Autor: REDAÇÃO

  • Flávio Bolsonaro sobre Jair: aparência continua abatida, e a voz está enfraquecida

    Flávio Bolsonaro sobre Jair: aparência continua abatida, e a voz está enfraquecida

    O relato foi feito aos jornalistas pelo seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que esteve no Hospital DF Star, em Brasília, neste sábado, 14.

    O ex-presidente Jair Bolsonaro voltou a apresentar um quadro de soluço, tem voz fraca e aparência abatida. O relato foi feito aos jornalistas pelo seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que esteve no Hospital DF Star, em Brasília, neste sábado, 14.

    “Ontem não estava com soluços, mas hoje já estava. A aparência continua abatida. E você sente que ele não está com a voz forte, a voz normal. Está enfraquecida”, contou Flávio. Ele Jair Bolsonaro não disse que estava se sentindo melhor, ele disse que estava ‘na mesma’”, acrescentou.

    O senador afirmou que vai aguardar a elaboração de um novo laudo médico para que os advogados do ex-presidente façam um novo pedido à justiça para cumprir prisão domiciliar.

    Flávio ressaltou que Bolsonaro não pode ficar sem acompanhamento médico e familiar, pois há riscos de sofrer desequilíbrios e acidentes em virtude dos efeitos colaterais da sua medicação.

    “Ele é muito bem tratado no Batalhão. O problema é que ele dorme sozinho e passa muito tempo do dia sozinho (…) e pode sofrer acidente. Se tiver demora para atendimento, pode resultar na morte dele, isso é um fato”, argumentou.

    Segundo relato de Flávio, os médicos reafirmaram que se o atendimento hospitalar inicial ao ex-presidente tivesse demorado mais uma ou duras horas, seu quadro poderia ter evoluído para uma infecção generalizada. “Isso reforça a importância de ele ter acompanhamento permanente”.

    Flávio Bolsonaro sobre Jair: aparência continua abatida, e a voz está enfraquecida

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  • Taiwan detecta 26 aeronaves militares chinesas nas imediações da ilha

    Taiwan detecta 26 aeronaves militares chinesas nas imediações da ilha

    A República de Taiwan detectou 26 aeronaves militares chinesas a operar nas imediações da ilha nas últimas 24 horas, das quais 16 cruzaram a linha média do Estreito de Taiwan, anunciou hoje o Ministério da Defesa Nacional de Taiwan.

    De acordo com o boletim diário divulgado pelo Ministério da Defesa Nacional da República da China, citado pela agência de notícias EFE, as incursões ocorreram entre 6h de sexta-feira (19h em Brasília de quinta-feira) e 6h de sábado (19h em Brasília de sexta-feira).

    Nesse período, também foi detectada a presença de sete navios de guerra chineses em águas próximas da ilha de Taiwan.

    Do total de aeronaves registradas, 16 cruzaram a linha média do Estreito de Taiwan, uma fronteira não oficial que durante décadas funcionou como uma linha de separação tácita entre os dois lados, e entraram em áreas ao norte, centro e sudoeste da Zona de Identificação de Defesa Aérea (ADIZ) de Taiwan.

    Diante desses movimentos, as Forças Armadas de Taiwan mobilizaram caças, navios da Marinha e sistemas de mísseis terrestres para acompanhar a situação e responder caso fosse necessário, informou o ministério.

    Este é o maior número de aeronaves chinesas detectadas por Taiwan desde 25 de fevereiro, quando o Ministério da Defesa da ilha informou sobre a presença de 30 aeronaves no que China descreveu na época como uma “patrulha conjunta de preparação para combate”.

    Entre o fim de fevereiro e o início de março, Taiwan registrou uma atividade aérea chinesa muito menor do que o habitual, com vários dias sem relatos de incursões.

    A China considera Taiwan uma de suas províncias, cuja soberania não reconhece, enquanto o governo taiwanês afirma que a ilha é um território autônomo com sistema político e militar próprios. Nos últimos anos, Pequim aumentou a pressão militar ao redor de Taiwan, enviando quase diariamente aviões e navios de guerra para as proximidades da ilha — uma estratégia que Taipé denuncia como parte de uma campanha de intimidação destinada a desgastar suas forças armadas e reforçar as reivindicações territoriais chinesas.

