Autor: REDAÇÃO

  • Série dá versão de Adriane Galisteu sobre namoro com Ayrton Senna

    Série dá versão de Adriane Galisteu sobre namoro com Ayrton Senna

    Apresentadora Adriane Galisteu diz que público não sabe muito sobre a relação; obra estreia após série da Netflix que reduziu a história dela

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Adriane Galisteu protagoniza uma série documental sobre seu namoro com Ayrton Senna, que busca exibir o ponto de vista da apresentadora sobre o polêmico relacionamento. Por anos, Galisteu falou pouco sobre o assunto.

    “Meu Ayrton por Adriane Galisteu” chega à HBO Max no dia 6 de novembro, quase um ano após a estreia de “Senna”, série da Netflix sobre o piloto de Fórmula 1 que trata da apresentadora de forma passageira, em um trecho de aproximadamente um minuto -no total, são seis episódios de cerca de uma hora cada.

    Parte do público reclamou de falta de aprofundamento, dado que o relacionamento entre os dois tomou o último ano e meio da vida de Senna. Galisteu não tem boa relação com a família dele, e por isso teria tido sua participação na série reduzida.

    “Não é de agora, é da vida inteira. Mas eles não vão conseguir me apagar. Podem contar uma história muito diferente da que vivi, mas estou viva para contar a minha versão. Quem viveu com o Senna por 24 horas, dormiu, acordou, se divertiu, chorou, fomos eu e ele”, disse Galisteu no reality “Barras Invisíveis”, que mostra como ela equilibra o lado profissional com a vida pessoal.

    A HBO Max liberou nesta terça-feira um comercial do documentário. Nele, Galisteu diz que “há muitas coisas que as pessoas não sabem” sobre o namoro com o piloto.

    Série dá versão de Adriane Galisteu sobre namoro com Ayrton Senna

  • Palmeiras e Abel reencontram Tiago Nunes, que vive clima de revanche na LDU

    Palmeiras e Abel reencontram Tiago Nunes, que vive clima de revanche na LDU

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Quem acredita que o Palmeiras não terá um adversário brasileiro pela frente na noite desta quinta-feira, pela ida da semifinal da Libertadores, está enganado: a LDU, do Equador, é comandada pelo gaúcho Tiago Nunes -que vem para o duelo em clima de revanche em dose dupla.

    LEMBRA DELE?

    Tiago Nunes já enfrentou o alviverde como treinador em nove oportunidades: três pelo Athletico-PR, quatro pelo Corinthians e outras duas pelo Ceará.

    Ele só venceu o adversário em uma delas, em 2020, no Dérbi ocorrido pela 1ª fase do Campeonato Paulista. Na ocasião, Gil marcou o único gol do clássico -disputado sem torcida diante da pandemia.

    Aquele jogo antecedeu capítulos doloridos para o comandante, que perdeu o título do estadual justamente para o Palmeiras em final decidida nos pênaltis e que, um mês depois do vice-campeonato em questão, acabou demitido do Corinthians após nova derrota para o rival, na época comandado por Vanderlei Luxemburgo.

    O tempo passou, e Tiago Nunes teve rápida passagem pelo Grêmio antes de chegar ao Ceará e reencontrar o alviverde, agora de Abel Ferreira, já em outubro de 2021, no 1º turno do Brasileiro.

    No único confronto entre os dois até nesta terça-feira (21), melhor para o português: o Palmeiras fez 2 a 1 fora de casa e, de quebra, encerrou um tabu de 24 anos sem vitória sobre o Ceará no Castelão -as equipes voltaram a se enfrentar meses depois, mas os paulistas foram comandados por Paulo Victor Gomes, que trabalhava com o elenco sub-20 e foi acionado para a última rodada do torneio nacional.

    Tiago Nunes se reinventou longe do Brasil e, recentemente, virou bicho-papão dos times de seu país-natal. Somente nesta edição da Libertadores, comandando a LDU, ele eliminou Botafogo e São Paulo, nas oitavas e nas quartas, respectivamente.

    “A gente tem que ter o máximo de respeito e buscar soluções para superar essa série. A Libertadores é uma competição de dois jogos e tem o aspecto do momento. Qualquer coisa pode acontecer. Por já ter passado por situações parecidas e eliminado gigantes, sei que, às vezes, os ventos sopram a favor. Estamos trabalhando para surpreender as pessoas que, em muitas vezes, olham um futebol que não está perto delas com um pouco de nariz torcido”, disse Tiago Nunes.

