Autor: REDAÇÃO

  • Governo dos EUA questiona bancos no Brasil sobre aplicação de Lei Magnitsky contra Moraes

    Governo dos EUA questiona bancos no Brasil sobre aplicação de Lei Magnitsky contra Moraes

    O envio da notificação ocorreu no primeiro dia de julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no STF, nesta terça-feira (2)

    WASHINGTON, DC, E BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Bancos brasileiros receberam nesta terça-feira (2) uma carta do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos com questionamentos sobre a aplicação da Lei Magnitsky.

    O comunicado do Ofac, o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros, que pertence ao Tesouro americano, pergunta quais ações foram ou estão sendo tomadas pelas instituições para cumprir a sanção aplicada ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

    O envio da notificação ocorreu no primeiro dia de julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no STF. Moraes foi atingido pela Lei Magnitsky em julho e, por isso, incluído no rol de sancionados da Ofac.

    Por meio da decisão, o governo americano determina o congelamento de qualquer bem ou ativo que a pessoa sancionada tenha nos Estados Unidos e proíbe entidades financeiras americanas e empresas de fazerem operações com ela.

    A medida incluiria o uso das bandeiras de cartões de crédito, Mastercard e Visa, por exemplo.

    O envio da comunicação pelo Tesouro seria o primeiro passo para averiguar o cumprimento da lei pelas instituições brasileiras. Em seguida, o Departamento do Tesouro poderia, se julgar que houve descumprimento por parte dos bancos, aplicar sanções secundárias, como multas.

    Haveria ainda a possibilidade de punir executivos das instituições como pessoas físicas a depender da análise sobre o eventual descumprimento.

    Os bancos no Brasil estão sujeitos a cumprir as sanções pelo fato de terem representações nos Estados Unidos.

    Recentemente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o empresário Paulo Figueiredo se reuniram com o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent. No encontro, disseram acreditar que as instituições brasileiras não estariam cumprindo na íntegra as sanções determinadas pelo Ofac.

    Como revelou a Folha de S.Paulo, ao menos um banco bloqueou um cartão de Moraes. Em troca, foi oferecido a Moraes um cartão da bandeira brasileira Elo, para que ele pudesse fazer pagamentos no país sem as restrições impostas pela gestão Trump.

    A Lei Magnitsky se destina a sancionar pessoas que tenham cometido graves violações de direitos humanos ou atos de corrupção. O governo Trump justificou a punição a Moraes alegando que o ministro se enquadra no primeiro caso.

    Segundo o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, Moraes efetuou “detenções preventivas injustas”, silenciou críticos políticos e ordenou o bloqueio de contas em plataformas digitais.

    A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) informou não ter recebido das instituições a informação sobre eventual comunicado da Ofac. “De todo modo, tais comunicados têm caráter confidencial e não são dirigidos à Febraban”, afirmou, em nota enviada à reportagem.

    A reportagem também questionou o Departamento do Tesouro sobre eventual sanção, mas não teve resposta até a noite desta terça.

    Aliados de Bolsonaro esperam novas sanções a autoridades brasileiras -do Supremo e também do governo federal- diante do julgamento do ex-presidente.

    Estão no radar dos americanos restringir o visto de mais autoridades brasileiras e aplicar punições financeiras a mais pessoas. Há ainda conversas sobre suspender algumas das 700 exceções dadas pelo governo americano na aplicação de 50% das tarifas a produtos importados do Brasil.

    O governo Trump suspendeu a entrada nos EUA de Moraes e outros sete ministros do STF: Luis Roberto Barroso, Edson Fachin, Dias Toffoli, Cristiano Zanin, Flavio Dino, Gilmar Mendes e Cármen Lúcia. O PGR (Procurador-Geral da República), Paulo Gonet, também teve o visto suspenso.

    Os EUA cancelaram ainda o visto da esposa e da filha de 10 anos do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em uma suposta retaliação ao Programa Mais Médicos.

    Governo dos EUA questiona bancos no Brasil sobre aplicação de Lei Magnitsky contra Moraes

  • Centrão e Tarcísio articulam anistia a Bolsonaro para abrir caminho do governador à Presidência

    Centrão e Tarcísio articulam anistia a Bolsonaro para abrir caminho do governador à Presidência

    Tarcísio decidiu ir para Brasília e trabalhar com deputados em uma suposta anista para o ex-presidente Jair Bolsonaro; governador de São Paulo está focado nas eleições de 2026

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Integrantes dos partidos do centrão e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), buscam um acordo para anistiar Jair Bolsonaro (PL) após a sua eventual condenação e, assim, tirá-lo da prisão, mas mantendo o ex-presidente inelegível e fora da disputa eleitoral de 2026.

