Autor: REDAÇÃO

  • Hugo Calderano é dominado pelo número 2 do mundo e fica com o vice no WTT de Macau

    Hugo Calderano é dominado pelo número 2 do mundo e fica com o vice no WTT de Macau

    Hugo Calderano disputou sua milésima partida internacional em simples neste domingo e não conseguiu superar o chinês Wang Chuqin, ficando com o vice-campeonato do WTT de Macau, na China. O brasileiro foi derrotado por 4 sets a 0, com parciais de 11/9, 11/7, 11/9 e 11/4, em 36 minutos de jogo.

    Apesar do revés, Calderano mantém a excelente sequência na temporada. O brasileiro começou a competição na quarta colocação do ranking mundial e, ao chegar à decisão, conseguiu subir para a terceira posição.

    Um dos melhores mesatenistas da atualidade, Wang Chuqin mostrou consistência e controle durante toda a partida. Aproveitou bem o saque, chegou confiante à terceira bola nos momentos decisivos e manteve ritmo intenso, dando poucas oportunidades a Calderano.

    O brasileiro tentou reagir, principalmente quando tinha o serviço, mas encontrou um adversário muito sólido, que explorou terceiras bolas e finalizações rápidas rente à rede. No terceiro set, por exemplo, conseguiu equilibrar a parcial e chegar a 10 a 9, mas Wang fechou o ponto decisivo com uma finalização precisa, mostrando confiança nos momentos-chave.

    Calderano ainda buscou variar a velocidade e a colocação da bola, mas não conseguiu quebrar a resistência do chinês, que manteve o controle total da partida.

    O resultado confirma a força de Wang Chuqin, número 2 do mundo, que amplia o domínio sobre Calderano, quarto colocado, em confrontos recentes. Os dois já se enfrentaram sete vezes, com o brasileiro vencendo apenas duas partidas.

    Desde abril, Calderano conquistou quatro títulos em seis torneios disputados – incluindo a Copa do Mundo, o WTT Star Contender Ljubljana, o WTT Contender Buenos Aires e o WTT Star Contender Foz do Iguaçu – e soma 30 vitórias em 32 jogos.

    Hugo Calderano é dominado pelo número 2 do mundo e fica com o vice no WTT de Macau

  • Mariah Carey solta o gogó, preenche o The Town de agudos e se mexe pouco

    Mariah Carey solta o gogó, preenche o The Town de agudos e se mexe pouco

    Vocalista mais potente de sua geração, Mariah sempre fez, e ainda faz, da voz algo assombroso, especialmente ao vivo. Ela troca notas e segura melismas com uma habilidade que quase nenhuma artista do pop hoje ousa imitar.

    GUILHERME LUIS
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Dedos pressionados na lateral da cabeça, microfone milimetricamente posicionado abaixo da boca e pronto -Mariah Carey solta os agudos estridentes que são seu superpoder. Foi assim, com o hit “Emotions”, que ela cumprimentou a multidão que esperou até 23h30 para vê-la no palco principal do The Town, em São Paulo, neste sábado.

    Vocalista mais potente de sua geração, Mariah sempre fez, e ainda faz, da voz algo assombroso, especialmente ao vivo. Ela troca notas e segura melismas com uma habilidade que quase nenhuma artista do pop hoje ousa imitar.

    Mariah cantou por uma hora e dez com o semblante neutro, sem parar de emitir as notas agudas que soam como apitos. Às vezes, aparentava estar entediada. Ela faz o show no automático, sem fugir do roteiro, e interage pouco com o público –diz só os “estão se divertido?” e “obrigada” de sempre.

    Além disso, a cantora americana leva alguns minutos para trocar de roupa, o que fez três vezes aos longo da apresentação, enquanto um ou mais bailarinos sensualizam no palco. Nesses momentos, várias pessoas sacaram os celulares do bolso e pararam de prestar atenção.

    O show começou com “Dangerous Type”, sua música nova, porta de entrada para o álbum “Here for It All”, que Mariah lança em duas semanas. No The Town, ela apresentou apenas metade da música e não fez menção ao remix que gravou com a brasileira Luísa Sonza. Foi direto para o que importava.