    Tiago Nunes contra Palmeiras (9 jogos)
    1 vitória
    2 empates
    6 derrotas

    Tiago Nunes contra Abel (1 jogo)
    1 derrota

    João Fonseca volta a vencer depois de não jogar em Xangai e sofrer derrota precoce na Bélgica; o brasileiro teve trabalho para defender os saques potentes de Giovanni Mpetshi Perricard, recordista em Wimbledon

    Folhapress | 14:24 – 21/10/2025

    Palmeiras e Abel reencontram Tiago Nunes, que vive clima de revanche na LDU

  • Para secretário da Receita isenção do IR é resgate em favor do povo

    Para secretário da Receita isenção do IR é resgate em favor do povo

    O secretário Robson Barreirinhas participou de audiência da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado; “Há que se falar em um reequilíbrio da tributação em favor da população brasileira”, disse

    O secretário especial da Receita Federal Robson Barreirinhas disse, nesta terça-feira (21), que a reforma do imposto de renda é um resgate em favor da população brasileira. 

    Ele participou de audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado sobre o PL 1.087/2025 que trata da isenção de cobrança do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil.

    O texto foi aprovado de forma unânime na Câmara dos Deputados no dia 1º de outubro e agora é analisado no Senado.

    “É importante lembrar que a tabela do Imposto de Renda ficou sem correção de 2015 a 2022, uma defasagem de quase 60% da tabela. Se a tabela do imposto de renda fosse atualizada como foi no período anterior a 2015, não estaríamos tendo essa discussão da reforma”, disse o secretário.

    Segundo Barreirinhas, o governo está fazendo nesse momento uma correção forte, mais equilibrada, para as pessoas mais pobres, com a arrecadação dos que ganham mais.

    “Não há o que se falar em prejuízo para estados e municípios. Há que se falar em um reequilíbrio da tributação em favor da população brasileira. União, estados e municípios são parceiros no imposto de renda”, afirmou.

    Atualmente, são isentos do imposto quem ganha até R$ 3.036. O projeto determina que, em 2026, as pessoas que ganham até R$ 5 mil, terão um desconto mensal de até R$ 312,89, de modo que o imposto devido seja zero. Já quem ganha de R$ 5.000,01 até R$ 7.350,00, o desconto será de R$ 978,62.

    Segundo o governo, com a aprovação da proposta, serão beneficiados com a isenção mais de 26,6 milhões de contribuintes, em 2026.

    Para compensar a isenção, cujo custo está estimado será de R$ 25,8 bilhões aos cofres públicos, o projeto prevê a tributação das pessoas com rendimentos acima de R$ 600 mil por ano, com uma alíquota progressiva de até 10%.

    A alíquota máxima incidirá para quem recebe anualmente a partir de R$ 1,2 milhão. Além disso, ela não será aplicada para quem já paga a alíquota máximo do IR, que é de 27,5%.

    André Horta Melo, diretor institucional do Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), também destacou a importância da tributação dos dividendos.

     “Essa exceção brasileira termina com esse projeto de forma muito louvável, porque é um país desigual, e é justamente na tributação dos dividendos que é mais fácil exercitar a redução de desigualdades e isso está faltando no nosso sistema tributário. Essa volta da tributação de dividendos é central nesse projeto”, afirmou Melo.

    Para secretário da Receita isenção do IR é resgate em favor do povo

  • Trump diz que encontrará Xi Jinping em duas semanas

    Trump diz que encontrará Xi Jinping em duas semanas

    Anúncio de encontro foi feito mais de 10 dias após uma nova “guerra comercial” contra o gigante asiático; Trump anunciou novas sanções como retaliação ao novo controle que a China impôs às exportações de terras raras

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (21) que vai encontrar com o chinês Xi Jinping para discutir as tarifas aplicadas ao país asiático.

    Encontro vai ser na Coreia do Sul em duas semanas, afirmou o republicano. Ele falou sobre o assunto em evento na Casa Branca.

    “Acho que vamos ter uma boa negociação”, disse Trump. O presidente afirmou que as tarifas aplicadas hoje à China são “um pouco maiores do que eles imaginavam” e mencionou as negociações com a União Europeia e com o Japão como casos bem-sucedidos.

    “Eu vou ver o presidente Xi em duas semanas. Nós vamos nos encontrar na Coreia do Sul. Vamos discutir muitas coisas. Quero falar sobre o fato de que eles estão pagando 157% de tarifas”, disse Trump.

    Anúncio de encontro foi feito mais de 10 dias após uma nova “guerra comercial” contra o gigante asiático. Em 10 de outubro, Trump anunciou a imposição de tarifas extras de 100% contra todos os produtos da China.

