Autor: REDAÇÃO

  • CNU divulga nota de provas e faz convocação para segunda fase nesta quarta-feira (12)

    CNU divulga nota de provas e faz convocação para segunda fase nesta quarta-feira (12)

    Provas discursivas serão aplicadas no dia 7 de dezembro; participantes serão convocados para envio de títulos, que deverão ser entregues de 13 a 19 de novembro

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O CNU (Concurso Nacional Unificado) divulga nesta quarta-feira (12) as notas finais das provas objetivas e libera a consulta às imagens dos cartões de resposta. Conforme previsto no edital, também serão convocados, nesta data, os candidatos que participarão da prova discursiva, que é a segunda fase e será aplicada no dia 7 de dezembro.

    Haverá ainda a convocação para a prova de títulos. O envio dos documentos deverá ser feito entre os dias 13 e 19 de novembro.

    A consulta das notas pode ser realizada na área do candidato no site da FGV (Fundação Getulio Vargas), organizadora do concurso. A divulgação dos resultados finais está prevista para o dia 20 de fevereiro, quando será realizada a primeira convocação para confirmação de interesse dos classificados.

    Eduardo Cambuy, professor do Gran Concursos, afirma que os convocados para a segunda fase devem comemorar, pois a aprovação na primeira etapa já representa uma conquista. Depois disso, é importante intensificar os estudos de redação para a segunda fase, dedicando-se ao treino de uma a três vezes por semana. Ele diz que a correção dos textos deve ser feita por uma terceira pessoa, para evitar avaliações enviesadas.

    Segundo o professor, é essencial treinar por temas. Para candidatos de nível superior, o ideal é focar assuntos específicos da área de atuação, enquanto os de nível médio devem priorizar temas mais gerais, voltados à administração pública.

    Para todos os cargos de nível superior, as provas serão aplicadas das 13h às 16h. Os candidatos do nível intermediário participarão da segunda fase das 13h às 15h.

    Além disso, nos cargos de nível superior, a prova discursiva será composta por duas questões, valendo 22,5 pontos cada, podendo totalizar 45 pontos. Para os cargos de nível intermediário, a prova terá uma redação em formato dissertativo-argumentativo e poderá totalizar 30 pontos.

    As provas discursivas deverão ser respondidas em até 30 linhas, para cada uma das questões ou redação.

    PASSEI PARA A SEGUNDA FASE. O QUE FAÇO?

    Letícia Bastos, professora do Gran Concursos, diz que o primeiro passo é ler com atenção o edital complementar da segunda fase, pois ele detalha regras específicas importantes como: formato do texto, critérios de correção, conteúdo programático e pontuação.

    Segundo ela, nos blocos de nível superior (1 a 7) a etapa discursiva exigirá a elaboração de uma questão técnica dissertativa, ou seja, uma redação voltada para o conhecimento específico da área. Com isso, o estudo deve se concentrar no conteúdo da especialidade, com prática de escrita e simulações com base nos temas mais prováveis.

    Para os blocos 8 e 9, que reúnem os cargos de nível intermediário, a proposta da segunda fase será uma dissertação argumentativa clássica, com tema geralmente ligado à área de atuação. A professora diz que é exigida capacidade de refletir, argumentar com coerência e coesão, desenvolver ideias com clareza e apresentar boa estrutura textual. “Nesse caso, mais do que tecnicidade, o diferencial será a qualidade da argumentação e da escrita, nos moldes de provas tradicionais de redação”, diz.

    QUAL É A MELHOR ESTRATÉGIA PARA O DIA DA PROVA?

    No dia da prova, Letícia diz que a estratégia deve combinar atenção ao tempo, clareza na leitura do enunciado e planejamento do texto antes de começar a redigir.

    Para cargos de nível superior, ela afirma que é recomendado dividir o tempo. “Reserve alguns minutos para rascunho, depois escreva cada questão com foco conceitual e responda com profundidade, evitando divagar”, diz a professora.

    Já para cargos de nível intermediário, em que haverá uma redação dissertativa‑argumentativa, o foco está em argumentação clara, coesão e norma culta. Nesse caso, a especialista diz que o planejamento breve da tese e dos argumentos principais ajuda a economizar tempo e construir um texto organizado.

    Nos dois níveis, é necessário revisar o texto ao final, cuidar da legibilidade e evitar ultrapassar o limite de linhas.

    A PROVA OBJETIVA PODE AJUDAR NA MINHA PREPARAÇÃO PARA A SEGUNDA FASE?

    Sim. Eduardo Cambuy diz que a primeira fase mostra o direcionamento da banca com relação a alguns conteúdos. Letícia Bastos afirma que o resultado final da prova objetiva serve como um termômetro da posição do candidato na disputa, informação que é essencial para calibrar a preparação na segunda fase.

    “Quem perceber que ficou bem classificado pode se concentrar em manter o desempenho, aperfeiçoando aspectos como estrutura textual e domínio técnico do conteúdo. Já quem estiver mais próximo do corte, ou na zona de risco, precisa usar essa informação como estímulo para redobrar o foco, especialmente revisando conteúdos a fim de aprofundá-los”, diz a especialista.
    A professora também adiciona que a nota da objetiva ajuda a projetar o cenário da concorrência e a traçar uma estratégia mais realista para consolidar a vaga ou para tentar uma recuperação por meio da discursiva.

