Autor: REDAÇÃO

  • Fonseca ganha R$ 545 mil no Australian Open, mas tem nova queda no ranking

    Fonseca ganha R$ 545 mil no Australian Open, mas tem nova queda no ranking

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – João Fonseca ganhou pouco mais de meio milhão de reais em premiação após a eliminação na estreia do Australian Open. Os tenistas eliminados na primeira rodada do Grand Slam recebem 150 mil dólares australianos, o equivalente a cerca de R$ 545 mil.

    O brasileiro foi derrotado pelo norte-americano Eliot Spizzirri por 3 sets a 1. No ano passado, Fonseca havia faturado cerca de R$ 751 mil ao alcançar a segunda rodada do torneio. Na ocasião, venceu o russo Andrey Rublev, então número 9 do mundo, na estreia, mas caiu na sequência diante do italiano Lorenzo Sonego.

    Com o resultado na Austrália, Fonseca caiu para a 33ª posição do ranking mundial. Ele iniciou a partida como 32º colocado, mas foi ultrapassado pelo grego Stefanos Tsitsipas. O carioca começou a temporada de 2026 ocupando a 24ª colocação.

    O brasileiro de 19 anos ainda pode perder posições nas próximas atualizações do ranking, já que corre risco de ser ultrapassado por até três jogadores: Sebastian Baez, Learner Tien e Corentin Moutet.

    Os próximos compromissos de João Fonseca estão programados para fevereiro, com a disputa dos torneios ATP de Buenos Aires e do Rio Open.

     

    Lesão na lombar, falta de ritmo e desafio de equilibrar treinos e recuperação explicam começo irregular do tenista em 2026, avaliam especialistas, que apontam o ATP de Buenos Aires como oportunidade de retomada.

    Folhapress | 12:15 – 21/01/2026

    Fonseca ganha R$ 545 mil no Australian Open, mas tem nova queda no ranking

  • Homem é acusado de agressão sexual em terraço de restaurante em Paris

    Homem é acusado de agressão sexual em terraço de restaurante em Paris

    ovem procurou a polícia horas após o ocorrido e exames médicos indicaram sinais de violência sexual. Suspeito de 46 anos foi identificado, tem antecedentes criminais e afirma que a relação foi consensual.

    Um homem de 46 anos foi indiciado por agressão sexual e permanece sob custódia policial após ser acusado de violentar uma jovem no terraço de um restaurante com pista de dança em Paris, na França. A denúncia foi feita pela própria vítima.

    O caso veio à tona na manhã de sábado, quando a jovem se apresentou a uma delegacia e relatou que conheceu o homem durante a madrugada. Segundo o depoimento, ele a teria levado até o terraço do estabelecimento, onde a obrigou a praticar atos sexuais contra a sua vontade.

    A vítima foi encaminhada a um hospital, onde exames ginecológicos apontaram vestígios compatíveis com uma relação sexual violenta, reforçando o relato apresentado à polícia.

    As autoridades conseguiram identificar o suspeito após a jovem informar que havia trocado números de telefone com ele naquela noite. Com base nessa informação, a polícia localizou o homem, ouviu duas testemunhas e passou a analisar imagens de câmeras de segurança do local, segundo o jornal Le Parisien.

    O suspeito foi abordado na segunda-feira em sua residência, no departamento de Val-de-Marne. Ele possui antecedentes criminais por violência doméstica. Em depoimento, afirmou que, à época do crime anterior, estava desempregado e fora de controle, mas alegou que hoje tem uma vida estável, com dois filhos e um relacionamento tranquilo.

    O homem, que trabalha em uma empresa de gestão de imóveis e organiza reuniões de condomínio, não negou que houve relação sexual, mas sustentou que o ato foi consensual. Ele afirmou que estava com amigos quando conheceu a jovem.

    A investigação segue em andamento para esclarecer as circunstâncias do caso.
     
     

     

    Homem é acusado de agressão sexual em terraço de restaurante em Paris

  • Julio Casares renuncia à presidência do São Paulo

    Julio Casares renuncia à presidência do São Paulo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Julio Casares anunciou nesta quarta-feira (21) sua renúncia do cargo de presidente do São Paulo. Ele já havia sido retirado do cargo pelo Conselho Deliberativo e se antecipou à votação dos sócios do clube, que definiria seu afastamento definitivo ou o retorno à cadeira presidencial.

    O anúncio se dá no dia de uma operação da Polícia Civil de São Paulo contra um suposto esquema de venda ilegal de camarotes no estádio do Morumbi.

