Autor: REDAÇÃO

  • Palmeiras supera PSG e é visitante mais temido do mundo em 25

    Palmeiras supera PSG e é visitante mais temido do mundo em 25

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Com a vitória sobre o River Plate na Argentina, o Palmeiras superou o PSG e se tornou o visitante mais indigesto no mundo em 2025. O Palmeiras chegou a 18 vitórias jogando fora de casa na temporada, e ultrapassou o PSG, com 17. O Galatasaray-TUR, o Celje-ESL e o Flamengo completam o top 3 com 15 vitórias como visitante cada.

    A equipe comandada por Abel Ferreira supera times estrelados do futebol europeu no ranking como Barcelona e Real Madrid.

    O Palmeiras é disparado o melhor visitante do Brasileirão. São 10 jogos, 7 vitórias, 2 empate e apenas uma derrota — um aproveitamento de 75,67%.

    Na Libertadores, os números são ainda melhores: cinco jogos e cinco vitórias fora de casa.

    Os dados são da plataforma Opta, e leva em conta clubes das primeira divisões dos campeonato profissionais de todo mundo, excluindo amistoso e jogos disputados em campo neutro.

    VEJA O RANKING

    Palmeiras – 18
    2º PSG-FRA – 17
    3º Galatasaray-TUR – 15
    – Celje-ESL – 15
    – Flamengo – 15
    6º Benfica-POR – 14
    – Barcelona-ESP – 14
    – Lillestrom-NOR – 14
    9º Real Madrid-ESP – 13
    – Union Saint-Gilloise-BEL – 13

    O que os advogados do lado de Textor querem é encerrar a discussão no âmbito da Justiça comum. Os passos seguintes seriam um acordo ou um processo arbitral – uma câmara privada para resolução de disputas empresariais

    Folhapress | 13:45 – 18/09/2025

    Palmeiras supera PSG e é visitante mais temido do mundo em 25

  • Pabllo Vittar e Anitta criticam PEC da Blindagem: "Vamos ficar atentos"

    Pabllo Vittar e Anitta criticam PEC da Blindagem: "Vamos ficar atentos"

    A drag queen e a amiga funkeira pediram aos fãs para ficarem atentos com a proposta que mira ‘proteger’ políticos algos da Justiça; “Vamos ficar atentos para mais esse desserviço na nossa política”, disse Anitta

    Nesta quinta-feira (18), Pabllo Vittar decidiu usar novamente suas redes sociais para se posicionar sobre política. Desta vez, a drag queen, que não tem medo de críticas, afirmou ser contra a PEC da Blindagem, aprovada na Câmara dos Deputados e que irá ‘proteger’ parlamentares que cometerem crimes. 

    Pabllo compartilhou nos Stories uma publicação pedindo mobilização popular e deixou claro seu incômodo com a proposta.

    Também no Instagram, Anitta mostrou sua indignação com a proposta e disparou:  “Vamos ficar atentos para mais esse desserviço na nossa política”, escreveu.

    A Proposta de Emenda Constitucional foi aprovada em primeiro turno por 353 votos a favor e 134 contrários. Agora, o texto segue para análise do Senado. Se aprovado, trará mudanças significativas na forma como deputados e senadores podem ser processados e presos.

    Pelo projeto, prisões em flagrante de parlamentares ficariam restritas, e a abertura de ações penais dependeria de autorização do Congresso. Além disso, o Legislativo teria até 90 dias para avaliar pedidos de prisão ou de processos criminais contra seus próprios membros.

    Anitta reforçou o alerta com uma imagem em que se lia: “PEC da Bandidagem NÃO. Senadores, contamos com vocês”, escreveulembrando que a proposta seguirá depois para votação no Senado. A publicação da cantora rapidamente ganhou repercussão entre seus milhões de seguidores.

    Nos últimos anos, a artista tem usado sua visibilidade para comentar pautas políticas e cobrar atenção dos jovens em relação às decisões que impactam o país.

    Pabllo Vittar sempre se posicionou politicamente à esquerda, já que viveu em assentamento do MST antes da fama. A drag queen também já foi alvo de ataques, discurso de ódio e fake news de políticos de direita e extrema-direita.

    Pabllo Vittar e Anitta criticam PEC da Blindagem: "Vamos ficar atentos"

  • Controle aéreo obriga voo se afastar do Air Force One: "Prestam atenção!"

    Controle aéreo obriga voo se afastar do Air Force One: "Prestam atenção!"

