Autor: REDAÇÃO

  • Músico morre após ser prensado por mais de uma tonelada de mármore em SC

    Músico morre após ser prensado por mais de uma tonelada de mármore em SC

    Jean era músico e tinha uma empresa de locação de equipamentos. Ele fazia shows em eventos particulares e também tocava em estabelecimentos de diversos municípios de Santa Catarina

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Um músico de 38 anos morreu após ser atingido e prensado por mais de uma tonelada de peças de mármore na tarde de segunda-feira (19) em Tubarão, em Santa Catarina.

    Corpo de Bombeiros foi acionado para a ocorrência de acidente de trabalho. No local, a vítima, o músico Jean Freitas, foi encontrado prensado sob pedras de mármore, segundo a corporação. O caso ocorreu na rua Silvino Moreira Lima Sobrinho, no bairro Humaitá. Não há informações sobre a dinâmica do acidente.

    Pessoas usaram um macaco mecânico para suspender as peças de mármore. Elas e os bombeiros retiraram as peças e iniciaram o atendimento à vítima. O peso estimado das peças estava entre uma e 1,5 toneladas.

    Durante o socorro, Jean teve uma parada cardiorrespiratória. Na sequência, o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) chegou ao local e assumiu o atendimento médico da vítima.

    O músico morreu no local. A Polícia Científica e o IML (Instituto Médico Legal) foram acionados e o caso ficou sob responsabilidade da Polícia Militar.

    Velório do músico ocorreu na manhã desta terça-feira (20) na Capela Saudades, no município de Tubarão. Ele deixou a esposa e o filho de um ano.

    Jean era músico e tinha uma empresa de locação de equipamentos. Ele fazia shows em eventos particulares e também tocava em estabelecimentos de diversos municípios de Santa Catarina.

    A reportagem tenta contato com a Polícia Civil para saber se o caso será investigado. O texto será atualizado tão logo haja manifestação.

    Músico morre após ser prensado por mais de uma tonelada de mármore em SC

  • Dólar recua com alívio em Treasuries, JGB e valorização de moedas emergentes

    Dólar recua com alívio em Treasuries, JGB e valorização de moedas emergentes

    Queda dos juros nos EUA e estabilidade dos títulos japoneses favorecem moedas emergentes, enquanto mercado acompanha discurso de Trump em Davos, dados econômicos americanos e pesquisas eleitorais no Brasil, além de decisões recentes do Banco Central e movimentações no setor financeiro.

    O dólar opera em baixa no mercado à vista na manhã desta quarta-feira, 21, cotado perto de R$ 5,35 por volta das 9h50. Segundo Marcio Riauba, head da mesa de operações da StoneX, a queda dos rendimentos dos Treasuries e a estabilização dos títulos japoneses (JGBs) ajudam a reverter, ao menos por enquanto, a pressão observada na véspera sobre as moedas emergentes, que se valorizam nesta manhã.

    Riauba pondera, no entanto, que o mercado segue sensível às incertezas geopolíticas no exterior e ao cenário eleitoral no Brasil.

    No ambiente internacional, há a percepção de que as tensões diplomáticas envolvendo a Groenlândia podem arrefecer, embora a União Europeia tenha elevado o tom contra eventuais medidas protecionistas na próxima cúpula do G7, marcada para quinta-feira. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já afirmou que não participará do encontro.

    No radar dos investidores está o discurso de Trump no Fórum Econômico Mundial, em Davos. O presidente chegou à Suíça após horas de atraso provocadas por um problema elétrico no Air Force One. O mercado também acompanha dados do setor imobiliário dos Estados Unidos e o início do julgamento da diretora do Fed, Lisa Cook, na Suprema Corte, em meio à pressão da Casa Branca sobre o banco central americano.

    No cenário doméstico, uma nova pesquisa AtlasIntel aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto para 2026 em todos os cenários testados, com cerca de 48% a 49% no primeiro turno. Ele venceria no segundo turno nomes como Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro, embora a vantagem sobre Flávio tenha diminuído. O ex-presidente Jair Bolsonaro, preso por tentativa de golpe de Estado, aparece como o mais rejeitado, seguido por Lula.

    Na agenda econômica, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) acelerou para alta de 0,44% na segunda prévia de janeiro, após avanço de 0,14% na mesma leitura de dezembro, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).