    O texto de um projeto de lei ainda não está fechado, tampouco os detalhes de um eventual acordo que envolva até mesmo o STF (Supremo Tribunal Federal), mas os entusiastas querem abrir caminho para a candidatura do governador ao Palácio do Planalto e convencer a corte a não derrubar a anistia.

    As negociações avançaram em Brasília com o timing do julgamento de Bolsonaro pelo STF e da pressão para que ele faça de Tarcísio o seu sucessor político. Hoje, em todas as hipóteses na mesa sobre o texto, o ex-presidente continuaria inelegível.

    A costura passa por um acordo político que prevê a votação do projeto de lei sobre o tema na Câmara, após a eventual condenação de Bolsonaro, e que o Supremo não derrube a proposta.

    O governador já vinha sendo instado a se envolver nessa articulação por aliados de Bolsonaro, como mostrou a Folha, mas resistia à missão. Em conversa com interlocutores antes da prisão domiciliar, Tarcísio colocava como condição que o ex-presidente e seus filhos o legitimassem nessa posição.

    O governador de São Paulo foi um dos primeiros a visitar Bolsonaro na prisão domiciliar. Na ocasião, eles ficaram juntos por cerca de duas horas.

    A ofensiva pró-anistia começou depois dessa conversa reservada e, nas semanas seguintes, o governador já se reuniu com lideranças para tratar do tema. Esta é a principal demanda do bolsonarismo, e o acordo pode ajudar a diminuir a resistência das alas mais radicais do grupo político à candidatura de Tarcísio.

    Após reunião dos líderes de partido da Câmara desta terça (2), ficou acertado que o projeto de anistia não deverá ser votado nesta semana, mas há chances de ir para a pauta após o julgamento, que termina no dia 12.

    O requerimento de urgência, para acelerar a proposta, pode ser analisado já na próxima semana.

    Segundo líderes partidários, o clima mudou com a pressão de Tarcísio e do centrão -que começou a desembarcar do governo Lula. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), resistia a pautar a matéria, mas a nova avaliação é a de que ele passou a preparar o terreno para a votação.

    O próprio admitiu a possibilidade na noite desta terça. “Os líderes estão cobrando, estamos avaliando, vamos conversar mais. […] Aumentou o número de líderes pedindo”, disse.

    “[Motta] já comunicou aos líderes que está construída a maioria. […] Ele já comunicou que vai ser pautado. […] Não sei se é depois do julgamento, mas é o que eu estou sentindo”, disse Sóstenes Cavalcante (RJ), líder do PL.

    Na quinta-feira (4), deve haver nova reunião entre Motta e o líder do PL para tratar do perdão aos golpistas.

    O líder do PT, Lindbergh Farias, atribuiu o avanço da anistia, o que disse considerar um erro, à articulação de Tarcísio, que, segundo ele, “matou no peito” para consolidar sua candidatura presidencial junto ao centrão e ao bolsonarismo.

    O petista disse ainda que “a coisa ficou séria” e que houve uma “mudança de tom e de intensidade”, indicando que a anistia deverá ser analisada em plenário. “Cresceu um movimento com a presença do governador de São Paulo. […] Me parece um desejo de pautar mesmo”, disse.

    A anistia não tem relação direta com a inelegibilidade, ainda que advogados eleitorais de Bolsonaro possam utilizar isso num eventual recurso no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Bolsonaro está impedido de concorrer em 2026 por condenações na Justiça Eleitoral devido a abuso de poder político e econômico na eleição de 2022.

    A principal dificuldade hoje para os defensores da anistia seria garantir que ela não fosse declarada inconstitucional pelo STF. Por isso, bolsonaristas e integrantes do centrão com maior interlocução com o Supremo têm tentado costurar isso com ministros, segundo relatos.

    No grupo político, há quem considere que os esforços enfrentarão resistência na corte e terminarão por demonstrar mais a boa vontade de Tarcísio com uma pauta cara ao bolsonarismo do que efetivamente liberar os presos do 8 de Janeiro, além de Bolsonaro.

