Autor: REDAÇÃO

  • Pacotão pró-partidos atinge fiscalização da Justiça Eleitoral e pode não valer para 2026

    Pacotão pró-partidos atinge fiscalização da Justiça Eleitoral e pode não valer para 2026

    (CBS NEWS) – Um pacote com mudanças que beneficiam partidos políticos meses antes do início da campanha eleitoral foi aprovado pela Câmara dos De…
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    Pacotão pró-partidos atinge fiscalização da Justiça Eleitoral e pode não valer para 2026

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    Selena Gomez revela tatuagem discreta com símbolo religioso e surpreende fãs

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Selena Gomez, 33, chamou a atenção dos fãs neste domingo (31) ao revelar uma tatuagem que raramente aparece em pú…
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    Selena Gomez revela tatuagem discreta com símbolo religioso e surpreende fãs

  • ‘A mentalidade melhorou muito’, diz Fonseca sobre evolução após chegar às quartas de Roland Garros

    ‘A mentalidade melhorou muito’, diz Fonseca sobre evolução após chegar às quartas de Roland Garros

    (FOLHAPRESS) – A mentalidade. É essa a palavra que João Fonseca mais repete quando tenta explicar o que mudou nele desde o início da temporada. Na madrugada parisiense desta segunda-feira (1º), após derrotar o norueguês Casper Ruud e garantir vaga nas quartas de Roland Garros, o carioca de 19 anos foi direto na entrevista à imprensa: “A mentalidade melhorou muito. Focar nos pontos e não no final da partida. Acho que algumas coisas mudaram.”

    A evolução não é abstrata. Ele tem exemplos concretos. No jogo contra Djokovic, quando estava perdendo por 0 a 2 em sets e a derrota parecia certa, entrou no que descreve como “modo automático”. “Não pensava no final. Eu só ia ponto a ponto, pensava no que eu tinha que fazer com cada bola. Os aces que dei no final da partida contra o Djokovic foram muito de sem pensar –eu só ia lá, explodia na bola e as coisas aconteceram.”

    O jogo contra Ruud, segundo ele, foi diferente -mais seguro, menos dramático. “Entrei mais agressivo, fui para os golpes, tentei comandar os pontos logo cedo. Fico feliz de ter levado a melhor nos momentos importantes.” Fonseca reconheceu que a partida desta noite foi mais tranquila que o duelo com Djokovic –não só pelo placar, mas pela sensação interna. “Contra o Djokovic foi mais mental. As condições eram muito mais difíceis e eu comecei respeitando demais. Hoje entrei com mais confiança. O jogo era muito xadrez -eu sabia exatamente o que fazer, só era muito difícil de executar.”

    A força que impressionou os presentes -forehands que atravessam a quadra, backhand pesado, drop shots inesperados– tem origem simples, segundo ele. “Desde pequeno eu joguei assim, sempre fui para os golpes. Às vezes a bola vai para a cerca, às vezes perco pontos importantes por isso. Mas eu tento ser confiante e isso me impulsiona.”

    Sobre o terceiro set perdido, quando Ruud reagiu e empatou a partida, Fonseca foi honesto. “Ali deu uma caída no último game, mas consegui reverter muito bem no quarto. Estou feliz por causa disso.”

    Sobre as condições físicas -sua primeira segunda semana em um Grand Slam-, não escondeu o cansaço, mas transmitiu tranquilidade. “É diferente. Sair do vestiário e ser um dos últimos ainda no torneio é uma loucura. Mas estou bem, me recuperando bem nos dias de folga.” Reconheceu que a temporada foi longa -fora de casa desde Monte Carlo-, mas que a preparação física intensa no fim do ano passado está fazendo diferença. “A pré-temporada em dezembro foi muito pesada. Na Austrália eu estava sem ritmo nenhum, mas muita coisa mudou desde então.”

    Nas quartas, o adversário será o tcheco Jakub Mensik, 27º do mundo. Os dois já se enfrentaram no Next Gen ATP Finals de 2024. “Foi uma partida muito dura. O Mensik é um ótimo sacador, tem uma esquerda muito boa no saibro, é muito completo. Vai ser uma partida dura.” A estratégia, por ora, fica para depois. “Hoje é só desfrutar da vitória. Amanhã já foco no próximo jogo.”

