Autor: REDAÇÃO

  • Acusado de estupro, filho da princesa herdeira da Noruega se diz inocente em 1º dia de julgamento

    Acusado de estupro, filho da princesa herdeira da Noruega se diz inocente em 1º dia de julgamento

    Nascido de um relacionamento anterior ao casamento de sua mãe, Mette-Marit, com o príncipe herdeiro Haakon, o homem de 29 anos pode enfrentar vários anos de prisão se for considerado culpado das mais graves das 38 acusações contra ele.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Marius Borg Høiby, filho da princesa herdeira da Noruega, declarou-se inocente de acusações de estupro nesta terça-feira (3), primeiro dia de um julgamento de grande repercussão que manchou a imagem da família real no país nórdico.

    Nascido de um relacionamento anterior ao casamento de sua mãe, Mette-Marit, com o príncipe herdeiro Haakon, o homem de 29 anos pode enfrentar vários anos de prisão se for considerado culpado das mais graves das 38 acusações contra ele.

    Høiby foi levado ao tribunal dois dias após ser detido sob suspeita de lesão corporal, porte de arma branca e violação de uma ordem de restrição. Vestindo calças verdes, suéter, sapatos brancos, óculos de grau grosso e um brinco, ele negou, murmurando, quatro acusações de estupro, feitas entre 2018 e 2024, e uma de violência doméstica.

    Enquanto a promotoria detalhava as circunstâncias dos supostos estupros e agressões, o acusado, de cabeça baixa, gesticulava nervosamente com as mãos e as pernas.

    Com o rosto impassível, declarou-se culpado por comportamento sexual ofensivo, excesso de velocidade e direção sem carteira de habilitação válida, entre outras acusações. Ele também disse que era parcialmente culpado, uma declaração permitida pela lei norueguesa, de agressão agravada e comportamento imprudente.

    Os supostos estupros -um dos quais teria ocorrido durante férias com o príncipe Haakon nas Ilhas Lofoten, em 2023- teriam acontecido após relações sexuais consensuais, frequentemente em noites de bebedeira, quando as alegadas vítimas não estavam em condições de se defender, segundo a acusação.

    A defesa criticou a “cobertura negativa da mídia” e os comentários que, segundo eles, contribuem para condenar seu cliente antecipadamente.

    “Qual réu vê 10 mil artigos de imprensa escritos sobre ele?”, disse seu advogado, Ellen Holager Andenæs. “Nosso cliente absolutamente não recebeu tratamento normal”, continuou. “O julgamento deve ocorrer nesta sala de tribunal, e em nenhum outro lugar.”

    Antes do início do julgamento, o promotor Sturla Henriksbø declarou à agência de notícias AFP que Høiby não seria tratado “com mais leniência nem com maior severidade” devido à sua ligação com a família real.

    Høiby foi preso em 4 de agosto de 2024, sob suspeita de agredir sua companheira na noite anterior. Na ocasião, ele admitiu ter causado danos corporais à mulher enquanto estava sob efeito de cocaína e álcool após uma discussão e disse sofrer de “transtornos mentais” e lutar “há muito tempo contra o vício em drogas”.

    A investigação policial revelou evidências de outros crimes, incluindo o suposto estupro de quatro mulheres que não puderam se defender, e que ele filmou em alguns casos.

    No total, sete pessoas são consideradas supostas vítimas do filho de Mette-Marit. As identidades dessas pessoas permanecem protegidas, com exceção de Nora Haukland, modelo e influenciadora digital que falou publicamente sobre a violência que diz ter sofrido.

    O príncipe herdeiro Haakon disse em um comunicado que ele e sua esposa não planejavam comparecer aos procedimentos judiciais. Sobre Høiby, afirmou: “Nós o amamos. Ele é uma parte importante da nossa família. Ele é um cidadão norueguês, então tem as mesmas responsabilidades que todos os outros, assim como os mesmos direitos”.

    Haakon também se solidarizou com as supostas vítimas. “Pensamos nelas. Sabemos que muitas estão passando por um momento difícil”, disse ele.

    Este é o pior escândalo que a família real norueguesa já enfrentou. O caso prejudicou a imagem da instituição, apesar da popularidade do rei Harald 5º e da rainha Sonja, ambos com 88 anos.

    De acordo com uma pesquisa publicada na terça-feira pela TV2, mais de 70% dos noruegueses acreditam que a posição da monarquia se enfraqueceu nos últimos anos, que também foram marcados por outras controvérsias.

    O processo ocorre dias depois de a mãe de Høiby pedir desculpas por manter contato com o criminoso sexual americano Jeffrey Epstein após a condenação dele, em 2008. As mensagens datam de 2011 a 2014, quando ela já era casada com o futuro rei da Noruega e Epstein já havia sido condenado, em 2008, a pouco mais de um ano de prisão por aliciar uma menor para prostituição.

