Autor: REDAÇÃO

  • Israel aprova acordo com Hamas para fim da guerra na Faixa de Gaza

    Israel aprova acordo com Hamas para fim da guerra na Faixa de Gaza

    Os ministros de Israel estiveram reunido várias horas antes da votação final do documento que será assinado na sexta-feira no Egito; Ben-Gvir, da Segurança Nacional, votou contra o acordo de cessar-fogo mas a aprovação foi assegurada pelos restantes ministros

    BRASÍLIA, DF E SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O governo de Israel aprovou nesta quinta-feira (9) o acordo assinado com o grupo terrorista Hamas para encerrar, após dois anos e dois dias, a guerra na Faixa de Gaza. Mais cedo, a facção palestina havia dito ter recebido garantias dos Estados Unidos e dos mediadores Turquia, Qatar e Egito de que o conflito oficialmente acabou.

    Falando na reunião de gabinete que ratificou o acordo, o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, disse que o país está prestes a conseguir o retorno dos reféns ainda em poder do Hamas. “Lutamos por dois anos para atingir nossos objetivos de guerra”, afirmou o premiê, em inglês, ao lado de Steve Witkoff e Jared Kushner, enviados do presidente Donald Trump que participaram da reunião. “Um desses objetivos era a volta dos reféns, todos eles, vivos e mortos. E estamos prestes a atingir esse objetivo.”

    A reunião, que contou com a presença de todos os ministros do governo Netanyahu, durou horas e se estendeu até a madrugada no horário local. A aprovação do gabinete era a última etapa necessária para que o acordo entrasse em vigor -com isso, o cessar-fogo tem início imediato e as tropas israelenses devem começar seu primeiro recuo, movimentação que tem prazo de 24 horas para acontecer.

    Em seguida, assim que os soldados se retirarem, o Hamas tem 72 horas para entregar todos os reféns israelenses que estão no território. A expectativa levantada por Trump é de que os primeiros cheguem em Israel no sábado.

    Não há clareza se os corpos dos reféns mortos também serão recuperados no mesmo período, e Trump disse na quinta que pode haver dificuldade de devolver alguns dos cadáveres. Durante esses três dias, o Hamas e Tel Aviv precisam ainda negociar a lista de prisioneiros palestinos que serão libertados por Israel -a facção diz que todas as mulheres e crianças presas serão soltas.

    O Exército israelense afirmou, em comunicado, que já iniciou “preparações operacionais” para a primeira fase do acordo, quando os soldados recuarão a uma linha intermediária, mas não deixarão Gaza por completo. Hoje, as Forças Armadas de Israel controlam mais de 70% do território -ao final da retirada, devem ter domínio de somente 53%, tendo deixado também os principais centros urbanos.

    Um recuo mais amplo deve acontecer apenas após o estabelecimento de uma força internacional transitória de estabilização do território palestino. Na quinta, autoridades americanas disseram à agência de notícias Reuters que o governo Trump vai enviar 200 soldados a Israel para auxiliar na estabilização de Gaza, mas que os americanos não vão entrar no território palestino.

    Com todas as fases do acordo concluídas, Israel ainda manterá uma zona-tampão por todo o perímetro de Gaza, inclusive no chamado corredor Filadélfia, área no sul do território palestino que vai da costa até o território israelense.

    Ou seja, na prática, a previsão é de que Tel Aviv mantenha o controle da fronteira de Gaza com o Egito, ainda que o plano do presidente americano proponha a entrada de ajuda humanitária no território palestino sem interferências -cerca de 150 caminhões de suprimentos já estão a caminho da fronteira sul do território, e a expectativa é que eles possam entrar assim que os soldados israelenses se retirem.

    Outro ponto ainda sem resolução, e que ameaça derrubar o acordo em próximas fases, é o desarmamento do Hamas. O grupo disse que não aceitará entregar suas armas, enquanto o governo israelense definiu como objetivo de guerra a desmilitarização do território e o presidente americano promete que isso vai acontecer nas próximas etapas de negociações.

