Autor: REDAÇÃO

  • Renovar com Memphis não contraria corte de gastos do Corinthians, diz Paz

    Renovar com Memphis não contraria corte de gastos do Corinthians, diz Paz

    IGOR SIQUEIRA E RODRIGO MATTOS
    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O diretor de futebol do Corinthians, Marcelo Paz, disse que o movimento de renovação de contrato com Memphis Depay não contraria a política de corte de gastos do clube.

    “Se estiver dentro do orçamento, não é contrasenso. O que importa é o todo estar dentro do orçamento. O custo do Memphis está dentro do orçamento do Corinthians, então não seria um contrasenso. Contrasenso é estourar o orçamento”, disse o dirigente.

    Na CBF para uma reunião de clubes e federações com o presidente de La Liga, Javier Tebas, Marcelo Paz ainda explicou que há outras questões na fila antes de discutir, de fato, o novo contrato do holandês.

    “Atualmente, a prioridade é a resolução da pendência com o Talleres, evitando possíveis sanções. O presidente Osmar esteve na Argentina e se reuniu com o presidente Andrés Fassi, restabelecendo o diálogo. Acredito que a possibilidade de sanções se tornou menos provável, com a negociação de um acordo se mostrando mais favorável. Após a resolução dessa questão, passaremos a negociar a dívida com o Memphis. Concluídas essas negociações, poderemos tratar da possível renovação, que é de interesse tanto do Corinthians quanto do atleta”, comentou o dirigente.

    O corte de gastos está no tamanho suficiente? “O corte está sendo feito conforme foi determinado pelo orçamento do clube de 2025, no final de 2025 para o exercício de 2026. Já foi feito um corte substancial e essa mudança de postura do Corinthians no mercado, de não gastar com transfer, com aquisições de jogadores, é o maior exemplo disso. Um clube da grandeza do Corinthians naturalmente compra jogadores, como os demais clubes da Série A estão comprando. 8 milhões de euros, 10 milhões de euros, 6 milhões de euros. O remo que acabou de subir tem investimentos em compra muito maiores do que o Corinthians, por exemplo. Então isso já é um corte na carne bem substancial. E cabe a gente ter essa disciplina, esse rigor. Respeitando o orçamento do clube, mas acima de tudo também entregando resultados esportivos. A gente tem que ter um time competitivo para brigar, porque é o que o Corinthians historicamente sempre fez”.

    Qual o nível de competitividade financeira do Corinthians com os rivais nesta terça-feira (24)? “Em termos de investimento, a capacidade financeira é limitada. Estamos construindo um time com recursos mínimos. Recentemente, vi estatísticas que indicam que o Corinthians está entre os últimos em investimento na Série A na formação do elenco, considerando a aquisição de direitos econômicos”.

    Dá para competir sem comprar jogadores? “Não se trata de salários, que são uma questão diferente. Conseguimos manter uma folha salarial competitiva, mas sem grandes investimentos em aquisição de direitos, luvas e outras taxas de transferência. Essa foi a missão que me foi confiada pelo presidente Osmar. Portanto, estaremos distantes das primeiras posições em termos de investimento. No entanto, almejamos alcançar as primeiras posições em campo. Contamos com um time competitivo, um elenco qualificado e um excelente treinador, além de jogadores de seleção”.

    Metas para o ano. “Acreditamos que lutaremos por posições de destaque, como é tradição no Corinthians, atual campeão da Copa do Brasil. Neste ano, almejamos uma posição no Campeonato Brasileiro diferente dos anos anteriores. Os próprios jogadores assumiram esse compromisso. Contudo, sem grandes investimentos. O momento é de reestruturação financeira, de equilíbrio, de evitar novas dívidas para que as existentes sejam sanadas e diminuídas, permitindo que o clube, no futuro, tenha mais condições de investir na aquisição de direitos econômicos e de jogadores.”

    Renovar com Memphis não contraria corte de gastos do Corinthians, diz Paz

  • Natalie Portman explica por que pediu para participar da animação 'Arco', indicada ao Oscar

    Natalie Portman explica por que pediu para participar da animação 'Arco', indicada ao Oscar

    Mesmo que não lhe faltem convites, não foi o que ocorreu com “Arco”, que estreia na quinta-feira (26) nos cinemas brasileiros. Natalie ficou tão encantada com a história e com os traços do francês Ugo Bienvenu que pediu na hora para fazer parte do projeto.

    VITOR MORENO
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Aos 44 anos, Natalie Portman pode escolher com bastante critério os projetos aos quais deseja emprestar seu nome. Com uma carreira que começou aos 12 -e já com grande destaque em “O Profissional” (1994)-, ela se dividiu entre filmes que lhe deram prestígio (e um Oscar), como “Cisne Negro” (2010), e outros que lhe renderam estabilidade financeira, como os do Universo Cinematográfico da Marvel.