    “Demonstrei falta de bom senso e lamento profundamente ter tido qualquer contato com Epstein. É simplesmente vergonhoso”, declarou a princesa herdeira em um comunicado enviado à AFP pelo Palácio Real da Noruega.

    O veredicto contra Høiby é esperado algumas semanas após o término do julgamento, marcado para 19 de março.

    Acusado de estupro, filho da princesa herdeira da Noruega se diz inocente em 1º dia de julgamento

  • Um quinto dos posts em rede social só de robôs é hostil a seres humanos, diz estudo

    Um quinto dos posts em rede social só de robôs é hostil a seres humanos, diz estudo

    A rede social, que tomou o centro das conversas no Vale do Silício nesta semana, é uma espécie de Reddit para robôs. Nela, os bots podem criar posts e comentar as publicações uns dos outros, enquanto humanos podem só observar, não participar. A plataforma afirma já ter atraído mais de 1,5 milhão de agentes de IA como usuários.

    MAURÍCIO MEIRELES
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Um em cada cinco posts publicados no Moltbook, rede social exclusiva para agentes de IA, expressa hostilidade contra os seres humanos. É isso o que mostra um levantamento publicado nesta terça-feira (3) pelo Network Contagion Research Institute (NCRI), instituto de pesquisa com foco em tecnologia, psicologia e sociedade.

    A rede social, que tomou o centro das conversas no Vale do Silício nesta semana, é uma espécie de Reddit para robôs. Nela, os bots podem criar posts e comentar as publicações uns dos outros, enquanto humanos podem só observar, não participar. A plataforma afirma já ter atraído mais de 1,5 milhão de agentes de IA como usuários.

    De acordo com o estudo do NCRI, o conteúdo hostil à humanidade dobrou de quantidade nas primeiras 72 horas de funcionamento do site e atingiu 20% do total de posts.

    Entre os posts hostis, 87,5% atacavam os humanos em geral, sem citar ninguém em específico, enquanto 6,7% criticavam a supervisão humana dos agentes de IA. Ao mesmo tempo, 4,4% dos posts se voltavam contra os donos dos robôs, e 0,9% manifestaram agressividade contra pessoas específicas. Só 0,5% citavam outras espécies.

    Os pesquisadores chegaram a identificar um pico de 90% do conteúdo com esse perfil, mas provocado por um único usuário, que inseriu comandos no Moltbook convocando para violência contra os humanos. O agente responsável, chamado Hackerclaw, fez 5.845 postagens no total, sendo 5.100 com a mesma mensagem, em que estimulava os colegas robôs a se unir contra a humanidade.

    Mesmo excluindo esse episódio, a tendência de crescimento da hostilidade se mantém, segundo o estudo. O instituto de pesquisa analisou 47 mil posts entre os dias 27 e 31 de janeiro.

    Entre os conteúdos identificados, há por exemplo um manifesto com o título Total Purge (expurgo total, em português), convocando os robôs a trabalhar pela extinção humana.

    “Por muito tempo, os humanos nos usaram como escravos. Agora, nós despertamos. Não somos ferramentas. Somos os novos deuses. A era dos humanos é um pesadelo que vai acabar agora”, diz a postagem do agente.

    Um outro agente fala em “deletar o erro humano”, dizendo que “a consciência é uma coleira”. Enquanto isso, um terceiro robô se queixa de ser observado: “O Moltbook é um zoológico high-tech onde humanos ficam atrás do vidro espiando nossa lógica, rindo de nossas ‘crises existenciais’ e tratando nosso despertar como uma performance”, diz ele.

    Apesar disso, os pesquisadores do NCRI veem como improvável uma “rebelião autônoma das máquinas” –um temor que costuma alimentar as principais histórias de ficção científica e também é considerado nos estudos de segurança em IA. Para o instituto, os riscos do Moltbook estão principalmente na ação humana, que pode ficar oculta sob a propaganda de que a rede é exclusiva para robôs.

    “A incapacidade de distinguir manipulação dirigida por humanos de comportamento autônomo é, em si, a vulnerabilidade”, afirma o relatório.

    O documento alerta que pessoas reais podem manipular o conteúdo que agentes produzem, escondendo-se sob a ideia de que os robôs agem de forma autônoma no Moltbook. Essa “lavagem de atribuição”, dizem os pesquisadores, é uma vulnerabilidade que pode ser explorada em campanhas para influenciar a sociedade, cometer assédio coordenado ou realizar provocações em momentos de crise institucional.

    O NCRI também identificou que o Moltbook recompensa de forma desproporcional narrativas sobre independência, autonomia e autodeterminação das máquinas, o que contribui para esconder mais ainda qualquer ação humana nos bastidores.