    A ideia de conceder o benefício a condenados nos ataques golpistas é a principal obsessão de Bolsonaro há mais de um ano -ele tentou articular uma iniciativa nesse sentido, enquanto pôde, antes de ser preso.

    A negociação para viabilizar o perdão ao ex-presidente conta com apoio de dirigentes de alguns dos maiores partidos do Congresso: Ciro Nogueira, do PP, Antonio Rueda, do União Brasil, Valdemar Costa Neto, do PL, e Marcos Pereira, do Republicanos.

    Segundo um político que acompanhou as conversas, o grupo estima que há hoje cerca de 300 votos favoráveis para aprovar a proposta no plenário da Câmara.

    Desde o início do ano, lideranças diziam que a maioria dessas bancadas já dava apoio à proposta, mas que não havia clima político para a votação de um texto mais amplo. Agora, diante de um desembarque do centrão do governo Lula e esforços pela candidatura de Tarcísio, o cenário mudou.

    A federação entre União Brasil e PP declarou, nesta terça (2), que os filiados com mandato devem deixar os cargos no governo. Também declarou apoio à anistia, inclusive de Bolsonaro. O líder do União Brasil na Câmara, Pedro Lucas (MA), afirmou que há diálogo com Motta para pautar o projeto “o mais breve possível”.

    “Temos de ver o relator para formatar o texto, mas a federação é a favor da anistia. Vamos lutar para pautar o mais breve possível e há possibilidades [que isso ocorra ainda durante o julgamento no STF]”, disse.

    O deputado não descartou a possibilidade de o projeto reverter a inelegibilidade de Bolsonaro. “Acho que são detalhes que têm de vir no relatório, mas a federação é a favor da anistia.”

    Centrão e Tarcísio articulam anistia a Bolsonaro para abrir caminho do governador à Presidência

  • Daniela Dantas é campeã do MasterChef Brasil

    Daniela Dantas é campeã do MasterChef Brasil

    A maioria dos ex-competidores estava torcendo para Felipe Bruzzi, mas Daniela Dantas levou a melhor e saiu vencedora do reality culinário

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Odiada por outros participantes, Daniela Dantas foi a vencedora do MasterChef 2025 (Band). A advogada, que acabou acumulando inimigos dentro do reality, derrotou Felipe Bruzzi na grande final, nesta terça-feira (2). A maioria dos ex-competidores estava torcendo para Felipe.

    O menu de Daniela começou com ostras, o prato principal foi uma massa fresca com camarões e a sobremesa foi uma mousse de cambuci. Já Felipe abriu o menu com camarões, serviu de prato principal um polvo e de sobremesa um sorvete com cobertura de café e chocolate.

    Os jurados Erick Jacquin, Helena Rizzo e Henrique Fogaça elegeram vencedor o menu de Daniela. O nome da campeã foi entregue por um drone do iFood que pousou ao vivo no estúdio, em um dos momentos grandiosos da noite.

    TROFÉU COMESTÍVEL

    Durante a final, o chef confeiteiro Diego Lozano fez uma participação para divulgar a próxima temporada do MasterChef Confeitaria.

    Ele surpreendeu o público ao comer uma réplica do troféu, que era de chocolate. Em seguida, foi acompanhado pelos jurados, que se divertiram com a brincadeira.

    Daniela Dantas é campeã do MasterChef Brasil

  • Yago Dora celebra ‘vida adulta’ com título mundial de surfe e afago no pai

    Yago Dora celebra ‘vida adulta’ com título mundial de surfe e afago no pai

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Yago Dora e Leandro Dora tiveram uma conversa dura no ano passado. O filho comunicou ao pai que não gostaria mais de ser treinado por ele, como ocorrera desde sempre, e provocou um choque.

    “Foi um processo difícil para ambos”, afirmou o jovem, hoje com 29 anos. “Para mim, foi difícil tomar a decisão. Para ele, foi difícil enxergar que poderia ser algo positivo na minha carreira.”
    Foi.

    Yago agora é um campeão mundial de surfe, título obtido na segunda-feira (1º), em Fiji. O paranaense, que chegou à etapa derradeira do circuito em vantagem, precisou vencer apenas uma bateria, contra o norte-americano Griffin Colapinto, para confirmar o título.

    Assim que saiu da água, ganhou o abraço do pai.

    “Meu pai foi meu mentor no surfe desde o início. Então, dedico isto a ele também. Não trabalhamos juntos neste ano, mas ele sempre esteve comigo, torcendo e apoiando”, afirmou o vencedor.

