Autor: REDAÇÃO

  • Adele fará sua estreia como atriz no novo filme de Tom Ford, 'Cry to Heaven'

    Adele fará sua estreia como atriz no novo filme de Tom Ford, 'Cry to Heaven'

    Nicholas Hoult, Aaron Taylor-Johnson, Ciarán Hinds, George MacKay, Mark Strong, Colin Firth e Paul Bettany também estarão no filme

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A cantora britânica Adele fará sua estreia como atriz em “Cry to Heaven”, o novo filme de Tom Ford. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (12) pelo site Deadline.

    “Cry to Heaven” é uma adaptação do romance de mesmo nome, escrito por Anne Rice e publicado em 1982. O estilista e cineasta americano será responsável pela direção, produção e roteiro do filme.

    Além da cantora, multi-vencedora de prêmios Grammy, o elenco conta com nomes como Nicholas Hoult, Aaron Taylor-Johnson, Ciarán Hinds, George MacKay, Mark Strong, Colin Firth e Paul Bettany, entre outros.

    A história é ambientada na Itália do século 18. O enredo acompanha dois homens -um nobre veneziano e um cantor de ópera castrado- cujas vidas acabam se entrelaçando.

    As filmagens estão previstas para começar em janeiro, em Londres e Roma, e o lançamento do filme deve acontecer ainda no ano que vem. O Deadline informa que Tom Ford é quem está financiando o projeto, de maneira independente.

    Estilista que atuou como diretor criativo na Gucci e na Yves Saint Laurent, além de ter sua marca homônima, Ford já dirigiu filmes como “Direito de Amar”, de 2009, e “Animais Noturnos”, de 2016. As duas obras renderam indicações ao Oscar.

    Adele também já venceu uma estatueta na premiação mais importante do cinema americano -com “Skyfall”, na categoria de melhor canção original. Ela está temporariamente afastada da música de fazer uma residência em Las Vegas, nos Estados Unidos, no ano passado.

    Adele fará sua estreia como atriz no novo filme de Tom Ford, 'Cry to Heaven'

  • Allison Mack diz que colega de 'Smallville' a apresentou ao culto NXIVM

    Allison Mack diz que colega de 'Smallville' a apresentou ao culto NXIVM

    Allison Mack foi condenada a três anos de cadeia por aliciar mulheres a se juntarem à NXIVM, de Keith Raniere

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Allison Mack, 43, contou que foi apresentada à seita NXIVM por sua colega de elenco em Smallville, Kristin Kreuk, 42.

    Mack contou sobre a forma como Kreuk apresentou o grupo. “Ela só conseguia falar sobre isso. Ela estava super empolgada”, disse ao podcast Uncover.

    Ela afirmou que recebeu um convite de Kreuk para participar de um retiro na seita. “‘Eles estão fazendo um fim de semana e eu acho que você deveria participar. Acho que você ia realmente gostar’. E eu disse: ‘Ok, se você acha que eu deveria fazer isso e que eu iria gostar, eu farei’”.

    Notícias ao Minuto [Kristin Kreuk foi uma das protagonistas da série ‘Smallville’]© Getty Images  

    A atriz relatou como Kristin descreveu suas experiências na seita como “uma organização de autoajuda”. “É a ciência da alegria. É a coisa mais incrível. Melhorou tudo na minha vida. Você tem que fazer isso”.

    Kristin Kreuk ainda não se pronunciou sobre os relatos da artista no podcast. Em 2018, a atriz já havia negado qualquer envolvimento com a NXIVM: “As acusações de que eu estava no ‘círculo interno’ ou recrutei mulheres como ‘escravas sexuais’ são claramente falsas. Durante meu tempo lá, nunca experimentei qualquer atividade ilegal ou nefasta”.

    Allison Mack diz que colega de 'Smallville' a apresentou ao culto NXIVM

  • Gonet vira alvo de aliados de Bolsonaro no Senado por trama golpista, anistia e endosso a Moraes

    Gonet vira alvo de aliados de Bolsonaro no Senado por trama golpista, anistia e endosso a Moraes

    Flávio diz que PGR ‘aceitou passivamente o Ministério Público Federal ser esculhambado’; Gonet mostra mensagem de apoio de associação dos procuradores para demonstrar força interna

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O procurador-geral da República, Paulo Gonet, foi alvejado com críticas de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em sabatina na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) nesta quarta-feira (12).

