ao vivo, três brothers serão emparedados, mas não deu detalhes de como será a atividade.

    Ele continuou explicando que, no domingo, a Máquina do Poder volta a fazer uma aparição na casa e quem comprar a caixa premiada tem a chance de salvar um dos emparedados pela dinâmica de sábado.

    A formação de paredão acontece mais cedo esta semana. Por conta da cerimônia do Oscar, o reality será dividido em duas partes na programação. A berlinda começa a ser montada por volta das 13h50 de domingo.

    A casa contará com uma ou duas pessoas imunizadas pelo anjo. Além das duas pessoas emparedadas pela atividade do dia anterior, o líder fará a sua indicação e a pessoa mais votada pela casa também estará na berlinda. No começo da noite, às 19h20, acontece a prova bate e volta, que conclui a formação do paredão.

    Três pessoas serão emparedadas em dinâmica ao vivo do BBB 26

  • EUA investigam 60 países por omissão no combate ao trabalho escravo

    EUA investigam 60 países por omissão no combate ao trabalho escravo

    Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos apura se eventuais omissões afetam interesses comerciais do país norte-americano; entre as nações investigadas estão 60 dos maiores parceiros comerciais dos EUA

    O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (Ustr, do nome original inglês) anunciou que vai apurar se as medidas que 60 países, incluindo o Brasil, adotam para impedir a exportação de bens supostamente produzidos com o emprego de trabalho forçado são suficientes para evitar a concorrência desleal e eventuais prejuízos às empresas estadunidenses.

    “Essas investigações determinarão se os governos estrangeiros tomaram medidas suficientes para proibir a importação de produtos fabricados com trabalho forçado e como a falha em erradicar essas práticas abomináveis impacta os trabalhadores e as empresas americanas”, afirmou o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, em um comunicado que o Ustr divulgou nesta quinta-feira (12).

    Entre as nações investigadas estão 60 dos maiores parceiros comerciais dos EUA: China; União Europeia; México; Canadá; Israel; Reino Unido e Emirados Árabes, entre outros. Na América Latina, a medida atinge, além de Brasil e México, a Argentina; Colômbia; Costa Rica; Equador; El Salvador; Guatemala; Guiana; Nicarágua; Peru; Uruguai e Venezuela.

    “Por muito tempo, trabalhadores e empresas americanas foram forçados a competir com produtores estrangeiros que podem ter uma vantagem de custo artificial obtida com o flagelo do trabalho forçado”, acrescentou Greer, deixando claro que o foco da iniciativa é combater o que as autoridades estadunidenses interpretem como uma prática de concorrência desleal, e não possíveis violações aos direitos humanos.

    Vinculada diretamente ao gabinete do presidente dos Estados Unidos, a Ustr é a agência governamental responsável por negociar acordos comerciais com outros países e assessorar o mandatário estadunidense em relação à política comercial. Para começar a apurar se “os atos, políticas e práticas” das 60 economias escrutinadas “são desarrazoados ou discriminatórios e oneram ou restringem o comércio dos EUA”, a agência se vale de uma lei de 1974, que autoriza o representante comercial a instaurar uma investigação por iniciativa própria.

    A Seção 301 da Lei de Comércio visa a combater práticas estrangeiras que os EUA julguem desleais e que afetem seus interesses comerciais. Se a USTR determinar que um país investigado não impôs barreiras capazes de impedir a exportação de bens produzidos com o emprego de trabalho análogo à escravidão, a Casa Branca pode aplicar tarifas punitivas ou restrições comerciais contra esses mesmos produtos.

    Segundo o Ustr, autoridades dos 60 países alvos da iniciativa já foram notificados. O escritório realizará audiências em 28 de abril, para ouvir os argumentos dos interessados. Para garantir que suas considerações sejam levadas em conta, as partes interessadas devem enviar comentários por escrito, solicitações para comparecer à audiência, juntamente com um resumo do depoimento, até 15 de abril de 2026.

    A reportagem da Agência Brasil entrou em contato com os ministérios do Trabalho e Emprego (MTE) e Público do Trabalho (MPT) e aguarda por suas manifestações. 

