Autor: REDAÇÃO

  • China defende controle de terras raras; impacto será "muito limitado"

    China defende controle de terras raras; impacto será "muito limitado"

    O Ministério do Comércio da China defendeu hoje a legitimidade das novas restrições impostas esta semana à exportação de terras raras, assegurando que o impacto nas cadeias de abastecimento vai ser “muito limitado”.

    As medidas são “uma ação legítima do governo chinês para ajustar o sistema de controle das exportações em conformidade com as leis e regulamentos”, afirmou um porta-voz do Ministério do Comércio em comunicado.

    “Os controles de exportação da China não são proibições de exportação, e serão concedidas licenças para pedidos que atendam aos critérios”, disse o porta-voz, acrescentando que Pequim informou antecipadamente os parceiros comerciais sobre as medidas “por meio de mecanismos de diálogo bilateral”.

    “As empresas não precisam se preocupar”, reforçou o porta-voz.

    Pequim reiterou que as restrições têm como objetivo impedir que as terras-raras e seus produtos derivados sejam usados na produção de itens militares ou de defesa, a fim de “defender a paz mundial, a estabilidade regional e cumprir suas obrigações internacionais de não proliferação”.

    O ministério afirmou ainda que a China avaliou detalhadamente o impacto potencial das novas restrições nas cadeias industriais e de suprimento e concluiu que esse impacto “é muito limitado”.

    Na quinta-feira, as autoridades chinesas anunciaram uma nova rodada de restrições à exportação de terras-raras, essenciais para a fabricação de tecnologia avançada, e adicionaram cinco novos metais à lista de produtos controlados.

    A China, que domina mais de 70% da produção mundial e quase 90% da transformação desse material estratégico, tem imposto restrições à exportação como instrumento de negociação desde que os Estados Unidos iniciaram a guerra tarifária, em abril. Ainda assim, recentemente, Pequim flexibilizou parte dessas medidas no contexto da trégua comercial entre as duas potências.

    As terras-raras têm sido um ponto de atrito nas negociações comerciais sino-americanas, com Washington acusando Pequim de atrasar deliberadamente a aprovação de licenças de exportação.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na sexta-feira a imposição de uma sobretaxa de 100% sobre importações da China a partir de novembro, em resposta a medidas comerciais que classificou como “extremamente hostis” por parte de Pequim.

    A partir de 1º de novembro — ou até antes, “dependendo de quaisquer ações ou mudanças futuras tomadas pela China” — os EUA imporão “uma tarifa de 100% sobre a China, além de qualquer tarifa já vigente”, declarou Trump na rede social Truth.

    Ainda no início do próximo mês, segundo o republicano, Washington também imporá controles de exportação contra Pequim sobre “todo e qualquer software crítico”.

    “O anúncio de Donald Trump é um exemplo típico de ‘dois pesos, duas medidas’”, reagiu a China.

    O Ministério do Comércio chinês afirmou que as ações de Washington “prejudicam gravemente os interesses da China e minam (…) o clima das discussões econômicas e comerciais entre as duas partes”.

    “Ameaçar constantemente com tarifas elevadas não é a forma correta de cooperar com a China”, acrescentou o ministério.

    As novas medidas surgem pouco antes da reunião dos líderes da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (APEC), na Coreia do Sul, onde se esperava um possível encontro entre os presidentes dos dois países — algo que agora está em dúvida.

    China defende controle de terras raras; impacto será "muito limitado"

  • David Villa responde Mourinho e revela: “Quando Guardiola me ligou…”

    David Villa responde Mourinho e revela: “Quando Guardiola me ligou…”

    David Villa foi o convidado mais recente do ex-jogador espanhol Mario Suárez, no canal do YouTube El Camino de Mario, onde relembrou sua passagem pelo Barcelona, entre 2010 e 2013. Nesse período, marcou 48 gols em 119 jogos oficiais e conquistou uma Liga dos Campeões, uma Supercopa da UEFA, um Mundial de Clubes, três La Ligas, três Copas do Rei e três Supercopas da Espanha.

