Autor: REDAÇÃO

  • Alinne Moraes e diretor Mauro Lima encerram relacionamento após 12 anos

    Alinne Moraes e diretor Mauro Lima encerram relacionamento após 12 anos

    A última vez em que foram vistos juntos em um evento foi em outubro do ano passado, no Festival do Rio, durante a pré-estreia de “O Homem de Ouro”, dirigido e roteirizado por Mauro Lima

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Alinne Moraes e o diretor Mauro Lima não formam mais um casal. Juntos desde 2012, a atriz, de 43, e o cineasta, de 58, encerraram de forma discreta um relacionamento que sempre foi mantido longe dos holofotes.

    A informação foi confirmada à revista Quem pela assessoria de imprensa da artista, conhecida pela postura reservada em relação à vida pessoal. Ao longo dos anos, os dois quase não expuseram a intimidade e fizeram raras aparições públicas como casal.

    O romance ganhou status oficial após a parceria no filme “Tim Maia”, em que Alinne viveu a personagem Carmem e Mauro assinou a direção da cinebiografia do cantor. Desde então, dividiram vida pessoal e projetos, mas sempre com pouca exposição.

    A última vez em que foram vistos juntos em um evento foi em outubro do ano passado, no Festival do Rio, durante a pré-estreia de “O Homem de Ouro”, dirigido e roteirizado por Mauro Lima.

    Nas redes sociais, o registro mais recente do casal foi no Réveillon, quando apareceram ao lado do filho assistindo à queima de fogos na praia. Na publicação, Alinne desejou um feliz 2026 aos seguidores e recebeu de Mauro uma reação com emojis de coração, que ela retribuiu.

    Alinne Moraes e diretor Mauro Lima encerram relacionamento após 12 anos

  • Bolsa dispara para 170 mil pontos, com discurso de Trump em Davos e pesquisa eleitoral no radar; dólar cai

    Bolsa dispara para 170 mil pontos, com discurso de Trump em Davos e pesquisa eleitoral no radar; dólar cai

    Ibovespa sobe mais de 2%, renova máxima histórica com forte entrada de capital estrangeiro, reação ao discurso de Donald Trump em Davos, alívio nas tensões internacionais e leitura positiva da pesquisa eleitoral Atlas/Bloomberg, enquanto dólar recua e investidores acompanham o caso Will Bank.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – 

    A Bolsa de Valores brasileira opera em forte alta nesta quarta-feira (21), com as atenções dos investidores voltadas para o discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.

    No cenário doméstico, o mercado também reage à pesquisa eleitoral Atlas/Bloomberg divulgada pela manhã, que mostrou redução da vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em eventuais disputas de segundo turno. Os desdobramentos da liquidação extrajudicial da Will Financeira, braço digital do Banco Master, seguem no radar dos investidores.

    Por volta das 15h41, o Ibovespa avançava 2,5%, aos 170.536 pontos, impulsionado pela forte entrada de capital estrangeiro. O patamar de 170 mil pontos é inédito para o índice, que já havia renovado o recorde histórico pelo segundo dia consecutivo na terça-feira, quando fechou em 166.276 pontos, e caminha para uma nova máxima nesta sessão. O dólar recuava 1,07%, cotado a R$ 5,32.

    Em seu discurso em Davos, Trump descartou o uso de força para obter o controle da Groenlândia e afirmou que pretende iniciar negociações imediatas para discutir a aquisição do território. O presidente minimizou a controvérsia, classificando a iniciativa como um “pedido pequeno” por um “pedaço de gelo”, e disse que a medida não representaria uma ameaça à Otan, aliança militar que inclui Estados Unidos e Dinamarca.

    As declarações ajudaram a aliviar parte das tensões geopolíticas recentes entre Washington e países europeus, que haviam provocado volatilidade nos mercados globais nos últimos dias. Antes disso, Trump havia ameaçado impor tarifas a oito países europeus, o que levou o Parlamento Europeu a suspender o processo de ratificação do acordo comercial entre a União Europeia e os Estados Unidos. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que a resposta do bloco será “inabalável” e “proporcional”.