    O disco que ela vai lançar agora é seu primeiro projeto inédito em sete anos, e a cantora aproveitou o show para mandar um recado para o público. “Comprem na pré-venda”, disse, sem disfarçar que estava lendo em uma tela na base do palco.

    Surgiu com um macaquinho verde, azul e amarelo, de novo um figurino pensado especialmente para o Brasil, como fez no Rock in Rio do ano passado, quando usou um vestido que mostrava a bandeira do país.

    Depois de trocar de roupa e pôr um vestido curto prateado, Mariah fez uma sequência de arrepiar, “Hero” e “Without You”, dois sucessos dos anos 1990 que resumem bem o peso dela na música pop. Em tempos em que alcance vocal era fundamental para uma diva pop, Mariah virou estrela -e referência.

    Ela é musa de Ariana Grande, por exemplo, que também arrisca falsetes e agudos. Fã declarada de Mariah, a cantora entregou um prêmio para a musa no VMA, o Video Music Awards, que no domingo passado homenageou Mariah pela sua carreira. Ela disse que não entendia por que tinha demorado tanto para vencer um troféu daquele.

    Mariah influenciou também cantoras do Brasil, como Anitta e Sandy, com quem protagonizou um momento constrangedor em uma entrevista no programa Fantástico, da TV Globo, em 2002. Muito nervosa diante da diva, Sandy soltou frases que viraram meme na internet.

    Mais uma troca de roupa depois, de vestido longo e verde-escuro, Mariah apresentou “Don’t Forget About Us”, de 2005, quando já não vivia seu auge, mas ainda emplacava sucessos. Mais ou menos da mesma época é “Obsessed”, lançada em 2009, um dos seus maiores hits, que ferveu a plateia.

    Mariah confia tanto na sua voz que mal se move no palco, algo já característico das performances dela, mas agora mais forte que nunca. É diva, é pop, mas não parece ter saco para seguir a cartilha esperada desse tipo de performance –coreografias superelaboradas e bateção de cabelo, por exemplo. É uma atitude que sempre guiou sua carreira.

    Ela enfileira músicas amadas por quem gosta de pop –”Touch My Body”, “Always Be My Baby” e “Dreamlover”. Apesar das pausas, o show prende a atenção e acaba com gosto de quero mais. Ficou para o final a apoteótica “I Want to Know What Love Is”, que hipnotiza o público, e fez ecoar pelo campo a voz de Mariah Carey.

    Mariah Carey solta o gogó, preenche o The Town de agudos e se mexe pouco

  • Lewandowski esquece a Bola de Ouro: “Se não fosse por CR7 e Messi…”

    Lewandowski esquece a Bola de Ouro: “Se não fosse por CR7 e Messi…”

    Robert Lewandowski concedeu uma extensa entrevista à edição deste domingo do jornal britânico The Times na qual confessou que, aos 37 anos de idade, e após tantas temporadas ao mais alto nível, no futebol europeu, já não alimenta a esperança de vir a conquistar a Bola de Ouro, o troféu entregue, anualmente, pela revista France Football ao melhor jogador do mundo.

    “Conquistei tudo na minha vida, com exceção da Bola de Ouro. Eu acredito que poderia tê-la conquistado, mas não posso mudar isso. Não sinto, de qualquer maneira, que seria um futebolista ou um homem diferente se conquistasse este troféu”, começou por afirmar o jogador do Barcelona.

    “Há várias coisas em torno do futebol, até política, por vezes… Eu entendo como é que isso funciona. Não vou dizer ‘Não, já não quero conquistá-la’. Não sou esse tipo de pessoa, mas já não estou sonhando com isso. Não é como se não conseguisse dormir pensando na Bola de Ouro”, acrescentou.

    O atacante assumiu, ainda, que dois dos principais ‘culpados’ por não ter erguido o prêmio são… Cristiano Ronaldo e Lionel Messi: “Eu vivi num período com Ronaldo e Messi, e podemos sempre dizer que, se eles não estivessem lá, nos últimos 15 anos, talvez eu tivesse conquistado mais, mas olho para isso de uma maneira diferente. O fato de ter compartilhado a minha vida futebolística com eles significa que alcancei mais”.