    Por pouco, porém, essa experiência não aconteceu. Villa revelou que quase ignorou uma ligação de Pep Guardiola, então técnico do Barcelona, que abriu caminho para a transferência — avaliada em cerca de 40 milhões de euros, pagos ao Valencia.

    “Quando o Guardiola me ligou, lembro que estava em casa. Ele me liga e eu respondo: ‘Estou ocupado, te ligo depois’. Achei que era uma brincadeira. Então liguei para o Xavi [Hernández], que eu já conhecia da seleção, e perguntei se aquele era mesmo o número do Pep. Quando ele confirmou, liguei de volta”, contou, entre risos.

    “A conversa com o Guardiola foi curiosa, totalmente tática. Ele me explicou por que me queria, onde eu jogaria, como via meu papel dentro do time, como funcionava o clube… Não esperava uma conversa tão tática sem sequer ser ainda jogador do Barcelona. Se eu tinha alguma dúvida sobre ir ou não, aquela chamada me convenceu. Disse ao meu empresário para falar apenas com o Barça”, continuou.

    “Além de ser um grande treinador e superinteligente, o segredo do Guardiola é que ele pensa à frente. Ele enxerga as coisas antes dos outros. No futebol, quando você se antecipa, já tem muita vantagem”, completou.

    A resposta a Mourinho… 15 anos depois
    Apesar do sucesso posterior, os primeiros meses de Villa no Barcelona não foram tão animadores. Nos 17 primeiros jogos, ele havia marcado apenas oito gols, gerando dúvidas.

    Foi então que surgiu José Mourinho, atual técnico do Benfica mas, à época, comandante do Real Madrid. O português provocou, afirmando que o Barcelona tinha gasto “uma fortuna em um atacante que não faz gol em ninguém”.

    Mas o feitiço virou contra o feiticeiro: em 29 de novembro de 2010, no clássico, Villa marcou dois gols e deu uma assistência na goleada por 5 a 0 sobre o Real Madrid.

    “Eu gostava dessas provocações, porque me motivavam. Tinha certeza de que faria um bom jogo. Não esperava marcar dois gols e ganhar de 5 a 0… Esse é o jogo que mais me lembro. Dei uma assistência, fiz dois gols e vencemos o maior rival por 5 a 0. Não tem situação melhor que essa”, relembrou.

    David Villa responde Mourinho e revela: “Quando Guardiola me ligou…”

  • Vazamento expõe dados de 5,7 milhões após ciberataque

    Vazamento expõe dados de 5,7 milhões após ciberataque

    Os dados pessoais de 5,7 milhões de clientes da Qantas foram roubados durante um ciberataque em julho e divulgados na Internet, indicou hoje a companhia aérea australiana.

    “A Qantas é uma das empresas no mundo cujos dados foram divulgados por cibercriminosos”, informou a companhia aérea em comunicado após um ciberataque no início de julho.

    Segundo a empresa, “os dados dos clientes foram roubados por meio de uma plataforma terceirizada”.

    Em julho, a Qantas já havia anunciado que hackers atacaram um sistema que armazenava informações confidenciais de milhões de clientes, obtendo acesso a nomes, endereços de e-mail, números de telefone e datas de nascimento.

    A companhia reconheceu nesta terça-feira que os dados foram divulgados online e afirmou que, “com a ajuda de especialistas em cibersegurança”, está investigando quais informações específicas foram expostas.

    Nos últimos anos, a Austrália sofreu uma série de incidentes de cibersegurança que levantaram preocupações no país sobre a proteção da privacidade.

    Em 2023, os principais portos australianos — responsáveis por 40% do volume de carga do país — suspenderam temporariamente as operações após um ataque cibernético.

    Um ano antes, hackers roubaram os dados pessoais de mais de nove milhões de clientes da Optus, uma das maiores empresas de telecomunicações da Austrália.

    Vazamento expõe dados de 5,7 milhões após ciberataque

  • Israel ordena a destruição dos túneis do Hamas em Gaza

    Israel ordena a destruição dos túneis do Hamas em Gaza

    O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, ordenou hoje ao Exército “destruir todos os túneis terroristas do Hamas em Gaza” após a libertação dos reféns.