    Trump anunciou novas sanções como retaliação ao novo controle que a China impôs às exportações de terras raras. Hoje, 70% do fornecimento de minerais das terras raras vêm da China. Nos EUA, esses materiais são essenciais para as indústrias de alta tecnologia, o que deve encarecer a produção americana.

    GUERRA COMERCIAL

    Nos primeiros meses de seu segundo mandato, Trump escalou a guerra comercial contra a China. Pequim retrucou, ampliando também as barreiras aos bens americanos. O resultado foi praticamente uma paralisia do comércio bilateral, com taxas acima de 100%.

    Mas, a partir de junho, as diplomacias de ambos os lados iniciaram negociações e um acordo inicial foi obtido. Washington e Pequim concordaram em seguir negociando e havia até mesmo uma expectativa de que Trump poderia se reunir com Xi Jinping.

    Hoje, quase todos os produtos importados da China para os EUA já enfrentam tarifas elevadas. Elas variam de 50% para aço e alumínio a 7,5% para bens de consumo.

    Trump diz que encontrará Xi Jinping em duas semanas

  • Moraes vota por condenar os sete réus do Núcleo 4 da trama golpista

    Moraes vota por condenar os sete réus do Núcleo 4 da trama golpista

    Grupo, que está sendo julgado no Supremo Tribunal Federal (STF), era responsável disseminar ataques ao processo eleitoral

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta terça-feira (21) pela condenação dos sete réus que compõem o núcleo de desinformação da trama golpista que buscou manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder após derrota nas eleições de 2022. 

    Relator do caso, Moraes levou pouco mais de duas horas e meia para ler seu voto, no qual repetiu diversas vezes “ter ficado fartamente comprovada” a existência de uma organização criminosa que, em divisão de tarefas, praticou crimes com o objetivo de romper com o Estado Democrático de Direito. 

    Ao votar, Moraes mencionou os réus do Núcleo 4, um por um, individualizando quais teriam sido os atos ilegais praticados e as provas que embasaram cada condenação, expondo sobretudo mensagens escritas e em áudio retirados dos aparelhos dos réus, além de outros tipos de registros.  

    Prints de redes sociais também foram apresentados pelo ministro relator para demonstrar a coordenação de atos praticados pelos réus e a disseminação de ataques contra o processo eleitoral, instituições e autoridades contrárias ao grupo criminoso. 

    As condenações tiveram como base também o testemunho do tenente-coronel Mauro Cid, réu colaborador que forneceu à Polícia Federal detalhes sobre a trama golpista e a participação de cada envolvido no complô.

    “Não há nenhuma dúvida, as provas são fartas”, afirmou o ministro. Moraes citou ainda provas como uma minuta de decreto golpista, que é mencionada em conversas entre os integrantes desse núcleo de desinformação, além de ações e planejamentos para o golpe, como a operação Copa 2022 e o plano Punhal Verde Amarelo.

    Para o ministro, isso demonstra como os diversos núcleos da trama, incluindo o Núcleo 4 de desinformação, atuou de forma coordenada para praticar o golpe. 

    “Inúmeras mensagens e conversas em todos os núcleos, inter-relacionados, que demonstram isso, que havia minuta do golpe, que havia pressão contra os comandantes das Forças Armadas, que havia monitoramento de autoridades, que havia operação Copa 2022 , a partir do planejamento Punhal Verde e Amarelo”, disse o ministro. 

    O ministro também mencionou os atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores de Bolsonaro invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes.

    Moraes afirmou que diversos atos praticados pelos réus buscaram “deslegitimar a Justiça Eleitoral, deslegitimar as eleições” com o objetivo de “gerar o caos social” e “tomar a República de assalto”. 

    Absolvição 

    Somente em relação a um réu, o presidente do Instituto Voto Legal, Carlos Rocha, o relator votou pela absolvição de alguns crimes. Moraes disse haver “dúvida razoável” da participação dele no golpe de Estado em si.

    Por esse motivo, somente no caso de Rocha, Moraes votou pela condenação por integrar organização criminosa e atentar contra o Estado Democrático de Direito, mas absolveu o réu dos crimes de golpe de Estado, dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado. 

    Denúncia

    Segundo a acusação, integrantes do Núcleo 4 montaram uma espécie de Abin paralela, que utilizava a estrutura da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para monitorar adversários do grupo criminoso e produzir informações falsas que pudessem ser exploradas por outros integrantes da organização criminosa. 

