Autor: REDAÇÃO

  • Katherine Elizabeth, filha de Martin Short, é encontrada morta aos 42 anos

    Katherine Elizabeth, filha de Martin Short, é encontrada morta aos 42 anos

    De acordo com a publicação, a polícia indicou que a causa da morte foi um ferimento de bala autoinfligido, configurando suicídio. O Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD) e o corpo de bombeiros foram chamados nesta segunda-feira (23) para a casa de Katherine, em Hollywood Hills, pouco depois das 18h40, horário local, onde ela foi localizada sem vida.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Katherine Elizabeth Short, filha do ator Martin Short, 75, foi encontrada morta em sua residência, aos 42 anos, conforme informou o site TMZ.

    De acordo com a publicação, a polícia indicou que a causa da morte foi um ferimento de bala autoinfligido, configurando suicídio. O Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD) e o corpo de bombeiros foram chamados nesta segunda-feira (23) para a casa de Katherine, em Hollywood Hills, pouco depois das 18h40, horário local, onde ela foi localizada sem vida.

    Katherine era a filha mais velha de Martin, fruto de seu casamento com a atriz Nancy Dolman (1951-2010), união que durou de 1980 a 2010. Diferentemente dos pais, ela optou por uma vida longe dos holofotes e trabalhava como assistente social em Los Angeles (EUA).

    Ela colaborava com a organização Bring Change 2 Mind, voltada a combater o estigma em torno de questões de saúde mental. Katherine se formou em psicologia e estudos de gênero e sexualidade pela Universidade de Nova York (NYU) e, alguns anos depois, concluiu o mestrado em Serviço Social na Universidade do Sul da Califórnia (USC).

    Após completar o mestrado, ela atuou por mais de quatro anos no Hospital Neuropsiquiátrico Resnick da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), antes de ingressar no programa ambulatorial de diagnóstico duplo Camden Center. Além de seu trabalho em organizações beneficentes, Katherine atendia em consultório próprio como assistente social clínica licenciada e trabalhava parcialmente na clínica Amae Health, oferecendo apoio comunitário, grupos familiares, suporte entre pares e psicoterapia.

    Ao longo da vida, Katherine fez raras aparições públicas com Martin, sendo a última registrada em janeiro de 2020, na frente do renomado restaurante Craig’s, em West Hollywood. Martin Short tem outros dois filhos com Nancy Dolman: Oliver Patrick, 39, e Henry Hayter, 36. “Nenhum deles queria entrar para o mundo do entretenimento, e eu os incentivei”, disse ele em entrevista à People no final do ano passado.

    CENTRO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA
    Caso você esteja pensando em cometer suicídio, procure ajuda especializada como o CVV (Centro de Valorização da Vida) e os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) da sua cidade. O CVV funciona 24 horas por dia (inclusive aos feriados) pelo telefone 188, e também atende por e-mail, chat e pessoalmente. São mais de 120 postos de atendimento em todo o Brasil.

    Katherine Elizabeth, filha de Martin Short, é encontrada morta aos 42 anos

  • Itamaraty alerta para falsas propostas de emprego no Sudeste Asiático

    Itamaraty alerta para falsas propostas de emprego no Sudeste Asiático

    O documento foi preparado em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e com a Defensoria Pública da União (DPU) e faz uma série de recomendações.

    O Sudeste Asiático, que reúne países como Tailândia, Camboja, Vietnã e Mianmar, tem se consolidado como o principal foco de tráfico de cidadãos brasileiros para exploração laboral, representando uma crescente preocupação para as embaixadas do Brasil na região. O alerta é do Palácio Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores (MRE), que formulou uma cartilha destinada a orientar na identificação dos riscos e até mesmo na busca por repatriação quando o cidadão já tiver emigrado e se encontrar em situação de emergência. O documento foi preparado em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e com a Defensoria Pública da União (DPU) e faz uma série de recomendações.

    Segundo a publicação, os brasileiros aliciados são, em sua maioria, jovens com conhecimentos em informática. Eles costumam ser recrutados por meio de redes sociais com falsas promessas de emprego em call centers ou supostas empresas de tecnologia. Oferta de salários competitivos, supostas comissões por ativos
    vendidos e passagens aéreas e hospedagem incluídas costumam ser uma isca para atrair as vítimas brasileiras. Países como Camboja e Mianmar, este último imerso em uma grave guerra civil, são os destinos mais perigosos para esse tipo de golpe.