    Donald e Melania Trump seguiam a bordo do avião presidencial a caminho do Reino Unido e o controle aéreo teve de avisar repetidamente outro voo para se afastar da rota do Air Force One

    Um controlador aéreo teve de avisar, na ultima terça-feira (16), mais do que uma vez para um outro avião se afastar da rota do Air Force One, o avião presidencial dos Estados Unidos. A bordo seguiam Donald e Melania Trump a caminho do Reino Unido para uma visita de Estado, que ainda está acontecendo.

    O incidente ocorreu quando o avião presidencial sobrevoava a cidade norte-americana de Nova York e a outra aeronave tinha decolado de Fort Lauderdale, na Flórida, com destino a Boston, no Massachusetts. 

    Segundo a Sky News, o controlador aéreo teria sido ríspido e teria dito ao piloto: “Prestem atenção! Deixem o iPad!”

    Em uma gravação do LiveATC (Controlo do Tráfego Aéreo), a que tiveram acesso, o controlador pode ser ouvido dizendo ao voo da Spirit Airlines para “virar 20 graus”: “Prestem atenção, Spirit 1300, virem 20 graus à direita. Spirit 1300, virem 20 graus agora mesmo. Spirit Wings, 1300, virem 20 graus à direita imediatamente. Prestem atenção”.

    O controlador continua pedindo que virem antes de destacar a importância do outro voo, acrescentando: “Tenho a certeza de que podem ver quem é”.

    Pouco depois acrescenta, já, aparentemente, sem paciência: “Tenho de falar com vocês mais vezes, Spirit 1300… Prestem atenção! Deixem o iPad!”

    A NBC News confirmou mais tarde que o avião da Spirit e o Air Force One mantiveram a separação necessária.

    O presidente dos Estados Unidos e a primeira-dama estão no Reino Unido para uma segunda visita de Estado – a anterior foi em 2019. 

    Pousaram no Aeroporto de Stansted, em Londres, na terça-feira à noite, onde foram recebidos pela recém-empossada ministra dos Negócios Estrangeiros britânica, Yvette Cooper.

    Depois seguiram para o centro de Londres de helicóptero e passaram a noite na residência do embaixador dos Estados Unidos, Winfield House, em Regent’s Park. Foram posteriormente recebidos pelo Rei e pela Rainha, no Castelo de Windsor, onde os compromissos incluíram um passeio de carruagem, um desfile militar, um sobrevoo dos Red Arrows, antes de prestar uma homenagem privada ao túmulo da rainha Elizabeth II.

    No banquete de Estado, Trump e Charles III sentaram-se a meio da mesa, acompanhados pelo secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e a princesa Kate Middleton. Do outro lado da mesa sentaram-se a rainha Camilla Parker Bowles, Melania Trump, o secretário de Tesouro dos EUA, Scott Bressent, e o príncipe William.

    Para esta quinta-feira (18), Donald Trump esteve em um econtro com o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, onde discutiram sobre comércio, tecnologia e questões geopolíticas, como os conflitos entra a Rússia e a Ucrânia e Israel e Palestina. O Reino Unido já informou que irá reconher o Estado da Palestina.

    Controle aéreo obriga voo se afastar do Air Force One: "Prestam atenção!"

  • Dino abre investigação contra Bolsonaro, filhos e outros 20 com base na CPI da Covid

    Dino abre investigação contra Bolsonaro, filhos e outros 20 com base na CPI da Covid

    No despacho, Dino determina que a investigação tenha um prazo inicial de 60 dias. A PF informou ao Supremo ter interesse em realizar diligências complementares às realizadas pela CPI da Covid, como a “oitiva dos envolvidos e outras medidas que se mostrem necessárias”

    (CBS NEWS) – O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), decidiu abrir um inquérito contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), seus filhos Eduardo, Flávio e Carlos, além de outras 20 pessoas, por incitação ao descumprimento de medidas efetivas para o combate à pandemia da Covid-19.

    A investigação foi aberta a pedido da Polícia Federal e com base no relatório final da CPI da Covid, conduzida pelo Senado em 2021.

    No despacho, Dino determina que a investigação tenha um prazo inicial de 60 dias. A PF informou ao Supremo ter interesse em realizar diligências complementares às realizadas pela CPI da Covid, como a “oitiva dos envolvidos e outras medidas que se mostrem necessárias”.