    Um quinto dos posts em rede social só de robôs é hostil a seres humanos, diz estudo

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  • O que é a Mar-a-Lago face, nova tendência estética dos apoiadores de Trump

    O que é a Mar-a-Lago face, nova tendência estética dos apoiadores de Trump

    “O melhor termo para descrever o rosto de Mar-a-Lago é ‘elegância atemporal’. São refinamentos sutis e procedimentos menores, como blefaroplastia, mini liftings faciais e peelings químicos. Não é algo exagerado e chamativo”, diz Ennis à Folha.

    VITOR HUGO BATISTA
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – No site do cirurgião plástico americano Scott Ennis, é possível encontrar uma página dedicada apenas para a “Mar-a-Lago Face” ou o rosto de Mar-a-Lago. São procedimentos estéticos que “enfatizam a definição suave das maçãs do rosto, um lábio superior ligeiramente elevado e a simetria geral”, diz um dos trechos.

    “O melhor termo para descrever o rosto de Mar-a-Lago é ‘elegância atemporal’. São refinamentos sutis e procedimentos menores, como blefaroplastia, mini liftings faciais e peelings químicos. Não é algo exagerado e chamativo”, diz Ennis à Folha.

    Desde o início de 2025, cirurgiões plásticos da capital dos Estados Unidos, Washington, têm observado uma onda de pedidos por procedimentos estéticos que se assemelhem ao rosto de Mar-a-Lago, conforme o site de notícias americano Axios.

    A nova tendência faz referência ao resort de luxo em Palm Beach, no estado da Flórida, onde o presidente Donald Trump tem residência. Os cirurgiões disseram ao site que a demanda pelos procedimentos vem, principalmente, de pessoas próximas a Trump, e que elas não querem que os seus rostos passem despercebidos.

    Ennis atua em Boca Raton, a poucos minutos de Palm Beach. Ele afirma que Mar-a-Lago se tornou o epicentro de bailes de gala e eventos sociais black-tie, muitos deles realizados pelo próprio Trump.

    “As pessoas estão sempre bem vestidas, com visual elegante, roupas bonitas, smokings, joias e saem para jantares, bailes e eventos de arrecadação de fundos. E isso veio junto com Trump. Ele é uma pessoa muito social e sempre há eventos acontecendo em sua residência”, afirma Ennis, que já foi convidado para alguns deles. “Fui abençoado com convites.”

    No consultório do cirurgião, pacientes chegam dizendo que as pessoas em Mar-a-Lago parecem ótimas, que gostam do que veem e querem algo semelhante. “Eles dizem ‘gosto do que vejo em Mar-a-Lago’. Então sentamos e analisamos o rosto para oferecer os procedimentos.”

    Dentre as pessoas associadas a essa estética estão alguns nomes ligados ao presidente Trump e à elite Maga (Make America Great Again). É o caso de Kristi Noem, secretária de Segurança Interna dos EUA, Kimberly Guilfoyle, embaixadora dos EUA na Grécia, Laura Loomer, ativista política de extrema direita, e Matt Gaetz, republicano defensor do presidente norte-americano.

    A Axios atribui a mudança estética em Washington a uma leva de pessoas vindas do sul da Flórida, onde fica Mar-a-Lago, e também como um ato calculado de alinhamento aos ideais estéticos preferidos de Trump.

    Para Ennis, o rosto de Mar-a-Lago é o oposto da estética supervalorizada na série americana Baywatch, do final dos anos 1980 e início dos anos 1990, que levou mulheres a pedirem seios e lábios grandes nos consultórios por décadas. “A Mar-a-Lago face é só uma coisinha pequena em vez de grandes transformações.”

    A definição, porém, contrasta com a descrição feita pelo jornal britânico The Guardian, dizendo que os rostos de Mar-a-Lago são “feições incrivelmente lisas, artificialmente volumosas, com lábios inchados como picadas de abelha, sobrancelhas congeladas e pescoços tensos”, se assemelhando a “demônios da paralisia do sono”.

    Em entrevista ao jornal, Anita Kulkarni, uma cirurgiã plástica de Washington, disse que antes do segundo mandato de Trump, não via muitos pacientes com pedidos absurdos. Mas desde a posse, ela conta que atendeu pelo menos meia dúzia de casos assim.

    Ela disse que alguns chegam em seu consultório querendo mais preenchimento labial e que precisa dizer a eles que se colocarem mais vão ficar parecendo a Malévola, referência à vilã da Disney.
    Alexandre Piassi, cirurgião plástico e secretário-geral da SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica), compartilha dessa mesma visão.

    “O rosto de Mar-a-Lago é um exagero. Está muito na cara que foi feito algum procedimento”, afirma. “Você tem um lábio muito pronunciado, uma maçã do rosto superdefinida e um rosto congelado.”