    Taiwan detecta 26 aeronaves militares chinesas nas imediações da ilha

  • Kimi Antonelli vence GP da China de Fórmula 1

    Kimi Antonelli vence GP da China de Fórmula 1

    Com 19 anos e 202 dias, Kimi Antonelli superou o companheiro de equipe, o britânico George Russell (Mercedes-AMG Petronas Formula One Team), por 5,515 segundos. O também britânico Lewis Hamilton (Scuderia Ferrari) terminou em terceiro, a 25,267 segundos, em uma corrida na qual o campeão Lando Norris (McLaren Formula 1 Team) e o ex-campeão Max Verstappen (Red Bull Racing) abandonaram por problemas mecânicos.

    Com esses resultados, George Russell mantém a liderança do campeonato, com 51 pontos, quatro a mais que Kimi Antonelli, que agora se torna o segundo piloto mais jovem da história a vencer um Grande Prêmio, ficando atrás apenas de Max Verstappen.

     
     
     

     

     

    Kimi Antonelli vence GP da China de Fórmula 1

  • Jorge Jesus elogia João Félix e fixa prazo para Cristiano Ronaldo

    Jorge Jesus elogia João Félix e fixa prazo para Cristiano Ronaldo

    Jorge Jesus mostrou-se muito satisfeito com a goleada aplicada pelo Al Nassr sobre o Al Khaleej por 5 a 0, em partida válida pela 26ª rodada da Saudi Pro League, elogiando especialmente João Félix, que marcou dois gols.

    “Hoje, João Félix alcançou números históricos que nunca havia atingido em seus clubes anteriores. Isso mostra um esforço individual incrível, além do forte trabalho em equipe dentro do clube”, começou dizendo Jorge Jesus, em entrevista coletiva após a partida.

    O treinador português destacou também a eficiência do Al Nassr, ao mesmo tempo em que lamentou que a pausa internacional interrompa o bom momento da equipe.

    “Criamos muitas oportunidades e chegamos ao gol adversário com um bom nível. Em um jogo difícil conseguimos marcar cinco gols depois de um grande trabalho. Infelizmente, teremos uma pausa internacional e estamos em uma fase de crescimento. Temos oito finais pela frente e esperamos coroar a temporada com o título de campeão. Já disse isso aos jogadores: cada jogo que resta é uma final”, afirmou.

    Jorge Jesus também aproveitou para enviar uma mensagem aos torcedores, pedindo apoio nesta reta final da temporada.

    “Minha mensagem aos torcedores: continuem apoiando e acreditando na equipe. Os torcedores presentes hoje nos fizeram sentir como se estivéssemos em casa. Esperamos que esse grande apoio continue no futuro”, disse.

    Quando CR7 volta?
    Atualmente em Madrid se recuperando de uma lesão muscular, Cristiano Ronaldo acompanhou à distância mais uma vitória do Al Nassr. Jorge Jesus afirmou esperar que o jogador retorne o quanto antes.

    “Não escolhemos quais são os jogos importantes. Cada partida exige que os jogadores deem tudo em campo. Hoje queríamos os três pontos e conseguimos. Temos vários jogadores que podem atuar sem problemas, mas todos são importantes e não podemos facilitar. Também pedimos aos jogadores que estão ausentes que retornem rapidamente”, explicou, antes de falar sobre a volta de CR7, que não joga desde 28 de fevereiro.

    “Como todos sabem, Cristiano Ronaldo está lesionado e Sadio Mané sentiu fadiga muscular, o que o impediu de jogar. Mas o lado positivo é que vamos recuperar Mané e Ronaldo após a pausa”, garantiu o treinador português de 71 anos.

    As contas do Al Nassr
    O Al Nassr voltará a disputar uma partida oficial apenas em 3 de abril, contra o Al Najma, já que a Copa do Rei da Arábia Saudita concentrará as atenções na próxima semana.

