Autor: REDAÇÃO

  • Jorginho tem fratura confirmada, e Flamengo protesta contra arbitragem

    Jorginho tem fratura confirmada, e Flamengo protesta contra arbitragem

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O meia Jorginho teve confirmada uma fratura no dedão do pé direito. O Flamengo informou a contusão no começo da tarde desta segunda-feira (25), em nota em que também fez um protesto contra os critérios de arbitragem do Campeonato Brasileiro.

    Vale ressaltar que esta é a sexta fratura de um jogador do Flamengo em menos de seis meses de temporada. Em nenhuma das jogadas que originaram tais lesões, o atleta adversário foi expulso. Em alguns casos, como no último sábado, nem mesmo o cartão amarelo foi aplicado Trecho da nota do Flamengo

    Jorginho passou por exame de imagem nesta manhã. O Rubro-Negro apontou que a lesão é “fruto de duas faltas violentas sofridas no primeiro tempo de Flamengo e Palmeiras, nas quais o jogador adversário sequer foi advertido com cartão amarelo”.

    O meia será desfalque para o partida contra o Cusco. O duelo, que será realizado nesta terça-feira (26), é válido pela Libertadores.

    A presença contra o Coritiba, pelo Brasileiro, ainda é uma incógnita. Contra o Coxa, o Flamengo já não contará com os jogadores convocados para a Copa do Mundo.

    O clube aproveitou o boletim médico para uma nota de protesto contra a arbitragem. A diretoria aponta que, “o Flamengo é a equipe com mais tempo de bola rolando no país, apenas o 12º time em número de faltas cometidas, mas é o clube com mais jogadores expulsos no Brasileirão até aqui”.

    VEJA NOTA DO FLAMENGO

    “O Clube de Regatas do Flamengo informa que, após exame de imagem realizado na manhã desta segunda-feira (25), o meia Jorginho teve confirmada uma fratura no dedão do pé direito. A lesão é fruto de duas faltas violentas sofridas no primeiro tempo de Flamengo x Palmeiras, nas quais o jogador adversário sequer foi advertido com cartão amarelo.

    Vale ressaltar que esta é a sexta fratura de um jogador do Flamengo em menos de seis meses de temporada. Em nenhuma das jogadas que originaram tais lesões, o atleta adversário foi expulso. Em alguns casos, como no último sábado, nem mesmo o cartão amarelo foi aplicado.

    Em contrapartida a este cenário, o Flamengo é a equipe com mais tempo de bola rolando no país, apenas o 12º time em número de faltas cometidas, mas é o clube com mais jogadores expulsos no Brasileirão até aqui: seis, sendo cinco deles com cartão vermelho direto. Nenhuma destas expulsões resultou na saída de campo do atleta adversário ou lesão.

    Jorginho tem fratura confirmada, e Flamengo protesta contra arbitragem

  • Charlize Theron desabafa sobre desgaste físico aos 50

    Charlize Theron desabafa sobre desgaste físico aos 50

    Atriz afirmou que o corpo já não responde da mesma forma após anos de filmes de ação. Estrela de Hollywood relembrou transformação em Monster e ironizou comentários sobre aparência

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Depois de décadas protagonizando cenas intensas em Hollywood, Charlize Theron afirmou que o impacto físico dos filmes de ação ficou muito mais pesado com o passar dos anos.

    Aos 50, a atriz contou que hoje sente no corpo o desgaste causado pelos treinos e pelas gravações exigentes -algo que, segundo ela, era muito mais fácil de administrar no início da carreira.

    Em entrevista à revista Allure, Charlize revelou que às vezes passa dias praticamente sem conseguir se movimentar direito depois de voltar à rotina intensa de exercícios.

    “Se fico três dias sem treinar e volto para a academia, depois não consigo andar. Nem sentar no vaso sanitário eu consigo”, brincou a atriz ao comentar o esforço físico exigido pelas produções do gênero.