    Mesmo que não lhe faltem convites, não foi o que ocorreu com “Arco”, que estreia na quinta-feira (26) nos cinemas brasileiros. Natalie ficou tão encantada com a história e com os traços do francês Ugo Bienvenu que pediu na hora para fazer parte do projeto.

    “Conheci o Ugo por meio de um amigo mútuo que estava trabalhando com ele em algo mais comercial e mencionou que ele estava preparando seu primeiro filme”, diz a atriz à reportagem. “Perguntamos se podíamos assistir ao que tinham até então e vimos 40 minutos do esboço.”

    Foi o suficiente para ela ser arrebatada pelo universo criado por Bienvenu em parceria com o coroteirista Félix de Givry. “De cara, ficou óbvio o quão linda era a arte, o quão única era a visão deles e a urgência da história que tinham para contar”, afirma Natalie. “Pedi para fazer parte imediatamente.”

    Era o impulso que o filme precisava. Natalie entrou com a produtora MountainA, que mantém em sociedade com Sophie Mas, e fez o filme ganhar atenção desde a estreia mundial, que ocorreu no Festival de Cannes de 2025. Depois, venceu o Festival de Annecy, vitrine importante para animações, e entrou no circuito de Hollywood, com indicação ao Globo de Ouro e vitória no Annie Awards.

    No próximo dia 15, “Arco” chega como azarão ao Oscar, diante de campeões de bilheteria como “Zootopia 2” e de popularidade como “Guerreiras do K-pop”. Mas, caso ganhe, Natalie subirá ao palco ao lado de Bienvenu como produtora do filme.

    Mas, afinal, do que trata a animação? Na trama, o menino Arco, de 10 anos, vive com a família no ano de 2932. Ele morre de inveja da irmã, que pode viajar no tempo, assim como fazem seus pais, já que isso só é permitido a maiores de 12 anos.

    Uma noite, sem ninguém ver, Arco pega a roupa de voo da irmã, que é a responsável por fazê-la se transportar entre diversas eras, e sai tentando encontrar dinossauros, pelos quais é fascinado. Sem nenhum treinamento para aquilo, ele acaba indo parar no ano de 2075, onde fica preso.

    Lá, ele conhece a pequena e solitária Iris, de quem fica amigo. Juntos, os dois vivem diversas aventuras tentando escapar de um trio de irmãos conspiracionistas, da polícia e dos perigos que as mudanças climáticas provocaram na Terra (de chuvas torrenciais e incêndios massivos). Enquanto isso, tentam encontrar um jeito de fazer Arco voltar para casa.

    Bienvenu diz que a ideia do filme surgiu há cerca de sete anos. “Sentia que estávamos vivendo em um filme de ficção científica muito ruim”, explica à reportagem. “Pensei que talvez os escritores de ficção científica fossem responsáveis, de certa forma, pela maneira como vivemos agora, e que talvez fosse a nossa vez de imaginar coisas melhores para que elas pudessem acontecer.”

    Por isso, ele conta que quis fugir do padrão da ficção científica distópica, em que todos estão lidando com as consequências de alguma catástrofe. “O ser humano tem a tendência de imaginar sempre o pior, pois para dramatizar e contar histórias o ‘ruim’ costuma ser mais prático”, avalia.

    “Mas eu queria trazer luz para o mundo, não sombras ou escuridão”, continua. “Queria dar um abraço na humanidade e pavimentar o caminho para nossos filhos, contando com a imaginação, sentimentos e compartilhamento, em vez de apenas números.”

    Sobre a identidade visual do filme, que tem traços retrô e uma explosão de cores, ele conta que apenas seguiu o que já vinha fazendo em trabalhos anteriores. “Sou ilustrador há mais de 15 anos e desenho quadrinhos há cerca de 13 anos”, lembra. “Não busquei um estilo especial para este filme; esse é o meu estilo.”

    Bienvenu diz que, em seu processo criativo, história e imagem caminharam juntos. “Minha escrita é muito relacionada ao meu traço, comenta. Eu fazia o storyboard e escrevia ao mesmo tempo, de modo que as imagens influenciavam a escrita e a escrita influenciava os storyboards.s. No meu trabalho, tudo sempre caminha junto.”

    “ARCO”
    Quando Estreia 26/2 nos cinemas
    Classificação 10 anos
    Produção Ugo Bienvenu, Natalie Portman, Sophie Mas e Félix de Givry
    Direção Ugo Bienvenu

    Natalie Portman explica por que pediu para participar da animação 'Arco', indicada ao Oscar

  • CPI questiona Meta sobre lucros da bigtech com o crime na internet

    CPI questiona Meta sobre lucros da bigtech com o crime na internet

    O relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), ressaltou que os lucros com anúncios de golpes e fraudes praticados na internet geram bilhões de dólares em receitas, dinheiro que incentivaria a manutenção desses conteúdos nas plataformas.

