Autor: REDAÇÃO

  • Neymar se despede da Vila antes da convocação de Ancelotti

    Neymar se despede da Vila antes da convocação de Ancelotti

    VALENTIN FURLAN
    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A partida do Santos contra o Red Bull Bragantino, que será disputada neste domingo (10), às 18h30 (de Brasília), será a última de Neymar na Vila Belmiro antes da divulgação da lista final da seleção brasileira para a Copa do Mundo.

    O craque do Santos vive reta finalíssima para convencer Carlo Ancelotti a ser chamado para o mundial deste meio de ano. A convocação será realizada no dia 18 de maio.

    Até lá, Neymar terá apenas três partidas com a camisa do Peixe: uma contra o Red Bull Bragantino e duas contra o Coritiba -uma pela Copa do Brasil, fora, e outra pelo Brasileirão, em casa.
    O segundo embate contra o Coxa, no entanto, terá o Santos como mandante, mas em Itaquera, e não na Vila Belmiro. O clube aproveitará que não há jogos de nenhum dos três grandes na capital no próximo final de semana e levará o embate à Neo Química Arena.

    O momento do Peixe está longe de ser tranquilo. No Brasileirão, o elenco comandado por Cuca iniciou a rodada apenas na 16ª colocação, com 15 pontos, uma posição acima da zona de rebaixamento.

    Na Copa Sul-Americana, o cenário também é delicado. O clube ainda não venceu na competição continental e soma apenas três pontos em quatro rodadas, ocupando a lanterna do Grupo D — foram três empates e uma derrota até aqui, sequência que colocou o time atrás de San Lorenzo, Deportivo Cuenca e Deportivo Recoleta.

    O primeiro ato dessa sequência tripla acontece a partir das 18h30 (de Brasília) de hoje. O adversário do Santos ocupa a 7ª posição na tabela.

    Neymar se despede da Vila antes da convocação de Ancelotti

  • Fluminense empata com Vitória no fim; torcedores xingam Zubeldía

    Fluminense empata com Vitória no fim; torcedores xingam Zubeldía

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Fluminense e Vitória dividiram pontos na tarde deste sábado (9). No Maracanã, Tricolor e Rubro-Negro ficaram no empate por 2 a 2, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro.

    John Kennedy e Serna marcaram pelos donos da casa, enquanto Renato Kayzer e Renê, pelo lado baiano.

    Durante o segundo tempo, a torcida do Flu entoou cantos de ‘burro’ contra o técnico Luis Zubeldía. Ao fim do jogo, as arquibancadas ampliaram as vaias.
    O próximo compromisso do Fluminense é na quinta-feira, contra o Operário, pelo jogo de volta da 5ª fase da Copa do Brasil. Na ida, disputada no Paraná, empate em 0 a 0.

    O Vitória, enquanto isso, volta a campo no mesmo dia, contra o Flamengo, também pela copa. Time de Salvador perdeu por 2 a 1, na Bahia, na ida.

    LANCES IMPORTANTES

    Nada. Após tabela com Renê, Lucho Acosta ganhou espaço e invadiu a grande área. Antes de finalizar a jogada, foi derrubado pela marcação baiana e pediu pênalti. Árbitro nada marcou.

    Uhh! A pressão na saída de bola do Fluminense deu resultado, e Samuel Xavier conseguiu recuperar a posse já no campo de ataque. Na sequência, a equipe carioca acelerou a jogada com passes rápidos até Lucho Acosta servir Nonato na entrada da área. O volante finaliza, mas é travado, e a bola sai pela linha de fundo tirando tinta da trave.

    Para fora. Renato Kayzer avança pela esquerda e encontra Baralhas na entrada da área. O volante domina, ajeita o corpo e finaliza, mas manda pela linha de fundo, com perigo.

    Linda jogada. Acosta acionou Nonato de letra, e Savarino recebeu bola enfiada na ponta. O atacante finalizou forte, mas Luan Cândido apareceu no momento certo para travar e mandar para fora.

    1 a 0! O Fluminense abriu o marcador com John Kennedy. Após cobrança de escanteio de Savarino, a bola sofreu um desvio dentro da área e ficou viva para o atacante, que aproveitou a sobra para mandar, à queima-roupa, para o fundo das redes. Placar aberto no Maracanã.

    Quase de letra! Lucho Acosta deu belo drible em Edenílson antes de servir John Kennedy, dentro da área. O atacante tentou a finalização de letra, mas Lucas Arcanjo apareceu bem para evitar o gol.