    VEJA O CALENDÁRIO DO CNU 2025

    Evento – Data

    • Disponibilização da imagem do cartão de respostas – 12/11/2025
    • Divulgação das notas finais das provas objetivas e convocação para as pessoas candidatas para a realização da prova discursiva – 12/11/2025
    • Obtenção impressa do cartão de confirmação de inscrição para realização da prova discursiva – 1/12/2025
    • Aplicação da prova discursiva – 7/12/2025
    • Divulgação da nota preliminar da discursiva e disponibilização do espelho de correção – 23/01/2026
    • Interposição de eventuais pedidos de revisão das notas da prova discursiva – 26/01 e 27/01/2026
    • Divulgação do resultado dos pedidos de revisão das notas da prova discursiva e do resultado definitivo da prova discursiva – 18/02/2026
    • Divulgação do resultado dos pedidos de revisão das notas dos títulos e do resultado definitivo dos procedimentos para as pessoas candidatas negras, indígenas e quilombolas e para as pessoas com deficiência – 18/02/2026
    • Previsão de divulgação das listas com as classificações das pessoas candidatas, em vagas imediatas e lista de espera, após a realização das fases 1 a 4 – 20/02/2026
    • 1ª convocação para confirmação de interesse das pessoas candidatas classificadas – 20/02/2026
    • Período para a 1ª confirmação de interesse das pessoas candidatas classificadas – 21/02 a 23/02/2026
    • Previsão de divulgação das listas com as classificações das pessoas candidatas, em vagas imediatas e lista de espera, após o resultado da 1ª confirmação de interesse – 27/02/2026
    • 2ª convocação para confirmação de interesse das pessoas candidatas classificadas – 27/02/2026
    • Período para a 2ª confirmação de interesse das pessoas candidatas classificadas – 28/02 a 02/03/2026
    • Previsão de divulgação das listas com as classificações das pessoas candidatas, em vagas imediatas e lista de espera, após o resultado da 2ª confirmação de interesse – 6/03/2026
    • 3ª convocação para confirmação de interesse das pessoas candidatas classificadas – 6/03/2026
    • Período para a 3ª confirmação de interesse das pessoas candidatas classificadas – 7/03 a 9/03/2026
    • Previsão de divulgação das listas com as classificações das pessoas candidatas, em vagas imediatas e lista de espera, após o resultado da 3ª confirmação de interesse – 16/03/2026
    • Início das convocações para nomeação, e, quando couber, para o procedimento de investigação social e funcional, a realização da defesa de memorial e prova oral e o curso ou programa de formação – 16/03/2026

    CNU divulga nota de provas e faz convocação para segunda fase nesta quarta-feira (12)

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  • Bolsonaro chega a 100 dias preso em casa sob enfraquecimento político e temor de Papuda

    Bolsonaro chega a 100 dias preso em casa sob enfraquecimento político e temor de Papuda

    Lula melhorou em pesquisas e se aproximou de Trump enquanto bolsonaristas brigam publicamente; família relata apreensão do ex-presidente com possibilidade regime fechado em presídio de Brasília

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) completa cem dias em prisão domiciliar nesta quarta-feira (12), sob temor de transferência para um presídio para cumprir pena e enquanto enfrenta um enfraquecimento político.

    Os últimos meses foram marcados por disputas e brigas internas no seu grupo político: do racha do centrão com a direita no episódio do tarifaço imposto por Donald Trump, tendo Eduardo Bolsonaro (PL-SP) como protagonista, à crise em Santa Catarina pela vaga ao Senado para 2026, envolvendo outro filho do ex-presidente, Carlos Bolsonaro (PL-RJ).

    Em entrevista à Folha no final de março, Bolsonaro disse que a prisão significaria o fim não apenas da sua carreira política, mas de sua vida. À época, ele ainda estava solto, ativo pelo partido, com viagens pelo país. Seu argumento passava pelo fato de ele ter 70 anos e de a acusação ter crimes que somavam décadas de pena.

    Agora, ele enfrenta a possibilidade real de ir para a Papuda, presídio em Brasília, para cumprir pena pela condenação a 27 anos e três meses por liderar a trama golpista de 2022.

    O primeiro recurso de Bolsonaro foi rejeitado pelos votos dos quatro integrantes da Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) -em julgamento no plenário virtual que será encerrado oficialmente na sexta (14). A defesa deve tentar novos recursos, mas a expectativa é de que a corte considere a ação encerrada até dezembro.

    Integrantes da família Bolsonaro têm dito a aliados que ele está apreensivo com a possibilidade de ter de cumprir pena em regime fechado -a decisão caberá ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso.

    O ex-presidente já fez piadas com visitantes e tem mantido rotina de exercícios físicos, mas há relatos também de um Bolsonaro cabisbaixo, que passa o dia de bermuda e chinelo e se refere à tornozeleira eletrônica como humilhação. Seus amigos veem relação direta da piora no quadro de saúde com a sua condição emocional diante da proximidade da palavra final do STF.

    Renato Bolsonaro, seu irmão, disse na última sexta (7) que, se o ex-presidente for mandado para a Papuda, é porque a Justiça quer que o ele morra na cadeia.
    Hoje parte dos interlocutores de Bolsonaro já admite a possibilidade de o STF encaminhá-lo, ao menos por um curto período, para a Papuda. Depois, por questões de saúde, ele voltaria para a domiciliar. Essa tese ganhou força após visita recente da chefe de gabinete de Moraes ao presídio.