    O desafio de lidar com Lamine Yamal e companhia

    Na mesma entrevista, Robert Lewandowski confessou que chegar ao Barcelona, no verão de 2022, proveniente do Bayern Munique, em uma negociação na ordem dos 45 milhões de euros, onde o clube procurava ‘renascer’, após a partida de Lionel Messi para o Paris Saint-Germain, a ‘custo zero’, não foi fácil.

    “Tenho de dizer que foi um grande desafio. Eu vinha de uma geração diferente e tive de aprender como, não pensar como um adolescente, mas pensar em como é que poderia tentar retirar aquilo que de melhor eles têm. Estou no futebol há quatro décadas, por isso, quando me comparo com eles, nem sequer com a minha geração, mas com a geração antes da minha, quando comecei, constato que é completamente diferente”, assumiu.

    “Por exemplo, gritar costumava ser uma maneira de motivar toda a gente. Agora, se gritas demasiado, a reação deles não é a mesma. Não pensam ‘Agora, vou demonstrar-te que estás errado’. Não, agora, tens de explicar de outra maneira. Agora, tens de trabalhar mais a parte mental do futebol. Não tem a ver apenas com jogadores, são pessoas, é esta geração. Não quis lutar contra isso. Tive de aprender”, prosseguiu.

    Terminando, Robert Lewandowski abordou a súbita ‘ascensão’ do companheiro de equipe, Lamine Yamal: “O enorme desafio para ele não será no próximo ano ou no ano seguinte, mas sim daqui a três anos ou até mais tarde, para encontrar as facetas mentais para continuar a ter fome”.

    “Ele não tem culpa da maneira como o mundo olha para ele, mas pode ser difícil manter esta sensação de como ele joga no jardim, com as expectativas e a atenção das redes sociais. Tens tantos jogos, é tão intenso… Ninguém desta idade consegue manter, durante dez ou 15 anos, a sensação que o Lamine tem”, rematou.

    Lewandowski esquece a Bola de Ouro: “Se não fosse por CR7 e Messi…”

  • Novos mísseis russos são capazes de chegar a Londres 5 minutos, diz Otan

    Novos mísseis russos são capazes de chegar a Londres 5 minutos, diz Otan

    Mark Rutte fez o alerta na sexta-feira (12), durante o anúncio de um plano de urgência da Otan para reforçar regiões de fronteira da Europa contra a Rússia, após drones russos invadirem o espaço aéreo da Polônia no começo da semana.

    O secretário-geral da Otan, Mark Rutte, afirmou que os novos mísseis que a Rússia se prepara para lançar têm capacidade para alcançar cidades na ponta oeste da Europa, caso de Londres, apenas alguns minutos após deixar o espaço aéreo russo em direção ao Ocidente.

    Rutte fez o alerta na sexta-feira (12), durante o anúncio de um plano de urgência da Otan para reforçar regiões de fronteira da Europa contra a Rússia, após drones russos invadirem o espaço aéreo da Polônia no começo da semana.
    O episódio fez a aliança militar enviar, de forma emergencial, mais tropas, tanques e caças a regiões de fronteira com a Rússia ao longo da semana.

    “Temos a impressão de que se vivemos em Madri ou Londres estamos mais seguros do que se estivéssemos em Tallin (na Estônia) ou Vilnius (na Lituânia). Mas isso não é verdade, porque os mísseis russos mais recentes, quando forem lançados, virão com cinco vezes a velocidade da luz e demorarão de 5 a 10 minutos a mais para atingir Madri ou Londres do que tardarão em chegar a Tallin ou Vilnius”, disse o secretário geral.
     
    Rutte não especificou a quais tipos de mísseis se referia, mas a Rússia está se preparando para lançar os chamados Orenshiks — mísseis hipersônicos que atingem até dez vezes a velocidade do som e podem transportar ogivas nucleares.

    E, segundo o presidente russo, Vladimir Putin, têm capacidade de alcançar todo o continente europeu, dependendo de qual ponto do território russo for lançado.