    Pega, Arcanjo! Savarino inverte, Soteldo recebeu na esquerda e chutou colocado. O goleiro fez grande defesa para salvar o Vitória.

    1 a 1! Arbitragem marcou pênalti de Alisson em cima de Luan Cândido, após o meio-campista tricolor segurar o zagueiro do Vitória dentro da grande área. Na cobrança, Kayzer bateu no canto esquerdo, deslocou Fabio e deixou tudo igual no Rio.

    2 a 1! Virada no Maracanã! Em jogada individual, Renê carregou a bola desde o campo de ataque, supera a marcação e arriscou de média distância. A finalização colocada no canto não dá chances para Fábio, que viu a bola ir às redes de mansinho, rente à trave.

    2 a 2! Nos acréscimos, o empate do Flu. John Kennedy briga pela jogada e encontra um ótimo lançamento para o atacante, que percebe a saída do goleiro e toca com categoria por cobertura para deixar tudo igual no placar.

    FICHA TÉCNICA
    FLUMINENSE 2 x 2 VITÓRIA

    FLUMINENSE
    Fábio; Samuel Xavier, Ignácio, Millán e Renê; Alisson, Nonato e Lucho Acosta; Savarino, John Kennedy e Soteldo. T.: Luís Zubeldía

    VITÓRIA
    Lucas Arcanjo; Nathan Mendes, Edenílson, Caíque, Luan Cândido e Ramon; Baralhas, Zé Vitor, Martínez; Renê e Kayzer. T.: Jair Ventura

    Local: Maracanã, em Rio de Janeiro (RJ)
    Juiz: Braulio da Silva Machado (SC)
    Assistentes: Thiaggo Americano Labes (SC) e Alex dos Santos (SC)
    VAR: Rodrigo D’Alonso Ferreira (SC)
    Cartões amarelos: Riquelme, Alisson (Fluminense); Ramon, Renato Kayzer (Vitória)
    Gols: John Kennedy 36’/1°T, Serna 46’/2°T (FLU); Renato Kayzer PÊN 17’/2°T, Renê 21’/2°T (VIT)

    Fluminense empata com Vitória no fim; torcedores xingam Zubeldía

  • Publicitário amigo de Flávio Bolsonaro vai coordenar comunicação de campanha

    Publicitário amigo de Flávio Bolsonaro vai coordenar comunicação de campanha

    Marcelão é amigo de Flávio e um dos principais conselheiros de sua pré-candidatura a presidente. Ele é dono da Cálix Propaganda e ex-policial civil do Distrito Federal. O publicitário prepara a saída dele da empresa para assumir oficialmente a função até o começo de junho.

    THAÍSA OLIVEIRA
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) decidiu que o publicitário Marcello Lopes, conhecido em Brasília como Marcelão, será o coordenador de comunicação de sua campanha à Presidência.

    Marcelão é amigo de Flávio e um dos principais conselheiros de sua pré-candidatura a presidente. Ele é dono da Cálix Propaganda e ex-policial civil do Distrito Federal. O publicitário prepara a saída dele da empresa para assumir oficialmente a função até o começo de junho.

    Avesso ao rótulo de marqueteiro, Marcelão recebeu carta branca de Flávio para coordenar a estratégia de comunicação da campanha, desde a parte digital até as inserções em rádio e TV, passando pela assessoria de imprensa.

    Ele foi apresentado ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto, na semana retrasada e já acertou as primeiras contratações. O publicitário foi procurado pela reportagem na sexta (8), mas não quis se manifestar.

    Pessoas a par das tratativas relatam que Marcelão afirmou a Flávio que gostaria de montar uma equipe com profissionais conhecidos no mercado. Marcos Carvalho, especialista em estratégia digital, e Fernando Pessoa, assessor de longa data de Flávio, vão continuar à frente das redes sociais.
    Integrantes da campanha afirmam que a estratégia de comunicação deve ser fortemente amparada em dados.

    A avaliação até aqui –colhida principalmente a partir de pesquisas qualitativas, em que eleitores conversam à vontade sobre os pré-candidatos– é a de que a rejeição a Flávio vem do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas pode ser revertida.

    Para enfrentar a desaprovação de Flávio entre as mulheres, a equipe tem aumentado a aparição da esposa dele, Fernanda, e das duas filhas. A campanha tem reforçado a mensagem de que o senador é “pai de menina” como contraponto à declaração de Jair de que teve uma filha mulher, depois de quatro filhos homens, porque deu “uma fraquejada”.