    Especialistas israelenses ouvidos pela Folha de S.Paulo apontam que Tel Aviv pode ter que aceitar um desarmamento parcial, assim como o Hamas terá que aceitar uma retirada parcial de tropas israelenses de Gaza. Também pode ser necessário flexibilizar a exigência de que o grupo terrorista não tenha qualquer papel no governo do território quando a guerra terminar.

    Ainda assim, Netanyahu sofre pressão externa e interna para concordar com os termos negociados, a começar pelo próprio presidente americano.

    Trump faz campanha para receber o Prêmio Nobel da Paz, agora endossado por Netanyahu, tem proximidade com países árabes mediadores do conflito e críticos de Israel, e incluiu em seu plano para Gaza menções a um “caminho crível” para o estabelecimento de um Estado palestino. Ainda que nebulosa, a ideia é rejeitada pelo premiê israelense.

    Internamente, Netanyahu tenta colher créditos pelo fim de uma guerra que ele próprio estendeu além do que a sociedade israelense parece suportar: poucos meses após o mega-ataque terrorista do Hamas, que deixou 1.200 mortos e deu início ao conflito, Netanyahu passou a ser duramente cobrado por críticos e familiares de reféns pela demora no retorno dos sequestrados -dos 251 levados pela facção palestina, 50 ainda estão em Gaza, e apenas 20 deles supostamente vivos. Em Gaza, mais de 67 mil morreram nos dois anos de guerra, segundo o Ministério da Saúde do território, controlado pelo Hamas.

    Nesta quinta, Bredrosian, a porta-voz do premiê, afirmou que “todos os objetivos do primeiro-ministro foram atingidos”, referindo-se ao returno dos reféns, à derrota e ao desmantelamento do Hamas e à garantia de que Gaza não será mais uma ameaça para Israel.

    Também nesta quinta-feira, a Praça dos Reféns, local em Tel Aviv que se tornou o centro das manifestações pelo fim da guerra, familiares celebraram o anúncio de Trump de que o acordo foi concluído, com faixas de agradecimento ao presidente americano. Opositores de Netanyahu, como Yair Lapid e Benny Gantz, visitaram a praça e tiraram fotos com manifestantes.

    A percepção generalizada entre críticos do prolongamento do conflito é que o premiê o fez colocando interesses políticos pessoais acima da população. Antes do ataque do Hamas, Netanyahu era alvo de protestos massivos contra uma reforma judicial controversa que retirava poderes do Judiciário em meio a investigações criminais contra ele por corrupção.

    Seu gabinete, o mais à direita desde a criação do Estado judeu, tem integrantes da extrema direita nacionalista que sustentam a coalizão governista e são contrários a um acordo que termine a guerra sem a destruição completa do Hamas -Bezalel Smotrich (Finanças) e Itamar Ben-Gvir (Segurança Nacional) falam ainda abertamente na anexação dos territórios e expulsão dos palestinos de lá.

    Por isso, o fim do conflito em termos que não agradam a ala mais extremista do governo pode se transformar em um novo desafio para que Netanyahu, que perde com o fim da guerra o principal elemento para desviar o holofote das críticas, mantenha-se no poder. Antes da reunião, Smotrich, por exemplo, adiantou que não votaria a favor do acordo de paz, e Ben-Gvir disse que derrubaria o governo se o Hamas não for desmantelado.

    Na quinta, Netanyahu voltou a defender que o presidente americano Donald Trump deveria ganhar o Prêmio Nobel da Paz pelo esforço para o fim do conflito. O perfil do gabinete do premiê publicou montagem em que Trump aparece com um grande colar com a medalha da láurea ao lado do primeiro-ministro.

    De acordo com o gabinete, Netanyahu e Trump conversaram por telefone após o anúncio do republicano de que um acordo havia sido alcançado. “Foi uma conversa calorosa e emotiva e os dois líderes se parabenizaram por esta conquista histórica”, disse a porta-voz do governo israelense Shosh Bedrosian. O americano é esperado em Jerusalém no próximo domingo.