    E sobre o momento que vive -nas quartas de um Grand Slam pela primeira vez, com Guga na arquibancada-, Fonseca resumiu com a simplicidade de quem ainda está processando tudo. “Ter o Guga ali, apoiando e torcendo, foi incrível. É só ir vivendo o momento.”

    Aos 19 anos, João Fonseca derrotou o norueguês Casper Ruud, duas vezes finalista de Roland Garros, e se tornou o primeiro brasileiro desde Gustavo Kuerten, em 2004, a alcançar as quartas de final do Grand Slam francês

    Folhapress | 03:00 – 01/06/2026

    ‘A mentalidade melhorou muito’, diz Fonseca sobre evolução após chegar às quartas de Roland Garros

  • Filha de Elon Musk estrela campanha de marca de Rihanna

    Filha de Elon Musk estrela campanha de marca de Rihanna

    Filha de Elon Musk, Vivian Jenna Wilson estrelou uma nova campanha da marca de lingerie de Rihanna e recebeu elogios nas redes sociais. A modelo trans tem ganhado destaque na indústria da moda desde sua estreia nas passarelas e mantém uma relação distante com o bilionário há anos

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A modelo trans Vivian Jenna Wilson, filha do bilionário Elon Musk, 54, estrela uma das campanhas da Savage X Fenty, marca de langerie de Rihanna. Na publicação, no Instagram, Vivian usa as novas produções do empreendimento da cantora.

    “Vivian é exatamente quem ela disse ser”, publicou a marca sobre a modelo, que recebeu elogios nos comentários: “Minha modelo preferida”; “Ícone”; “A mais linda”.

    Em 2025, Vivian fez sua estreia como modelo na New York Fashion Week, participando do desfile da coleção Primavera-Verão 2026 do designer nova-iorquino Alexis Bittar.

    A modelo vestiu um longo vestido vermelho e uma faixa com os dizeres “Miss South Carolina”, em referência ao estado americano. O desfile trouxe uma mensagem contra o discurso de ódio direcionado a pessoas transexuais.

    Vivian não fala com Musk desde 2020, ano em tornou pública sua identidade como mulher trans. Desde então, os dois protagonizaram embates públicos que envolveram seu processo de transição de gênero, além do apoio do bilionário a Donald Trump durante a campanha das eleições presidenciais dos Estados Unidos e outras posições políticas e sociais.

    Elon Musk, além de bilionário, é conhecido por ser dono de empresas como a rede social X, Tesla e SpaceX, e atuou no governo de Donald Trump até meados deste ano. Vivian e seu irmão gêmeo, Griffin, são filhos do casamento de Musk com sua primeira esposa, Justine Musk. O ex-casal ainda teve trigêmeos e outro filho que morreu logo após o nascimento. Além deles, o bilionário é pai de mais oito crianças, com três mulheres diferentes.

    Em 2022, quando completou 18 anos, ela mudou legalmente de nome e gênero e pediu à Justiça para retirar o sobrenome Musk, a fim de não manter nenhuma ligação com o empresário.

    Filha de Elon Musk estrela campanha de marca de Rihanna

  • Fábio falha, e Cruzeiro busca empate contra o Fluminense no Mineirão

    Fábio falha, e Cruzeiro busca empate contra o Fluminense no Mineirão

    (UOL/FOLHAPRESS) – Com falha de Fábio, Fluminense e Cruzeiro empataram por 1 a 1 neste domingo (31), em confronto pela 18ª rodada do Brasileirão. O duelo foi disputado no Mineirão.

    John Kennedy abriu o placar pelos cariocas, enquanto Matheus Pereira empatou, após desviou que complicou a vida do goleiro veterano. Com o empate, o Tricolor assumiu a terceira posição da tabela, com 31 pontos conquistados, enquanto o Cabuloso é o 11º, com 24.
    As equipes voltam a campo após a pausa para a Copa do Mundo de 2026, com previsão para apenas 22 de julho.