    Depois disso haverá uma pausa para os compromissos das seleções nacionais, o que significa três semanas sem jogos para a equipe comandada por Jorge Jesus.

    Mesmo assim, após 26 rodadas, o Al Nassr lidera o campeonato com 67 pontos, três a mais que o Al Hilal, que tem 64. O Al Ahli completa o pódio com 62 pontos.

    Veja os resultados da 26.ª rodada da Liga da Arábia Saudita: 

    Quinta-feira, 12 de março

    • Al-Hazm-Al-Khoolood, 2-1
    • Al-Najma-Damac FC, 1-3
    • Neom SC-Al-Taawoun, 2-2

    Sexta-feira, 13 de março

    • Al-Qadisiyah-Al-Ahli Jeddah, 3-2
    • Al-Fayha-Al-Ettifaq, 1-0
    • Al-Riyadh-Al-Ittihad Jeddah, 3-1

    Sábado, 14 de março

    • Al-Khaleej-Al-Nassr, 0-5
    • Al-Fateh-Al-Hilal, 0-1
    • Al-Shabab-Al-Akhdoud, 2-0

    Jorge Jesus elogia João Félix e fixa prazo para Cristiano Ronaldo

  • É Hoje! Relembre os momentos mais marcantes do Oscar nos últimos anos

    É Hoje! Relembre os momentos mais marcantes do Oscar nos últimos anos

    Você estava assistindo ao vivo quando tudo aconteceu?

    A edição de 2026 do Oscar ocorre neste domingo, 15 de março, no tradicional Teatro Dolby, em Los Angeles. 

    Esta será a 98ª edição do Oscar, que reúne alguns dos principais nomes da indústria cinematográfica em uma das noites mais aguardadas de Hollywood. No Brasil, o evento poderá ser acompanhado a partir das 20h (horário de Brasília).

    A cerimônia anual do Oscar é definitivamente o evento mais glamouroso de Hollywood. Às vezes, no entanto, as coisas ficam desagradáveis, como em 2022, quando Will Smith deu um tapa em Chris Rock no palco. Mas o evento chamativo geralmente é polido e repleto de momentos divertidos e leves, bem como marcos inovadores em diversidade e inclusão.

    O evento, no entanto, geralmente é polido e repleto de momentos divertidos e alegres. A 95ª edição, em 2023, será sempre lembrada por sua mistura de discursos emocionais, conquistas históricas e estranhas surpresas. Quanto ao 96º Oscar, marcou um retorno a um tapete vermelho mais formal e glamouroso, com muitas estrelas optando por uma elegância clássica de Hollywood. Também abraçou a diversidade e a inclusão tanto nas indicações quanto na produção geral. Já o ano de 2025, 97ª edição, foi marcado pela conquista inédita do Oscar de Melhor Filme Internacional para o Brasil com ‘Ainda Estou Aqui’, estrelado por Fernanda Torres.

    Antes da 98ª edição do Oscar, convidamos você a relembrar os momentos mais memoráveis do Oscar nos últimos 21 anos. Junte-se a nós para uma viagem pelo túnel do tempo e clique nessas noites inesquecíveis de Hollywood!

    É Hoje! Relembre os momentos mais marcantes do Oscar nos últimos anos

  • Ataques de Israel matam 10 adultos e quatro crianças no Líbano

    Ataques de Israel matam 10 adultos e quatro crianças no Líbano

    Pelo menos 14 pessoas, entre as quais quatro menores, morreram numa série de ataques israelenses contra várias localidades do Líbano, informou hoje a Agência Nacional de Notícias libanesa (NNA), citando as autoridades de saúde.

    Sete pessoas morreram em um ataque de Israel contra um bairro da cidade de Nabatieh, no sul do Líbano, incluindo quatro crianças, de acordo com dados do Centro de Operações de Emergência do Ministério da Saúde.

    O ataque também deixou cinco feridos, informou a Agência Nacional de Notícias do Líbano (NNA), citada pela agência espanhola EFE.