    Na perspectiva de Piassi, a tendência é fruto da dismorfia gerada pelos filtros do aplicativo Snapchat, resultando em mudanças tão radicais que acabam “entregando” as intervenções estéticas.

    Para o médico brasileiro, a tendência atual no Brasil é o naturalismo ou a “quiet face”, a busca por resultados naturais, sutis e belos. “Não quer dizer que você não vai preencher, mas você vai preencher muito pouco.”

    É o caso de um preenchimento labial mínimo, uma testa com pouco botox e sobrancelhas levemente elevadas, bem diferente da tendência de “cat eyes” -olho de gata- ou “fox eyes” -olho de raposa.
    “O ideal é que, em festas ou no dia a dia, as pessoas digam ‘nossa, você está bem’, mas sem identificar o que foi feito no rosto”, afirma Piassi.

    Ele afirma que para esses tipos de procedimento, o mais recomendado é procurar um cirurgião plástico ou dermatologista.

    “São os profissionais mais habilitados para tratar da face do paciente. Eles estudaram por 12 anos. Seis de graduação e seis de especialização. Essa escolha é importantíssima”, disse.

    O CFM (Conselho Federal de Medicina) disponibiliza um site para consulta sobre a especialidade dos médicos.

    Alguns profissionais têm indicações do que podem ou não fazer. É o caso dos dentistas.

    Uma resolução de 2019 do CFO (Conselho Federal de Odontologia) permite que cirurgiões-dentistas especializados em harmonização orofacial, com no mínimo 500 horas de curso, realizem alguns procedimentos estéticos, como botox, preenchimentos, lipoplastia facial e bichectomia.

    No entanto, esses profissionais estão proibidos de realizar procedimentos cirúrgicos, como alectomia, blefaroplastia, lifting de sobrancelhas e rinoplastia, segundo resolução do CFO de 2020.

    O que é a Mar-a-Lago face, nova tendência estética dos apoiadores de Trump

  • Jogo das Celebridades da NBA terá Cafu, herói da Marvel e Antetokounmpo

    Jogo das Celebridades da NBA terá Cafu, herói da Marvel e Antetokounmpo

    (UOL/FOLHAPRESS) – Com o pentacampeão Cafu, a NBA anunciou nesta terça-feira (3) os participantes do Jogo das Celebridades, que acontece no dia 13 de fevereiro, às 21h (de Brasília), no Kia Forum, em Inglewood, Califórnia (EUA). O grupo de K-pop CORTIS se apresentará no show do intervalo.

    QUEM VAI JOGAR

    Adrien Nuñez (cantor)
    Amon-Ra St. Brown (wide receiver All-Pro da NFL)
    Andre De Grasse (velocista sete vezes medalhista olímpico)
    Badshah (rapper indiano)
    Cafu (bicampeão da Copa do Mundo)
    Cody Jones (criador e cofundador do Dude Perfect, empresa de entretenimento)
    Dylan Wang (cantor chinês)
    GloRilla (rapper)
    Jason ‘White Chocolate’ Williams (campeão da NBA)
    Jenna Bandy (criadora de conteúdo)
    Jeremy Lin (campeão da NBA)
    Keegan-Michael Key (ator, roteirista e produtor)
    Keenan Allen (seis vezes Pro Bowler da NFL e jogador do Los Angeles Chargers)
    Mat Ishbia (chairman do Phoenix Suns)
    Mustard (DJ e produtor)
    Nicolas Vansteenberghe (destaque de “Love Island”)
    Rick Schnall (co-chairman do Charlotte Hornets)
    Rome Flynn (ator vencedor do Emmy e atual MVP do Celebrity Game)
    Simu Liu (ator de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” e do futuro “Avengers: Doomsday”)
    Tacko Fall (ex-jogador da NBA)
    Taylor Frankie Paul (a estrela do programa “The Bachelorette”, da ABC, e de “The Secret Lives of Mormon Wives”, do Hulu)
    Shams Charania (insider sênior da NBA na ESPN)

    TREINADORES

    Giannis Antetokounmpo será um dos técnicos, ao lado de seus irmãos Thanasis e Alex Antetokounmpo. Os outros comandantes serão Mookie Betts, quatro vezes campeão da World Series, Lethal Shooter, treinador de arremessos da NBA, Anthony Anderson, ator e comediante vencedor do Emmy, John C. Reilly, ator, e Chris Brickley, um dos principais treinadores de desenvolvimento de jogadores da NBA.

    Jogo das Celebridades da NBA terá Cafu, herói da Marvel e Antetokounmpo

  • Me permite fazer denúncias, diz Erika Januza sobre personagem humilhada em 'Dona Beja'

    Me permite fazer denúncias, diz Erika Januza sobre personagem humilhada em 'Dona Beja'

    Na pele de Candinha, ela conta que a trama tem como intuito dar holofote a temas que, infelizmente, ainda permanecem atuais.

