Autor: REDAÇÃO

  • Wesley Safadão desabafa sobre cirurgia de emergência do filho

    Wesley Safadão desabafa sobre cirurgia de emergência do filho

    O cantor revelou que descobriram um tumor na cabeça de seu filho Yhudy, de apenas 14 anos; a criança já passou por cirurgia

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/CBS NEWS) – Wesley Safadão, 37, comentou o drama vivido com a descoberta de um tumor na cabeça de seu filho Yhudy, 14, que passou por uma cirurgia de emergência na sexta-feira (19).

    Em um vídeo publicado no Instagram, o cantor revelou que a cirurgia durou cerca de três horas. “Susto. Mas para a honra e glória do Senhor, ele já está curado”, comemorou. Foi tudo muito tranquilo, tudo da melhor forma possível”, continuou.

    Segundo o cantor, os primeiros sinais apareceram de forma inesperada. O sertanejo contou que Yhudy estava no barbeiro quando começou a reclamar de fortes dores de cabeça. “Tinha acabado de cortar o cabelo e disse: ‘Pai, eu tô com uma dor na cabeça’”. Preocupado, ele examinou o filho e percebeu um calombo. Sem hesitar, decidiu levá-lo ao hospital.

     
     
     

     
     
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    Na noite de quinta-feira (18), o adolescente passou pelos primeiros exames, que apontaram alterações. O pai revelou que o menino foi submetido a uma bateria de avaliações para verificar se havia outras anomalias. “Graças a Deus, não deu nada, era só localizado. Deu essa esteócitose, esse tumor aqui, que tava localizado na cabeça”, explicou.

    A cirurgia ocorreu no dia seguinte e, após o procedimento, Yhudy permaneceu internado até a segunda-feira (22). A família aguarda o resultado da biópsia, que segundo o cantor, deve sair entre nesta quinta-feira (25) e nesta sexta-feira (26).

    Wesley Safadão desabafa sobre cirurgia de emergência do filho

  • Barroso se despede da presidência do STF, diz que tribunal preservou democracia e se emociona

    Barroso se despede da presidência do STF, diz que tribunal preservou democracia e se emociona

    “Tenho muito orgulho de ter dividido com todos a aventura de ter defendido a democracia brasileira”, disse o ministro Luís Roberto Barroso

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou nesta quinta-feira (25) que a corte preservou a democracia brasileira e se emocionou ao agradecer o apoio dos colegas ao longo dos dois últimos anos, nos quais ele esteve à frente da corte. De acordo com ele, os ministros defendem com coragem a democracia brasileira.

    “Gostaria de agradecer muito especialmente a todos os ministros, colegas e amigos aqui do Supremo, pela parceria apoio, coragem e pela relação construtiva e harmoniosa que tivemos. Tenho muito orgulho de ter dividido com todos a aventura de ter defendido a democracia brasileira”, disse.

    Esta é a última sessão do magistrado como presidente do Poder Judiciário.

    Segundo Barroso, desde a Constituição de 1988, não houve desaparecidos, torturado, ou aposentadorias compulsórias, em referência às violações na ditadura militar, além de haver liberdade de imprensa, mas há um custo aos ministros pelo trabalho.

    “Ou seja, apesar do custo pessoal dos seus ministros e o desgaste de decidir as questões mais divisivas da sociedade brasileira, o Supremo Tribunal Federal cumpriu e bem o seu papel de preservar o Estado de direito e de promover os direitos fundamentais

    Na sequência, o decano da corte, ministro Gilmar Mendes, prestou homenagem ao colega e também se emocionou. Gilmar citou o julgamento da trama golpista de 2022 e afirmou que a corte evitou o maior assalto contra a democracia na história recente.

    “A democracia brasileira passou incólume por mais essa prova de fogo. O STF conduziu o processo com tranquilidade e de maneira absolutamente regular, com respeito ao devido processo legal, ao contraditório e à ampla defesa, o mesmo vem ocorrendo aos demais réus. E destaco sem exagero o papel singular e quase heroico desempenhado pelo ministro Alexandre de Moraes”, disse.

    “Há dois anos, após termos atravessado um período turbulento e sombrio, cuja culminância foi um infame episódio, do 8 de janeiro, afirmava eu, ministro Barroso, que a posse de vossa excelência como presidente desta corte tornava palpável a certeza de que o Supremo havia sobrevivido”, disse Gilmar.