    Em uma mensagem publicada em sua conta pessoal na rede social X, o ministro afirmou que “o grande desafio” de Israel, após a libertação dos reféns, é a destruição dos túneis do Hamas na Faixa de Gaza, acrescentando que já deu instruções às forças armadas “para que se preparassem para cumprir a missão”.

    “Esse é o principal significado da implementação do princípio acordado de desmilitarizar Gaza e desarmar o Hamas”, declarou.

    Segundo Katz, a operação será realizada “por meio do mecanismo internacional que será criado sob a liderança e supervisão dos Estados Unidos”.

    Estima-se que o processo de libertação dos 48 reféns que ainda permanecem em Gaza — dos quais acredita-se que apenas 20 estejam vivos — comece na manhã de segunda-feira, informou o coordenador israelense para assuntos dos reféns, Gal Hirsch, às famílias dos cativos.

    O desmantelamento da infraestrutura militar do Hamas na Faixa de Gaza também está previsto no acordo firmado com Israel, que determina que, uma vez iniciado o cessar-fogo — o que ocorreu neste sábado ao meio-dia —, haverá um prazo de 72 horas para que o Hamas e outras milícias palestinas libertem os reféns detidos em Gaza.

    No entanto, no sábado, o Hamas adiantou que não participará da assinatura oficial do acordo de paz com Israel, alegando que, apesar de concordar com o cessar-fogo e com a troca de reféns israelenses por prisioneiros palestinos, não aceita ser desmilitarizado.

    Israel ordena a destruição dos túneis do Hamas em Gaza

  • DiCaprio, Mia Farrow e outras estrelas homenagearam Diane Keaton

    DiCaprio, Mia Farrow e outras estrelas homenagearam Diane Keaton

    A atriz Diane Keaton morreu aos 79 anos, como informou a imprensa internacional este sábado, dia 11 de outubro. Depois da notícia ter se tornado pública, foram muitas as estrelas que prestaram homenagens à atriz.

    Foram muitas as estrelas que prestaram uma homenagem a Diane Keaton. No sábado, dia 11 de outubro, depois da notícia da sua partida ter se tornado pública, artistas como Leonardo DiCaprio fizeram questão de se manifestar publicamente. 

    “Diane Keaton era única. Brilhante, engraçada e ela mesma. Uma lenda, um ícone e um ser humano verdadeiramente gentil. Tive a honra de trabalhar com a Diane aos 18 anos. Vamos sentir muita a sua falta”, pode ler-se na publicação que DiCaprio fez nas stories da sua página de Instagram, tendo acrescentando ainda uma fotografia de quando trabalharam juntos em ‘Duas Irmãs’, de 1996.

    Notícias ao Minuto Publicação de Leonardo DiCaprio© Instagram-leonardodicaprio

    Por sua vez, uma das ex-companheiras de Woody Allen, Mia Farrow, escreveu: “Era uma atriz incrivelmente maravilhosa – e uma pessoa rara e fascinante. Os meus pensamentos estão com os filhos e irmãs. Que descanses em paz, Diane.”

    Vale recordar que Diane Keaton também viveu uma relação amorosa com Woody Allen, na década de 70, durante cerca de três anos. 

     
     
     

     
     
    Ver esta publicação no Instagram

     
     
     
     

     
     

     
     
     

     
     

    Uma publicação partilhada por Mia Farrow (@realmiafarrow)

    As colegas de elenco de ‘Book Club’ e amigas próximas, Candice Bergen, Mary Steenburgen e Jane Fonda, também prestaram uma homenagem a Diane Keaton.

    “Custa acreditar… ou aceitar… que a Diane morreu. Sempre foi uma presença de vida e luz, estava sempre sorrindo das suas próprias fraquezas, e era uma criativa sem limites… na atuação, no seu guarda-roupa, nos seus livros, nos amigos, em casa, na sua visão do mundo. Única, era o que ela era. E, embora não o soubesse ou não o admitisse, era uma ótima atriz”, pode ler-se na publicação de Jane Fonda.