    Ao chegarem nesses países, os brasileiros vítimas do tráfico internacional de pessoas são submetidos a funções com longas jornadas de trabalho, privação parcial de liberdade, abusos físicos e obrigação de trabalhar em atividades ilícitas, como golpes golpes e outras fraudes virtuais e esquemas com jogos de azar, criptomoedas e outros crimes.

     

    “Mesmo após eventual liberação, as vítimas podem enfrentar dificuldades para retornar ao Brasil, sobretudo nos casos em que estejam com o visto vencido, situação em que se faz necessária a obtenção de autorização de saída junto às autoridades migratórias locais, além do pagamento de multa pelo período de permanência irregular. Diante desse cenário, o Itamaraty recomenda não aceitar ofertas de trabalho no Sudeste Asiático que prometam ganhos elevados, contratação rápida ou intermediação informal”, disse a pasta, em nota.

    No ano passado, os brasileiros Luckas Viana dos Santos, de 31 anos, e Phelipe de Moura Ferreira, de 26, conseguiram escapar de uma quadrilha de tráfico humano em Mianmar. Eles aceitaram uma oferta de trabalho que oferecia salário atraente e mudança de vida. Ao chegarem à região de Myawaddy, no país asiático – que está em guerra civil -, ambos tiveram os passaportes confiscados e foram mantidos em cativeiro por um grupo que opera golpes online, com jornadas de mais de 15 horas diárias, torturas e espancamentos quando metas não eram cumpridas. Após fugirem pela fronteira com a Tailândia, eles receberam assistência consular em Bangkok e o Itamaraty atuou no processo de repatriação.

    Repatriação

    Na cartilha sobre tráfico humano internacional, Itamaraty, MJSP e DPU esclarecem que brasileiros que se encontram no exterior devem garantir, por recursos próprios, seu retorno ao Brasil. Assim, via de regra, não há obrigação do Estado brasileiro em pagar passagem de retorno do exterior para nenhum nacional, com exceção de algumas situações previstas no procedimento de repatriação. Isso ocorre quando for caracterizada a situação de desvalimento do cidadão brasileiro fora do país e mediante disponibilidade orçamentária da assistência consular do MRE.

    Nesses casos excepcionais, o cidadão brasileiro precisa apresentar declaração de hipossuficiência econômica solicitada junto à Defensoria Pública da União e não ter sido repatriado anteriormente. Uma portaria do MRE define que a repatriação será concedida para o primeiro ponto de entrada em território nacional, devendo deslocamentos internos no Brasil serem feitos por conta própria. Também não cabe a repatriação de brasileiros que também tenham cidadania no país em que residem.

    Brasil no Sudeste Asiático

    O Sudeste Asiático conta com embaixadas brasileiras na Tailândia (Bangkok), no Camboja (Phnom Pehn) e no Mianmar (Yangon). A embaixada em Bangkok também presta assistência a brasileiros que se encontram no Laos, país onde ainda não há embaixada ou consulado do Brasil.

    Quem for submetido a condições que caracterizem uma situação de tráfico humano internacional deve ir pessoalmente à embaixada ou ao consulado mais próximo, no horário comercial de funcionamento, para se apresentar e realizar uma entrevista pessoal. Em casos de emergência, a opção é ligar nos números de plantão consular das respectivas embaixadas.

    São consideradas emergências que necessitam a atuação imediata do agente consular situações de crises humanitárias decorrentes de desastres naturais, de guerras civis ou conflitos armados, desaparecimento brasileiros no exterior nas últimas 48 horas, casos de tráfico de pessoas, de violência, de maus-tratos e de internação hospitalar de pessoas sem documentos ou sem recursos financeiros. Situações que envolvem prisões, detenções, retenções migratórias e acidentes graves também são consideradas emergências que devem receber atendimento consular.

    Itamaraty alerta para falsas propostas de emprego no Sudeste Asiático

  • Países com as maiores jornadas de trabalho: O Brasil está no topo da lista?

    Países com as maiores jornadas de trabalho: O Brasil está no topo da lista?

    O ranking de quem trabalha mais e menos!

    A maioria de nós sente que trabalha demais e que os fins de semana não são longos o suficiente. Mas como se compara a sua carga de trabalho com a de pessoas em outros países? A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) acompanha dados que ajudam a calcular a média anual de horas trabalhadas em diferentes países para comparar tendências ao longo do tempo. A OCDE define a média anual de horas trabalhadas como o número total de horas efetivamente trabalhadas por ano dividido pelo número médio de pessoas empregadas por ano, excluindo o tempo não trabalhado devido a feriados, férias remuneradas, doença e outros motivos.