    Israel aprova acordo com Hamas para fim da guerra na Faixa de Gaza

  • Fachin fala em contribuição de Barroso para democracia, e Gilmar diz não guardar mágoas

    Fachin fala em contribuição de Barroso para democracia, e Gilmar diz não guardar mágoas

    Ministro do Supremo anunciou aposentadoria no fim de sessão desta quinta (9); Gilmar e Barroso se envolveram em discussões no plenário e reataram após crise na relação

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O anúncio da aposentadoria compulsória do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso deu início a uma série de homenagens ao ex-presidente do tribunal. As primeiras manifestações se deram no plenário do Supremo.

    O presidente do STF, Edson Fachin, disse que o ministro deixou sua marca na construção do direito constitucional brasileiro. A atuação de Barroso no Supremo, diz Fachin, produziu “efeitos profundos [que] perdurarão ainda por muitas gerações”

    “Queremos que vossa Excelência saiba que sua contribuição para a democracia brasileira transcende os votos e as decisões. Vossa Excelência ajudou a construir uma cultura constitucional mais sólida, mais consciente, mais comprometida com os direitos fundamentais”, disse Fachin.

    “Que sua trajetória continue inspirando gerações de juristas a amar o Direito com ideal, a defender a democracia com coragem, e a buscar a justiça com determinação”, completou.

    O ministro Gilmar Mendes também manifestou apoio à decisão de Barroso. Os dois se envolveram em discussões no tribunal, em 2018, com acusações dos dois lados.

    “Não guardo mágoas”, disse Gilmar nesta quinta-feira (9). “Um grande abraço, seja feliz”.

    O ministro Flávio Dino escreveu nas redes sociais que o STF perde no plenário o talento de um grande ministro. “Ele continuará a ser uma referência para nós, como um dos mais eruditos, inovadores e produtivos constitucionalistas brasileiros”, completou.

    Fachin fala em contribuição de Barroso para democracia, e Gilmar diz não guardar mágoas

  • Travis Kelce comenta música de Taylor Swift que faz referência à sua parte íntima

    Travis Kelce comenta música de Taylor Swift que faz referência à sua parte íntima

    Jogador da NFL, Travis Kelce, reagiu às letras da faixa “Wood”, do novo álbum da cantora, durante conversa com irmão; brincadeiras entre os dois aumentaram a curiosidade sobre a canção

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Travis Kelce, 35, mostrou que leva na esportiva a recente repercussão sobre a música “Wood”, faixa do novo álbum de Taylor Swift. A canção chamou atenção por suas metáforas sensuais e por supostas referências ao jogador do Kansas City Chiefs, com quem a cantora mantém um relacionamento.

    Durante o episódio mais recente do podcast New Heights, apresentado por Travis e seu irmão Jason Kelce, o tema surgiu de forma descontraída. Jason, conhecido pelo senso de humor afiado, decidiu provocar o irmão: “Então, o que você achou de Wood?”, perguntou, em tom divertido.

    Travis, visivelmente sem querer se aprofundar, respondeu com um sorriso contido: “É uma ótima música”. Jason, no entanto, insistiu na provocação: “Mas e aí, você se sente lisonjeado? Essa é uma canção bem específica, não é qualquer faixa de amor”.

    Tentando escapar das brincadeiras, o jogador respondeu: “Qualquer música que ela escreva sobre mim é um presente. Eu amo aquela garota”. O irmão, rindo, retrucou: “Não é só sobre você, mano, é sobre uma parte de você”. A resposta fez o estúdio cair na risada.

    Travis ainda tentou minimizar o comentário, dizendo que o irmão estava “interpretando tudo errado”, mas Jason continuou com as piadas. “Ah, qual é, Travis? Uma sequoia não é difícil de identificar”, disse ele, fazendo referência à letra da música, que menciona a árvore como metáfora.

    A troca divertida entre os irmãos rapidamente viralizou nas redes sociais, com fãs de Taylor Swift e da NFL comentando a naturalidade com que Travis reagiu às provocações.

    Desde que começou a namorar a cantora, o atleta se tornou figura constante no universo pop -aparecendo em shows da Eras Tour e sendo citado em composições que misturam romance e humor. Mesmo sem confirmar oficialmente se “Wood” é sobre ele, Travis parece não se importar com as suposições.

