Autor: REDAÇÃO

  • Queda de avião na Austrália faz 3 vítimas; duas eram um casal com filhos

    Queda de avião na Austrália faz 3 vítimas; duas eram um casal com filhos

    Andrew e Julianne Connors, marido e mulher, de 55 e 54 anos, respectivamente, deixam para trás dois filhos na casa dos vinte anos. A terceira vítima era um amigo próximo do casal.

    Três pessoas morreram na manhã deste sábado após a queda de um avião de pequeno porte no Aeroporto de Shellharbour, na Austrália.

    A aeronave decolou por volta das 10h (horário local) e, pouco depois, caiu e pegou fogo.

    O inspetor-chefe responsável pela investigação, Aaron Wunderlich, explicou em coletiva de imprensa que se tratava de um avião privado com destino à cidade de Bathurst, a cerca de 200 quilômetros de Sydney. A bordo estavam três adultos, todos de idades próximas — as três vítimas fatais.

    Na conferência, Wunderlich afirmou que a polícia ainda trabalhava para identificar os passageiros e não forneceu detalhes. Mais tarde, porém, duas das vítimas foram identificadas.

    Tratava-se de Andrew e Julianne Connors, marido e mulher, de 55 e 54 anos, respectivamente. 

    Notícias ao Minuto Andrew e Julianne Connors© X  

    “Ele era uma daquelas pessoas que fazia tudo o possível para ajudar os outros”, disse um amigo de Andrew, citado pelo News.com.au.

    Sabe-se também que o casal deixa dois filhos, ambos na faixa dos 20 anos, e que a terceira vítima era um amigo próximo da família.

    O filho de Andrew e Julianne chegou ao local pouco depois do acidente, preocupado por não ter notícias dos pais há algum tempo — ele ainda não sabia da queda do avião.

    Notícias ao Minuto Andrew Connors© Facebook  

    Notícias ao Minuto Julianne Connors© Facebook  

    altitude rapidamente e atingido a pista de frente, incendiando-se em seguida.

    “O avião saiu da pista e subiu a cerca de 30 metros de altitude. Ao chegar a esse ponto, testemunhas relataram que a aeronave mergulhou com a asa esquerda para baixo e atingiu a pista”, relatou Wunderlich.

    Imagens do acidente, descrito como “terrível” e “assustador”, mostram o avião praticamente destruído pelas chamas, restando apenas a cauda branca com uma faixa azul.

    Notícias ao Minuto
    © X  

    Devido à gravidade do ocorrido, Wunderlich recomendou que todos os profissionais que atuaram no local recebessem apoio psicológico para lidar com a situação.

    Queda de avião na Austrália faz 3 vítimas; duas eram um casal com filhos

  • YouTube dará "segunda oportunidade" a criadores banidos

    YouTube dará "segunda oportunidade" a criadores banidos

    Caso a empresa determine que um criador de conteúdos (anteriormente banido) merece uma segunda oportunidade, não terá acesso ao antigo canal – sendo obrigado a começar do zero.

    A empresa responsável pelo YouTube (e pelo Google), a Alphabet, anunciou em setembro que pretende restaurar canais na plataforma que foram banidos por disseminarem desinformação relacionada à pandemia de Covid-19 e às eleições presidenciais de 2020.

    Agora, ao que tudo indica, o YouTube está disposto a ampliar essa tolerância para canais banidos por outros motivos, revelando que pretende lançar um “programa piloto” para dar aos criadores de conteúdo banidos uma “segunda chance”.

    Segundo a empresa, “criadores qualificados” poderão solicitar essa segunda oportunidade, mas não foram especificados os critérios que determinarão quais criadores serão considerados “qualificados”.

    Vale destacar que, caso o YouTube decida conceder essa nova chance, os criadores não terão seus antigos canais de volta — eles precisarão começar do zero com um novo canal.

    “O nosso objetivo é disponibilizar [este programa] para criadores elegíveis nos próximos meses. Agradecemos a paciência enquanto aceleramos esse processo, avaliamos cuidadosamente os pedidos e aprendemos ao longo do tempo”, diz o comunicado do YouTube divulgado pelo site Engadget.