    O inquérito aberto tem como foco a disseminação de desinformação sobre a pandemia e o incentivo ao desrespeito de medidas de combate à Covid-19. Dino destacou, porém, que a investigação realizada pelos senadores identificou ainda outros possíveis crimes.

    “A investigação parlamentar apontou indícios de crimes contra a administração pública, notadamente em contratos, fraudes em licitações, superfaturamentos, desvio de recursos públicos, assinatura de contratos com empresas de ‘fachada’ para prestação de serviços genéricos ou fictícios, dentre outros ilícitos mencionados no relatório da CPI”, acrescentou.

    Dino abre investigação contra Bolsonaro, filhos e outros 20 com base na CPI da Covid

  • SAF Botafogo rejeita proposta da Eagle e tenta esvaziar briga na Justiça

    SAF Botafogo rejeita proposta da Eagle e tenta esvaziar briga na Justiça

    (UOL/FOLHAPRESS) – A SAF Botafogo rejeitou a proposta feita pela Eagle na Justiça que, na prática, reduziria autonomia de John Textor e colocaria o diretor Christopher Mallon nas decisões mais importantes da empresa.

    A resposta negativa ao chamado negócio jurídico processual proposto pela Eagle na segunda-feira foi dada nesta quarta-feira (17) pelos advogados do Botafogo.

    Na argumentação, eles dizem que “embora não se recuse a celebrar qualquer acordo com a Eagle, o formato do ajuste e as condições sugeridas não se justificam no estágio atual”.

    O que os advogados do lado de Textor querem é encerrar a discussão no âmbito da Justiça comum. Os passos seguintes seriam um acordo ou um processo arbitral – uma câmara privada para resolução de disputas empresariais.

    É por isso que os advogados da SAF Botafogo apontam nos autos do processo que a discussão de momento já terminou.

    Eles defendem que o pedido de liminar – tecnicamente, uma cautelar de urgência feita pela Eagle – já perdeu a razão de existir.

    E apontam dois motivos para isso: a alegação de que os atos da assembleia geral que Textor fez em julho não têm mais efeitos jurídicos e que o norte-americano se comprometeu a não mandar ativos para as Ilhas Cayman, como pretendia inicialmente.

    Os advogados ainda pontuaram na manifestação desta quarta-feira (17) que “não há qualquer risco de diluição da participação acionária da Eagle e/ou dilapidação de ativos”.

    Havia um temor nos investidores da SAF de que Textor emitisse mais ações e a participação e o poder deles fossem diluídos.

    A questão é que, nesse processo, a Eagle não se convenceu de que a postura de Textor será conforme alegam os advogados. Por isso que sugeriram no começo da semana a inclusão de Christopher Mallon, diretor independente da Eagle, nas decisões mais importantes do Botafogo.

    A REJEIÇÃO DA PROPOSTA, EM SI

    Sobre o “negócio jurídico processual” proposto pela Eagle, os advogados da SAF Botafogo se incomodaram com o fato de que a empresa queria que houvesse apenas uma adesão sem discussão dos itens e do formato.

    “Uma convenção processual, assim como todo e qualquer negócio jurídico, pressupõe a livre negociação entre as partes, com oportunidade para o adequado exercício da autonomia da vontade”, apontou a SAF Botafogo.

    O lado de Textor criticou que a proposta foi um ajuste unilateral feito pela Eagle, como se fosse um contrato de adesão.

    “Essa transação seria mais benéfica à Eagle do que o próprio provimento integral do pleito de tutela provisória formulado na inicial”, acrescentaram os advogados do lado do Botafogo.

    De todo modo, a tese do lado da SAF é que não há mais urgência. E que isso tudo deve ser discutido sem que haja uma decisão judicial de mérito (ainda que em caráter liminar). A ideia é levar para a arbitragem.

    Com Andreas Pereira como surpresa no time titular, o Palmeiras venceu o River Plate na Argentina e manteve a invencibilidade de Abel Ferreira no país, somando quatro vitórias e dois empates em seis jogos

    Folhapress | 11:15 – 18/09/2025

    SAF Botafogo rejeita proposta da Eagle e tenta esvaziar briga na Justiça

  • Astros como Ben Stiller apoiam Jimmy Kimmel após cancelamento de programa

    Astros como Ben Stiller apoiam Jimmy Kimmel após cancelamento de programa

    O ator Ben Stiller postou no X: “Isso não está certo”, em referência à interrupção do programa. A atriz Alison Brie postou em seu Instagram: “Isso é irreal, e muito assustador.”