    Conhecida por papéis em filmes como “Mad Max: Estrada da Fúria”, “Atômica” e “The Old Guard”, Charlize disse que sente falta principalmente da resistência física que tinha aos 25 anos. Segundo ela, o envelhecimento mudou completamente a forma como o corpo reage aos treinos, dietas e transformações exigidas pelo trabalho.

    A atriz relembrou especialmente o período em que estrelou “Monster – Desejo Assassino”, longa pelo qual venceu o Oscar de melhor atriz. Na época, ela ganhou cerca de 13 quilos para interpretar a serial killer Aileen Wuornos e conseguiu perder o peso rapidamente depois das gravações.

    Hoje, segundo Charlize, a realidade é bem diferente.

    “Depois dos 40, tudo muda”, comentou. “O corpo simplesmente não responde da mesma maneira. Sinto falta da juventude”.

    Além das mudanças físicas, a atriz também falou sobre a pressão estética enfrentada por mulheres em Hollywood. Nos últimos anos, Charlize frequentemente virou alvo de comentários nas redes sociais sobre supostos procedimentos estéticos, algo que ela tratou com ironia durante a entrevista.

    “As pessoas vivem dizendo que fiz lifting”, afirmou. “E eu respondo: ‘Querida, eu só envelheci’.”

    Mesmo com as dificuldades físicas, Charlize segue apostando em personagens de ação. Recentemente, estrelou o thriller “O Jogo do Predador” e voltou ao papel de Andrômaca em “The Old Guard 2”.

    Entre os próximos projetos da atriz está ainda “A Odisseia”, novo longa dirigido por Christopher Nolan, em que ela interpretará a deusa Calipso.

    Charlize Theron desabafa sobre desgaste físico aos 50

  • Presidente do Irã determina retomada do acesso à internet no país

    Presidente do Irã determina retomada do acesso à internet no país

    Governo iraniano anuncia restauração do acesso à internet após 89 dias de restrições impostas durante conflito com Israel e EUA; bloqueio foi considerado o mais rígido no país até então

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, determinou que o acesso à internet seja restabelecido no país após quase 90 dias de restrição.

    Ordem foi emitida hoje e busca a volta da internet ao patamar anterior ao conflito. A agência estatal iraniana Fars News afirmou que o acesso voltará ao “status anterior” às restrições, mas ainda não há prazo para a normalização.

    Restrição vigorava desde o fim de fevereiro, quando EUA e Israel atacaram o Irã. Desde então, apenas parte dos iranianos conseguiu acessar a rede por meio de VPNs caras e avançadas, enquanto a maioria ficou sem internet por 87 dias.

    O bloqueio foi considerado o mais rígido no país até então. De acordo com o grupo de monitoramento NetBlocks, este seria o dia 89º dia sem internet no país.

    Decisão foi tomada por um órgão ligado à vice-presidência e encaminhada ao presidente. “De acordo com o comunicado da base de informações do governo, essa sede (…) aprovou o retorno da internet internacional ao seu status anterior, e essa decisão será anunciada para implementação após a aprovação do presidente”, informou a agência Fars News, em comunicado.

    Bloqueio quase total foi determinado pelo Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã. O órgão, responsável por assuntos de segurança, justificou as medidas como parte da estratégia de proteção durante o conflito.

    O país persa já impôs o bloqueio da internet em outros períodos de crise. Proibições semelhantes aconteceram durante as manifestações do início deste ano, e a guerra de 12 dias contra Israel em junho de 2025.

    Mesmo em períodos normais, o acesso à internet no Irã é restrito. O governo amplia o uso de uma intranet própria para serviços como o ensino online.

     

    Presidente do Irã determina retomada do acesso à internet no país

  • Dólar cai e Bolsa sobe com possível acordo entre EUA e Irã

    Dólar cai e Bolsa sobe com possível acordo entre EUA e Irã

    Secretário de Estado norte-americano diz que pode chegar a um consenso nesta segunda; iranianos discordam. Dia é de baixa liquidez por conta de feriado nos Estados Unidos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar está em queda nesta segunda-feira (25), com investidores demonstrando otimismo quanto a um possível acordo de paz entre Irã e Estados Unidos.