    Mais cedo, o Banco Central do Brasil decretou a liquidação extrajudicial do Will Bank, que estava sob Regime de Administração Especial Temporária (Raet) desde novembro, em decorrência da liquidação do Banco Master, seu controlador.

    O BRB negocia a venda de uma carteira de quase R$ 1 bilhão em empréstimos a estados e municípios, com garantia da União, para Itaú e Bradesco, após possíveis prejuízos relacionados a ativos do Banco Master.

    Ainda em Davos, a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, afirmou que o governo estuda retirar a fiscalização dos fundos de investimento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e transferir essa atribuição para o Banco Central.

    Dólar recua com alívio em Treasuries, JGB e valorização de moedas emergentes

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  • Lesão ou pressão? Ex-tenistas comentam oscilação de Fonseca no início de 2026

    Lesão ou pressão? Ex-tenistas comentam oscilação de Fonseca no início de 2026

    (UOL/FOLHAPRESS) – João Fonseca começou 2026 de maneira conturbada. Após desistir dos torneios de Brisbane e Adelaide, por conta de uma lesão, o brasileiro acabou derrotado na primeira rodada do Australian Open, para o americano Eliot Spizzirri, número 85 do mundo.

    Esse início inconstante pode ser produto da pressão pelo posicionamento no ranking da ATP. João também sofreu com uma lesão na lombar.

    Para entender melhor a situação de João Fonseca, a reportagem convidou Thiago Alves e Letícia Sobral, dois ex-tenistas, e Alexandre Cossenza, especialista no assunto. Os três falaram sobre linha tênue importante nos bastidores, além de tratarem a lesão como determinante para os problemas do prodígio brasileiro.

    AMISTOSOS ATRAPALHAM?

    O trio foi unânime no assunto. Segundo eles, os amistosos disputados contra Carlos Alcaraz e outros grandes nomes do tênis em dezembro, não tiveram papel no início “lento” de João Fonseca em 2026.

    “Não. Exibição não pega nada. O nível de exigência físico ali é perto de zero. Perde um tempinho com viagem, sim, mas não afeta muito. Alcaraz fez mais exibição que ele e chegou voando no Australian Open”, afirma Alexandre Cossenza, comentarista de tênis do UOL.

    As lesões foram o principal fator. O problema na lombar, que tirou Fonseca dos primeiros dois torneios da temporada, atrasou o ritmo. O próprio brasileiro admitiu isso, após a derrota no Australian Open.

    “Foi bom ver como lidei com uma partida de cinco sets sem estar 100% fisicamente. Eu fui ficando cansado mais cedo. Precisava de ritmo, mas é bom ter essa experiência, ver os seus limites. Não me arrependo de nada”, disse.

    Essa declaração mostra que Fonseca está empenhado em retomar o melhor nível no circuito. De acordo com Thiago Alves, ainda há muito tempo para resolver os problemas.

    “O João é um garoto novo, tem muito para se conhecer ainda dentro do circuito. Eu vejo com bastante normalidade, fiquei feliz que ele pelo menos conseguiu terminar o jogo. É ganhar volume para os próximos torneios”, analisou.

    RITMO DE TREINOS

    A grande incógnita nessa equação. A lesão foi importante -e a extensão da temporada passada, também-, mas a intensidade dessas atividades é fundamental para entender o aspecto físico de João Fonseca.

    Encontrar o equilíbrio entre a importância da pré-temporada e a preservação muscular é o mais importante. Letícia e Thiago vê a linha tênue como a algo que pode complicar planejamentos.

    “Ele sentiu claramente a parte física. Não treinou intenso nas últimas semanas, acredito eu, por isso não esteve no seu melhor nível”, disse Alves, antes de passar a palavra para Sobral:

    “No alto rendimento, especialmente no fim do ano, período de pré-temporada, o volume de treino precisa ser elevado para sustentar a evolução em todos os aspectos. O desafio está justamente nessa linha tênue: treinar em excesso aumenta o risco de lesão, e treinar de menos compromete o desenvolvimento. Encontrar esse equilíbrio é um dos grandes desafios da carreira no nível mais alto do tênis”, diz Letícia.

    QUANDO JOÃO FONSECA VOLTA ÀS QUADRAS?

    O brasileiro contará com alguns dias de descanso antes do próximo desafio. Fonseca é um dos principais nomes confirmados no ATP 250 de Buenos Aires.