    O texto também explica que, entre os fatores que serão levados em consideração, estão se o criador cometeu violações graves ou recorrentes das Regras da Comunidade e se sua atividade, dentro ou fora da plataforma, prejudicou ou continua a prejudicar a comunidade do YouTube.

    No entanto, já está confirmado que pessoas banidas por violação de direitos autorais não poderão se candidatar.

    YouTube dará "segunda oportunidade" a criadores banidos

  • Tropas norte-americanas chegaram a Israel para vigiar o cessar-fogo

    Tropas norte-americanas chegaram a Israel para vigiar o cessar-fogo

    A porta-voz da Casa Branca tinha confirmado na sexta-feira que os Estados Unidos iam enviar uma equipe de 200 militares do comando central do exército (CENTCOM) para “supervisionar o acordo de Paz”.

    As tropas norte-americanas começaram a chegar a Israel na noite passada para monitorar o acordo de cessar-fogo entre Tel Aviv e o Hamas.

    A informação foi divulgada pela ABC News, que cita uma fonte próxima da situação.

    Segundo a emissora, os soldados enviados a Israel são especializados em transporte, planejamento, logística, segurança e engenharia, e deverão trabalhar em conjunto com representantes de outras nações parceiras, do setor privado e de organizações não governamentais.

    A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, já havia confirmado na sexta-feira, em uma publicação no X, que os Estados Unidos enviariam uma equipe de 200 militares do Comando Central do Exército (CENTCOM) para “supervisionar o acordo de paz” e “trabalhar em conjunto com outras forças internacionais no local”.

    Leavitt também esclareceu que esses militares permanecerão destacados em Israel e em países vizinhos da região, com a missão de ajudar a integrar outras forças de segurança que atuarão em Gaza e auxiliar na coordenação com as Forças de Defesa de Israel.

    Oficiais militares do Egito, Catar, Turquia e, possivelmente, dos Emirados Árabes Unidos deverão se juntar à equipe, que provavelmente terá base no Egito. Autoridades afirmaram ainda que não há intenção de enviar tropas norte-americanas para dentro de Gaza.

    O comandante do CENTCOM, almirante Brad Cooper, chegou a Israel na sexta-feira, um dia antes das tropas, com a missão de “monitorar, observar e garantir que não haja violações ou incursões, porque o mundo inteiro está preocupado”, disse uma fonte da administração Trump.

    Esse centro de coordenação é visto como um primeiro passo para implementar o processo de paz, que exigirá ampla articulação em termos de assistência humanitária, logística e segurança.

    O próprio presidente dos Estados Unidos também deverá estar no Oriente Médio, em Israel, com partida para a região prevista no domingo, já que os reféns do Hamas devem ser libertados na segunda-feira.

    “Provavelmente estarei lá. Espero estar lá. Estamos planejando partir no domingo, e estou ansioso por isso”, declarou Trump a jornalistas na Casa Branca, durante encontro com o presidente da Finlândia, Alexander Stubb.

    O presidente norte-americano também garantiu que “ninguém será forçado a sair [de Gaza], muito pelo contrário”, dentro do seu plano de paz, cuja primeira fase foi aceita por Hamas e Israel na última quarta-feira.

    Trump impulsionou o atual plano de paz e anunciou o acordo no mesmo dia, após vários contatos indiretos entre as partes no Egito — e dois anos de conflito.

    O chefe de Estado americano disse estar confiante de que o cessar-fogo, em vigor desde sexta-feira, “vai se manter”.

    “Acho que sim. Todos estão cansados de lutar”, afirmou a jornalistas no Salão Oval, reiterando sua intenção de viajar a Israel neste fim de semana, onde deve discursar no Knesset (Parlamento) e no Egito.

    O presidente dos EUA também voltou a se mostrar otimista de que o cessar-fogo em Gaza abrirá caminho para uma paz mais ampla no Oriente Médio.

    “Temos alguns pequenos focos de tensão agora, mas são muito pequenos (…) Serão fáceis de conter. Esses incêndios serão controlados muito rapidamente”, acrescentou.

    No dia 7 de outubro de 2023, um ataque do Hamas fez mais de 200 reféns e deixou 1.200 mortos.