    Travis Kelce comenta música de Taylor Swift que faz referência à sua parte íntima

  • ‘Dinheiro não trará minha saúde de volta’, diz ex-atacante ao desabafar após drama

    ‘Dinheiro não trará minha saúde de volta’, diz ex-atacante ao desabafar após drama

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Ivan Klasnic representou a Croácia na Copa de 2006 e acumulou mais de 150 gols em sua carreira, mas a trajetória do ex-atacante ficou marcada por problemas de saúde causados justamente na época em que atuava profissionalmente.

    O ex-atleta, nesta quinta-feira (09) com 45 anos, foi diagnosticado com insuficiência renal e passou por um transplante em 2006, quando defendia o Werder Bremen.

    Depois de se aposentar, ele passou por outros dois procedimentos do tipo -os rins doados por seus pais foram rejeitados pelo corpo do croata.

    A saúde de Klasnic ficou debilitada pelo uso excessivo de analgésicos ingeridos durante a carreira, que durou de 1997 a 2013.

    Ainda nos tempos de atleta, o ex-atacante entrou com uma ação judicial contra médicos do Werder Bremen, acusando o ex-clube de não tratar a doença de maneira incorreta.

    Em 2017, ele ganhou o processo e recebeu 4,5 milhões de euros por danos, além de 100 mil euros pela negligência dos médicos.

    Em participação no documentário “Hirschhausen and the Pain”, da TV alemã ARD, o croata detalhou os problemas e desabafou sobre o ocorrido -Klasnic passa por diálise três vezes por semana.

    É difícil não tomar remédios quando você quer jogar em alto nível. Não tem como você se sustentar em um esporte profissional sem analgésicos, mas se eu soubesse que teria estes problemas, não teria tomado. É claro que fico furioso. Não desejo a ninguém o que passei, e nenhum dinheiro trará minha saúde de volta. Não sei por quanto tempo vou viver e preciso ser grato, mesmo que tenha que tomar remédios para sobreviver – Ivan Klasnic, ao Hirschhausen and the Pain

    A CARREIRA DE KLASNIC*

    1997 a 2000: St Pauli
    2001 a 2008: Werder Bremen
    2009 a 2010: Nantes
    2011 a 2012: Bolton
    2013: Mainz

    * disputou a Copa do Mundo de 2006 e a Eurocopa de 2008 pela seleção da Croácia

    O dirigente Luiz Eduardo Baptista fez uma crítica aos clubes sobre a falta de discussão mais detalhada sobre alguns assuntos e negou que o Fla esteja asfixiando os demais

    Folhapress | 18:35 – 09/10/2025

    ‘Dinheiro não trará minha saúde de volta’, diz ex-atacante ao desabafar após drama

  • Acuado, Tarcísio faz ataque a Haddad e ao PT mirando 2026

    Acuado, Tarcísio faz ataque a Haddad e ao PT mirando 2026

    Governador defende derrubada da MP do aumento de impostos e diz em vídeo que ‘pacência tem limite’; oposçião agradeceu ajuda de Tarcísio para derrubada da medida, embora ele negue o auxílio

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) fez seu mais duro ataque direto ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), ao se defender de críticas após ser apontado como um dos principais articuladores da derrubada da MP (medida provisória) que aumentava impostos.

    Em vídeo nas redes sociais, além de acusar o PT de praticar ofensas e mentiras, ele disse: “Tenha vergonha, Haddad, respeite os brasileiros.” A assessoria do ministro informou que ele não iria comentar. O ministro havia dito que o governador defendeu a derrubada da medida para “proteger a Faria Lima”.

    O vídeo foi gravado durante visita do governador à fábrica da Toyota, em Porto Feliz, no interior do estado, na manhã desta quinta (9), pouco após a declaração do ministro. O governador havia ido vistoriar a fábrica, danificada por uma tempestade no mês passado. Tarcísio fez o registro com a equipe de redes sociais que o acompanha diariamente.

    Na véspera, Tarcísio negou à Folha que tivesse articulado a derrubada da MP. Contudo, à noite, quando o governo foi derrotado, o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcanti (PL-RJ), agradeceu o empenho dele e de outros governadores pelo resultado.