    O decano também se emocionou ao falar de Alexandre de Moraes.

    Barroso se despede da presidência do STF, diz que tribunal preservou democracia e se emociona

  • Fifa anuncia os mascotes da Copa do Mundo de 2026

    Fifa anuncia os mascotes da Copa do Mundo de 2026

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Fifa (Federação Internacional de Futebol) divulgou nesta quinta-feira (25) os nomes e as imagens dos mascotes da Copa do Mundo de 2026.

    Sediada conjuntamente por Estados Unidos, Canadá e México, a competição terá três mascotes diferentes, representados por animais típicos de cada um dos países.

    Os Estados Unidos serão representados pela águia batizada de Clutch, enquanto o Canadá terá como mascote o alce Maple. Já o México terá como mascote a onça-pintada Zayu.

    “Os três mascotes são fundamentais para a atmosfera incrível e divertida que estamos criando para este torneio revolucionário”, declarou o presidente da Fifa, Gianni Infantino.

    O dirigente acrescentou que os mascotes serão personagens de um jogo de videogame, que será lançado pela entidade em 2026.

    A tradição dos mascotes na Copa do Mundo começou em 1966, na Inglaterra, com o leão Willie.

    Na Copa de 2014, no Brasil, o mascote escolhido foi o tatu-bola Fuleco.

    A próxima Copa do Mundo tem início programado para 11 de junho, no Estádio Azteca, na Cidade do México, com a final no dia 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.

    Veja os detalhes da próxima fase da competição!

    Folhapress | 14:15 – 25/09/2025

    Fifa anuncia os mascotes da Copa do Mundo de 2026

  • Banco Central prevê crescimento do PIB de 1,5% em 2026

    Banco Central prevê crescimento do PIB de 1,5% em 2026

    O BC afirma que mantém a expectativa de continuidade da moderada atividade econômica ao longo do segundo semestre de 2025 e que essa tendência deve se estender para 2026

    O Banco Central (BC) divulgou, nesta quinta-feira (25), a projeção do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB – soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país, estado ou cidade) de 1,5% em 2026. A instituição também revisou a projeção para 2025, passando de um crescimento de 2,1% para 2% ao final deste ano. Os dados fazem parte do Relatório de Política Monetária referente ao terceiro trimestre de 2025.

    O relatório apresenta as diretrizes das políticas adotadas pelo Comitê de Política Monetária (Copom) e avalia a evolução recente e as perspectivas da economia, especialmente as projeções de inflação.

    O BC afirma que mantém a expectativa de continuidade da moderada atividade econômica ao longo do segundo semestre de 2025 e que essa tendência deve se estender para 2026. Por conta de fatores como os efeitos, ainda incertos, do aumento das tarifas de importação pelos Estados Unidos, mas também de prognósticos mais favoráveis para a agropecuária e para a indústria extrativa, o BC revisou a projeção de crescimento de 2,1% do PIB – soma de todas as riquezas produzidas pelo país – apresentada no último relatório, de junho, para 2% em 2025. 

    Já para 2026, a expectativa é de manutenção da política monetária em campo restritivo, e baixo nível de ociosidade dos fatores de produção, de desaceleração da economia global e ausência do impulso agropecuário observado em 2025. Por conta desses fatores, o crescimento deverá ser inferior ao deste ano, chegando a 1,5%.

    Inflação

    O BC ressalta que a inflação no Brasil segue acima da meta e que esse cenário deverá se manter, conforme a pesquisa Focus, tanto em 2025 quanto em 2026, quando deverá chegar, respectivamente, a 4,8% e 4,3%.

    A projeção divulgada no Relatório de Política Monetária é que apenas no primeiro trimestre de 2027, ela se aproxime do centro da meta, chegando a 3,4%. A meta estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CNM) é 3%, com intervalo de tolerância de menos 1,5 ponto percentual e mais 1,5 ponto percentual, isto é, de 1,5% a 4,5%.