    EUA investigam 60 países por omissão no combate ao trabalho escravo

  • Petrobras atribui aumento do diesel à guerra no Oriente Médio

    Petrobras atribui aumento do diesel à guerra no Oriente Médio

    Estados reclamam de alta injustificada nos preços das distribuidoras, porém o valor dos combustíveis subiram no mundo todo por conta da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã

    A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, atribuiu o aumento no preço do diesel anunciado nesta sexta-feira (13) à guerra no Oriente Médio. Em entrevista coletiva de imprensa nesta tarde, a empresa afirmou que, diante desse cenário, os preços estão sob monitoramento e avaliação diários.

    Mesmo diante das incertezas no cenário internacional, a Petrobras informa que tem cumprido as entregas e oferecido às distribuidoras um fornecimento até mesmo acima do pactuado. Por isso, a estatal afirma que não há falta de combustíveis ou qualquer justificativa para aumentos abusivos aos consumidores finais.

    “Nossa preocupação continua a mesma, não passar para a sociedade um nervosismo desnecessário”, enfatizou a presidente da Petrobras, Magda Chambriard.

    Segundo Chambriard, o diesel vinha em uma trajetória de redução de preço nos últimos anos e precisou ter um acréscimo por conta da guerra.

    “A guerra foi o fator determinante para esse aumento. Eu estava, 20 dias atrás, com tendência de queda de preço”, disse.

    A executiva acrescentou que o aumento seria ainda maior se não fossem as medidas tomadas pelo governo federal, que zerou as alíquotas do PIS e do Confins sobre a importação e comercialização do diesel.

    De acordo com cálculos do Ministério da Fazenda, a suspensão dos impostos federais representa alívio de R$ 0,32 por litro no preço do diesel. Além disso, o governo assinou medida provisória (MP) com subvenção ao diesel para produtores e importadores.

    Sem as medidas de proteção ao mercado nacional, o aumento precisaria ser de R$ 0,70, que seriam repassados integralmente às distribuidoras. Com as medidas adotadas pelo governo federal, foi possível que esse valor caísse, na prática, para apenas R$ 0,06.

    “O governo agiu tempestivamente, transformando um acréscimo de R$ 0,70 em um acréscimo irrisório, praticamente nenhum, de R$ 0,06”, destacou Chambriard.

    Para o consumidor final, o impacto dos R$ 0,06 deve ser ainda menor, uma vez que o diesel é misturado ao biodiesel. O preço final, no entanto, depende de decisões dos postos de gasolina. 

    Impactos ao consumidor  

    Mesmo sem qualquer reajuste na gasolina, segundo relatos de consumidores, postos têm aumentado o preço do combustível. Perguntada se há motivos para isso, Chambriard disse que não, porque as entregas estão em dia e não houve aumento do preço.

    A executiva pediu para que não haja aumentos abusivos que prejudiquem os consumidores finais.

    “Esperamos que, nesse momento difícil para sociedade brasileira e mundial, que haja sensibilidade suficiente para não buscar aumento de margem de forma especulativa”, defendeu.

    “Em um momento desse de alta volatilidade no Brasil, os agentes econômicos aproveitam para aumentar a margem [de lucro]”, disse, acrescentando que cabe às instituições de fiscalização e controle checarem e tomarem as medidas cabíveis.  

    Magda Chambriard também reforçou que a atuação da Petrobras é limitada na cadeia do petróleo, uma vez que a empresa não opera mais a revenda final nos postos. 

    No governo passado, a então subsidiária BR Distribuidora foi privatizada para a Vibra Energia, com a justificativa de otimizar o portfólio e melhorar a alocação do capital da Petrobras. A venda incluiu licença para a compradora manter a marca BR até 28 de junho de 2029. Ou seja, apesar da exibirem a marca BR, os postos espalhados pelo país não são de propriedade da companhia, que assinou também um termo de non-compete (sem competição, no jargão dos negócios), impedindo-a de concorrer com a Vibra. 

    Apelo aos estados

    Chambriard também fez um apelo aos governos estaduais, para que, assim como o governo federal, reduzam os impostos cobrados dos combustíveis.

    Segundo ela, a guerra provocou aumentos que já impactam a arrecadação dos entes federados, gerando valores superiores ao que estavam previstos.

    “Cabe também a redução do ICMS. Eu espero que os estados deem sua contribuição para esse enfrentamento”, disse. “Da mesma forma que o governo federal fez sua parte, que os estados, pelo menos, reduzam um pouco, em benefício da sociedade brasileira”.