    A seus auxiliares, segundo a reportagem apurou, Tarcísio repetiu que não telefonou a lideranças partidárias pedindo a derrubada da MP. O líder do PL teria conversado com ele e dito a Tarcísio que se empolgou no momento da vitória, de acordo com a versão que circula no Palácio dos Bandeirantes -a reportagem não conseguiu falar com Sóstenes.

    A gravação de Tarcísio, que começa com ele dizendo que “paciência tem limite”, foi feita um dia depois de ele publicar um vídeo pedindo desculpas à população por causa de uma fala feita por ele durante uma entrevista coletiva que repercutiu mal e foi explorada nas redes sociais pela esquerda.

    Na ocasião, ele disse que passaria a se preocupar com a crise da contaminação de bebidas alcoólicas por metanol quando ela atingisse também a Coca-Cola, sua bebida preferida.

    Segundo a Folha de S.Paulo apurou, desde a semana passada o governador havia subido o tom das críticas ao PT no que seria uma reação pela forma como o tema das bebidas foi abordado.

    Em uma entrevista coletiva no começo da crise, ele disse que não havia indícios de participação do “crime organizado” na adulteração de bebidas. Mas o Ministério da Justiça informou que investigava indícios de que o metanol que foi parar no álcool consumido pela população pudesse ter sido importado pelo PCC (Primeiro Comando da Capital).

    A interlocutores, em conversas recentes, ele relembrou atritos recentes e informações desencontradas no episódio das desapropriações da favela do Moinho, no centro da capital, quando petistas fizeram uma série de críticas à condução do caso pelo governo paulista.

    “Há meses a gente vem sendo alvo de uma ampla campanha de desconstrução de imagem e reputação por parte do PT. Ofensas, mentiras nas redes sociais – tudo certo, nada diferente do que a gente sempre viu no PT”, disse no vídeo.

    “A estratégia do PT sempre foi essa: vender o mundo perfeito na publicidade, gastando seu dinheiro para isso, e espalhar também o medo e o ódio contra quem pensa diferente deles”, complementou.

    Tarcísio tem demonstrado mais impaciência ao reafirmar que seu plano é tentar a reeleição em São Paulo no ano que vem, embora siga sendo considerado o principal nome da oposição para concorrer à Presidência contra Lula (PT). Horas antes de gravar o vídeo, uma nova pesquisa Quest/Genial apontou que a aprovação do petista segue em tendência de alta iniciada em julho e que o petista venceria ele e os demais potenciais adversários no segundo turno.

    Na campanha de 2022, quando concorreu ao governo contra Haddad, Tarcísio havia feito críticas ao rival, a quem chamou de “pior prefeito da história de São Paulo”. Após a posse, contudo, a relação por um período foi de cordialidade, e eles chegaram a trabalhar juntos pela reforma tributária.

    Acuado, Tarcísio faz ataque a Haddad e ao PT mirando 2026

  • Organização de Charlie Kirk protestará contra Bad Bunny no Super Bowl com show

    Organização de Charlie Kirk protestará contra Bad Bunny no Super Bowl com show

    A organização, fundada por Charlie Kirk, decidiu anunciar um show ‘alternativo’ contra o do Super Bowl com o cantor latino Bad Bunny; o ativista morto em um atentando era conhecido por discurso de ódio contra mulheres, homossexuais e outras minorias

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A Turning Point USA, uma organização conservadora dos Estados Unidos, decidiu promover uma atração alternativa ao show do cantor Bad Bunny durante o intervalo do Super Bowl de 2026. A instituição foi fundada por Charlie Kirk, influenciador morto durante um atentado, no começo de setembro.

    A escolha do rapper porto-riquenho para se apresentar em uma das atrações de maior visibilidade dos Estados Unidos tem gerado críticas de aliados do presidente Donald Trump. Os comentários negativos acontecem em um momento em que a Casa Branca adota medidas contra a imigração.

    Em protesto, a Turning Point USA anunciou que fará seu próprio show. “Artistas e detalhes do evento em breve”, escreveu a organização, em seu site. A publicação diz que a atração foi batizada de All American Halftime Show e celebrará “fé, família e liberdade”.