    Outro ponto central da denúncia diz respeito a uma campanha de difamação e ataques virtuais contra os comandantes do Exército e da Aeronáutica em 2022, com o objetivo de pressioná-los a aderir aos planos golpistas. 

    Integrantes do Núcleo 4 também foram acusados de produzir e divulgar um relatório com informações falsas com supostas falhas em urnas eletrônicas. O documento serviu como base de uma ação eleitoral aberta pelo PL, partido de Bolsonaro, questionando o resultado das eleições de 2022.

    “Uma das coisas mais bizarras que a Justiça Eleitoral já recebeu”, comentou Moraes. 

    Réus

    Fazem parte deste Núcleo 4: 

    Ailton Gonçalves Moraes Barros (major da reserva do Exército); Ângelo Martins Denicoli (major da reserva do Exército); Giancarlo Gomes Rodrigues (subtenente do Exército); Guilherme Marques de Almeida (tenente-coronel do Exército); Reginaldo Vieira de Abreu (coronel do Exército); Marcelo Araújo Bormevet (policial federal) e Carlos Cesar Moretzsohn Rocha (presidente do Instituto Voto Legal). 

    Todos os sete respondem pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

    Em geral, as defesas afirmaram, em alegações finais por escrito, que a PGR não conseguiu individualizar as condutas de cada réu nem apresentou provas cabais dos crimes, sendo o processo composto apenas por indícios e suposições, em uma narrativa genérica. 

    Tais alegações foram reforçadas pelos advogados da tribuna da sala de audiências, em que cada defensor teve até uma hora para argumentar em favor de seus clientes. 

    Sessão

    O julgamento do Núcleo 4 teve início na terça passada, quando Moraes leu o relatório detalhando a tramitação do caso e se manifestaram o procurador-geral da República, Paulo Gonet, além dos advogados dos réus. 

    Nesta terça, os ministros começaram a votar. Por ser o relator, Moraes vota primeiro, seguido por Cristiano Zanin, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Flávio Dino, que é presidente da Primeira Turma e conduz os trabalhos. 

    Núcleos 

    O julgamento do golpe de Estado foi dividido pela PGR, com aval do Supremo, em diversos núcleos, agrupados de acordo com seu papel dentro da organização criminosa. 

    Como integrante do Núcleo 1, ou núcleo crucial, o próprio Bolsonaro já foi condenado pela Primeira Turma do Supremo como líder da organização criminosa. Outras seis pessoas também foram condenadas no mesmo julgamento. 

    Além do núcleo 4, serão julgados ainda neste ano os núcleos 2 e 3. O julgamento do núcleo 3 está marcado para 11 de novembro. O grupo 2 será julgado em dezembro. 

    Moraes vota por condenar os sete réus do Núcleo 4 da trama golpista

  • Fonseca segura melhor saque do mundo e vence atual campeão na Basileia

    Fonseca segura melhor saque do mundo e vence atual campeão na Basileia

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – João Fonseca está nas oitavas de final do ATP 500 da Basileia, na Suíça. O brasileiro, número 46 do mundo, não se intimidou diante do francês Giovanni Mpetshi Perricard, dono do melhor saque do mundo e atual campeão do torneio, e venceu por 2 sets a 0, parciais de 7/6 (6) e 6/3, em 1h26min de partida, nesta terça-feira (21).

    Fonseca teve trabalho para defender os saques potentes do francês, recordista em Wimbledon. O número 33 do mundo serviu a 246 km/h no Grand Slam britânico -que acontece em quadra de grama e a céu aberto- o recorde histórico da competição.

    Perricard, inclusive, é o dono do melhor saque do circuito, segundo a ATP. O francês tem média superior a 15 aces por partida, segunda melhor marca. Ele lidera em serve rating, índice que avalia o desempenho de um jogador no saque combinando múltiplas estatísticas.

    O brasileiro mostrou muita variação para levar o primeiro set e resolveu cedo na segunda parcial. João se aproximou da rede, explorou diagonais e colocou potência no saque, sempre vibrante a cada ponto.

    Fonseca não avançava em um torneio da ATP desde o US Open, em agosto. Na ocasião, ele bateu Miomir Kecmanovic na estreia e caiu na sequência para Tomas Machac.

    João Fonseca vai enfrentar Jakub Mensik, da República Tcheca, nas oitavas de final, já nesta quarta-feira (22), por volta das 15h (de Brasília). Ele é o 19º do mundo e eliminou o suíço Herny Bernet.