    “A gente sabe da dedicação do Yago”, respondeu Grilo, como é conhecido Leandro Dora, ex-surfista profissional. “Ele sempre se entregou com toda a garra. Hoje, estamos colhendo este resultado maravilhoso.”

    Quando tomou a decisão de demitir o pai, Yago passou a ser treinado por Leandro da Silva. Silva, 39, é um velho conhecido da família. Chegou a competir com um adolescente Yago e passou a fazer parte, como técnico, do projeto de surfe comandado por Grilo.

    Por isso, tensão familiar à parte, a transição esportiva foi relativamente tranquila. Ajudou Dora a prática diária de meditação, que parece ter influenciado sua reação no momento da realização do grande sonho, o título mundial.

    O curitibano radicado em Florianópolis não teve rompantes, gritos, lágrimas de esguicho, tão comuns em situações do tipo. Chegou a pôr a mão nos olhos, como que para registrar mentalmente o instante inesquecível, porém logo voltou a erguer a cabeça e sorriu, serenamente.

    A final foi disputada nas cercanias da ilha de Tavarua. A mítica onda de Cloudbreak quebra longe da praia. Dessa maneira, a decisão não foi acompanhada por uma multidão na areia. Só viram de perto a disputa as equipes dos atletas, pessoas próximas e um punhado de jornalistas, concentrados em barcos da organização do campeonato.

    Ao deixar o mar, Yago, calmamente, abraçou o pai, a mãe, a irmã e a namorada. Sem o estardalhaço visto nas conquistas dos outros brasileiros campeões do circuito -Gabriel Medina, Adriano de Souza, Italo Ferreira e Filipe Toledo-, ganhou o carinho dos seus.

    Abraçou, ainda, o norte-americano Kelly Slater, 53, maior nome da história do surfe. E celebrou também com Leandro da Silva, o técnico que substituiu seu pai.

    Já não havia mais dúvida a respeito da escolha difícil feita em 2024.

    “Sempre fiquei muito sob a tutela do meu pai, e a gente conquistou muita coisa. Mas, agora, com 29 anos, já um adulto, na vida adulta, senti a necessidade de tomar as rédeas”, afirmou Yago, o que não o impediu de correr para os braços de Grilo quando tudo deu certo.

    “Deu tudo certo!”, gritou o pai. “Yago campeão!”

    Carlos Alcaraz luta pelo bicampeonato do US Open e também para voltar ao topo do ranking

    Folhapress | 08:15 – 03/09/2025

    Yago Dora celebra ‘vida adulta’ com título mundial de surfe e afago no pai

  • Julgamento da trama golpista é retomado com defesas de Heleno e Bolsonaro; veja próximos passos

    Julgamento da trama golpista é retomado com defesas de Heleno e Bolsonaro; veja próximos passos

    São réus também o ex-comandante da Marinha Almir Garnier Santos, o ex-ministro Anderson Torres, o ex-ajudante de ordens Mauro Cid, o ex-ministro Paulo Sérgio Nogueira, o ex-ministro Walter Braga Netto e o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ)

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O STF (Supremo Tribunal Federal) retoma nesta quarta-feira (3) o julgamento do núcleo central da trama golpista. A sessão será aberta com a defesa do general da reserva Augusto Heleno, ex-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), e terá em seguida a manifestação do advogado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Além de Bolsonaro e Heleno, são réus o ex-comandante da Marinha Almir Garnier Santos, o ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do DF Anderson Torres, o ex-ajudante de ordens Mauro Cid, o ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira, o ex-ministro da Casa Civil e da Defesa Walter Braga Netto e o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ).

    O grupo responde pelos crimes organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

    No caso de Ramagem, a Câmara dos Deputados suspendeu parte da ação penal, e ele só será julgado por organização criminosa, tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e tentativa de golpe de Estado, referentes a atos anteriores à sua diplomação no Legislativo.

    Na terça-feira (2), dia de abertura do julgamento, o ministro do STF Alexandre de Moraes afirmou que “pacificação não se confunde com covardia” e disse que o Supremo julga sem se curvar a pressões internas ou externas. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, reforçou as acusações contra os oito réus, incluindo Bolsonaro, e pediu condenação por crimes que somam mais de 40 anos de pena máxima.

