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Autor: REDAÇÃO
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Novas pistas reforçam rumores sobre casamento de Taylor Swift e Travis Kelce em Nova York
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Por que os jogadores de futebol se machucam tanto? Veja os tipos de lesão mais comuns
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Era noite de sábado, 6 de junho, e a seleção brasileira enfrentava o Egito em um amistoso preparatório para a Copa do Mundo. Aos 15 minutos do primeiro tempo, Wesley sentou no gramado e pediu atendimento médico. Ele havia lesionado o músculo adutor da coxa esquerda e estaria fora da Copa. Éderson foi convocado para substituí-lo.
Wesley está longe de ser uma exceção. Dois nomes importantes da seleção também enfrentam problemas físicos nesta Copa. Raphinha sofreu uma lesão na parte posterior da coxa direita durante a partida contra o Haiti e ficará fora do confronto contra a Escócia nesta quarta-feira (24).
Já Neymar se recupera de uma lesão muscular grau 2 na panturrilha direita, sofrida em 17 de maio, quando defendia o Santos contra o Coritiba. O camisa 10 ficou fora dos jogos contra Marrocos e Haiti, e sua presença contra os escoceses é incerta.
Os três casos têm algo em comum: são lesões musculares, o problema de saúde mais frequente atualmente entre jogadores profissionais de futebol, segundo especialistas ouvidos pela reportagem.
As lesões musculares ocorrem quando as fibras responsáveis pela contração e pelo relaxamento dos músculos são submetidas a uma carga superior à que conseguem suportar. Isso pode provocar desde um estiramento leve até um rompimento parcial ou completo das fibras.
Os médicos costumam classificar essas lesões em três graus. No grau 1, há apenas um estiramento leve, com poucas limitações funcionais. No grau 2 ocorre uma ruptura parcial das fibras musculares, provocando dor mais intensa e dificuldade para realizar movimentos.
Já o grau 3 corresponde a uma ruptura extensa ou completa do músculo, situação que demanda um período muito maior de recuperação. Em algumas classificações há ainda o grau 4, para descrever lesões ainda mais graves do que as de grau 3.
Para Moisés Cohen, presidente do Comitê Médico Esportivo da FPF (Federação Paulista de Futebol) e professor titular de ortopedia e traumatologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), as lesões musculares lideram as estatísticas dos times.
“O futebol mudou muito. O que antes era chamado de ‘futebol arte’ hoje é ‘futebol força’. Existe uma intensidade muito maior, aquela vontade de ganhar, e o jogo acaba ficando muito mais agressivo porque o atleta está jogando no seu limite fisiológico”, diz.
Além disso, fatores como excesso de partidas, pouco tempo para recuperação, viagens frequentes, calor intenso e pressão por resultados contribuem para aumentar o risco de lesões.
“A Copa do Mundo é um torneio curto, mas extremamente exigente. Os atletas precisam atuar em alta performance em um intervalo muito pequeno entre as partidas, muitas vezes com apenas três ou quatro dias para recuperação”, acrescenta.
Nesta edição há ainda um fator adicional: o deslocamento. Como os jogos estão distribuídos entre Estados Unidos, México e Canadá, algumas seleções precisam percorrer longas distâncias entre uma partida e outra, enfrentando mudanças de clima, altitude, fuso horário e rotina de treinamento. Essa combinação aumenta significativamente o desgaste físico dos jogadores.
O médico do esporte Páblius Braga, do Hospital Nove de Julho, afirma que as próprias características do esporte tornam praticamente impossível eliminar o risco de lesões entre os jogadores.
“O futebol é um esporte bastante complexo porque você não tem movimentos lineares. Há muitas variáveis. O jogador precisa de mobilidade ao extremo, e naquele momento ele não vai poupar um movimento para ir atrás da bola ou de um adversário”, afirma.
“Mesmo atletas muito bem preparados continuam sujeitos a lesões ao longo da carreira. O treinamento, a preparação física e o trabalho preventivo reduzem o risco, mas não conseguem eliminá-lo totalmente.”
Um estudo conduzido por pesquisadores da Unifesp identificou 577 lesões musculares em jogadores das séries A e B do Campeonato Brasileiro entre 2016 e 2018. Essas lesões corresponderam a cerca de 35% de todos os problemas físicos registrados nos campeonatos.