    Em entrevista ao apresentador conservador Greg Kelly, Donald Trump se manifestou sobre a escolha de Bad Bunny como atração do show de intervalo do Super Bowl de 2026. Ele afirmou achar loucura a escolha do músico para o evento.

    “Nunca ouvi falar dele. Não sei quem ele é, não sei por que estão fazendo isso. É loucura. E eles culpam algum promotor que eles têm. Eu acho ridículo”, afirmou Trump.

    A escolha de Bad Bunny já havia resultado em uma série de comentários negativos por parte de apoiadores do presidente, e Corey Lewandowski, ex-agente de campanha de Trump, disse que agentes de imigração estarão presentes no Super Bowl de 2026.

    O show entre os dois tempos do jogo, no dia 8 de fevereiro, é a única apresentação de Bad Bunny nos Estados Unidos marcada para 2026, já que sua aguardada turnê mundial “Debí Tirar Más Fotos” não tem outra data prevista no país.

    Bad Bunny disse à revista I-D no mês passado que seu medo de batidas de agentes do ICE, o órgão de imigração que tem deportado pessoas do país, é parte do motivo pelo qual ele não fez turnê pelos Estados Unidos continental. O cantor, contudo, se apresentou há pouco em Porto Rico, um território ultramarino do país.

    “Não há nenhum lugar onde se possa oferecer refúgio a pessoas que estão ilegalmente neste país. Nem no Super Bowl, nem em nenhum outro lugar. Nós os encontraremos, os prenderemos, os colocaremos em um centro de detenção e os deportaremos. Saibam que essa é uma situação muito real sob esta administração, ao contrário do que costumava ser”, afirmou Lewandowski no programa de entrevistas The Benny Show.

    Lewandowski faz parte do círculo próximo de Trump há muito tempo, tendo trabalhado como seu gerente de campanha em 2016. Ele retornou à campanha presidencial no ano passado e, desde a eleição de Trump, atua como funcionário especial do governo no departamento de imigração.

    Organização de Charlie Kirk protestará contra Bad Bunny no Super Bowl com show

  • Sem Rebeca, Brasil define seleção para o Mundial de Ginástica Artística

    Sem Rebeca, Brasil define seleção para o Mundial de Ginástica Artística

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – A Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) anunciou as seleções para o Campeonato Mundial de Ginástica Artística, e o time feminino não terá Rebeca Andrade. Maior medalhista olímpica da história do país, ela atravessa uma temporada afastada dos torneios.

    Os destaques na seleção feminina ficam por conta de Flávia Saraiva e Julia Soares, que integraram a equipe que conquistou o bronze nos Jogos Olímpicos de Paris-2024.

    “Estou tendo a oportunidade de treinar com atletas dez ou onze anos mais novas do que eu. Eu e a Julia Soares, que temos mais experiência, estamos aqui também para ensinar, podendo mostrar o que é um Campeonato Mundial. Não é hora de cobrança, mas de aprendizado, de amadurecimento de jovens ginastas que estão convivendo com duas medalhistas olímpicas”, disse Flávia.

    O QUE ACONTECEU

    A seleção feminina será formada por Flávia Saraiva, Julia Soares, Júlia Coutinho e Sophia Weisberg. Outra medalhista em Paris, Jade Barbosa anunciou gravidez em junho.

    Julia Coutinho e Sophia Weisberg são promessas da modalidade. Julia, aos 15 anos, conquistou a medalha de ouro no solo da etapa da Eslovênia da Copa do Mundo, em maio. Sophia foi campeã brasileira no individual geral.

    “Assim que acaba uma edição dos Jogos Olímpicos, um novo projeto já começa a ser desenhado. Já dissemos anteriormente que temos uma equipe renovada vindo aí, para se juntar com as atletas mais experientes. Depois de tudo o que fizemos neste ano, inclusive processos seletivos realizados de forma bem correta e transparente, chegamos a este grupo”, disse Xico Porath, o coordenador da seleção feminina.

    O masculino também tem nomes conhecidos do grande público, como Arthur Nory e Caio Souza. Diogo Soares, Vitaliy Guimarães e Yuri Guimarães completam a lista.