    Há a possibilidade da trégua ser selada ainda hoje, segundo autoridades norte-americanas. O Irã, porém, ainda vê acordo distante.

    Às 15h43, o dólar recuava 0,2%, a R$ 5,017, em linha com o movimento no exterior. Já a Bolsa avançava 0,68%, a 177.389 pontos, em dia de baixa liquidez por conta de um feriado nos Estados Unidos.

    No domingo (24), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o bloqueio norte-americano no estreito de Hormuz continuaria em vigor enquanto um acordo não fosse “alcançado, certificado e assinado”.

    Horas depois, na manhã desta segunda, Trump voltou a subir o tom ao estipular limites para a negociação no Oriente Médio. “O acordo com o Irã será grande e significativo, ou não haverá acordo”, escreveu na sua rede social Truth Social.

    Segundo o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, há uma possibilidade de o acerto ser anunciado ainda nesta segunda. “Temos uma proposta bastante consistente [para abrir o estreito de Hormuz], declarou em Nova Déli.
    “[A proposta] conta com muito apoio no Golfo…Todos os países com quem temos debatido entendem que não é só uma proposta muito razoável e que é o correto para o mundo”, indicou o secretário.

    O otimismo dos EUA, porém, não é o mesmo entre os negociadores do Irã. “É verdade que chegamos a uma conclusão em grande parte dos temas em discussão… mas afirmar que a assinatura de um acordo é iminente é algo que ninguém pode sustentar”, comentou o porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baqaei.

    Ele reiterou que o país não abre mão de manter o controle sobre o tráfego no estreito de Hormuz, por onde passa 20% da produção mundial de petróleo e gás, com a cobrança de taxas, o que é rechaçado pelos norte-americanos.

    “Os serviços prestados, ou seja, os serviços de navegação, assim como as medidas necessárias para proteger o meio ambiente do estreito de Hormuz, do golfo Pérsico e do mar de Omã exigem a cobrança de certas taxas”, disse o porta-voz.

    Segundo reportagem da agência Reuters, o principal negociador iraniano e o ministro das Relações Exteriores do país, respectivamente Mohammad Bagher Walibaf e Abbas Araqchi, viajaram a Doha nesta segunda para conversar com o primeiro-ministro do Qatar sobre um possível acordo. As discussões estão focadas principalmente em Hormuz e no estoque de urânio enriquecido do Irã.

    Ainda que o cenário permaneça nebuloso, os investidores têm demonstrado otimismo. “Os mercados iniciam a semana em ambiente de menor liquidez, diante do feriado do Memorial Day nos Estados Unidos e de bolsas fechadas em parte da Europa e Ásia, mas sustentados por um viés construtivo em relação ao Oriente Médio”, afirmou o analista Gabriel Mollo, da Daycoval Corretora.

    “O mercado passou a comprar com mais convicção a tese de descompressão geopolítica após novas sinalizações de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã para reabertura do Estreito de Hormuz e ampliação do cessar-fogo.”

    Segundo o analista, apesar de pontos centrais do acordo continuarem indefinidos, o mercado parece disposto a operar a direção do fluxo antes da confirmação formal do acordo, reduzindo prêmios de risco em petróleo e inflação global.

    Nesse contexto, o preço do petróleo Brent chegou a despencar 6% nesta manhã, chegando a US$ 94,10, o valor mais baixo desde 22 de abril, quando atingiu US$ 91,42.

    A pressão sobre as cotações do petróleo aumenta as incertezas sobre as cadeias globais de insumos, que podem forçar um repique inflacionário global e, por consequência, a manutenção das taxas de juros de algumas das principais economias do mundo em patamar restritivo.

    O conflito já tem afetado as decisões de política monetária do Brasil e dos Estados Unidos. Em abril, o Fed (Federal Reserve, banco central norte-americano) manteve a taxa de juros entre 3,5% e 3,75% pela terceira reunião consecutiva, citando incertezas com a guerra. No Brasil, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) reduziu a Selic para 14,5% ao ano, mas evitou sinalizar cortes futuros.