    Clique na galeria para ver os países que trabalham mais e menos. Como será que está o Brasil?

    Países com as maiores jornadas de trabalho: O Brasil está no topo da lista?

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Babu rompe aliança com Juliano Floss no BBB 26

    Babu rompe aliança com Juliano Floss no BBB 26

    “Acho que é uma forma da gente preservar nossa relação, você é um cara que lá fora quero trocar muito, sem disputa, sem terceiros envolvidos nos nossos assuntos”, disse Babu.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Na tarde desta terça-feira (24), Babu chamou Juliano para conversar no BBB 26 (Globo) e informou que não jogaria mais com ele para preservar a relação dos dois.

    Babu comunicou ao antigo aliado que não falará mais de jogo com ele. “Vou pular do barco, não vou mais combinar voto, não vou mais falar de voto com a galera. Te amo pra c*ralho e jamais participaria de uma ação de votar em você. É o que você precisa saber do jogo. Fiquei muito triste com aquela ação de você me chamar de ‘chato pra caramba’, e uma forma de eu não te encher o saco é a gente não ficar falando mais de jogo também.”

    “Acho que é uma forma da gente preservar nossa relação, você é um cara que lá fora quero trocar muito, sem disputa, sem terceiros envolvidos nos nossos assuntos”, disse Babu.

    Juliano concordou com ele. “Ontem isso me deixou mal de verdade. Porque brigar com quem a gente não gosta, é tranquilo pra mim aqui dentro. Mas me deixou mal, mano. Ontem nem consegui falar sobre com medo de brigar de novo. Eu tava com medo da gente entrar no assunto, a gente discordar de opinião, porque a gente tem opiniões diferentes várias vezes.”

    Babu continuou. “Claro, e eu acho saudável que você mantenha suas opiniões. E eu tô saindo fora, porque eu não tô achando saudável, não tô curtindo a Ana Paula e também não quero influenciar ninguém a nada. Ninguém a nada. Faça o que tu queres porque é tudo dentro da lei. É um princípio moral que eu tenho.”

    O veterano ainda prometeu que não votará nele. “Eu não voto e não participo de nenhuma estratégia que contiver seu nome. Em hipótese alguma. É a segurança de jogo, e é o que eu posso te falar pra gente não divergir, porque acho que não tem nada a ver a gente ficar brigando por querer votar nas mesmas pessoas.”

    “É isso, meu filho. Te amo. Boa sorte”, afirmou ainda Babu.

    Babu rompe aliança com Juliano Floss no BBB 26

  • Fim da escala 6×1 elevaria custos das empresas em até R$ 267,2 bi por ano, diz levantamento da CNI

    Fim da escala 6×1 elevaria custos das empresas em até R$ 267,2 bi por ano, diz levantamento da CNI

    Os gastos podem ser menores ou maiores a depender da estratégia adotada: se contratação de pessoal -o que custa mais- ou pagamento de horas extras. Neste último cenário, a alta de despesas chegaria a R$ 178,2 bilhões por ano. O impacto percentual na indústria seria de 11,1%, com elevação de custos entre R$ 87,8 bilhões no primeiro cenário e R$ 58,5 bilhões no segundo.

    CRISTIANE GERCINA
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O fim da escala 6×1 -seis dias de trabalho e um de descanso- elevaria os custos das empresas brasileiras em até R$ 267,2 bilhões por ano, segundo levantamento da CNI (Confederação Nacional da Indústria). O montante equivale a 7% da folha de pagamento e leva em conta redução da jornada de 44 para 40 horas semanais.

    Os gastos podem ser menores ou maiores a depender da estratégia adotada: se contratação de pessoal -o que custa mais- ou pagamento de horas extras. Neste último cenário, a alta de despesas chegaria a R$ 178,2 bilhões por ano. O impacto percentual na indústria seria de 11,1%, com elevação de custos entre R$ 87,8 bilhões no primeiro cenário e R$ 58,5 bilhões no segundo.

    A PEC (proposta de emenda à Constituição) diminuindo a jornada de trabalho foi aprovada em comissão do Senado no final do ano passado. O projeto propõe queda escalonada. A jornada cairia de 44 para 40 horas semanais no ano seguinte à promulgação e haveria corte de uma hora por ano até chegar a 36 horas semanais.