    A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado do Senado questionou, nesta terça-feira (24), a empresa Meta – dona do Whatsapp, Facebook e Instagram – sobre os ganhos econômicos que a multinacional dos Estados Unidos (EUA) teria com a prática de crimes nas plataformas digitais.

    O relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), ressaltou que os lucros com anúncios de golpes e fraudes praticados na internet geram bilhões de dólares em receitas, dinheiro que incentivaria a manutenção desses conteúdos nas plataformas.

    “Ao que tudo indica, a Meta deliberadamente vem dificultando a atuação das autoridades, porque, ao criptografar conteúdo inadvertidamente, mesmo com relatos internos de que essa criptografia vai favorecer o crime, assim o fez”, afirmou o relator.

    A criptografia de ponta a ponta é o mecanismo que impede que terceiros tenham acesso ao conteúdo das conversas do Whatsapp ou do Messenger do Facebook e Instagram, que são os bate-papos privados dessas plataformas.

    Para Vieira, a empresa pode agir dessa forma porque reduz o risco de ter que arcar com indenizações, uma vez que a Justiça não tem acesso a conteúdos que prejudicaram vítimas, por exemplo, de exploração sexual.  

    O senador diz acreditar que a opção da Meta por permitir a divulgação de conteúdo criminoso é feita sem prejuízo da imagem da empresa, por ela ser uma gigante mundial sem concorrentes.

    “É um megamonopólio de comunicação, e, de fato, a gente vai ter que chegar a algum ponto de regulamentação aqui, via lei. A gente tem divergências pontuais com relação a ajustes, a conteúdos, mas o fato é que nós temos um problema gravíssimo nesse avanço digital na sociedade”, ponderou.

    A plataforma Meta enfrenta ação judicial nos Estados Unidos (EUA) por, supostamente, facilitar a exploração sexual de crianças e adolescentes e promover conteúdos ilegais para lucrar com isso. A gigante da tecnologia nega as acusações. 

    O uso de redes sociais para exploração sexual atinge outras plataformas, como a X. A União Europeia abriu investigação, em janeiro deste ano, sobre o uso da Inteligência Artificial (IA) Glok, da plataforma X, para criar imagens sexualizadas de pessoas reais, incluindo crianças e adolescentes.

    Audiência no Senado

    Na CPI do Crime Organizado no Senado brasileiro, o relator Alessandro Vieira decidiu pedir a oitiva do diretor-geral da Meta no Brasil, Conrado Leister, para ter mais informações sobre notícias da imprensa que revelariam que a bigtech teria ganhos bilionários com as fraudes e crimes praticados na internet.

    “Tais documentos indicam que a Meta obteve um faturamento de aproximadamente US$ 16 bilhões em 2024, proveniente da veiculação de anúncios de golpes e produtos proibidos. Este valor representaria cerca de 10% da receita anual total da companhia”, justificou o parlamentar sergipano.

    No lugar do diretor-geral da Meta, a empresa enviou para oitiva na CPI a diretora de políticas econômicas para América Latina da bigtech, a Yana Dumaresq Sobral Alves. Ela negou que a empresa tenha interesses econômicos nos anúncios de fraudes e golpes.

    “[Temos] interesse de manter nossas plataformas longe de atores maliciosos, de conteúdos fraudulentos; dizer que isso não está alinhado aos nossos interesses comerciais, tê-los e abrigá-los nas nossas plataformas. Por isso que nós adotamos medidas robustas, proativas e em tempo real para detectar e bloquear campanhas fraudulentas”, afirmou.

    A representante da Meta acrescentou que a empresa já teve resultados reconhecidos por autoridades de segurança pública e pelo Judiciário no combate às fraudes na internet, “com decisões julgando improcedentes os pedidos de condenação por suposta omissão”.

    Ainda segundo a diretora da Meta, as equipes da companhia desarticularam quase 12 milhões de contas no Facebook, Instagram e WhatsApp que estavam associadas a centros criminosos de golpes, além de ter removido 134 milhões de anúncios fraudulentos em todo o mundo em 2025.

    “A confiança em nossas plataformas é condição absoluta para o sucesso de nossos negócios. Nosso objetivo é proteger usuários e empresas contra práticas enganosas”, concluiu.

    Documentos internos vazados

    O senador Vieira questionou Yara sobre notícia da agência Reuters, de dezembro de 2025, que afirma que documentos internos da Meta orientam os gestores da empresa a evitarem regulação estatal que busca derrubar anúncios de golpes na internet. 

    “Trabalho com esse tema dentro da empresa há mais de dois anos e meio, nunca vi nenhum documento, e não me lembro de ter visto nenhum documento que trouxesse esse tipo de interesse ou de abordagem”, respondeu Yara, diretora da Meta de política econômica para América Latina.