    Flávio participou do lançamento da pré-candidatura do senador Marcos Rogério (PL) ao Governo de Rondônia, em março, com uma camiseta com a frase “pai de menina” e repetiu a roupa em um vídeo divulgado em 1º de maio.
    Aos 45 anos, Flávio também tem sido apresentado como um candidato jovem para forçar uma comparação com o presidente Lula (PT), que tem 80 anos. Um dos motes da pré-campanha tem sido o de que “o Brasil tem futuro”.

    O jeito desengonçado de dançar do senador viralizou nas redes sociais e, de acordo com assessores, trouxe efeitos positivos, ao reforçar a mensagem de jovialidade.

    Como mostrou a coluna Painel, a equipe de Flávio também escalou uma tropa de choque de deputados federais bolsonaristas. A ideia é não só rebater rapidamente notícias falsas que surjam contra o senador, mas também usar as redes desses aliados para debates em que ele não queira entrar diretamente.

    Na terça-feira da semana passada (28), o pré-candidato se reuniu no gabinete dele com os deputados federais Bia Kicis (PL-DF), Júlia Zanatta (PL-SC), Gustavo Gayer (PL-GO), Maurício Marcon (PL-RS) e Carlos Jordy (PL-RJ). Nikolas Ferreira (PL-MG) participou da reunião por videoconferência.

    Publicitário amigo de Flávio Bolsonaro vai coordenar comunicação de campanha

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  • Ypê vira alvo de embate político nas redes sociais após suspensão da Anvisa

    Ypê vira alvo de embate político nas redes sociais após suspensão da Anvisa

    A Ypê declarou, em nota divulgada à imprensa neste sábado (9), que manterá suspensa a linha de produção de detergentes, lava roupas líquidos e desinfetantes que fazem parte do lote com final 1, mesmo com um efeito suspensivo obtido contra a decisão da Anvisa.

    FELIPE MENDES
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O caso envolvendo a fabricante de produtos de limpeza Ypê virou símbolo do que é o ‘Fla-Flu’ na política brasileira. A empresa, que tem como dono apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, virou alvo de debates nas redes sociais após ter parte de sua produção suspensa por determinação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) na última quinta-feira (7).

    A Ypê declarou, em nota divulgada à imprensa neste sábado (9), que manterá suspensa a linha de produção de detergentes, lava roupas líquidos e desinfetantes que fazem parte do lote com final 1, mesmo com um efeito suspensivo obtido contra a decisão da Anvisa.

    A Química Amparo, dona da marca Ypê, é controlada pelos irmãos Waldir Beira Júnior, Jorge Beira e Ricardo Beira. São herdeiros de Waldyr Beira, fundador do negócio que morreu em um acidente no trabalho. Nas eleições de 2022, quatro integrantes da família doaram, juntos, R$ 1,5 milhão para apoiar a candidatura de Jair Bolsonaro, que tentava se reeleger naquele momento.

    Apoiadores do ex-presidente iniciaram uma campanha a favor da empresa nas redes sociais. Até artistas endossaram as críticas contra órgãos sanitários. Nas redes, bolsonaristas dizem que a empresa é alvo de perseguição e represália por parte do governo Lula.

    O ator global Júlio Rocha e a cantora Jojo Toddynho foram alguns dos famosos que endossaram os críticos à suspensão. Rocha disse “já tomei banho com Ypê” no Instagram, enquanto a cantora afirmou que não abriria mão de usar produtos do lote suspenso pela Anvisa.

    Enquanto isso, os órgãos sanitários pedem cautela. O CVS (Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo) reforçou, em nota enviada à Folha, que o risco sanitário permanece, portanto não recomenda que consumidores utilizem produtos do lote 1.

    O trabalho de avaliação tem sido realizado entre Anvisa, CVS e a Vigilância Sanitária do município de Amparo, no interior de São Paulo.

    Segundo o comunicado, a liminar obtida pela empresa não libera consumidores ao uso ou a venda dos produtos do lote possivelmente infectado. “O CVS esclarece que a avaliação técnica sobre o risco sanitário permanece mantida. A apresentação de recurso administrativo pela empresa segue o rito previsto na legislação vigente e será analisada pela Anvisa, sem alterar, até o momento, a avaliação decorrente da inspeção”, diz.