    O procedimento é parte do processo de recondução de Gonet como chefe do Ministério Público. O colegiado decide em votação se recomenda a aprovação ou não do indicado ao plenário, que toma a decisão final.

    Os primeiros senadores a questionarem Gonet foram os senadores Jorge Seif (PL-SC) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente.

    Seif usou o seu tempo para criticar a situação de Bolsonaro na prisão domiciliar, sem poder usar redes sociais ou receber visitas sem autorização judicial.

    “Bandido pode dar entrevista em cadeia, mas Bolsonaro não pode nem falar com os filhos. São coisas que a gente não entende no Estado democrático de Direito”, disse Seif.

    O senador também questionou as decisões do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes com base nas manifestações de Gonet.
    “Há alto grau de convergência entre as manifestações da PGR e as decisões do ministro Alexandre de Moraes. Quais mecanismos internos asseguram a independência da PGR e evitam a influência indevida do Supremo Tribunal Federal?”, questionou.

    Ele falou, ainda, sobre uma manifestação contrária que Gonet deu em um processo à anistia a acusados de participar de uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

    Já o filho do ex-presidente disse que queria lamentar a recondução de Gonet. “O senhor aceitou passivamente o Ministério Público Federal ser esculhambado”, disse Flávio, que também disse que o PGR parece “cumprir ordens” de Moraes.

    “O senhor deveria instruir o processo, mas nem isso está fazendo mais. Digo isso com tristeza no coração. Os membros do Ministério Público Federal devem ter vergonha do senhor hoje. Muita vergonha”, criticou.

    “Eu falei para vossa excelência no meu gabinete, por ocasião da outra sabatina, que Deus estava lhe dando a oportunidade de desfazer todas as injustiças que o senhor fez quando estava no TSE [Tribunal Superior Eleitoral] representando o MPF”, afirmou.

    Gonet, quando era vice-procurador-geral eleitoral, defendeu a condenação que deixou Bolsonaro inelegível.

    “O senhor fez o contrário. O senhor perseguiu e fez o jogo sujo de uma pessoa que para mim é doente [Moraes].”

    Outros senadores, como Esperidião Amin (PP-SC) e Magno Malta (PL-ES), também fizeram críticas similares.

    Ao responder, Gonet afirmou que todas as informações que tramitam na PGR são tratadas de forma técnica, e não de forma política, e que tem respeito e sobriedade com todos os envolvidos em ações criminais.

    Também afirmou que, em casos relacionados a Bolsonaro, chegou a pedir arquivamento, como no inquérito sobre suspeitas de fraudes em cartões de vacinação.

    Disse ainda ver uma polêmica “do ponto de vista jurídico” sobre eventual anistia a crimes contra o Estado.

    Para mostrar que tem apoio dos integrantes do Ministério Público, Gonet também apresentou uma mensagem do presidente da ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República), José Schettino, que o defendia.

    Também disse que recebe todos os senadores que solicitam audiência com ele. “Ouço e, na medida em que percebo um desabafo, ouço com empatia. Gostaria de dizer que, com relação às atuações do Ministério Público no âmbito penal, assim como no âmbito cível, são feitas com base e com fundamentação jurídica”, afirmou.

    O alinhamento de Gonet à maioria do Supremo no processo da trama golpista já era esperado tanto no Judiciário como na política. Ele foi indicado pelo presidente Lula à PGR em 2023 com apoio de Moraes e do também ministro do STF Gilmar Mendes.

    O procurador foi selecionado por Lula em 2023 por fora da lista tríplice escolhida pela ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República), assim como havia ocorrido com seu antecessor, Augusto Aras, indicado em duas ocasiões por Bolsonaro.

    Gonet foi vice-procurador-geral eleitoral durante a gestão Aras, mas não é visto como um nome alinhado ao ex-PGR dentro do Ministério Público e é mais aceito internamente do que o seu antecessor.