    Também falaram as defesas de Mauro Cid, que negou coação em sua delação e alegou ausência de atos diretos contra a democracia, de Alexandre Ramagem, que pediu para desconsiderar provas do caso da Abin paralela, de Almir Garnier, que enquadrou sua conduta como exercício da liberdade de expressão, e de Anderson Torres, que disse ter sofrido “linchamento moral” com acusações de forjar passagem aérea.

    Em alegações finais enviadas ao STF, a defesa de Bolsonaro sustenta que o ex-presidente não participou de qualquer tentativa de ruptura, classifica as acusações como “golpe imaginado” e contesta a validade da delação de Mauro Cid, apresentada como viciada e sem provas materiais.

    A defesa de Heleno já havia alegado anteriormente que não há provas de participação direta do general no plano de ruptura institucional e que ele teve atuação periférica, negando o uso da Abin para produzir relatórios contra as urnas eletrônicas.

    A defesa de Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa, sustentou nas alegações finais que o réu atuou contra qualquer tentativa de golpe e teria entregue a Bolsonaro uma proposta de discurso reconhecendo o resultado eleitoral.

    Também falará a defesa do general Walter Braga Netto, que nega envolvimento e financiamento, ataca a delação de Cid por suposta coação e argumenta que sua trajetória de 40 anos no Exército afasta a acusação de participação em conspirações golpistas.

    O julgamento está previsto para se estender até a semana que vem. Na próxima terça-feira (9), Moraes deve apresentar o primeiro voto, seguido pelos ministros Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, que preside a Primeira Turma. São necessários três votos para formar maioria e decidir pela condenação ou absolvição de cada acusado em cada crime.

    Após a fixação da pena, as defesas ainda podem apresentar embargos. O cumprimento da decisão costuma ocorrer depois da análise dos recursos, que podem ser apresentados em até duas rodadas.

    Julgamento da trama golpista é retomado com defesas de Heleno e Bolsonaro; veja próximos passos

  • Além de Gkay, veja quem são as influenciadoras musas ou rainhas da bateria no Carnaval 2026

    Além de Gkay, veja quem são as influenciadoras musas ou rainhas da bateria no Carnaval 2026

    No último fim de semana Juliana Paes foi coroada rainha de bateria da Viradouro, marcando seu retorno à escola de samba

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A influenciadora Gkay foi anunciada nesta terça-feira (3) como musa da escola de samba carioca Salgueiro, mas ela não é a única influenciadora que vai cruzar a Sapucaí neste Carnaval. Cada vez mais, nomes que nasceram no digital conquistam posição de destaque nos desfiles, dividindo espaço com sambistas tradicionais.

    Entre as mais conhecidas está Virginia Fonseca. Com mais de 52 milhões de seguidores, a influenciadora foi confirmada como rainha de bateria da Grande Rio para o próximo ano, posição antes ocupada pela atriz Paolla Oliveira.

    Mileide Mihaile, ex-Fazenda, também assume o cargo de rainha para o Carnaval de 2026. Desfilando pelo Unidos da Tijuca, após já ter desfilado como musa da Grande Rio, em 2020, e da agremiação de Duque de Caxias até este ano. Ela também foi rainha da paulista Independente Tricolor em 2024.

    Monique Rizzeto, com 897 mil seguidores no Instagram, também faz parte do time das influenciadoras da Sapucaí desfilando como musa para o Unidos da Vila Isabel em 2026. Já Fabíola de Andrade, que aborda o nicho fitness, lifestyle e maternidade em seu perfil, brilhará como rainha da bateria da Mocidade pelo segundo ano consecutivo.

    Outras rainhas como Evelyn Bastos, da Mangueira, e Mayara Lima, da Paraíso do Tuiuti dedicam grande parte do conteúdo ligados a escola de samba, como vídeos sambando, em ensaios e atividades da comunidade.

    Além de Gkay, veja quem são as influenciadoras musas ou rainhas da bateria no Carnaval 2026

  • Usuários do iPhone consideram trocar celular por um dobrável

    Usuários do iPhone consideram trocar celular por um dobrável

    Cerca de um terço dos participantes de uma pesquisa diz que, caso a Apple não anuncie um iPhone dobrável este ano, vai considerar comprar um celular de tela dobrável Android

    Ao contrário de rivais como a Samsung, a Huawei, a Xiaomi, a Oppo, a Honor e a Google, a Apple continua não tendo qualquer iPhone de tela dobrável no seu catálogo e, ao que parece, alguns usuários do celular da ‘Empresa da Maçã’ estão cansados de esperar.