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Nesta quarta (17), a rede de TV americana ABC afirmou que o programa de entrevistas “Jimmy Kimmel Live!” será retirado do ar por tempo indeterminado. O cancelamento do talk show gerou manifestações de celebridades americanas, que se pronunciaram nas redes sociais.

    O ator Ben Stiller postou no X: “Isso não está certo”, em referência à interrupção do programa. A atriz Alison Brie postou em seu Instagram: “Isso é irreal, e muito assustador.”

    O cantor John Legend também usou a rede social para se manifestar. Ele postou uma declaração do jornalista David Frum: “Vocês ousam nos chamar de fascistas só porque nossos mandatários ameaçam retaliar canais de TV se seus comediantes não falam aquilo que eles querem escutar?”

    A atriz Wanda Sykes era uma das convidadas do programa quando ele foi cancelado. No Instagram, ela afirmou: “Trump não acabou com a guerra na Ucrânia nem resolveu a questão em Gaza na sua primeira semana como presidente, mas ele acabou com a liberdade de expressão no seu primeiro ano como presidente. Para quem reza, está na hora de rezar.”

    Jean Smart, atualmente no ar com a série “Hacks”, também se manifestou. “Estou horrorizada com o cancelamento do Jimmy Kimmel Live, o que Jimmy disse foi liberdade de expressão, e não discurso de ódio”, ela afirmou. “As pessoas parecem querer proteger a liberdade de expressão apenas quando convém à sua agenda.”

    O humorista Mike Birbiglia escreveu em seu perfil no Instagram: “Passei muito tempo no âmbito público e privado defendendo comediantes com quem não concordo. Se você é comediante, e não critica a insanidade que é tirar o Kimmel do ar, nem se incomode mais em falar sobre liberdade de expressão.”

    A comediante Kathy Griffin apontou questões econômicas ao apoiar Kimmel em seu perfil no Threads: “Por favor, me escutem, é muito importante apoiar o Jimmy Kimmel agora. Use sua voz. Seja um consumidor com ideologia. Dinheiro é tudo o que importa a eles.

    O ator Marc Maron postou um vídeo no Instagram em favor do apresentador. “Isso é censura governamental, isso é o governo Trump perseguindo pessoas que falam contra ele, isso é o fim”, afirmou ele. “É hora de agir. Se organizem, falem, sejam pacíficos, sejam urgentes.”

    Após o sindicato dos roteiristas, o SAG, que representa os atores americanos, publicou a seguinte nota. “Nossa sociedade depende da liberdade de expressão. A supressão da liberdade de expressão e retaliação por falar sobre questões significativas de interesse público vão contra os direitos fundamentais nos quais todos confiamos.”

    O cancelamento do programa de Jimmy Kimmel, um dos talk shows com maior audiência e história dos Estados Unidos, vem sob pressão do governo Trump após declarações do apresentador a respeito do assassinato do ativista de direita Charlie Kirk, morto no dia 10 de setembro.

    Kimmel afirmou no monólogo que abriu o episódio desta segunda (15): “A gangue do MAGA [Make America Great Again] está tentando desesperadamente enquadrar esse jovem que matou Charlie Kirk como alguém diferente deles, e estão fazendo de tudo para conseguir uns pontos políticos disso.”

     

    Astros como Ben Stiller apoiam Jimmy Kimmel após cancelamento de programa

  • Galípolo: autonomia do BC é uma proteção não para diretores, e sim para o País

    Galípolo: autonomia do BC é uma proteção não para diretores, e sim para o País

    Galípolo disse que a autonomia do BC não é blindagem para diretores, mas um mecanismo para garantir decisões técnicas voltadas ao interesse nacional, sem influência de cálculos políticos ou pressões partidárias

    O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, enfatizou nesta quinta-feira, 18, que a autonomia da autarquia não tem como objetivo isolá-la, nem funcionar como uma proteção para seus diretores. Disse que o objetivo dela, na verdade, é proteger o País, permitindo que a autarquia tome as melhores decisões para o Brasil, independentemente da política.

    A autonomia é um processo de proteção não para os diretores, e sim para o País, para que os diretores possam se sentir à vontade e protegidos, para tomar as decisões que são melhores para o País, independente do cálculo político de como é que aquilo vai soar ou vai aparecer”, disse ele, durante o Seminário Nacional sobre Crédito Consignado, realizado em Brasília.