    Ao iniciar sua fala nesta quarta, ele prometeu não interferir em outros Poderes, defendeu a atuação no caso da trama golpista e disse que não criminaliza a política. Segundo ele, a conduta da PGR (Procuradoria-Geral da República) seguiu a metodologia do “direito civilizado”.

    Gonet vira alvo de aliados de Bolsonaro no Senado por trama golpista, anistia e endosso a Moraes

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  • Léo Salles vence o MasterChef Confeitaria 2025 e conquista jurados e web com técnica

    Léo Salles vence o MasterChef Confeitaria 2025 e conquista jurados e web com técnica

    Confeiteiro apresentou três sobremesas na decisão e foi coroado após temporada marcada por elogios; ‘Eu cozinhei com o coração em cada prova’, disse, emocionado, após o anúncio da vitória

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O MasterChef Confeitaria 2025 chegou ao fim consagrando Léo Salles como o grande campeão da temporada. A final, exibida na noite de terça-feira (11), foi marcada por emoção, técnica e muita doçura – confirmando o favoritismo do participante, apontado pelo público como “vencedor desde o início”.

    Com três sobremesas apresentadas na grande decisão, Léo impressionou os jurados pela precisão e pela originalidade das criações. O desafio final pedia equilíbrio entre sabor, estética e técnica -e o confeiteiro entregou tudo isso com maestria. “Eu cozinhei com o coração em cada prova. A confeitaria é a minha vida, e esse troféu é o resultado de tudo que vivi aqui”, disse, emocionado, após o anúncio da vitória.

    Os jurados Diego Lozano, Erick Jacquin e Helena Rizzo elogiaram a consistência do participante ao longo da temporada e destacaram o domínio técnico de suas receitas. “Ele teve uma evolução constante, sempre ousando sem perder o refinamento”, comentou Jacquin. Na primeira etapa da final, o trio contou ainda com a participação especial do chef Antônio Bachour, eleito duas vezes o melhor confeiteiro do mundo, que ajudou na avaliação dos pratos.

    Durante a temporada, Léo se destacou por combinações inusitadas e arriscadas -uma delas, inclusive, dividiu opiniões nas redes sociais. O público, porém, abraçou o confeiteiro, que se tornou um dos nomes mais comentados da edição. “Ele mereceu demais, entregou arte e emoção em cada doce”, escreveu uma internauta.

    A disputa final também reuniu ex-participantes e familiares dos finalistas, que acompanharam a decisão do mezanino. Entre lágrimas e aplausos, Léo foi coroado campeão em uma das finais mais celebradas da história do MasterChef Confeitaria.

    MENU QUE GARANTIU O PRÊMIO

    No primeiro passo, Leo revisitou a tradição do arroz doce em uma versão com raspas de laranja, brioche ao rum e sorbet de especiarias.

    O segundo passo trouxe um tartar de vieiras com sorbet de pera, acompanhado de crocante de gengibre e bolo de gergelim preto, em equilíbrio entre doçura, acidez e leveza.

    Para encerrar, o terceiro passo é um entremet à base de cumaru e cupuaçu, montado sobre um biscoito génoise de cacau, que valoriza ingredientes da Amazônia.

    Léo Salles vence o MasterChef Confeitaria 2025 e conquista jurados e web com técnica

  • Produção de motos cresce 21,8% em outubro e setor tem melhor desempenho do ano, diz Abraciclo

    Produção de motos cresce 21,8% em outubro e setor tem melhor desempenho do ano, diz Abraciclo

    Segundo a Abraciclo, que representa 97% do mercado, outubro foi o melhor mês do ano; 2025 caminha para ser 3º melhor ano na história do setor

    A produção de motos teve crescimento de 21,8% em outubro, na comparação com igual período de 2024, chegando a 188.220 unidades, conforme balanço da Abraciclo, a entidade que representa as fábricas de motocicletas do polo industrial de Manaus (AM). Foi o melhor desempenho mensal da produção de motos neste ano.

    Na comparação com setembro, houve crescimento de 11,6%, também segundo a Abraciclo.