    Crédito

    A projeção para o crescimento do saldo do crédito ofertado tanto para pessoas físicas quanto para empresas em 2025 aumentou, de acordo com o relatório, de 8,5% para 8,8%. Esse aumento é puxado principalmente pelo desempenho acima do esperado do crédito direcionado às empresas. Já para 2026, o crescimento desse saldo deverá ser menor, de 8%, apresentando uma redução no crescimento tanto do crédito a pessoas físicas como no de pessoas jurídicas.

    Emprego

    Outro destaque do relatório é o emprego. A análise mostra que o mercado de trabalho continua aquecido e a taxa de desocupação nos últimos meses foi menor do que a esperada pela instituição. A taxa de desemprego em agosto foi 4,3%. Na análise do BC, ainda historicamente baixa e próxima da faixa de oscilação dos últimos doze meses e do nível de equilíbrio estimado.

    De acordo com o relatório, a geração de empregos com carteira desacelerou, mas continua forte. Segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), dessazonalizados pelo BC, foram gerados em média 113 mil empregos por mês no trimestre maio-julho, abaixo da média de 165 mil verificada no trimestre anterior. A desaceleração foi mais significativa na construção civil e na indústria de transformação.

    O BC afirma, no entanto, que apesar do arrefecimento no último trimestre, a geração líquida de empregos permanece em patamar historicamente elevado: no acumulado do ano até julho atingiu 1,34 milhão, apenas 148 mil postos abaixo do verificado no mesmo período de 2024.

    O rendimento médio do trabalho medido pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Pnad Contínua mantém crescimento alto em termos reais. No trimestre encerrado em julho, a variação acelerou para 1%, ante 0,6% no trimestre anterior, impulsionada pelos ganhos entre trabalhadores informais.

    Atuação do Banco CentralDiante dos indicadores apresentados, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, avalia que a política monetária conduzida pela instituição está no caminho “que deve ser feito”, como afirmou em coletiva de imprensa após a divulgação do relatório, no final da manhã desta quinta. 

    “A gente vem renovando a mínima sobre desemprego, de maneira sucessiva. O mercado trabalho vem mostrando bastante resiliência, com desemprego na mínima histórica e renda na máxima histórica”, diz o presidente.

    E acrescenta: “Para a gente, o pior cenário que existe para o trabalhador, aquele com a maior queda de renda do trabalho, é quando a gente tem uma inflação elevada. Então, é importante que essa boa performance que se viu nos últimos anos da atividade econômica e do mercado de trabalho seja preservada, preservando a renda do trabalhador. Como é que você preserva a renda do trabalhador? Colocando a inflação na meta, permitindo que ele tenha uma inflação baixa, uma inflação não seja um tema na vida das pessoas.”

    Com o argumento, Galípolo defendeu a decisão do Copom de manter a taxa básica de juros da economia (Selic) em 15%. A taxa é considerada alta pelo governo. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, espera que o cenário seja melhor em 2026 e que possa haver uma queda na taxa. 

    A Selic é o principal instrumento do Banco Central para alcançar a meta de inflação. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter o impulso que a demanda aquecida provoca no aumento de preços. Os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança, freando a atividade econômica. Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

    “O papel do, do banqueiro central é um pouco mais difícil do que de outras autarquias e secretarias, porque às vezes ele tem que desagradar um pouquinho, né?”, comentou Galípolo, que reforçou que os indicadores de emprego e salário reforçam que a atuação do BC tem sido acertada: “Dá mais convicção de que o caminho é esse mesmo e é o que deve ser feito”.

    Banco Central prevê crescimento do PIB de 1,5% em 2026

  • Líder do PL viaja aos EUA e deve encontrar Eduardo em momento de impasse sobre anistia

    Líder do PL viaja aos EUA e deve encontrar Eduardo em momento de impasse sobre anistia

    Sóstenes Cavalcante viajou dois dias após ter encontrado com Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar; bolsonaristas defendem que Eduardo reduza tom de ataques para avançar com anistia no Congresso

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), viajou aos Estados Unidos nesta semana e deverá se reunir com o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), segundo dois aliados do parlamentar. Ele viajou dois dias após ter encontrado com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está em prisão domiciliar.

    Além disso, o encontro com Eduardo ocorrerá num momento em que há um impasse sobre o projeto de lei que dá anistia aos condenados pelos atos golpistas, após novas sanções do governo de Donald Trump a autoridades brasileiras e seus familiares.