    Nos mercados internacionais, a percepção de menor risco geopolítico contribuiu para a queda dos rendimentos dos títulos do Tesouro americano e para a estabilização dos títulos japoneses, reduzindo a pressão sobre moedas emergentes. Segundo Marcio Riauba, chefe da mesa de operações da StoneX Banco de Câmbio, esse movimento ajudou a reverter o estresse observado na véspera sobre divisas de países emergentes.

    Para a Bolsa brasileira, o cenário favorece a entrada de recursos. Analistas destacam que o Brasil se beneficia da rotação global de capital para fora dos Estados Unidos, graças ao elevado diferencial de juros, à forte exposição a commodities e a avaliações consideradas atrativas. Além disso, a alocação em mercados emergentes segue em níveis historicamente baixos nos portfólios globais, o que abre espaço para a continuidade do fluxo de investimentos.

    A pesquisa Atlas/Bloomberg também contribuiu para o otimismo. Embora Lula siga liderando todos os cenários eleitorais, a redução da diferença para candidatos vistos como mais alinhados ao mercado reforça a percepção de maior competitividade eleitoral. Para investidores, isso sinaliza a possibilidade de uma alternância de poder a partir do próximo ciclo, aumentando o apetite por ativos domésticos.

    Outro ponto de atenção é a liquidação extrajudicial do grupo Master, que avançou sobre o Will Bank, braço digital da instituição. O Banco Central havia preservado o Will Bank inicialmente, ao decretar a liquidação do Banco Master em novembro, diante da expectativa de encontrar compradores, o que não se concretizou. Segundo o regulador, a decisão final ocorreu após o banco deixar de honrar compromissos com participantes da cadeia de cartões, incluindo a bandeira Mastercard.
     
     

     

    Bolsa dispara para 170 mil pontos, com discurso de Trump em Davos e pesquisa eleitoral no radar; dólar cai

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  • Helicóptero turístico desaparece perto de vulcão ativo no Japão

    Helicóptero turístico desaparece perto de vulcão ativo no Japão

    O helicóptero Robinson R44 decolou da cidade de Aso às 10h52, horário local, em 20 de janeiro, para um passeio planejado de 10 minutos. Mas não retornou, o que levou a uma operação de busca

    Um helicóptero turístico com três pessoas a bordo desapareceu perto do Monte Aso, um dos vulcões mais ativos do Japão, após não retornar de um curto voo panorâmico. O helicóptero Robinson R44 decolou da cidade de Aso às 10h52, horário local, em 20 de janeiro, para um passeio planejado de 10 minutos. Mas não retornou, o que levou a uma operação de busca. A polícia avistou posteriormente um objeto semelhante a uma aeronave dentro da cratera de Nakadake, um dos picos do Monte Aso, embora as autoridades não tenham confirmado se é o helicóptero desaparecido.

    A aeronave era pilotada por um veterano de 64 anos com quatro décadas de experiência e transportava dois passageiros taiwaneses. O tempo estava nublado na área e as buscas foram temporariamente suspensas durante a noite, sendo retomadas na manhã seguinte, 21 de janeiro.

    Acidentes com aviação comercial são raros. De fato, de acordo com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), mais de 30 milhões de voos globais de companhias aéreas de passageiros decolam e pousam anualmente sem qualquer incidente. No entanto, isso pode acontecer. E, embora os investigadores de segurança sejam muitas vezes capazes de determinar as causas dos acidentes aéreos, sua tarefa se torna mais difícil quando os voos não chegam aos seus destinos ou quando parecem ter desaparecido no ar.

    Clique e relembre os casos de aeronaves que desapareceram misteriosamente. 

    Helicóptero turístico desaparece perto de vulcão ativo no Japão

  • Fonseca ganha R$ 545 mil no Australian Open, mas tem nova queda no ranking

    Fonseca ganha R$ 545 mil no Australian Open, mas tem nova queda no ranking

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – João Fonseca ganhou pouco mais de meio milhão de reais em premiação após a eliminação na estreia do Australian Open. Os tenistas eliminados na primeira rodada do Grand Slam recebem 150 mil dólares australianos, o equivalente a cerca de R$ 545 mil.