     
     
     

     
     
    Ver esta publicação no Instagram

     
     
     
     

     
     

     
     
     

     
     

     anUma publicação partilhada por Jane Fonda (@janefonda)

    “Esta é uma enorme perda, tanto para mim como para todos nós. Diane era uma verdadeira artista – muito talentosa, mas também modesta e maravilhosamente excêntrica. Vou sentir muito a tua falta”, disse Candice Bergen na sua declaração citada pela People. 

    Mary Steenburgen compartilhou a sua própria declaração, também citada pela revista: “A Diane era mágica. Não havia ninguém, nem nunca haverá, como ela. Amava-a e sentia-me abençoada pela sua amizade. O meu amor vai para a família dela. Que maravilhosa ela era.”

    A carreira de Diane Keaton 

    A atriz Diane Keaton nasceu em Los Angeles e começou a carreira no mundo da representação no teatro. Em 1968 fez parte do elenco de ‘Hair’, na Broadway. Depois fez parte da peça ‘Play it again, Sam’, de e com Woody Allen. Este papel, na peça estreada em 1969, valeu-lhe uma indicação para um prêmio Tony.

    Começou no cinema nos anos 70 em ‘As Mil Faces do Amor’ e, com maior destaque, no filme ‘O Poderoso Chefão’. Fez parte do elenco de vários filmes de Woody Allen, como em ‘Annie Hall’, com o qual conquistou um Óscar de Melhor Atriz, em 1977.

    Diane Keaton estreou ainda como diretora na década de 1980, tendo dirigido o videoclipe da música ‘Heaven is a place on earth’ de Belinda Carlisle. Depois, realizou episódios de séries de televisão como ‘Twin Peaks’, ‘China Beach’ e ‘Pasadena’, outros videoclipes e o filme ‘Linhas Cruzadas’.

    DiCaprio, Mia Farrow e outras estrelas homenagearam Diane Keaton

  • Irã anuncia suspensão do acordo de cooperação com a agência nuclear da ONU

    Irã anuncia suspensão do acordo de cooperação com a agência nuclear da ONU

    O Irã anunciou a suspensão do acordo de cooperação com a agência nuclear da ONU, assinado no início de agosto no Cairo, em resposta ao restabelecimento das sanções internacionais contra Teerã há duas semanas.

    “Nas condições atuais, e considerando os acontecimentos recentes, o ‘acordo do Cairo’ está suspenso”, declarou o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abas Araqchí, em entrevista à televisão estatal neste sábado.

    Araqchí afirmou que o pacto assinado em 9 de agosto com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) “perdeu a validade prática” após a restauração, em 28 de setembro, das sanções da ONU contra Teerã, impulsionada pela França, Alemanha e Reino Unido (E3).

    Segundo o chanceler iraniano, a partir de agora qualquer pedido da agência nuclear da ONU para inspecionar as instalações nucleares do Irã ficará restrito ao marco legal definido pelo Parlamento iraniano e pelas decisões do Conselho Supremo de Segurança Nacional do país.

    No entanto, Araqchí ressaltou que as relações com a AIEA não estão totalmente interrompidas, já que algumas formas de cooperação beneficiam o Irã, especialmente em áreas técnicas, como a operação da usina nuclear de Bushehr e do reator de pesquisas de Teerã.

    Ele também afirmou que Teerã mantém aberta a possibilidade de reativar o acordo “caso sejam apresentadas propostas justas que garantam os direitos da nação iraniana” ao enriquecimento de urânio para fins pacíficos — algo que classificou como uma “linha vermelha”.

    O Irã assinou o acordo do Cairo com a agência internacional para retomar a cooperação, suspensa em junho após a guerra de 12 dias com Israel e os ataques israelo-americanos contra instalações nucleares iranianas durante o conflito.

    Araqchí explicou que o objetivo do acordo era estabelecer um marco regulatório para a inspeção de infraestruturas bombardeadas e destacou que sua aplicação estava condicionada à não reativação das antigas resoluções do Conselho de Segurança da ONU contra o Irã, anteriores ao acordo nuclear de 2015.

