Autor: REDAÇÃO

  • Semifinais da Libertadores 2025: veja datas dos jogos e times classificados

    Semifinais da Libertadores 2025: veja datas dos jogos e times classificados

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – As semifinais da Copa Libertadores 2025 têm datas definidas. Os confrontos serão disputados nas semanas dos dias 22 e 29 de outubro. Dois times estão classificados. O Racing avançou ao eliminar o Vélez Sarsfield, enquanto o Palmeiras superou o River Plate.

    Brasil ainda pode ter mais dois representantes nas semifinais. São Paulo e Flamengo lutam pela classificação na noite desta quinta-feira (25).

    Conmebol ainda irá definir dias e horários dos jogos. A entidade aguarda a definição de todos os classificados para o anúncio.

    A decisão da Libertadores será no fim de novembro em Lima, no Peru. O estádio Monumental foi o escolhido como o palco da decisão.

    SEMIFINAIS DA LIBERTADORES 2025

    Palmeiras x São Paulo ou LDU
    Racing x Estudiantes ou Flamengo
    *Times em negrito disputam o jogo de volta em casa.

    CALENDÁRIO DA LIBERTADORES 2025

    Semifinais: 22 e 29 de outubro
    Final: 29 de novembro

    PREMIAÇÃO DA LIBERTADORES 2025

    Fase de grupos: US$ 3 milhões (R$ 17,1 milhões) + US$ 330 mil (R$ 1,9 milhão) por vitória Oitavas de final: US$ 1,25 milhão (R$ 7,1 milhões)
    Quartas de final: US$ 1,7 milhão (R$ 9,7 milhões)
    Semifinal: US$ 2,3 milhões (R$ 13,1 milhões)
    Vice-campeão: US$ 7 milhões (R$ 39,8 milhões)
    Campeão: US$ 24 milhões (R$ 136,6 milhões)

    Semifinais da Libertadores 2025: veja datas dos jogos e times classificados

  • Marinho defende mobilização popular como pressão contra escala 6 por 1

    Marinho defende mobilização popular como pressão contra escala 6 por 1

    Organizações e movimentos sociais realizaram atos contra o projeto de Anista aos golpistas de 8/1 e a PEC da Blindagem, que buscava dar ao congresso a prerrogativa de autorizar abertura de processos contra parlamentares

    O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, voltou a defender, nesta quinta-feira (25), o fim da escala 6 por 1, durante entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, produzido pelo Canal Gov. Na ocasião, Marinho destacou que a pressão do povo, por meio de manifestações, a exemplo do que aconteceu com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Blindagem, cujo arquivamento só foi possível graças à mobilização popular. 

    Para o ministro, esse tipo de ação será fundamental para acabar com aquela que, segundo ele, é “a mais cruel das escalas”, na qual o trabalhador tem direito a apenas um dia de descanso semanal. França, Alemanha, Dinamarca, Bélgica, Holanda, Islândia são alguns dos países que implementaram ou estão implementando jornadas menores do que a de 6 por 1 ou de 44 horas semanais.

    Marinho sugeriu aos eleitores acompanharem posicionamento dos atuais parlamentares, no Congresso Nacional, sobre o tema, para saber “quem merece ter seu mandato renovado e quem merece ser substituído”, nas próximas eleições. 

    Mais cruel

    “A escala 6 por 1 é, de fato, a mais cruel que existe, especialmente para as mulheres. Então o momento é de renovar”, disse o ministro ao lembrar que vários países já extinguiram esse tipo de jornada de trabalho.

    “O governo brasileiro torce para um final feliz em relação à redução da jornada máxima do Brasil, hoje de 44 horas semanais, para 40 horas semanais sem prejuízo para a economia. Essa jornada é especialmente cruel para as mulheres e para a nossa juventude, que vem rechaçando esse sistema de jornada, cobrando do empresariado e das autoridades brasileiras uma adequação”, acrescentouA proposta de alteração da escala 6 por 1 está tramitando no Congresso Nacional que, segundo ele, costuma ter outras prioridades, não necessariamente em favor dos trabalhadores.

    Manifestações

    Luiz Marinho disse torcer para que mobilizações e manifestações como as contrárias à anistia e à blindagem de parlamentares continuem.