    O torneio será disputado entre os dias 9 e 15 de fevereiro, na capital da Argentina. O tenista é o atual campeão da competição e defende os pontos. Foi o seu primeiro título importante da carreira.

     

    Como cabeça de chave, Fonseca evitará duelos com os principais favoritos nas primeiras rodadas. Nomes como Lorenzo Musetti, Francisco Cerúndolo e Luciano Darderi estão na mesma situação do brasileiro.

    Folhapress | 10:30 – 14/01/2026

    Lesão ou pressão? Ex-tenistas comentam oscilação de Fonseca no início de 2026

  • Dorival ganha força no Corinthians e comanda decisões do clube na janela

    Dorival ganha força no Corinthians e comanda decisões do clube na janela

    (UOL/FOLHAPRESS) – A palavra do técnico Dorival Júnior tem sido determinante para o Corinthians no mercado de transferências.

    A diretoria corintiana passou a dar grande peso aos desejos e às orientações do treinador durante a janela do início do ano, prestigiando suas indicações e demandas.

    Alisson determinante

    A investida do Timão na contratação do volante Alisson, do São Paulo, é o principal exemplo da força de Dorival nos bastidores.

    O jogador não é unanimidade entre dirigentes, mas conta com total respaldo do treinador. Tanto que o executivo de futebol Marcelo Paz e o gerente de análise de mercado Renan Bloise chegaram a apresentar outras alternativas para o setor, mas o nome de Alisson foi mantido por decisão do comandante.

    Antes disso, a tentativa de renovação com Maycon também passou diretamente pelo desejo de Dorival. O negócio, porém, não avançou, e o volante acabou se transferindo para o Atlético-MG.

    Mais reforços

    A influência de Dorival Júnior não se limita à negociação por Alisson. O treinador tem tido voz ativa em outras frentes do mercado corintiano.

    O técnico deseja mais do que quatro reforços, número inicialmente projetado pela diretoria para o início da janela. A contratação encaminhada do goleiro João Ricardo, por exemplo, atende diretamente a um pedido do treinador, que busca uma opção de confiança para a reserva de Hugo Souza.

    Dorival ainda quer a chegada de mais um volante e um atacante. Essas peças se somariam a Alisson e João Ricardo, que estão próximos do Timão, aos já contratados Gabriel Paulista e Matheus Pereira e aos nomes encaminhados Pedro Milans e Kaio César.

    O objetivo é encorpar um elenco considerado enxuto desde a temporada passada. A ausência de contratações em 2025, em razão do transfer ban, incomodou bastante o treinador.

    Quando foi contratado, em abril do ano passado, ainda na gestão do presidente deposto Augusto Melo, Dorival recebeu a promessa de que teria de três a quatro reforços no segundo semestre. Isso não ocorreu, e o Corinthians fechou apenas com o atacante Vitinho, pouco antes de ser sancionado por uma dívida com o Santos Laguna, do México, referente à contratação do zagueiro Félix Torres.

    Esse histórico ajuda a explicar por que, agora, a diretoria tem feito questão de prestigiar os pedidos do treinador.

    Virada de jogo

    O atual prestígio de Dorival Júnior contrasta com o início da gestão de Osmar Stábile. Na época, diversos aliados do presidente tentaram convencer o dirigente a demitir o técnico após uma sequência de resultados negativos, especialmente depois de uma derrota para o São Paulo, ainda no primeiro turno do Brasileirão.

    O treinador, porém, foi mantido, conquistou a Copa do Brasil no fim da temporada e, embora ainda enfrente certa oposição interna, hoje está valorizado a ponto de ser uma voz central no planejamento esportivo do clube.

    Ex-jogador merengue diz que treinador falhou ao não agir como gestor de elenco, afirma que no Real Madrid resultados imediatos são decisivos e aponta dificuldade de administrar egos como fator determinante para a demissão

    Notícias ao Minuto | 11:30 – 21/01/2026

    Dorival ganha força no Corinthians e comanda decisões do clube na janela

  • 'Ela é baixa', opina Aline Campos sobre Ana Paula Renault

    'Ela é baixa', opina Aline Campos sobre Ana Paula Renault

    A dançarina trouxe à tona a questão que teve com a sister na casa após relembrar um episódio de dez anos atrás. Na ocasião, Ana criticou a roupa de Aline de um modo machista

    (CBS NEWS) – A primeira eliminada do BBB 26 (Globo), Aline Campos, saiu da casa direto para uma entrevista ao programa Bate-Papo BBB com Gil do Vigor e Ceci Ribeiro. Questionada sobre Ana Paula Renault, ela expressou sua opinião.