    Posteriormente, quatro pessoas morreram e duas ficaram feridas em um ataque na cidade de Sidon, enquanto outras três perderam a vida em um bombardeio contra a localidade de Al Qatrani, também no sul do país.

    O grupo xiita libanês Hezbollah arrastou o Líbano para a guerra no Oriente Médio em 2 de março, quando lançou mísseis contra Israel para vingar Ali Khamenei, líder iraniano morto no primeiro dia da ofensiva israelo-americana contra Teerã.

    Desde então, os bombardeios de Israel contra o Líbano causaram pelo menos 826 mortes e mais de 800 mil deslocados, segundo um balanço divulgado no sábado pelas autoridades libanesas.

    Aeronaves israelenses lançaram na sexta-feira panfletos em diferentes bairros de Beirute pedindo o desarmamento do grupo xiita, que paralelamente tem realizado ataques diários de alcance limitado contra o norte de Israel.

    Nos folhetos — uma manobra relativamente comum para ameaçar a população das zonas de fronteira, mas sem precedentes recentes na capital — Israel acusou o Hezbollah de agir como um escudo do Irã.

    Israel também pediu aos libaneses que exijam estabilidade para o Líbano.

    O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, visitou Beirute na sexta-feira e no sábado em solidariedade ao povo libanês, que, segundo ele, foi arrastado para a guerra sem desejar, em referência à intervenção do Hezbollah contra Israel.

    “Minha mensagem às partes em conflito é clara: parem os confrontos, parem os bombardeios. Não há solução militar. Apenas diplomacia, diálogo e a aplicação integral da Carta das Nações Unidas e das resoluções do Conselho de Segurança”, afirmou em Beirute.

    O atual conflito no Líbano, embora tenha antecedentes, faz parte da guerra em curso no Oriente Médio desencadeada pela ofensiva que os Estados Unidos e Israel lançaram contra o Irã em 28 de fevereiro.

    Teerã respondeu com ataques contra países da região, sobretudo contra bases norte-americanas, além de bombardeios em Israel.

    O Líbano é o segundo país com mais mortes nessa guerra, depois do Irã, onde mais de 1.200 pessoas morreram, segundo um balanço que ainda não foi atualizado pelas autoridades iranianas.

    Ataques de Israel matam 10 adultos e quatro crianças no Líbano

  • Apoio ao fim da escala 6×1 cresce e chega a 71% dos brasileiros, aponta Datafolha

    Apoio ao fim da escala 6×1 cresce e chega a 71% dos brasileiros, aponta Datafolha

    Para 71% dos entrevistados, o número máximo de dias de trabalho semanais no Brasil deveria ser reduzido, enquanto 27% acreditam que não deveria; 3% não opinaram. As perguntas foram feitas de 3 a 5 de março.

    MAELI PRADO
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A maior parte dos brasileiros é favorável ao fim da escala 6×1, proposta atualmente em debate no Congresso Nacional, e essa percepção avançou em relação ao levantamento realizado no final de 2024, mostra pesquisa Datafolha.

    Para 71% dos entrevistados, o número máximo de dias de trabalho semanais no Brasil deveria ser reduzido, enquanto 27% acreditam que não deveria; 3% não opinaram. As perguntas foram feitas de 3 a 5 de março.

    O levantamento indica que o apoio cresceu em comparação ao registrado em pesquisa feita pelo instituto entre 12 e 13 de dezembro do ano retrasado, quando 64% se manifestaram a favor da medida, e 33% se posicionaram contra.

    O Datafolha entrevistou 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em 137 municípios pelo Brasil. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.

    O governo do presidente Lula (PT) já sinalizou que, apesar de o nome da proposta em debate –fim da escala 6×1– evocar os dias de trabalho, a prioridade é a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, como disse Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego, à Folha.

    “A lei tem que estabelecer a redução de jornada sem redução de salário, e a grade, com dois dias de descanso na semana, deve ser definida pelas negociações”, disse o ministro.

    O posicionamento é uma flexibilização em relação à PEC (proposta de emenda à Constituição) da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que propõe reduzir a jornada de 44 para 36 horas semanais.