    No ano passado, após lançar um míssil Orenshik na Ucrânia de forma experimental na Ucrânia (veja vídeo acima), Putin disse que o artefato também pode conseguir driblar sistemas de defesa antimíssil.
     

    “Os sistemas de defesa aérea atualmente disponíveis no mundo e os sistemas de defesa antimísseis criados pelos americanos na Europa não interceptam esses mísseis”, disse o líder russo na ocasião.

    Novos mísseis russos são capazes de chegar a Londres 5 minutos, diz Otan

  • Sucessão patrimonial sem planejamento pode subtrair 20% da herança

    Sucessão patrimonial sem planejamento pode subtrair 20% da herança

    Entre os principais custos estão o Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), variando de 4% a 8% conforme o Estado, além de honorários advocatícios, custos judiciais e taxas cartoriais. Especialistas consultados destacam que um processo sucessório bem estruturado pode proporcionar eficiência tributária e ajudar na preservação do patrimônio para futuras gerações.

    A ausência de um planejamento de sucessão patrimonial pode resultar na perda de 10% a 20% do patrimônio a ser herdado, segundo especialistas ouvidos pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. As opiniões variam dentro desse intervalo: Carlos Eduardo Fernandes, líder de Planejamento Patrimonial da Blue3 Investimentos, afirma que os gastos ficam entre 10% e 20%; Jonas Carneiro, responsável pelo planejamento sucessório na Petrópolis Invest-XP, também observa que essas perdas estão entre 15% e 20%; e Dennys Rosini, diretor de Produtos da Prudential do Brasil, acredita que esses custos ficam entre 12% e 15%.

    Entre os principais custos estão o Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), variando de 4% a 8% conforme o Estado, além de honorários advocatícios, custos judiciais e taxas cartoriais. Especialistas consultados destacam que um processo sucessório bem estruturado pode proporcionar eficiência tributária e ajudar na preservação do patrimônio para futuras gerações.

    Entre as ferramentas mais recomendadas para esse processo, estão o seguro de vida, sobre o qual não incide o Imposto de Renda (IR), e a previdência privada do tipo VGBL, cuja alíquota de IR pode chegar a 10%. Ambos produtos têm outra vantagem: não passam pelo processo de inventário e podem ser acessados de forma mais rápida pelos herdeiros. Essa condição em si já garante uma boa eficiência tributária, segundo Jonas Carneiro, responsável pelo planejamento sucessório da Petrópolis Invest-XP.

    Rosini comenta que o seguro de vida é uma ferramenta essencial para garantir liquidez imediata aos beneficiários, permitindo que eles recebam uma indenização em dinheiro sem passar pelo \”processo lento e burocrático de um inventário e custos com impostos\”. Na sua visão, esse recurso garante a estabilidade financeira da família e permite que eles lidem com o luto sem a pressão de dívidas e problemas administrativos. \”Nesse sentido, o seguro de vida se torna parte de uma estratégia de proteção patrimonial mais ampla, pois, o planejamento sucessório é uma forma de pensar além da própria vida, assegurando um legado positivo para os familiares\”.

    A advogada do Candido Martins Cukier, Maria Paula Molinar, recomenda realizar parte da sucessão ainda em vida, permitindo que o proprietário dos bens possa arcar com parte dos impostos, aliviando os herdeiros desse fardo. Ela explica que, do total a ser transmitido para as futuras gerações, o titular dos recursos deve obrigatoriamente destinar 50% aos herdeiros necessários, que podem ser filhos, cônjuges ou pais, se ainda estiverem vivos. Os outros 50% têm destinação livre. No escritório, alguns clientes optam por destinar os 50% de destinação livre diretamente aos filhos, segundo Molinar. Ela explica que, com essa decisão, evita-se pagar o ITCMD duas vezes: primeiro, no falecimento do titular dos bens e direitos, e depois, quando o cônjuge também vier a falecer.