    PRIMEIRO TEMPO

    Serna finalizou, mas Otávio fez linda defesa. O atacante do Fluminense ficou com a posse cara a cara com o goleiro do Cruzeiro e finalizou, mas o paredão da equipe mineira espalmou o chute.

    Arroyo desperdiçou a chance de abrir o placar. O ponta recebeu belo passe em profundidade de Matheus Pereira, mas ficou apertado e acabou finalizando direto para fora contra Fábio.

    John Kennedy balançou as redes pelo Flu! O camisa 9 tirou Jonathan Jesus da marcação e finalizou para colocar o Tricolor na frente, aos 42 minutos.

    SEGUNDO TEMPO

    Na primeira grande oportunidade, Matheus Pereira igualou o placar! O camisa 10 do Cruzeiro, aos 30 minutos, bateu falta com desvio da barreira e complicou a vida de Fábio, que não conseguiu fazer a defesa.

    Sinisterra chegou perto da virada. Matheus Pereira fez cruzamento venenoso dentro da grande área e o atacante subiu de cabeça, mas acabou finalizando para fora.

    Cano quase deu a vitória no finalzinho. O atacante recebeu dentro da pequena área e finalizou sem força, mas Otávio estava na bola e espalmou para escanteio.

    CRUZEIRO
    Otávio; Fagner (Bruno Rodrigues), Fabrício Bruno, Jonathan Jesus e Kaiki; Gerson, Lucas Romero (Matheus Henrique) e Matheus Pereira; Arroyo (Kenji), Christian (Chico da Costa) e Villarreal (Sinisterra). T.: Artur Jorge

    FLUMINENSE
    Fábio; Guga, Jemmes, Julian Millan e Arana (Renê); Serna, Bernal (Hércules), Martinelli e Soteldo (Lucho Acosta); John Kennedy (Cano) e Savarino (Samuel Xavier). T.: Zubeldia

    Local: Mineirão – Belo Horizonte, Minas Gerais
    Árbitro: Lucas Casagrande (PR)
    Assistentes: Eduardo Goncalves da Cruz (MS) e Rafael Trombeta (PR)
    VAR: Thiago Duarte Peixoto (SP)
    Cartões amarelos: Lucas Romero, Fabrício Bruno (Cruzeiro); Millan, Samuel Xavier (Fluminense)
    Gols: John Kennedy, aos 42’/1ºT, Matheus Pereira, aos 30’/2ºT

    Em amistoso no Maracanã antes do embarque para os Estados Unidos, a seleção brasileira goleou o Panamá por 6 a 2, com destaque para Vinicius Junior e Casemiro. Neymar, lesionado, foi homenageado pela torcida durante a partida

    Folhapress | 03:10 – 01/06/2026

    Fábio falha, e Cruzeiro busca empate contra o Fluminense no Mineirão

  • Uruguai bate recorde com sete jogadores do Brasileirão na Copa

    Uruguai bate recorde com sete jogadores do Brasileirão na Copa

    A convocação do Uruguai para a Copa do Mundo de 2026 entrou para a história por um motivo especial: nunca tantos jogadores que atuam no futebol brasileiro haviam sido chamados pela seleção celeste para disputar um Mundial.

    O técnico Marcelo Bielsa incluiu sete atletas de clubes brasileiros na lista final para a competição, estabelecendo um novo recorde na história das convocações uruguaias para Copas do Mundo.

    Os escolhidos foram Arrascaeta, De La Cruz e Varela, do Flamengo, Canobbio, do Fluminense, Emiliano Martínez e Piquerez, do Palmeiras, além de Rochet, do Internacional.

    O número supera a marca registrada na Copa do Mundo de 1986, no México, quando o técnico Omar Borrás convocou quatro jogadores que atuavam no Brasil: o goleiro Rodolfo Rodríguez, do Santos, o zagueiro Darío Pereyra, do São Paulo, o lateral Víctor Diogo, do Palmeiras, e o meia Rubén Paz, do Internacional.

    Além de representar um recorde para o Uruguai, a convocação também reforça o peso do futebol brasileiro na formação de seleções sul-americanas. Considerando todas as edições da Copa do Mundo, apenas Brasil e Uruguai já tiveram sete jogadores de clubes brasileiros em uma lista final para o torneio.