    Dentre os setores com maior impacto estão a indústria da construção e as micro e pequenas empresas industriais. No cenário com reposição por horas extras, companhias com até nove empregados teriam aumento de R$ 6,8 bilhões nos custos com pessoal, alta de 13%, enquanto nas empresas com 250 funcionários ou mais a alta seria de R$ 41,3 bilhões (9,8%).

    No cenário com novas contratações, o impacto ficaria em R$ 4,5 bilhões no ano, alta de 8,7% nas menores, e R$ 27,5 bilhões, aumento de 6,6%, nas maiores. Segundo a CNI, a menor capacidade de ampliar equipes torna esse grupo mais vulnerável.

    Entre os setores industriais, a construção lidera o aumento de custos. A projeção é de uma alta de 13,2%, com despesas extras de R$ 19,4 bilhões, seguida pela indústria de transformação (11,6%), pelos serviços industriais de utilidade pública (5,7%) e pela indústria extrativa (4,7%).

    Para o presidente da CNI, Ricardo Alban, mudanças na jornada exigem debate técnico e cautela, pois podem afetar a competitividade da indústria, o emprego formal e o crescimento econômico, além de terem efeitos maiores ou menores conforme o tamanho da empresa e as diferenças regionais do país.

    “Esses dados, combinados com as análises que estamos fazendo sobre o tema, mostram que o mais provável é que a produção seja reduzida e o custo unitário do trabalho aumente, trazendo pressão de custos e perda de competitividade das empresas nacionais”, diz Alban.

    Em nota técnica, a confederação afirma que independentemente da estratégia adotada para a manutenção das horas trabalhadas, além do custo direto com mão de obra, a economia sentirá elevação nos preços de insumos e contratos de serviços usados no processo produtivo.

    A nota diz ainda que haverá impacto direto na produtividade, em um mercado afetado pela escassez de mão de obra. As empresas levariam tempo para fazer o recrutamento, treinar e selecionar novos empregados, levando a redução do volume de produção, elevação do custo do trabalho por profissional e queda da produtividade.

    “A combinação desses fatores deteriora a competitividade das empresas, tanto no mercado interno quanto frente à concorrência internacional, resultando em retração da atividade econômica e aumento do risco de fechamento de empresas”, diz o texto.

    Estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa em Economia Aplicada) demonstrou que haverá alta de custo de 7,84% para as empresas com o fim da escala 6×1 e a adoção da jornada de trabalho de 40 horas semanais. Os impactos seriam absorvidos pela economia, como ocorreram em situações como o reajuste real do salário mínimo e a queda da jornada de 48 para 44 horas semanais na Constituição de 1988.

    Pesquisadores ouvidos pela Folha apontam que a medida pode afetar o PIB (Produto Interno Bruto) e trazer fechamento de postos de trabalhos. Outros levantamentos, porém, afirmam que não haveria impactos significativos, a exemplo do que ocorreu em 1988.
    Os empresários preparam uma contraofensiva no Congresso para tentar barrar o avanço da PEC.

    VEJA OS SETORES MAIS AFETADOS
    Os maiores impactos percentuais estimados foram:
    – Indústria da construção: alta de 8,8% a 13,2%
    – Comércio: entre 8,8% e 12,7%
    – Indústria de transformação: de 7,7% a 11,6%
    – Agropecuária: de 7,7% a 13,5%

    Fim da escala 6×1 elevaria custos das empresas em até R$ 267,2 bi por ano, diz levantamento da CNI

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Lula exibe luva com quatro dedos em encontro com presidente da Coreia do Sul

    Lula exibe luva com quatro dedos em encontro com presidente da Coreia do Sul

    A peça faz referência à trajetória de Lula, que perdeu o dedo mínimo da mão esquerda após um acidente de trabalho, quando ainda era metalúrgico, em 1964. Lee Jae-myung tem uma história semelhante: também trabalhou em fábricas na juventude e sofreu um grave acidente que resultou em deficiência permanente na mão.

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Durante encontro com o líder sul-coreano Lee Jae-Myung, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou à primeira-dama Janja uma luva com quatro dedos, confeccionada pelo governo da Coreia do Sul. A cena chamou atenção pelo significado pessoal e político.

    A peça faz referência à trajetória de Lula, que perdeu o dedo mínimo da mão esquerda após um acidente de trabalho, quando ainda era metalúrgico, em 1964. Lee Jae-myung tem uma história semelhante: também trabalhou em fábricas na juventude e sofreu um grave acidente que resultou em deficiência permanente na mão.