    Outra possibilidade seria a ida de Bolsonaro para uma sala na superintendência da Polícia Federal, assim como ocorreu com Lula (PT) em Curitiba. A hipótese de ele ser transferido para uma instalação militar é hoje considerada a menos provável, apesar de ele ser capitão.

    Se for efetivada a transferência de Bolsonaro para o regime fechado, a expectativa é de mobilização restrita de apoiadores. Não houve nenhuma organização nesse sentido até o momento, diante da dificuldade de articulação do grupo com o líder preso e da disputa por seu espólio eleitoral.

    A permanência de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos se tornou um fator de instabilidade para o grupo. De lá, ele reforça críticas a aliados, em especial a governadores de direita, como Tarcísio de Freitas (Republicanos), radicaliza o discurso e ameaça se lançar à Presidência, mesmo que à distância.

    Outro alvo frequente do deputado é o presidente do PP e senador Ciro Nogueira (PI), com quem vez ou outra tem discussões públicas.

    O centrão e alas do PL defendem que Bolsonaro anuncie ainda neste ano um sucessor para concorrer pela direita ao Palácio do Planalto.

    Os filhos do ex-presidente, no entanto, têm se insurgido contra os que buscam já falar abertamente de eleição sem Bolsonaro, que, além de preso, está inelegível. A ex-primeira-dama e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disseram nos últimos dias que o ex-presidente é o candidato em 2026.

    Alguns interlocutores buscam apaziguar os ânimos dos dois lados: pedem para a direita se unir e para segurar a briga para 2027. Eles também minimizam as discussões públicas, dizendo que só ocorrem porque a divergência é permitida no PL.

    Na prática, os rachas vão se espalhando onde há opiniões que não coincidem completamente com as do clã. Em Santa Catarina, um dos estados mais bolsonaristas do país, ocorre o mais recente foco de crise do grupo político.

    O vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL) pretende se lançar candidato ao Senado por Santa Catarina, por determinação do pai, que vê o filho mais protegido do Judiciário dessa forma. Parte da direita se ressentiu diante do movimento, cuja consequência foi barrar outra pré-candidata ao Senado, a deputada Carol de Toni (PL-SC). As acusações de infidelidade e traições foram em direção à deputada estadual e sua amiga Ana Campagnolo (PL-SC).

    A turma do deixa-disso diz que as brigas internas ajudam Lula, que já melhorou nas pesquisas e é o nome mais forte para 2026. Quando Bolsonaro foi preso, em agosto, o petista não estava tão bem posicionado nas pesquisas.

    No último mês, Lula ainda se aproximou de Trump, até então alinhado aos bolsonaristas, para abrir negociação sobre as tarifas impostas a produtos brasileiros. O discurso de soberania e de defesa do Brasil é visto como um trunfo pelo Palácio do Planalto, porque custou boa parte da popularidade do bolsonarismo.

    Bolsonaro chega a 100 dias preso em casa sob enfraquecimento político e temor de Papuda

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  • Deslizamentos de terra provoca desabamento de ponte na China

    Deslizamentos de terra provoca desabamento de ponte na China

    Uma ponte na província de Sichuan, na China, colapsou parcialmente nesta terça-feira (11)

    Uma ponte de 758 metros de comprimento, que faz parte de uma estrada na província de Sichuan, no sudeste da China, desabou parcialmente, na tarde desta terça-feira (11).

    No dia anterior, a polícia local já tinha notado pequenas fissuras na encosta e nas estradas próximas da ponte de Hongqi, que desabou, e também nas terras de montanhas nas proximidades. 

    Por volta das 17h30, hora local, uma inspeção identificou possíveis riscos de queda da ponte, informa o Sichuan Daily. Após a averiguação, foi ativada uma resposta de emergência, com o envio de funcionários públicos dos departamentos de segurança, transportes e recursos naturais para o local, para controlarem a situação. Às 23h00 (hora local), todos os veículos já tinham sido retirados da ponte, e foram colocados sinais de alerta no local para impedir o trânsito na ponte.

    Da mesma forma, foi também emitido um aviso à população de que a região se encontrava fechada. Devido às medidas de prevenção, o incidente não teria causado qualquer vítima ou ferido.

    A decisão teria sido a acertada: ao longo do dia de terça-feira as condições da encosta pioraram, provocando deslizamentos de terra significativos. A ponte acabou desabando.

    Segundo as autoridades locais, ainda não há previsão para a reabertura da estrada.

    A construção da ponte de Hongqi, realce-se, tinha sido concluída no início deste ano.

    Deslizamentos de terra provoca desabamento de ponte na China

  • Michelle e Shia são eliminados em roça surpresa em Fazenda 17

    Michelle e Shia são eliminados em roça surpresa em Fazenda 17

    A ex-jornalista da Globo recebeu apenas 5,18% dos votos, enquanto o ator ficou com 15,31%, sendo eliminados do reality rural

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Michelle Barros e Shia Phoenix foram os eliminados da noite desta terça-feira (11) em A Fazenda 17. Os dois perderam o direito de continuarem no reality da Record após a votação no Super Paiol, dinâmica que reuniu os quatro participantes menos votados pelo público e uma dupla deixaria atração. A ex-jornalista da Globo recebeu apenas 5,18% dos votos, enquanto o ator ficou com 15,31%.

    Durante a edição ao vivo antes da formação de mais uma Roça , a apresentadora Adriane Galisteu fez seu tradicional discurso antes de anunciar os peões salvos. “Não dá para levar A Fazenda no descaso. Às vezes, a cautela em excesso parece um descaso”, afirmou. “O recado que fica é o seguinte: não deixem nada para depois. Ignorar o jogo e os jogadores pode custar caro.”