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  • Atriz de 'Game of Thrones' relata surto psicótico após entrar em seita espiritual

    Atriz de 'Game of Thrones' relata surto psicótico após entrar em seita espiritual

    Hannah Murray diz ter sido internada em hospital psiquiátrico após gastar milhares de dólares com grupo de culto ao bem-estar. ‘Eu pensava: Sou inteligente. Bem, eu fiz escolhas terríveis’, afirmou a atriz em livro de memórias

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – A atriz Hannah Murray, 36, revelou ter vivido um surto psicótico após integrar uma seita voltada ao culto do bem-estar. Ela afirmou que a experiência a levou à internação em um hospital psiquiátrico e deixou marcas profundas em sua saúde mental. O relato foi feito em entrevista ao jornal britânico The Guardian para divulgar seu livro de memórias, “The Make Believe: A Memoir of Magic and Madness” (“O Faz de Conta: Memórias de Magia e Loucura”, em tradução livre).

    Conhecida por trabalhos nas séries “Skins” e “Game of Thrones”, Murray contou que entrou para o grupo aos 27 anos, depois de conhecer uma “curandeira energética” durante as filmagens de “Detroit em Rebelião”. Sem revelar o nome da organização ou de seus líderes, ela disse que jamais imaginou viver uma situação semelhante.

    “É fácil pensar: ‘Bom, isso nunca aconteceria comigo’, mas fazemos um desserviço a nós mesmos quando começamos a dizer isso, porque você simplesmente não sabe. Eu não fazia ideia de que passaria por qualquer uma das coisas descritas no livro”, afirmou. “Eu era bem instruída, vinha de uma família de classe média; tudo deveria estar bem.”

    A intérprete de Gilly de “Game Of Thrones” também refletiu sobre as escolhas feitas naquele período. “Eu pensava: ‘Sou inteligente. Faço boas escolhas.’ Bem, eu fiz escolhas terríveis. Mas é importante entender por que as pessoas fazem essas coisas, em vez de simplesmente dizer: ‘Ah, elas devem ser idiotas.’”

    Segundo Murray, o ambiente da seita tinha uma dinâmica de forte apelo emocional e sexual. “Minha experiência pessoal parecia altamente erotizada, sem que nada explicitamente físico acontecesse. Havia simplesmente uma tensão na energia da sala”, contou. “Acho que isso costuma acontecer nessas organizações espirituais hierárquicas.”

    Ela descreveu ainda o impacto causado pela presença do líder do grupo. “Achei interessante que fosse um espaço predominantemente feminino (…) e então esse homem entra e é incrivelmente confiante e magnético. A primeira coisa que ele diz é uma piada sobre sexo.” Murray afirmou que o homem usava um “colar simbólico” e carregava “um copo gigante da Starbucks” para todos os lugares.

    A atriz disse ter gasto milhares de dólares em busca de “sabedoria e exclusividade” oferecidas pelo grupo. O envolvimento terminou após um episódio psicótico severo, seguido de internação psiquiátrica e do diagnóstico de transtorno bipolar.

    Hoje, Murray afirma que ainda lida com consequências da experiência. “Até as coisas mais leves podem parecer bastante angustiantes. Não medito mais. Não entraria em uma loja de cristais. Não faço yoga, porque não sei exatamente o que pode surgir e acabar parecendo espiritual demais para o meu limite pessoal”, comentou a atriz.

    Atriz de 'Game of Thrones' relata surto psicótico após entrar em seita espiritual

  • Mãe de Gabriel Ganley diz que morte do influenciador foi uma fatalidade

    Mãe de Gabriel Ganley diz que morte do influenciador foi uma fatalidade

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Clarisse Ganley, mãe do influenciador Gabriel Ganley que morreu no sábado (23), classificou o caso como uma fatalidade e lamentou a morte do filho nas redes sociais. “Nesse momento de tanta dor, nós, família, amigos, atletas, parceiros, patrocinadores e treinadores estamos nos apoiando para termos força e conforto em nossos corações”, disse a mulher.