    Recentemente, Lee publicou nas redes sociais um vídeo feito com inteligência artificial em que versões infantis dele e de Lula aparecem se abraçando. Na postagem, chamou Lula de “irmão” e afirmou que as dificuldades enfrentadas no passado não os impediram de chegar ao poder.

    Mais do que um gesto protocolar, a luva se tornou símbolo da identificação entre os dois líderes, que compartilham origens humildes, trabalho precoce e acidentes industriais -experiências que, segundo eles, influenciaram sua atuação política e compromisso social.

    Lula exibe luva com quatro dedos em encontro com presidente da Coreia do Sul

  • Guerra da Ucrânia? Os conflitos mais mortais do século 21

    Guerra da Ucrânia? Os conflitos mais mortais do século 21

    Revelando o número de vítimas dos conflitos que mais marcaram este século.

    O século 21 viu alguns dos conflitos mais devastadores e destrutivos da história moderna, incluindo a guerra entre a Rússia e Ucrânia em andamento, o conflito Israel-Hamas e a brutal Guerra Civil Síria. Esses confrontos, e várias outros neste século, causaram milhões de mortes, deslocamento generalizado e profunda agitação social e econômica. À medida que as potências globais e os atores regionais continuam a lutar por recursos, ideologias e controle territorial, os civis sofrem o peso da violência.

    Guerra da Ucrânia? Os conflitos mais mortais do século 21

  • Malafaia diz que Eduardo 'calado' ajuda mais na campanha de Flávio do que 'falando asneira'

    Malafaia diz que Eduardo 'calado' ajuda mais na campanha de Flávio do que 'falando asneira'

    O líder religioso destacou ainda que Michelle está “sofrendo” por causa da prisão do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O pastor defendeu que a ex-primeira-dama merece respeito neste momento.

    O pastor Silas Malafaia afirmou que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) ajudaria mais a pré-campanha presidencial do irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), mantendo-se \”calado\”. Segundo Malafaia, Eduardo está \”falando asneira\” no embate recente nas redes sociais com o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL).

    Para o pastor, as declarações de Eduardo representam um \”amadorismo político sem tamanho\”. \”Calado vai ajudar muito mais o irmão do que abrindo a boca para falar asneira. Ele calado vai ser um belíssimo cabo eleitoral para o irmão\”, disse Malafaia em entrevista ao Metrópoles nesta segunda-feira, 23.

    O líder religioso destacou ainda que Michelle está \”sofrendo\” por causa da prisão do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O pastor defendeu que a ex-primeira-dama merece respeito neste momento.

    A controvérsia entre os bolsonaristas teve início após Eduardo Bolsonaro criticar Michelle e Nikolas. Ele afirmou que ambos estariam \”jogando o mesmo jogo\” e sofrendo de \”amnésia\”.

    \”Você vê que um, lado a lado, compartilha o outro e se apoia nas redes sociais. Só estão com \’amnésia\’, não sei por qual motivo\”, disse. \”Não vi nenhum post da Michelle a favor do Flávio. Ela compartilha o Nikolas toda hora. Não sei o que está faltando. Isso é uma pergunta a ser feita para ela. Eu acho que o apoio está aquém do desejável\”, acrescentou.

    Eduardo também declarou ter estranhado falas de Nikolas em que o deputado defende um \”projeto da direita\”, e não um projeto específico ligado a Flávio. \”Não consegui compreender\”, afirmou.

    Em resposta, Nikolas Ferreira disse que Eduardo \”não está bem\” e negou qualquer \”amnésia\” por parte dele ou de Michelle, mas reafirmou apoio a Flávio.

    \”Bater em mim eu já estou acostumado. Já tem mais de três anos que eles estão aí nessa saga. Mas, sabe, deixa a Michelle viver o calvário dela\”, afirmou. \”Então, eu acho que o Eduardo não está bem. E eu realmente faço questão de não perder meu tempo com essas divergências, porque eu acredito que a gente tem um Brasil pra salvar.\”

    Michelle não respondeu diretamente às declarações de Eduardo. No entanto, uma publicação feita por ela em rede social foi interpretada como indireta. A ex-primeira-dama compartilhou no Instagram a imagem de rodelas de banana, mencionando que se tratava de uma das refeições preparadas para o marido. \”Ele ama banana frita\”, escreveu.

    Eduardo, apelidado pejorativamente de \”bananinha\” por críticos, pareceu interpretar a postagem como provocação. Ele republicou o tuíte de um seguidor que dizia: \”Continuem fritando banana enquanto o Flávio e o Eduardo estão trabalhando duro para resgatar o País\”.