    O brasileiro foi derrotado pelo norte-americano Eliot Spizzirri por 3 sets a 1. No ano passado, Fonseca havia faturado cerca de R$ 751 mil ao alcançar a segunda rodada do torneio. Na ocasião, venceu o russo Andrey Rublev, então número 9 do mundo, na estreia, mas caiu na sequência diante do italiano Lorenzo Sonego.

    Com o resultado na Austrália, Fonseca caiu para a 33ª posição do ranking mundial. Ele iniciou a partida como 32º colocado, mas foi ultrapassado pelo grego Stefanos Tsitsipas. O carioca começou a temporada de 2026 ocupando a 24ª colocação.

    O brasileiro de 19 anos ainda pode perder posições nas próximas atualizações do ranking, já que corre risco de ser ultrapassado por até três jogadores: Sebastian Baez, Learner Tien e Corentin Moutet.

    Os próximos compromissos de João Fonseca estão programados para fevereiro, com a disputa dos torneios ATP de Buenos Aires e do Rio Open.

     

    Lesão na lombar, falta de ritmo e desafio de equilibrar treinos e recuperação explicam começo irregular do tenista em 2026, avaliam especialistas, que apontam o ATP de Buenos Aires como oportunidade de retomada.

    Folhapress | 12:15 – 21/01/2026

    Fonseca ganha R$ 545 mil no Australian Open, mas tem nova queda no ranking

  • Homem é acusado de agressão sexual em terraço de restaurante em Paris

    Homem é acusado de agressão sexual em terraço de restaurante em Paris

    ovem procurou a polícia horas após o ocorrido e exames médicos indicaram sinais de violência sexual. Suspeito de 46 anos foi identificado, tem antecedentes criminais e afirma que a relação foi consensual.

    Um homem de 46 anos foi indiciado por agressão sexual e permanece sob custódia policial após ser acusado de violentar uma jovem no terraço de um restaurante com pista de dança em Paris, na França. A denúncia foi feita pela própria vítima.

    O caso veio à tona na manhã de sábado, quando a jovem se apresentou a uma delegacia e relatou que conheceu o homem durante a madrugada. Segundo o depoimento, ele a teria levado até o terraço do estabelecimento, onde a obrigou a praticar atos sexuais contra a sua vontade.

    A vítima foi encaminhada a um hospital, onde exames ginecológicos apontaram vestígios compatíveis com uma relação sexual violenta, reforçando o relato apresentado à polícia.

    As autoridades conseguiram identificar o suspeito após a jovem informar que havia trocado números de telefone com ele naquela noite. Com base nessa informação, a polícia localizou o homem, ouviu duas testemunhas e passou a analisar imagens de câmeras de segurança do local, segundo o jornal Le Parisien.

    O suspeito foi abordado na segunda-feira em sua residência, no departamento de Val-de-Marne. Ele possui antecedentes criminais por violência doméstica. Em depoimento, afirmou que, à época do crime anterior, estava desempregado e fora de controle, mas alegou que hoje tem uma vida estável, com dois filhos e um relacionamento tranquilo.

    O homem, que trabalha em uma empresa de gestão de imóveis e organiza reuniões de condomínio, não negou que houve relação sexual, mas sustentou que o ato foi consensual. Ele afirmou que estava com amigos quando conheceu a jovem.

    A investigação segue em andamento para esclarecer as circunstâncias do caso.
     
     

     

    Homem é acusado de agressão sexual em terraço de restaurante em Paris

  • Julio Casares renuncia à presidência do São Paulo

    Julio Casares renuncia à presidência do São Paulo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Julio Casares anunciou nesta quarta-feira (21) sua renúncia do cargo de presidente do São Paulo. Ele já havia sido retirado do cargo pelo Conselho Deliberativo e se antecipou à votação dos sócios do clube, que definiria seu afastamento definitivo ou o retorno à cadeira presidencial.

    O anúncio se dá no dia de uma operação da Polícia Civil de São Paulo contra um suposto esquema de venda ilegal de camarotes no estádio do Morumbi.

    A 3ª DPPC (Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra a Administração) cumpriu quatro mandados de busca e apreensão contra três investigados, segundo a SSP (Secretaria da Segurança Pública).