    A 3ª DPPC (Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra a Administração) cumpriu quatro mandados de busca e apreensão contra três investigados, segundo a SSP (Secretaria da Segurança Pública).

    Os alvos eram Douglas Schwartzmann, que atuou como diretor-adjunto de futebol de base, Mara Casares, que era diretora feminina, cultural e de eventos, e Rita de Cássia Adriana Prado, que teria atuado como intermediária.

    Foram encontrados na casa de Mara Casares R$ 20 mil em espécie, “farta documentação” e um computador. Ela é ex-mulher de Julio Casares, presidente afastado do clube.

    Em nota, a defesa de Mara disse que ela foi “surpreendida com o cumprimento de medida cautelar de busca e apreensão em sua residência”, apontou que ela “mantém a sua postura irrestrita de colaborar amplamente para a elucidação dos fatos perquiridos” e disse que “a lisura de seus atos será comprovada ao longo da investigação policial”.

    A polícia não encontrou Douglas Schwartzmann, que está fora do país. Os filhos dele receberam os policiais.

    Os advogados de Schwartzmann criticaram a operação: “A busca realizada na presente data –justamente quando as autoridades tinham prévia ciência de que Douglas estaria fora do país– tem a finalidade única de constrangê-lo, uma vez que tal medida foi totalmente inócua”.

    Renata Adriana não foi encontrada em seu endereço. Seus filhos informaram que ela mora atualmente em outro endereço. No local, porém, a polícia diz ter apreendido anotações de interesse da investigação.

    Procurado, o São Paulo disse que “é vítima neste caso e vai contribuir com as autoridades na investigação”.

    Julio Casares renuncia à presidência do São Paulo

  • Trump suspende tarifas contra Europa e diz que acordo com Groenlândia está encaminhado

    Trump suspende tarifas contra Europa e diz que acordo com Groenlândia está encaminhado

    Após descartar o uso da força, presidente dos EUA anuncia início de negociações com a Otan sobre a Groenlândia, suspende tarifas contra países europeus aliados da Dinamarca e mantém discurso de que a ilha é estratégica para a segurança americana no Ártico.

    (CBS NEWS) — Horas depois de afirmar que não abriria mão da Groenlândia, mas descartar o uso da força, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a abertura de negociações com a Otan sobre o território e suspendeu a imposição de tarifas contra países que defendem a soberania da Dinamarca sobre a região autônoma.

    Trump se reuniu no início da noite desta quarta-feira (21) com o secretário-geral da aliança militar ocidental, o holandês Mark Rutte, durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.

    Mais cedo, em um discurso extenso no evento, o presidente havia declarado: “As pessoas acham que eu vou usar a força, mas eu não preciso usar a força. Eu não quero usar a força e não vou usá-la”. Na ocasião, acrescentou que buscava “negociações imediatas para discutir a aquisição da Groenlândia pelos Estados Unidos”.

    O encontro com Rutte foi breve e não houve declarações públicas conjuntas. Pouco depois, Trump se manifestou por meio da rede social Truth Social. “Definimos a estrutura de um futuro acordo em relação à Groenlândia e, na verdade, a toda a região do Ártico. Se essa solução se concretizar, será excelente para os EUA e para todas as nações da Otan. Com base nesse entendimento, não vou impor as tarifas que entrariam em vigor em 1º de fevereiro”, escreveu.

    No sábado (17), Trump havia anunciado sobretaxas de 10% sobre importações provenientes da Dinamarca e de outros sete países europeus que apoiaram Copenhague, inclusive com o envio de pequenos contingentes militares para exercícios de defesa da ilha ártica. A União Europeia chegou a marcar uma reunião de emergência para esta quinta-feira (22) a fim de discutir possíveis retaliações, que agora podem ser revistas após o recuo americano.

    Ainda não há detalhes sobre o formato das negociações. Os Estados Unidos já mantêm a maior presença militar estrangeira na Groenlândia, com uma base remanescente da Guerra Fria destinada ao monitoramento de lançamentos de mísseis nucleares a partir do Ártico. Uma das hipóteses em discussão é a ampliação dessa presença, com base no tratado firmado com a Dinamarca em 1951, que permitiu a instalação de outras bases na ilha no passado.

    Durante o discurso em Davos, Trump voltou a classificar a Groenlândia como um ativo estratégico indispensável para a segurança dos EUA em um eventual conflito com Rússia ou China. “Qualquer guerra seria travada lá”, afirmou. Em tom irônico, disse ainda que “só pede um grande e belo pedaço de gelo”, alegando que os Estados Unidos deram muito à Otan ao longo dos anos sem receber o suficiente em troca.