    A dançarina trouxe à tona a questão que teve com a sister na casa após relembrar um episódio de dez anos atrás. Na ocasião, Ana criticou a roupa de Aline de um modo machista. Os entrevistadores, então, mostraram o vídeo original do momento para ela, onde a loira afirmou que o look da dançarina para uma premiação parecia roupa de “executiva de filme pornô”.

    “Nossa, foi pior do que falei pra ela. Ela é baixa. Foi pior”, declarou a eliminada da semana. “Para algumas pessoas, pode ser que seja só uma brincadeira, mas quem apanha sente. Ela tá perdoada e eu não vou precisar mais olhar na cara dela”, concluiu.

    Aline ainda admitiu que “deu mole” na briga que teve com a loira sobre os ovos da casa. A fala veio após Gil perguntar porque ela não se impôs mais. “Eu concordo que o meu jeito apaziguador talvez não seja tão interessante para um reality onde as pessoas estão esperando brigas”, comentou.

    'Ela é baixa', opina Aline Campos sobre Ana Paula Renault

  • Não quero usar a força, só quero a Groenlândia, diz Trump

    Não quero usar a força, só quero a Groenlândia, diz Trump

    Trump afirmou em Davos que pretende abrir negociações imediatas para assumir o controle da Groenlândia, considerada estratégica para a segurança dos EUA, voltou a criticar a Dinamarca e a Otan e negou intenção de usar força militar para tomar o território

    (CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (21) que não quer usar a força para tomar a Groenlândia, mas começar negociações imediatas para ter a posse do território autônomo que a Dinamarca diz que não está à venda.

    Ele fez a afirmação no seu esperado discurso no Fórum Econômico Mundial em Davos (Suíça). Ele comentava sua investida sobre a ilha ártica, que novamente chamou de um ativo indispensável parar a segurança dos EUA em caso de um conflito com a Rússia ou a China. “Qualquer guerra seria travada lá”, disse.

    “Tudo o que eu peço é um pedaço de gelo. É bem menos do que recebemos ao longo dos anos. Nós demos à Otan muito, e não recebemos nada de volta”, disse Trump sobre a Otan, aliança militar ocidental criada pelos EUA em 1949, da qual a Dinamarca é membro fundador.

    O republicano lembrou que os EUA ocuparam a ilha quando os nazistas tomaram a Dinamarca, em 1940, devolvendo o território a Copenhague ao fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945. “Foi estúpido”, disse Trump, dizendo que “a Dinamarca foi ingrata”.

    Em 1946, a Casa Branca tentou comprar a ilha, mas a proposta foi rejeitada pelos europeus. “Só queremos esse pedaço de gelo. Se vocês aceitarem, vamos gostar. Se não, vamos nos lembrar”, afirmou, depois de negar que a ação vise minar a Otan.

    Essa reportagem está sendo atualizada

    Não quero usar a força, só quero a Groenlândia, diz Trump

  • Martínez nega sumiço no Corinthians e explica ausência por passaporte

    Martínez nega sumiço no Corinthians e explica ausência por passaporte

    (UOL/FOLHAPRESS) – José Martínez se manifestou publicamente pela primeira vez após permanecer na Venezuela e não se reapresentar ao Corinthians desde o início da temporada.

    O volante afirmou que ainda não conseguiu renovar o passaporte e atribuiu o atraso à crise política no país, mencionando a ruptura no governo venezuelano após ações dos Estados Unidos e a captura de Nicolás Maduro. Segundo ele, a situação dificultou o acesso a serviços básicos prestados pelos órgãos oficiais.

    “Isso, é claro, dificulta o acesso a serviços básicos prestados pelos órgãos da Venezuela, o que vem atrasando a possibilidade de renovação do meu passaporte”, afirmou Martínez, em nota divulgada nas redes sociais.

    O jogador destacou que o documento é essencial para seguir defendendo o Corinthians, já que, além de permitir viagens internacionais, o passaporte é necessário para manter válido o visto de trabalho no Brasil.