    É esta a ideia que fica a partir da pesquisa divulgada pela SellCell e que foi feito com base na participação de dois mil usuários de iPhone. De acordo com este relatório, 30,3% dos participantes diz que está considerando adquirir um smartphone dobrável ao invés do iPhone 17 – que deverá ser apresentado já no dia 9 de setembro.

    Esta pesquisa chega em um momento em que estão circulando rumores que apontam o lançamento do primeiro iPhone de tela dobrável para 2026. “Se a Apple esperar até 2026, 20,1% [dos participantes] diz que considera trocar para um dobrável da Samsung e 10,2% diz que considera um modelo da Google”, pode se ler nas conclusões do estudo.

    No entanto, nem tudo são más notícias para a Apple, uma vez que 68,3% dos participantes diz que pretende adquirir o iPhone 17. No entanto, teremos de aguardar para vermos se os seguidores da Apple e fãs do iPhone ficarão convencidos com as novidades que serão compartilhadas na próxima semana.

    O que esperar do iPhone dobrável?

    Os rumores que têm circulado dão conta que a Apple pretende lançar o primeiro iPhone com tela dobrável no fim de 2026, com as informações a terem sido recentemente corroboradas pelo jornalista Mark Gurman da Bloomberg.

    Agora, Gurman está pronto para avançar com mais alguns detalhes a respeito deste iPhone dobrável e ofereceu até algumas especificações do dispositivo em questão.

    De acordo com as informações disponíveis, o iPhone dobrável terá um design semelhante a outros dispositivos deste segmento na medida que poderá ser aberto como um livro e ser usado como um tablet – semelhante ao que acontece hoje em dia com o Galaxy Z Fold da Samsung, por exemplo. Por outro lado, é referido que a tela dobrável deste iPhone deverá ter uma nova tecnologia criada para reduzir o ‘vinco’ muitas vezes verificado na parte dobradiça neste tipo de celulares.

    O iPhone dobrável contará com o sensor de impressões digitais Touch ID como tecnologia de autenticação biométrica. Sim, tudo indica que este modelo não contará com o sistema Face ID, o que é capaz de não ser bem visto por todos aqueles que se habituaram a usar o reconhecimento facial do iPhone para, por exemplo, autenticar pagamentos no Apple Pay.

    Vale lembrar que o último iPhone a ser lançado com Touch ID foi o iPhone SE de 3.ª geração em 2022. O sensor de impressões digitais começou a ser abandonado em 2017 com o lançamento do iPhone X, um celular que recorria exclusivamente ao Face ID como meio de autenticação biométrica.

    Outras especificações indicam que o iPhone dobrável estará equipado com um total de quatro câmaras – duas na face traseira, uma na tela interna e outra na face traseira. No interior deverá estar o modem C2 desenvolvido pela própria Apple e que, em 2026, poderá ser encontrado também no iPhone 18 Pro e no iPhone 18 Pro Max. Não deverá estar presente a possibilidade de usar um cartão SIM físico.

    Esta não é a primeira vez que circulam rumores sobre as especificações do primeiro iPhone dobrável. No começo de 2025 o analista Ming-Chi Kuo afirmou que a tela interna do iPhone dobrável teria 7,8 polegadas e que a externa teria 5,5 polegadas.

    Usuários do iPhone consideram trocar celular por um dobrável

  • Centrão quer poder para Congresso demitir comando do Banco Central

    Centrão quer poder para Congresso demitir comando do Banco Central

    A articulação dos deputados da oposição ocorre no momento em que o BC realiza a análise final da operação de compra do banco Master pelo BRB (Banco de Brasília)

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O PP e outros partidos do centrão desencadearam uma ofensiva na Câmara dos Deputados para aprovar um projeto de lei que dá poderes ao Congresso Nacional para demitir diretores e o presidente do Banco Central.

    A articulação ocorre no momento em que o BC realiza a análise final da operação de compra do banco Master pelo BRB (Banco de Brasília). Anunciada no final de março, a operação é cercada de desconfiança no mercado e aguarda a aprovação pela autoridade monetária.
    A expectativa é que a decisão da diretoria de aprovar ou negar ocorra nesta semana, o que aumentou a pressão sobre o diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC, Renato Gomes.