    Os alvos eram Douglas Schwartzmann, que atuou como diretor-adjunto de futebol de base, Mara Casares, que era diretora feminina, cultural e de eventos, e Rita de Cássia Adriana Prado, que teria atuado como intermediária.

    Foram encontrados na casa de Mara Casares R$ 20 mil em espécie, “farta documentação” e um computador. Ela é ex-mulher de Julio Casares, presidente afastado do clube.

    Em nota, a defesa de Mara disse que ela foi “surpreendida com o cumprimento de medida cautelar de busca e apreensão em sua residência”, apontou que ela “mantém a sua postura irrestrita de colaborar amplamente para a elucidação dos fatos perquiridos” e disse que “a lisura de seus atos será comprovada ao longo da investigação policial”.

    A polícia não encontrou Douglas Schwartzmann, que está fora do país. Os filhos dele receberam os policiais.

    Os advogados de Schwartzmann criticaram a operação: “A busca realizada na presente data –justamente quando as autoridades tinham prévia ciência de que Douglas estaria fora do país– tem a finalidade única de constrangê-lo, uma vez que tal medida foi totalmente inócua”.

    Renata Adriana não foi encontrada em seu endereço. Seus filhos informaram que ela mora atualmente em outro endereço. No local, porém, a polícia diz ter apreendido anotações de interesse da investigação.

    Procurado, o São Paulo disse que “é vítima neste caso e vai contribuir com as autoridades na investigação”.

    Julio Casares renuncia à presidência do São Paulo

  • Trump suspende tarifas contra Europa e diz que acordo com Groenlândia está encaminhado

    Trump suspende tarifas contra Europa e diz que acordo com Groenlândia está encaminhado

    Após descartar o uso da força, presidente dos EUA anuncia início de negociações com a Otan sobre a Groenlândia, suspende tarifas contra países europeus aliados da Dinamarca e mantém discurso de que a ilha é estratégica para a segurança americana no Ártico.

    (CBS NEWS) — Horas depois de afirmar que não abriria mão da Groenlândia, mas descartar o uso da força, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a abertura de negociações com a Otan sobre o território e suspendeu a imposição de tarifas contra países que defendem a soberania da Dinamarca sobre a região autônoma.

    Trump se reuniu no início da noite desta quarta-feira (21) com o secretário-geral da aliança militar ocidental, o holandês Mark Rutte, durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.

    Mais cedo, em um discurso extenso no evento, o presidente havia declarado: “As pessoas acham que eu vou usar a força, mas eu não preciso usar a força. Eu não quero usar a força e não vou usá-la”. Na ocasião, acrescentou que buscava “negociações imediatas para discutir a aquisição da Groenlândia pelos Estados Unidos”.

    O encontro com Rutte foi breve e não houve declarações públicas conjuntas. Pouco depois, Trump se manifestou por meio da rede social Truth Social. “Definimos a estrutura de um futuro acordo em relação à Groenlândia e, na verdade, a toda a região do Ártico. Se essa solução se concretizar, será excelente para os EUA e para todas as nações da Otan. Com base nesse entendimento, não vou impor as tarifas que entrariam em vigor em 1º de fevereiro”, escreveu.

    No sábado (17), Trump havia anunciado sobretaxas de 10% sobre importações provenientes da Dinamarca e de outros sete países europeus que apoiaram Copenhague, inclusive com o envio de pequenos contingentes militares para exercícios de defesa da ilha ártica. A União Europeia chegou a marcar uma reunião de emergência para esta quinta-feira (22) a fim de discutir possíveis retaliações, que agora podem ser revistas após o recuo americano.

    Ainda não há detalhes sobre o formato das negociações. Os Estados Unidos já mantêm a maior presença militar estrangeira na Groenlândia, com uma base remanescente da Guerra Fria destinada ao monitoramento de lançamentos de mísseis nucleares a partir do Ártico. Uma das hipóteses em discussão é a ampliação dessa presença, com base no tratado firmado com a Dinamarca em 1951, que permitiu a instalação de outras bases na ilha no passado.

