Autor: REDAÇÃO

  • Pai de jogador do Getafe entre as vítimas mortais da tragédia em Espanha

    Pai de jogador do Getafe entre as vítimas mortais da tragédia em Espanha

    O Getafe, clube espanhol da região metropolitana de Madri, divulgou na noite desta terça-feira um longo comunicado em suas plataformas oficiais lamentando a morte de David Cordón Cano, pai de David Cordón “Davinchi”, jogador de 18 anos que integra as categorias da equipe. Ele morreu no acidente ferroviário ocorrido em Adamuz, na província de Córdoba

    “O Getafe CF, sob a liderança de seu presidente Ángel Torres, do diretor-geral, dos companheiros, do treinador e de toda a comissão técnica do time principal, dos funcionários do clube, patrocinadores, sócios e torcedores, manifesta seu mais profundo pesar pelo trágico falecimento de David Cordón Cano, pai do nosso jogador David Cordón ‘Davinchi’, no acidente ferroviário ocorrido em Adamuz, Córdoba”, diz o texto.

    “O clube transmite suas mais sinceras condolências a David, assim como a toda a sua família e pessoas próximas, acompanhando-os neste momento de dor. Toda a família azulona se une ao luto e envia força, apoio e um abraço cheio de carinho neste momento tão difícil”, prossegue a nota.

    No encerramento do comunicado, o Getafe destacou a breve convivência com David Cordón Cano. “Nós o conhecemos em junho de 2025. Esteve pouco tempo conosco, mas o suficiente para conquistar o carinho de todos pela sua simplicidade, simpatia e generosidade. Sentiremos sua falta. Descanse em paz, querido amigo.”

     

    David Cordón Cano tinha 50 anos e foi atleta da seleção espanhola de futebol de areia. Ele conquistou dois títulos europeus, em 2001 e 2004, ano em que também foi eleito o jogador mais valioso da competição.

    42 mortos confirmados

    O número de vítimas fatais do acidente ferroviário ocorrido no domingo em Adamuz, próximo à cidade de Córdoba, subiu para 42 após os serviços de emergência localizarem mais um corpo em um dos trens envolvidos, o Alvia. Trata-se do acidente ferroviário mais grave na Espanha desde o descarrilamento do trem de alta velocidade em Angrois, em julho de 2013, que deixou 80 mortos e 144 feridos.

    Ex-Sporting escapou do acidente

    O ex-jogador do Sporting Diego Capel escapou por pouco da tragédia. Nas redes sociais, ele contou que embarcou no trem seguinte ao que se envolveu no acidente e agradeceu por não estar entre as vítimas.

    “Digam ‘eu te amo’ e abracem as pessoas de quem gostam, porque nunca sabemos quando será o último dia. Toda a minha força, solidariedade e pesar às famílias das vítimas e dos afetados”, escreveu o ex-atacante.

    Colisão envolvendo composições da Renfe e da Iryo ocorreu na região de Córdoba, na Andaluzia, mobilizou equipes de resgate durante a madrugada e levou à suspensão do tráfego ferroviário em diversas rotas do sul do país.

    Notícias ao Minuto | 07:05 – 20/01/2026


    Pai de jogador do Getafe entre as vítimas mortais da tragédia em Espanha

  • Vice-primeira-dama dos EUA espera quarto filho com JD Vance

    Vice-primeira-dama dos EUA espera quarto filho com JD Vance

    Usha Vance anunciou nas redes sociais que está grávida de um menino, com nascimento previsto para o fim de julho. O casal, que já tem três filhos, disse que mãe e bebê passam bem

    Usha Vance, vice-primeira-dama dos Estados Unidos, está grávida do quarto filho do casal, um menino. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 20 de janeiro, em uma publicação no Instagram.

    Na mensagem, o vice-presidente JD Vance e Usha Vance afirmaram estar “muito felizes em compartilhar a notícia de que Usha está grávida do quarto filho, um menino”. O casal informou ainda que mãe e bebê passam bem e que a chegada do filho é esperada para o fim de julho.