    Exploração sexual de crianças e adolescentes

    O relator da CPI, Alessandro Vieira, quis saber ainda se a Meta tem capacidade de detectar e impedir a divulgação de imagens de abuso sexual de crianças e adolescentes nas redes sociais. O senador citou estudos que mostram o uso das plataformas para o aliciamento de crianças.  

    “Em 2020, um relatório da ONG  Human Trafficking Institute diz que o Facebook foi a plataforma mais utilizada por traficantes sexuais para aliciar e recrutar crianças: 65% dos casos de aliciamento e recrutamento de crianças se deram através da plataforma de vocês”, destacou o senador.

    A diretora da Meta Yara Alves não soube responder, com precisão, se a companhia pode identificar conteúdos de pornografia infantil, evitando a divulgação desse tipo de conteúdo.

    “Não sei explicar para o senhor se as nossas ferramentas de detecção proativa, a partir de metadados, etc., são suficientes para impedir a transferência de fotos, como o senhor falou especificamente, mas quero colocar aqui o time da Meta à disposição desta Comissão”, disse.

    Ao mesmo tempo, a chefe da Meta destacou que o combate a exploração sexual de crianças e adolescentes é uma prioridade da multinacional, que tomou meditas para controle, pelos pais, de contas de adolescentes.

    “O tema de crianças e adolescentes dentro da Meta é um tema de altíssima prioridade e conta com diversos times dedicados na área de produto, na área de compliance, na área de jurídico, política pública, operações”, afirmou.

    Perguntas sem respostas

    A diretora da gigante da tecnologia também não soube responder questões apresentadas pelos senadores em temas específicos, como de limites da criptografia ou sobre o uso de algorítmicos nas redes sociais para favorecer determinados conteúdos políticos.

    A falta de domínio sobre alguns assuntos levou o relator da CPI a solicitar que seja chamado, novamente, o diretor-geral da Meta no Brasil, Conrado Leister.

    “A empresa informou, ao pedir a substituição do diretor-geral por vossa excelência, que a senhora teria condições de atender perfeitamente [a CPI]. Novamente, em benefício desse princípio de boa-fé, que é tão bom nas relações, vamos entender que foi um erro de avaliação e vamos reiterar a convocação do diretor-geral”, disse o relator da Comissão.

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  • Ator é morto a tiros na frente dos filhos em Salvador

    Ator é morto a tiros na frente dos filhos em Salvador

    De acordo com as informações, Moisés estava com familiares quando dois homens chegaram em uma motocicleta e efetuaram disparos contra ele. Até esta terça-feira (24), ninguém havia sido preso.

    O ator Moisés Trindade foi morto a tiros na noite de segunda-feira (23), em Salvador, nas proximidades do bar de sua propriedade, localizado no bairro da Calçada. O crime ocorreu diante de dois de seus três filhos e também dos pais do artista.

    De acordo com as informações, Moisés estava com familiares quando dois homens chegaram em uma motocicleta e efetuaram disparos contra ele. Até esta terça-feira (24), ninguém havia sido preso.

    O ator integrava o coletivo Fatos de Favela, formado por moradores de comunidades de Salvador. Criado em 2019, o grupo reúne cerca de 33 mil inscritos e produz conteúdos que retratam o cotidiano das favelas. Embora os participantes utilizem simulacros de armas de fogo nas gravações, a proposta é transmitir uma mensagem de conscientização. “Trazendo a realidade das favelas, o crime não compensa”, diz o perfil.

    Além desse projeto, Moisés também participava do canal Pé no Chão, lançado no fim de 2025 ao lado de amigos do próprio bairro da Calçada.

    Nas redes sociais, os dois coletivos publicaram homenagens lamentando a morte do ator. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre velório e sepultamento.

    O caso está sob investigação da 3ª Delegacia de Homicídios, que trabalha para esclarecer a autoria e a motivação do assassinato.

    Ator é morto a tiros na frente dos filhos em Salvador

  • Campeão com a Seleção em 1994, ex-atacante é condenado à prisão

    Campeão com a Seleção em 1994, ex-atacante é condenado à prisão

    O ex-atacante Paulo Sérgio Rosa, conhecido no futebol como Viola, recebeu condenação de 3 anos e 10 meses de prisão em regime aberto por porte ilegal de arma de fogo. A ação judicial teve início em 2012, após denúncia apresentada por sua ex-esposa.

    Naquele ano, o ex-jogador se trancou em casa com o filho depois de perder a guarda da criança para a ex-mulher. A polícia foi acionada e, ao chegar ao imóvel, encontrou uma espingarda, um revólver e munições. Em razão do episódio, Viola permaneceu preso por cinco dias.