    Galípolo afirmou, na sequência, que o BC tem trabalhado em parceria com diversas instâncias do Poder e da sociedade.

    Nas questões relacionadas à segurança pública, exemplificou, a autarquia tem atuado em conjunto com a Polícia Federal, a Receita Federal e o setor privado.

    Galípolo: autonomia do BC é uma proteção não para diretores, e sim para o País

  • Bia Haddad é eliminada em Seul e terá pior ranking desde 2022

    Bia Haddad é eliminada em Seul e terá pior ranking desde 2022

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Precisando defender o título conquistado no ano passado, a brasileira Beatriz Haddad Maia foi eliminada nesta quinta-feira (18) ainda na fase oitavas de final do WTA 500 de Seul, na Coreia do Sul, e deve sofrer uma queda expressiva no ranking.

    Em uma temporada sem grandes apresentações, a paulistana de 29 anos, atual 25ª do mundo, perdeu de virada para a alemã Ella Seidel, 105ª do mundo, com parciais de 6/7 (4), 7/6 (3) e 7/5, em 3h28 de jogo.

    No último set, Bia Haddad chegou a abrir 5 a 2 de vantagem e teve um match-point, mas não conseguiu fechar a partida. Na sequência, pediu atendimento médico, teve uma queda brusca de rendimento e acabou levando a virada.

    No tênis, os pontos conquistados contam para o ranking das jogadoras até o torneio do ano seguinte. Como a atual campeã em Seul, a brasileira tinha 500 pontos para defender.

    No entanto, por ter vencido apenas uma partida, contra a tenista da casa Daeyong Back –quando já enfrentou dificuldades contra a 306ª do ranking–, Bia Haddad somou apenas 60 pontos.

    Com isso, na próxima atualização do ranking, ela deve perder algumas posições e cair para 40ª do mundo. Será sua pior classificação desde junho de 2022.
    Em 2025, Bia Haddad acumula 26 derrotas e apenas 16 vitórias.

    Antes do torneio na capital coreana, ela também já havia sido eliminada precocemente do SP Open. Cabeça de chave número um, caiu ainda nas quartas de final para a mexicana Renata Zarazua, então 84ª do mundo.

    Sua melhor campanha na temporada foi no WTA 500 de Estrasburgo, na França, onde avançou até as semifinais.

    Mesmo suspenso por 12 jogos pelo STJD, Bruno Henrique volta a campo nesta quinta (18), contra o Estudiantes, pela Libertadores. O atacante, decisivo no torneio, soma 20 gols pelo Flamengo e teve a pena suspensa enquanto aguarda julgamento em instâncias superiores

    Folhapress | 10:00 – 18/09/2025

    Bia Haddad é eliminada em Seul e terá pior ranking desde 2022

  • Civis são escudos do Hamas que pagam "preço da guerra"

    Civis são escudos do Hamas que pagam "preço da guerra"

    Porta-voz das Forças de Defesa disse que o Hamas usa população como “escudos humanos”, enquanto tropas avançam e já controlam 40% da cidade; familiares de reféns temem pelas vidas em cativeiro

    As Forças de Defesa de Israel (FDI) afirmaram que civis palestinos que permanecerem na cidade de Gaza “não serão alvo” direto, mas estarão em áreas de combate e sujeitos a riscos por serem usados como “escudos humanos” pelo Hamas.

    Em entrevista à agência Lusa, em Tel Aviv, o porta-voz das FDI, major Rafael Rozenszajn, disse que o grupo islamista mantém seu principal reduto em Gaza justamente por ser a área mais populosa do enclave. Segundo ele, o Hamas utiliza casas, escolas e até hospitais para lançar foguetes, armazenar armas e montar centros de comando.

    Israel conduz uma ampla ofensiva militar para ocupar a cidade, eliminar militantes do Hamas e tentar resgatar 48 reféns, dos quais se presume que 20 ainda estejam vivos. Rozenszajn reforçou que os alvos das FDI são “exclusivamente militares”, mas admitiu que a população civil acaba pagando o preço da guerra.

    Até a noite de quarta-feira, as tropas israelenses afirmavam controlar cerca de 40% da cidade, em meio à retirada de aproximadamente 400 mil habitantes. Outros 500 mil ainda permanecem na zona de conflito, de acordo com estimativas oficiais.