    Desde o início do ano, já foram produzidas 1,684 milhão de motos, o que também corresponde ao melhor resultado em 14 anos e a um crescimento de 14% em relação ao volume dos dez primeiros meses de 2024.

    O desempenho reflete a expansão dos serviços de entrega (delivery), além da demanda por veículos mais baratos e econômicos tanto na manutenção quanto no consumo de combustível.

    Vendas

    As vendas em outubro somaram 209.790 unidades, segundo a Abraciclo, uma alta de 25,8% na comparação com o mesmo mês de 2024. A alta foi de 1,9% em relação a setembro.

    Entre janeiro e outubro foram comercializadas 1,8 milhão de motocicletas no País, um volume 15,6% maior do que o registrado em 2024.

    Produção de motos cresce 21,8% em outubro e setor tem melhor desempenho do ano, diz Abraciclo

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  • Emails de Epstein sugerem que Trump sabia de abusos sexuais

    Emails de Epstein sugerem que Trump sabia de abusos sexuais

    Republicano tinha ciência sobre esquema, segundo mensagens divulgadas por democratas; ele nega envolvimento; atual presidente também teria passado horas com uma das vítimas

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O financista Jeffrey Epstein, morto em 2019 após ser acusado de exploração e tráfico sexual, escreveu em emails que Donald Trump passou “horas em sua casa” com uma das vítimas e que o atual presidente “sabia sobre as meninas” envolvidas no esquema, segundo mensagens obtidas pelo Congresso dos Estados Unidos.

    As mensagens foram divulgadas por democratas do Comitê de Supervisão da Câmara e levantam dúvidas sobre a relação entre Trump e Epstein. O republicano sempre negou envolvimento nos crimes atribuídos ao financista.

    Segundo o jornal americano The New York Times, os emails foram enviados ao Congresso junto de outros documentos como parte da investigação sobre a rede sexual. As mensagens foram editadas para proteger a identidade das vítimas e não está claro se fazem parte de diálogos mais amplos.

    Os emails teriam sido trocados após o acordo judicial de 2008 que livrou Epstein de acusações federais, mais graves, em troca de uma confissão de culpa em nível estadual.

    “Quero que você perceba que aquele cachorro que não latiu é Trump. [A vítima] passou horas na minha casa com ele, e ele nunca foi mencionado”, escreveu Epstein numa mensagem de 2011 enviada à socialite Ghislaine Maxwell, que foi namorada do financista e condenada pela Justiça em cinco acusações por recrutar jovens e ajudar o investidor a abusar delas.

    Em outro email, de 2019, Epstein escreveu ao escritor Michael Wolff que Trump “sabia sobre as meninas, pois pediu a Ghislaine que parasse [o esquema]”, ainda de acordo com as mensagens divulgadas.

    “Esses emails e correspondências recentes levantam questões gritantes sobre o que mais a Casa Branca está escondendo e sobre a natureza da relação entre Epstein e o presidente”, escreveu o deputado democrata Robert Garcia, da Califórnia, em comunicado após a divulgação das mensagens.

    Trump nega qualquer envolvimento e diz que o caso é “mais uma farsa dos democratas”. Ele reconhece ter sido próximo de Epstein nos anos 1990 e início dos 2000, mas afirma que rompeu a amizade após uma disputa por um imóvel em Palm Beach, na Flórida.

    Emails de Epstein sugerem que Trump sabia de abusos sexuais

  • Trump pressiona presidente de Israel por perdão a Netanyahu em caso de corrupção

    Trump pressiona presidente de Israel por perdão a Netanyahu em caso de corrupção

    Premiê israelense é acusado de suborno, fraude e quebra de confiança desde 2019; ele afirma ser inocente; presidente americano escreve em carta que processo contra aliado é ‘perseguição política injustificada’

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente de Israel, Isaac Herzog, recebeu uma carta do seu homólogo dos Estados Unidos, Donald Trump, pedindo que considere conceder perdão ao primeiro-ministro Binyamin Netanyahu, informou o gabinete presidencial israelense nesta quarta-feira (12).

    Netanyahu enfrenta processos relacionados à corrupção, e Trump, um de seus aliados mais próximos, já havia solicitado o perdão outras vezes. O premiê israelense nega as acusações e se declara inocente.