    Ao analisar o perfil dos entrevistados, a pesquisa também mostra que os brasileiros economicamente ativos se dividem entre quem trabalha até cinco dias na semana (53%) e quem faz seis ou sete dias semanais (47%).

    Apesar de o segundo grupo se encaixar entre os beneficiários do fim da escala 6×1, ele é menos favorável à medida: 68% dos que trabalham seis dias ou mais apoiam a medida, enquanto 76% daqueles que trabalham até cinco dias são favoráveis à redução.

    Um dos fatores que ajudam a explicar essa diferença é a maior proporção de autônomos e empresários no grupo de pessoas que dizem fazer uma jornada semanal maior. Para eles, trabalhar mais tempo pode significar renda maior.

    Já entre os que trabalham até cinco dias por semana, há uma participação maior de funcionários públicos, cuja duração da jornada não costuma influenciar a renda.

    Da amostra entrevistada pelo Datafolha, 66% trabalham até 8 horas por dia, 28% mais de 8 horas a 12 horas e 5% mais de 12 horas; 1% não soube responder.

    IMPACTOS NA ECONOMIA

    Quando a pergunta é sobre o impacto para as empresas, as opiniões se dividem: 39% acreditam que os efeitos serão positivos, e outros 39% que serão negativos. No levantamento anterior, feito em dezembro de 2024, um percentual maior (42%) apontava para efeitos negativos para as empresas.

    A redução de jornada também divide especialistas em relação aos impactos na economia brasileira, como a Folha mostrou.

    Enquanto estudos setoriais apontam elevação de custos para as empresas, eliminação de vagas formais e redução do PIB (Produto Interno Bruto), outras análises mostram que não haverá desemprego significativo, que a elevação das despesas ocorre uma única vez e que a alta poderá ser diluída se houver planejamento.

    Quanto aos impactos esperados para os trabalhadores, o Datafolha mostra que 76% acreditam que a redução da jornada será ótima ou boa para a qualidade de vida. Entre aqueles que trabalham até cinco dias por semana, esse índice é de 81%, ante 77% entre os que trabalham seis ou sete dias.

    Quando a pergunta é sobre as consequências para a economia brasileira como um todo, 50% acreditam que o fim da escala terá um efeito ótimo ou bom, enquanto 24% preveem um impacto ruim ou péssimo.

    Outra pergunta feita na pesquisa foi sobre os efeitos pessoais que o fim da escala 6×1 traria. Nesse caso, 68% avaliaram que a mudança será ótima ou boa para si.

    Entre os que trabalham seis ou sete dias por semana, 65% acreditam que os efeitos pessoais serão positivos, um percentual menor do que o registrado entre aqueles que possuem jornada de até cinco dias (74%).

    No que diz respeito à rotina pessoal de trabalho, o maior grupo é o que afirma que tem tempo suficiente para lazer e descanso (49%). O percentual daqueles que apontam que o tempo é insuficiente para se divertir e descansar é de 43%, enquanto 8% dos entrevistados dizem ter tempo mais do que o suficiente para descanso e lazer.
    Ainda nesse contexto, a maioria (59%) dos que dizem trabalhar seis ou sete dias na semana avalia que seu tempo para lazer é insuficiente, o dobro daqueles que trabalham em jornadas de até cinco dias (29%).

    POLÍTICA

    A pesquisa do Datafolha revela também que o nível de apoio à redução da jornada varia de acordo com preferências políticas.
    Entre aqueles que votaram em Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições de 2022, 55% são a favor do fim da escala 6×1, e 43% são contra, enquanto 2% afirmaram não saber. No grupo que votou em Lula, 82% são favoráveis, e 16% contrários –3% disseram não saber. Nos dois casos, a margem de erro é de quatro pontos percentuais.

    A percepção das consequências para a economia brasileira também é influenciada pelo fator político: entre os que votaram em Lula, 63% veem efeitos positivos para a economia; entre os eleitores de Bolsonaro, o índice cai para 37%.