    “É importante manter a mobilização porque, se deixar o parlamento brasileiro livre, leve e solto, só vem prejuízo para classe trabalhadora. Ele [o Congresso Nacional] só vai dar jeito com muita pressão, como foi o caso, agora, em que a PEC da Blindagem foi enterrada”.

    “Se amenizar, esse perfil do Congresso que temos não atenderá a essa reivindicação. No que depender do governo, [os trabalhadores] terão nosso apoio para acabar com a jornada 6 por 1”, completou.

    Marinho defende mobilização popular como pressão contra escala 6 por 1

  • Presidente da Bolívia diz que Trump deveria enfrentar o tráfico de drogas dentro dos EUA

    Presidente da Bolívia diz que Trump deveria enfrentar o tráfico de drogas dentro dos EUA

    Luis Arce reprovou medidas tomadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como as tarifas impostas ao comércio exterior

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Em seu discurso de despedida na ONU, Luis Arce criticou o que classificou como “neocolonialismo” e a desigualdade de riqueza. “O risco de que uma terceira guerra mundial enlute o planeta está próximo, caso não façamos alguma coisa.” O presidente da Bolívia, que está em fim de mandato, também fez críticas ao embargo econômico aos cubanos.

    Ele reprovou medidas tomadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como as tarifas impostas ao comércio exterior e o domínio sobre o restante do continente para “apropriar-se dos recursos naturais e subordinar a maior parte dos países à sua sede de riqueza”.

    “A quinta frota norte-americana está mobilizada, sob o pretexto de que está combatendo o tráfico de drogas. São duas as intenções: a intervenção na nossa irmã, a república bolivariana da Venezuela, e a volta do controle sobre a América Latina com práticas imperialistas”, seguiu Arce, ao denunciar as operações dos EUA no mar do Caribe. “É uma falácia [que estejam combatendo o tráfico de drogas], se isso fosse verdade, enfrentariam o tráfico antes dentro de seu próprio país.”

    Arce propôs, ainda, a criação de uma comissão de reparação à escravidão e ao colonialismo nos países do Sul Global, com um fundo gestado pelas Nações Unidas. “Esse fórum deve contemplar reparações, direito à terra, recuperação do ecossistema, pedidos de desculpas pelo passado colonial por parte das antigas metrópoles, restituição de bens indígenas tomados pelos colonizadores, indenizações aos que resistem em seus territórios e fim de medidas de embargo.”

    Presidente da Bolívia diz que Trump deveria enfrentar o tráfico de drogas dentro dos EUA

  • 'Nunca vou cancelar a J.K. Rowling', diz Emma Watson

    'Nunca vou cancelar a J.K. Rowling', diz Emma Watson

    A atriz disse não ter intenção de cancelar a autora de “Harry Potter”; J.K. Rowling já se manifestou publicamente contra pessoas trans em diversas ocasiões

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Emma Watson, 35, falou sobre sua relação ambígua com J.K. Rowling, 60. Em entrevista a um podcast britânico nesta quarta-feira (24), a atriz disse não ter intenção de cancelar a autora de “Harry Potter” e nem de apagar tudo o que viveu como protagonista da saga no cinema.

    Criadora de um dos maiores ícones da literatura infantil da virada do século, J.K. Rowling já se manifestou publicamente contra pessoas trans em diversas ocasiões. O posicionamento afastou a escritora de fãs e de dois velhos amigos -Emma e Daniel Radcliffe.

    Em 2020, os dois atores se manifestaram contra uma fala transfóbica da escritora. Em março de 2025, Rowling escreveu no X que seu desentendimento com os artistas impactou negativamente em suas impressões sobre os filmes da saga. Em junho deste ano, a autora comemorou uma decisão da Suprema Corte britânica sobre a definição de gênero baseada no sexo biológico.

    No podcast, conduzido pelo escritor Jay Shetty, Emma disse que nunca teve abertura para conversar com a autora sobre o assunto.

    “Eu não acredito que, tendo a experiência que eu tenho e o amor, apoio e visibilidade que eu carrego, que eu não possa ter carinho por Jo, pela pessoa com quem vivi experiências pessoais”, falou Emma. “Não acredito que uma coisa anula a outra, que eu não possa guardar e celebrar minha experiência particular com ela.”

    Ao lado de Daniel Radcliffe e Rupert Grint, a atriz protagonizou os filmes da franquia “Harry Potter” entre 2001 e 2011. Ela tinha apenas 11 anos quando gravou o primeiro filme. Rowling trabalhou como produtora e roteirista dos longas e era figura presente nos sets.