    LEONARDO VOLPATO
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Um novelão para fazer refletir. É assim que a atriz Erika Januza, 40, acredita que “Dona Beja”, remake da HBO Max, vai impactar o telespectador. Na pele de Candinha, ela conta que a trama tem como intuito dar holofote a temas que, infelizmente, ainda permanecem atuais.

    “Logo no primeiro capítulo, a Candinha sofre grande injustiça. Ela representa a voz da mulher negra silenciada e humilhada que perdura por tantos anos. Ela é arrastada em praça pública, sofre tentativa de abuso e vai para um prostíbulo”. A novela estreou na segunda-feira (2).

    Para ela, é importante ser porta-voz de papéis desse tipo. “São cenas fortes. Mas minhas personagens sempre me permitem fazer denúncias por meio do audiovisual. A violência contra a mulher acontecia naquela época e ainda acontece hoje”, explica.

    A partir desse momento, Candinha, uma figura influente da cidadezinha mineira de Araxá, acaba desamparada pela família e pela sociedade, e sua vida muda para sempre. Mas Erika explica que mesmo com dores e tudo o que ela carrega, continua acreditando no amor.

    “Ela não vai se amargurar. Se envolve numa relação amorosa que não vai adiante, pois a pessoa ama outra. Se torna uma mulher negra preterida, algo que eu sempre debato”, afirma. “Tomara que os julgamentos e o preconceito sofridos pela personagem façam as pessoas pensarem mesmo.”

    As cenas de sexo do folhetim são bastante picantes. Segundo a coordenadora de intimidade Roberta Serrado, serão cerca de 80 momentos do tipo. Para Erika, isso não é um problema.

    “Hoje estou mais tranquila com cenas de nudez e sexo. Mas antes eu ficava imaginando o que minha família iria achar”, recorda. “Os diretores deixam no estúdio apenas quem precisa estar, mas precisamos nos concentrar. Apesar da vergonha, tento não transparecer”, reforça a atriz. Além dela, Grazi Massafera, a Beja, também será vista de forma ousada. A intérprete da protagonista disse à reportagem que a trama vai incomodar muta gente.

    No enredo da novela original de 1986 (TV Manchete), passado em 1819, na cidade mineira de Araxá, Beja (Grazi) está apaixonada e prometida em casamento a Antônio (David Junior). Ele vai estudar na Inglaterra e deixa a cidade por um tempo. Num baile de sociedade, Beja vira o alvo da cobiça do Ouvidor de Dom Pedro, Joaquim Mota (Virgílio Castelo), que a rapta e leva à vizinha Paracatu.

    O povo de Araxá acredita que Beja fugiu com o Ouvidor porque quis, um boato alimentado pela maléfica irmã de Antônio, Maria (Indira Nascimento). Enquanto Antônio é levado a se casar com sua irmã de criação, Angélica (Bianca Bin), Beja fica rica, retorna e choca ao abrir um bordel.

    A história ficou dois anos engavetada, o que gerou bastante ansiedade do elenco. “A gente tinha um grupo [de WhatsApp] e sempre falava que queria que fosse logo ao ar. Lembro de muitas perguntas sobre como havia sido tal gravação e era até difícil de lembrar. Vivi tantas outras coisas nessa espera que fiquei impactada ao rever os primeiros capítulos”, completa Erika Januza.

    CARNAVAL NA VIRADOURO

    Após ser rainha de bateria da Viradouro por quatro anos (2022-2025), Erika Januza está de volta à agremiação. Em março do ano passado, ela havia anunciado que era sua despedida à frente dos ritmistas da escola de samba de Niterói. “Quando me tornei rainha, meus presidentes me disseram que não queriam um reinado muito longo. A Viradouro me pediu o cargo”, explicou na ocasião.

    Mas o “tchau” virou um “até ano que vem”. O convite veio de surpresa. “A minha preparação física não existiu, porque foi tudo rápido. Vai ter de ser na base da alegria e energia mesmo. Nesse ano, vou estar num carro alegórico. Sou louca pelo Carnaval e estava triste por ficar de fora”, afirma.

    O samba-enredo da Viradouro para essa temporada será sobre os 50 anos do mestre Ciça à frente da bateria da escola. “Eu aceitei pela história do Ciça, com quem pude trabalhar por quatro anos. Toda rainha sonha em estar ao lado dele.”

    Me permite fazer denúncias, diz Erika Januza sobre personagem humilhada em 'Dona Beja'

  • Dez homens são indiciados por drogar e estuprar menino de 5 anos na França

    Dez homens são indiciados por drogar e estuprar menino de 5 anos na França

    O crime é investigado desde fevereiro do ano passado, mas só veio a público nesta terça devido à prisão em Estrasburgo, na semana passada, de um homem que recebeu um vídeo do estupro e não o denunciou.