    O chanceler dinamarquês, Lars Løkke Rasmussen, avaliou como positiva a decisão de Trump de descartar, ao menos por ora, o uso da força, mas ressaltou que “a ambição do presidente permanece intacta”.

    Trump também relembrou que os Estados Unidos ocuparam a Groenlândia em 1940, durante a invasão nazista da Dinamarca, devolvendo o território ao fim da Segunda Guerra Mundial. Chamou a decisão de “estúpida” e disse que o país europeu teria sido “ingrato”. Em 1946, Washington tentou comprar a ilha, mas a proposta foi rejeitada.

    Apesar de negar interesse nos recursos minerais da Groenlândia, que classificou como de difícil acesso, Trump voltou a afirmar que “nenhuma nação ou grupo de nações está em posição de garantir a segurança da ilha além dos Estados Unidos”, citando sua localização estratégica no Ártico.
     
     

    Trump suspende tarifas contra Europa e diz que acordo com Groenlândia está encaminhado

  • Raquel Lyra troca comando de estatal após crise com empresa da família

    Raquel Lyra troca comando de estatal após crise com empresa da família

    Mudança ocorre após revelação de que empresa de ônibus do pai da governadora ficou anos sem fiscalização. Caso levou à abertura de procedimento administrativo, à saída da empresa das linhas intermunicipais e ao protocolo de pedido de impeachment na Alepe.

    (CBS NEWS) – A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), trocou nesta quarta-feira (21) o comando da EPTI, Empresa Pernambucana de Transporte Coletivo Intermunicipal, estatal responsável pela regulação e fiscalização das linhas de ônibus intermunicipais de passageiros.

    A EPTI passou a ser alvo de polêmica após a revelação de que ficou cerca de três anos sem fiscalizar a empresa de ônibus Logo Caruaruense, pertencente ao pai da governadora. Depois da divulgação do caso, Raquel Lyra afirmou que a empresa deixaria de operar linhas intermunicipais até o fim do mês. Em nota, o governo estadual declarou que não interfere na atuação técnica dos órgãos de fiscalização e negou qualquer favorecimento político-administrativo.

    O advogado Yuri Coriolano foi nomeado presidente da EPTI no lugar de Antônio Carlos Reinaux. Os atos de exoneração, a pedido, e de nomeação foram publicados no Diário Oficial do Estado.

    A EPTI é uma autarquia vinculada à Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura, comandada por André Teixeira Filho, primo da governadora. O órgão ganhou destaque após a divulgação das irregularidades envolvendo a Logo Caruaruense, empresa da família de Raquel Lyra.

    Desde outubro de 2023, Yuri Coriolano ocupava o cargo de secretário-executivo de Coordenação Estratégica da Casa Civil. Ele é bacharel em direito, com pós-graduação em direito administrativo e eleitoral. Antes, foi diretor-geral de Assuntos Jurídicos da Secretaria de Saúde de Pernambuco e, em 2022, atuou como advogado da campanha de Raquel Lyra ao governo do estado, mantendo proximidade com a governadora.

    Documentos oficiais apontam que a Logo Caruaruense operou de forma irregular por pelo menos três anos, sem fiscalização adequada, deixando de pagar taxas obrigatórias e mantendo veículos sem vistorias anuais entre 2023 e 2026. A empresa operava por meio de concessão estadual.

    Relatório técnico da EPTI indicou que a empresa tinha 50 ônibus cadastrados, todos com vistorias vencidas. A última inspeção ocorreu em 2022, antes do início do atual governo. Pela legislação estadual, as empresas devem realizar vistoria anual e manter regular o Certificado de Registro Cadastral, exigido para autorização de circulação.

    Além das irregularidades administrativas, laudos apontaram problemas de segurança, como cintos de segurança inoperantes e pneus em condições inadequadas. Diante das falhas, a EPTI abriu procedimento administrativo para avaliar a renovação do registro da empresa.

    Raquel Lyra integrou o quadro societário da Logo Caruaruense até 2018, quando transferiu suas cotas ao pai, João Lyra Neto. Na segunda-feira (19), o deputado estadual Romero Albuquerque (União Brasil) protocolou na Assembleia Legislativa de Pernambuco um pedido de impeachment contra a governadora, citando as irregularidades envolvendo a empresa. O pedido foi recebido e deve ser analisado em fevereiro.