    “Embora eu respeite plenamente a independência do sistema judiciário israelense e suas exigências, acredito que este caso contra Bibi [como o premiê israelense é conhecido], que lutou ao meu lado por tanto tempo, inclusive contra o Irã, é uma perseguição política injustificada”, escreveu Trump na carta divulgada pelo gabinete de Herzog.

    A Presidência israelense enfatizou, no entanto, que qualquer pedido de indulto deve ser formalizado conforme os procedimentos legais estabelecidos.

    Durante visita a Israel em outubro, Trump já havia defendido publicamente que Herzog concedesse o perdão a Netanyahu em um discurso no Parlamento, em Jerusalém. Na ocasião, o americano foi recebido com aplausos e elogiou o premiê por sua “grande coragem e patriotismo”

    Netanyahu foi indiciado em 2019 por acusações relacionadas a suborno, fraude e quebra de confiança -todas as quais ele nega. Ele descreveu o julgamento contra ele como uma “caça às bruxas orquestrada pela esquerda” com o “objetivo de derrubar um líder de direita democraticamente eleito”.

    O julgamento do premiê começou em maio de 2020 e tem sido adiado várias vezes desde então. Em um dos processos, ele e sua esposa, Sara Netanyahu, são acusados de ter recebido presentes de luxo, incluindo charutos, joias e champanhe, avaliados em mais de US$ 260 mil (cerca de R$ 1,4 milhão) de empresários bilionários em troca de favores políticos.

    Em outros dois casos, o primeiro-ministro responde por supostas tentativas de obter cobertura jornalística favorável em dois veículos de imprensa israelenses em troca de benefícios regulatórios ou políticos.

    Embora o cargo de presidente em Israel seja majoritariamente cerimonial, Herzog tem autoridade para conceder perdões em circunstâncias excepcionais.

    O premiê tem sido acusado de prolongar a guerra contra o Hamas na Faixa de Gaza para se proteger contra uma eventual ordem de prisão ao permanecer no poder. Mais de 68 mil palestinos já foram mortos no conflito, segundo o Ministério da Saúde local, controlado pelo grupo terrorista.

    Além dos problemas domésticos, a imagem de Netanyahu sofreu novo desgaste no ano passado, quando o Tribunal Penal Internacional emitiu um mandado de prisão contra ele e seu ex-ministro de Defesa Yoav Gallant, juntamente com um líder do Hamas, por supostos crimes de guerra no conflito em Gaza.

    Trump pressiona presidente de Israel por perdão a Netanyahu em caso de corrupção

  • Novo marco do Brasil para vales-refeição e alimentação derruba ações de empresas francesas

    Novo marco do Brasil para vales-refeição e alimentação derruba ações de empresas francesas

    Nesta terça-feira, 11, o governo Lula anunciou planos de reformular o setor, para aumentar a concorrência

    As ações das francesas Pluxee e Edenred operam em forte baixa na Bolsa de Paris nesta quarta-feira, 12, após o governo brasileiro estabelecer um novo marco para o sistema de vales-refeição e alimentação, medida que, segundo as empresas, pode gerar impacto financeiro. Por volta das 7h35 (de Brasília), os papéis da Pluxee e da Edenred tombavam 11% e 9%, respectivamente.

    Na terça-feira, 11, o Brasil anunciou planos de reformular o setor, para aumentar a concorrência. A Edenred disse ter sido surpreendida pelas medidas, sobretudo por mudanças na taxa de desconto cobrada dos estabelecimentos e no prazo de reembolso. Segundo a companhia, que oferece soluções de serviços e pagamentos, os termos diferem significativamente do que vinha sendo discutido com o governo e com a associação do setor.

    Se o decreto entrar em vigor, a Edenred projeta que seu Ebitda orgânico de 2026 fique de 8% a 12% abaixo do previsto anteriormente (alta de 2% a 4%). O negócio de vales-refeição e alimentação no Brasil respondeu por 9,5% da receita operacional da Edenred em 2024.