    Na mesma publicação, os dois agradeceram aos profissionais que acompanham a gestação. “Durante este período emocionante e intenso, somos especialmente gratos aos médicos militares que estão cuidando tão bem da nossa família, assim como à equipe que faz tanto para nos permitir servir o nosso país enquanto desfrutamos de uma vida maravilhosa com nossos filhos”, escreveram.

    JD e Usha Vance se conheceram quando estudavam na Yale Law School e se casaram em 2014. Eles já são pais de três filhos: Ewan, de 8 anos, Vivek, de 5, e Mirabel, de 4.

     
     

     
     
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    JD e Usha Vance se conheceram quando estudavam na Yale Law School e se casaram em 2014. Eles já são pais de três filhos: Ewan, de 8 anos, Vivek, de 5, e Mirabel, de 4.

    Vice-primeira-dama dos EUA espera quarto filho com JD Vance

  • Guardiola assume crise no Manchester City: “Está tudo errado”

    Guardiola assume crise no Manchester City: “Está tudo errado”

    Pep Guardiola admitiu na terça-feira que o Manchester City atravessa um novo momento de crise após a derrota inesperada por 3 a 1 para o Bodø/Glimt, na Noruega, pela sétima rodada da Liga dos Campeões. O técnico classificou a equipe como “frágil” e afirmou que a dinâmica precisa mudar rapidamente, em um cenário no qual, segundo ele, “está tudo dando errado”.

    “Tudo começou no início do ano, com muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo. Sabíamos que o Bodø é uma boa equipe. Nunca os subestimei. Não conheço todos os detalhes, mas sei que chegaram às semifinais da Liga Europa na temporada passada e estavam mentalmente muito bem”, disse Guardiola, em declarações à Sky Sports.

    O treinador destacou os desfalques como fator determinante para o desempenho abaixo do esperado. “Chegamos aqui com muitas ausências de jogadores importantes, que dão consistência ao time. Os jogadores estão um pouco frágeis, como aconteceu em determinado momento da temporada passada. Mesmo jogando com dez, após a expulsão do Rodri, muitos deram um passo à frente. Precisamos nos recuperar. Os resultados desde 2025 não têm sido bons, tanto na Premier League quanto hoje. Temos de seguir em frente. Em quatro dias enfrentamos o Wolverhampton e depois o Galatasaray. Precisamos mudar rapidamente a dinâmica”, afirmou.

    Apesar de o Bodø/Glimt também ter entrado em campo desfalcado, sem 11 jogadores do elenco principal por lesão ou suspensão, o Manchester City venceu em 2026 apenas partidas pelas copas nacionais, contra Exeter e Newcastle.

    “Hoje era uma grande oportunidade para nós, mas a sensação é de que as coisas estão dando errado em vários aspectos. Isso é um fato e precisamos tentar mudar. Os jogadores estão aí e vão tentar. Jogadores apáticos? Discordo. Não tivemos Doku nem Savinho pelos lados e também faltaram atletas em outros setores, mas não senti que o time tenha jogado mal”, avaliou.

    Guardiola ainda elogiou o adversário. “Eles estavam muito bem organizados, nos forçaram a jogar pelos lados e não temos jogadores para duelos individuais nessas condições. No geral, o Bodø foi muito bom e merece parabéns. Não há muito mais a dizer”, concluiu.

    Situação do City na Champions e na Premier League
    Apesar da derrota na Noruega, o Manchester City já garantiu matematicamente a classificação para a próxima fase da Liga dos Campeões, com 13 pontos, a mesma pontuação do Sporting. A equipe ocupa atualmente a sétima posição na classificação geral, uma abaixo do clube português.

    Na próxima rodada, os ingleses voltam a jogar em casa, no Etihad Stadium, contra o Galatasaray, atual 18º colocado.