    RELIGIÃO

    Já em relação à religião, o percentual de apoio ao fim da escala 6×1 é de 69% entre católicos (margem de erro de três pontos percentuais) e de 67% entre os evangélicos (margem de erro de quatro pontos percentuais).

    Aqueles que frequentam mais a igreja –mais de uma vez por semana– apoiam menos a redução da jornada (63% são a favor) do que aqueles que frequentam uma vez por ano (81% favoráveis).

    IDADE

    Sob a ótica geracional, o apoio ao fim da escala 6×1 é maior entre os mais jovens, com 83% dos entrevistados entre 16 a 24 anos apoiando a ideia. O percentual cai para 75% entre os entrevistados entre 35 a 44 anos e vai a 55% no grupo de 60 anos ou mais. Em todos os casos, a margem de erro é de cinco pontos percentuais.

    GÊNERO

    No recorte por gênero, o Datafolha aponta que as mulheres apoiam mais o fim da escala 6×1 do que os homens: 77% das entrevistadas se posicionam a favor, enquanto na parcela masculina o percentual é de 64%. A margem de erro é de três pontos percentuais.

    Apoio ao fim da escala 6×1 cresce e chega a 71% dos brasileiros, aponta Datafolha

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Zelensky acusa europeus de chantagem com oleoduto russo para a Hungria

    Zelensky acusa europeus de chantagem com oleoduto russo para a Hungria

    O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, acusou os aliados europeus de chantagem por pressionarem Kiev a reparar o oleoduto Druzhba, que transporta petróleo russo, numa disputa que envolve a Hungria.

    Estão me forçando a restabelecer o Druzhba”, declarou o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy, a um grupo de jornalistas no sábado (14), com embargo até hoje.

    Zelensky afirmou que o reparo do oleoduto Oleoduto Druzhba está sendo condicionado a um empréstimo de 90 bilhões de dólares, bloqueado pela Hungria, destinado à compra de armas para a Ucrânia.

    “Disse aos nossos amigos na Europa que isso se chama chantagem”, afirmou o líder ucraniano diante de um grupo de jornalistas, incluindo profissionais da agência de notícias francesa Agence France-Presse.

    A Ucrânia declarou, no entanto, estar disposta a trabalhar com qualquer líder húngaro que “não seja um aliado” de Vladimir Putin, a poucas semanas das eleições legislativas na Hungria, que podem resultar em uma mudança de governo.

    “Trabalharemos com qualquer líder na Hungria (…), desde que essa pessoa não seja um aliado de Putin”, afirmou o presidente ucraniano.

    Zelensky acusou ainda o atual governo ultranacionalista de Viktor Orbán de “difundir um sentimento anti-ucraniano” e de utilizar consultores de comunicação russos na campanha eleitoral.

    Ele também afirmou que a Ucrânia não quer perder o apoio dos Estados Unidos por causa da crise no Oriente Médio, onde os Estados Unidos e Israel estão em guerra contra o Irã desde 28 de fevereiro.

    “Demonstramos nossa vontade de ajudar os Estados Unidos e seus aliados no Oriente Médio”, oferecendo a experiência ucraniana no uso de drones, disse.

    “Esperamos muito que, por causa do Oriente Médio, os Estados Unidos não se afastem da questão da guerra na Ucrânia”, afirmou Zelensky, cujo país enfrenta uma invasão da Rússia desde fevereiro de 2022.

    Para combater as tropas russas, a Ucrânia tem contado com apoio financeiro e militar de aliados ocidentais, principalmente da União Europeia, do Reino Unido e dos Estados Unidos.

    A relação com a administração do presidente Donald Trump, no poder desde fevereiro de 2025, tem tido altos e baixos, sobretudo devido à proximidade do líder norte-americano com Putin.

    Os aliados de Kyiv impuseram sanções econômicas a Moscou, mas Trump autorizou temporariamente, na semana passada, a venda de petróleo russo já carregado em petroleiros, o que provocou duras críticas da Ucrânia e de países europeus.

    Zelensky também anunciou que a Ucrânia receberá ainda este ano da França um novo sistema de defesa aérea SAMP/T, que será testado contra mísseis balísticos russos como alternativa ao sistema norte-americano MIM-104 Patriot.