    O caso foi analisado pelo juiz Gustavo Nardi, do Tribunal de Justiça de São Paulo, que acolheu a solicitação do Ministério Público e determinou a condenação. Apesar da sentença, a pena privativa de liberdade foi convertida em prestação de serviços comunitários pelo mesmo período estabelecido, em entidade que será indicada pelo Juízo de Execuções.

    Além disso, o ex-atleta deverá arcar com multa equivalente ao valor do salário-mínimo vigente em 2012, ano em que o processo foi aberto. A defesa ainda pode recorrer da decisão.

    Hoje com 57 anos, Viola integrou a seleção brasileira campeã do mundo em 1994. Ao longo da carreira, acumulou passagens por clubes de destaque, como Corinthians, Palmeiras, Santos e Vasco, além de experiências no futebol da Turquia e da Espanha.

    Campeão com a Seleção em 1994, ex-atacante é condenado à prisão

  • Justiça proíbe Marçal de ir a 'bar, boate e casa de prostituição'

    Justiça proíbe Marçal de ir a 'bar, boate e casa de prostituição'

    As condições fazem parte do entendimento firmado após Marçal divulgar, dois dias antes do primeiro turno de 2024, um laudo médico falso atribuindo a Guilherme Boulos um surto psicótico grave decorrente do uso de cocaína.

    A Justiça Eleitoral de São Paulo impôs uma série de medidas restritivas a Pablo Marçal no âmbito de um acordo que suspendeu a ação penal eleitoral contra ele. Pelo período de dois anos, a partir de 13 de março, ele não poderá deixar a comarca onde declara residência sem autorização judicial, deverá comparecer em juízo a cada três meses para informar e justificar suas atividades e está proibido de frequentar bares, boates e casas de prostituição.

    As condições fazem parte do entendimento firmado após Marçal divulgar, dois dias antes do primeiro turno de 2024, um laudo médico falso atribuindo a Guilherme Boulos um surto psicótico grave decorrente do uso de cocaína. À época, ambos concorriam à Prefeitura de São Paulo, e Marçal afirmava que provaria que o então deputado federal — hoje ministro — era usuário abusivo de drogas. O episódio foi interpretado como tentativa de difamação sem tempo para contestação.

    O acordo foi homologado pela juíza Maria Elizabeth de Oliveira Bortoloto, da 386ª Zona Eleitoral de Barueri. “A proposta é adequada à gravidade dos fatos narrados e conta com a anuência de ambas as partes”, escreveu. O Ministério Público Eleitoral sugeriu a suspensão condicional do processo, aceita por Marçal e por Tassio Renam Souza Botelho, que ressaltaram que a concordância não significa confissão.

    Cada acusado deverá pagar R$ 5 mil à Comunidade Terapêutica Acolhedora Filhos da Luz. O descumprimento pode reativar a ação. Segundo Fernando Neisser, da FGV-SP, “Caso Marçal siga com o mesmo comportamento, certamente terá problemas mais sérios. Mas, se cumprido o acordo, não haverá repercussão sobre a elegibilidade de Marçal.” Ainda assim, ele já está inelegível por decisão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, que manteve condenação de oito anos e multa de R$ 420 mil por irregularidades na campanha de 2024.

    Justiça proíbe Marçal de ir a 'bar, boate e casa de prostituição'

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  • Lembra dela? Por onde anda a "filha de Carminha" de Avenida Brasil

    Lembra dela? Por onde anda a "filha de Carminha" de Avenida Brasil

    Nascida no Rio Grande do Sul, Ana Karolina Lannes começou cedo na televisão. Sua estreia aconteceu em Duas Caras, em 2007, quando tinha apenas 7 anos. Depois, integrou o elenco de Ciranda de Pedra e Tempos Modernos. O reconhecimento nacional veio em 2012, ao viver Ágata, filha de Carminha — personagem de Adriana Esteves — na trama exibida no horário nobre.

    O público que acompanhou Avenida Brasil, sucesso que retornará à TV aberta em março, deve se lembrar de Ágata, filha da vilã Carminha. A personagem foi interpretada por Karol Lannes, hoje com 25 anos e ainda atuante no audiovisual.

    Nascida no Rio Grande do Sul, Ana Karolina Lannes começou cedo na televisão. Sua estreia aconteceu em Duas Caras, em 2007, quando tinha apenas 7 anos. Depois, integrou o elenco de Ciranda de Pedra e Tempos Modernos. O reconhecimento nacional veio em 2012, ao viver Ágata, filha de Carminha — personagem de Adriana Esteves — na trama exibida no horário nobre.

    No cinema, estreou em 2013 com Minha Mãe É uma Peça – O Filme, atuando ao lado de Paulo Gustavo (1978-2021) como Marcelina na juventude.