    Na Premier League, o cenário também inspira cautela. O City perdeu na última rodada para o rival Manchester United por 2 a 0, mas contou com tropeços de concorrentes diretos. O Arsenal, líder do campeonato, empatou com o Nottingham Forest, enquanto o Aston Villa, terceiro colocado, foi derrotado pelo Everton.
     
     

    Cleber volta a ser auxiliar de uma seleção após parceria com Tite. Ele trabalhou ao lado do comandante por 24 anos, com passagens por Grêmio, Palmeiras, Corinthians, Flamengo e seleção brasileira, onde disputou duas Copas do Mundo (2018 e 2022)

    Folhapress | 21:00 – 20/01/2026

    Guardiola assume crise no Manchester City: “Está tudo errado”

  • Morre Rob Hirst, fundador do Midnight Oil, aos 70 anos

    Morre Rob Hirst, fundador do Midnight Oil, aos 70 anos

    Baterista enfrentava câncer no pâncreas e teve a morte anunciada pela banda nas redes sociais. Ícone do rock australiano, deixou legado marcado por engajamento político, sucessos internacionais e homenagens emocionadas da família e de fãs

    Rob Hirst, baterista e um dos fundadores da banda australiana Midnight Oil, morreu aos 70 anos em decorrência de um câncer no pâncreas.

    A morte do músico foi comunicada pela própria banda em uma nota publicada no Instagram nesta terça-feira, 20 de janeiro. Na mensagem, os integrantes lamentaram a perda e prestaram homenagem ao colega de décadas.

    “Estamos devastados e de luto pela perda do nosso irmão Rob. Por enquanto, não há palavras, mas sempre haverá canções”, escreveram Jim Moginie, Martin Rotsey e Pete Garrett, ao lado de uma foto do grupo com Hirst.

    A publicação gerou grande repercussão nas redes sociais, com fãs e artistas deixando mensagens de apoio, solidariedade e reconhecimento à trajetória do músico, considerado peça central na identidade sonora e política do Midnight Oil.

     
     
     

     
     
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    Em um comunicado separado publicado no Facebook e no Instagram, a banda afirmou que Rob Hirst enfrentou uma longa batalha contra a doença. “Após quase três anos de uma luta corajosa, Rob agora está livre da dor”, diz a mensagem.

    O texto acrescenta que o músico morreu de forma tranquila, cercado pela família. Os integrantes também pediram que aqueles que desejarem prestar homenagem a Rob façam doações às instituições Pankind, Pancreatic Cancer Australia ou Support Act.

    Rob Hirst dedicou grande parte da vida aos Midnight Oil, banda que ajudou a fundar em Sydney, em 1972. O grupo lançou o álbum de estreia homônimo em 1978, construiu uma carreira de sucesso internacional, conquistou 11 prêmios ARIA e foi incluído no Hall da Fama da ARIA em 2006, segundo a revista People.

    Hirst foi coautor de alguns dos maiores sucessos da banda, entre eles “Beds Are Burning”, “The Dead Heart”, “Blue Sky Mine”, “Forgotten Years” e “King of the Mountain”, músicas que ajudaram a definir o perfil político e engajado do Midnight Oil.

    Entre 2002 e 2015, a banda entrou em hiato. O retorno ocorreu em 2016, com o lançamento de mais dois álbuns. O último trabalho do grupo, “Resist”, chegou ao público em 2022 e foi seguido por uma turnê de despedida.

    Fora do Midnight Oil, Rob Hirst também desenvolveu uma carreira solo a partir de 2005. Em novembro do ano passado, lançou o que viria a ser seu último projeto individual, o EP “A Hundred Years or More”.

    Em 2020, o músico lançou ainda um álbum em colaboração com a filha, Jay O’Shea. Na época, ela compartilhou nas redes sociais detalhes sobre a relação dos dois e o processo criativo conjunto, após terem se reencontrado anos depois de ela ter sido adotada ainda bebê.

    “Para quem não sabe, fui adotada quando ainda era bebê e, há dez anos, encontrei meus pais biológicos. A história de como nos reencontramos parece ficção, de tão inacreditável”, escreveu Jay O’Shea.