    Petrobras atribui aumento do diesel à guerra no Oriente Médio

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  • Líder de Cuba confirma negociações com os EUA para encerrar bloqueio

    Líder de Cuba confirma negociações com os EUA para encerrar bloqueio

    Miguel Díaz-Canel disse que nenhum combustível entrou no país nos últimos três meses; ilha enfrenta grave crise econômica e humanitária, agravada pelo veto ao comércio de petróleo

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O líder de Cuba, Miguel Díaz-Canel, admitiu nesta sexta-feira (13), em um raro pronunciamento transmitido pela televisão estatal, que autoridades cubanas conversaram com representantes do governo dos Estados Unidos em busca de uma saída para o bloqueio petroleiro de Washington.

    Segundo ele, nenhum combustível entrou em Cuba nos últimos três meses.
    O país enfrenta uma de suas mais graves crises econômicas e humanitárias desde a revolução de 1959, agravada pelo veto ao comércio de petróleo venezuelano com a ilha, imposto por Donald Trump depois da captura do ditador Nicolás Maduro. Cuba tem convivido com apagões de até 20 horas diárias, hotéis fechados, voos cancelados e suspensão de coleta de lixo e serviços básicos.

    “Essas conversas tiveram como objetivo encontrar soluções por meio do diálogo para as diferenças bilaterais que temos entre as duas nações”, afirmou Díaz-Canel. O líder cubano disse ainda que a ilha está disposta a continuar as negociações e que buscará entender se existe vontade de ambos os lados para chegar a um acordo.

    A situação, afirmou ele, trouxe angústia à população e instabilidade dos serviços básicos. “Me pergunto que países teriam a capacidade de manter a geração elétrica em meio a um bloqueio como esse? Isso só foi possível porque fizemos um uso racional -e até criativo- dos recursos disponíveis”, completou.

    Díaz-Canel disse que o país está aumentando a produção de petróleo bruto e gás domésticos. O líder chamou o bloqueio de perverso, afirmando que a falta de luz está afetando o sistema de saúde e que há uma fila de milhares de pessoas esperando para realizar procedimentos cirúrgicos. Segundo ele, padarias também estão recorrendo ao uso de lenha e carvão para seguir funcionando.

    Cuba anunciou na noite de quinta-feira (12) a libertação “nos próximos dias” de 51 prisioneiros, como demonstração de “boa vontade” em relação ao Vaticano, mediador histórico entre Havana e Washington. No discurso, o líder cubano disse que a decisão foi tomada de maneira autônoma pelo regime e que não foi imposta por nenhum outro país.

    A declaração confirmou relatos divulgados pela imprensa americana de reuniões entre funcionários de alto escalão da Casa Branca e cubanos próximos do ex-líder Raúl Castro, que ainda exerce grande influência política. O próprio Trump já tinha dado declarações anteriores de que a ilha “deseja muito fechar um acordo” com os EUA.

    Na segunda-feira, ele disse que Cuba poderia ser alvo de uma “tomada amigável”, acrescentando em seguida: “Pode não ser uma tomada não amigável”.

    No início deste mês, o americano afirmou que os EUA vão se voltar para a ilha após a guerra no Irã. “Queremos terminar isso primeiro”, disse o americano, referindo-se ao conflito contra no Oriente Médio. “Mas isso será apenas uma questão de tempo até que […] um monte de gente inacreditável volte para Cuba.”

    Desde a operação militar americana na Venezuela, Cuba deixou de receber petróleo de Caracas, que era crucial para o funcionamento de sua economia. Após pressão de Trump, o México, outro importante fornecedor, também interrompeu as remessas à ilha.

    Washington ainda ameaçou impor tarifas contra países que vendam petróleo a Cuba. Estima-se que o país produza menos da metade do petróleo de que necessita.

    O agravamento dos períodos sem energia elétrica levou algumas famílias a instalar painéis solares em suas casas, mas a solução é limitada. À crise energética soma-se a prolongada crise econômica de Cuba, que deve piorar com o colapso do setor turístico frente a escassez de petróleo. Linhas aéreas como a Air France anunciaram que vão suspender suas operações no país por falta de combustível de aviação, mais um golpe para o turismo, importante fonte de renda para o regime.