Os músculos posteriores da coxa (isquiotibiais) foram os mais afetados. Os laterais apareceram como a posição mais vulnerável a esse tipo de problema.
A maioria das ocorrências foi classificada como de gravidade moderada, exigindo afastamento dos gramados por um período de oito a 28 dias. O estudo também mostrou que o trecho da partida com maior concentração de lesões foi entre os 61 e os 75 minutos de jogo.
Depois das lesões musculares, os problemas nos ligamentos aparecem entre os mais frequentes entre os jogadores. O principal deles envolve o LCA (ligamento cruzado anterior), uma estrutura localizada no joelho que é responsável por controlar os movimentos de rotação e garantir a estabilidade da articulação.
Esse tipo de lesão costuma ocorrer quando há mudanças bruscas de direção, giros repentinos ou aterrissagem após saltos, movimento frequente dos laterais. Os sintomas incluem dor intensa, inchaço, sensação de instabilidade e dificuldade para realizar movimentos de rotação.
Quando ocorre um rompimento completo, o tratamento geralmente exige cirurgia para reconstrução do ligamento, seguida de um longo período de reabilitação, que pode levar de seis meses a um ano, dependendo da gravidade do caso e da resposta do atleta ao tratamento.
“Mesmo que seja parcial, o tempo de recuperação pode passar de seis meses a um ano. Por isso, não é raro ouvir que um jogador lesionado só deverá retornar na temporada seguinte. O atleta precisa recuperar força, estabilidade, coordenação e readquirir os gestos esportivos específicos do futebol”, diz Braga.
O atacante Rodrygo sofreu uma ruptura do LCA associada a uma lesão no menisco em março, durante uma partida do Real Madrid. A contusão exigiu cirurgia e o tirou não apenas da Copa do Mundo, mas também de grande parte dos jogos de 2026.
Embora possam atingir qualquer atleta, algumas lesões estão relacionadas às características de cada posição. Jogadores que dependem de velocidade, explosão e arrancadas frequentes, como atacantes e pontas, tendem a sofrer mais com problemas na musculatura posterior da coxa e na panturrilha.
O atacante Estêvão sofreu uma lesão justamente no bíceps da coxa numa partida pelo Chelsea contra o Manchester United.
Já atletas que disputam muitas bolas aéreas, como zagueiros, costumam sobrecarregar mais a musculatura anterior da coxa e os tendões ligados ao joelho.
Segundo Braga, as lesões ocorrem frequentemente durante treinamentos e jogos. Nesses casos, o atendimento imediato é fundamental para proteger a área lesionada. “Quanto mais rápido for feito esse controle, melhores tendem a ser as condições para a recuperação.”
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Lauana Prado cancela último show antes de licença-maternidade
SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Grávida de 8 meses, Lauana Prado, 37, cancelou o último show que faria antes de sua licença-maternidade.
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Brasília inicia contagem regressiva de 1 ano da Copa do Mundo Feminina
A um ano da Copa do Mundo Feminina, Brasília deu início à contagem regressiva para o evento que promete ser a maior competição da história do futebol feminino. Para marcar a data, uma série de atividades voltadas ao incentivo do esporte e à mobilização da população foram organizadas nesta quarta-feira (24).
Por determinação da Federação Internacional de Futebol (FIFA), todas as cidades-sede da competição promoveram eventos simultâneos com esse objetivo. Na capital federal, a programação reuniu mais de 700 estudantes dos centros olímpicos do Distrito Federal, em ações no Estádio Nacional de Brasília, no Parque da Cidade e na Rodoviária do Plano Piloto.
A coordenadora do comitê do Executivo criado pelo governo do Distrito Federal (GDF) para a Copa de 2027, Laís Barufí explicou que as atividades integram o esforço de preparação da cidade para receber o evento.Segundo ela, as ações buscam aproximar a população, especialmente crianças e jovens, do futebol feminino.No Estádio Nacional, também conhecido como Estádio Mané Garrincha, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer a arena. Já no Parque da Cidade, os alunos fizeram pinturas com a temática da Copa, em uma atividade coletiva voltada à expressão artística e à celebração do torneio.