    Após um período dedicado aos estudos em Artes Cênicas na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, retomou os trabalhos. Em 2022, protagonizou a série Não Foi Minha Culpa Brasil, do Star+, como Mary Lee. Em seguida, participou de O Beijo Adolescente. Em 2026, estará nos filmes Nico e Os 12 Signos de Valentina.

    Nas redes, soma mais de 420 mil seguidores no Instagram e 445 mil no TikTok. Recentemente, esteve no Sambódromo do Anhembi e relatou: “Foi minha primeira vez montando um look de carnaval e assistindo o desfile grudadinha na grade, me emocionei tanto, acho que ano que vem quero desfilar”. Também reflete sobre a profissão: “Atuar é muito mais que uma carreira, é um estilo de vida, é a maneira com a qual você enxerga o mundo, transforma suas dores em arte, se alimenta das conexões humanas”.

     
     
     

     
     
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  • Gretchen aparece sem prótese capilar e anuncia doação de lace

    Gretchen aparece sem prótese capilar e anuncia doação de lace

    Desde 2024, Gretchen enfrenta a alopecia, condição que pode causar queda parcial ou total dos cabelos. Para lidar com a sensibilidade no couro cabeludo, ela passou a usar uma prótese especialmente desenvolvida para pacientes em quimioterapia. O modelo conta com uma touca protetora que impede o contato direto dos fios com a pele, ajudando a evitar irritações.

    Gretchen, aos 66 anos, voltou a surgir publicamente sem a prótese capilar que costuma utilizar e anunciou que fará a doação solidária da lace usada durante o Carnaval. Em um vídeo publicado ontem, a artista apareceu sem o acessório e explicou que ele será destinado a um projeto social.

    Desde 2024, Gretchen enfrenta a alopecia, condição que pode causar queda parcial ou total dos cabelos. Para lidar com a sensibilidade no couro cabeludo, ela passou a usar uma prótese especialmente desenvolvida para pacientes em quimioterapia. O modelo conta com uma touca protetora que impede o contato direto dos fios com a pele, ajudando a evitar irritações.

    No vídeo, a cantora ressaltou a importância de tratar o tema com naturalidade. “Nem toda mulher tem coragem de se mostrar sem o mega hair, principalmente quem tem alopecia. Mas eu não me importo. Faço questão de que as pessoas vejam a realidade do meu cabelo e como cuido dele”, afirmou.

    Ela também recordou como o problema começou. “Primeiro, eu tive um corte químico. Eu usava guanidina (um creme alisante alternativo), aí fui num salão de beleza tingir. A pessoa não sabia e tingiu com um produto que não era compatível. Aí começou daí: perdi todo o cabelo. Depois, com a Covid e a minha reposição hormonal. Tudo juntou”, explicou.

    Segundo Gretchen, o quadro vem evoluindo positivamente. “Eu tinha falhas enormes na minha cabeça. E agora, já está tudo fechadinho. O meu cabelo está voltando”, disse.

    Gretchen aparece sem prótese capilar e anuncia doação de lace

  • Hytalo Santos e marido são condenados por exploração de menores

    Hytalo Santos e marido são condenados por exploração de menores

    Julgamento do habeas corpus no dia 11 de fevereiro não havia tido consenso. Quando o pedido começou a ser analisado, o desembargador relator João Benedito recomendou a soltura deles com aplicação de medidas cautelares, mas a análise final foi suspensa após o desembargador Ricardo Vital de Almeida pedir vista, ou seja, mais tempo para analisar o caso.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A Justiça da Paraíba negou o habeas corpus do influenciador Hytalo Santos e Israel Vicente, condenados no último final de semana por aliciamento de menores. Os dois estão presos desde agosto do ano passado.

    Julgamento do habeas corpus no dia 11 de fevereiro não havia tido consenso. Quando o pedido começou a ser analisado, o desembargador relator João Benedito recomendou a soltura deles com aplicação de medidas cautelares, mas a análise final foi suspensa após o desembargador Ricardo Vital de Almeida pedir vista, ou seja, mais tempo para analisar o caso.

    Desembargador manteve sua posição nesta terça-feira (24) para soltar o casal, mesmo após a condenação. Benedito argumentou que os dois ainda podem recorrer da sentença e, por isso, deveriam apelar em liberdade -com restrições- até o trânsito em julgado, quando não há mais possibilidade de recurso.

    Almeida, por outro lado, divergiu. De acordo com ele, os argumentos apresentados para determinar as prisões preventivas permanecem atuais, de forma a evitar destruição de provas, fuga e intimidação das vítimas. Ele acrescentou que as cautelares não seriam suficientes para manter a ordem pública.

    Desembargador Carlos Beltrão deu o voto de desempate. O magistrado afirmou ter uma linha de pensamento semelhante ao de Almeida e foi contra a soltura. “Nós estamos a rejulgar o que já foi julgado [em apelações anteriores].”