    Fernandes, da Blue3, acredita que o processo de transferência de riqueza traz várias oportunidades e desafios para as gestoras de patrimônio. Entre as oportunidades, destaca-se a chance de oferecer mais produtos e serviços, já que as novas gerações estão mais dispostas a ouvir os consultores, de acordo com o líder de Planejamento Patrimonial da Blue3 Investimentos. Ele diz que essas gerações tendem a ser mais abertas à inovação e a diversificar mais seus investimentos e soluções. Por outro lado, ele enxerga como um desafio o que chama de \”menor lealdade dos clientes\”, o que exige uma maior adaptação por parte dos consultores.

    O responsável pelo planejamento sucessório da Petrópolis Invest-XP, afirma que, famílias com patrimônios em torno de R$ 10 milhões já consideram essencial um planejamento sucessório estruturado. A EQI Investimentos destaca que clientes com esse perfil patrimonial frequentemente possuem um total de cerca de R$ 50 milhões, tornando o planejamento fundamental.

    Desafios das novas gerações

    O estudo \”Navigating the Future of Wealth 2024\” da Multipolitan prevê que as gerações Y e Z herdarão aproximadamente US$ 84 trilhões globalmente até 2045, marcando a maior transferência de riqueza intergeracional da história. Isso levanta a questão: estão essas gerações preparadas para gerir essas fortunas? Eduardo Fernandes alerta que a falta de preparo entre herdeiros é preocupante no Brasil, agravada pela tendência de casais terem filhos mais tarde, resultando em herdeiros jovens e sem a experiência necessária para administrar recursos familiares.

    Molinar observa que muitos herdeiros não têm interesse em gerir o patrimônio herdado após a perda dos patriarcas, mas não abrem mão dos recursos. Com frequência, a gestão de empresas e investimentos é terceirizada, enquanto os ativos permanecem no núcleo familiar.

    Já para Finelli, que possui 28 anos no mercado de sucessão patrimonial, afirma que percebe um contraste entre famílias do interior do Brasil, que geralmente mantêm seus negócios dentro do grupo familiar, e os herdeiros dos grandes centros, que preferem seguir caminhos próprios, sem abrir mão dos recursos herdados.

    Sucessão patrimonial sem planejamento pode subtrair 20% da herança

  • Rafa Brites diz ter sido discriminada em loja de luxo nos EUA

    Rafa Brites diz ter sido discriminada em loja de luxo nos EUA

    Rafa decidiu boicotar o estabelecimento. Segundo ela, a situação aconteceu em uma loja da The Row, marca das irmãs Ashley e Mary-Kate Olsen. “Estava de shortinho e camiseta e os bonitos não me deram atenção. Fui tirar uma foto para mandar para minha amiga e mostrar que tinha achado a bolsa, e eles disseram que não podia usar o celular lá.”

    ANA CORA LIMA
    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Rafa Brites, 38, usou as redes sociais nesta sexta-feira (12) para relatar uma experiência desagradável em Los Angeles, nos Estados Unidos. A apresentadora da Record afirmou ter sido ignorada por vendedores de uma loja de grife.

    Rafa decidiu boicotar o estabelecimento. Segundo ela, a situação aconteceu em uma loja da The Row, marca das irmãs Ashley e Mary-Kate Olsen. “Estava de shortinho e camiseta e os bonitos não me deram atenção. Fui tirar uma foto para mandar para minha amiga e mostrar que tinha achado a bolsa, e eles disseram que não podia usar o celular lá.”

    Rafa contou que, após o ocorrido, optou por não comprar na loja. “Olhei e falei: não vou deixar comissão aqui. Não vou deixar comissão para quem não me respeita. Não sei se era porque sou latina ou porque eu estava mal vestida. Infelizmente, sabemos que pessoas passam por isso diariamente no Brasil, principalmente por questões de preconceito racial e outros tipos de discriminação”, reforçou a mulher de Felipe Andreoli.

    “Como mulher padrão, sofro pouco com isso, mas ainda sofro se estou desarrumada ou se sou uma latina em outro país”, explicou.
    A apresentadora criticou a atitude de julgar alguém pela aparência. “Que coisa mais cafona julgar uma pessoa pela aparência. Se a pessoa está entrando na sua loja, comerciante ou empresário, com certeza ela tem algum interesse de estar ali, e todos merecem ser bem tratados igualmente”, disse Rafa, que ainda deixou um conselho aplicável a qualquer lugar do mundo: “Não dê comissão para quem não merece, vá até um lugar em que você é bem recebido e acolhido”.