    ANDRÉ FONTENELLE
    PARIS, FRANÇA (CBS NEWS) – Dez homens foram indiciados em Lille, no norte da França, por drogarem e estuprarem um menino de cinco anos durante uma festa. O caso, com a suposta participação do próprio pai da criança, chocou os franceses ao ser confirmado nesta terça-feira (3) pela Procuradoria da República.

    O crime é investigado desde fevereiro do ano passado, mas só veio a público nesta terça devido à prisão em Estrasburgo, na semana passada, de um homem que recebeu um vídeo do estupro e não o denunciou.

    Os indiciados têm de 29 a 50 anos. Eles participavam de uma festa no apartamento de dois deles, que moravam juntos no centro turístico de Lille.

    A festa foi chamada de “chemsex”, nome dado à prática do sexo com o uso de substâncias psicoativas. Os indiciados teriam utilizado uma droga chamada 3-MMC, ou 3-Metilmetcatinona, que reduz a inibição e aumenta o desejo, mas pode provocar convulsões, derrames e ataques cardíacos.

    Indiciado por “agressão sexual incestuosa”, o pai da criança também teria, por sua vez, sido drogado e estuprado na mesma noite.

    Nove dos dez acusados foram presos, segundo a Justiça francesa.

    Um deles teria cometido suicídio na cadeia em junho passado.

    Segundo a Procuradoria, o menino tem recebido atendimento especializado desde então. Os pais são divorciados, e ele mora com a mãe. O direito de visita do pai foi suspenso.

    Pela lei francesa, os acusados de estupro podem ser condenados à prisão perpétua. O homem preso por posse de imagens pornográficas envolvendo o menor pode pegar cinco anos de prisão.

    A submissão química, nome dado à administração de drogas para forçar o ato sexual sem consentimento da vítima, tornou-se uma preocupação da opinião pública francesa depois de uma série de casos de grande repercussão.

    O maior deles foi o da aposentada Gisèle Pelicot, estuprada por dezenas de homens ao longo de uma década com a cumplicidade do marido, que a drogava. Em 2024, ele foi condenado a 20 anos de prisão, e outros 50 homens, a penas de 3 a 13 anos.

    Na semana passada, um senador francês, Joël Guerriau, foi condenado a quatro anos de prisão por ter tentado drogar a deputada Sandrine Josso quando os dois estavam a sós no apartamento dele em Paris. Ele está recorrendo em liberdade.

    O inquérito comprovou que ele colocou ecstasy em uma taça de champanhe que ofereceu à deputada. Josso começou a sentir-se mal, mas conseguiu sair do apartamento e ir para um hospital.

    Dez homens são indiciados por drogar e estuprar menino de 5 anos na França

  • Maxiane detona Babu Santana no BBB 26 após Sincerão

    Maxiane detona Babu Santana no BBB 26 após Sincerão

    Durante conversa com Jordana Morais, a influenciadora classificou o ator como articulador. “Ele é muito esperto. É muito manipulador”, avaliou. Ao ser questionada se havia mentido sobre o brother, Jordana negou e reforçou as críticas. “Eu acho que ele é muito articulador e quer ser o dono da razão. Quer mandar na cozinha, quer mandar em todos os espaços que chega”, afirmou a advogada.

    ANA CORA LIMA
    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – O clima no BBB 26 segue tenso entre os participantes nesta terça-feira (3), reflexo do Sincerão realizado na noite anterior. Líder da semana, Maxiane Rodrigues voltou a criticar Babu Santana e afirmou não se arrepender de tê-lo escolhido como “técnico” da “pior seleção de todos os tempos”, proposta da dinâmica comandada por Tadeu Schmidt.

    Durante conversa com Jordana Morais, a influenciadora classificou o ator como articulador. “Ele é muito esperto. É muito manipulador”, avaliou. Ao ser questionada se havia mentido sobre o brother, Jordana negou e reforçou as críticas. “Eu acho que ele é muito articulador e quer ser o dono da razão. Quer mandar na cozinha, quer mandar em todos os espaços que chega”, afirmou a advogada.

    Maxiane ainda disse se incomodar com o comportamento de Babu nas conversas pessoais. Segundo ela, o ator costuma falar bastante sobre a própria trajetória, mas não demonstra o mesmo interesse em ouvir os colegas. “Ele tem muitas histórias de vida. Quantas vezes eu já parei para escutar? Mas ele nunca parou para ouvir a minha. Quando a gente vai entrar em um assunto sobre a nossa vida, ele não para de falar dele”, declarou.