    Os órgãos sanitários apontam que a inspeção realizada na última semana identificou descumprimentos em etapas essenciais da produção, além de falhas que indicam risco sanitário em diversos produtos.

    “A recomendação aos consumidores é que não utilizem os produtos indicados na medida sanitária, que abrange lava louças, sabão líquido para roupas e desinfetantes de lotes específicos da marca”, afirma o CVS. “A mesma recomendação vale para o comércio destes produtos em mercados, supermercados e similares, no sentido de que segreguem os lotes destes produtos e não os coloquem à venda.”

    O QUE DIZ A YPÊ SOBRE A ANVISA

    “A Ypê esclarece que tem mantido suspensa as linhas de produção da sua fábrica de líquidos desde o último dia 7 de maio, responsáveis pela fabricação dos produtos lava-roupas líquido, lava-louças líquido e desinfetantes de número de lote final 1 (um), objeto da RE n. 1834/2026”, afirma a empresa. “Esta medida continua em curso, independentemente do efeito suspensivo obtido com o nosso recurso, e tem como objetivo acelerar o cronograma e a conclusão de medidas apontadas pela Anvisa.”

    A empresa diz que tem colaborado com as autoridades na busca por uma solução à situação. Em comunicado divulgado anteriormente, a Ypê diz que recebeu a determinação da Anvisa e que colabora integralmente, “conduzindo todas as ações necessárias com máxima prioridade, responsabilidade e transparência”. A fabricante diz que ampliou a estrutura de atendimento do SAC nesta sexta-feira (8).

    QUEM É A YPÊ

    Fundada em 1950, a Ypê é líder do mercado de diversas categorias no segmento de higiene e limpeza no país. Segundo estimativas da própria empresa, está presente com seus produtos em cerca de 95% dos lares brasileiros, com um portfólio com mais de 450 itens diferentes em 23 categorias. Também é dona de marcas como Assolan, Atol, Tixan, entre outras.
    A matriz da companhia é em Amparo, a 129 km de São Paulo. De capital fechado, a empresa emprega mais de 7.000 pessoas e conta com complexos fabris em Salto (SP), Simões Filho (BA), Anápolis (GO), Goiânia (GO), Itajubá (MG) e Itapissuma (PE). Ao longo do tempo, a dona da Ypê se tornou uma concorrente de peso para a gigante Unilever, dona também do limpador e desinfetante Cif, e da P&G, dona das marcas Ariel, Downy, Ace.

    QUE PRODUTOS FORAM SUSPENSOS?

    De acordo com a Anvisa, somente os lotes que terminam com o número 1, dos produtos abaixo estão afetados:
    Lava-louças Ypê Clear Care
    Lava-louças com enzimas ativas Ypê
    Lava-louças Ypê
    Lava-louças Ypê Toque Suave
    Lava-louças Concentrado Ypê Green
    Lava-louças Ypê Clear
    Lava-louças Ypê Green
    Lava-roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor
    Lava-roupas líquido
    Tixan Ypê Cuida das Roupas
    Lava-roupas líquido Tixan Ypê Antibac
    Lava-roupas líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha
    Lava-roupas líquido Tixan Ypê Green
    Lava-roupas líquido Ypê Express
    Lava-roupas líquido Ypê Power Act
    Lava-roupas líquido Ypê Premium
    Lava-roupas Tixan Maciez
    Lava-roupas Tixan Primavera
    Desinfetante Bak Ypê
    Desinfetante de uso geral Atol
    Desinfetante perfumado Atol
    Desinfetante Pinho Ypê
    Lava-roupas Tixan Power Act

    RAIO-X | QUÍMICA AMPARO
    Fundação: 1950
    Sede: Amparo (SP)
    Funcionários: 7.300
    Marcas: Ypê, Tixan, Banho a Banho, Flor de Ypê, Siene, Perfex, Assolan, Atol
    Fábricas: Amparo (SP), Salto (SP), Simões Filho (BA), Anápolis (GO), Goiânia (GO), Itajubá (MG) e Itapissuma (PE)
    Concorrentes: Unilever, P&G, Reckitt, Flora, Limppano, Bombril
    Faturamento: R$ 10 bilhões

    Ypê vira alvo de embate político nas redes sociais após suspensão da Anvisa

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  • São Paulo encara clássico em paz com Roger, mas em ‘guerra’ contra Itaquera

    São Paulo encara clássico em paz com Roger, mas em ‘guerra’ contra Itaquera

    VALENTIN FURLAN
    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O São Paulo chega, justamente em seu momento mais estável sob o comando de Roger Machado, para a semana mais decisiva desde a crise vivida após a derrota para o Vasco, em São Januário.