    Raquel Lyra troca comando de estatal após crise com empresa da família

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  • Fim da escala 6×1 deve aumentar produtividade, diz Boulos

    Fim da escala 6×1 deve aumentar produtividade, diz Boulos

    Segundo Boulos, um estudo da Fundação Getulio Vargas, em 2024, envolvendo 19 empresas que reduziram a jornada de trabalho apontou aumento de receita de 72% delas e de cumprimento de prazos em 44%.

    O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou, nesta quarta-feira (25), que o fim da escala de seis dias de trabalho por um de folga (6×1) no Brasil deve levar ao aumento da produtividade da economia do país. Em entrevista ao programa Bom dia, Ministro, do Canal Gov, ele defendeu a redução de jornada para os trabalhadores e deu exemplos de empresas que já adotaram novos regimes de trabalho.

    Segundo Boulos, um estudo da Fundação Getulio Vargas, em 2024, envolvendo 19 empresas que reduziram a jornada de trabalho apontou aumento de receita de 72% delas e de cumprimento de prazos em 44%. “Estão reduzindo mesmo sem a legislação”, destacou.

     

    “E por que aumenta a produtividade? Com seis dias de trabalho, um de descanso – e às vezes esse um, principalmente para as mulheres, é para fazer serviço de cuidado em casa – quando essa pessoa chega ao trabalho, ela já está cansada. Quando esse trabalhador ou trabalhadora está mais descansado, o resultado é que ele vai trabalhar melhor. Então, o que a gente sustenta é baseado em dados”, afirmou.

     

    O ministro contou ainda que a empresa Microsoft, no Japão, adotou a escala 4 por 3 e teve aumentou de 40% na produtividade individual do trabalhador. Boulos também deu exemplo de outros países.

    “A Islândia em 2023 reduziu para 35 horas [semanais], com jornada 4 por 3. Sabe o que aconteceu? A economia da Islândia cresceu 5% e a produtividade do trabalho aumentou 1,5%. Nos Estados Unidos, houve uma redução média de 35 minutos de trabalho por dia nos últimos três anos. Não foi uma lei, isso aconteceu pela própria dinâmica do mercado e aumentou em média 2% da produtividade”, disse.

    Segundo Boulos, a baixa produtividade da economia é um dos argumentos de quem é contra a mudança na escala de trabalho.

    “Se a produtividade é baixa e você não quer deixar um tempo para o trabalhador fazer um curso de qualificação, como é que vai aumentar a produtividade?”, questionou.

    “Aliás, uma parte importante de uma produtividade menor que a média no Brasil não é responsabilidade do trabalhador, é do setor privado que não investe em inovação e tecnologia. Quase todo o investimento em inovação, tecnologia e pesquisa no Brasil é do setor público. O setor privado brasileiro é um dos que menos investe, proporcionalmente aos países no mesmo patamar”, argumentou.

    A proposta defendida pelo governo é a redução das atuais 44 horas semanais de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salário, em um regime de, no máximo, cinco dias de trabalho por dois de folga (6×1). A medida deve incluir ainda um período de transição e compensações para micro e pequenas empresas.

    “Essa é a proposta que está sendo desenhada para todos os setores da economia no Brasil, por uma questão de dignidade dos trabalhadores”, disse Boulos, destacando que há um avanço na discussão com o Congresso para que o tema seja votado ainda neste semestre.

    Em fevereiro do ano passado, foi protocolada na Câmara dos Deputados a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 8/2025 que acaba com a escala 6×1. A PEC estabelece a jornada de trabalho de, no máximo, 36 horas semanais e 4 dias de trabalho por semana, mas há outras propostas no Congresso que tratam da redução de jornada.

    Juros

    O projeto sofre resistência de setores empresariais que também alegam que a medida levaria ao aumento dos custos operacionais das empresas com a contratação de mais trabalhadores. Para Boulos, há um super dimensionamento do custo da redução de escala de trabalho, mas que para os pequenos será discutido um modelo de adaptação.

    O ministro da Secretaria-Geral criticou os juros altos no Brasil e afirmou que isso pressiona mais o setor produtivo.

    “Muitas vezes, esses pequenos negócios estão endividados por essa taxa de juro escorchante [abusiva], de agiotagem, que a gente tem no Brasil”, afirmou.

    Uns dos instrumentos para controlar a inflação é a taxa básica de juros (a Selic), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

    Mesmo com o recuo dos preços, a Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Após chegar a 10,5% ao ano em maio de 2024, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024. A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de junho do ano passado, sendo mantida nesse nível desde então.