    Entre os convocados, Arrascaeta é quem possui o currículo mais expressivo com a camisa da seleção uruguaia. O meia do Flamengo soma 60 partidas e 13 gols pelo Uruguai e disputará sua terceira Copa do Mundo consecutiva, após participar das edições de 2018 e 2022.

    Outro veterano é Varela, também do Flamengo, que igualmente estará em seu terceiro Mundial seguido.

    De La Cruz e Rochet disputarão a segunda Copa da carreira, enquanto Canobbio volta a ser convocado após integrar o grupo que esteve no Catar em 2022.

    Já Emiliano Martínez e Piquerez viverão uma experiência inédita. Os dois jogadores do Palmeiras foram chamados para disputar sua primeira Copa do Mundo.

    A presença recorde de atletas que atuam no Brasil evidencia a força financeira e técnica do futebol brasileiro no cenário sul-americano, além da confiança de Bielsa em jogadores que atuam regularmente no país.

    Em amistoso no Maracanã antes do embarque para os Estados Unidos, a seleção brasileira goleou o Panamá por 6 a 2, com destaque para Vinicius Junior e Casemiro. Neymar, lesionado, foi homenageado pela torcida durante a partida

    Folhapress | 03:10 – 01/06/2026

    Uruguai bate recorde com sete jogadores do Brasileirão na Copa

  • Wanessa Camargo revela luta contra álcool e síndrome do pânico

    Wanessa Camargo revela luta contra álcool e síndrome do pânico

    Cantora afirmou que o consumo excessivo de bebidas começou a afetar sua rotina durante uma fase intensa da carreira. Em entrevista, ela também relembrou o período em que enfrentou bulimia e falou sobre autoestima e relacionamentos

    Wanessa Camargo revelou que enfrentou problemas com o álcool em um dos períodos mais delicados de sua vida. Em entrevista ao canal Corredor 5, no YouTube, a cantora contou que o consumo de bebidas começou a sair do controle na época do lançamento de seu quarto álbum e coincidiu com o surgimento da síndrome do pânico.

    “Minha questão foi mais com álcool. Sempre gostei de beber. Nesse momento era mais social, mas teve uma época em que começou a sair do controle. Teve uma época que eu ia a muitas festas, estava bebendo muito, acordava de ressaca e tinha que trabalhar”, relatou.

    Segundo a artista, a situação acabou afetando sua saúde emocional.

    “Comecei a ter problemas com o álcool e foi o início também da minha síndrome do pânico”, afirmou.

    Durante a conversa, Wanessa também relembrou a luta contra a bulimia, transtorno alimentar que enfrentou anos antes.

    “O bulímico come na sua frente, come até demais. Por isso demoraram a perceber que eu estava doente. Eu comia muito e depois vomitava tudo. Por um lado eu estava muito feliz e por outro estava me destruindo”, disse.

    A cantora também falou sobre autoestima e relacionamentos. Atualmente, ela namora o ator Bruno Bevan, seu primeiro relacionamento após o término com Dado Dolabella.

    “A baixa autoestima é destruidora. A gente entra em relação para se machucar e com quem maltrata a gente. Já tive dedo bom e dedo ruim para relacionamento. Estou no dedo bom agora porque eu sei que mereço o melhor”, afirmou.

    Wanessa ainda disse acreditar que a forma como passou a enxergar a si mesma influenciou diretamente sua vida amorosa.

    “Quando você acha que merece ser feliz, a vida te dá algo que você merece”, concluiu.

    Wanessa Camargo revela luta contra álcool e síndrome do pânico

  • EUA atacam alvos no sul do Irã e ampliam tensão durante cessar-fogo

    EUA atacam alvos no sul do Irã e ampliam tensão durante cessar-fogo

    Exército norte-americano afirma ter atingido radares e centros de controle de drones no sul do Irã após a derrubada de uma aeronave não tripulada. Teerã diz ter retaliado e ameaça endurecer a resposta em caso de novas ofensivas

    Os Estados Unidos anunciaram que realizaram ataques durante o fim de semana contra alvos no sul do Irã, mirando sistemas de radar e centros de controle de drones, apesar do cessar-fogo em vigor entre os dois países.