    Sem perder há cinco jogos, o treinador viu a pressão diminuir nos últimos dias, mas terá pela frente dois compromissos capazes de mudar novamente o clima no clube.

    Desde o revés no Rio de Janeiro, quando Roger mais ficou pressionado no cargo, o São Paulo engatou uma sequência positiva. Além das cinco partidas sem derrotas, incluindo compromissos pela Copa Sul-Americana disputados com equipe mista, o Tricolor não sofreu gols na competição continental, segue no G4 do Brasileirão e ainda venceu o primeiro duelo contra o Juventude pela quinta fase da Copa do Brasil.

    A sequência ocorre em um momento longe do Morumbis -desde a vitória sobre o Juventude, no dia 21 de abril. Na ocasião, mesmo com o triunfo, o comandante foi alvo de vaias antes, durante e depois da partida, no momento de maior desgaste com a torcida. Longe de casa, que recebeu shows nas últimas semanas, o time conseguiu resultados consistentes e diminuiu a turbulência interna.

    Agora, o cenário pode mudar rapidamente. Neste domingo, o São Paulo enfrenta o Corinthians, às 18h30, na Neo Química Arena, pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro.

    O estádio em Itaquera é, historicamente, um problema para o Tricolor: desde 2014, o clube venceu apenas uma vez no local — em 2024, sob o comando de Thiago Carpini, por 2 a 0, pelo Campeonato Paulista -somando ainda oito empates e 11 derrotas.

    Na sequência, o São Paulo encara o Juventude, em Caxias do Sul, pelo jogo de volta da quinta fase da Copa do Brasil. A classificação é tratada como fundamental internamente, tanto pelo peso esportivo e financeiro quanto pelo impacto no ambiente político e na confiança da torcida.

    Um possível Tricolor para o clássico tem: Rafael; Cédric Soares, Dória, Sabino e Wendell; Bobadilla, Danielzinho e Luciano; Artur, Calleri e Ferreira.

    São Paulo encara clássico em paz com Roger, mas em ‘guerra’ contra Itaquera

  • Paolla Oliveira divulga ensaio de topless na praia

    Paolla Oliveira divulga ensaio de topless na praia

    Nas imagens, a artista aparece de topless, em poses que exploram a luz natural e a paisagem litorânea.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A atriz Paolla Oliveira utilizou as redes sociais neste sábado (9) para divulgar novos registros de um ensaio fotográfico realizado na praia.

    Nas imagens, a artista aparece de topless, em poses que exploram a luz natural e a paisagem litorânea.

    Nos comentários os fãs não pouparam elogios à artista. “Ela não poupa ninguém. Linda de viver”, afirmou uma usuária. “Essa seria precisa nem cantar pra encantar”, pontuou outra

    Celebridades também reagiram ao ensaio fotográfico. Sabrina Sato comentou: “É muita beleza.” Enquanto Anitta disparou: “Lindíssima.”

    As imagens podem ser vistas no perfil da atriz no Instagram:

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  • Influenciadora e o ex-marido são presos por estupro contra os filhos

    Influenciadora e o ex-marido são presos por estupro contra os filhos

    A influenciadora e o ex já haviam sido presos em janeiro de 2023, durante uma operação da Polícia Federal sobre crimes de abuso sexual infantil, em Paraty.

    A Polícia Civil prendeu uma influenciadora digital e seu ex-marido na última quinta-feira (7) por estupro contra os próprios filhos, no município de Itaguaí, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Os nomes não foram divulgados para preservar as vítimas.

    A influenciadora e o ex já haviam sido presos em janeiro de 2023, durante uma operação da Polícia Federal sobre crimes de abuso sexual infantil, em Paraty.

    As autoridades informaram que as investigações tiveram início a partir de informações de órgãos internacionais sobre a presença de materiais pornográficos de menores de idade. A corporação disse ainda que as investigações apontaram que o casal estuprava os filhos menores de idade, produzia conteúdo pornográfico de lactofilia e o divulgava no exterior. De acordo com o G1, os dois já haviam sido condenados pela Justiça a 23 anos de prisão. O mandado contra o casal foi expedido pela 2ª Vara Federal de Volta Redonda.