    Clarisse, que também é influenciadora, se pronunciou pela primeira vez sobre a morte neste domingo (24). No mesmo relato, ela afirmou que o filho será cremado às 11h desta segunda-feira (25) e pediu orações pelo influenciador.

    A mãe também mencionou o treinador Marcelo Cruz, agradecendo o apoio e pedindo que ele seja o guardião do legado deixado pelo filho. “Obrigada por tudo, e contamos com você para levar o legado do nosso menino adiante”, escreveu.

    Gabriel Ganley era um dos maiores produtores de conteúdo de toda a indústria fitness brasileira e somava mais de 1,6 milhão de seguidores em suas redes sociais.

    A causa da morte ainda não foi divulgada oficialmente. Uma das hipóteses seria uma crise de hipoglicemia, condição caracterizada pela falta de açúcar (glicose) no sangue.

    A morte foi divulgada inicialmente pela Integralmedica, empresa que patrocinava o produtor de conteúdo. Em publicação no Instagram oficial da marca, a empresa prestou homenagem afirmando que Ganley deixou sua marca por onde passou, destacando seu carisma, presença e paixão pela vida.

    Mãe de Gabriel Ganley diz que morte do influenciador foi uma fatalidade

  • Zema critica Flávio Bolsonaro por dizer que indicaria o irmão Eduardo para o Itamaraty

    Zema critica Flávio Bolsonaro por dizer que indicaria o irmão Eduardo para o Itamaraty

    Romeu Zema (Novo) também criticou pré-candidatos que teriam se encontrado com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e indicação de parentes para cargos públicos

    O pré-candidato à Presidência da República e ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) intensificou as críticas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nesta segunda-feira, 25. O mineiro classificou como “extremamente infeliz” a declaração de que Flávio indicaria o irmão, o deputado cassado Eduardo Bolsonaro, para o Ministério das Relações Exteriores em um eventual governo.

    As declarações foram feitas ao longo de participação no encontro de presidenciáveis promovido pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil). Sem citar nomes, Zema também criticou pré-candidatos que teriam se encontrado com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e indicação de parentes para cargos públicos.

    “Achei extremamente infeliz a declaração do pré-candidato falando que o irmão dele, o Eduardo, seria um ministro de Relações Exteriores. Mais uma vez: eu gosto é de gente que tem carreira, que tem competência. Se parente resolvesse esse problema, muita coisa nesse mundo já estaria resolvida”, afirmou o ex-governador.

    Zema desferiu sua primeira grande crítica pública direta a Flávio no dia 4 de maio de 2026, quando declarou em uma agenda política que, ao contrário do senador, precisou “ralar” e não tinha o “rabo preso”. Posteriormente, o embate escalou significativamente no dia 13 de maio, data em que o mineiro subiu o tom de forma enfática após o vazamento de áudios envolvendo o parlamentar e Vorcaro.

    No evento desta segunda, ele afirmou que o Brasil precisa estar mais inserido no contexto ocidental, especialmente em maior alinhamento com os Estados Unidos, que classificou como parceiro comercial historicamente relevante para o País. Segundo ele, essa relação foi prejudicada nos últimos anos.

    “Acho que até a ação do irmão do pré-candidato (Flávio), a mesma coisa, que provavelmente contribuiu para aquela retaliação, o tarifaço que ocorreu ano passado”, continuou Zema.

    A primeira crítica de Zema a Eduardo Bolsonaro por conta do tarifaço de Donald Trump foi feita 21 de julho de 2025, em uma entrevista concedida ao programa Papo com Editor, do Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

    Zema critica Flávio Bolsonaro por dizer que indicaria o irmão Eduardo para o Itamaraty

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  • Israel, da dupla com Rodolffo, sofre acidente após cavalo invadir pista

    Israel, da dupla com Rodolffo, sofre acidente após cavalo invadir pista

    Cantor voltava para casa após show na Virada Cultural 2026 em São Paulo, e não se feriu; equipe ainda agradeceu pelas mensagens preocupação enviadas pelos fãs

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/CBS NEWS) – O cantor Israel, da dupla com Rodolffo, sofreu um acidente de carro na madrugada desta segunda-feira (25) na BR-153, em Goiânia. A informação foi divulgada pela equipe da dupla nas redes sociais.