    O grupo palestino governa a Faixa de Gaza de forma autoritária desde 2006, quando venceu as eleições em meio a um conflito de décadas com Israel. Desde a criação do Estado israelense, em 1948 — após a Segunda Guerra Mundial e a perseguição aos judeus —, ocorreram diversos confrontos armados, que já resultaram na morte de milhares de pessoas.

    A guerra declarada por Israel em 7 de outubro de 2023, como retaliação para “erradicar” o Hamas, já provocou mais de 67 mil mortes (incluindo mais de 20 mil crianças) e deixou quase 170 mil feridos, em sua maioria civis, segundo números atualizados das autoridades locais, considerados confiáveis pela ONU.

    Tropas norte-americanas chegaram a Israel para vigiar o cessar-fogo

  • Príncipe William quase se desfaz em lágrimas ao falar com mulher viúva

    Príncipe William quase se desfaz em lágrimas ao falar com mulher viúva

    O príncipe William sentiu necessidade de fazer uma pausa e desviar o olhar enquanto conversava com uma mulher que perdeu o marido, isto porque precisou de se controlar para não desabar em lágrimas.

    Em um vídeo lançado no Dia Mundial da Saúde Mental, 10 de outubro, é possível ver o príncipe William conversando com Rhian Manning, uma mulher que perdeu o marido, Paul, em 2012 — apenas cinco dias depois da morte do filho deles, George, de um ano.

    O vídeo, com cerca de oito minutos, acabou registrando um momento muito emotivo do príncipe William, que em determinado ponto precisou fazer uma pausa para não chorar. As imagens foram feitas durante a visita do príncipe de Gales a Rhian, que fundou uma instituição de caridade que apoia famílias que enfrentam a perda de um filho.

    Durante a conversa, que aconteceu em uma cozinha, enquanto tomavam chá e comiam bolinhos galeses, William falou com Rhian sobre seus filhos que ainda estão com ela, Holly e Isaac. Ao ser questionada pelo príncipe sobre o que diria a Paul, Rhian respondeu:

    “Gostaria de me sentar com ele, assim, e dizer: ‘Por que você não veio até mim?’ Porque ele perdeu tanta alegria, e nós teríamos ficado bem. Acho que isso é o mais difícil — nós teríamos ficado bem.”

    Nesse momento, William desviou o olhar, já com os olhos marejados, tentando conter as lágrimas. “Está tudo bem?”, perguntou Rhian, também visivelmente emocionada, ao príncipe.

    Ao segurar a mão dela em um gesto de carinho, William pediu desculpas. “É difícil fazer essas perguntas”, confessou em seguida.

    “Não, está tudo bem. Você tem filhos… É difícil… E você também já passou por perdas”, respondeu Rhian.

    “A vida pode nos lançar essas bolas curvas terríveis, mas falar sobre isso, ter esperança, nos ajuda a seguir em frente”, acrescentou a mulher.

    “A melhor maneira de prevenir o suicídio é falar sobre isso. Converse com seus entes queridos, com aqueles em quem confiamos, nossos amigos. Obrigado por falar sobre isso”, completou o príncipe William.

    De acordo com a People, a Royal Foundation, liderada por William e Kate Middleton, doou cerca de 1,3 milhão de dólares, em um período inicial de três anos, para ajudar a criar a Rede Nacional de Prevenção ao Suicídio.

    A rede reúne instituições de caridade de todo o Reino Unido para promover uma melhor compreensão do suicídio e de como ele pode ser prevenido.

    O príncipe William há muito tempo demonstra compromisso com a conscientização sobre saúde mental e prevenção ao suicídio. Ainda em setembro, ele apoiou a Fundação Jac Lewis, criada em homenagem a Jac, que tirou a própria vida em 2019.

     

    Príncipe William quase se desfaz em lágrimas ao falar com mulher viúva

  • Homem de 70 anos é decapitado após ataque de urso no Japão

    Homem de 70 anos é decapitado após ataque de urso no Japão

    Entre abril e setembro deste ano, o Ministério do Meio Ambiente japonês registou que 103 pessoas ficaram feridas, a nível nacional, em ataques de ursos. A tendência é recente. Durante muitos anos, os animais viveram em harmonia com os seres humanos nas mesmas regiões, mantendo-se ao longe.