    Os policiais civis realizaram o monitoramento de possíveis rotas e endereços vinculados aos dois e os localizaram em Itaguaí. O casal deve responder pelo crime de estupro e por vender fotografia, vídeo ou outro registro que contenha sexo explícito ou pornografia envolvendo criança ou adolescente.

    Influenciadora e o ex-marido são presos por estupro contra os filhos

  • Casal é detido após tentar fazer sexo em poltrona durante a voo Argentina

    Casal é detido após tentar fazer sexo em poltrona durante a voo Argentina

    O caso aconteceu no voo CM 836, que pousou na madrugada desta terça-feira no aeroporto de Rosário. Segundo informações do jornal argentino La Nacion, o homem tem 55 anos e a mulher 60.

    Um casal foi detido após causar tumulto durante um voo da Copa Airlines que saiu da Cidade do Panamá com destino a Rosário, na Argentina. Os passageiros foram denunciados por outros viajantes depois de supostamente tentarem manter relações sexuais em seus assentos durante a viagem.

    O caso aconteceu no voo CM 836, que pousou na madrugada desta terça-feira no aeroporto de Rosário. Segundo informações do jornal argentino La Nacion, o homem tem 55 anos e a mulher 60. De acordo com os relatos, os dois estavam seminus no momento em que chamaram a atenção dos demais passageiros, provocando desconforto dentro da aeronave.

    Ainda conforme o jornal, a tripulação decidiu registrar uma queixa por exibicionismo contra o casal. A chefe de cabine teria comunicado o episódio ao supervisor do voo após receber diversas reclamações de pessoas que acompanhavam a situação durante a viagem.

    Antes mesmo do pouso, as autoridades acionaram o Ministério Público de Rosário. Seguindo o protocolo estabelecido para esse tipo de ocorrência, os dois passageiros foram encaminhados à delegacia responsável pela área do aeroporto internacional localizado no bairro de Fisherton, onde passaram pelos procedimentos legais.

    Embora o código aeronáutico argentino não tenha uma proibição específica sobre relações sexuais dentro de aeronaves, a conduta pode ser interpretada como violação das normas de comportamento dos passageiros e também como interferência na autoridade do comandante responsável por manter a ordem e a segurança do voo.

    Além das medidas tomadas pelas autoridades locais, a companhia aérea também pode aplicar sanções administrativas aos envolvidos. Entre as punições possíveis estão advertências internas e até mesmo a proibição de embarque em futuros voos da empresa.

    O episódio relembrou outros casos parecidos registrados recentemente na Europa. Em 2025, um casal britânico teria causado problemas em um voo da EasyJet entre Londres e Alicante, na Espanha. Segundo passageiros, os dois estavam alcoolizados e chegaram a afirmar que fariam parte do “mile high club”, expressão em inglês usada para quem mantém relações sexuais durante voos.

    Na ocasião, os passageiros relataram desconforto após a dupla se trancar no banheiro da aeronave. Uma comissária tentou contato, mas não obteve resposta, levando ao acionamento das autoridades do aeroporto de Alicante.

    Outro episódio semelhante ocorreu em 2023, também envolvendo a EasyJet. Segundo o La Nacion, integrantes da tripulação flagraram um casal dentro do banheiro da aeronave, e os envolvidos acabaram detidos após o desembarque.

    Casal é detido após tentar fazer sexo em poltrona durante a voo Argentina

  • Moraes suspende dosimetria aprovada no Congresso até STF julgar lei que pode reduzir pena de Bolsonaro

    Moraes suspende dosimetria aprovada no Congresso até STF julgar lei que pode reduzir pena de Bolsonaro

    Na decisão, o ministro diz que aguardará o julgamento do plenário da corte sobre a constitucionalidade da medida, que já virou alvo de questionamentos judiciais.

    ANA POMPEU, LUÍSA MARTINS, MARIANA BRASIL E CAROLINA LINHARES
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), suspendeu neste sábado (9) a aplicação da Lei da Dosimetria aprovada pelo Congresso Nacional e que pode reduzir as penas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros condenados por tentativa de golpe de Estado e pelos atos golpistas do 8 de Janeiro.

    Na decisão, o ministro diz que aguardará o julgamento do plenário da corte sobre a constitucionalidade da medida, que já virou alvo de questionamentos judiciais.

    O posicionamento de Moraes foi expresso em processos de execução penal de ao menos dez casos relacionados aos ataques do 8 de Janeiro.