    Em seguida, Galisteu anunciou os dois participantes que garantiram mais uma chance na disputa. “Quem ganhou uma segunda chance- e é uma baita chance, um baita presente- pode voltar! Vai encarar a formação da roça, direto para a baia… É você, Creo, pode voltar!”

    Logo depois, Galisteu revelou o segundo peão salvo pelo público: “Quem vai direto para a baia é você, Fabiano. Volta!”. Michelle Barros e Shia ficaram surpresos com o resultado da dinâmica. Com exceção de Wallas Arrais, atual fazendeiro, todos os outros 16 participantes foram incluídos na votação. A proposta, segundo a apresentadora, era “eliminar as plantas” do reality.

    Michelle e Shia são eliminados em roça surpresa em Fazenda 17

  • Percepção de alta nos preços dos alimentos recua, diz pesquisa Genial/Quaest

    Percepção de alta nos preços dos alimentos recua, diz pesquisa Genial/Quaest

    Levantamento mostra que 58% ainda veem aumentos, apesar da desaceleração da inflação; entre os de menor renda, sensação de alívio é mais tímida; para 24%, economia melhorou nos últimos 12 meses

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A proporção de brasileiros que acredita que os preços dos alimentos nos mercados subiram no último mês foi de 58% em novembro, queda de cinco pontos percentuais, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (12). Para 23%, continuaram os mesmos, e para 17%, caíram.

    A percepção vem em linha com os dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (11). A inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), desacelerou a 0,09% em outubro, a menor para o mês desde 1998.

    Entre indivíduos com renda de até dois salários mínimos, a queda foi dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, saindo de 63% para 61%. Já para aqueles que recebem entre dois e cinco salários, a proporção caiu seis pontos, de 62% para 56% em novembro. Em março deste ano, a proporção era de 88%.

    A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 9 de novembro. Foram 2.004 entrevistas presenciais com brasileiros de 16 anos ou mais.

    Segundo a pesquisa, 24% disseram acreditar que a economia do Brasil melhorou nos últimos 12 meses, alta de três pontos percentuais em relação a outubro. Mas 42% acreditam que piorou, e 32% que ficou do mesmo jeito, contra 35% em outubro.

    Para metade dos brasileiros, é mais difícil conseguir um emprego hoje do que há um ano. Para 39%, está mais fácil. Entre os que recebem mais de cinco salários mínimos, a proporção dos que acham mais difícil (46%) voltou a superar a dos que acham mais fácil (40%).

    A pesquisa também dedicou um bloco à avaliação do encontro entre o presidente Lula e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no dia 26 de outubro. Após o encontro, o presidente saiu mais forte para 45% e mais fraco para 30%. Para 51%, os presidentes vão chegar a um acordo para reduzir as tarifas de 50% impostas ao Brasil, e para 39% isso não vai acontecer.

    Em linha com edições anteriores, para 42% a expectativa para os próximos 12 meses é de que a economia vai melhorar. No entanto, 58% consideram que o Brasil está indo na direção errada, índice que era de 50% em janeiro deste ano.

    Segundo a pesquisa, a recuperação da avaliação do governo Lula apresentada desde maio foi interrompida, com 50% desaprovando e 47% aprovando. A desaprovação oscilou um ponto percentual para cima, a aprovação recuou na mesma proporção e a diferença, que era de um ponto em outubro, subiu para três pontos neste mês.

    Percepção de alta nos preços dos alimentos recua, diz pesquisa Genial/Quaest

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  • IA para agilizar Judiciário esbarra em verba dependente de big tech

    IA para agilizar Judiciário esbarra em verba dependente de big tech

    Ferramenta desenvolvida pela USP com apoio da Amazon Web Services promete reduzir drasticamente o tempo de análise de ações judiciais na área da saúde, mas sua expansão nacional dependerá de novos recursos após o fim da fase piloto financiada pela big tech.

    (CBS NEWS) – O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) testará a partir de dezembro uma IA (inteligência artificial) que pode encurtar em até dez vezes o tempo médio de análise de pareceres em ações de saúde.

    Mas mesmo com expansão nacional prevista até 2027, o modelo -criado pela USP com apoio da Amazon Web Services (AWS)- não tem previsão orçamentária para continuidade após o fim do apoio da big tech à fase piloto do projeto.

    A empresa cedeu cerca de US$ 350 mil (equivalente a R$ 1,9 milhão no câmbio atual) em créditos computacionais e infraestrutura, usados nos treinamentos e testes inicias da ferramenta.

    O acordo foi firmado entre o CNJ e o InovaHC, núcleo de inovação do Hospital das Clínicas da USP, que por sua vez delegou ao Instituto de Matemática e Estatística (IME-USP) a responsabilidade pelo desenvolvimento do modelo.

    O termo de cooperação da parceria prevê automatizar até 80% da triagem das ações de saúde, reduzir em 80% as tarefas administrativas manuais e centralizar 80% das demandas judiciais em uma única plataforma até agosto de 2027.

    Em uma interface semelhante a um chat, o juiz poderá perguntar, por exemplo, se determinado remédio é indicado para uma doença. Ele receberá as informações técnicas e jurídicas disponíveis sobre o tema.

    Hoje, esse tipo de análise leva, em média, 20 dias. A meta é reduzir o prazo para até 48 horas, segundo o professor do IME João Eduardo Ferreira.