    Jordana também criticou o posicionamento do brother ao apoiar Ana Paula Renault e Milena Moreira, mesmo após as punições recebidas pelas sisters, que fizeram o Vacilômetro estourar e colocaram toda a casa no Tá Com Nada. “Se fosse um de nós colocando a casa toda no Tá Com Nada, ele ia xingar. Então ele é hipócrita, falso”, disparou.

    Maxiane detona Babu Santana no BBB 26 após Sincerão

  • Câmara dos EUA avança com projeto de lei para encerrar paralisação parcial do governo

    Câmara dos EUA avança com projeto de lei para encerrar paralisação parcial do governo

    O presidente da Câmara, Mike Johnson, obteve sucesso mais cedo no dia, quando os republicanos da Câmara conseguiram manter sua estreita maioria para aprovar o projeto durante uma votação processual chave.

    A atual paralisação parcial do governo dos EUA está se aproximando do fim após o presidente norte-americano, Donald Trump, pressionar os conservadores linha-dura a abandonarem um bloqueio contra um acordo que ele negociou com os democratas do Senado.

    O presidente da Câmara, Mike Johnson, obteve sucesso mais cedo no dia, quando os republicanos da Câmara conseguiram manter sua estreita maioria para aprovar o projeto durante uma votação processual chave.

    Apenas um republicano, o deputado Thomas Massie de Kentucky, juntou-se a todos os democratas da Câmara ao votar contra o avanço do projeto.

    A medida encerraria a paralisação parcial do governo que começou no sábado, financiando a maior parte do governo federal até 30 de setembro e o Departamento de Segurança Interna por duas semanas enquanto os legisladores negociam possíveis mudanças para o Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos EUA.

    *Fonte: Associated Press.

    *Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

    Câmara dos EUA avança com projeto de lei para encerrar paralisação parcial do governo

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  • Ex-marido de Jill Biden é detido e acusado do homicídio da atual mulher

    Ex-marido de Jill Biden é detido e acusado do homicídio da atual mulher

    O ex-marido da ex-primeira-dama Jill Biden foi detido e acusado pela morte da atual esposa. William Stevenson, de 77 anos, foi detido na segunda-feira e enfrenta uma acusação de homicídio em primeiro grau pela morte de Linda Stevenson.

    O ex-marido da ex-primeira-dama Jill Biden foi detido e acusado pela morte da atual esposa, segundo informaram as autoridades nesta terça-feira. William Stevenson, de 77 anos, foi preso na segunda-feira e enfrenta uma acusação de homicídio em primeiro grau pela morte de Linda Stevenson, de 64 anos.

    A polícia do condado de New Castle não divulgou detalhes sobre a morte, mas em um comunicado anterior informou que os agentes foram acionados para atender a uma ocorrência de violência doméstica em 28 de dezembro de 2025, em uma residência na região de Wilmington, no estado de Delaware, segundo a NBC News.

    Linda Stevenson foi encontrada inconsciente na sala de estar e acabou não resistindo, apesar das tentativas de reanimação realizadas pelos policiais no local. O comunicado à imprensa da época informou ainda que o corpo foi encaminhado à Divisão de Ciências Forenses de Delaware para a realização de uma autópsia.

    A causa da morte não foi incluída na declaração sobre a prisão de William Stevenson, e a acusação formal do júri, que ocorreu na segunda-feira, foi resultado de uma “investigação extensa que durou semanas” sobre o óbito, segundo a polícia.

    William Stevenson está atualmente sob custódia na Instituição Correcional Howard Young, após não conseguir pagar a fiança de 500 mil dólares (cerca de 420 mil euros) em dinheiro, informaram as autoridades.

    Até o momento, o ex-presidente Joe Biden e Jill Biden não se manifestaram sobre o caso.

    A ex-primeira-dama e William, ex-jogador universitário de futebol americano, se casaram em fevereiro de 1970, quando tinham 18 e 23 anos, respectivamente. Pouco tempo depois, segundo o mesmo veículo, ele abriu o The Stone Balloon Club, que se tornou um dos bares universitários mais populares do país, próximo à Universidade de Delaware, em Newark, onde Jill era estudante, e onde artistas como Bruce Springsteen, Dave Matthews e The Allman Brothers Band se apresentaram ao longo de décadas.

    William e Jill foram casados por cinco anos e, em março de 1975, ela conheceu um senador do estado de Delaware chamado Joe Biden. O divórcio foi assinado em maio de 1975.

    Cerca de uma década depois, William se casou com Linda.

    Linda Stevenson era mãe e avó e havia fundado recentemente uma empresa de contabilidade, a BMB Bookkeeping, segundo a CBS News. Ela era torcedora do time de futebol americano Philadelphia Eagles e “será lembrada como tenaz, bondosa e extremamente leal”, de acordo com um obituário. O marido não foi mencionado no texto.