    O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), promulgou a Lei da Dosimetria na sexta-feira (8), depois de o presidente Lula (PT) deixar vencer o prazo após seu veto integral ao texto ter sido derrubado pelo Congresso.

    Com isso, advogados dos réus acionaram o STF com pedidos de redução de pena com base na nova lei. Ainda na sexta, porém, a federação PSOL-Rede e a ABI (Associação Brasileira de Imprensa) também entraram com ações na corte para barrar a norma, pedindo que o texto fosse considerado inconstitucional e que uma medida cautelar (decisão urgente) suspendesse sua eficácia.

    Neste sábado, a federação constituída por PT, PC do B e PV também acionou o STF com uma ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade). A federação argumenta que a vigência da Lei da Dosimetria até o julgamento da ADI iria criar um “incentivo perverso para a organização de novos ataques às instituições democráticas”.

    Como mostrou a Folha de S. Paulo, ao julgar a constitucionalidade da lei, o STF tende a validá-la, mas com recados sobre combate a atos antidemocráticos. Há um consenso de que a redução de penas é uma prerrogativa do Legislativo, mas parte dos ministros diz entender que a medida pode significar incentivo a novos atos antidemocráticos.

    Na noite de sexta, Moraes foi sorteado relator das ações. Assim, além de relatar os casos relacionados à trama golpista, ele vai conduzir os processos que tratam da Lei da Dosimetria.

    Ao comentar a decisão neste sábado, durante evento de campanha em Florianópolis, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que a democracia fica abalada com o que chamou de canetada de Moraes.

    “Agora, muito estranhamente, ele vai e dá essa canetada. Mais uma vez, um jogo combinado. Mais uma vez, é a democracia que fica abalada. Numa canetada monocrática, mais uma vez, um ministro do Supremo revoga a decisão de nós, os verdadeiros representantes do povo”, disse o pré-candidato à presidência.

    Aprovado pelos parlamentares em dezembro, o projeto diz que as penas pelos crimes de tentativa de golpe de Estado e de abolição violenta do Estado democrático de Direito não devem ser somadas quando inseridas no mesmo contexto -vale a pena mais grave.

    No caso de Bolsonaro, a medida reduz o tempo em regime fechado do intervalo atual de 6 a 8 anos para entre 2 anos e 4 meses e 4 anos e 2 meses, a depender da interpretação. O ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses de prisão pelo STF por cinco crimes, como líder da trama golpista.

    Ao contrário dos condenados pelo 8 de Janeiro que já acionaram o STF em busca da redução de penas, a defesa de Bolsonaro indicou que esperaria mais tempo para protocolar o pedido. A estratégia dos advogados era justamente aguardar a manifestação de Moraes a respeito da validade da lei, o que ocorreu neste sábado.

    Em nota, a defesa da cabeleireira Débora Rodrigues, conhecida como “Débora do Batom”, e de outros condenados disse que a decisão de Moraes causa “enorme preocupação jurídica e institucional”.

    “O Congresso Nacional aprovou uma lei. A lei foi promulgada. A lei foi publicada. A lei está em vigor. E mesmo assim, ela deixa de ser aplicada por uma decisão individual baseada em uma suspensão burocrática até julgamento futuro de ações no Supremo”, diz nota do advogado Hélio Garcia Ortiz Junior.

    “Ao invés de permitir a incidência imediata de uma lei penal mais benéfica -algo historicamente garantido pelo ordenamento jurídico brasileiro- optou-se por impedir seus efeitos antes mesmo de uma decisão definitiva do plenário”, completa.

    O senador e ex-juiz Sergio Moro (PL-PR) criticou a decisão de Moraes em publicação nas redes sociais. “Toda lei tem presunção de inconstitucionalidade. Não é razoável suspender a lei 15.402, que reduziu as penas exacerbadas dos condenados do 8/1, só porque partidos e associações satélites do PT ingressaram com ações de inconstitucionalidade no STF”, disse.

    O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), afirmou que não há democracia quando “um juiz governa sozinho acima de todos” e cobrou que a Câmara aprove a PEC (proposta de emenda à Constituição) que disciplina as decisões monocráticas. “A decisão monocrática do ministro Moraes não suspendeu apenas uma lei. Suspendeu a vontade popular”, publicou.

    Já parlamentares governistas manifestaram apoio à medida, entre eles, o líder do PT na Câmara, Pedro Uczai (SC).