    “Acho que meu desejo mais profundo é que as pessoas que não concordarem comigo possam me amar e que eu possa amar pessoas com quem não necessariamente compartilho da mesma opinião. No mundo atual, parece que descartarmos as pessoas. Acho isso errado. Ninguém é descartável. Todo mundo deve ser tratado com dignidade e respeito”, continuou Emma.

    “Acho que o mais triste de tudo é que nunca houve uma conversa”, completou a atriz. Estou aberta ao diálogo, mas não quero dizer nada que possa alimentar um debate tóxico. E é por isso que não comento”, resumiu.

    A atriz lembrou ainda das “palavras de firmeza, encorajamento e gentileza” que a escritora tinha com ela quando criança. Ela diz que considera a oportunidade de ter vivido a personagem Hermione Granger “praticamente inédita na história da literatura britânica.

    “Não existe um mundo no qual eu possa cancelá-la ou cancelar tudo o que eu vivi”, diz. “Eu posso amá-la, eu posso saber que ela me amou, posso ser imensamente grata a ela e mesmo assim saber que existe essa questão. O que ela fez não pode ser tirado de mim.”

    'Nunca vou cancelar a J.K. Rowling', diz Emma Watson

  • Arbitragem gera revolta da Libertadores a jogos atrasados do Brasileiro

    Arbitragem gera revolta da Libertadores a jogos atrasados do Brasileiro

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Sobraram reclamações contra a arbitragem nos jogos desta quarta-feira (24). Eliminado pelo Palmeiras nas quartas da Libertadores, o técnico Marcelo Gallardo, do River Plate, afirmou que o árbitro “sentiu a pressão”. Nos jogos atrasados do Brasileiro, Davide Ancelotti (Botafogo), Fernando Diniz (Vasco) e Rogério Ceni (Bahia), questionaram decisões da equipe de arbitragem.

    GALLARDO BRAVO, E ABEL DE BOA

    O comandante do River Plate reclamou principalmente do pênalti marcado em Facundo Torres aos 43 minutos do 2º tempo. No momento, a partida estava empatada em 1 a 1 e os argentinos buscavam um gol para levar a disputa para as penalidades. O Palmeiras venceu por 3 a 1.

    “Eu reclamei disso [que não foi mão de Colidio], havia um jogador caído, o árbitro não soube lidar com isso. Marcou algo que não viu, estava de costas. Há um jogador deles [Palmeiras] caído, ele vai receber atendimento e há uma mistura de tudo. [O árbitro] Não soube conduzir e, nessa confusão, acabamos dando uma vantagem que não pode acontecer”, afirma Marcello Gallardo.

    “Nestes jogos, essas situações costumam acontecer. Em um momento, o jogo escapou das mãos dele [árbitro], ele poderia ter gerido melhor. No primeiro tempo, ele [árbitro] sentiu a pressão e começou a jogar o segundo [tempo] com algumas situações que mudaram o conceito de um jogo que estava controlando bem. Mas temos que assumir nossos erros. A série esteve nos detalhes de atenção. Conhecíamos a hierarquia do adversário e eles conheciam a nossa.”

    Do outro lado, Abel Ferreira “isentou” a arbitragem: “O árbitro foi igual para os dois lados, acertou em umas vezes e errou em outras. Na minha opinião, não houve influencia no que foi o resultado. No jogo de lá, também temos queixas, mas ninguém é perfeito. Não serei advogado de defesa”, afirmou.

    RECLAMAÇÕES DOS DOIS LADOS

    A atuação do árbitro João Vitor Gobi e do VAR irritou tanto Fernando Diniz, do Vasco, quanto Rogério Ceni, do Bahia. Os cariocas levaram a melhor e venceram por 3 a 1 o confronto atrasado pela 16ª rodada do Brasileiro.

    O Vasco reclamou de duas possíveis expulsões: uma entrada dura de Rezende em Coutinho e um calço de Sanabria em Puma. O árbitro foi chamado pelo VAR para rever o segundo lance, mas manteve o cartão amarelo.

    “Foi para expulsão claramente. E o critério de se apitar foi modificando. Começa com um jeito de deixar o jogo correr mais, depois tem a expulsão, aí começa a picotar o jogo. O juiz era o quarto árbitro lá em Porto Alegre, os caras fizeram cera desde o início do jogo e não fez menção em nenhum momento em dar cartão amarelo. E o Léo Jardim vai ser nos próximos anos o único goleiro expulso no Brasil por conta do que aconteceu lá no sul de o juiz achar que estava fazendo cera”, disse Fernando Diniz.