    “Os dois dias seriam para os casos mais conflituosos, complexos. Do contrário, a expectativa é algo quase que imediato”, diz.

    A IA usará dados do e-NatJus, plataforma do CNJ que reúne notas técnicas do SUS para subsidiar decisões judiciais.

    Dados do Painel Justiça em Números, do CNJ, mostram que o volume de novos processos judiciais relacionados à saúde vem crescendo de forma contínua nos últimos anos. Foram 352 mil casos em 2020, 406 mil em 2021, 470 mil em 2022 e 577 mil em 2023. Em 2024, o total chegou a 690 mil ações. Até setembro de 2025, já havia mais de 513 mil novos processos.

    O CNJ escolheu o Tribunal de Justiça de Santa Catarina para testar a nova IA. “Fizemos a seleção em razão dos magistrados que já atuam conosco na análise de processos e participam do comitê gestor do e-NatJus”, diz a conselheira Daiane Lira.

    Ainda não há definição sobre a seleção dos juízes participantes, nem sobre a forma de treinamento. O plano de trabalho prevê “capacitar 100% do público envolvido de forma remota”.

    O projeto não gera custos para o CNJ, segundo Lira. Ela ressalta o caráter experimental da parceria.

    “Não há nenhuma obrigação de o CNJ assumir qualquer ônus em relação ao armazenamento, por exemplo, desse sistema. O nosso compromisso com o InovaHC é que não pode ter custos operacionais”, diz.

    “No final, se o produto envolver um custo, o CNJ vai tomar uma decisão, mas isso não é objeto do acordo”, afirma.

    Mas a expansão nacional prevista no acordo de cooperação entre CNJ e InovaHC exigirá novos recursos e planejamento financeiro. A validação do piloto será decisiva para definir se o conselho adotará o modelo em larga escala, de acordo com Giovanni Cerri, presidente do conselho do InovaHC.

    “Se, após a validação desse algoritmo, o CNJ achar que o piloto traz benefícios, eventuais custos dessa tecnologia recairão evidentemente sobre o CNJ. Mas isso não tem nada a ver com a AWS nem qualquer empresa privada”, diz.

    O diretor para o setor público da AWS Brasil, Paulo Cunha, define a participação da big tech no piloto como uma contribuição cujo retorno está na “aceleração de mercado” e na difusão de tecnologias de IA.

    “Com um projeto como esse, você capacita dezenas de profissionais e mostra que a inteligência artificial generativa pode penetrar em qualquer ambiente. É um investimento de longo prazo”, afirma.

    O Brasil tem instituições que poderiam apoiar a operação contínua do modelo. São exemplos o Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), o DataSUS (Departamento de Informação e Informática do Sistema Único de Saúde) e a Prodesp (Companhia de Processamento de Dados de São Paulo), segundo Ferreira, do IME.

    “O modelo precisará ser atualizado constantemente. Talvez não diariamente, mas ao menos com versões mensais, porque nem a medicina nem o direito param”, diz o professor.

    A AWS diz que, caso os recursos dados acabem antes da conclusão do piloto, “está prevista a possibilidade de novos aportes de créditos para assegurar a continuidade das operações”.

    A empresa também afirma que, ao final do projeto, equipes do IME e da AWS poderão definir estratégias de migração para outras infraestruturas, como as do setor público, para continuidade da política.

    Projetos que usam IA generativa em áreas críticas, como saúde e Justiça, costumam levantar temores sobre eventuais “alucinações” -quando o sistema cria informações falsas ou sem base factual.

    Os desenvolvedores afirmam que o modelo não cria novas análises, apenas sintetiza pareceres técnicos já existentes, exibindo a fonte de cada trecho consultado.

    Para isso, combina duas tecnologias complementares.

    A primeira o uso de um SLM (small language model, ou modelo de linguagem pequeno), voltado exclusivamente a informações sobre ações de saúde. Por ser mais enxuto e especializado, ele tende a errar menos e a operar com menor custo.

    A segunda é o RAG (retrieval-augmented generation, ou geração com busca integrada), mecanismo que faz a IA consultar documentos oficiais -como as notas técnicas do e-NatJus- antes de montar uma resposta. Juntas, elas prometem respostas apenas com base em evidências, sem criar novos conteúdos.

    “Se eu especializo o modelo, ofereço o que interessa e reduzo o ruído”, diz o professor do IME.

    Os pesquisadores esclarecem que o projeto funciona em conforme com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). Quando há dados pessoais, o material passa por anonimização, com a remoção de nome, endereço e outros identificadores.

    IA para agilizar Judiciário esbarra em verba dependente de big tech

  • Paris Jackson revela perfuração no septo nasal causada por uso de drogas

    Paris Jackson revela perfuração no septo nasal causada por uso de drogas

    Filha de Michael Jackson contou que convive com o problema desde os 20 anos; cantora e atriz está sóbria há quase seis anos após passas anos viciada em álcool e heroína

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Paris Jackson, 27, expôs nesta segunda (10) que tem uma perfuração no septo nasal e relacionou o problema a anos de uso de drogas. Em um vídeo no TikTok, a atriz acendeu a lanterna do celular e mostrou o buraco na cartilagem que separa as narinas, condição conhecida como septo perfurado.

    “Quando respiro pelo nariz, sai um assobio alto”, contou, antes de associar a lesão ao passado com entorpecentes. “Não usem drogas, crianças, ou usem. Cada um vai ter que experienciar certas coisas durante a vida, mas eu não recomendo porque arruinaram minha vida”.