    Ela explicou que o projeto musical nasceu como uma forma de aproximação entre pai e filha. “Na verdade, fizemos essa música como uma maneira de nos conhecermos melhor e, depois de muitas risadas, bons vinhos e muito queijo, essas canções nasceram”, afirmou.

    “Não havia parâmetros, diretrizes ou pressões sobre como uma colaboração entre pai e filha reunidos deveria soar. Cada música é um retrato. Cada música tem seu próprio espaço e sua própria história”, concluiu.

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    A mensagem da filha após a morte de Rob Hirst

    Após a morte do pai, Jay O’Shea se manifestou publicamente nas redes sociais. A cantora usou o Instagram para prestar uma homenagem a Rob Hirst, publicando uma foto dos dois juntos.

    “Não há palavras neste momento para descrever o sentimento de perder este grande amigo e pai. […] De coração partido. Amo você tanto, pai. J”, escreveu na legenda da imagem.

     
     
     

     
     
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    Morre Rob Hirst, fundador do Midnight Oil, aos 70 anos

  • Netflix planeja reformular app e aposta em vídeos verticais no celular

    Netflix planeja reformular app e aposta em vídeos verticais no celular

    Mudança anunciada por Greg Peters deve alterar a navegação no aplicativo móvel, integrar cenas de séries, filmes e podcasts em formato vertical e servir de base para novos testes e evoluções da plataforma nos próximos anos.

    Um dos CEOs da Netflix, Greg Peters, afirmou nesta terça-feira, 20, durante a apresentação de resultados da empresa, que a companhia pretende reformular a interface do aplicativo para celulares.

    Segundo o site TechCrunch, Peters disse que a mudança deve ajudar a impulsionar o crescimento da Netflix na próxima década e terá impacto semelhante ao da reformulação feita anteriormente no aplicativo para televisores, alterando a forma como os usuários navegam e consomem conteúdo no celular.

    O executivo explicou que a nova interface servirá como base para testes contínuos e aprimoramentos do serviço, permitindo à empresa evoluir sua oferta ao longo do tempo.

    Embora não tenha detalhado todas as novidades, Peters adiantou que o aplicativo passará a integrar de forma mais intensa conteúdos em vídeo vertical, formato popularizado por plataformas como TikTok, Instagram e YouTube. Esses vídeos devem trazer trechos de séries e filmes originais da Netflix.

    Além disso, os podcasts em vídeo que a plataforma pretende lançar ao longo de 2026 também serão exibidos nesse formato vertical. “Podem nos imaginar trazendo mais vídeos baseados em novos tipos de conteúdo, como podcasts em vídeo”, afirmou Peters.

    A expectativa é que a nova interface da Netflix seja disponibilizada para os aplicativos Android e iOS até o fim deste ano.

    Netflix planeja reformular app e aposta em vídeos verticais no celular

  • Dinamarca pede a funcionários do governo que desativem Bluetooth

    Dinamarca pede a funcionários do governo que desativem Bluetooth

    Governo orientou autoridades a desativar Bluetooth e evitar dispositivos sem fio por temor de ciberataques. Copenhague também defende presença permanente da Otan na Groenlândia diante das ameaças de anexação e de novas tarifas anunciadas por Donald Trump.

    A escalada das tensões entre os Estados Unidos e a Dinamarca em torno da Groenlândia levou o governo dinamarquês a adotar medidas preventivas na área de segurança digital. Segundo o jornal Le Parisien, autoridades do país orientaram integrantes das forças de segurança e funcionários de agências governamentais a desativarem o Bluetooth de celulares e evitarem o uso de fones sem fio, como AirPods, e outros dispositivos que utilizem essa tecnologia durante o exercício de suas funções.