    A Pluxee afirmou na segunda-feira, 10, temer que as medidas comprometam a sustentabilidade de longo prazo do programa de alimentação ao trabalhador, alegando maior risco de descumprimento, uso indevido e desequilíbrio de crédito, principalmente com clientes públicos. A companhia disse que avaliará impactos financeiros e eventuais ações mitigadoras quando o decreto completo for publicado. Ambas informaram que estudam possíveis medidas judiciais contra o novo marco.

    Novo marco do Brasil para vales-refeição e alimentação derruba ações de empresas francesas

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  • Governo vê tiro no pé da direita em ataque à PF no PL antifacção e celebra recuo de Derrite

    Governo vê tiro no pé da direita em ataque à PF no PL antifacção e celebra recuo de Derrite

    A proposta desastrosa de Guilherme Derrite (PP-SP), que deixou o governo de São Paulo e assumiu o cargo de deputado para ser relator de um projeto de segurança pública, vem sendo duramente criticada por juristas e especialistas

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Integrantes do governo Lula (PT) e parlamentares aliados enxergaram como um tiro no pé da direita a tentativa de desidratar as competências da Polícia Federal em relatório inicial apresentado por Guilherme Derrite (PP-SP) ao projeto de lei antifacção, considerada uma das principais apostas do Executivo para a área da segurança pública.

    Auxiliares do presidente reconhecem que o governo vinha sofrendo desgastes junto à opinião pública por causa da crise na segurança deflagrada com a operação no Rio de Janeiro no fim de outubro. A decisão de Derrite de incluir no projeto de lei mudanças na competência da PF, no entanto, gerou críticas entre membros do Executivo, representantes da sociedade civil, entidades representativas, juristas e especialistas -dando condições ao Palácio do Planalto de influenciar o debate público nesse tema.

    Derrite foi escolhido relator na sexta (7) por decisão do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), em um revés para o governo federal. O parlamentar é secretário de Segurança do governo Tarcísio de Freitas (Republicanos), apontado como possível adversário de Lula em 2026.

    Horas após o anúncio, ele divulgou uma primeira versão de seu parecer com mudanças substanciais ao texto do governo, entre elas a possibilidade de equiparar as facções criminosas a grupos terroristas e o esvaziamento das competências da PF no combate ao crime organizado.

    Com isso, o governo centrou esforços em apontar o que consideraram como problemas do relatório de Derrite e passaram a associar o parecer à PEC (proposta de emenda à Constituição) da Blindagem, que foi aprovada na Câmara e enterrada pelo Senado após grande pressão da opinião pública.

    O Planalto orientou integrantes do governo e escalou porta-vozes a se posicionarem contra o texto de Derrite. Além disso, vídeos explicativos foram feitos pela Secom (Secretaria de Comunicação Social) da Presidência e divulgados nas redes sociais. Segundo um governista, a defesa da PF é um tema que encontra respaldo na população e de fácil compreensão.

    A avaliação de governistas é que se o relator tivesse apostado apenas no endurecimento de penas e na equiparação de terrorismo às organizações criminosas, haveria grandes chances de o Planalto perder a disputa política e ser derrotado em plenário, em novo revés para o governo.

    Além disso, eles avaliaram que a escolha de Motta por Derrite relator e posteriormente o texto do deputado com essas distorções deram munição para que o governo retomasse o discurso “nós contra eles”, que vinha sendo usado pelo Planalto nos embates com o Congresso para defender a agenda de justiça tributária.

    Vídeos apócrifos feitos com inteligência artificial e críticos ao texto de Derrite passaram a circular nas redes. Em um deles, quatro homens que estão comendo lagostas e bebendo vinho, celebram a escolha de Motta e o relatório apresentado, afirmando que, caso fosse aprovado, “a PF não vai mais tocar em nada de nossos amigos e financiadores: deputados, senadores, empresários, todos protegidos e blindados”.

    “É simples, a gente tira o PL do governo e bota o do Derrete no lugar: assim a PF sai do jogo, problema resolvido”, diz o vídeo.

    Na tarde desta terça-feira (11), Derrite recuou nos dois pontos considerados problemáticos pelo Palácio do Planalto, inclusive o papel da PF, após a repercussão pública negativa. O anúncio da mudança foi feito ao lado de Motta e celebrado por governistas.