    Vitaliy é uma das caras novas na seleção brasileira. Nascido nos Estados Unidos, ele disputou a liga universitária do país e chegou a defender a seleção americana. De pai brasileiro e mãe russa, ele desembarcou no país em março de 2024.

    “O primeiro ano do ciclo embute em si os seus desafios. A cada ciclo que se inicia, temos mudanças no código, e desta vez tivemos as mais significativas até então, na minha forma de ver. O sentimento é de felicidade neste reinício, e agora num ciclo normal. O passado foi de três anos; o anterior, de cinco, tudo por decorrência da pandemia”, afirma Caio Souza.

    O dirigente Luiz Eduardo Baptista fez uma crítica aos clubes sobre a falta de discussão mais detalhada sobre alguns assuntos e negou que o Fla esteja asfixiando os demais

    Folhapress | 18:35 – 09/10/2025

    Sem Rebeca, Brasil define seleção para o Mundial de Ginástica Artística

  • Governo Trump socorre Argentina com compra de moeda e promessa de US$ 20 bi

    Governo Trump socorre Argentina com compra de moeda e promessa de US$ 20 bi

    Secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, confirmou troca de moedas entre bancos centrais, sem definir data; ministro da Economia de Milei estava há quase uma semana nos EUA, para negociações

    BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) – Após uma viagem de quase uma semana da equipe econômica da Argentina a Washington, o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, apenas esperou o mercado cambial fechar para anunciar que os EUA compraram pesos argentinos diretamente.

    Ele também informou sobre um acordo de swap cambial (troca de moedas entre bancos centrais) de US$ 20 bilhões com o BCRA (Banco Central da República Argentina), além de defender o regime de flutuação em bandas adotado pelo governo de Javier Milei desde abril.

    O governo americano ainda não deu detalhes de quando o acordo de swap estaria disponível. Em comunicados anteriores, Bessent havia dito que tudo ocorreria depois das eleições legislativas argentinas, em 26 de outubro.

    Bessent fez esses anúncios no X, após reuniões com o ministro da Economia da Argentina, Luis Caputo. Até então, a equipe argentina estava em silêncio, embora se especulasse que algo poderia ser anunciado antes da visita de Milei a Trump, marcada para a próxima semana.

    “A Argentina enfrenta um momento de aguda falta de liquidez. A comunidade internacional, incluindo o FMI, está unida para apoiar a Argentina e sua estratégia fiscal prudente, mas apenas os Estados Unidos podem agir rapidamente. E nós agiremos”, escreveu.

    “Para isso, hoje compramos diretamente pesos argentinos.” Ele também destacou que o Tesouro dos EUA estava intervindo no mercado de câmbio e que um banco estrangeiro também fez parte das negociações. Bessent ressaltou os sólidos fundamentos econômicos da Argentina e as mudanças estruturais que já estão em andamento, que poderão aumentar as exportações e as reservas cambiais.

    Ele também se comprometeu a tomar medidas excepcionais para estabilizar os mercados e reiterou o apoio de Trump para fortalecer os aliados dos Estados Unidos, “que promovem o comércio justo e o investimento americano”.

    “O sucesso da agenda de reformas da Argentina é de importância sistêmica, e uma Argentina forte e estável que ajude a ancorar um Hemisfério Ocidental próspero é do interesse estratégico dos Estados Unidos. Seu sucesso deve ser uma prioridade bipartidária.”

    Nesta quinta-feira (9), um dia em que o Tesouro estava praticamente sem dólares para sustentar a taxa de câmbio dentro da banda (de até 1.480 pesos argentinos), o dólar no atacado caiu para 1.420 pesos, depois de subir durante o dia e chegar a 1.470.

    A partir do meio-dia, com a compra de pesos pelos Estados Unidos, por meio de um banco estrangeiro, a moeda recuperou valor. Nesta sexta-feira (10), feriado na Argentina, não haverá pregão.

    Javier Milei comemorou o resgate dos EUA, destacou a gestão de Caputo, classificando-o como “o melhor ministro da história” e agradeceu a Trump e Bessent.

    Em Mendoza, onde participa de um evento de campanha, o presidente disse estar eufórico com a ativação do swap de Washington. “Trabalharemos duro todos os dias para oferecer oportunidades para nosso povo”, disse ele.