    De acordo com a publicação, a recomendação foi reforçada por um comunicado do departamento de cibersegurança da polícia dinamarquesa, que pediu a desativação do Bluetooth em celulares, tablets, computadores e equipamentos similares, tanto no uso profissional quanto pessoal, até nova orientação. A medida reflete o receio de que autoridades possam ser alvo de ciberataques capazes de interceptar dados e comunicações sensíveis.

    Dinamarca defende presença da Otan na Groenlândia

    Nesta terça-feira (20), a primeira-ministra Mette Frederiksen afirmou que uma solução para a segurança da Groenlândia pode passar por uma presença permanente da Otan, nos moldes do que ocorre nos países bálticos. Segundo ela, Copenhague já apresentou esse pedido à aliança.

    “O que propusemos por meio da Otan é uma presença mais permanente na Groenlândia e em seu entorno”, declarou Frederiksen, após uma sessão de escrutínio parlamentar em Copenhague, em declarações citadas pela agência Ritzau.

    A proposta se inspira no modelo adotado no Mar Báltico, onde tropas da Otan estão permanentemente estacionadas na Estônia, Letônia e Lituânia, além de atuarem na vigilância marítima por meio da missão Baltic Sentinel. “Esse modelo pode ser transferido para a região do Ártico”, afirmou a premiê.

    Diante das pressões do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para anexar a Groenlândia, o ministro da Defesa da Dinamarca, Troels Lund Poulsen, e a ministra das Relações Exteriores do território autônomo, Vivian Motzfeldt, apresentaram ao secretário-geral da Otan, Mark Rutte, a proposta de uma missão de segurança no entorno da ilha.

    Frederiksen disse ainda que houve “uma resposta positiva” da Otan ao compromisso de reforçar a segurança na região. Ela mencionou também os exercícios militares “Resistência Ártica”, conduzidos pelas Forças Armadas dinamarquesas na Groenlândia com a participação de aliados europeus, ressaltando que as ações não representam uma reação contra os Estados Unidos e que houve “total transparência” com Washington.

    No sábado, Trump anunciou a intenção de impor tarifas de 10% a partir de fevereiro e de 25% a partir de junho sobre produtos de oito países europeus que se opõem ao controle americano da Groenlândia. A lista inclui Dinamarca, Suécia, França, Alemanha, Países Baixos e Finlândia, além de Noruega e Reino Unido. Segundo o presidente americano, as tarifas permaneceriam em vigor até que fosse alcançado um acordo para a “compra total da Groenlândia” pelos Estados Unidos.

    Dinamarca pede a funcionários do governo que desativem Bluetooth

  • Vini Jr. avisa Real Madrid: “Não quero ser vaiado na minha casa”

    Vini Jr. avisa Real Madrid: “Não quero ser vaiado na minha casa”

    Vinícius Júnior foi o destaque da goleada do Real Madrid sobre o AS Monaco por 6 a 1, na noite de terça-feira, pela Liga dos Campeões. Em meio a um momento delicado na relação com a torcida, o atacante brasileiro deu três assistências e marcou um gol, afastando as críticas recentes.

    Em entrevista à TNT Sports, Vini afirmou que não entra em campo para responder a críticas, mas admitiu que se sente abalado ao ser vaiado no Santiago Bernabéu.

    “Eu nunca quero responder a ninguém. Sei do meu potencial e até onde posso chegar. Claro que fico triste. Não quero ser vaiado dentro da minha casa, onde me sinto tão bem. Nos últimos jogos, sempre que eu errava, vinha a vaia. Eles têm esse direito, pagam caro pelo ingresso. Às vezes não entendo, mas estou aqui para evoluir e lutar sempre por esse time e por esse clube, que já me deram tanto”, disse o atacante.

    Questionado sobre rumores de que teria influenciado a saída de Xabi Alonso, Vinícius negou qualquer relação. “Não tem nada de verdade. O que posso fazer é dentro de campo: entrar e dar o meu máximo. Nem sempre estarei no melhor momento técnico, mas sempre me dediquei ao time. Quando falta gol, tento dar assistência; quando é preciso defender, eu ajudo. Claro que não sou o melhor defensor da equipe”, afirmou.