    Durante o discurso em Davos, Trump voltou a classificar a Groenlândia como um ativo estratégico indispensável para a segurança dos EUA em um eventual conflito com Rússia ou China. “Qualquer guerra seria travada lá”, afirmou. Em tom irônico, disse ainda que “só pede um grande e belo pedaço de gelo”, alegando que os Estados Unidos deram muito à Otan ao longo dos anos sem receber o suficiente em troca.

    O chanceler dinamarquês, Lars Løkke Rasmussen, avaliou como positiva a decisão de Trump de descartar, ao menos por ora, o uso da força, mas ressaltou que “a ambição do presidente permanece intacta”.

    Trump também relembrou que os Estados Unidos ocuparam a Groenlândia em 1940, durante a invasão nazista da Dinamarca, devolvendo o território ao fim da Segunda Guerra Mundial. Chamou a decisão de “estúpida” e disse que o país europeu teria sido “ingrato”. Em 1946, Washington tentou comprar a ilha, mas a proposta foi rejeitada.

    Apesar de negar interesse nos recursos minerais da Groenlândia, que classificou como de difícil acesso, Trump voltou a afirmar que “nenhuma nação ou grupo de nações está em posição de garantir a segurança da ilha além dos Estados Unidos”, citando sua localização estratégica no Ártico.
     
     

    Trump suspende tarifas contra Europa e diz que acordo com Groenlândia está encaminhado

  • Raquel Lyra troca comando de estatal após crise com empresa da família

    Raquel Lyra troca comando de estatal após crise com empresa da família

    Mudança ocorre após revelação de que empresa de ônibus do pai da governadora ficou anos sem fiscalização. Caso levou à abertura de procedimento administrativo, à saída da empresa das linhas intermunicipais e ao protocolo de pedido de impeachment na Alepe.

    (CBS NEWS) – A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), trocou nesta quarta-feira (21) o comando da EPTI, Empresa Pernambucana de Transporte Coletivo Intermunicipal, estatal responsável pela regulação e fiscalização das linhas de ônibus intermunicipais de passageiros.

    A EPTI passou a ser alvo de polêmica após a revelação de que ficou cerca de três anos sem fiscalizar a empresa de ônibus Logo Caruaruense, pertencente ao pai da governadora. Depois da divulgação do caso, Raquel Lyra afirmou que a empresa deixaria de operar linhas intermunicipais até o fim do mês. Em nota, o governo estadual declarou que não interfere na atuação técnica dos órgãos de fiscalização e negou qualquer favorecimento político-administrativo.

    O advogado Yuri Coriolano foi nomeado presidente da EPTI no lugar de Antônio Carlos Reinaux. Os atos de exoneração, a pedido, e de nomeação foram publicados no Diário Oficial do Estado.

    A EPTI é uma autarquia vinculada à Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura, comandada por André Teixeira Filho, primo da governadora. O órgão ganhou destaque após a divulgação das irregularidades envolvendo a Logo Caruaruense, empresa da família de Raquel Lyra.

    Desde outubro de 2023, Yuri Coriolano ocupava o cargo de secretário-executivo de Coordenação Estratégica da Casa Civil. Ele é bacharel em direito, com pós-graduação em direito administrativo e eleitoral. Antes, foi diretor-geral de Assuntos Jurídicos da Secretaria de Saúde de Pernambuco e, em 2022, atuou como advogado da campanha de Raquel Lyra ao governo do estado, mantendo proximidade com a governadora.

    Documentos oficiais apontam que a Logo Caruaruense operou de forma irregular por pelo menos três anos, sem fiscalização adequada, deixando de pagar taxas obrigatórias e mantendo veículos sem vistorias anuais entre 2023 e 2026. A empresa operava por meio de concessão estadual.

    Relatório técnico da EPTI indicou que a empresa tinha 50 ônibus cadastrados, todos com vistorias vencidas. A última inspeção ocorreu em 2022, antes do início do atual governo. Pela legislação estadual, as empresas devem realizar vistoria anual e manter regular o Certificado de Registro Cadastral, exigido para autorização de circulação.