     

    Filha de Michael Jackson, Paris afirmou conviver com o problema desde os 20 anos e disse que ele atrapalha especialmente quando está em estúdio. Em tom de humor, revelou até conseguir enfiar um espaguete por uma narina e movê-lo de um lado para o outro.

    Sóbria há quase seis anos, ela descartou a ideia de corrigir o septo com cirurgia. “Você precisa tomar remédios numa operação dessas e eu não quero mexer com isso”.

    Em janeiro, a cantora e atriz celebrou cinco anos de sobriedade de álcool e heroína.

    Paris Jackson revela perfuração no septo nasal causada por uso de drogas

  • Derrite recua, desiste de mudar Lei Antiterrorismo e diz que competência da PF será preservada

    Derrite recua, desiste de mudar Lei Antiterrorismo e diz que competência da PF será preservada

    Relator do PL Antifacção recua após críticas e retira mudanças na Lei Antiterrorismo; novo texto preserva papel da PF e deve ter apoio do governo Lula em votação prevista para esta quarta-feira na Câmara

    (CBS NEWS) – O relator do PL Antifacção, Guilherme Derrite (PP-SP), anunciou recuos em seu texto de combate ao crime organizado, após uma série de críticas de que o papel da Polícia Federal seria diminuído. A nova versão, que ainda não foi tornada pública, atende pontos que o governo Lula (PT) elencou como prioridade.

    Derrite desistiu de alterar a Lei Antiterrorismo e deve criar uma nova lei para incluir novos tipos endurecer penas contra uma série de crimes praticados por facções. Com isso, o relator diz que competências da PF e das polícias estaduais seriam preservadas como estão hoje.

    A expectativa é a de que o projeto seja levado para votação no plenário da Câmara nesta quarta-feira (12).

    O líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), afirmou à Folha de S.Paulo que o novo texto de Derrite caminha para ter apoio do Palácio do Planalto.

    “Nas duas questões centrais para o governo, que é recompor o papel da Polícia Federal e não incluir os crimes na Lei Antiterrorismo, houve dois extraordinários avanços que nós temos que comemorar”, disse.

    “Vamos aguardar o texto, se for no que foi falado, acho de bom tamanho. É uma vitória para o país, para o governo e para todo mundo”, completou.

    Em entrevista à imprensa nesta terça (11), tanto Derrite quanto o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmaram serem falsas as “narrativas” de que o projeto pretendia tolher a ação da PF.

    As declarações vêm em resposta a uma ofensiva da esquerda para associar o projeto à PEC da Blindagem, argumentando que o texto anterior de Derrite enfraquecia a atuação da PF e trazia brechas para a proteção de parlamentares -discurso que se amplificou nas redes sociais.

    Motta afirmou que escalou Derrite para um trabalho técnico “não permitindo que esse tema fosse usado como palanque político por quem quer que seja”. Ele disse ainda que “o papel da Polícia Federal é inegociável no combate ao crime organizado”.

    Na entrevista, em sinal de apoio público, Motta e Derrite foram cercados por líderes partidários e deputados de siglas como PL, PP, PSDB, PDT, Novo, União Brasil e Solidariedade.

    Líderes da Câmara ouvidos pela reportagem afirmam que não negociaram os termos do novo texto com o Senado. Um deles, no entanto, minimiza que haverá qualquer ruído com os parlamentares.

    Derrite afirmou que não foi procurado pelo governo, embora esteja aberto ao diálogo, e que as alterações visam atender ao interesse da sociedade. Segundo ele, não se trata de recuo, mas de “estratégia”.

    Mais cedo, Motta se reuniu com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, para discutir o texto. Em seguida, o presidente da Câmara se encontrou com Derrite. Motta também intermediou uma conversa entre o relator e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e procurou ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) em busca de respaldo.

    Rodrigues foi uma das vozes contra o relatório de Derrite, dizendo que era inconstitucional e que limitar as competências da PF não seria tolerável. Já a avaliação do Ministério da Justiça era de que o texto seria um presente de Natal aos líderes de facções criminosas.

    “Fizemos toda uma construção na pauta da segurança pública. Então, conversamos com o ministro, ouvimos as suas preocupações, e penso que o relator traz o que é natural do processo legislativo, que é a construção de um texto até que ele possa ir a plenário”, disse Motta.

    O fato de Motta ter escolhido Derrite como relator do projeto antifacção, enviado pelo Planalto ao Congresso, contrariou o governo Lula e alimentou a disputa entre a base e a oposição no tema da segurança pública.

    Após uma série de embates em torno do texto, o PL Antifacção deve ser votado nesta quarta, caso se confirme um acordo sobre o conteúdo. As conversas nesta terça para alcançar um consenso envolveram, além de Motta, Derrite e Lewandoski, representantes do governo e líderes partidários.

    O projeto cria novos tipos penais, entre eles utilizar violência ou grave ameaça para intimidar, coagir ou constranger população ou agentes públicos para impor controle de áreas geográficas; restringir, limitar ou dificultar a livre circulação de pessoas, bens e serviços; usar explosivos, armas de fogo ou equipamentos para prática de crimes contra instituições financeiras; e promover ataques, com violência ou grave ameaça contra instituições prisionais.