    Nesta semana, o governo americano incluiu Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), e o instituto que pertence à família do magistrado na lista de sancionados pela Lei Magnitsky.

    Essa nova ofensiva impediu o avanço de qualquer discussão sobre anistia ou redução de penas nesta semana, e integrantes do centrão defenderam adiar essas negociações. Até mesmo deputados bolsonaristas se queixaram da atuação de Eduardo no exterior. Eles avaliam que essas sanções dificultarão a aprovação de anistia no Congresso.

    Esses mesmos políticos defendem que Eduardo reduza o tom dos ataques. Uma das missões de Sóstenes nesse encontro seria também demover o parlamentar de tentar sancionar o comandante do Exército, o general Tomás Paiva. Após circularem informações de que isso poderia ocorrer, membros da Força procuraram o líder do PL para pedir que ele atuasse como bombeiro nessa questão.

    Desde a aprovação da urgência do projeto de lei na Câmara, Eduardo tem feito uma série de publicações nas redes dizendo que os aliados de Bolsonaro não devem apoiar qualquer texto que não trate de anistia. Como a Folha mostrou, aliados do ex-presidente dizem que ele estaria de acordo com um projeto de redução de penas, contanto que houvesse a garantia da manutenção da prisão domiciliar.

    De acordo com um interlocutor do líder do PL, ele viajou sob o pretexto de encontrar familiares que moram nos Estados Unidos e para participar de um evento na ONU. A assessoria do parlamentar afirmou à reportagem que ele está em missão oficial, mas não há registros disso no site da Câmara. Sóstenes foi procurado, mas não respondeu.

    Líder do PL viaja aos EUA e deve encontrar Eduardo em momento de impasse sobre anistia

  • Giulia Be confirma Trump e Lula em casamento com Conor Kennedy

    Giulia Be confirma Trump e Lula em casamento com Conor Kennedy

    “Se tem Trump, vai ter Lula também”, diz Giulia Be sobre casamento com filho de Robert Kennedy Jr.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente norte-americano Donald Trump podem se encontrar, agora em um ambiente festivo, no Brasil, em 2026. Os dois estão na lista de convidados para o casamento da cantora brasileira Giulia Be com o ativista americano Conor Kennedy.

    Conor é filho do advogado Robert Kennedy Jr. (conhecido como RFK Jr.), indicado por Trump para a Secretaria de Saúde dos EUA, cargo equivalente ao de ministro no Brasil. Ele é também sobrinho-neto do ex-presidente americano John F. Kennedy (JFK).

    Giulia é filha do empresário e suplente de senador Paulo Marinho e de Adriana Marinho, que gerencia a carreira da artista e está cuidando dos detalhes da festa, inicialmente marcada para novembro deste ano. Ela foi adiada para junho, já que a artista decidiu priorizar o lançamento de seu novo álbum.

    “Se tem Trump, vai ter Lula também”, brincou a cantora em entrevista ao UOL, relembrando o apoio que declarou ao petista durante a eleição de 2022.

    O casamento pode marcar o reencontro entre os dois presidentes, talvez numa nova fase da relação entre os mandatários. Durante a Assembleia-Geral da ONU, na terça-feira (23), em Nova York, eles trocaram cumprimentos rápidos e amistosos, após meses de tensão diplomática -um contraste com o histórico de atritos entre os governos.

    Na ocasião, Trump chegou a dizer que havia uma “excelente química” com Lula. A possibilidade de ambos participarem da cerimônia de Giulia Be, em um contexto muito diferente do habitual, dá ainda mais peso ao evento.

    A união será realizada em São Paulo, na Igreja Nossa Senhora do Brasil, com festa no hotel Rosewood, na região da avenida Paulista. A escolha da data não foi por acaso: 29 de novembro, em pleno feriado de Ação de Graças, o que deve facilitar a vinda de parte dos 600 convidados esperados dos Estados Unidos.

    A preparação da cerimônia mistura tradições brasileiras e americanas. Giulia contou que encomendou uma estátua da Virgem Maria com mais de dois metros de altura, “maior que o Conor, que já tem quase essa altura”, disse aos risos. Já o noivo fez questão de manter uma tradição de seu país: os longos discursos durante a festa. “É muito tradicional do casamento americano ter muitos discursos”, explicou.