    Além das irregularidades administrativas, laudos apontaram problemas de segurança, como cintos de segurança inoperantes e pneus em condições inadequadas. Diante das falhas, a EPTI abriu procedimento administrativo para avaliar a renovação do registro da empresa.

    Raquel Lyra integrou o quadro societário da Logo Caruaruense até 2018, quando transferiu suas cotas ao pai, João Lyra Neto. Na segunda-feira (19), o deputado estadual Romero Albuquerque (União Brasil) protocolou na Assembleia Legislativa de Pernambuco um pedido de impeachment contra a governadora, citando as irregularidades envolvendo a empresa. O pedido foi recebido e deve ser analisado em fevereiro.

    Raquel Lyra troca comando de estatal após crise com empresa da família

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  • Fim da escala 6×1 deve aumentar produtividade, diz Boulos

    Fim da escala 6×1 deve aumentar produtividade, diz Boulos

    Segundo Boulos, um estudo da Fundação Getulio Vargas, em 2024, envolvendo 19 empresas que reduziram a jornada de trabalho apontou aumento de receita de 72% delas e de cumprimento de prazos em 44%.

    O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou, nesta quarta-feira (25), que o fim da escala de seis dias de trabalho por um de folga (6×1) no Brasil deve levar ao aumento da produtividade da economia do país. Em entrevista ao programa Bom dia, Ministro, do Canal Gov, ele defendeu a redução de jornada para os trabalhadores e deu exemplos de empresas que já adotaram novos regimes de trabalho.

    Segundo Boulos, um estudo da Fundação Getulio Vargas, em 2024, envolvendo 19 empresas que reduziram a jornada de trabalho apontou aumento de receita de 72% delas e de cumprimento de prazos em 44%. “Estão reduzindo mesmo sem a legislação”, destacou.

     

    “E por que aumenta a produtividade? Com seis dias de trabalho, um de descanso – e às vezes esse um, principalmente para as mulheres, é para fazer serviço de cuidado em casa – quando essa pessoa chega ao trabalho, ela já está cansada. Quando esse trabalhador ou trabalhadora está mais descansado, o resultado é que ele vai trabalhar melhor. Então, o que a gente sustenta é baseado em dados”, afirmou.

     

    O ministro contou ainda que a empresa Microsoft, no Japão, adotou a escala 4 por 3 e teve aumentou de 40% na produtividade individual do trabalhador. Boulos também deu exemplo de outros países.

    “A Islândia em 2023 reduziu para 35 horas [semanais], com jornada 4 por 3. Sabe o que aconteceu? A economia da Islândia cresceu 5% e a produtividade do trabalho aumentou 1,5%. Nos Estados Unidos, houve uma redução média de 35 minutos de trabalho por dia nos últimos três anos. Não foi uma lei, isso aconteceu pela própria dinâmica do mercado e aumentou em média 2% da produtividade”, disse.

    Segundo Boulos, a baixa produtividade da economia é um dos argumentos de quem é contra a mudança na escala de trabalho.

    “Se a produtividade é baixa e você não quer deixar um tempo para o trabalhador fazer um curso de qualificação, como é que vai aumentar a produtividade?”, questionou.

    “Aliás, uma parte importante de uma produtividade menor que a média no Brasil não é responsabilidade do trabalhador, é do setor privado que não investe em inovação e tecnologia. Quase todo o investimento em inovação, tecnologia e pesquisa no Brasil é do setor público. O setor privado brasileiro é um dos que menos investe, proporcionalmente aos países no mesmo patamar”, argumentou.

    A proposta defendida pelo governo é a redução das atuais 44 horas semanais de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salário, em um regime de, no máximo, cinco dias de trabalho por dois de folga (6×1). A medida deve incluir ainda um período de transição e compensações para micro e pequenas empresas.

    “Essa é a proposta que está sendo desenhada para todos os setores da economia no Brasil, por uma questão de dignidade dos trabalhadores”, disse Boulos, destacando que há um avanço na discussão com o Congresso para que o tema seja votado ainda neste semestre.

    Em fevereiro do ano passado, foi protocolada na Câmara dos Deputados a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 8/2025 que acaba com a escala 6×1. A PEC estabelece a jornada de trabalho de, no máximo, 36 horas semanais e 4 dias de trabalho por semana, mas há outras propostas no Congresso que tratam da redução de jornada.