    Segundo o Comando Central das Forças Armadas dos EUA (Centcom), os ataques ocorreram entre sábado e domingo e tiveram como alvo a cidade de Goruk e a ilha de Qeshm, próxima ao Estreito de Ormuz.

    Em publicação na rede social X, o Centcom afirmou que as operações foram realizadas em resposta a ações consideradas agressivas por parte do Irã, incluindo a derrubada de um drone norte-americano MQ-1 que estaria operando em águas internacionais.

    “As aeronaves dos Estados Unidos responderam rapidamente, destruindo sistemas de defesa aérea iranianos, uma estação de controle em solo e dois drones de ataque de uso único que representavam uma ameaça às embarcações que transitavam pela região”, informou o comando militar.

    Ainda segundo o Centcom, nenhum militar norte-americano ficou ferido durante a operação. O órgão acrescentou que continuará protegendo os interesses e ativos dos Estados Unidos diante do que classificou como agressões injustificadas por parte do Irã durante o atual cessar-fogo.

    Em comunicado divulgado pela agência estatal iraniana IRNA, a Guarda Revolucionária afirmou que as forças norte-americanas atingiram uma torre de telecomunicações localizada em uma ilha de Sirik, na província de Hormozgan.

    A corporação informou ainda que respondeu ao ataque contra uma base utilizada pelos militares dos Estados Unidos para realizar a ofensiva. O comunicado não especifica a localização da instalação militar, mas afirma que os alvos foram destruídos.

    A Guarda Revolucionária também advertiu que, caso novos ataques ocorram, a resposta será mais severa e responsabilizou os Estados Unidos por uma eventual escalada do conflito.

    Também neste domingo, o Kuwait informou, por meio da rede social X, que seus sistemas de defesa aérea foram acionados durante a madrugada para interceptar drones e mísseis.

    O Estado-Maior das Forças Armadas do país declarou que os sistemas de defesa estavam respondendo a “ataques inimigos”, sem informar qual região do território foi afetada.

    As autoridades militares acrescentaram que os sons de explosões ouvidos pela população eram resultado das interceptações realizadas pelas forças de defesa e orientaram os moradores a seguirem as recomendações de segurança emitidas pelos órgãos competentes.

    EUA atacam alvos no sul do Irã e ampliam tensão durante cessar-fogo

  • Lívia Andrade relata pane em voo sobre o Atlântico e retorno de emergência a Miami

    Lívia Andrade relata pane em voo sobre o Atlântico e retorno de emergência a Miami

    Lívia Andrade passou por momentos de tensão durante um voo internacional que precisou retornar a Miami após a identificação de uma falha técnica sobre o Oceano Atlântico. A apresentadora relatou o incidente nas redes sociais e tranquilizou os seguidores após o pouso seguro

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Lívia Andrade, 42, relatou momentos de apreensão durante uma viagem internacional neste domingo (31). A apresentadora contou nas redes sociais que a aeronave em que viajava precisou interromper o trajeto e retornar a Miami, Estados Unidos, após a identificação de uma falha técnica quando já sobrevoava o Oceano Atlântico.

    A situação foi acompanhada pelos seguidores em tempo real por meio dos Stories do Instagram. Segundo ela, o alerta veio diretamente do comandante da aeronave. “Acabei de ser acordada pelo piloto avisando que estamos voltando para Miami. O avião está com problemas”, disse.

    Minutos depois, Lívia afirmou ter notado alterações no funcionamento do avião. “Apresentou problemas bem no meio do oceano. Estou achando que está fazendo um barulho estranho. Parece que diminuiu a velocidade também. Será que devo me preocupar?”, questionou.

    Durante o retorno, os passageiros foram informados de que equipes de emergência estariam posicionadas para acompanhar a aterrissagem. “Pediram para não entrar em pânico, pois os bombeiros vão acompanhar o avião, temos combustível”, relatou.

    Apesar do susto, o pouso ocorreu sem incidentes. Já em solo, a apresentadora tranquilizou os seguidores. “Pousamos e chegamos aqui em Miami. Todos bem, graças a Deus”, afirmou.