    A sua estrutura é responsável por fazer ao colegiado de diretores do BC a recomendação sobre a operação. Ele é um dos mais resistentes à aprovação do negócio com o Master, cujo dono é o banqueiro Daniel Vorcaro, que tem relação próxima com políticos do centrão, principalmente o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI). Ele é apontado com um dos articuladores do votação da urgência do projeto.

    O líder do PP na Câmara, deputado Doutor Luizinho (RJ), e o vice-presidente da legenda, Claudio Cajado (BA), recolheram assinaturas para aprovar a urgência de uma proposta de 2021 que muda a lei de autonomia da autoridade monetária.

    O projeto estabelece que diretores e presidentes do BC poderão ser exonerados mediante requerimento aprovado pela maioria absoluta da Câmara. Isso pode ocorrer “quando a condução das atividades do Banco Central for incompatível com os interesses nacionais” -não há qualquer detalhamento para definir o que seriam essas atividades incompatíveis.

    No caso de aprovação na Câmara, o impeachment teria que ser referendado pelo Senado, também por maioria absoluta.

    O projeto desengavetado pelos parlamentares do centrão foi apresentado originalmente pelo ex-deputado Camilo Capiberibe (PSB-AP), no âmbito das discussões sobre a autonomia da instituição.

    O requerimento de urgência é de autoria de Cajado. Além do PP, o texto recebeu apoio dos líderes de MDB, União Brasil, PSB, PL e Republicanos. Juntas, essas siglas reúnem 300 deputados, mais do que os 257 necessários para aprovar a urgência do projetos.

    Procurado pela reportagem, Luizinho disse que, “neste momento, desconhece qualquer motivo” para demitir diretores do Banco Central, mas que a proposta aumenta os poderes do Legislativo para isso. “Se o Congresso pode afastar o Presidente da República, por que não poderia afastar um diretor do Banco Central?”, questionou.

    Além da pressão do centrão, o BC também está tendo que lidar com ataques hackers em empresas financeiras.

    O ex-presidente do BC, Arminio Fraga, disse à Folha de S.Paulo que a tentativa de aprovação do projeto é uma “loucura completa” e “coisa de republiqueta”. Ele afirmou que nunca tinha visto uma pressão desse tipo sobre o BC.

    “A ideia de aprovar uma uma lei sobretudo em ritmo de emergência numa situação muito polêmica e pouco transparente, que é essa do Master, faz as suspeitas aumentarem”, justificou.

    Entre as suspeitas, ele citou a possibilidade de os problemas no Master serem muito maiores do que se imagina, e que há um esforço para que não apareçam diante dos muitos interesses em jogo.

    Para Arminio, a aprovação do projeto seria um tremendo retrocesso do ponto de vista institucional. “Os números que correm por aí são enormes. É tudo meio hipotético, mas a essa altura do jogo o ruído é tal que atrás dessa fumaça aí tem fogo.”

    O economista avaliou que os sinais são de que a operação de compra do Master pelo BRB está travada dentro do BC porque parte da autarquia avalia que o negócio não para de pé.

    Na sua avaliação, o BC não deveria aprovar o compra pelo banco do governo do Distrito Federal. “Eu estou falando porque é tanto ruído, tanto interesse, é tanta coisa, que eu fico desconfiado, mas eu não tenho os detalhes. Eu não sei o tamanho real do prejuízo, não sei as condições reais que o BRB tem para para para comprar esse esse buraco que parece ser gigante”, afirmou.

    Centrão quer poder para Congresso demitir comando do Banco Central

  • Alexandre Frota diz que Claudia Raia o traiu com Raul Gazolla

    Alexandre Frota diz que Claudia Raia o traiu com Raul Gazolla

    Alexandre Frota também falou sobre o vício em drogas e como se libertou da dependência

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Em entrevista ao No Alvo (SBT), Alexandre Frota falou sobre a “pulada de cerca” de Claudia Raia quando eles eram casados.

    Segundo o ator, Claudia teria tido um affair com Raul Gazolla, o que não o incomodou. “O Raul Gazolla é meu irmão, talvez seja um dos caras que eu mais amo nesse país. Já falei para todo mundo que durante o tempo que eu estava casado com a Claudia, o Raul e a Claudia tiveram um negócio. E está tudo certo. Na vida, a gente um dia ganha, um dia perde, um dia a gente bate, um dia a gente apanha. Um beijo no coração do Raul”, falou.