    O camisa 7 voltou a comentar a relação com a torcida e com a imprensa. “A imprensa fala o que quer, os torcedores criticam como acham que devem. Mas acredito que a melhor forma de evoluir é ser acolhido em casa, no Bernabéu, pelos melhores torcedores do mundo. Isso exige muito dos jogadores. Preciso estar sempre na minha melhor versão. O último ano foi difícil, não consegui jogar como queria, mas é importante seguir em frente, porque quero ficar aqui por muito tempo”, afirmou, indicando o desejo de seguir no clube.

    Sobre a renovação de contrato, Vinícius disse que o tema é tratado com tranquilidade. “Ainda tenho mais um ano de contrato. Confio no presidente, ele confia em mim, temos uma relação muito boa. No momento certo vamos resolver. Não há pressa”, concluiu.

    Vinícius Júnior foi alvo de vaias intensas no jogo do Real Madrid contra o Levante, disputado no último fim de semana. A atuação de alto nível diante do AS Monaco, no entanto, deve ter colocado um ponto final no clima de conflito.

    O atacante brasileiro chegou a ser apontado como um dos responsáveis pela saída de Xabi Alonso, mas agora passa a recuperar o status de jogador intocável sob o comando de Álvaro Arbeloa.

    Parte do elenco manteve silêncio nas redes sociais após a demissão do treinador, enquanto outros atletas publicaram mensagens de agradecimento. Sete jogadores ainda não se pronunciaram publicamente sobre a saída do espanhol do comando do clube

    Notícias ao Minuto | 08:10 – 13/01/2026


    Vini Jr. avisa Real Madrid: “Não quero ser vaiado na minha casa”

  • Assassino de ex-premiê é condenado à prisão perpétua no Japão

    Assassino de ex-premiê é condenado à prisão perpétua no Japão

    Tetsuya Yamagami foi considerado culpado pelo ataque que matou o ex-primeiro-ministro em 2022. Crime chocou o país, expôs falhas na segurança, levou ao escrutínio da Igreja da Unificação e resultou em mudanças na legislação sobre armas.

    O homem acusado de assassinar a tiros o ex-primeiro-ministro japonês Shinzo Abe foi considerado culpado nesta terça-feira por um tribunal do Japão e condenado à prisão perpétua. Tetsuya Yamagami, de 45 anos, atacou o ex-líder durante um comício eleitoral em julho de 2022, na cidade de Nara, cerca de dois anos após Abe deixar o cargo.

    A sentença foi anunciada pelo juiz Shinichi Tanaka durante audiência realizada no tribunal de Nara, próximo a Quioto. Yamagami utilizou uma arma caseira para cometer o crime, em 8 de julho de 2022, em plena atividade de campanha.

    No início do julgamento, em outubro, o réu confessou o assassinato. O Ministério Público havia pedido prisão perpétua, classificando o caso como um crime sem precedentes no Japão do pós-guerra e destacando as consequências profundas para a sociedade japonesa.

    Embora a pena de prisão perpétua no Japão preveja, em tese, a possibilidade de liberdade condicional, especialistas apontam que muitos condenados acabam morrendo sob custódia.

    O assassinato de Shinzo Abe causou forte comoção em um país onde crimes com armas de fogo são extremamente raros. O caso também trouxe à tona o motivo alegado por Yamagami, que afirmou ter escolhido Abe como alvo devido a supostos vínculos do ex-premiê com a Igreja da Unificação, também conhecida como Moonies.

    Fundada em 1954 na Coreia do Sul por Sun Myung Moon, a Igreja da Unificação passou a ser alvo de intenso escrutínio após o crime, acusada de pressionar financeiramente seus fiéis e de manter relações estreitas com políticos japoneses. Abe havia participado de eventos organizados por entidades ligadas à igreja.

    Durante o processo, a promotoria afirmou que Yamagami nutria profundo ressentimento contra a organização religiosa. Segundo os investigadores, ele começou a planejar o ataque em 2020, pesquisando na internet como fabricar uma arma de fogo e realizando testes em áreas montanhosas isoladas.