    A mesa de doces típica das festas brasileiras não ficará de fora. “Ele está muito animado para ver o que é uma mesa de doces de verdade, que eu falei que os americanos não sabem o que é”, completou a cantora em entrevista à coluna de Mônica Bergamo, em fevereiro deste ano.

    Outro detalhe já definido é o vestido da noiva, que será assinado pela grife Ralph Lauren. A cerimônia terá ainda 15 padrinhos. Um deles pode ser Patrick Schwarzenegger, de “White Lotus” primo do noivo, e filho de Arnold Schwarzenegger e Maria Kennedy Shriver.

    Giulia e Conor se conheceram virtualmente em 2021 e iniciaram o relacionamento à distância. O noivado foi oficializado em agosto do ano passado.

    Giulia Be confirma Trump e Lula em casamento com Conor Kennedy

  • Xiaomi lança linha de celulares para competir com iPhone 17

    Xiaomi lança linha de celulares para competir com iPhone 17

    O Xiaomi 17 custará entre R$ 3.368) no modelo mais básico e R$ 4.492 na versão topo de linha, anunciou a empresa

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A Xiaomi apresentou nesta quinta-feira (25) a linha 17, nova geração de smartphones da empresa, composta pelos celulares Xiaomi 17, 17 Pro e 17 Pro Max. O lançamento vem para competir com o iPhone 17 e destaca as ambições da big tech chinesa de enfrentar rivais americanos.

    O Xiaomi 17 custará entre 4.499 yuans (US$ 629,86, ou R$ 3.368) no modelo mais básico e 6.999 yuans (US$ 839,86, ou R$ 4.492) na versão topo de linha, anunciou a empresa.

    As vendas do aparelho começam no mercado internacional a partir do próximo sábado (27). Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

    A nova linha de aparelhos da empresa chinesa virá equipada com um processador Snapdragon 8 Elite Gen 5, anunciado na última quarta-feira (24) pela Qualcomm. O chip promete entregar 20% mais velocidade, chegando a 4,6 GHz, 27% mais desempenho gráfico e 37% mais desempenho de IA para atividades executadas no celular.

    Os celulares também rodarão com o sistema HyperOS 3, que é baseado no Android 16. O modelo oferecerá até 16 GB de RAM e até 1 TB de armazenamento.

    A tela da linha 17 da Xiaomi variará entre 6,3 e 6,9 polegadas, com taxa de atualização de até 120Hz, possibilitando uma exibição mais fluida.

    Em termos de bateria, os aparelhos terão carga que varia entre 6300 mAh e 7.500 mAh, com suporte a carregamento com fio de 100W e sem fio de 50W.

    As câmeras dos aparelhos terão lentes de selfie de 50 MP e ultra-angular externa, para ângulo de captura mais amplo, também de 50 MP. A câmera externa principal continua com 48 MP.

    Nos celulares Pro, há ainda presença de uma tela secundária traseira, que oferece funcionalidades como controle de música, notificações e relógio.

    A Xiaomi está buscando enfrentar a sua rival Apple da maneira mais direta, alterando a marca e o timing de lançamento para comparar seus produtos com os melhores da empresa americana.

    Em uma apresentação online de duas horas, o CEO da empresa, Lei Jun , organizou uma comparação lado a lado com o iPhone em termos de duração da bateria, qualidade de tela e capacidades da câmera.

    O executivo também comparou seus carros com os da Tesla, destacando o Model Y. A Xiaomi está em alta após uma expansão inicial bem-sucedida para o setor de veículos elétricos, que ajudou a triplicar seu valor de mercado da empresa no último ano.

    A Xiaomi, com sede em Pequim, está agressivamente buscando uma fatia maior do segmento premium. A Apple controla 62% das vendas globais de smartphones premium, compreendendo aparelhos que custam US$ 600 ou mais. A Xiaomi tem apenas uma participação de um dígito, segundo a Counterpoint Research.

    Além de smartphones e seu emergente empreendimento de veículos elétricos, a Xiaomi também está se esforçando para desenvolver mais capacidades de fabricação de chips.

    Este ano, o CEO da empresa disse que a empresa planeja investir pelo menos US$ 7 bilhões no desenvolvimento de seu próprio processador móvel e agora tem uma equipe de 2.500 pessoas focadas nessa tarefa. A empresa apresentou seu chip Xring O1 em maio, projetado para alimentar uma nova geração de dispositivos, incluindo o Tablet 7 Ultra.