    COMO FOI O JOGO

    João correu muito para segurar o saque potente do francês e, no tie-break, fazer 1 a 0. A parcial começou com os dois tenistas confirmando seus serviços. Em seu primeiro compromisso desde a eliminação em Bruxelas, João Fonseca flertou com a quebra no nono game, fez 40 a 40, mas viu Perricard confirmou em 5 a 4. Sem quebras, o primeiro set se encaminhou para o tie-break, onde João abriu 3 a 0, viu o francês empate por 6 a 6, mas levou o set com direito a ace.

    No segundo set, Fonseca abriu vantagem cedo para avançar às oitavas. O brasileiro quebrou o serviço de Perricard logo no segundo game, viu o francês quase dar o troco na sequência, mas abriu 3 a 0 no início do segundo set. Tanto o francês quanto o brasileiro confirmaram seus respectivos serviços, mantendo a vantagem para João. O francês ainda tentou uma sobrevida no nono game, segurando um 40 a 40. Em seu terceiro match point, João Fonseca confirmou o saque e a vitória.

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    Folhapress | 11:45 – 21/10/2025

    Fonseca segura melhor saque do mundo e vence atual campeão na Basileia

  • B3 lança índice futuro de ouro em meio a recordes de preço do metal

    B3 lança índice futuro de ouro em meio a recordes de preço do metal

    A B3 lançou o IFGOLD B3, índice que acompanhará o desempenho do contrato futuro de ouro, oferecendo aos investidores uma nova forma de exposição ao metal. O indicador surge em meio à disparada do preço global do ouro, que já acumula alta superior a 50% em 2025

    (FOLHAPRESS) – A B3 lança nesta terça-feira (21) o Índice Futuro de Ouro B3 (IFGOLD B3) para refletir o preço do metal precioso. O novo indicador vai acompanhar o desempenho do contrato futuro de ouro e, segundo a Bolsa brasileira, visa medir de forma precisa o retorno dos investimentos na commodity, em meio a recordes no preço internacional.

    “Este índice fornecerá uma ferramenta eficaz para quem busca estratégias baseadas na exposição ao ouro, com segurança e transparência”, diz Hênio Scheidt, gerente da B3.

    Segundo ele, o índice foi criado para atender à crescente demanda de investidores institucionais e pessoas físicas por exposição ao ativo.

    O contrato futuro de ouro foi disponibilizado em julho deste ano e, em setembro, registrou um recorde de volume diário negociado, com 6.586 mil contratos no dia 8.

    Na prática, o IFGOLD acompanhará o desempenho de uma carteira teórica composta pelo primeiro vencimento do contrato futuro de ouro (GLD). O cálculo do retorno total desse contrato ocorre diariamente, considerando a valorização dos preços.

    Entre os critérios para a composição do indicador estão a escolha dos contratos com maior liquidez e a sua renovação automática antes do vencimento, para garantir que o índice reflita com precisão o mercado de futuros de ouro.

    O IFGOLD B3 é o 12º indicador lançado pela Bolsa este ano. Os índices possibilitam a criação de produtos derivados, como os ETFs (fundos de índice).
    “Isso facilita que investidores de varejo tenham mais uma opção de acesso à variação do metal, de forma rápida e fácil”, afirma Scheidt.

    Na segunda passada (13), o ouro ultrapassou a marca de US$ 4.100 a onça pela primeira vez nesta, atingindo outro recorde devido às novas tensões comerciais entre EUA e China e às expectativas de cortes de juros pelo Fed (Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos) enquanto a prata também teve uma alta histórica. No ano, o ouro acumula alta de mais de 56%.
    *
    COMO COMPRAR OURO?

    Aquisição é feita por corretoras, independentemente do tipo de instrumento. Lucros com investimento são isentos de IR até R$ 20 mil; depois, o tributo é de 15% do ganho

    1 – À vista

    O investidor tem titularidade de uma barra de ouro, como se fosse uma ação, por lote (de 250 gramas). Taxas são de custódia e negociação

    2 – Fundos

    Investidor pode escolher um fundo multimercado que tenha ouro no portfólio. Taxas são de administração e performance. Imposto segue tributação de investimento e é retido da fonte

    3 – Contratos em Bolsa

    É possível negociar ouro por contratos futuros, a termo e de opção na Bolsa brasileira e no exterior. Investimentos são de alto riso e exigem conhecimento de mercado financeiro. Custo depende do contato e taxas são de custódia e negociação

    COMO INVESTIR EM OURO?

    Há várias formas de investir no metal. Um deles é a compra de ouro em si, em grandes bancos ou na B3, ou pela compra de papéis que estão atrelados à cotação do ouro ou replicam índices globais do metal.