    As seis resoluções aprovadas entre 2006 e 2010 contra o Irã — restabelecidas em 28 de setembro — proíbem o país de enriquecer urânio e de realizar atividades balísticas, além de estabelecer um embargo de armas, congelamento de ativos, autorizar inspeções de aviões e navios iranianos em águas internacionais, e impor restrições bancárias e financeiras.

    Após a restauração dessas medidas, o ministro das Relações Exteriores iraniano já havia declarado, na semana passada, que o acordo com a AIEA “não tem mais eficácia nem validade” e que “não pode servir como base para a cooperação”, garantindo que Teerã tomará novas decisões.

    Irã anuncia suspensão do acordo de cooperação com a agência nuclear da ONU

  • Morre a atriz Diane Keaton, protagonista de 'Annie Hall', aos 79 anos

    Morre a atriz Diane Keaton, protagonista de 'Annie Hall', aos 79 anos

    Natural de Los Angeles, na Califórnia, Keaton deu início à sua carreira no filme ‘O Poderoso Chefão’, tendo feito várias colaborações depois com Woody Allen, nomeadamente, em ‘Annie Hall’, com o qual arrecadou um Óscar de Melhor Atriz, em 1977.

    Morreu neste sábado a atriz Diane Keaton, aos 79 anos, informou a revista People. Por enquanto, “não há mais detalhes disponíveis, e a família pediu privacidade neste momento de grande tristeza”, disse um porta-voz à publicação.

    Nascida em Los Angeles, Califórnia, Keaton iniciou sua carreira no cinema com o filme O Poderoso Chefão e fez várias colaborações com Woody Allen, incluindo Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (Annie Hall), pelo qual ganhou o Oscar de Melhor Atriz em 1977.

    Apesar de ser mais conhecida pelo cinema, seus primeiros passos foram no teatro. Após abandonar a faculdade, mudou-se de Los Angeles para Nova York para começar a carreira de atriz profissional, adotando o sobrenome de solteira da mãe, Keaton.

    Em 1968, integrou o elenco do musical Hair, na Broadway. Seu trabalho seguinte também foi na Broadway, na peça Play it Again, Sam, escrita e estrelada por Woody Allen. O papel, em 1969, lhe rendeu uma indicação ao prêmio Tony.

    Embora tenha ganhado notoriedade com O Poderoso Chefão, sua estreia no cinema foi em Honeymoon with Strangers (Lua-de-mel com Urtigas), de Cy Howard, lançado em 1970.

    Em 2022, Keaton relembrou à People sua participação no clássico de Francis Ford Coppola, inspirado no livro de Mario Puzo. Contou que nunca havia lido o livro e nem entendia muito bem a história na época do teste para viver Kay Adams, namorada de Michael Corleone, papel de Al Pacino.
    “Acho que foi a coisa mais gentil que alguém já fez por mim. Entrar em O Poderoso Chefão sem ter lido o livro, sem saber nada. Eu só fazia testes. E aquele papel foi incrível para mim. Depois, li o livro”, afirmou.

    Além da trilogia que a consagrou no cinema, Keaton trabalhou intensamente com Woody Allen em filmes como Interiores, Manhattan, Um Misterioso Assassinato em Manhattan e o já citado Annie Hall.

    Ao longo da carreira, estrelou oito filmes ao lado de Allen, com quem também teve um relacionamento amoroso no início dos anos 1970, que durou cerca de três anos. Keaton também defendeu o cineasta quando ele foi acusado de abuso sexual por sua filha adotiva Dylan Farrow. Allen sempre elogiou a atriz, descrevendo-a como “totalmente natural e incrível” e dizendo que não havia ninguém com quem mais gostaria de trabalhar.

    Keaton não se limitou à atuação: nos anos 1980, estreou como diretora ao dirigir o videoclipe da música Heaven Is a Place on Earth, de Belinda Carlisle. Depois, dirigiu episódios de séries como Twin Peaks, China Beach e Pasadena, além de outros videoclipes e o filme Linhas Cruzadas.