Fique por dentro das partidas e resultados. Veja a tabela de pontos por grupos
A programação incluiu, ainda, ações de engajamento com o público na plataforma da Rodoviária do Plano Piloto, onde foram organizadas atividades de “golzinho” para marcar simbolicamente a contagem regressiva de um ano para o Mundial.
Legado e transformação
A ex-jogadora da seleção brasileira feminina Michael Jackson (Marileia dos Santos), integra a equipe da secretaria extraordinária criada pelo Ministério do Esporte para a Copa feminina. Ela participou das atividades promovidas em parceria do governo federal com a FIFA e o GDF.Para Michael Jackson, a Copa não se limita apenas a uma competição esportiva. “Ela e o futebol envolvem impactos sociais duradouros. Por isso, nosso desafio é entregar a maior Copa da história do futebol feminino, deixando um legado que ajude no desenvolvimento da modalidade”.
Ela lembrou que o futebol feminino enfrentou décadas de proibição no país e destacou as mudanças ocorridas nos últimos anos.
“Hoje as meninas jogam livremente, em espaços que respeitam a prática do esporte”, disse.
A ex-atleta também enfatizou o papel das políticas públicas nesse processo. Segundo ela, o futebol feminino tem dimensão social e contribui para a formação de cidadãos.
“Atuei como jogadora e, agora, como gestora, estou ainda mais consciente de que o esporte ajuda a superar adversidades e a trabalhar pelo bem comum”, acrescentou ao lembrar que sua trajetória no esporte foi marcada por obstáculos e preconceitos, e que isso a motiva a trabalhar para que as novas gerações enfrentem menos dificuldades.
Estudantes
Entre os mais de 700 alunos que participaram da atividade está Maria Eduarda Souza, de 11 anos. A paixão pelo futebol fez dela uma das goleiras no Centro Olímpico da Ceilândia.
“Comecei aos cinco anos. Meu pai queria que eu praticasse algum esporte. Achei o futebol o melhor de todos”, contou.
Após visitar o Mané Garrincha, a estudante confessou ter ficado impressionada com a grandiosidade do Mané Garrincha, após visitá-lo. “Deu vontade de jogar naquele gramado”.Preocupada em conseguir, de si, o melhor desempenho durante as partidas de futebol, a goleira do centro olímpico adquiriu bons hábitos. “Passei a ter mais cuidado com a minha alimentação, para não me cansar tão rápido”, afirmou.
Esse desempenho cada vez melhor que vem sendo observado nas meninas praticantes de futebol foi percebido também pelo estudante Pedro Lucas Carvalho, de 13 anos, do Centro Olímpico do Recanto das Emas, cidade do DF próxima de Brasília.
Vestindo uma camisa assinada pelos jogadores da seleção brasileira de futsal, ele disse, em meio às atividades no Parque da Cidade, que as meninas se equivalem em qualidade técnica com o futebol praticado pelos meninos.
“Elas jogam tão bem ou até melhores do que a gente”, elogiou.
Segundo o estudante, a convivência entre meninos e meninas nas partidas torna o ambiente mais leve. “Fica mais divertido do que quando é só menino”, disse.Brasília inicia contagem regressiva de 1 ano da Copa do Mundo Feminina
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Santos acerta a rescisão de contrato com o volante Tomás Rincón
SANTOS, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Santos acertou, na manhã desta quarta-feira (24), a rescisão de contrato do volante Tomás Rincón. O fim do vínculo aconteceu em comum acordo entre as partes. O contrato tinha validade até o fim do ano.
O jogador venezuelano, de 38 anos, não vinha tendo espaço. Na atual temporada, foram apenas três partidas, em todas saindo do banco e atuando apenas nos minutos finais.
O Peixe já havia indicado que não criaria obstáculos para uma eventual saída. O volante está no mercado e ainda não foi divulgado um novo clube.
Rincón chegou ao Santos no meio da temporada 2023, e chegou a assumir a braçadeira de capitão da equipe. Ele permaneceu na Vila para disputar a Série B do Brasileiro, mas, desde o ano passado, vinha tendo menos chances.
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