    O que aconteceu nesta quinta-feira (25) foi escandaloso. Porque colocou a integridade física dos nossos jogadores em risco. Teve três lances claros de expulsão. […] Mesmo ganhando, tivemos três casos escandalosos de entradas completamente despropositadas em jogadores do Vasco. Uma delas o VAR chamou para analisar e não sei o que ele viu na imagem. Ainda mais grave no caso do Puma não ter sido expulso. Se querem realmente defender o espetáculo e o jogador, não podem ter árbitros como esse a apitar. Admar Lopes, diretor de futebol do Vasco

    Já Rogério Ceni apontou um “VAR totalmente favorável ao time da casa”. O Bahia ficou com um a menos aos 36 minutos do primeiro tempo, após Jean Lucas receber -após recomendação de revisão pelo VAR- o cartão vermelho por acertar o braço em Barros.

    O que deixa a gente um pouco confuso são os critérios. […] Um jogo importante definido por um cara no ar-condicionado do VAR, que chama no lance que ele quer, determina uma expulsão que muda tudo. Jogar 60 minutos com um a menos aqui, e com o VAR totalmente favorável ao time da casa. As nossas são chamadas [pelo VAR], as deles, não. Rogério Ceni

    O BOTAFOGO TAMBÉM RECLAMOU

    O atual campeão nacional saiu na bronca com a arbitragem pela marcação do pênalti que definiu o empate com o Grêmio. A partida foi válida pela 16ª rodada do Brasileiro e terminou 1 a 1.

    Após ser chamado pelo VAR, o árbitro Lucas Paulo Torezin apontou a penalidade por toque de mão de Matheus Martins, convertida pelo goleiro Tiago Volpi. O episódio aconteceu aos 38 minutos do segundo tempo.

    Acho que não temos um lance conclusivo, é uma interpretação de um lance em que nenhum momento vemos a mão tocar na mão do jogador [Matheus Martins]. Acho que não pode ser uma interpretação nesse caso, tem que ser claro. O VAR tem que ver um erro claro do árbitro, e nesse caso não há um erro claro, não tem um lance conclusivo. Se não temos lances conclusivos, não podemos interpretar que é pênalti, porque ninguém vê. Ninguém sabe. Davide Ancelotti, técnico do Botafogo

    Vergonhoso. Nos recusamos a evoluir. Jhon Textor, dono da Saf do Botafogo, em postagem nas redes sociais

    Arbitragem gera revolta da Libertadores a jogos atrasados do Brasileiro

  • Motta desautoriza Paulinho e diz que votação de Imposto de Renda não depende de anistia

    Motta desautoriza Paulinho e diz que votação de Imposto de Renda não depende de anistia

    O deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) teria dito que se o texto da anistia não for votado com apoio do PT, que o projeto da isenção do Imposto de Renda também não seria votado

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou, nesta quinta-feira (25), que a votação da ampliação da isenção do Imposto de Renda, prevista para quarta-feira (1º), não depende da votação do projeto de redução de penas aos condenados por golpismo, como afirmou o relator do texto, Paulinho da Força (Solidariedade-SP).

    Paulinho havia dito, nesta quarta (24), que não votar o projeto que beneficia o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e os presos do 8 de Janeiro poderia prejudicar a análise do projeto do IR, que é prioridade para o governo Lula (PT). A proposta estende a isenção do IR para quem ganha até R$ 5.000.

    “Entendemos que a matéria [do IR] está madura. Já anunciamos a pauta para a próxima quarta-feira, independentemente de qualquer outra matéria. Não há vinculação da matéria do Imposto de Renda com qualquer outra. Essa associação foi feita de maneira incorreta”, disse Motta no plenário.

    Paulinho afirmou que acertaria com Motta o calendário de votação do projeto de redução de penas. “Acho que tudo leva a crer que é possível votar na próxima terça-feira (30). […] Acho até que, se não votar isso, não vai votar o IR”, declarou o relator à imprensa, ao lado do líder do PT, Lindbergh Farias (RJ), após se reunir com a bancada do partido para tratar da redução de penas.