    “Já passou da hora de reduzir essa taxa de juros, porque 15% de juros nenhum trabalhador aguenta e nenhum empresário aguenta. Como é que você vai aumentar o investimento? Como é que você vai arrumar capital de giro com esse custo do dinheiro? Não tem o menor cabimento. Então, parte do problema que vai aliviar os pequenos, os médios e, nesse caso, até os grandes empresários do Brasil é a redução da taxa de juros escorchante e injustificável”, argumentou.

    A próxima reunião do Copom ocorre em 27 e 28 de janeiro. Em comunicado, na última reunião em dezembro, o colegiado não deu pistas de quando deve começar a cortar os juros. O BC informou que o cenário atual está marcado por grande incerteza, que exige cautela na política monetária, e que a estratégia da instituição é manter a Selic neste patamar por bastante tempo.

     

    Fim da escala 6×1 deve aumentar produtividade, diz Boulos

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  • Vini Jr. diz que não tem pressa para renovar com Real: ‘Quero seguir aqui’

    Vini Jr. diz que não tem pressa para renovar com Real: ‘Quero seguir aqui’

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Vinícius Júnior afirmou estar confiante quanto à renovação de contrato com o Real Madrid e disse não ter pressa para assinar um novo vínculo.

    “Quero ficar aqui por muito tempo. Falam muito da minha renovação, mas ainda tenho um ano de contrato. Estamos muito tranquilos em relação a isso. Confio muito no presidente, ele confia em mim. Temos uma relação muito boa. Na hora certa vamos acertar as coisas. Não tenho pressa”, disse o atacante à TNT Sports.

    Vinícius Júnior tem contrato com o clube espanhol até meados de 2027 e já foi alvo de especulações no mercado europeu. O Chelsea chegou a ser apontado como um dos interessados no jogador brasileiro.

    As vaias recentes da torcida no Santiago Bernabéu e o momento irregular do time levantaram dúvidas sobre a renovação, segundo a imprensa espanhola. O atacante afirmou não compreender totalmente as críticas, mas disse lidar com a situação de forma profissional. “Às vezes a gente fica sem entender, mas sabemos o tamanho do clube. Somos humanos, claro que ficamos chateados, mas a cada dois ou três dias temos uma nova chance de mostrar nosso trabalho”, afirmou.

    Na temporada, Vinícius soma sete gols e dez assistências em 30 partidas. Na terça-feira (20), foi decisivo na vitória sobre o Monaco pela Liga dos Campeões.

    O Real Madrid volta a campo no sábado, às 17h (horário de Brasília), contra o Villarreal, pelo Campeonato Espanhol. A equipe ocupa a vice-liderança, com 48 pontos, um a menos que o Barcelona.

    Após ser vaiado pela torcida no jogo contra o Levante, atacante brasileiro brilhou na goleada do Real Madrid sobre o Monaco, negou interferência em saída de técnico, disse que se sentiu desconfortável no Bernabéu e afirmou estar tranquilo sobre renovação de contrato

    Notícias ao Minuto | 06:40 – 21/01/2026

    Vini Jr. diz que não tem pressa para renovar com Real: ‘Quero seguir aqui’

  • Crise entre os Beckham: Das brigas ao rompimento de Brooklyn com a família

    Crise entre os Beckham: Das brigas ao rompimento de Brooklyn com a família

    Em longo desabafo nas redes sociais, o filho de David e Victoria Beckham diz que a “marca Beckham” sempre veio antes da família, relata conflitos envolvendo o casamento com Nicola Peltz e afirma não ter interesse em uma reconciliação

    Os Beckham são uma das famílias mais famosas do mundo. Quando David e Victoria se juntaram, causaram um alvoroço na mídia, e mais de 25 anos depois, a fama continua. Eles tiveram quatro filhos, construindo a marca Beckham e a reputação de família perfeita.

    Então, quando rumores de um desentendimento entre eles e o filho mais velho, Brooklyn, começaram a circular, causaram um frenesi na mídia. Tudo começou quando o primogênito se casou com Nicola Peltz em 2022 e a tensão atingiu o ápice quando publicou sua declaração reveladora em 19 de janeiro de 2026.

    Mas como a relação entre eles chegou a esse ponto? E será que a marca Beckham sobreviverá? Clique para ver uma cronologia da crise familiar e descobrir exatamente o que Brooklyn disse.