    Martínez declarou ainda que a comissão técnica e a diretoria do clube têm conhecimento de todas as providências que ele vem tomando enquanto permanece na Venezuela. Nos bastidores, porém, a ausência do atleta gerou incômodo. O UOL apurou que o técnico Dorival Júnior ficou irritado com a falta de resposta do jogador a mensagens enviadas durante o período.

    Após o empate por 1 a 1 com o São Paulo, Dorival comentou a situação e indicou que o atleta precisará se reintegrar ao elenco. “Ele precisará buscar uma recuperação dentro do próprio grupo para ter uma melhor condição”, afirmou o treinador.

    O Corinthians já definiu uma punição ao volante. Segundo o colunista Samir Carvalho, do UOL, o clube aplicará multa equivalente a 40% do salário do jogador quando ele retornar.

    Martínez ainda não atuou em 2026. Campeão da Copa do Brasil e do Campeonato Paulista pelo Corinthians em 2025, o volante recebeu um cronograma de treinos para cumprir à distância. O clube, no entanto, admite dificuldades para monitorar se as atividades estão sendo realizadas corretamente.

    Lesão na lombar, falta de ritmo e desafio de equilibrar treinos e recuperação explicam começo irregular do tenista em 2026, avaliam especialistas, que apontam o ATP de Buenos Aires como oportunidade de retomada.

    Folhapress | 12:15 – 21/01/2026

    Martínez nega sumiço no Corinthians e explica ausência por passaporte

  • Gareth Bale revela o erro fatal de Xabi Alonso no Real Madrid

    Gareth Bale revela o erro fatal de Xabi Alonso no Real Madrid

    A saída de Xabi Alonso do Real Madrid segue repercutindo, e na noite de terça-feira foi a vez de Gareth Bale comentar o assunto. Ex-atleta do clube merengue e ex-companheiro de Alonso, Bale afirmou não ter se surpreendido com a decisão do presidente Florentino Pérez e apontou o que considera ter sido o erro decisivo do treinador espanhol.

    “Não me surpreende. Sei exatamente como o Real Madrid funciona: se não há resultados, você está fora. O que aconteceu foi óbvio. Também houve falta de sorte, mas esse é o mundo do Real Madrid. É muito duro ser treinador hoje em dia, especialmente em clubes desse tamanho”, disse Bale à TNT Sports, antes do apito inicial do jogo entre Tottenham e Borussia Dortmund, pela Liga dos Campeões.

    Questionado sobre o peso do elenco do Real Madrid e se os jogadores podem influenciar diretamente o destino de um treinador, Bale destacou que, no clube, o cargo exige mais do que conhecimento tático.

    “O Xabi é um treinador incrível. Já ganhou títulos. O que ele fez no Bayer Leverkusen foi extraordinário, conquistando títulos e montando uma equipe muito bem treinada. Mas, quando você vai para o Real Madrid, não basta ser treinador. Você precisa ser um gestor. Tem de administrar egos no vestiário. Não é necessário um trabalho tático profundo, porque há superestrelas capazes de decidir partidas em segundos”, afirmou.

    Para Bale, o perfil de Alonso não se encaixou no contexto merengue. “Ele é um grande treinador do ponto de vista tático, mas isso claramente não funcionou no Real Madrid”, concluiu o ex-jogador, que atuou 258 vezes pelo clube espanhol, sendo 36 partidas ao lado de Xabi Alonso.

    @tntsportsfootball “I’m not really surprised to be honest. I completely understand how Real Madrid works” Gareth Bale shares his thoughts on Xabi Alonso’s sacking ️ #realmadrid #garethbale #xabialonso #ucl #championsleague original sound – TNT Sports Football

    Vini Jr. nega responsabilidades 

    A saída de Xabi Alonso ocorreu menos de 24 horas depois da derrota do Real Madrid para o Barcelona na final da Supercopa da Espanha. O presidente Florentino Pérez optou pela demissão do treinador e anunciou Álvaro Arbeloa, ex-jogador do clube, como substituto.

    A imprensa espanhola passou a apontar jogadores como responsáveis pela saída de Alonso, especialmente Vinícius Júnior, após um desentendimento entre os dois à beira do gramado. O atacante brasileiro, porém, negou qualquer influência na decisão.