    Deputados petistas viram a fala do relator como uma espécie de chantagem, mas descartaram votar a favor da redução de penas.

    Motta desautoriza Paulinho e diz que votação de Imposto de Renda não depende de anistia

  • Cena da morte de Odete Roitman em 'Vale Tudo' é gravada em Copacabana

    Cena da morte de Odete Roitman em 'Vale Tudo' é gravada em Copacabana

    A novela acaba em outubro, quando dará lugar a “Três Graças”; veja a lista de suspeitos pela morte da vilã!

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Na noite de quarta-feira (24), o icônico Hotel Copacabana Palace, na zona sul do Rio, foi palco de uma das sequências mais aguardadas da TV: A gravação da cena da morte de Odete Roitman, interpretada por Débora Bloch, em “Vale Tudo”.

    A novela de Manuela Dias entrou em sua reta final e se despede do público em outubro, quando dará lugar a “Três Graças”.

    As imagens dos bastidores mostram o corpo da personagem sendo retirado em uma maca, dentro de um saco preto, pelos profissionais do Corpo de Bombeiros. A cena se passa logo após a vilã ser baleada enquanto dirige pelas ruas do Rio de Janeiro. No entanto, o autor do disparo, peça central do mistério, continuará sendo mantido em segredo.

    Na trama, Odete já estará casada com César Ribeiro (Cauã Reymond), que descobre ter herdado 50% da TCA, companhia aérea da empresária. O suspense em torno do atentado promete mobilizar o público, assim como aconteceu na versão original, exibida em 1988.

    A lista de suspeitos não será pequena. Marco Aurélio (Alexandre Nero), por exemplo, surgirá revoltado com as atitudes da magnata, e Leila (Carolina Dieckmann) encontrará uma arma entre os pertences dele. Ao mesmo tempo, Maria de Fátima (Bella Campos) e Ana Clara (Samantha Jones) formam uma aliança perigosa: ambas sabem que Leonardo Roitman (Guilherme Magon), filho de Odete dado como morto em um acidente, está vivo. Para elas, a morte da poderosa pode significar acesso à fortuna da família.

    Cena da morte de Odete Roitman em 'Vale Tudo' é gravada em Copacabana

  • Palmeiras soma quase R$ 60 mi em premiação na Libertadores com vaga na semi

    Palmeiras soma quase R$ 60 mi em premiação na Libertadores com vaga na semi

    (UOL/FOLHAPRESS) – O Palmeiras se aproximou dos R$ 60 milhões em premiação ao carimbar a vaga para a semifinal da Libertadores. Apenas o triunfo contra o River Plate rendeu R$ 12,2 milhões (2,3 milhões de dólares).

    O QUE ACONTECEU

    O Alviverde chegou 56,8 milhões, somando a premiação desde o começo da competição. É a quinta vez em seis anos que o clube paulista alcança a semifinal da competição continental.

    A campanha perfeita na fase de grupos e a vaga nas oitavas garantiu ao Palmeiras 6,2 milhões de dólares – cerca de R$ 35,4 milhões. A quantia inclui o valor de participação na fase de grupos (US$ 3 milhões) somado ao bônus por cada uma das seis vitórias (US$ 330 mil por triunfo) e ao prêmio por avançar às oitavas (US$ 1,25 milhão).

    A classificação para as quartas de final rendeu mais R$ 9,2 milhões (1,7 milhão de dólares). O time de Abel Ferreira eliminou o Universitário (PER) nas oitavas.
    Caso avance à final, o Palmeiras garante, no mínimo, R$ 38,2 milhões – premiação ao vice-campeão. O campeão fatura R$ 131,2 milhões. O Alviverde enfrentará o vencedor de São Paulo e LDU (EQU) pela semifinal nos dias 22 e 29 de outubro.

    Parlamentares afirmam que atuaram por incentivo à modalidade e entretenimento à população; órgão diz que a conduta é incompatível com a dignidade da função pública e banaliza violência

    Folhapress | 10:15 – 25/09/2025

    Palmeiras soma quase R$ 60 mi em premiação na Libertadores com vaga na semi

  • Joesley Batista teve encontro com Trump semanas antes de aceno a Lula

    Joesley Batista teve encontro com Trump semanas antes de aceno a Lula

    A carne bovina brasileira é alvo de uma tarifa de 50% aplicada por Trump; interlocutores se dizem otimistas com a possível inclusão das carnes brasileiras na lista de produtos isentos do tarifaço

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O empresário Joesley Batista, um dos donos da gigante de carnes JBS, foi recebido em audiência pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, semanas antes do aceno do republicano ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Assembleia-Geral da ONU.