    Juros

    O projeto sofre resistência de setores empresariais que também alegam que a medida levaria ao aumento dos custos operacionais das empresas com a contratação de mais trabalhadores. Para Boulos, há um super dimensionamento do custo da redução de escala de trabalho, mas que para os pequenos será discutido um modelo de adaptação.

    O ministro da Secretaria-Geral criticou os juros altos no Brasil e afirmou que isso pressiona mais o setor produtivo.

    “Muitas vezes, esses pequenos negócios estão endividados por essa taxa de juro escorchante [abusiva], de agiotagem, que a gente tem no Brasil”, afirmou.

    Uns dos instrumentos para controlar a inflação é a taxa básica de juros (a Selic), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

    Mesmo com o recuo dos preços, a Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Após chegar a 10,5% ao ano em maio de 2024, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024. A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de junho do ano passado, sendo mantida nesse nível desde então.

    “Já passou da hora de reduzir essa taxa de juros, porque 15% de juros nenhum trabalhador aguenta e nenhum empresário aguenta. Como é que você vai aumentar o investimento? Como é que você vai arrumar capital de giro com esse custo do dinheiro? Não tem o menor cabimento. Então, parte do problema que vai aliviar os pequenos, os médios e, nesse caso, até os grandes empresários do Brasil é a redução da taxa de juros escorchante e injustificável”, argumentou.

    A próxima reunião do Copom ocorre em 27 e 28 de janeiro. Em comunicado, na última reunião em dezembro, o colegiado não deu pistas de quando deve começar a cortar os juros. O BC informou que o cenário atual está marcado por grande incerteza, que exige cautela na política monetária, e que a estratégia da instituição é manter a Selic neste patamar por bastante tempo.

     

    Fim da escala 6×1 deve aumentar produtividade, diz Boulos

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  • Vini Jr. diz que não tem pressa para renovar com Real: ‘Quero seguir aqui’

    Vini Jr. diz que não tem pressa para renovar com Real: ‘Quero seguir aqui’

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Vinícius Júnior afirmou estar confiante quanto à renovação de contrato com o Real Madrid e disse não ter pressa para assinar um novo vínculo.

    “Quero ficar aqui por muito tempo. Falam muito da minha renovação, mas ainda tenho um ano de contrato. Estamos muito tranquilos em relação a isso. Confio muito no presidente, ele confia em mim. Temos uma relação muito boa. Na hora certa vamos acertar as coisas. Não tenho pressa”, disse o atacante à TNT Sports.

    Vinícius Júnior tem contrato com o clube espanhol até meados de 2027 e já foi alvo de especulações no mercado europeu. O Chelsea chegou a ser apontado como um dos interessados no jogador brasileiro.

    As vaias recentes da torcida no Santiago Bernabéu e o momento irregular do time levantaram dúvidas sobre a renovação, segundo a imprensa espanhola. O atacante afirmou não compreender totalmente as críticas, mas disse lidar com a situação de forma profissional. “Às vezes a gente fica sem entender, mas sabemos o tamanho do clube. Somos humanos, claro que ficamos chateados, mas a cada dois ou três dias temos uma nova chance de mostrar nosso trabalho”, afirmou.

    Na temporada, Vinícius soma sete gols e dez assistências em 30 partidas. Na terça-feira (20), foi decisivo na vitória sobre o Monaco pela Liga dos Campeões.

    O Real Madrid volta a campo no sábado, às 17h (horário de Brasília), contra o Villarreal, pelo Campeonato Espanhol. A equipe ocupa a vice-liderança, com 48 pontos, um a menos que o Barcelona.

    Após ser vaiado pela torcida no jogo contra o Levante, atacante brasileiro brilhou na goleada do Real Madrid sobre o Monaco, negou interferência em saída de técnico, disse que se sentiu desconfortável no Bernabéu e afirmou estar tranquilo sobre renovação de contrato

    Notícias ao Minuto | 06:40 – 21/01/2026

    Vini Jr. diz que não tem pressa para renovar com Real: ‘Quero seguir aqui’