    O UOL entrou em contato com a defesa dos dois para comentar a recusa do habeas corpus. Não houve retorno até o momento, mas o espaço segue aberto para manifestação.

    CONDENAÇÃO OCORREU NO SÁBADO

    Hytalo foi sentenciado a 11 anos e 4 meses de prisão, enquanto Israel a 8 anos e 10 meses de prisão, de acordo com informações do Tribunal de Justiça. O caso segue sob sigilo.

    Defesa alega que houve homofobia e racismo no julgamento de condenação. “A decisão representa a vitória do preconceito contra um jovem nordestino, negro e homossexual, além de expressar estigmatização contra o universo cultural do brega funk”, escreveu o advogado deles, Sean Kompier Abib, em nota de posicionamento.
    Abib afirmou que recorrerá da decisão e argumenta ainda que a Justiça não considerou as provas apresentadas por ele durante o processo. Segundo o advogado, foram apresentados argumentos consistentes, baseados em evidências e nos próprios depoimentos de supostas vítimas e testemunhas, que afastam a acusação. No entanto, ele não especificou quais seriam eles.

    RELEMBRE O CASO

    Acusações ganharam repercussão nacional após a divulgação de um vídeo de 50 minutos do youtuber Felca. Na gravação, ele apontou a atuação de Hytalo e outros influenciadores na adultização de adolescentes em conteúdos para as redes sociais.

    Mandados de busca e apreensão foram cumpridos inicialmente na residência do casal em João Pessoa, em agosto de 2025. Como Hytalo não foi encontrado no local e, após a apreensão de equipamentos, o juiz pediu prisão preventiva por risco de obstrução da investigação.

    Hytalo e Euro, como Israel é conhecido, foram presos no dia 15 agosto, numa casa alugada em Carapicuíba (SP). Na operação, oito pessoas estavam na casa, mas nenhum menor de idade foi encontrado. Foram apreendidos oito celulares e um carro.

    Na ocasião, a defesa classificou a prisão como uma “medida extrema” e informou que tomaria as medidas judiciais cabíveis para garantir os direitos de seu cliente. Em audiência de custódia, o influenciador declarou à Justiça não entender o motivo da prisão, afirmando estar confuso com as acusações.

    ACUSAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO

    Para o Ministério Público da Paraíba, Hytalo e Israel aliciaram crianças de famílias com condições sociais desfavoráveis em Cajazeiras (PB). Eles abrigaram as crianças e adolescentes na casa deles em João Pessoa, comprando o consentimento dos pais das vítimas, pessoas vulneráveis e de baixa instrução.

    Casal teria cometido “múltiplas formas de exploração sexual” contra crianças e adolescentes. O MP destaca ainda que as “crias”, como eram chamados os jovens “adotados” por Hytalo, eram exibidas “seminuas, com trajes sumários e provocativos”. Para o órgão, as vítimas faziam alusão explícita a práticas sexuais e depreciativas à figura da mulher.

    As crianças e adolescentes frequentavam “ambientes moralmente tóxicos” e eram submetidas a procedimentos estéticos. Ainda segundo a denúncia, as crianças e adolescentes “eram ostentadas como troféus e oferecidas como prêmio” em redutos do crime organizado, em troca de favores e parcerias comerciais.

    Testemunhas também relataram que as “crias” eram submetidas a cárcere privado e regime de trabalho análogo à escravidão. Entre as pessoas ouvidas estão ex-assessores e ex-seguranças que afirmaram que as vítimas eram isoladas do convívio familiar, tinham celulares e meios de comunicação confiscados, eram submetidas a um rígido controle de rotina e a uma agenda exaustiva de gravações sem remuneração.

    Elas também eram submetidas a procedimentos estéticos e coagidas psicologicamente, segundo o MP. O órgão ressaltou que os adolescentes também não tinham gerência sobre suas identidades de gênero e orientações sexuais.

    O Ministério Público do Trabalho da Paraíba pede um pagamento de indenização por dano moral coletivo de R$ 12 milhões. O MP também pede a reparação de indenizações individuais de R$ 2 milhões a R$ 5 milhões às vítimas, além da concessão de medidas adequadas de proteção e assistência às vítimas, como acompanhamento médico, psicológico e social. Para as vítimas menores de idade, a indenização deve ser depositada em uma poupança que só poderá ser acessada após o beneficiário completar 18 anos, exceto em caso de “necessidades inadiáveis”.

    O MP também responsabilizou, na denúncia, os pais e responsáveis das crianças e adolescentes. O órgão considerou que os genitores entregaram os filhos a terceiros em troca de vantagens materiais, permitiram que se mudassem para uma casa a centenas de quilômetros da família, deixando de supervisionar a educação, a saúde e vida escolar.