    Crise entre os Beckham: Das brigas ao rompimento de Brooklyn com a família

  • Gwyneth Paltrow fala de cenas íntimas com Timothée Chalamet: "estranho"

    Gwyneth Paltrow fala de cenas íntimas com Timothée Chalamet: "estranho"

    A atriz contou que a diferença de idade tornou as cenas íntimas com Timothée Chalamet inicialmente estranhas, mas afirmou que a experiência foi tranquila. Ela também revelou o desconforto do filho ao assistir ao filme, que rendeu um Globo de Ouro ao ator.

    Gwyneth Paltrow comentou de forma aberta as cenas íntimas que gravou com Timothée Chalamet no filme Marty Supreme e admitiu que a diferença de mais de 20 anos entre os dois causou estranheza no início.

    A atriz falou sobre o tema durante uma sessão de perguntas e respostas realizada em 9 de janeiro, em Santa Monica, na Califórnia, após a exibição do longa. Ao lado de Demi Moore, Paltrow contou que Chalamet tinha cerca de 27 ou 28 anos na época das filmagens, enquanto ela estava na casa dos 50.

    “É estranho, claro. Pensei que, se fosse estranho para mim, seria ainda pior para ele”, disse. Segundo a atriz, no entanto, a experiência foi mais tranquila do que imaginava. “No fim, não foi tão estranho assim. Correu tudo bem.”

    Paltrow revelou ainda que ficou apreensiva por voltar a gravar cenas de sexo depois de um longo período sem esse tipo de trabalho. “Havia muitas cenas íntimas, e isso me deixou um pouco preocupada, mas foi tudo muito natural”, afirmou, em declarações citadas pela revista People. Ela também elogiou o colega de elenco, descrevendo-o como “brilhante, dedicado, tranquilo e confiante”.

    Quem não lidou tão bem com a situação foi Moses, filho mais novo da atriz, de 19 anos, fruto do casamento com Chris Martin, vocalista do Coldplay. “Coitado do meu filho. Quando ele foi à pré-estreia em Los Angeles, queria desaparecer”, brincou Paltrow, ao comentar o desconforto do jovem com as cenas do filme. Além de Moses, a atriz também é mãe de Apple, de 21 anos. Ela e Martin ficaram casados por mais de uma década e anunciaram a separação em 2014.

    Marty Supreme acompanha Timothée Chalamet no papel de Marty Mauser, um vendedor de sapatos obcecado em se tornar o melhor jogador de tênis de mesa do mundo, na Nova York dos anos 1950. O desempenho rendeu ao ator um Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme Musical ou Comédia, entregue em 11 de janeiro, em Los Angeles. Na cerimônia, Chalamet esteve acompanhado da namorada, Kylie Jenner.

    Gwyneth Paltrow fala de cenas íntimas com Timothée Chalamet: "estranho"

  • Trump diz em Davos ver economia em expansão, investimentos disparando e inflação derrotada

    Trump diz em Davos ver economia em expansão, investimentos disparando e inflação derrotada

    Em discurso no Fórum de Davos, presidente dos EUA exaltou desempenho da economia americana, defendeu suas políticas e fez críticas à Europa em meio a tensões comerciais e diplomáticas envolvendo a Groenlândia.

    O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou, nesta quarta-feira, 21, durante discurso no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, que a economia dos Estados Unidos está em expansão e que os investimentos no país estão disparando, enquanto a inflação, segundo ele, foi derrotada. A fala foi direcionada, nas palavras do próprio Trump, a “alguns amigos e alguns inimigos”.

    “Vocês verão um crescimento que nenhum país jamais viu. A estimativa de crescimento do quarto trimestre de 2025 dos EUA é de 5,4%”, disse Trump, ao afirmar que as pessoas “estão felizes” com seu governo e que a inflação subjacente ficou em 1,5% no quarto trimestre de 2025.

    Trump declarou ainda acreditar que suas políticas podem impulsionar “ainda mais” o crescimento econômico e afirmou que pretende elevar os padrões de vida no país.

    Europa

    No discurso, o presidente dos EUA disse também que “ama” a Europa e que quer ver os europeus “se dando bem”, mas avaliou que o continente não está no caminho certo.

    A declaração ocorre em meio a incertezas nas relações entre Washington e Bruxelas, após Trump ameaçar impor tarifas progressivas contra oito países europeus, em meio às investidas americanas para a aquisição da Groenlândia, território que pertence à Dinamarca.

    Segundo Trump, há locais da Europa que “já não são reconhecíveis”.

    Trump diz em Davos ver economia em expansão, investimentos disparando e inflação derrotada

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