    Questionado pela Folha se as alterações atendiam ao governo, Derrite afirmou que atendiam a população e que não foi procurado pela gestão petista. “Isso não é recuo, isso é estratégia”, disse.

    Até mesmo aliados de Motta reconheceram que foi uma escolha arriscada indicar Derrite como relator do projeto, mas dizem que foi necessário para que o presidente da Câmara demonstrasse independência -num momento em que ele vinha se aproximando do Planalto e sendo criticado internamente por esse movimento.

    Um interlocutor próximo do deputado diz que ele se opôs à decisão de Derrite de alterar as competências da PF e que partiu de Motta o movimento para que o parlamentar revisse esse ponto. Publicamente, no entanto, os dois classificaram como “narrativas” afirmações de que a corporação seria tolhida.

    Além disso, esse interlocutor diz que Motta se colocou como mediador da situação, fazendo a interlocução entre Derrite e integrantes do governo, como o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski.

    Há uma avaliação entre aliados de Lula e auxiliares do presidente da República de que, na atual situação, o governo saiu vencedor nessa disputa política, conseguindo frear os desgastes que vinha sofrendo e influenciar no debate público. Eles afirmam que o recuo de Derrite também tem consequências na imagem de Tarcísio e até mesmo entre integrantes do Congresso Nacional.

    Apesar disso, governistas pregam cautela e dizem ser preciso acompanhar a votação do projeto, prevista para esta quarta-feira (12). Isso porque a oposição deverá tentar alterar o texto para equiparar terrorismo e facções criminosas.

    Aliados de Motta reconhecem desgaste na imagem dele, mas dizem que, ao final, se o texto for aprovado, o presidente da Câmara vai incorporar a medida ao seu legado à frente da Casa. E que o debate entre parlamentares em torno de um texto é natural e faz parte do processo legislativo.

    Derrite, por sua vez, apesar das críticas, ampliou a sua exposição pública, num momento em que ele é lembrado como candidato ao Senado ou ao Governo de São Paulo no ano que vem. O secretário foi defendido por Motta e líderes de partidos como PP e MDB como uma pessoa técnica, que não usou o projeto como palanque -visão oposta do governo, que vê a tramitação do texto contaminada pelas urnas.

    Nesta terça, durante entrevista à imprensa, o presidente da Câmara e Derrite estavam acompanhados de líderes partidários e deputados de siglas como PL, PP, PSDB, PDT, Novo, União Brasil e Solidariedade. A ideia era mostrar respaldo dos deputados e legendas.

    Governo vê tiro no pé da direita em ataque à PF no PL antifacção e celebra recuo de Derrite

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  • Morre Sally Kirkland, atriz vencedora do Globo de Ouro, aos 84 anos

    Morre Sally Kirkland, atriz vencedora do Globo de Ouro, aos 84 anos

    Atriz Sally Kirkland foi diagnosticada com demência e estava internada em um centro de cuidados paliativos

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Sally Kirkland morreu nesta terça-feira (11) aos 84 anos. A morte foi confirmada pelo empresário da artista, Michael Greene, ao site TMZ.

    Ela estava internada em uma unidade de cuidados paliativos. Segundo o empresário, ela convivia com um quadro de demência há um ano.

    Os últimos meses têm sido [desafiadores] para Sally, já que sua saúde continua a se deteriorar. Ela sofreu uma queda no chuveiro, quando foi deixada sem supervisão, machucando as costelas, o pé, além de cortes e hematomas. Publicação assinada por amigos, em campanha de apoio
    Atriz nasceu em outubro de 1941, em Nova York, Estados Unidos. O auge da carreira ocorreu em 1988, com a participação no filme “Anna”. O papel rendeu o Globo de Ouro de melhor atriz em cinema.

    Kirkland também conquistou o Independent Spirit Award de melhor atriz em 1988. Ela também chegou a ser indicada ao Oscar na mesma categoria, mas não levou a estatueta do principal prêmio do cinema mundial.

    Morre Sally Kirkland, atriz vencedora do Globo de Ouro, aos 84 anos