    Segundo o presidente ucraniano, esse foi o “tema mais importante” das discussões mantidas com Emmanuel Macron na última sexta-feira, em Paris.

    Zelensky acusa europeus de chantagem com oleoduto russo para a Hungria

  • YouTube: Receita de anúncios supera Disney, Paramount e Warner Bros

    YouTube: Receita de anúncios supera Disney, Paramount e Warner Bros

    A receita proveniente de publicidade do YouTube superou o montante (combinado) da Disney, NBC, Paramount e Warner Bros. Discovery, colocando a plataforma de vídeos ao lado de gigantes do entretenimento.

    A receita obtida pelo YouTube com anúncios publicitários em 2025 teria superado o valor combinado de empresas como Disney, NBCUniversal, Paramount Global e Warner Bros. Discovery.

    A informação foi divulgada pela empresa de análise de mercado MoffettNathanson ao site The Hollywood Reporter, indicando que os anúncios exibidos no YouTube geraram 40,4 bilhões de dólares (cerca de 35,29 bilhões de euros) apenas no ano passado.

    Os dados mostram que o YouTube se consolida cada vez mais como um gigante do entretenimento, difícil de ignorar, o que explica por que muitos analistas já consideram a plataforma de vídeos uma rival direta de serviços de streaming como a Netflix, que registrou 45,2 bilhões de dólares (39,49 bilhões de euros) em receita total em 2025.

    Apesar de, em 2024, o YouTube ter gerado “apenas” 36,1 bilhões de dólares (31,56 bilhões de euros) em receita publicitária — ficando abaixo dos 41,8 bilhões de dólares (36,54 bilhões de euros) obtidos por Disney, NBC, Paramount e Warner Bros. Discovery —, tudo indica que a situação se inverteu em 2025.

    Ainda assim, o YouTube está longe de ser a empresa que mais fatura com publicidade. A Meta Platforms lidera com folga, tendo alcançado 196,2 bilhões de dólares (171,45 bilhões de euros) em receita proveniente de anúncios.

    YouTube: Receita de anúncios supera Disney, Paramount e Warner Bros

  • Após dinâmica, Ana Paula, Jonas e Leandro estão no Paredão do BBB 26

    Após dinâmica, Ana Paula, Jonas e Leandro estão no Paredão do BBB 26

    Após dinâmica, Ana Paula, Jonas e Leandro estão no Paredão do BBB 26

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Leandro Boneco, Jonas e Ana Paula foram os indicados ao 9º Paredão do BBB 26 após a dinâmica “Pedra, Papel ou Tesoura”, realizada na noite deste sábado (14).

    Atividade conduzida ao vivo por Tadeu Schmidt dividiu a casa em três grupos de quatro pessoas. O Líder Alberto Cowboy não participou da disputa, que utilizou a lógica do jogo infantil para definir os emparedados da noite.

    Veja como ficaram os grupos:

    – Tesoura: Solange Couto, Chaiany, Leandro Boneco e Breno
    – Papel: Juliano, Milena, Ana Paula e Samira
    – Pedra: Gabriela, Marciele, Jordana e Jonas.

    Seguindo as regras da dinâmica, o grupo Pedra teria que indicar alguém da Tesoura, o grupo Papel escolheria alguém da Pedra, e o grupo Tesoura votaria em alguém do Papel. Dessa forma, o Grupo Pedra indicou Leandro Boneco; o Grupo Papel escolheu Jonas; e o Grupo Tesoura emparedou Ana Paula.

    Apesar do susto, o trio ainda tem chances de escapar da berlinda. Amanhã, a “Máquina do Poder” entrará em ação, permitindo que um participante compre uma caixa para salvar um dos emparedados.

    Além disso, outro participante ainda poderá se salvar no “Bate e Volta”. Um dos dois remanescentes terá a chance de disputar a prova para tentar se livrar definitivamente do Paredão.

    Após dinâmica, Ana Paula, Jonas e Leandro estão no Paredão do BBB 26