    De acordo com quatro pessoas ouvidas pela Folha, há cerca de três semanas, Joesley discutiu com Trump na Casa Branca o tarifaço de 50% aplicado pelos EUA contra produtos vendidos pelo Brasil, que afeta o setor de carne. Outro tema de interesse de Joesley tratado na reunião foi a importação de celulose pelos EUA.

    Ainda durante o encontro, Joesley argumentou que as diferenças comerciais entre Brasil e EUA poderiam ser resolvidas por meio do diálogo entre os dois governos -numa mensagem de incentivo a uma aproximação.

    Procurada, a JBS não comentou questionamentos feitos pela Folha. A Casa Branca não respondeu a pedido de comentário.

    Como a Folha mostrou, grandes empresários brasileiros facilitaram contatos entre os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump. Em recente discurso na Assembleia-Geral da ONU, Trump disse que houve “química” entre ele e Lula e que os dois devem se encontrar em breve para tratar do tarifaço.

    A atuação de gigantes como a Embraer (empresa da qual o governo é acionista) e a JBS, de Wesley e seu irmão, Joesley, contribuiu para fortalecer, dentro da gestão Trump, a ala que defendia uma negociação focada no comércio, e não em questões políticas, entre EUA e Brasil.

    A aproximação de empresas ligadas a Joesley com Trump data do início da segunda administração do republicano.

    Marca da JBS, a Pilgrim’s Pride fez a maior doação individual de uma empresa para a cerimônia de posse de Trump: US$ 5 milhões, de acordo com relatório apresentado à Comissão Federal Eleitoral (FEC, na sigla em inglês). A empresa é uma das maiores produtoras de aves do mundo -quase 1 em cada 6 frangos nos EUA vem da Pilgrim’s, segundo site da empresa.

    A carne bovina brasileira é alvo de uma tarifa de 50% aplicada por Trump. Mas interlocutores ouvidos pela Folha se dizem otimistas com a possível inclusão do produto na lista de produtos isentos do tarifaço.

    Já a celulose, outro item que foi pauta da conversa de Joesley com o republicano, foi recentemente contemplada com um alívio por parte dos EUA.

    Em ordem executiva publicada em 5 de setembro, Trump retirou a tarifa de 10% sobre a celulose importada por seu país.

    A decisão beneficia a indústria brasileira, que exportou 2,8 milhões de toneladas do produto para o país no ano passado. Isso representa cerca de 15% das vendas de celulose (de todos os tipos) para o exterior no mesmo período.

    Com o encontro com Trump, Joesley se posicionou como o empresário brasileiro com melhor acesso ao republicano, de acordo com diferentes interlocutores ouvidos pela reportagem.

    Mas outros pesos pesados do empresariado realizaram peregrinações em Washington para tentar aproximar os dois governos e reduzir os impactos do tarifaço.

    Na semana de 11 de setembro, grandes empresários estiveram em Washington para negociar sobre as tarifas.

    Fizeram parte da comitiva Joesley, João Camargo (presidente do conselho da Esfera Brasil) e Carlos Sanchez, da EMS, entre outros.

    Eles se reuniram no Congresso com parlamentares republicanos, como Maria Elvira Salazar -deputada próxima do secretário de Estado, Marco Rubio-, além de outros integrantes da equipe de Trump.

    Parte do grupo também teve encontro com Susie Wiles, chefe de gabinete do presidente americano e uma das principais assessoras do republicano.

    Na semana anterior, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) havia ido a Washington para uma reunião com o vice-secretário de Estado, Christopher Landau, além de encontros com o USTR (Escritório do Representante de Comércio dos EUA) e com o Departamento de Comércio. Os empresários também acionaram grupos de lobby nos EUA, compostos por profissionais com acesso direto ao governo.

    Joesley Batista teve encontro com Trump semanas antes de aceno a Lula

  • Zelenski diz que deixa o poder se a guerra com a Rússia acabar

    Zelenski diz que deixa o poder se a guerra com a Rússia acabar

    O mandato de Zelenski venceu em maio do ano passado, e a partir daí Vladimir Putin passou a insistir na hipótese de que o rival não teria legitimidade para negociar um acordo de paz

    MOSCOU, RÚSSIA (CBS NEWS) – O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, disse nesta quinta (25) pela primeira vez que não pretende disputar eleições quando o conflito com a Rússia for encerrado. “Eu quis muito, num período muito difícil, estar com meu país, ajudar meu país. Meu objetivo é acabar com a guerra”, disse.