    Para tentar reduzir os danos à população, o porta-voz destacou que o Exército fez mais de 150 mil ligações em árabe e lançou nove milhões de panfletos pedindo evacuação. Mesmo assim, autoridades locais de Gaza, controladas pelo Hamas, afirmam que cerca de cem pessoas morreram apenas na fase terrestre da operação.

    Rozenszajn disse que Israel usa “inteligência precisa e armamento cirúrgico” e que dezenas de ataques aéreos foram cancelados ao identificar civis próximos dos alvos. Segundo ele, prédios altos também foram destruídos por servirem como pontos de observação e ataque do Hamas.

    A ofensiva tem gerado críticas internas e externas. Familiares de reféns protestam em Jerusalém temendo que a ação coloque suas vidas em risco. Netanyahu também enfrenta pressão internacional, diante de acusações de genocídio e crimes contra a humanidade na Faixa de Gaza.

    Apesar da repercussão, Rozenszajn defendeu que as operações são necessárias para a sobrevivência de Israel. Ele afirmou que os militares estão preparados para uma guerra “assimétrica e complexa”, que coloca um Estado democrático contra um grupo terrorista que, segundo ele, “não respeita normas internacionais”.

    Desde o ataque do Hamas, em 7 de outubro de 2023, que deixou cerca de 1.200 mortos em Israel e 251 reféns, mais de 64 mil palestinos morreram em Gaza, em sua maioria civis, segundo autoridades locais – números não confirmados por Israel.

    Civis são escudos do Hamas que pagam "preço da guerra"

  • Paulinho da Força deve ser relator da anistia; plano é substituir indulto por redução de penas

    Paulinho da Força deve ser relator da anistia; plano é substituir indulto por redução de penas

    Magistrados da Corte já avisaram que não aceitarão a anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos e 3 meses de prisão, nem aos demais envolvidos na trama que atentou contra a democracia

    Adversário do governo Lula, o deputado Paulo Pereira da Silva (SP), presidente do Solidariedade, deve assumir a relatoria do projeto de anistia aos condenados pelos atos golpistas do 8 de Janeiro de 2023. Ao lado do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), Paulinho da Força, como é conhecido, tem sido um dos interlocutores de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

    Magistrados da Corte já avisaram que não aceitarão a anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos e 3 meses de prisão, nem aos demais envolvidos na trama que atentou contra a democracia. Se o Congresso der sinal verde para uma proposta de perdão nesses termos, o STF barrará o seu avanço, sob o argumento de que é inconstitucional.

    Agora, a ideia em discussão por Motta é substituir o projeto que prevê anistia ampla por um texto que reduza as penas dos condenados no 8 de Janeiro, uma proposta considerada mais palatável por ministros da Corte. A dúvida é se esse novo projeto beneficiaria Bolsonaro, como quer o PL. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), afirmou que nenhum projeto de anistia ampla, geral e irrestrita passará pela Casa de Salão Azul.

    Em minoria no Congresso, o governo sofreu mais uma derrota, na noite desta quarta-feira, 17, com a aprovação do requerimento que prevê urgência na votação do projeto de anistia. Passavam de 22h30 quando o placar da Câmara exibiu 311 votos favoráveis à urgência, 162 contra e 7 abstenções.

    O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), disse que, ao pautar aquele requerimento, Motta se rendeu aos deputados do motim. Era uma referência aos parlamentares que sentaram na cadeira do presidente da Câmara, no início de agosto, em protesto contra a prisão domiciliar de Bolsonaro, decretada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes.

    O PT e o governo, porém, têm apresentado posições divergentes sobre a redução de pena a quem participou da trama golpista. Em almoço com parlamentares e dirigentes do PT, nesta quarta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu ser favorável a um acordo com o Centrão para diminuir o tamanho de algumas penas de condenados do 8 de Janeiro, desde que a medida não atinja Bolsonaro.

    Nos bastidores, dirigentes, deputados e senadores do PT não esconderam o mal-estar com esse comentário de Lula. \”O problema é que redução de pena acaba sendo uma anistia disfarçada\”, resumiu a deputada Maria do Rosário (PT-RS).

    Em abril, o Placar da Anistia feito pelo Estadão mostrou que o deputado Paulo Pereira da Silva era contra a anistia. Ele também disse ser contrário à redução de pena aos envolvidos na tentativa de golpe. Paulinho da Força já foi aliado de Lula, mas rompeu com o governo e se aproximou cada vez mais do Centrão.

    Paulinho da Força deve ser relator da anistia; plano é substituir indulto por redução de penas