    Xiaomi lança linha de celulares para competir com iPhone 17

  • João Fonseca vai enfrentar Alcaraz pela 1ª vez em jogo de exibição em Miami

    João Fonseca vai enfrentar Alcaraz pela 1ª vez em jogo de exibição em Miami

    (UOL/FOLHAPRESS) – O tenista brasileiro João Fonseca já tem marcado seu primeiro confronto contra o número 1 do mundo, o espanhol Carlos Alcaraz. Será em Miami, em dezembro.

    Fonseca e Alcaraz vão se enfrentar pelo Miami Invitational, evento de exibição que acontecerá no dia 8 de dezembro, no loanDepot park, estádio do Miami Marlins, equipe da Major League Baseball (MLB), a liga profissional americana de beisebol.

    Esta será a primeira vez que Fonseca e Alcaraz se enfrentarão na carreira. O brasileiro de 19 anos, promessa da modalidade, é o atual número 42 do mundo, enquanto o espanhol, de 22, lidera o ranking da ATP.

    Além do jogo entre Fonseca e Alcaraz, o evento contará com uma partida feminina, entre a americana Amanda Anisimova, atual número 4 do mundo, e a britânica Emma Raducanu, número 32 do ranking.

    Os dois jogos serão disputados em melhor de três sets, com tie-break de 10 pontos caso necessário terceiro set.

    Fonseca é o principal nome do tênis brasileiro no momento e terá seu desafio contra o espanhol, da mesma geração, campeão de seis Grand Slams em 2025.

    Veja os detalhes da próxima fase da competição!

    Folhapress | 14:15 – 25/09/2025

    João Fonseca vai enfrentar Alcaraz pela 1ª vez em jogo de exibição em Miami

  • Skaf monta conselho com Moro, Temer, Tereza Cristina e Campos Neto

    Skaf monta conselho com Moro, Temer, Tereza Cristina e Campos Neto

    Nova gestão da Fiesp só assume em janeiro, quando novo presidente começará seu quinto mandato; primeiro reunião do grupo foi marcada por críticas ao governo, ao nível alto de gastos e juros

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O presidente eleito da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, apresentou nesta quinta-feira (25) em São Paulo os integrantes dos 16 conselhos superiores da entidade.

    Na lista estão ex-ministros do governo de Jair Bolsonaro (PL), como a senadora Tereza Cristina (PP-MS, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), o vice-chairman do Nubank Roberto Campos Neto (Banco Central), o deputado federal Mendonça Filho (União Brasil-PE, da Educação), o senador Sérgio Moro (União Brasil-PR, Justiça e Segurança Pública) e Joaquim Pereira Leite, o Juca, que foi ministro do Meio Ambiente.

    O ex-presidente Michel Temer (MDB) comandará o Conselho Superior de Estudos Nacionais e Política. Skaf assume em janeiro seu quinto mandato à frente da entidade. No dia de sua eleição, no início de agosto, o empresário já havia anunciado o diplomata Roberto Azevêdo, ex-diretor-geral da OMC (Organização Mundial do Comércio), para o Conselho de Comércio Exterior.

    Nesta quinta, Azevêdo disse a uma sala com dezenas de diretores da Fiesp que o tarifaço imposto por Donald Trump às exportações brasileiras deixou claro como o setor privado esteve ausente no exterior. “Não estou falando de estar ausente em países médios, estou falando dos Estados Unidos. Em um momento de crise, não temos os caminhos e os canais prontos para atuar”, afirmou.

    Para Azevêdo, qualquer a negociação entre Trump e o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será “diferente de tudo o que já se viu” e bastante unilateral.

    A nova gestão da Fiesp só será empossada em janeiro e, por isso, a primeira reunião dos conselhos superiores foi realizada em um hotel no bairro dos Jardins, em São Paulo.

    Nos anos em que esteve à frente da entidade, Skaf levou a Fiesp mais à direita, com apoio explícito ao ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente condenado a 27 anos de prisão pela participação nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

    A volta do empresário ao comando da entidade marca novo período de inflexão política da entidade, como muitos de seus integrantes próximos a Bolsonaro e alinhados à direita. Skaf defendeu que os escolhidos para os conselhos superiores são “pessoas brilhantes nas suas áreas” e que todos tem “visão liberal e de centro-direita”.