    Rafa Brites diz ter sido discriminada em loja de luxo nos EUA

  • Bolsonaro deixa prisão domiciliar com forte escolta policial para fazer exames

    Bolsonaro deixa prisão domiciliar com forte escolta policial para fazer exames

    O político foi escoltado por motos e carros da Polícia Penal do Distrito Federal, com a presença de homens armados. O ex-presidente também teve o carro vistoriado ao deixar a casa em que cumpre as medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

    MARIANA BRASIL E PEDRO LADEIRA
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou a prisão domiciliar pela primeira vez desde sua condenação por cinco crimes no processo da trama golpista. Ele foi a um hospital em Brasília neste domingo (14) para fazer procedimentos médicos relacionados a dois tipos de lesão na pele.

    O político foi escoltado por motos e carros da Polícia Penal do Distrito Federal, com a presença de homens armados. O ex-presidente também teve o carro vistoriado ao deixar a casa em que cumpre as medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

    Cerca de 20 apoiadores de Bolsonaro esperavam por ele na entrada do hospital, na região sul de Brasília. O ex-presidente entrou na unidade médica por volta das 8h da manhã sem dar declarações e fez apenas acenos discretos ao público, que usava bandeiras do Brasil, de Israel e dos EUA.

    Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado, sob acusação de liderar uma trama para permanecer no poder. Ele só deve começar a cumprir a pena após o esgotamento de todos os recursos da defesa. Integrantes do STF estimam que isso pode ocorrer de outubro a dezembro, a depender do tempo de análise desses embargos.

    A saída de Bolsonaro para os procedimentos médicos foi solicitada por seus advogados. O relatório apresentado pela defesa sinaliza que o ex-presidente deve ser submetido a um procedimento de remoção de lesões na pele. Não há necessidade de internação.

    “O procedimento será realizado no Hospital DF Star no dia 14 de setembro, em regime ambulatorial e com previsão de alta no mesmo dia”, disse a defesa de Bolsonaro.

    O documento apresentado pelos médicos descreve a existência de um “nevo melanocítico”, uma pinta na pele normalmente benigna, e uma “neoplasia de comportamento incerto”, lesão sem natureza definida e que precisaria de remoção para análise.

    O procedimento a ser realizado consiste na remoção e na sutura dessas lesões, com estimativa de 30 minutos de duração. Depois de 10 a 15 dias, ele deve retornar ao hospital para a retirada dos pontos.
    A saída de Bolsonaro foi autorizada por Moraes, que determinou a escolta do ex-presidente e a necessidade de apresentar ao STF, em até 48 horas após a finalização do procedimento, o atestado de comparecimento, com a data e os horários dos atendimentos.

    Da mesma forma, o ministro afirmou que, conforme decidido em 30 de agosto, os carros usados por Bolsonaro deverão passar por vistoria antes de saírem da casa do réu.

    Bolsonaro cumpre prisão domiciliar em caráter preventivo, sem relação com o cumprimento de pena pela condenação pela trama golpista. O ministro Alexandre de Moraes entendeu que ele desrespeitou medidas cautelares impostas pelo tribunal, durante o curso do julgamento da ação penal pela tentativa de golpe.

    O estado de saúde do ex-presidente é o fator principal analisado por seus advogados para pedir ao STF que a pena em regime fechado aplicada pela Primeira Turma do tribunal seja cumprida em prisão domiciliar. A ideia é evitar uma prisão no Complexo da Papuda, em Brasília, ou em uma sala da Polícia Federal.

    Sua defesa pode solicitar que ele permaneça em domiciliar com os laudos médicos feitos até aqui ou solicitar um novo relatório.

    Em agosto, ele obteve autorização para ir ao hospital fazer exames a fim de analisar um agravamento do quadro de refluxo e soluços constantes, problemas com os quais convive desde que recebeu uma facada na eleição presidencial de 2018.