    Na B3, além do GLD, há ETFs (fundos de índice) atrelados ao metal, como o GOLD11 e o GLDX11 e os internacionais, BIAU39 e ABGD39. Eles são negociados da mesma forma que ações, e replicam o desempenho do preço do ouro em reais.

    Como o preço do ativo está na máxima, outra alternativa são as ações de mineradoras de ouro, como a Aura Minerals (AURA33) e a Newmont (N1EM34).

    COMO É CALCULADO O PREÇO DO OURO?

    O ouro é uma commodity, ou seja, uma mercadoria transacionada internacionalmente, com preços uniformes nesse mercado global.

    Os investimentos em contrato de ouro seguem a cotação internacional da onça troy (31,1035 gramas) na Bolsa de Chicago, em dólares. Uma onça-troy equivale a 31,10349 gramas, e um quilograma tem 32,15 onças-troy.

    O QUE É PRECISO PARA NEGOCIAR OURO?

    As compras de ouro via bancos e corretoras podem ser feitas por aplicativo, telefone ou diretamente nas agências.

    Não é preciso nenhuma condição especial para negociar o ativo. O cliente necessita apenas ter o formulário de perfil do investidor válido e dispor dos recursos em conta na corretora para comprar a quantidade em contratos de ouro em Bolsa desejada.

    SE EU COMPRO OURO, TENHO QUE LEVAR O METAL PARA CASA?

    Em geral o investidor não carrega o ouro para casa, mas o deixa guardado na B3 (independentemente de ter comprado por meio de um banco ou na própria Bolsa). A custódia do ouro fica na B3, vinculada à corretora por meio da qual o cliente negociou o ativo.

    A Bolsa cobra uma taxa de custódia de 0,121% ao mês sobre o valor diário custodiado, calculado com base no total de gramas de ouro mantidos em depósito, considerado o preço médio da cotação do ouro 250g (OZ1).

    Para o caso do ouro comprado na B3, se o investidor insistir em levar o metal para casa, isso só é possível quando ele compra os OZ1, de 250 gramas.

    HÁ OUTROS CUSTOS, COMO IMPOSTOS E TARIFAS?

    Quando a compra é feita diretamente no banco, a taxa de corretagem fica ao redor de 0,4% sobre o valor total da operação.

    Nos contratos da B3 que acompanham a cotação do ouro, as tarifas são cobradas de acordo com o volume negociado. Assim como nas ações, a tributação é de 15% sobre os ganhos obtidos na venda do ouro, para negócios acima de R$ 20 mil no mês.

    Já no caso do ETFs e de fundos, há taxa de administração. Eles também são tributados em 15% sobre o ganho de capital, sem isenção independentemente do valor negociado.

    PARA QUEM É INDICADO?

    O mercado financeiro de ouro é complexo e com alta volatilidade (oscilações bruscas de preços), o que afasta o pequeno investidor. A opção mais recomendada é investir em fundos que incluíram o metal em suas carteiras como contrapeso para a queda no preço das ações.

    Como investimento, o ouro é considerado uma forma segura de se resguardar nos dias de maior volatilidade, mas, em decorrência do aumento da procura, seus preços costumam sofrer forte alta nesses momentos.

    B3 lança índice futuro de ouro em meio a recordes de preço do metal

  • Kremlin já não sabe quando será cúpula entre Trump e Putin

    Kremlin já não sabe quando será cúpula entre Trump e Putin

    A reunião entre Donald Trump e Vladimir Putin para discutir a guerra na Ucrânia enfrenta impasses diplomáticos e logísticos. Sem data definida, o encontro em Budapeste é ameaçado por divergências sobre o cessar-fogo e restrições de voo impostas à Rússia por países europeus

    (CBS NEWS) – A nova reunião de cúpula entre Donald Trump e Vladimir Putin para discutir o fim da Guerra da Ucrânia e temas bilaterais ainda não tem data definida, com sinais crescentes de dificuldades no arranjo do encontro em Budapeste.

    “Escute, não podemos adiar o que não foi finalizado”, disse nesta terça (21) o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, questionado por repórteres sobre a data. “Não há um entendimento”, completou.

    “Nem o presidente Trump, nem o presidente Putin deram datas exatas. Isso leva tempo”, afirmou. Não é bem assim. O presidente americano havia anunciado o encontro na quinta-feira passada (16), afirmando que ele ocorreria em até duas semanas.