    “A decisão preserva a segurança jurídica e impede que uma mudança legislativa feita sob medida produza efeitos imediatos para reduzir as penas de quem atentou contra a democracia. O Congresso pode legislar, mas não pode usar a lei como escudo para quem tentou dar um golpe de Estado”, escreveu.

    A ex-ministra Gleisi Hoffmann (PT-PR) afirmou que o “acordão para beneficiar Jair Bolsonaro e seus cúmplices não está acima da Constituição” e que tentativas de golpe têm que ser enfrentadas, “inclusive as que brotam de acordos espúrios para beneficiar criminosos”.

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  • Irã revela exigências para ir a Copa: “Não somos convidados dos EUA”

    Irã revela exigências para ir a Copa: “Não somos convidados dos EUA”

    Mehdi Taj, presidente da Federação de Futebol da República Islâmica do Irã (FFIRI), concedeu neste domingo uma longa entrevista à agência nacional WANA, na qual revelou parte das dez condições impostas para que o país participe da Copa do Mundo FIFA de 2026, após o conflito com os Estados Unidos, um dos países-sede do torneio.

    “Uma das questões mais importantes é que os vistos devem ser emitidos para todos os membros da equipe, sem qualquer exceção, e todos devem poder entrar em igualdade de condições. Houve conversas sobre alguns indivíduos possivelmente não receberem vistos, mas nós não somos convidados do país anfitrião, somos convidados da FIFA, e a FIFA deve garantir isso”, afirmou.

    “Outra condição importante é que, depois da emissão dos vistos, nenhuma entrevista adicional ou restrição seja imposta aos membros da equipe. Além disso, nenhuma bandeira ou símbolo não relacionado deve estar presente dentro dos estádios”, continuou, também exigindo respeito ao hino iraniano.

    “Competições anteriores mostraram que às vezes surgem problemas nesse aspecto, então essa questão deve ser totalmente respeitada (…). Essas garantias devem ser dadas pela FIFA e depois comunicadas às equipes por meio da FIFA, e não diretamente pelo país anfitrião”, completou.

    “Já se passaram dez dias desde que voltamos do Canadá, mas nossas bagagens ainda não foram devolvidas”
    Mehdi Taj também destacou a importância de evitar novos episódios como o ocorrido na semana passada, quando uma delegação da Federação de Futebol da República Islâmica do Irã teve a entrada barrada no Canadá — outro país-sede da Copa ao lado dos Estados Unidos e do México — e precisou retornar a Teerã, o que levou a um pedido de desculpas da FIFA.

    “Estou preocupado com a Copa do Mundo. Se fomos tratados dessa maneira no Canadá, e isso não for levado a sério, a situação nos Estados Unidos pode ser ainda pior. Já se passaram dez dias desde que voltamos do Canadá, mas nossas bagagens ainda não foram devolvidas. Não faço ideia do que aconteceu com as nossas malas”, lamentou.

    Nesse sentido, ele afirmou estar trabalhando para reservar “um voo direto da Turquia para os Estados Unidos, através de companhias aéreas iranianas”, para evitar problemas semelhantes.

    Será justamente na Turquia que a seleção fará o último período de preparação antes do início da Copa do Mundo FIFA de 2026, em um estágio que deverá durar entre dez e quinze dias.

    “Durante esse período, o processo de emissão dos vistos deve estar totalmente concluído, porque os vistos ainda não foram emitidos para todos os membros da equipe e já não resta muito tempo (…). Esses são requisitos normais para sediar competições internacionais, mas, devido às sensibilidades relacionadas à realização de um torneio nos Estados Unidos, precisam ser cuidadosamente analisados”, alertou.

    “Em relação ao processo de vistos, pedimos que os procedimentos sejam realizados em Ancara e, se possível, que a exigência de impressões digitais seja dispensada, para que os vistos possam ser emitidos mais rapidamente e no menor prazo possível”, acrescentou o dirigente.

    “O nosso objetivo é que a seleção nacional entre na Copa do Mundo sem preocupações administrativas ou logísticas, permitindo que todo o foco esteja voltado para a preparação técnica e o desempenho durante o torneio”, concluiu.

    Vale lembrar que o Seleção Iraniana de Futebol está no Grupo G da Copa do Mundo FIFA de 2026, ao lado de Seleção da Nova Zelândia, Seleção Egípcia de Futebol e Seleção Belga de Futebol.

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