    Ainda na entrevista, Frota se emocionou ao falar do filho Mayã, com quem tem uma relação difícil. “Fiz e cumpri todas as minhas obrigações como pai. Foi a escolha dele, foi ele que decidiu, quando eu ganhei para deputado federal, falar que não acreditava como que o Brasil tinha votado num cara assim, um cara que fazia filmes, num cara que tinha sido ex-drogado”, disse.

    “Ele não levou em conta o quanto é difícil e as milhões de pessoas que passam por essa situação da droga e ele deveria olhar o pai como um pai vencedor. Um pai que até os 24 anos de idade pagou pensão alimentícia. Saí de casa para trabalhar com 14. Mas não critico, foi escolha dele e está tudo bem. Sou um grande pai para o Enzo, para a Bella, fui um pai para ele. É um filho que escolheu se afastar do pai. A escolha é dele”, continuou.

    Frota também abordou o vício em drogas e como se libertou da dependência. “Eu sempre fiz esporte, judô, capoeira, jiu-jitsu, mergulho, natação. E aí, através da bebida, achei que era legal aquilo, comecei a beber, e da bebida você vai passando para outras drogas. Passei por um processo muito grande, muito delicado. Hoje sou um vitorioso. Eu estou há mais de 25 anos limpo e só Deus sabe como foi.”

    “Quando me vi naquele processo todo, pensei: ‘Não quero que meus amigos, minha família amanheçam com a televisão dizendo que o Alexandre Frota foi encontrado num hotel de quinta categoria, com overdose’. E aí eu decidi que eu tinha que sair, que eu não queria morrer”, contou.

    O programa foi ao ar na última segunda-feira (1º), no SBT.

    Alexandre Frota diz que Claudia Raia o traiu com Raul Gazolla

  • Alexandre Frota diz que Claudia Raia o traiu com Raul Gazolla

    Alexandre Frota diz que Claudia Raia o traiu com Raul Gazolla

    Alexandre Frota também falou sobre o vício em drogas e como se libertou da dependência

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Em entrevista ao No Alvo (SBT), Alexandre Frota falou sobre a “pulada de cerca” de Claudia Raia quando eles eram casados.

    Segundo o ator, Claudia teria tido um affair com Raul Gazolla, o que não o incomodou. “O Raul Gazolla é meu irmão, talvez seja um dos caras que eu mais amo nesse país. Já falei para todo mundo que durante o tempo que eu estava casado com a Claudia, o Raul e a Claudia tiveram um negócio. E está tudo certo. Na vida, a gente um dia ganha, um dia perde, um dia a gente bate, um dia a gente apanha. Um beijo no coração do Raul”, falou.

    Ainda na entrevista, Frota se emocionou ao falar do filho Mayã, com quem tem uma relação difícil. “Fiz e cumpri todas as minhas obrigações como pai. Foi a escolha dele, foi ele que decidiu, quando eu ganhei para deputado federal, falar que não acreditava como que o Brasil tinha votado num cara assim, um cara que fazia filmes, num cara que tinha sido ex-drogado”, disse.

    “Ele não levou em conta o quanto é difícil e as milhões de pessoas que passam por essa situação da droga e ele deveria olhar o pai como um pai vencedor. Um pai que até os 24 anos de idade pagou pensão alimentícia. Saí de casa para trabalhar com 14. Mas não critico, foi escolha dele e está tudo bem. Sou um grande pai para o Enzo, para a Bella, fui um pai para ele. É um filho que escolheu se afastar do pai. A escolha é dele”, continuou.

    Frota também abordou o vício em drogas e como se libertou da dependência. “Eu sempre fiz esporte, judô, capoeira, jiu-jitsu, mergulho, natação. E aí, através da bebida, achei que era legal aquilo, comecei a beber, e da bebida você vai passando para outras drogas. Passei por um processo muito grande, muito delicado. Hoje sou um vitorioso. Eu estou há mais de 25 anos limpo e só Deus sabe como foi.”

    “Quando me vi naquele processo todo, pensei: ‘Não quero que meus amigos, minha família amanheçam com a televisão dizendo que o Alexandre Frota foi encontrado num hotel de quinta categoria, com overdose’. E aí eu decidi que eu tinha que sair, que eu não queria morrer”, contou.

    O programa foi ao ar na última segunda-feira (1º), no SBT.

    Alexandre Frota diz que Claudia Raia o traiu com Raul Gazolla