    Um homem de cerca de 70 anos foi encontrado decapitado em Iwate, no Japão, supostamente após ser atacado por um urso.

    O idoso havia sido dado como desaparecido depois de entrar em uma floresta para colher cogumelos. A polícia iniciou uma operação de busca e o encontrou pouco depois, já sem vida.

    “Um homem na faixa dos 70 anos, que desapareceu enquanto colhia cogumelos em uma floresta, foi encontrado morto. Suspeitamos que tenha sido atacado por um urso, considerando as marcas de garras”, informou a polícia local, citada pelo The Sun.

    Os ataques de ursos têm aumentado e se tornado mais frequentes no Japão.

    Somente na última semana, duas pessoas morreram em ataques que se suspeita terem sido provocados por ursos: um homem idoso encontrado morto em outra área de Iwate, na quarta-feira; e no sábado, em Nagano, outro homem de 78 anos.

    Já no domingo, um turista espanhol foi atacado — e sobreviveu — na vila de Shirakawa-go, no centro do Japão, em um ponto de ônibus.

    Em Gunma, ao norte de Tóquio, um urso invadiu um supermercado e feriu dois homens. A loja fica perto de uma região montanhosa, onde se sabe que esses animais vivem. No entanto, até então, nunca havia sido registrado um ataque em áreas urbanizadas.

    Entre abril e setembro deste ano, o Ministério do Meio Ambiente do Japão registrou que 103 pessoas ficaram feridas, em nível nacional, em ataques de ursos.

    Durante muitos anos, esses animais viveram em relativa harmonia com os seres humanos nas mesmas regiões, mantendo distância e sem interferir no cotidiano das pessoas. De vez em quando eram avistados, mas sempre a uma distância segura e sem incidentes.

    Nos últimos anos, essa tendência tem se invertido, com cada vez mais ataques de ursos que não apenas matam gado, como também seres humanos.

    “A montanha está se tornando um restaurante para os ursos”, disse Yasushi Fujimoto, coordenador de uma associação de caça japonesa. “A falta de caçadores profissionais, como guardas florestais financiados pelo governo no Alasca, é um problema quando se trata de controlar a população de ursos.”

    Embora os ursos vivam principalmente de uma dieta vegetariana, alguns especialistas começaram a considerar a hipótese de que esses animais tenham adquirido gosto pela carne, após começarem a caçar a população de cervos selvagens, que vem crescendo devido à ausência de práticas de caça no Japão.

    Homem de 70 anos é decapitado após ataque de urso no Japão

  • Após cessar-fogo em Gaza, Israel bombardeia o sul do Líbano

    Após cessar-fogo em Gaza, Israel bombardeia o sul do Líbano

    Pelo menos uma pessoa morreu na madrugada desta sexta para sábado, e sete ficaram feridas no sul do Líbano devido a ataques aéreos de Israel, anunciou o Ministério da Saúde libanês.

    Mais uma vez, o sul do Líbano é alvo de uma odiosa agressão israelense contra instalações civis. Sem justificativa nem pretexto. Mas o mais grave deste ataque é o fato de acontecer após o acordo de cessar-fogo em Gaza”, declarou o presidente libanês, Joseph Aoun.

    Os ataques aéreos na vila de Msayleh atingiram um local que vendia máquinas pesadas, destruindo um grande número de veículos.

    Um veículo carregado de vegetais, que passava pelo local no momento dos bombardeios, foi atingido, matando uma pessoa e ferindo outra, de acordo com a TV Al-Manar, do Hezbollah.

    O Ministério da Saúde informou mais tarde que a vítima fatal era um cidadão sírio, enquanto os feridos eram um sírio e seis libaneses, incluindo duas mulheres.

    O exército israelense afirmou que o alvo foi um local onde havia maquinário armazenado para ser usado na reconstrução da infraestrutura do Hezbollah.

    “A presença desses veículos e as atividades do Hezbollah naquela área constituem uma violação dos acordos firmados entre Israel e o Líbano”, acrescentou o exército.