    Na primeira versão, Derrite buscou incluir esses crimes na Lei Antiterrorismo, equiparando a atuação de facções à atuação de terroristas, como previa um projeto de lei, de autoria do deputado Danilo Forte (União Brasil-CE), que se tornou bandeira da direita e alvo da esquerda na Câmara.

    A intenção inicial de Motta e Derrite era a de misturar o texto de Forte e o do Palácio do Planalto. Agora, no entanto, a ideia é criar uma nova lei, chamada de Marco Legal de Combate ao Crime Organizado, para propor penas de 20 a 40 anos de prisão para essa lista de condutas. A Lei Antiterrorismo, por sua vez, não deve ser alterada.

    “A grande celeuma foi porque a Lei Antiterrorismo é de competência exclusiva da PF. Então, fiz uma ressalva de que, para esses novos tipos penais, mantinha-se a competência estadual. Só fiz essa ponderação, o que abriu brecha para a criação dessa narrativa equivocada de que eu estaria desconfigurando ou enfraquecendo a atuação da PF”, disse Derrite.

    Derrite recua, desiste de mudar Lei Antiterrorismo e diz que competência da PF será preservada

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  • 48,6 milhões de brasileiros podem sacar R$ 9,7 bi esquecidos em bancos

    48,6 milhões de brasileiros podem sacar R$ 9,7 bi esquecidos em bancos

    Do saldo total liberado, R$ 7,6 bilhões são para pessoas físicas e R$ 2,1 bilhões são para empresas; é necessário acessar o site do Sistema de Valores a Receber para saber se tem direito a alguma quantia

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Mais de 48 milhões de brasileiros e 4,7 milhões de empresas ainda podem sacar dinheiro esquecido em bancos e instituições financeiras, de acordo com os dados mais recentes do SVR (Sistema de Valores a Receber) divulgados nesta terça-feira (11) pelo BC (Banco Central).

    Novos valores entram no sistema todo mês, e o saldo total liberado no mês-base de setembro (mês dos últimos dados) é de R$ 9,7 bilhões, menor em comparação com os R$ 10,4 bilhões de agosto. Desse montante, R$ 7,6 bilhões pertencem a pessoas físicas e R$ 2,1 bilhões a pessoas jurídicas. Desde o início do programa, R$ 12,2 bilhões foram devolvidos aos beneficiários, um aumento de 500 milhões desde o último levantamento.

    Para habilitar o depósito automático e/ou saber se tem direito, o brasileiro deve acessar o site www.bcb.gov.br/meubc/valores-a-receber, inserir seus dados pessoais e clicar em “consultar”. Caso haja algum dinheiro esquecido, é possível solicitá-lo com senha do Gov.br prata ou ouro.

    Para quem deseja, o resgate automático está disponível desde o final de junho. Pessoas físicas que tenham a chave Pix com o número do CPF podem receber os valores sem precisar fazer o pedido de forma manual. É preciso habilitar a função com uma conta Gov.br prata ou ouro e ter ativada a verificação em duas etapas.

    Com a automatização, o crédito é feito pela instituição financeira onde o dinheiro está esquecido diretamente na conta do cidadão. O BC alerta para tentativas de golpes e ressalta que não envia nenhum aviso por mensagem, WhatsApp, email ou ligação quando algum valor for devolvido.

    As instituições financeiras que não aderiram ao termo de devolução via Pix continuam exigindo solicitação manual. Isso também se aplica aos casos de valores de contas conjuntas e para empresas, cujo regaste é feito por meio de consulta via CNPJ.

    O SVR foi criado pelo Banco Central para devolver aos cidadãos e empresas dinheiro que ficou parado em instituições financeiras por diferentes motivos -de tarifas cobradas indevidamente a contas encerradas com saldo. Em muitos casos, as pessoas nem lembravam mais que tinham esse direito.
    COMO POSSO ATIVAR A SOLICITAÇÃO AUTOMÁTICA DE RESGATE DE VALORES?

    – Acesse o site do SVR por meio deste link
    – Clique em “Fazer login”
    – Informe CPF e senha da conta Gov.br de nível prata ou ouro, com verificação de duas etapas ativada
    – Você será direcionado para uma página em que poderá ativar a opção “Receber valores automaticamente”

    COMO CONSULTAR OS VALORES ESQUECIDOS?

    Vá ao site do BC no link https://www.bcb.gov.br/meubc/valores-a-receber?modalAberto=cuidado-com-golpes-modal
    – Clique em “Consultar valores a receber” ou “Acesse o Sistema de Valores a Receber”
    – Preencha os campos com o seu CPF ou CNPJ, como data de nascimento ou abertura da empresa transcreva os caracteres e clique em “Consultar”
    – Caso haja valores a receber, clique em “Acessar o SVR”
    – Faça login com a sua conta Gov.br, é preciso ser nível prata ou ouro para acessar
    – Acesse “Meus Valores a Receber”
    – Leia e aceite o Termo de Ciência
    – Ao solicitar o valor, o sistema vai informar orientações de transferência

    QUEM PODE TER DINHEIRO ESQUECIDO?

    Qualquer pessoa física ou jurídica que teve relacionamento com bancos ou instituições financeiras em algum momento poderá ter direito aos valores a receber, incluindo cooperativas de crédito.
    O dinheiro a ser devolvido pelas instituições é referente a:
    – Contas corrente ou poupança encerradas com saldo disponível
    – Cotas de capital e rateio de sobras líquidas de ex-participantes de cooperativas de crédito
    – Recursos não procurados de grupos de consórcio encerrados
    – Tarifas cobradas indevidamente
    – Parcelas ou despesas de operações de crédito cobradas
    – Contas de pagamento pré ou pós-paga encerradas com saldo disponível
    – Contas de registro mantidas por corretoras e distribuidoras encerradas com saldo disponível
    – Outros recursos disponíveis nas instituições para devolução

    COMO CONSULTAR VALORES DE PESSOAS FALECIDAS?