    Após o desembarque, os passageiros foram encaminhados para um hotel enquanto aguardam novas definições da companhia aérea. De acordo com Lívia, as malas permaneceram na aeronave porque a expectativa inicial era de que a viagem fosse retomada no mesmo avião.

    Ela também comentou informações que ouviu sobre a possível causa do problema, mas ressaltou que não houve confirmação oficial. “Pelo que eu sei, por boca pequena, foi no porão, onde a tripulação descansa. Parece que faltou oxigênio. Não sei se foi isso”, declarou.

    O episódio ganhou um significado ainda maior para a apresentadora por causa de um incidente ocorrido antes mesmo do embarque. Ela contou que o carro em que estava atropelou um veado a caminho do aeroporto. “Eu já logo pensei: ‘o que significa atropelar esse veado?’. Poderia ter causado um acidente grave. Graças a Deus, um livramento. Mas fiquei pensando: ‘será que não é para pegar o voo?’. Aí deu o problema e fiquei alarmada”, disse a apresentadora que depois tranquilizou os fãs “Já estou no Brasil”.

    Lívia Andrade relata pane em voo sobre o Atlântico e retorno de emergência a Miami

  • Concessões rodoviárias põem em xeque bandeira eleitoral de Tarcísio

    Concessões rodoviárias põem em xeque bandeira eleitoral de Tarcísio

    Levantamento mostra que governo Lula realizou mais leilões e concedeu mais quilômetros de rodovias à iniciativa privada do que a gestão de Tarcísio de Freitas no Ministério da Infraestrutura. Aliados do governador, porém, afirmam que a comparação deve considerar a complexidade e os investimentos previstos nos projetos

    (CBS NEWS) – Embora tenha sido eleito com o apelido de “Tarcisão do Asfalto” e feito das batidas de martelo na Bolsa uma de suas marcas, Tarcísio de Freitas (Republicanos) acumula resultados numéricos no setor de concessões de rodovias mais tímidos do que outros políticos, colocando em xeque a exposição de uma de suas principais bandeiras eleitorais.

    À frente da pasta da Infraestrutura do governo Jair Bolsonaro (PL), de 2019 a 2022, Tarcísio leiloou cinco concessões, com uma malha de cerca de 3.100 km de estradas. Quando deixou o cargo para disputar o governo paulista, seu sucessor, Marcelo Sampaio, leiloou um sexto projeto, elevando o total do período para cerca de 3.900 km de rodovias concedidas.

    No atual mandato do governo Lula (PT), o Ministério dos Transportes, comandado até abril deste ano por Renan Filho (MDB), realizou 23 leilões rodoviários, com 10 mil km de estradas. O governo federal ainda prevê novas rodadas de oferta de trechos ao mercado até dezembro deste ano. Se nenhum dos leilões for adiado, o total deve superar 14 mil km -mais que o triplo do registrado na gestão Tarcísio/Sampaio.

    Como governador em São Paulo, Tarcísio realizou mais leilões rodoviários do que as gestões de João Doria (sem partido) e Rodrigo Garcia (Republicanos), entre 2019 e 2022. Foram seis certames do atual governador, ante dois dos antecessores. A soma da malha repassada às concessionárias por Tarcísio, contudo, é menor do que a transferida à iniciativa privada pelo governo estadual anterior.

    O Palácio dos Bandeirantes afirma que comparar concessões apenas pela extensão da malha transferida ou pelos valores arrecadados não permite medir a eficiência dos projetos.

    “Isoladamente, esses indicadores não medem a eficiência de uma concessão nem refletem a complexidade das obras ou os benefícios logísticos e sociais gerados pelos projetos”, diz o governo Tarcísio, que argumenta ser necessário levar em conta indicadores de desempenho, qualidade do serviço e segurança viária.

    GOVERNO BOLSONARO

    Tarcísio foi ministro da Infraestrutura, pasta que reunia rodovias, ferrovias, aeroportos e portos. No governo Lula, essas atribuições foram divididas entre dois ministérios: Transportes (Renan Filho, até abril) e Portos e Aeroportos (Silvio Costa Filho, do Republicanos).