    O caso tramita em segredo de Justiça. Segundo o Ministério Público, isso resguarda informações sensíveis “para que não haja indevida publicação das repugnantes situações de violência a crianças e adolescentes descritas nos autos, evitando-se a revitimização.”

    COMO DENUNCIAR VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

    Denúncias sobre violência contra crianças e adolescentes podem ser feitas pelo Disque 100 (inclusive de forma anônima), na delegacia de polícia mais próxima e no Conselho Tutelar de cada município.

    Se for um caso de violência que a pessoa estiver presenciando, pode ligar no 190, da Polícia Militar, para uma viatura ir ao local. Também é possível se dirigir ao Fórum da Cidade e procurar a Promotoria da Infância e Juventude.

    Quem não denuncia situações de perigo, abandono e violência contra crianças e adolescentes pode responder pelo crime de omissão de socorro, previsto no Código Penal. A lei Henry Borel também prevê punições para quem se omite.

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  • Prestianni vai se defender na UEFA revelando insulto que Vini Jr o chamou

    Prestianni vai se defender na UEFA revelando insulto que Vini Jr o chamou

    O jornal britânico The Times divulgou, nesta terça-feira, novos detalhes sobre a estratégia de defesa que Gianluca Prestianni pretende apresentar à UEFA, no caso em que Vinícius Júnior o acusa de tê-lo chamado de “mono” (“macaco”, em português), durante o jogo de ida do playoff da Liga dos Campeões entre Benfica e Real Madrid.

    O internacional argentino, segundo a publicação, pretende “contra-atacar”, alegando que o brasileiro o chamou de “anão” ou “pigmeu”, em referência à sua altura, de 1,66 metro. No entanto, o Artigo 14 do Regulamento Disciplinar da entidade que rege o futebol europeu prevê sanções para quem insultar “a dignidade humana de uma pessoa ou grupo de pessoas, seja com base em cor da pele, raça, religião, origem étnica, gênero ou orientação sexual”.

    O jornal acrescenta que o jogador de 20 anos vai destacar que não dirigiu qualquer insulto de caráter racista ao adversário, mas sim um de cunho homofóbico. Ainda assim, em ambos os casos, o código disciplinar prevê punições severas, que podem chegar a até dez partidas de suspensão, caso ele seja considerado culpado.

    Essa informação, no entanto, foi negada por seu empresário, Gastón Fernández, em declarações ao portal saudita WinWin. “Tudo o que foi publicado sobre o que Gianluca Prestianni teria dito no âmbito da investigação da UEFA é falso. Ninguém falou conosco oficialmente sobre as sanções previstas em relação a este incidente”, afirmou.

    “Depois do comunicado divulgado pelo Benfica, não pretendemos nos alongar sobre este tema. Já deixamos claro que o que aconteceu não foi aquilo que tentaram apresentar ou retratar em relação ao Gianluca. A partir de agora, a única coisa que nos interessa é dar tranquilidade e garantias ao jogador”, acrescentou.

    Questionado sobre a possibilidade de Gianluca Prestianni exigir um pedido público de desculpas e uma compensação financeira elevada de Vinícius Júnior, caso a UEFA lhe dê razão, Gastón Fernández respondeu: “Quando tudo estiver resolvido, vamos analisar cuidadosamente para tomar a melhor decisão”.

    Gianluca Prestianni suspenso, mas em Madri

    Esse desdobramento ocorre cerca de 24 horas após a UEFA anunciar a suspensão preventiva de Gianluca Prestianni, mesmo com a investigação sobre o ocorrido no duelo da última terça-feira ainda em andamento — e que pode levar até três semanas para ser concluída.

    “Na sequência da nomeação de um Inspetor de Ética e Disciplina da UEFA (EDI) para investigar alegações de comportamento discriminatório durante o jogo do playoff da temporada 2025/26 da Liga dos Campeões, entre Benfica e Real Madrid, em 17 de fevereiro de 2026, e após um pedido do EDI com relatório provisório, o Comitê de Controle, Ética e Disciplina e o Comitê de Recursos (CEDB) da UEFA decidiu hoje suspender preventivamente o Sr. Gianluca Prestianni para o próximo (1) jogo de competições de clubes da UEFA para o qual estaria elegível, devido a uma violação ‘prima facie’ do Artigo 14 do Regulamento Disciplinar da UEFA (DR), relacionado a comportamento discriminatório”, informa a nota oficial.

    “O comunicado não prejudica qualquer decisão que os órgãos disciplinares da UEFA possam vir a tomar após a conclusão da investigação e sua respectiva submissão às instâncias competentes. Mais informações serão divulgadas oportunamente”, acrescenta o texto.

    O Benfica já entrou com recurso contra a decisão, tanto que o jogador argentino viajou com a delegação para a Espanha, na esperança de ser liberado a tempo de ajudar a equipe a reverter o resultado no Santiago Bernabéu.

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