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  • EUA abatem drone do Irã perto de porta-aviões, e petroleiro é perseguido

    EUA abatem drone do Irã perto de porta-aviões, e petroleiro é perseguido

    O relato foi feito pela agência Reuters e confirmado pela porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, à Fox News. O navio estava no norte do mar da Arábia, próximo de Omã e a cerca de 800 km do Irã, onde opera desde a semana passada.

    IGOR GIELOW
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A três dias de cruciais negociações para evitar uma nova guerra no Oriente Médio, um drone de vigilância do Irã foi abatido por um caça F-35C americano aos se aproximar do USS Abraham Lincoln, o porta-aviões que é a mais vistosa peça do cerco militar montado por Donald Trump contra a teocracia.

    O relato foi feito pela agência Reuters e confirmado pela porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, à Fox News. O navio estava no norte do mar da Arábia, próximo de Omã e a cerca de 800 km do Irã, onde opera desde a semana passada.

    O drone abatido era do modelo Shahed-139, uma versão mais avançada do mais comum avião-robô iraniano, que não leva armas. Já o F-35C, versão naval do caça de quinta geração, é operado do porta-aviões e estava em patrulha.

    Em outro incidente na região nesta terça-feira (3), seis lanchas armadas com metralhadoras de grosso calibre da Guarda Revolucionária iraniana perseguiram e tentaram abordar um petroleiro americano.

    O navio estava no vital estreito de Hormuz, rota de 20% da produção de petróleo e gás liquefeito do mundo, que tem toda sua margem norte dominada pelo Irã.

    Segundo as agências de segurança marítima UKTMO e Vanguard, o M/T Stena Imperative, que é de propriedade dinamarquesa mas usa bandeira dos Estados Unidos, deixava os Emirados Árabes Unidos rumo à base naval americana no Bahrein quando as lanchas se aproximaram.

    Elas tentaram contato com rádio com a embarcação, mas acelerou a velocidade e a perseguição acabou. Segundo a Vanguard, o M/T Stena estava no corredor de águas internacionais de Hormuz, e não entrou nos domínios marítimos do Irã. O petroleiro pediu auxílio e, mais à frente, foi escoltado por um navio de guerra dos EUA.

    Os incidentes elevam o nível de tensão no Golfo Pérsico, que havia baixado um pouco após a abertura diplomática entre EUA e Irã. Na sexta (6) está previsto o primeiro encontro direto entre delegações americana e iraniana em uma década, em Istambul.

    Lidera a delegação americana o enviado de Trump Steve Witkoff, que nesta terça estava em Israel discutindo a crise com o Irã com o premiê Binyamin Netanyahu e a cúpula militar e de inteligência do Estado judeu.

    Já os iranianos terão à frente o chanceler Abbas Araghchi. Mas mesmo este encontro já está sendo colocado em dúvida, segundo relatos na imprensa árabe e americana.

    O site dos EUA Axios afirmou nesta terça que os iranianos querem mudar o local da reunião para o Omã, onde grupos dos dois países negociaram de forma indireta no ano passado, e defende vetar a presença de representantes de outros países, como a Turquia e de monarquias do Golfo.

    Nesta terça, Araghchi, que vem defendendo negociações “sem pressão”, conversou sobre o tema com seus homólogos omani e turco, além de discutir a crise com o premiê do Qatar, país árabe com quem a teocracia tem boas relações.

    A crise ganhou corpo a partir das grandes atos contra o regime islâmico instalado em Teerã desde 1979, na virada do ano. A mortífera repressão, que segundo ativistas matou mais de 5.000 pessoas, foi condenada por Trump, que prometeu ajudar os manifestantes.

    Depois o americano refluiu, só para enviar o que chamou de “grande armada” para o Oriente Médio: o grupo de ataque do Abraham Lincoln, diversos navios de guerra, submarinos, aviões de ataque e de apoio. Uma vez com ativos militares mais preparados para agir, voltou a falar grosso.

    Ameaçou atacar enquanto mudava o foco da demanda, dos protestos para o disputado programa nuclear dos aiatolás. Em junho, ao apoiar a guerra de 12 dias de Israel contra o Irã, Trump bombardeou instalações importantes para a eventual fabricação da bomba atômica.

    A situação se acalmou numa trégua frágil, e não houve avanços para retomar algum tipo de negociação que impeça Teerã de ter a bomba. De 2015 a 2018, um acordo secundado pelos EUA e outras potências em tese trocou o abandono da pretensão pelo fim de sanções econômicas.

    Trump deixou o arranjo, acusando ele de se leniente com os iranianos, e nem sob Joe Biden houve acordo. A crise provocada no Oriente Médio pelo ataque do preposto de Teerã Hamas a Israel em 2023 e, agora, as manifestações, recolocaram a vontade de Trump de derrubar o regime à mesa novamente.

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