    Segundo boletim médico divulgado na ocasião, “os exames evidenciaram imagem residual de duas infecções pulmonares recentes possivelmente relacionadas a episódios de broncoaspiração. A endoscopia mostrou persistência da esofagite e da gastrite, agora menos intensa, porém com a necessidade de tratamento medicamentoso contínuo”.

    Um interlocutor próximo ao ex-presidente diz acreditar que o Supremo não colocará Bolsonaro para cumprir sentença fora de casa porque haveria risco de morte, e isso politicamente seria ruim para todos.

    Além disso, aliados relatam que seu quadro psicológico está abalado, ainda que não cheguem a classificar como depressão.

    O caminho para pavimentar o pedido vem sendo traçado nas últimas semanas. O movimento começou quando Bolsonaro decidiu não ir ao STF acompanhar seu julgamento –seus advogados alegaram que a ausência se deu por motivos de saúde. Como as sessões eram muito longas, ele não aguentaria permanecer o tempo todo no tribunal, devido às crises de soluço e vômitos, segundo aliados.

    Bolsonaro deixa prisão domiciliar com forte escolta policial para fazer exames

  • Sistema 150 vezes maior que Pix será usado para cobrar impostos

    Sistema 150 vezes maior que Pix será usado para cobrar impostos

    A plataforma terá capacidade para processar aproximadamente 70 bilhões de notas fiscais eletrônicas por ano, cada uma com muito mais informações do que as transações do PIX. “No PIX, só sabemos quem paga, quem recebe e o valor. Nas notas fiscais, há dados sobre produtos, emissores e créditos. Por isso, o volume é 150 vezes maior”, explicou Robinson Barreirinhas, secretário da Receita Federal.

    O governo federal trabalha na criação de uma plataforma tecnológica inédita para operacionalizar os novos tributos sobre consumo previstos na reforma tributária aprovada pelo Congresso Nacional. De acordo com a Receita Federal, o sistema será 150 vezes maior que o PIX, ferramenta de transferências instantâneas do Banco Central, e vai substituir tributos como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS.

    A plataforma terá capacidade para processar aproximadamente 70 bilhões de notas fiscais eletrônicas por ano, cada uma com muito mais informações do que as transações do PIX. “No PIX, só sabemos quem paga, quem recebe e o valor. Nas notas fiscais, há dados sobre produtos, emissores e créditos. Por isso, o volume é 150 vezes maior”, explicou Robinson Barreirinhas, secretário da Receita Federal.

    O desenvolvimento envolve técnicos da Receita, programadores do Serpro, representantes do mercado financeiro e engenheiros de grandes empresas de tecnologia. Um dos módulos centrais será o chamado split payment, que permitirá separar automaticamente, em tempo real, o valor dos tributos e direcioná-lo diretamente para União, estados e municípios. A expectativa é reduzir drasticamente a sonegação, já que os impostos não passarão mais pelo caixa das empresas.

    Outro recurso previsto é o cálculo dos créditos tributários pagos anteriormente na cadeia produtiva, permitindo ressarcimento rápido para evitar prejuízos no fluxo de caixa das companhias. A proposta é que isso ocorra em poucas horas, sem burocracia.

    Um projeto-piloto com cerca de 500 empresas já está em andamento. A previsão é que, em 2026, o sistema entre em operação com uma alíquota simbólica de 1%, apenas para testes. A cobrança efetiva começa em 2027, inicialmente para a CBS, o tributo federal, com foco nas transações entre empresas. Nesse mesmo ano, PIS e Cofins serão extintos. Entre 2029 e 2032, ocorrerá a transição gradual do ICMS e ISS para o IBS, o novo imposto estadual e municipal.

    O governo afirma que a plataforma também reduzirá erros no preenchimento de notas fiscais, já que contará com uma calculadora oficial e alertas para eventuais falhas antes da autuação. Além disso, será responsável pelo cálculo e aplicação do cashback previsto na reforma, que devolverá parte dos impostos para famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único.