    Também foi autora de três autobiografias: Then Again (2011), Let’s Just Say It Wasn’t Pretty (2015) e Brother and Sister (2020), nenhuma delas traduzida para o português.

    Em 1980, publicou ainda o livro de fotografias Reservations, área a que se dedicava desde a década de 1970. Em 2022, lançou Saved: My Picture World, uma autobiografia visual.

    Morre a atriz Diane Keaton, protagonista de 'Annie Hall', aos 79 anos

  • Carta anônima alerta para ataque em Notre-Dame: "Vão causar um massacre"

    Carta anônima alerta para ataque em Notre-Dame: "Vão causar um massacre"

    A carta foi descoberta pelo sacristão do edifício, perto da área das velas, que rapidamente alertou a segurança. As autoridades inspecionaram a catedral, não encontrando qualquer arma no interior.

    Uma carta anônima foi encontrada na Catedral de Notre-Dame, em Paris, França, na sexta-feira, alertando para um possível ataque a faca nos dias 11 ou 12 de outubro.

    “Não abram a catedral nos dias 11 e 12 de outubro”, dizia o autor da carta, em uma mensagem datilografada citada pelo Le Parisien. “Haverá visitantes estrangeiros que, com a ajuda de outros visitantes, já esconderam facas na catedral nos últimos dias. Eles vão causar um massacre. Por favor, não abram a catedral.”

    A carta foi encontrada pelo sacristão do edifício, próximo à área das velas, que imediatamente alertou a equipe de segurança. Após a inspeção do local para garantir que não havia armas escondidas, decidiu-se não evacuar a catedral, que continuava recebendo turistas em um dos pontos mais icônicos da França.

    Na manhã deste sábado, a catedral reabriu normalmente. Antes da abertura ao público, porém, segundo informou o governo local, foi realizada uma “inspeção conjunta pela equipe de segurança da catedral e pela Diretoria de Ordem Pública e Trânsito da polícia local”. As autoridades concluíram que não havia qualquer risco de segurança para os visitantes, e nenhuma arma foi encontrada no interior.

    Outro alerta em abril, durante a Páscoa
    Em abril deste ano, uma situação semelhante já havia ocorrido, com uma carta alertando para um possível ataque terrorista durante o fim de semana de Páscoa.

    Deixada em um banco da catedral, a mensagem dizia: “No domingo de Páscoa, haverá um ataque”. As autoridades registraram a ocorrência e abriram uma investigação por “ameaça material de crime contra pessoas, cometida com base em raça, etnia, nação ou religião” e também por “divulgação de informações falsas com o objetivo de criar uma crença em destruição perigosa”.

    Por enquanto, nenhuma investigação foi aberta em relação ao incidente mais recente. A polícia francesa afirmou, no entanto, que “os funcionários da catedral têm o direito de registrar uma queixa”. Não há informações que indiquem se o autor das duas cartas é a mesma pessoa, nem qual seria o motivo por trás dos alertas, que, até agora, não se concretizaram.

    Carta anônima alerta para ataque em Notre-Dame: "Vão causar um massacre"

  • Vera Viel, esposa de Rodrigo Faro, comemora 50 anos com festão

    Vera Viel, esposa de Rodrigo Faro, comemora 50 anos com festão

    O evento terá as cores rosa e cinza como tema e contará com show do cantor Ivo Meirelles, que promete animar os convidados com um repertório que mistura samba, funk e pop. A decoração é assinada por Andrea Guimarães, conhecida como a “promotora de festas dos famosos”. A montagem começou na quinta-feira (9) e envolveu mais de 100 profissionais na produção e logística. O espaço, com 1.900 m², foi transformado especialmente para a comemoração.

    A modelo e apresentadora Vera Viel celebrou nesta sexta-feira (10) seu aniversário de 50 anos com uma grande festa em São Paulo. Casada com o apresentador Rodrigo Faro, de 51 anos, ela reuniu cerca de 350 convidados na sofisticada Welucci Gardens, localizada próxima ao Parque Villa-Lobos. Entre os famosos esperados estão membros da família Justus. “Partiu comemorar o meu aniversário”, escreveu Vera nas redes sociais ao anunciar a celebração.