    O apelido “Tarcisão do Asfalto”, que marcou sua candidatura ao governo paulista, projetou Tarcísio como gestor associado a rodovias. Na prática, seu desempenho como ministro foi melhor nas concessões aeroportuárias. A equipe dele transferiu à iniciativa privada 50 terminais. A do governo Lula leiloou 13.

    O programa de privatizações de aeroportos teve início em 2012 e, após as concessões do período Bolsonaro, mais de 90% do tráfego de passageiros e 99% do de carga já estavam em terminais privatizados. O governo Lula herdou o setor majoritariamente já concedido – restando aeroportos regionais de menor porte, como os 13 do programa AmpliAR, leiloados em 2025.

    O Palácio dos Bandeirantes afirma que, em sua passagem pelo ministério, Tarcísio promoveu 84 leilões – considerando portos, aeroportos, ferrovias e rodovias -, enquanto o governo Lula realizou 66 licitações. “O resultado da gestão Tarcísio é cerca de 27% superior ao registrado pela atual gestão federal”, diz o governo.

    No setor de portos, a comparação é mais equilibrada. Segundo o Ministério de Portos e Aeroportos, foram 27 leilões portuários durante os quatro anos do governo Bolsonaro (2019-2022) e 29 nos primeiros dois anos e meio da gestão Lula (até fevereiro de 2026).

    GOVERNO DE SÃO PAULO

    Em três anos e cinco meses de mandato como governador de São Paulo, Tarcísio promoveu concessões que transferiram à iniciativa privada 1.614 km de rodovias, com previsão de R$ 39,6 bilhões em investimentos.

    Na gestão Doria/Garcia, a malha concedida somou 1.873 km, com R$ 27,9 bilhões em investimentos previstos à época -equivalentes hoje a cerca de R$ 36,5 bilhões corrigidos pela inflação.

    No caso paulista, porém, Tarcísio tinha um estoque menor e menos atrativo de rodovias a serem concedidas. O programa de privatizações rodoviário de São Paulo tem três décadas e as estradas com maior demanda e maior capacidade de geração de receita por meio de pedágios já estão concedidas.

    O governo paulista pondera que, mesmo com malha menor, o volume de investimentos contratados na atual gestão é superior ao da anterior, o que, segundo o Palácio dos Bandeirantes, reflete a maior complexidade dos projetos, que têm mais obras urbanas, trechos considerados menos rentáveis e modelagens mais complexas, como o Rodoanel Norte, que ficou parado por três anos, e a Nova Raposo, que inclui obras urbanas e passarelas.

    Uma das principais diferenças entre os modelos adotados pelas duas gestões, porém, está na origem dos recursos que financiarão parte das obras.

    Em 2 dos 6 lotes leiloados por Tarcísio, o modelo adotado foi o de PPP (Parceria Público-Privada) patrocinada – modalidade em que o Estado remunera a concessionária ao longo de toda a vigência do contrato, em vez de a empresa depender exclusivamente da arrecadação de pedágios.

    Na prática, parte relevante das obras previstas nas concessões da atual gestão será financiada por pagamentos do governo às empresas vencedoras ao longo das próximas décadas, enquanto as obras viabilizadas pela gestão Doria/Garcia foram estruturadas para sair do papel sem dinheiro do Tesouro.

    O governo defende a opção pelo modelo ao dizer que PPPs patrocinadas podem “garantir modicidade tarifária em empreendimentos que não seriam sustentáveis apenas sob lógica arrecadatória”.

    Sandro Cabral, professor titular de estratégia e gestão pública do Insper, diz que o modelo pode ser tecnicamente justificável em rodovias cujos ativos não geram receita suficiente para financiar as obras exigidas pelo governo. “Um fluxo baixo de veículos que vai pagar o pedágio pode justificar a opção”, afirma.

    Nas duas PPPs (o Lote Litoral Paulista, que inclui rodovias como a Mogi-Bertioga e a Padre Manoel da Nóbrega, e o Lote Paranapanema, que inclui trecho da Raposo Tavares), o governo se comprometeu a desembolsar R$ 452,96 milhões por ano às empresas vencedoras, durante um período de 30 anos.

    Concessões rodoviárias põem em xeque bandeira eleitoral de Tarcísio

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