    Especialistas estimam que o split payment pode aumentar a arrecadação em até R$ 500 bilhões por ano, valor próximo ao total atualmente perdido com a sonegação. Barreirinhas destaca que o novo modelo também impedirá práticas ilegais, como empresas de fachada usadas para fraudar o fisco.

    Com a automatização e a integração nacional, o governo espera simplificar o sistema tributário, reduzir litígios e trazer mais eficiência para a arrecadação, ao mesmo tempo em que garante devoluções rápidas e maior transparência para empresas e contribuintes.

    Sistema 150 vezes maior que Pix será usado para cobrar impostos

  • Lenda do boxe é encontrado morto em casa aos 46 anos

    Lenda do boxe é encontrado morto em casa aos 46 anos

    O mundo do esporte está, neste domingo, de luto pela morte de Ricky Hatton, lendário pugilista que foi encontrado morto em casa, aos 46 anos, de acordo com informações divulgadas pelo jornal britânico Manchester Evening News.

    As autoridades locais isolaram a residência do ex-atleta, em Gee Cross, na cidade de Hyde, e já confirmaram o óbito. No entanto, fizeram questão de esclarecer que não há qualquer indício para que a morte seja considerada “suspeita”.

    “Podemos confirmar que encontramos um corpo em uma residência, na Bowlacre Road, em Gee Cross, às 6h45 da manhã deste domingo, 14 de setembro. A morte não está sendo tratada como suspeita”, informou a polícia de Manchester em comunicado.

    A tragédia acontece poucos meses depois de Ricky Hatton ter surpreendido o público ao anunciar que voltaria aos ringues no dia 2 de dezembro, em uma luta-exibição contra Eisa Al Dah, que seria realizada em Dubai.

    Histórico de títulos e polêmicas

    Natural de Stockport, na Inglaterra, Ricky Hatton iniciou sua trajetória no boxe em 1997, aos 19 anos, e rapidamente se destacou, conquistando diversos títulos mundiais nas categorias meio-médio-ligeiro e meio-médio.

    Conhecido por apelidos como The Hitman, The Manchester Mexican, The Pride of Hyde e Fatton, encerrou oficialmente a carreira profissional em 2012, com um cartel de 48 lutas, sendo 45 vitórias (32 por nocaute) e apenas três derrotas.

    A cerimônia oficial de despedida, no entanto, só aconteceu em novembro de 2022, quando enfrentou Marco Antonio Barrera em um combate amistoso realizado em Manchester, sua cidade natal.

    Fora dos ringues, sua vida foi marcada por problemas com drogas e saúde mental. Em entrevistas recentes, chegou a admitir que sobreviveu a mais de uma tentativa de suicídio antes de conseguir se reconciliar com a família.

    Após se aposentar, Hatton conseguiu reconstruir sua vida e se tornou um respeitado promotor de lutas, aproveitando o conhecimento adquirido ao longo de décadas de experiência no mais alto nível do boxe.

     

    Lenda do boxe é encontrado morto em casa aos 46 anos

  • Cantor é internado em estado grave após sofrer infarto durante show

    Cantor é internado em estado grave após sofrer infarto durante show

    O cantor brasileiro Iran Costa, de 59 anos, está internado em estado grave no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, depois de ter sofrido um infarto após um concerto.

    O cantor brasileiro Iran Costa, de 59 anos, está internado em estado grave no Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

    A informação foi divulgada pelo Correio da Manhã, que revelou ainda que o artista sofreu um infarto após um show e está em tratamento na UTI.

    Nas redes sociais do cantor é possível ver que Iran se apresentou na Quinta de São Payo, em Sesimbra, na última sexta-feira, 12 de setembro.

    “Há coisas que a gente não explica… só sente! Que energia linda. Que público caloroso!! Obrigado, Quinta de São Payo, por viver momentos tão incríveis ao nosso lado!! Já queremos voltaaarrr!!”, escreveu o artista na legenda da publicação, onde compartilhou alguns momentos da apresentação.

    Já neste domingo, 14 de setembro, Iran Costa se apresentaria no Festival do Berbigão, em Figueira, Portimão.

     
     
     

     
     
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