    O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, também comentou sobre o episódio nesta segunda-feira, afirmando que não existe \”racha\” no partido, porque Michelle \”não tem tempo de fazer nada\”.

    \”A Michelle Bolsonaro não tem tempo de fazer nada. Ela faz a comida para o Bolsonaro de manhã e vai levar na hora do almoço. Ninguém quer ver o marido nem o pai na situação que o Bolsonaro está. Esse é o grande problema\”, afirmou Valdemar em entrevista a jornalistas depois do evento do Grupo Esfera, em São Paulo.

    Malafaia diz que Eduardo 'calado' ajuda mais na campanha de Flávio do que 'falando asneira'

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Morre o barbeiro que moldou o topete do Rei Pelé

    Morre o barbeiro que moldou o topete do Rei Pelé

    O mais famoso barbeiro da história do esporte brasileiro, João Araújo, o Didi, morreu nesta terça-feira (24), em Santos, no litoral paulista. Ele tinha 87 anos e ficou conhecido em todo o país por cuidar do cabelo do então jovem promissor Edson Arantes do Nascimento, que logo se consagraria mundialmente como Pelé, o Rei do Futebol.

    A amizade entre Didi e Pelé durou 66 anos, até a morte do atleta, em 2022. Durante todo este tempo, e já vivendo longe de Santos, Pelé continuou visitando a barbearia de Didi sempre que ia à cidade.

    Conhecido pela simplicidade e pelo sorriso fácil, Didi gostava de contar a história de quando conheceu Pelé, então prestes a completar 15 anos e a estrear no Santos – com um gol contra o Corinthians de Santo André. O barbeiro também deixava a modéstia de lado para lembrar do topete que criou para o atleta e que, por muito tempo, foi moda entre os jovens do fim dos anos 1950, início da década de 1960. Segundo o jogador, a ideia do topete foi dele, para homenagear seu pai, o também jogador Dondinho, mas foi Didi quem a executou à perfeição, a ponto do corte ter se tornado um símbolo facilmente reconhecido.

    Duas grandes coincidências ajudaram a cimentar a amizade: nascido em Rio Pardo de Minas, no norte mineiro, Didi chegou a Santos no mesmo ano que Pelé, que também era mineiro, de Três Corações.

    “Assim que Pelé chegou ao salão, ficou meio desconfiado, afinal eu também era muito novo. Ele perguntou se eu conseguia cortar o cabelo, deixando um topete. Eu respondi: “Vamos tentar!”. Se você gostar eu ganharei um cliente; se não gostar, pelo menos você terá um amigo”, contou Didi, segundo um artigo publicado no site do Santos, em 2018.

    O sucesso do Rei fez o sucesso do barbeiro que assumiu as madeixas de outros craques do quase imbatível Santos Futebol Clube, como Coutinho, Pepe, Mengálvio e tantos outros atletas que frequentaram o modesto salão localizado diante do portão nº 6 do estádio Urbano Caldeira, no bairro da Vila Belmiro, em Santos.

    Em nota, o Santos lamentou a morte do “lendário” Didi. Em suas redes sociais, o ex-ponta esquerda do Santos e da seleção brasileira, Pepe (José Macia), comentou o falecimento “do nosso querido barbeiro”.

    “Sua barbearia, ali ao lado da Vila Belmiro, nunca foi apenas um espaço de cuidado e vaidade. Era ponto de encontro de conversas animadas, risadas e amizades que atravessaram gerações”, escreveu Pepe, afirmando ficar a saudade “de um homem simples, generoso e sempre pronto para ouvir”.

    A reportagem da Agência Brasil não conseguiu contato com parentes de Didi ou com o hospital onde ele faleceu. Segundo veículos de imprensa regionais, ele sofreu uma parada cardiorrespiratória após passar por duas cirurgias. Seu velório aconteceu hoje, na Beneficência Portuguesa, e seu corpo foi cremado no Memorial Necrópole Ecumênica, também em Santos.

    Morre o barbeiro que moldou o topete do Rei Pelé

  • Famosos que são donos de times e até ligas esportivas

    Famosos que são donos de times e até ligas esportivas

    Quando se pertence à categoria rica e famosa da sociedade, você não precisa ser um mero torcedor… Por que não se tornar o dono do seu time de coração? Então, muitas celebridades transformaram a paixão pelo esporte em negócio! 

    Na galeria, descubra quem são os famosos que foram além do amor ao esporte e se tornaram proprietários de times! Veja na galeria!

    Famosos que são donos de times e até ligas esportivas