    “Não tem nada de verdade. Eu não posso fazer nada. A única coisa que posso fazer é dentro de campo, entrar e dar o meu máximo. Nem sempre estarei na minha melhor fase técnica, mas sempre me esforcei pela equipe. Quando falta gol, tento dar assistência; quando preciso defender, tento defender. Claro que não sou o melhor defensor do time”, afirmou Vini Jr. em entrevista à TNT Sports, após a goleada por 6 a 1 sobre o AS Monaco pela Liga dos Campeões.

    Álvaro Arbeloa completou nesta semana o terceiro jogo à frente do comando técnico do Real Madrid. Até agora, soma duas vitórias e uma derrota, esta última responsável pela eliminação da equipe na Copa do Rei.

    Após ser vaiado pela torcida no jogo contra o Levante, atacante brasileiro brilhou na goleada do Real Madrid sobre o Monaco, negou interferência em saída de técnico, disse que se sentiu desconfortável no Bernabéu e afirmou estar tranquilo sobre renovação de contrato

    Notícias ao Minuto | 06:40 – 21/01/2026


    Gareth Bale revela o erro fatal de Xabi Alonso no Real Madrid

  • Governo Lula consulta países sobre Conselho da Paz e avalia resposta coordenada a convite de Trump

    Governo Lula consulta países sobre Conselho da Paz e avalia resposta coordenada a convite de Trump

    O Planalto avalia riscos diplomáticos e jurídicos antes de responder ao convite de Donald Trump e busca coordenação com outros países, diante do temor de retaliações e de sobreposição ao Conselho de Segurança da ONU

    (CBS NEWS) – O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está consultando outros países convidados a participar do Conselho de Paz antes de decidir se o Brasil vai aderir ao órgão e avalia uma resposta coordenada ao convite feito pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Segundo pessoas a par das discussões, ouvidas sob condição de anonimato, a lista de países convidados e a reação de cada um têm sido fatores relevantes para a deliberação sobre a participação brasileira na nova organização.

    O conselho integra a segunda fase do plano dos EUA para o fim do conflito entre Israel e Hamas na Faixa de Gaza, mas também deve tratar de outras questões relacionadas a conflitos internacionais.

    O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, conversou no sábado (17) com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e com o presidente do Conselho Europeu, António Costa, sobre o tema.

    Diplomatas afirmam que tanto Vieira quanto Lula devem procurar outros países para saber quais informações eles têm a respeito do conselho e qual é a posição adotada por cada governo. A avaliação é que o ideal seria uma coordenação internacional sobre a resposta a Trump.

    Um diplomata envolvido nas discussões afirmou que essa articulação serviria para evitar que países se exponham desnecessariamente e fiquem sujeitos a eventuais retaliações dos EUA. Há também a expectativa de negociar os termos do conselho para que ele contemple demandas de outros países.

    O mesmo diplomata citou o caso da França. Na segunda-feira (19), o governo francês informou que não pretende aceitar o convite para integrar o conselho. No mesmo dia, Trump ameaçou impor tarifas de 200% sobre vinhos e champanhes franceses.

    Integrantes do governo brasileiro minimizam o risco de deterioração das relações com o presidente americano caso o Brasil decida não participar do colegiado, avaliando que Trump terá de separar temas bilaterais de questões globais.

    No entorno de Lula, o Conselho de Paz é visto, por ora, com desconfiança. A decisão final, porém, depende da conclusão de análises políticas e jurídicas sobre a proposta. O governo deve usar os próximos dias para avaliar os impactos internacionais antes de definir sua posição. O convite chegou ao presidente na sexta-feira (18).

    Além de Lula, Trump convidou líderes como Javier Milei, da Argentina, Vladimir Putin, da Rússia, e chefes de governo de países como Uzbequistão, Cazaquistão, Belarus, Alemanha, França, Turquia, Egito e Polônia, entre outros. Ao todo, cerca de 60 países foram convidados, número que representa menos de um terço dos membros da ONU, segundo um auxiliar do governo.

    Há preocupação no Itamaraty de que o Conselho de Paz proposto por Trump se sobreponha ao trabalho do Conselho de Segurança da ONU, o que poderia enfraquecer a organização.