    Apesar do cessar-fogo de 27 de novembro de 2024, que pôs fim a mais de um ano de conflito entre Israel e o Hezbollah, o exército israelense continua realizando ataques quase diários no Líbano, alegando ter como alvo membros do movimento apoiado pelo Irã e acusando-o de tentar reconstituir suas forças.

    A ONU informou, no início de outubro, que 103 civis foram mortos no Líbano desde a entrada em vigor da trégua.

    Após cessar-fogo em Gaza, Israel bombardeia o sul do Líbano

  • Saiba como descobrir câmeras ocultas em hotéis e quartos alugados

    Saiba como descobrir câmeras ocultas em hotéis e quartos alugados

    Descubra onde elas podem estar escondidas e como encontrá-las

    De quartos de hotel a casas alugadas, as câmeras ocultas podem estar à espreita em qualquer lugar. Esses dispositivos podem ser discretamente colocados em um canto ou recanto para capturar sua imagem, atividades e conversas particulares sem que você saiba. Em alguns casos, as câmeras ocultas podem servir a propósitos legítimos, como alertar os proprietários sobre roubos ou ficar de olho em um animal de estimação. No entanto, câmeras escondidas não devem ser instaladas em áreas privadas para espionar, pregar peças ou extorquir ninguém. Felizmente, há vários métodos que os viajantes podem usar para detectar esses dispositivos.

    Clique aqui para saber como verificar se a sua hospedagem ou quarto de hotel tem câmeras ocultas.

    Saiba como descobrir câmeras ocultas em hotéis e quartos alugados

  • Ex-galã da Globo participa de ato pela anistia e acusa esquerda por 8 de janeiro

    Ex-galã da Globo participa de ato pela anistia e acusa esquerda por 8 de janeiro

    Mário Gomes convocou seguidores para o ato e defende a anistia para os envolvidos nos ataques de 8 de janeiro de 2023; o vídeo foi feito pela deputada Bia Kicis (PL-DF)

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ator Mário Gomes voltou a chamar atenção ao aparecer em um vídeo da deputada Bia Kicis (PL-DF) durante a caminhada pela anistia, realizada na quarta-feira (7) em Brasília. Na gravação, ele convoca seguidores para o ato e defende a anistia para os envolvidos nos ataques de 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram a sede dos Três Poderes.

    Kicis afirma que Gomes viajou do Rio de Janeiro apenas para participar da manifestação e o apresenta como um “ativista político da direita”. Durante a gravação, o ator faz duras críticas às investigações sobre os ataques que depredaram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o STF.

    “É muito angustiante a gente acompanhar todo esse processo brutal contra pessoas inocentes. A gente sabe, todo mundo sabe, que quem quebrou tudo lá foi a esquerda. Não é possível, é tão escancarado”, declarou.

    Mário Gomes foi um dos galãs mais populares da TV brasileira entre as décadas de 1970 e 1980. Ator de novelas como “Dancin’ Days”, “Guerra dos Sexos” e “Vereda Tropical”, ele ficou conhecido pelo grande número de papéis de destaque na Globo.

    Ex-galã da Globo participa de ato pela anistia e acusa esquerda por 8 de janeiro

  • Trump anuncia tarifa adicional de 100% sobre produtos da China a partir de 1º de novembro

    Trump anuncia tarifa adicional de 100% sobre produtos da China a partir de 1º de novembro

    Os Estados Unidos vão aplicar uma tarifa adicional de 100% sobre as importações da China e impor controlos de exportação sobre todo o software essencial fabricado nos EUA a partir de 1 de novembro

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (10) que vai impor tarifas adicionais de 100% sobre produtos da China a partir do dia 1º de novembro. A tarifa dos EUA sobre produtos chineses em vigor atualmente é de 30%.

    Na mesma data, também serão aplicados controles de exportação para todos os tipos de software crítico, de acordo com a publicação de Trump na plataforma Truth Social.

    O presidente já havia adiantado mais cedo que avaliava um “aumento massivo” nas taxas e que não via motivo para se reunir com o líder da China, Xi Jinping, em três semanas na Coreia do Sul.