    A defesa destacou o histórico familiar do réu, incluindo o suicídio do pai quando ele tinha quatro anos e o impacto financeiro causado pelas doações feitas pela mãe à Igreja da Unificação. Ela teria entregue cerca de 100 milhões de ienes à organização, o que levou a família à ruína. Yamagami abandonou os estudos e tentou tirar a própria vida em 2005. Um irmão morreu dez anos antes, em um caso também tratado como suicídio.

    Segundo a acusação, Yamagami acreditava que matar uma figura tão influente quanto Abe chamaria a atenção pública para a atuação da igreja.

    As investigações revelaram ligações entre a Igreja da Unificação e membros do Partido Liberal Democrático, legenda de Abe, o que resultou na renúncia de quatro ministros à época. Um levantamento interno do partido indicou que metade dos parlamentares tinha algum tipo de vínculo com a organização.

    Em abril de 2025, um tribunal determinou a dissolução da filial japonesa da Igreja da Unificação, citando danos sem precedentes à sociedade.

    O caso também expôs falhas graves na segurança do ex-primeiro-ministro, já que os agentes presentes não reagiram imediatamente ao primeiro disparo. Após o crime, o Japão endureceu sua legislação sobre armas em 2024, passando a criminalizar também o compartilhamento de instruções para fabricação ou venda de armamentos nas redes sociais.

    Assassino de ex-premiê é condenado à prisão perpétua no Japão

  • Esposa de Alec Baldwin responde a críticas sobre look da filha de 12 anos

    Esposa de Alec Baldwin responde a críticas sobre look da filha de 12 anos

    Esposa de Alec Baldwin reagiu a comentários sobre a roupa usada por Carmen, de 12 anos, defendeu a educação sem vergonha, criticou julgamentos entre mulheres e usou metáforas para explicar como o patriarcado influencia padrões de comportamento e beleza.

    Hilaria Baldwin, esposa de Alec Baldwin, se manifestou nas redes sociais após críticas ao visual da filha Carmen, de 12 anos. Em uma publicação no Instagram, ela destacou a importância de “falar sobre predadores”, mas afirmou que comentários humilhantes e excludentes feitos por outras mulheres podem ser ainda mais prejudiciais.

    A ex-participante do programa Dancing with the Stars reagiu a críticas direcionadas à roupa usada pela filha em um vídeo publicado anteriormente. Nas imagens, Carmen aparece vestindo uma saia bege, top branco e meia-calça, ao lado das irmãs mais novas, Ilaria e María.

    Em um dos comentários, um seguidor questionou: “Como é possível deixar uma criança de 12 anos se vestir assim?”. A mensagem motivou a resposta de Hilaria, de 41 anos, mãe de sete filhos, que decidiu se posicionar publicamente sobre o tom das críticas direcionadas à menina.
     
     
     

     
     
     

     
     
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    “Olá, eu sou Hilaria Baldwin e quero falar sobre como esse comentário está ligado ao patriarcado e como ele nos deixa profundamente tristes. Aprendi com pessoas incríveis, cientistas, feministas e mulheres muito inteligentes, sobre o que isso significa e sobre como todos podemos fazer melhor para que a próxima geração não precise lidar com o lixo que nós tivemos de enfrentar”, disse Hilaria Baldwin em um vídeo publicado em seu Instagram.

    Na sequência, a esposa de Alec Baldwin usou uma fatia de bolo como metáfora para explicar o darwinismo social e o papel do patriarcado na construção dos padrões de beleza impostos às mulheres.

    “Acreditamos que existe uma quantidade limitada de recursos e que todos precisam correr para garantir sua fatia de bolo. Quem aparece no caminho, a gente empurra para fora. Mas isso não é verdade”, afirmou.