    “Nós reunimos as melhores cabeças com visão liberal, traçando um plano para trabalhar a favor do Brasil e buscar soluções para novos e antigos problemas”, afirmou. “Não importa se participou de governo aqui ou ali.”

    O presidente eleito da Fiesp disse também que tem conversado com os presidentes da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para que as Casas indiquem parlamentares das comissões de economia e que participarão de reuniões da federação.

    O atual presidente da Fiesp, Josué Gomes da Silva, é próximo de Lula e chegou a ser convidado a assumir o Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços). Ele foi indicado por Skaf para sucede-lo, mas os dois não chegaram a compor o mesmo grupo. O estilo mais reservado de Josué gerou uma onda de insatisfação entre diretores que chegaram a articular sua deposição e a rebelião só foi encerrada com a intervenção direta de Skaf.

    Na gestão Josué, ministros como Fernando Haddad, da Fazenda, Simone Tebet, do Planejamento, e o vice-presidente Geraldo Alckmin, que também é titular da Indústria, estiveram em reuniões com a diretoria da Fiesp.

    Nesta quinta, as críticas ao governo Lula estiveram em boa parte dos discursos, mesmo sem o presidente ter sido citado.

    Campos Neto disse que o momento de grande polarização política leva à erosão das instituições e fez críticas ao que considerou ser o desequilíbrio da situação fiscal, com aumento de gastos públicos, elevação de impostos e baixa produtividade.

    “Precisamos de menos estímulo de demanda. É uma solução de curto prazo tentadora, mas deixa uma conta de redução de eficiência.”

    À frente do Conselho Superior da Indústria da Construção, Flávio Amary, que foi secretário de Habitação da gestão João Doria (2019-2022), criticou o aumento de impostos e, ao citar o projeto que eleva a faixa de isenção do Imposto de Renda a R$ 5.000 mensais, defendeu que se tratava apenas de “correção da tabela”, mas que isso não poderia ser feito com o aumento para a outra ponta.

    Na quarta, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou de maneira terminativa um projeto com texto igual ao enviado pelo governo Lula -para cobrir o gasto com o aumento da isenção é criada uma alíquota mínima efetiva de 10% para quem tem renda anual acima de R$ 1,2 milhão.

    Entre os discursos de seus futuros conselheiros, Skaf fez pequenos comentários. Lembrou, por exemplo, que “neste ano já tivemos aumento de impostos com o IOF” e criticou o Judiciário, que derrubou o projeto aprovado por Câmara e Senado que retirava a elevação das alíquotas. “O Congresso votou massivamente contra aumento de impostos e o Judiciário derrubou”, disse. Para ele, a decisão deixa o “equilíbrio entre os Poderes abalado.”

    Quando terminar o novo mandato, Skaf terá ficado 20 anos liderando a entidade que reúne os sindicatos industriais do maior estado brasileiro, em um momento de pressão sob o setor com tarifaço para exportação e juros altos.

    Para muitos, a Fiesp perdeu representação enquanto ele a comandava por ter misturado a própria imagem com a da federação, que teria virado uma plataforma para suas aspirações eleitorais. Da entrega no Congresso de um abaixo-assinado em carrinhos de supermercado contra a continuidade da CPMF ao exército de patos colocado em marcha contra a então presidente Dilma Rousseff (PT), viu-se, mais que formas de protesto, intervenções midiáticas centradas na figura de Skaf, projetando-o nacionalmente.

    O ex-presidente da federação também tem aspirações eleitorais e chegou a ser candidato ao governo de São Paulo pelo MDB em 2018 e 2014. Em 2022, filiou-se ao Republicanos, mesmo partido do governador Tarcísio de Freitas.