    Segundo o comunicado, o sertanejo havia acabado de deixar um hangar, onde cumpriu compromissos profissionais, e seguia para casa quando o acidente aconteceu. A equipe do músico disse ainda que Israel dirigia dentro da velocidade permitida da rodovia quando um veículo à sua frente teria mudado de faixa sem sinalizar.

    Na sequência, o cantor se deparou com um cavalo solto no meio da pista e acabou atingindo o animal. De acordo com a equipe, não houve tempo hábil para desviar.

    Apesar do impacto e do susto, Israel saiu ileso do acidente. “Felizmente, apesar do impacto e do susto, Israel não sofreu ferimentos, está bem e não precisou de atendimento médico”, informou a nota oficial. A equipe ainda agradeceu pelas mensagens preocupação enviadas pelos fãs.

    Israel, da dupla com Rodolffo, sofre acidente após cavalo invadir pista

  • Lula e Motta acertam transição na PEC da 6×1 para redução de 2h de jornada em 2026

    Lula e Motta acertam transição na PEC da 6×1 para redução de 2h de jornada em 2026

    Redução da jornada semanal começará 60 dias após promulgação de lei e será concluída um ano depois. Acordo ocorreu em reunião entre o presidente da Câmara dos Deputados e Lula nesta segunda (25); parecer será divulgado às 17h

    O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta segunda-feira, 25, que o governo aceitou estabelecer uma regra de transição para a redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais. Segundo os termos acertados, 60 dias após promulgação da proposta haverá uma redução de 2 horas, até 42 horas. As últimas duas horas seriam reduzidas 12 meses depois, o que, pelo cronograma, ocorreria em 2027.

    Para ser aprovado na Câmara, o texto precisa passar na comissão especial e, depois, receber pelo menos 308 votos no plenário, em dois turnos. Depois, a proposta segue para o Senado, onde precisa de, no mínimo, 49 votos.

    Participaram do anúncio os ministros Luiz Marinho (Trabalho) e José Guimarães (Relações Institucionais), além do relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), e do presidente da comissão especial, Alencar Santana (PT-SP).

    Na entrevista, Motta afirmou que também serão garantidos na PEC dois dias de folga por semana, sem redução salarial.

    Marinho, por sua vez, citou o alinhamento fechado entre governo e Câmara e afirmou que o relator redigiria os termos.

    “Dois dias de folga na semana, ou seja, fim das 6×1, aprovado dali 60 dias. E a redução da jornada de trabalho, 42 horas, como disse o presidente, 60 dias e 40h depois de um ano decorrido da publicação dessa emenda”, disse o ministro, que pediu ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que dê celeridade à PEC assim que o texto for aprovado pelos deputados.

    O ministro também disse ter certeza de que a redução da jornada não pararia em 40 horas semanais. “Nós vamos também, assim como outros países já fizeram, tem vários países que já estão abaixo de 40 horas”, disse.

    A comissão especial que analisa o mérito da PEC que acaba com a escala 6×1 se reúne a partir das 17 horas desta segunda-feira para debater o relatório de Prates.

    A expectativa é que haja pedido de vista do parecer de Prates, que seria votado na comissão especial na quinta-feira, 28, e levado a plenário no mesmo dia.

    Bandeira de Lula em sua busca pela reeleição, a PEC da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6×1 também deve ser explorada por Motta em sua campanha e na tentativa de eleger o pai, o prefeito de Patos, Nabor Wanderley, como senador pela Paraíba.

    Além desse cenário, entra no cálculo político de Motta a costura antecipada de apoios para a eleição ao comando da Mesa Diretora da Câmara em fevereiro de 2027.