    Ele fez o anúncio após telefonema recebido de Putin que durou duas horas e tirou dos trilhos a possibilidade de entrega de mísseis de cruzeiro Tomahawk para a Ucrânia, o que era esperado para o dia seguinte, quando Trump recebeu Volodimir Zelenski na Casa Branca.

    Parecia o roteiro de agosto, quando o republicano deu um ultimato para Putin aceitar uma trégua só para, após uma ligação, marcar a primeira reunião entre eles neste mandato do americano, no Alasca.

    Na segunda (20), os encarregados de organizar a reunião, o chanceler Serguei Lavrov e o secretário de Estado Marco Rubio, se falaram ao telefone. O encontro prévio entre os dois ainda não tem data também.

    As mais óbvias são o escopo da reunião. A partir da conversa de agosto, ficou claro que Putin aceitaria trocar pedaços que não controla das regiões sulistas de Zaporíjia e Kherson pela tomada final de Donetsk, no leste. A conta seria muito desfavorável a Zelenski, que não aceitou a ideia.

    Trump até perdeu a paciência e falou que a Ucrânia deveria retomar todos os 20% que perdeu, incluindo a Crimeia anexada por Putin em 2014. Já voltou atrás e, no encontro com Zelenski de sexta, segundo relatos disse que ele tinha de aceitar a perda ou enfrentar mais destruição.

    Na segunda, o americano foi além e afirmou que não acreditava na possibilidade de Kiev ganhar a guerra, iniciada com a invasão russa de fevereiro de 2022. Zelenski, por sua vez, falou em congelar as linhas de batalha como estão e aí conversar.

    Líderes europeus aliados dos ucranianos apoiaram a posição. Em um comunicado conjunto nesta terça, os govenos da Alemanha, França, Reino Unido e a União Europeia afirmaram apoiar o esforço de Trump por uma trégua imediata. “A atual linha de contato [frente de batalha] deve ser o ponto de partida das negociações”, disse o texto.

    Há óbices adicionais. A escolha da capital húngara para o encontro se deu porque o governo do premiê Viktor Orbán é próximo de Putin e de Trump, e crítico de Zelenski. Só que para o encontro acontecer, o russo tem de chegar à cidade.

    O problema é que todo o espaço aéreo em torno da Hungria, que não tem saída para o mar, é vetado por sanções europeias a aviões russos. Para Putin poder sobrevoá-los, é preciso autorização específica de cada governo, e a rota mais rápida e óbvia em céus da Europa passa pela Polônia.

    Nesta terça, o governo em Varsóvia, um dos mais contrários a Putin no continente, disse que não permitirá que o avião presidencial de Putin sobrevoe o país, que foi alvo de uma incursão de drones de Moscou no mês passado.

    Segundo o governo polonês, se o avião entrar em seu espaço aéreo, será obrigado a descer e Putin será preso pelas acusações de crime de guerra que pesam contra o russo no Tribunal Penal Internacional.

    Isso pode forçar uma alternativa de rota mais complexa, que é voar sobre o contestado mar Negro e entrar pela Bulgária, membro da União Europeia que disse aceitar o sobrevoo. Dali, cruzar a aliada Sérvia, que não faz parte do bloco de Bruxelas, e chegar à Hungria.

    Na Ucrânia, o conflito prossegue, com avanços russos no leste e um bombardeio na região de Tchernihiv (norte) que deixou centenas de milhares de moradores no escuro, mantendo o padrão de ataques ao sistema energético às vésperas do inverno do Hemisfério Norte.

    Kremlin já não sabe quando será cúpula entre Trump e Putin

  • Do vídeo íntimo ao sucesso empresarial, veja curiosidades sobre Kim Kardashian

    Do vídeo íntimo ao sucesso empresarial, veja curiosidades sobre Kim Kardashian

    Aos 45 anos, Kim Kardashian celebra o sucesso de sua marca bilionária Skims e enfrenta novas polêmicas com o ex-marido Kanye West. A empresária, que transformou fama e controvérsia em império, estreia em novembro como atriz em um drama jurídico criado por Ryan Murphy

    (CBS NEWS) – A empresária e socialite Kim Kardashian completa 45 anos nesta terça-feira (21), em meio à consolidação de seu império de moda íntima com a marca Skims, com valor de mercado avaliado em US$ 4 bilhões (R$ 21,8 bilhões), e as trocas de farpas com o ex-marido, o cantor Kanye West, com quem ficou casada por oito anos.

    Em entrevista ao podcast Call Her Daddy, de Alex Cooper, em outubro deste ano, Kim contou que decidiu se divorciar para “priorizar o bem-estar e a sanidade dos filhos”, mencionando os colapsos mentais do ex-marido. Segundo ela, Kanye não estava disposto a fazer mudanças que seriam saudáveis e benéficas para a família.