    Ela explicou a analogia a partir das fases da vida feminina. “Quando somos bebês e meninas pequenas, somos vistas como zona segura. Depois vêm as mulheres no auge da vida, que deixam de ser zona segura. E, mais tarde, as mulheres idosas voltam a ser consideradas zona segura”, disse.

    “Quando somos pequenas, não intimidamos, não queremos o bolo. Já as mulheres no auge da vida são vistas como aquelas que disputam o bolo. Mas lembrem-se: há bolos, sorvetes, sobremesas em abundância, e sempre é possível fazer mais. As mulheres idosas são vistas como zona segura porque se acredita que, quando chegamos lá, já não existe mais bolo”, continuou.

    Hilaria afirmou que essas transições são desconfortáveis e destacou a importância de educar pré-adolescentes para a vida adulta sem culpa ou vergonha. “Cuidar deles não passa por comentários no Instagram ou por envergonhar alguém. O que faço com meus filhos é conversar, dizendo que precisam ter cuidado na internet e na rua. Eles estão muito seguros”, afirmou.

    Ela também comentou diretamente as críticas ao visual da filha. “Usar uma blusa sem mangas, uma saia e meia-calça é algo que ela sempre usou. Por que isso te deixa desconfortável? É importante falar sobre predadores, sim, mas, no fim das contas, as mulheres podem machucar muito mais umas às outras com esse tipo de comentário, que é humilhante e nada inclusivo”, ressaltou.

    “Estamos todas do mesmo lado”, concluiu, retomando a metáfora do bolo. “Podemos fazer mais bolos, compartilhar a receita, garantir segurança para todas e cuidar umas das outras de forma inclusiva, como um time.”

     
     
     

     
     
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    Além de Carmen, de 12 anos, Alec Baldwin e Hilaria Baldwin também são pais de Rafael Thomas, de 10, Leonardo Ángel Charles, de 9, Romeo Alejandro David, de 7, Eduardo Lucas, de 5, María Lucía Victoria, de 4, e Ilaria Catalina Irena, de 2 anos. O ator ainda é pai de Ireland Baldwin, de 29 anos, fruto de seu relacionamento com a ex-esposa Kim Basinger.

    Esposa de Alec Baldwin responde a críticas sobre look da filha de 12 anos

  • Avião de Trump que seguia para Davos sofre "problema" elétrico e regressa à base

    Avião de Trump que seguia para Davos sofre "problema" elétrico e regressa à base

    O Air Force One apresentou uma falha elétrica logo após a decolagem e precisou retornar a Washington por precaução. Donald Trump seguirá para o Fórum Econômico Mundial em Davos em outra aeronave, segundo informou a Casa Branca.

    O avião presidencial dos Estados Unidos, o Air Force One, apresentou um pequeno problema elétrico no início da viagem ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, e precisou retornar à base em Washington. O presidente Donald Trump deverá seguir viagem em outra aeronave.

    Segundo a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, a decisão de retornar foi tomada após a decolagem, quando a tripulação identificou a falha elétrica e, por precaução, optou por regressar. A informação foi divulgada pela Associated Press.

    Um repórter que estava a bordo relatou que as luzes da cabine de imprensa se apagaram brevemente logo após a decolagem, sem que fosse apresentada uma explicação oficial no momento.

    Trump embarcará em outro avião e continuará a viagem para Davos, onde é esperado ainda nesta quarta-feira.

    Os dois aviões atualmente utilizados como Air Force One estão em operação há quase quatro décadas. A Boeing trabalha na substituição das aeronaves, mas o programa acumula sucessivos atrasos.

    No ano passado, a família governante do Catar presenteou Trump com um jato Boeing 747-8 de luxo para integrar a frota presidencial, iniciativa que gerou forte repercussão. A aeronave passa atualmente por adaptações para atender aos requisitos de segurança.

    Leavitt fez uma brincadeira com os repórteres a bordo na noite de terça-feira, afirmando que, naquele momento, um jato do Catar parecia “uma opção bem melhor”.

    Avião de Trump que seguia para Davos sofre "problema" elétrico e regressa à base