    O governo Trump justifica sua política de asfixiamento econômico contra Cuba dizendo que o país de cerca de 10 milhões de habitantes a apenas 150 km de distância da Flórida representa uma “ameaça excepcional” à segurança dos EUA, dadas as relações do regime comunista com Rússia, China e Irã.

    Líder de Cuba confirma negociações com os EUA para encerrar bloqueio

  • Juliette anuncia casamento com Kaique Cerveny

    Juliette anuncia casamento com Kaique Cerveny

    Cantora conta a novidade nas redes sociais e mostrou em um vídeo os bastidores da preparação para a cerimônia; nas imagens, a campeã do BBB 21 também brinca com rumor de gravidez, negado pela artista

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Juliette Freire anunciou nesta quinta-feira (12), nas redes sociais, que vai se casar com o atleta de crossfit Kaique Cerveny ainda neste ano.

    No vídeo publicado, Cerveny aparece passando a mão na barriga da cantora, em uma cena que sugere uma gravidez. A própria Juliette, no entanto, nega a hipótese em seguida. “Preciso dizer uma coisa: não estou grávida. A verdade é que a gente vai casar ainda neste ano. Prometo trazer tudo para vocês”, afirma.

    A gravação reúne ainda momentos dos preparativos para a cerimônia, como visitas a possíveis locais do evento e degustação do cardápio. No vídeo, a campeã do BBB 21 e apresentadora do Saia Justa se mostrou animada com a celebração

     
     
     

     
     
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    Juliette foi pedida em casamento por Cerveny em 30 de novembro de 2024, durante a comemoração antecipada de seu aniversário. Na ocasião, o atleta pediu autorização à mãe da cantora, Fátima, antes de fazer o pedido. Ela completaria 35 anos poucos dias depois, em 3 de dezembro. Juliette e os dois estão juntos desde 2023.

    Juliette anuncia casamento com Kaique Cerveny

  • Calderano bate croata e vai às quartas de WTT WTT Champions, na China

    Calderano bate croata e vai às quartas de WTT WTT Champions, na China

    O mesatenista brasileiro Hugo Calderano avançou às quartas de final do WTT Champions Chongqing (China), após selar a segunda vitória seguida no torneio. Número 4 do mundo, ele derrotou nesta sexta-feira (13) o croata Tomislav Pucar (30º), por 3 sets a 1, com parciais de 11/9, 7/11, 11/3 e 19/17). O próximo adversário será um velho conhecido do carioca, o francês Félix Lebrun, atual sexto colocado no ranking. O duelo será às 9h15 (horário de Brasília) deste sábado (14). A competição tem transmissão ao vivo online no canal da Federação Internacional de Tênis (World Table Tennis) no YouTube.

    Cabeça de chave 3, Calderano começou bem, mas precisou brecar a reação do croata a partir do segundo set. Na parcial seguinte, o brasileiro retomou o controle da partida, abrindo vantagem de 2 sets a 1 no placar. O quarto set foi o mais emocionante: o mesatenista carioca liderava por 10 a 6, mas desperdiçou o set point. A partir daí, aumento a tensão, com brasileiro e croata se revezando à frente do placar. Finalmente, Calderano fechou a parcial em 19 a 17, selando a classificação às quartas.  

     

     

    Em busca do título inédito em Chongqing, o carioca de 29 anos terá pela frente Félix Lebrun, de 19, neste sábado (13). O embate entre os dois já ganhou status de clássico. O francês eliminou o carioca na briga pelo bronze na Olimpíada de Paris 2024. Quase um ano depois, Calderano teve a revanche: levou o título WTT Star Contender Liubliana (Eslovênia) com vitória sobre Lebrun na final. Em dezembro, os dois se reencontraram novamente no WTT Finals e Lebrun levou a melhor.

    Takahashi dá adeus ao torneio

    Atual número 22 do ranking, a paulista Bruna Takahashi lutou muito nas oitavas de final, mas acabou superada pela chinesa Kuai Man, pela número 5 do mundo, na última quarta (11). Após perder os dois primeiros sets (11/4 e 11/6), Takahashi reagiu e venceu a terceira parcial (13/11), mas no set seguinte sucumbiu ao favoritismo da adverária, perdendo a parcial por 11/6, e o jogo por 3 sets a 1.

    Takahashi é parceira de Calderano nas duplas mistas. No entanto, o torneio de Chongqing prevê apenas disputa da chave de simples (feminina e masculina).

     


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