    Em entrevista ao site americano Axios, o ucraniano afirmou que “se nós acabarmos com a guerra com os russos, sim, eu estou pronto para não disputar porque não é meu objetivo, eleições”.

    A fala de Zelenski ocorreu um dia depois de ele encontrar-se com Donald Trump, que já o chamou de “ditador sem eleições” em um dos momentos de agressividade aberta do presidente americano com seu colega.

    A questão eleitoral é complicada para Zelenski. Como a Ucrânia entrou em lei marcial ao ser invadida pelos russos em 24 de fevereiro de 2022, pela Constituição local os pleitos foram suspensos.

    O mandato de Zelenski venceu em maio do ano passado, e a partir daí Vladimir Putin passou a insistir na hipótese de que o rival não teria legitimidade para negociar um acordo de paz, chegando a sugerir que o Parlamento do vizinho o removesse do cargo.

    A resposta do ucraniano é óbvia, citando a legislação local. Mas o fato é que a pressão doméstica sobre seu apetite pelo poder gera estranhamentos de tempos em tempos. Em agosto, quando tentou tirar poderes de agências investigativas anticorrupção, Zelenski enfrentou os primeiros protestos grandes de rua desde o início da guerra, sendo obrigado a recuar.

    Segundo disse à Folha no ano passado seu biógrafo Simon Shuster, o presidente terá grandes dificuldades, por sua natureza, de largar o osso do poder absoluto que hoje exerce. E isso gera reverberações na política local, além da atenção retórica do Kremlin -Putin chegou a exigir novas eleições na lista de demandas enviada a Kiev para um acordo de paz.

    O presidente segue popular. Segundo pesquisa feita em setembro pelo Instituto Internacional de Sociologia de Kiev, 59% dos ucranianos confiavam em Zelenski, ante 34% que diziam o contrário.

    Por outro lado, sua vitória não é considerada uma barbada, em caso de a guerra acabar e o pleito ser retomado. O principal desafiante, segundo pesquisas de opinião, é o ex-chefe das Força Armadas, Valeri Zalujni.

    O general é extremamente popular entre soldados e civis, e foi exonerado no ano passado devido a divergências públicas com Zelenski, que insistiu numa contraofensiva muito ampla em 2023 que acabou fracassando e custando a iniciativa de Kiev em seu próprio solo.

    Na quarta (24), Zalujni fez sua primeira avaliação pública da polêmica incursão ucraniana na região de Kursk, no sul russo, em agosto do ano passado. Por oito meses, as forças de Zelenski mantiveram um pequeno pedaço do território sob seu controle, na esperança de ter mais uma ficha de barganha em caso de negociação.

    A tática falhou, com alta perda de pessoal e equipamento de primeira linha. “O preço dessas ações são desconhecidos para mim, mas é óbvio que foram muito altos”, disse o agora embaixador ucraniano em Londres, em um artigo publicado no site Dzerkalo Tijnia.

    A pretensão de retirar esforços de Putin de outros pontos da frente de batalha também não funcionou, até porque o russo recebeu o reforço de mais de 10 mil soldados da aliada Coreia do Norte para lutar na operação.

    A guerra em si segue, com relatos de novos ataques com drones aquáticos ao porto de Novorrossisk, no sul russo, além de bombardeios contra a Ucrânia.

    O Kremlin comentou também nesta quinta a afirmação de Trump de que a Ucrânia poderia retomar todo o território perdido, cerca de 20% de sua área total incluindo a Crimeia anexada em 2014, algo que analistas creem ser impossível.

    Segundo o porta-voz Dmitri Peskov, a percepção é errada, mas ele manteve a porta aberta a Trump dizendo crer que o americano deseja a paz.

    Já o ex-presidente Dmitri Medvedev, hoje no Conselho de Segurança russo, foi fiel a seu estilo radical. “A Rússia pode usar armas para as quais um abrigo antibomba não vai servir. E os americanos deveriam lembrar disso”, escreveu em redes sociais.

    Zelenski diz que deixa o poder se a guerra com a Rússia acabar