    Lula e Motta acertam transição na PEC da 6×1 para redução de 2h de jornada em 2026

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  • Rússia anuncia ataque inédito e pede que estrangeiros deixem Kiev

    Rússia anuncia ataque inédito e pede que estrangeiros deixem Kiev

    Governo Putin diz que vai alvejar centros de comando e decisão de Zelenski, além de indústrias de defesa. Ação é retaliação pela morte de 21 estudantes em bombardeio e poderá usar supermíssil novamente

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A Rússia emitiu um alerta inédito nesta segunda-feira (25), dizendo que vai atacar centros de decisão e comando da Ucrânia. Pela primeira vez desde que invadiram o vizinho, em 2022, os russos pediram para que estrangeiros deixem Kiev. Moradores da capital também devem se afastar de prédios do governo.

    O comunicado foi feito pelo Ministério das Relações Exteriores, que justificou a operação como uma retaliação pela morte de 21 estudantes em um dormitório na região ocupada de Lugansk, no leste ucraniano.

    A ação, ocorrida na sexta (22), foi uma das mais mortíferas contra civis do lado russo no conflito, e gerou críticas do presidente Vladimir Putin. No domingo (24), ele lançou um pesado ataque aéreo contra a região de Kiev, que matou 4 e deixou 80 feridos.

    O bombardeio envolveu 600 drones e 90 mísseis, inclusive modelos hipersônicos Kinjal e Tsirkon. Também foi empregado ao menos um supermíssil Orechnik, um modelo feito para guerras nucleares que só havia sido utilizado duas vezes na guerra, e nunca contra a região de Kiev.

    O uso do Orechnik gerou protesto na Europa. O míssil balístico de alcance intermediário pode atingir alvos a até estimados 5.000 km. A arma foi desenhada para aniquilar capitais do continente, afinal, e Putin já havia dado dois sinais antes.

    Na semana retrasada, havia feito um teste com seu novo míssil intercontinental pesado, o Sarmat. Na passada, lançou de surpresa três dias de exercícios nucleares, os maiores do pós-Guerra Fria, algo que usualmente só ocorre em outubro.

    Neles, foram testadas armas estratégicas, aquelas que visam destruir cidades e ganhar guerras, como mísseis lançados do solo Iars e o Sineva, modelo disparado de submarinos. Em conjunto com a vizinha Belarus, foi simulado o uso de mísseis balísticos Iskander-M, para emprego de ogivas nucleares táticas, de uso mais restrito ao campo de batalha.

    O ataque ao dormitório em Lugansk somou-se a um acirramento da campanha de ataques com drones da Ucrânia contra alvos russos, particularmente instalações de sua indústria petrolífera.

    Com a crise no Oriente Médio, os Estados Unidos relaxaram sanções à venda do óleo russo para tentar segurar os preços globais da commodity. Isso levou à maior entrada de petrodólares na Rússia desde antes do conflito com a Ucrânia.

    A guerra contra o Irã tirou o foco de Donald Trump do conflito europeu, o que levou ao congelamento de negociações que se arrastavam desde o ano passado. Com isso, ambos os lados escalaram a violência em campo, chegando ao inédito alerta russo.

    Segundo uma pessoa da área militar em Moscou disse à Folha de S.Paulo, há muito tempo o governo Putin debate se deveria promover um ataque mais devastador contra o governo de Volodimir Zelenski -talvez mirando o próprio presidente.

    Até aqui, tal ação era vista como inócua, pois países preparados para essa hipótese têm capacidade de manter governos funcionais. Como a decapitação do regime teocrático do Irã mostrou, países que se preparam para tal hipótese têm capacidade de seguir com governos funcionais mesmo num evento extremos desses.

    No caso dos centros de comando militares de Kiev, o governo local já pulverizou sua estrutura pelo país há anos. Seja como for, um ataque direto ao quarteirão em que fica a sede do governo, na rua Bankova, sempre pode ter impacto psicológico.

    O mesmo observador disse, contudo, que dificilmente Zelenski seria atingido, e que há o risco de tal ação exacerbar a resistência dos ucranianos. Após algum avanço no começo do ano, as forças de Putin seguem com a linha de frente estagnada.

     

    Rússia anuncia ataque inédito e pede que estrangeiros deixem Kiev