    Segundo dois integrantes do Itamaraty, é pouco provável que haja uma recusa sem manifestação formal. Outros diplomatas avaliam a possibilidade de deixar o convite sem resposta, como forma de evitar atritos com Trump. Caso haja resposta, ela deve ser feita diretamente entre os presidentes, já que o convite foi enviado por carta pessoal ao Brasil.

    Como revelou a Folha, o estatuto do Conselho de Paz prevê mandatos de três anos para cada Estado-membro, com possibilidade de renovação. A organização funcionaria com base em contribuições voluntárias, e países que contribuírem com pelo menos US$ 1 bilhão garantiriam um assento permanente.

    Os detalhes sobre o funcionamento do grupo ainda não estão claros. A proposta recebeu críticas do primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, que afirmou que o anúncio não foi coordenado com Tel Aviv e que a iniciativa vai na direção oposta à política adotada por seu governo.

    No início da semana, alguns países confirmaram o recebimento do convite, como Israel, segundo o jornal Times of Israel. O gabinete de Netanyahu ainda não se manifestou oficialmente sobre a participação.

    Na sexta-feira (16), Trump anunciou os primeiros nomes que devem compor o grupo, entre eles o secretário de Estado Marco Rubio, o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, os enviados para o Oriente Médio Steve Witkoff e Jared Kushner, o bilionário Marc Rowan, o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, e o assessor presidencial Robert Gabriel.

    Governo Lula consulta países sobre Conselho da Paz e avalia resposta coordenada a convite de Trump

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  • Parlamento Europeu paralisa acordo UE-Mercosul ao enviá-lo à Justiça

    Parlamento Europeu paralisa acordo UE-Mercosul ao enviá-lo à Justiça

    Assinado no último sábado (17) por representantes do bloco sul-americano e por Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, o acordo de livre comércio criaria o maior mercado do gênero no mundo, com 722 milhões de consumidores

    (FOLHAPRESS) – O Parlamento Europeu aprovou a revisão jurídica do acordo UE-Mercosul, nesta quarta-feira (21), em Estrasburgo. Deputados votam a favor de pedido para que Tribunal de Justiça da União Europeia avalie bases legais do acordo de livre comércio com o Mercosul, o que deve atrasar ratificação.

    Assinado no último sábado (17) por representantes do bloco sul-americano e por Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, o acordo de livre comércio criaria o maior mercado do gênero no mundo, com 722 milhões de consumidores.

    Esperava-se agora que o Parlamento em abril ou maio ratificasse o acordo. A maioria que era a favor do tratado até dezembro, quando a Itália ameaçou vetar a negociação em busca de novas concessões da UE, agora virou minoria, dado resultado da votação desta quarta-feira.

    Se a influência política dos agricultores é exacerbada em vários países do continente, no Parlamento ela ganha ainda mais força em um ano de eleições regionais. Além da ultradireita e de populistas, que exploram o nacionalismo e a crise do setor em busca de ganhos eleitorais, parte da esquerda também é contra o tratado por razões ambientais e sociais.

    A última versão do acordo ganhou salvaguardas para proteger os produtores europeus. Cláusulas anteriores também obrigam a permanência dos países do Mercosul no Acordo de Paris e respeito às normas sanitárias europeias. De acordo com ambientalistas, as ressalvas não são suficientes para assegurar a proteção de biomas e florestas.

    Nesta semana, nem mesmo a disputa política e comercial da UE com os EUA, renovada pelas reiteradas ameaças de Donald de Trump de anexar a Groenlândia, amenizaram a oposição ao projeto com o bloco sul-americano, que é negociado desde 1999.

    O Parlamento congelou a tramitação do acordo tarifário assinado no ano passado entre UE e EUA e, no Fórum Econômico de Davos, na terça-feira (20), Von der Leyen usou o acordo como exemplo de independência do bloco. “A Europa escolhe o mundo, e o mundo escolhe a Europa”, declarou em discurso recheado de críticas ao presidente americano.

    Segundo a Comissão Europeia, o acordo UE-Mercosul já poderia entrar em vigor mesmo sem a ratificação dos eurodeputados. É improvável, porém, que Bruxelas crie tamanha indisposição com o Parlamento, que aprecia nesta quinta-feira (22) a quarta moção de censura contra Von der Leyen em sete meses.

    Nada indica que o movimento tenha alguma chance de sucesso.

    Parlamento Europeu paralisa acordo UE-Mercosul ao enviá-lo à Justiça

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