    O sentimento, no entanto, não é compartilhado por todos nos Estados Unidos. A oposição a Trump tem colocado a ajuda à Argentina em discussão no Congresso.

    O Comitê Democrata para a Agricultura na Câmara publicou nos últimos dias que, “depois de ver seu mercado entrar em colapso completo, os produtores de soja americanos ligaram o noticiário esta semana para assistir Trump dar US$ 20 bilhões a um de seus principais concorrentes, Argentina”.

    Uma crítica semelhante foi feita pela senadora Elizabeth Warren. “A Argentina fechou um acordo com a China que prejudica os produtores de soja americanos, já esmagados por Trump. Agora, Trump quer enviar US$ 20 bilhões dos nossos impostos para resgatar seu aliado político.”

    Governo Trump socorre Argentina com compra de moeda e promessa de US$ 20 bi

  • Max Ehrich, ex-noivo de Demi Lovato, é preso na Flórida por agressão

    Max Ehrich, ex-noivo de Demi Lovato, é preso na Flórida por agressão

    O ator, conhecido por interpretar Fenmore Baldwin na novela “Os Jovens e os Inquietos”, ganhou grande notoriedade em 2020, quando ficou noivo da cantora Demi Lovato

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ator Max Ehrich, 33, foi detido na Flórida sob acusação de violência doméstica. Segundo informações do site TMZ, o artista foi preso por agredir uma pessoa de 65 anos ou mais, sendo enquadrado na lei estadual que agrava a pena em casos que envolvem vítimas idosas.

    De acordo com os registros oficiais, Ehrich pagou uma fiança de US$ 1.000 (cerca de R$ 5,7 mil) e foi liberado logo em seguida. As autoridades ainda não divulgaram detalhes sobre as circunstâncias da agressão, mas a prisão teria ocorrido após uma denúncia feita por testemunhas.

    O ator, que ficou conhecido por interpretar Fenmore Baldwin na novela “Os Jovens e os Inquietos”, ganhou grande notoriedade em 2020, quando ficou noivo da cantora Demi Lovato. O pedido de casamento aconteceu à beira-mar, com fotos e declarações públicas que rapidamente viralizaram. “Eu te amo para sempre, meu bebê. Um brinde ao nosso futuro”, escreveu Demi em uma das postagens, que depois foram apagadas.

    O noivado, no entanto, durou pouco. Poucos meses depois, o casal anunciou o fim da relação. Fontes próximas à cantora afirmaram à revista People que a separação foi de comum acordo, motivada pela distância e pelas diferentes fases profissionais que ambos viviam naquele momento.

    Após o término, Ehrich seguiu investindo na carreira de ator e cantor, participando de produções como “High School Musical 3: Senior Year” e “Lei & Ordem: Unidade de Vítimas Especiais”. Seu trabalho mais recente foi no filme natalino “A Cowboy Christmas Romance” (2023), estrelado por Jana Kramer e Adam Senn.

    Max Ehrich, ex-noivo de Demi Lovato, é preso na Flórida por agressão

  • Ministros do governo e do TCU e senador são cotados para sucessão de Barroso no STF

    Ministros do governo e do TCU e senador são cotados para sucessão de Barroso no STF

    Bruno Dantas, Jorge Messias e Rodrigo Pacheco são tidos como nomes prováveis para a vaga; aposentadoria antecipada de ministro abre espaço para terceira indicação de Lula para Supremo

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso abre a possibilidade de o presidente Lula (PT) indicar seu terceiro nome para o STF (Supremo Tribunal Federal) na atual gestão.

    Três homens são os principais cotados para a vaga. O ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Bruno Dantas, o ministro da AGU (Advocacia-Geral da União) Jorge Messias e o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

    Há ainda pressão para que Lula escolha uma mulher para o cargo. A substituição de Rosa Weber por Flávio Dino deixou o tribunal com somente uma ministra, Cármen Lúcia. O nome da atual presidente do STM (Superior Tribunal Militar), Maria Elizabeth, corre por fora.

    Ministros do governo e do TCU e senador são cotados para sucessão de Barroso no STF