    O evento com decorações das cores rosa e cinza, contou com show do cantor Ivo Meirelles. A decoração é assinada por Andrea Guimarães, conhecida como a “promotora de festas dos famosos”. A montagem começou na quinta-feira (9) e envolveu mais de 100 profissionais na produção e logística. O espaço, com 1.900 m², foi transformado especialmente para a comemoração.

    O aniversário marca um momento simbólico para Vera, que no ano passado celebrou a data de forma bem diferente. Aos 49 anos, ela estava internada após passar por uma cirurgia para remover um sarcoma sinovial, um tumor raro e maligno localizado na coxa esquerda.

    Na ocasião, ainda no hospital, Vera recebeu um bolo e compartilhou uma mensagem emocionante nas redes sociais. “Hoje completo meus 49 anos com o melhor presente que poderia receber: a presença do Espírito Santo. Vivi o sobrenatural. Deus me levou até aquela sala de cirurgia para que o recebesse para sempre”, escreveu.

    Vera Viel, esposa de Rodrigo Faro, comemora 50 anos com festão

  • Israel transfere prisioneiros palestinos enquanto Hamas reúne reféns em Gaza

    Israel transfere prisioneiros palestinos enquanto Hamas reúne reféns em Gaza

    De acordo com comunicado do Serviço Prisional de Israel, milhares de agentes de segurança se envolveram na transferência durante a noite dos detidos para as prisões Ofer e Ketziot, de onde devem ser libertados.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Israel começou a transferir os presos palestinos que devem ser trocados por reféns, afirmou Tel Aviv neste sábado (11), horas após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dizer que os sequestrados também estavam sendo recuperados.

    De acordo com comunicado do Serviço Prisional de Israel, milhares de agentes de segurança se envolveram na transferência durante a noite dos detidos para as prisões Ofer e Ketziot, de onde devem ser libertados.

    O anúncio ocorreu após o presidente americano afirmar, na noite de sexta-feira (10), que os reféns “estavam sendo recuperados” naquele momento e que alguns estavam em “lugares subterrâneos bastante difíceis”. A expectativa, segundo ele, é que os sequestrados sejam devolvidos a Israel na segunda (13).

    O acordo de paz, baseado em um plano de 20 pontos proposto pelo republicano, prevê a libertação dos 47 reféns restantes, vivos e mortos, dos 251 sequestrados durante o ataque terrorista do Hamas a Israel, em 7 de outubro de 2023. Em troca, Tel Aviv libertará 250 prisioneiros palestinos e 1.700 moradores de Gaza detidos desde o início da guerra -a lista não inclui nenhuma figura emblemática da luta armada palestina.

    “Acho que há consenso sobre a maior parte [do acordo], e alguns detalhes, como qualquer outra coisa, serão resolvidos. Você vai descobrir que, quando estava sentado em uma bela sala no Egito era mais fácil resolver alguma coisa”, afirmou Trump sobre o local em que as negociações foram realizadas.

    Um dos principais impasses ao longo dos dois anos de guerra na Faixa de Gaza era em relação ao desarmamento do Hamas. O primeiro ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, sempre afirmou que o objetivo do conflito era aniquilar a facção, que por sua vez nega entregar as armas sem a criação de um Estado palestino.

    Ao que tudo indica, a questão deve continuar sendo um problema -um membro do grupo terrorista afirmou à agência de notícias AFP nesta terça que o desarmamento está fora de discussão, embora Trump tenha afirmado que o tópico seria abordado na segunda fase do plano de paz.

    Outra questão ainda em aberto é em relação à reconstrução do território, devastado por bombardeios israelenses praticamente diários. Segundo o Acled (Banco de Dados de Localização e Eventos de Conflitos Armados), o Exército israelense atacou Gaza ao menos 20 mil vezes durante o conflito, e as cerca de 50 milhões de toneladas de escombros podem demorar até 21 anos para serem retiradas, de acordo com uma avaliação de janeiro da ONU.

    Israel transfere prisioneiros palestinos enquanto Hamas reúne reféns em Gaza