    As medidas, segundo o republicano, são uma resposta aos planos da China de “impor controles de exportação para todos os tipos de produtos”, em um movimento descrito por Trump como “obviamente um plano elaborado há muitos anos”. Ele acrescentou que as tarifas adicionais podem ser impostas até antes do dia 1º de novembro, a depender das ações ou mudanças de postura adotadas pela China.

    “Ninguém nunca viu nada parecido, mas, essencialmente, isso ‘entupiria’ os mercados e tornaria a vida difícil para praticamente todos os países do mundo, especialmente para a China”, disse ele na publicação.

    Mais cedo, Trump havia dito que não via motivos para se encontrar com Xi Jinping. “Eu deveria me encontrar com o presidente Xi, na Apec (Cooperação Econômica Ásia-Pacífico, em português), na Coreia do Sul, mas agora parece não haver motivo para isso.”

    A Casa Branca e a embaixada chinesa em Washington não responderam imediatamente a um pedido de comentário.

    Um porta-voz do representante de comércio dos EUA recusou-se a comentar, enquanto um porta-voz do Tesouro dos EUA não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. Os dois escritórios lideraram as negociações com Pequim sobre comércio.

    Em setembro, ao anunciar um acordo para manter o TikTok ativo nos EUA, Trump afirmou que pretendia se encontrar com o líder chinês para discutir comércio, drogas ilícitas e a guerra da Rússia na Ucrânia.

    No começo de outubro, o presidente americano voltou a falar do encontro e disse que a soja seria um dos principais tópicos da conversa com Xi Jinping. Pequim nunca confirmou publicamente a reunião entre os líderes.

    Na última quinta-feira (9), a China anunciou novas políticas de controle para a exportação de terras raras, tema crucial na disputa comercial envolvendo as potências. O novo movimento tem como objetivo aumentar o domínio chinês sobre a cadeia de produção de itens que utilizam os minerais raros oriundos do país asiático.

    Com o anúncio, que tem efeito imediato, o país quer restringir o uso para fins militares, proibir cooperação não autorizada entre nações estrangeiras e atingir a fabricação de chips de alta tecnologia.

    Na prática, a China cria um tipo de jurisdição extraterritorial ao exigir licença de exportação para produtos fabricados no exterior que utilizem terras raras de origem chinesa.

    Segundo o porta-voz do Ministério do Comércio, o objetivo principal é salvaguardar a segurança e os interesses da China.

    MERCADO REAGE MAL

    O ataque de Trump à China nesta sexta-feira teve um forte impacto nos preços das Bolsas americanas. O índice S&P 500, composto por ações de grandes empresas, fechou em queda de 2,71%.

    A Bolsa Dow Jones encerrou em queda de 1,90%, enquanto o Nasdaq, com forte presença de empresas de tecnologia, desvalorizou 3,56%. Na semana, os índices caíram 2,73%, 2,43%, e 2,53%, respectivamente.

    Os índices S&P 500 e Nasdaq registraram as maiores quedas percentuais desde 10 de abril.

    No mercado doméstico, o dólar disparou 2,39% e encerrou a semana cotado a R$ 5,503, patamar que não alcançava desde o último mês de agosto. A Bolsa, seguindo as demais praças acionárias globais, fechou em queda de 0,72%, a 140.680 pontos.

    O nervosismo dos investidores acompanhou tanto o embate do presidente dos Estados Unidos com a China quanto o temor sobre o equilíbrio das contas públicas do Brasil.

    Trump anuncia tarifa adicional de 100% sobre produtos da China a partir de 1º de novembro

  • Mundo já vive corrida armamentista nuclear, diz Putin

    Mundo já vive corrida armamentista nuclear, diz Putin

    Presidente afirma que Rússia está mais bem colocada na disputa do que EUA e rivais, e promete novas armas; líder também afaga Donald Trump, a quem elogiou pelos esforços para terminar com a guerra na Faixa de Gaza

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O mundo já vive uma corrida armamentista nuclear, e a Rússia está mais bem posicionada do que os Estados Unidos e outros rivais na disputa, estando pronta para apresentar novos sistemas de armas em breve.