    QUEM SERÃO OS CONSELHEIROS SUPERIORES DA FIESP A PARTIR DE JANEIRO

    Conselho Superior do Agronegócio (Consag)
    Tereza Cristina (PP-MS), senadora, foi ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento na gestão Bolsonaro

    Conselho Superior de Assuntos Jurídicos (Conjur)
    Ellen Gracie, jurista, foi-ministra e presidente do Supremo Tribunal Federal

    Conselho Superior de Comércio Exterior (Coscex)
    Roberto Azevêdo, diplomata, foi diretor-geral da Organização Mundial do Comércio

    Conselho Superior da Cultura (Concultura)
    André Sturm, cineasta, gestor cultural, foi diretor do Museu da Imagem e do Som e secretário municipal de Cultura em São Paulo nas gestões João Doria e Bruno Covas

    Conselho Superior de Desenvolvimento Sustentável (Condes)
    Joaquim Alvaro Pereira Leite, conhecido como Juca, foi ministro do Meio Ambiente no governo Bolsonaro

    Conselho Superior de Educação (novo)
    José Mendonça Bezerra Filho (União Brasil-PE), deputado Federal, foi ministro da Educação no governo Bolsonaro

    Conselho Superior de Economia (Cosec)
    Roberto Campos Neto, economista, ex-presidente do Banco Central, vice-chairman do Nubank

    Conselho Superior de Estudos Nacionais e Política (Cosenp)
    Michel Temer (MDB-SP), advogado e ex-presidente do Brasil

    Conselho Superior da Indústria da Construção (Consic)
    Flavio Amary, ex-secretário da Habitação do governo João Doria, foi presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-SP)

    Conselho Superior de Infraestrutura (Coinfra)
    Marcos Lutz, engenheiro e presidente do Grupo Ultra

    Conselho Superior de Inovação e Competitividade (Conic)
    Sylvio Gomide, empresário, presidente da Comissão Especial de Inteligência Artificial- Políticas Públicas e Empresariais

    Conselho Superior da Micro, Pequena e Média Indústria (Compi)
    Wilson Poit, empresário, ex-superintendente do Sebrae-SP, foi secretário de desestatização de São Paulo

    Conselho Superior de Relações do Trabalho (Cort)
    Maria Cristina Mattioli, advogada, foi desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho

    Conselho Superior de Responsabilidade Social (Consocial)
    Raul Cotait, médico, foi secretário de Saúde da cidade de São Paulo

    Conselho Superior da Saúde (Consus)
    José Medina, médico, professor titular de Nefrologia na Unifesp e diretor-superintendente do Hospital do Rim

    Conselho Superior da Segurança (novo)
    Sergio Moro, senador e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública do Brasil

    Skaf monta conselho com Moro, Temer, Tereza Cristina e Campos Neto

  • Evaristo Costa revela constrangimento em avião devido a doença rara

    Evaristo Costa revela constrangimento em avião devido a doença rara

    Evaristo Costa relatou constrangimentos em situações que sua doença não foi compreendida; o apresentador foi diagnosticado com doença de Crohn

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Evaristo Costa, 44, adquiriu um cordão de girassóis, símbolo que representa doenças ocultas. Diagnosticado com doença de Crohn, o apresentador relatou constrangimentos em situações que sua doença não foi compreendida.

    O QUE ACONTECEU

    Evaristo gravou um vídeo conscientizando as pessoas de doenças ocultas que precisam de cuidado. “A lista é enorme de doenças não aparentes, como, por exemplo: surdez, epilepsia, diabetes, esclerose múltipla, as doenças crônicas, como a doença de Crohn, que é o que eu tenho”, diz.

    Entre os diversos sintomas, a doença de Crohn causa diarreia, que o apresentador define como “quase involuntária”. “Não é ir uma vez, duas vezes ao banheiro. É ir vinte, trinta, quarenta vezes”.

    Evaristo acredita que teria evitado constrangimentos se tivesse antes o cordão. “Eu já precisei ir correndo no banheiro do avião e tinha uma fila, eu não consegui passar na frente. Constrangimento enorme, não preciso dizer o que aconteceu”.

    Eu já precisei entrar num restaurante, o segurança veio atrás, disse que eu não poderia usar o banheiro, só se eu consumisse. Eu perguntei: posso usar o banheiro e depois consumir? Ele falou: não, primeiro você tem que consumir. Mais um constrangimento.

    O símbolo ajuda as pessoas a comunicarem que tem a necessidade de algum cuidado. “Ninguém precisa usar esse cordão para ter os seus direitos garantidos, o uso é opcional, mas ele ajuda a comunicar rápido”, explicou o jornalista.

    Evaristo Costa revela constrangimento em avião devido a doença rara