    É necessário que um herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal faça a consulta e preencha um termo de responsabilidade. Após esse processo, é preciso entrar em contato com as instituições que possuem os valores e verificar como prosseguir.

    Depois disso, os passos para a consulta são os mesmos. Mas é necessário entrar com a conta Gov.br do herdeiro ou sucessor e fornecer o número do CPF e a data de nascimento da pessoa que faleceu.

    48,6 milhões de brasileiros podem sacar R$ 9,7 bi esquecidos em bancos

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  • Brasileira de 69 anos morre em Buenos Aires após ser atacada na rua

    Brasileira de 69 anos morre em Buenos Aires após ser atacada na rua

    Maria Vilma das Dores Cascalho da Silva estava na Argentina visitando sua filha, Carolina Bizinoto, que estuda medicina na UBA (Universidade de Buenos Aires), quando foi atacada por um homem na rua

    BUENOS AIRES, ARGENTINA (CBS NEWS) – Maria Vilma das Dores Cascalho da Silva, servidora aposentada do Tribunal de Justiça de Goiás, morreu em Buenos Aires após ser atacada por um homem na rua, na última quinta-feira (5). Ela tinha 69 anos.

    A família disse ainda não saber quando o corpo dela será liberado para o traslado de volta ao Brasil. A autópsia está agendada para esta quarta-feira (12).

    Maria Vilma estava na Argentina visitando sua filha, Carolina Bizinoto, que estuda medicina na UBA (Universidade de Buenos Aires). A aposentada costumava passar seis meses do ano na capital argentina e havia chegado em julho. A formatura da filha está marcada para o próximo mês.

    No dia do ataque, Maria Vilma saiu para pagar o aluguel do apartamento da filha e foi agredida por um homem em situação de rua, que mostraria sinais de transtornos mentais.

    O agressor deu um soco em Maria Vilma, que caiu e bateu a cabeça no chão. Ela sofreu um traumatismo craniano, foi socorrida e morreu no dia seguinte (6).

    O homem teria sido preso após atacar outra pessoa na sequência da agressão contra Maria Vilma. O motivo do ataque ainda não é claro. A Polícia da Cidade de Buenos Aires ainda não se manifestou a respeito da ocorrência e nem confirmou a prisão.

    Segundo a advogada Paula Lima, sobrinha de Maria Vilma, a tia fazia um procedimento de rotina quando foi atacada. “Ela foi fazer o câmbio para poder pegar o dinheiro do aluguel do apartamento e uma rua antes da casa de câmbio, ela foi agredida. Ela chegou a ser levada para o hospital, a minha prima foi comunicada, chegou a conversar com a minha tia e a vê-la com vida.”

    Paula conta que a família chegou a ir até o necrotério e foi informada que o corpo precisava aguardar um perito para autópsia. Sem informações da polícia local, a família contratou uma funerária particular para poder ajudar no translado para o Brasil. “Falamos com o consulado e ela não encaixava em nenhuma isenção de custos, então, assim, como nossa prioridade é levar ela para o Brasil, contratamos uma empresa.”

    Ela diz que o processo está sendo investigado como homicídio, mas foi informada que a liberação do corpo poderia demorar até três anos, caso fosse necessária uma nova autópsia.

    Maria Vilma tinha contratado um seguro-viagem, mas que venceu antes do ocorrido. A família chegou a pedir ajuda nas redes sociais para conseguir cobrir os custos. Com a vaquinha virtual, conseguiram atingir o valor necessário para a repatriação.

    “Todo o processo tem se mostrado extremamente burocrático e caro. Por esse motivo, vamos pedir a ajuda de cada um de vocês, que possa se juntar a nós com qualquer quantia em dinheiro, para que possamos encerrar esse ciclo tão doloroso”, dizia uma postagem mais cedo no Instagram de Carolina.

    Questionado sobre os procedimentos, o Itamaraty disse, em nota, que o Ministério das Relações Exteriores, por intermédio do Consulado-Geral do Brasil em Buenos Aires, acompanha o caso, em contato com as autoridades locais, e presta assistência consular à família da nacional brasileira.

    De acordo com o governo brasileiro, em caso de morte no exterior, as embaixadas e consulados prestam orientações aos familiares, apoiam seus contatos com o governo local e cuidam da expedição de documentos, como o atestado consular de óbito, que é emitido após os trâmites obrigatórios realizados pelas autoridades locais.

    Também procurado, o governo de Goiás, por meio do Gabinete de Assuntos Internacionais, disse que está em contato com o Itamaraty para agilizar o processo de translado.

    “O governo de Goiás, por meio do Gabinete de Assuntos Internacionais, informa que foi procurado pela família de Maria Vilma das Dores Cascalho da Silva Bosco para obter apoio no diálogo com o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), com o objetivo de agilizar os procedimentos burocráticos para a repatriação do corpo da goiana. A família não solicitou ao estado auxílio financeiro para o traslado, mas apenas o intermédio institucional junto às autoridades federais”, disse o governo goiano, em nota.

    Brasileira de 69 anos morre em Buenos Aires após ser atacada na rua