    Em março, o rapper voltou a criticá-la, acusando-a de fazer parte do que chamou de “máfia Kardashian”, que, segundo ele, restringiria seu convívio com os filhos. Eles têm quatro: North, de 12 anos; Saint, de 9; Chicago, de 7; e Psalm, de 6.

    Kim cresceu sob os holofotes desde a adolescência. Filha de Robert Kardashian, advogado que ganhou notoriedade ao integrar a equipe de defesa do astro do futebol americano O.J. Simpson. Ele foi absolvido do assassinato de sua ex-mulher e um amigo dela, em 1995, num dos julgamentos mais midiáticos dos EUA.

    Mas a virada na vida de Kim veio em 2007, quando um vídeo íntimo com o rapper Ray J foi divulgado na internet. Mais de uma década depois, o episódio ainda a persegue. Em outubro deste ano, Kim e sua mãe, Kris Jenner, entraram com uma ação judicial contra Ray J por difamação. Mãe e filha afirmam que ele mentiu ao dizer, para “milhões de seguidores nas redes sociais”, que existiria uma investigação federal de extorsão contra a família Kardashian.

    No mesmo ano, em 2007, estreou o reality show “Keeping Up with the Kardashians”, que teve 20 temporadas exibidas entre 2007 e 2021, acompanhando o cotidiano da família. Alguns episódios se tornaram memoráveis, como o momento em que Kim perdeu um brinco de diamante avaliado em 75 mil dólares (cerca de 400 mil reais) durante um mergulho e começou a chorar. A irmã Kourtney, então, a repreendeu com a frase que virou meme: “Kim, há pessoas morrendo.”

    Em 2022, a família anunciou o retorno do programa, agora pela plataforma Hulu, com o título “The Kardashians”. O reality segue o mesmo formato, mostrando a rotina de Kris Jenner e de suas filhas.

    Em novembro, ela estreará o drama jurídico “Tudo É Justo”, criado por Ryan Murphy, responsável pelas produções “Monstros” e “American Horror Story”.

    A influência de Kim, no entanto, ultrapassa as telas. No Brasil, ela alcançou o maior picos de buscas em novembro de 2014, após posar para a revista americana Paper. As fotos do ensaio, que a mostram com um vestido preto de paetês equilibrando uma taça de champanhe nas nádegas e, em outra, nua e coberta de óleo, popularizaram a expressão “quebrar a internet”.

    Entre as irmãs Kardashian-Jenner, Kim é a mais popular entre os brasileiros e com 39,5% das preferências, seguida por Kylie Jenner (32,6%), conhecida pela marca de cosméticos Kylie e pelos relacionamentos com celebridades -atualmente, ela namora o ator Timothée Chalamet. O ranking se completa, nesta ordem, com Kendall Jenner, Khloé e Kourtney Kardashian. Os dados são do Google Trends.

    Do vídeo íntimo ao sucesso empresarial, veja curiosidades sobre Kim Kardashian

  • Novo anúncio da Apple conta com a voz de Jane Goodall; veja

    Novo anúncio da Apple conta com a voz de Jane Goodall; veja

    A Apple lançou um novo vídeo da campanha “Grandes ideias começam no Mac”, narrado por Jane Goodall. A cientista, que morreu no início de outubro, empresta sua voz a uma reflexão sobre criatividade e o poder de transformar uma tela em branco em grandes descobertas

    O início de outubro foi marcado pela morte de Jane Goodall, renomada cientista e pesquisadora britânica, cuja voz aparece agora no mais recente vídeo da Apple para promover os computadores Mac.

    Embora Goodall não mencione diretamente os produtos da empresa, sua narração faz alusão à luz do computador e ao ato de iniciar algo novo, tema que a Apple adotou como conceito central da campanha “Grandes ideias começam no Mac”.

    Tor Myhren, vice-presidente de marketing da Apple e responsável pela campanha, explicou ao site Ad Age que o objetivo é celebrar a parte mais difícil e misteriosa de uma grande ideia, a origem, o momento em que algo é criado a partir do nada, de uma tela em branco.

    É impressionante perceber quantas das melhores ideias do mundo nasceram em um Mac, afirmou Myhren. Esta campanha homenageia essas ideias e todas as pessoas que buscam transformá-las em algo maior.

    Pode ver acima este anúncio da Apple com voz de Jane Goodall.

    Novo anúncio da Apple conta com a voz de Jane Goodall; veja