    A afirmação foi feita nesta sexta-feira (10), dia da entrega do Prêmio Nobel da Paz, pelo presidente russo, Vladimir Putin. Ele encerrava sua participação numa cúpula de líderes de ex-repúblicas soviéticas em Duchambe, no Tadjiquistão.

    “A corrida já está aí”, disse ele a jornalistas, em uma fala calculada para reafirmar sua tradicional carta nuclear em momento de incerteza na relação com os Estados Unidos de Donald Trump. Além disso, na segunda (13), a aliança militar ocidental Otan inicia seu exercício anual de ataque nuclear, o Steadfast Noon.

    Após um movimento intenso de aproximação visando chegar a uma trégua na Guerra da Ucrânia, o republicano está numa fase de criticar Putin, com quem se diz decepcionado, e a Rússia, chamada por ele de tigre de papel por não ter tomado Kiev rapidamente após a invasão de 2022.

    No campo das ameaças, o operador do maior arsenal nuclear do mundo disse está desenvolvendo novidades bélicas. “Acredito que teremos a oportunidade de anunciar em breve as novas armas. Elas estão sendo desenvolvidas e testadas. Estão indo bem”, disse.

    Ele voltou a dizer que a Rússia leva vantagem na corrida atômica devido à introdução de mísseis hipersônicos, novos modelos intercontinentais e a temida arma balística de médio alcance Orechnik, testada sem carga explosiva contra a Ucrânia.

    “Nossas capacidades de dissuasão nuclear são mais inovadoras do que as de qualquer outro Estado nuclear”, afirmou. Com capacidades semelhantes à Rússia há os EUA, com a China em terceiro lugar em arsenal e meios de ataque. Depois vêm França e Reino Unido, com Índia, Paquistão, Israel e Coreia do Norte completando o clube.

    O presidente voltou a oferecer aos EUA a extensão por um ano do Novo Start, o último acordo de controle de armas nucleares, algo que Trump havia dito “parecer uma boa ideia”. Mas começou a adaptar o discurso, caso fracasse.

    Segundo ele, as novas armas que tem e que terá são suficientes para garantir a defesa da Rússia se os tratados não funcionarem. Voltou a dizer que, se os EUA ou outras potências fizerem um teste nuclear, ele ordenará o mesmo.

    Na linha apaziguadora, o líder também fez novos elogios a Trump. Comentando a trégua costurada pelo americano na guerra em Gaza, ele disse que o republicano “faz muito pela paz” e que se o plano do Oriente Médio der certo, “não será nada menos que um evento histórico”.

    Ele não comentou o fato de o americano não ter ganho o Nobel da Paz que tanto desejava.

    Tal mesura condiz com a correção de rumo feita na véspera pelo Kremlin. Na quarta (8), o vice-chanceler Serguei Riabkov havia dito que os esforços de Trump na Ucrânia tinham se exaurido.

    No dia seguinte, o assessor do presidente para temas internacionais, Iuri Uchakov, disse que tal avaliação era incorreta, uma reprimenda pública raríssima no controlado meio político russo. Agora, Putin seguiu na linha de elogio pessoal a Trump, após os recados atômicos.

    Há também a questão do fornecimento, que Washington ainda está para anunciar ou não, dos mísseis de cruzeiro Tomahawk para Volodimir Zelenski. Putin voltou a criticar a ideia, mas parece tê-la normalizado após ter dito, na semana passada, que isso significaria o fim da reaproximação com os EUA.

    Nesta sexta, afirmou apenas que, se as armas forem entregues, a Rússia irá reforçar suas defesas.

    No campo de batalha ucraniano, a violência segue. Ao menos 1 pessoa morreu e 20 ficaram feridas numa barragem de drones russos, que em Kiev também provocou um apagão de grandes proporções, reforçando os temores do sucesso da campanha de Moscou contra o sistema energético local enquanto o inverno do Hemisfério Norte se aproxima.

    Foram lançados 465 drones em todo o país, 405 dos quais a Ucrânia disse ter interceptado. Outros 32 mísseis também foram lançados, com menos da metade, 15, sendo derrubados.

    Mundo já vive corrida armamentista nuclear, diz Putin