Autor: REDAÇÃO

  • Entenda o protesto de CR7, que decidiu não entrar em campo pelo Al Nassr

    Entenda o protesto de CR7, que decidiu não entrar em campo pelo Al Nassr

    Cristiano Ronaldo não estará em campo na partida do Al-Nassr contra o Al-Riyadh nesta segunda-feira, 2. De acordo com o jornal português A Bola, o jogador tem mostrado insatisfação com a gestão do clube saudita.

    O atleta estaria contestando a falta de aportes na equipe pelo Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita (PIF). Segundo o veículo de comunicação, CR7 aponta que o Fundo estaria priorizando outros clubes no país.

    Na atual janela de transferências, o Al-Nassr contratou somente o meia Haydeer Abdulkareem, de 21 anos. O técnico Jorge Jesus já tinha pedido publicamente mais jogadores para a equipe.

    O Al-Hilal, que também é gerido pelo PIF, já contratou Pablo Marí e Darwin Núñez. Além disso, tem o interesse em tirar Karim Benzema do Al-Ittihad. Cristiano Ronaldo não concorda com a diferença de investimentos realizada.

    Em janeiro, o técnico Jorge Jesus chegou a dizer que o Al-Nassr \”não tinha o poder político do Al-Hilal\”. A frase polêmica teve grande repercussão no futebol da Arábia Saudita.

    O Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita é um dos maiores fundos soberanos do mundo, que busca diversificar a economia do país. O esporte é uma das áreas utilizadas pelo Fundo para promover a nação do Oriente Médio.

    Entenda o protesto de CR7, que decidiu não entrar em campo pelo Al Nassr

  • Lutador de jiu-jitsu André Galvão é acusado de assédio sexual por ex-aluna

    Lutador de jiu-jitsu André Galvão é acusado de assédio sexual por ex-aluna

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O lutador de jiu-jitsu André Galvão, 43, líder da equipe Atos, sediada em San Diego, nos Estados Unidos, foi acusado de assédio sexual por uma ex-aluna da academia. A lutadora americana Alexa Herse, 18, fez a denúncia por meio das redes sociais, relatando episódios que teriam ocorrido ao longo dos últimos meses durante treinamentos. Galvão nega as acusações e afirma que tomará medidas judiciais.

    Faixa-roxa, Alexa tem se destacado em competições internacionais, atuando com bandeira da Atos até então. Ao fazer o relato, a americana detalhou o suposto comportamento inapropriado do brasileiro.

    Segundo ela, o assédio teria ocorrido ao longo de seis meses. “Nos últimos 6 meses, fui deixada muito desconfortável em diversas ocasiões por André Galvão. Ele me tocou de forma inapropriada durante os treinos. Ele repetidamente fez comentários sobre meu corpo e minha aparência”, contou.

    “Durante os treinos, ele me separava do parceiro de treino que eu havia escolhido, mandava meu parceiro treinar com outra pessoa e me obrigava a treinar com ele. Ele gemia de forma sexual no meu ouvido enquanto estava em cima de mim. E em outra ocasião, quando sua cabeça estava muito perto da minha, ele lambeu minha orelha”, continuou a lutadora.

    Alexa também afirmou que procurou por Angélica Galvão, esposa de André e uma das lideranças da equipe, para relatar o que estava acontecendo. “Ela não só não fez nada a respeito, como me disse para não falar nada e que ‘se está errado, você tem que pelo menos fingir que está certo’ e ‘não morda a mão que te alimenta’. Ela escolheu me ignorar, me silenciar e proteger o marido. Mas você ainda se sentiria assim se fosse sua filha?”, indagou a americana.

    Horas antes da divulgação do relato de Alexa Herse, André Galvão também usou as redes sociais para se defender do que chamou de “rumores falsos”. Sem citar o nome da ex-aluna, ele negou qualquer acusação de assédio e disse que vai tomar medidas legais contra as alegações.

    “Essas alegações não são verdadeiras, e estamos tomando as medidas legais cabíveis para proteger a integridade da Atos”, afirmou. “Não irei me envolver em disputas nas redes sociais. No entanto, já estou tomando todas as medidas necessárias para proteger nossa comunidade e o nome da minha família. Garanto que, em breve, toda verdade será esclarecida, inclusive os fatos reais sobre a saída de alguns membros da equipe em razão de recentes mudanças administrativas e financeiras”, acrescentou.

    As duas últimas rodadas da primeira fase serão verdadeiras finais para o Santos. A equipe enfrenta o Noroeste -que está uma posição acima- fora de casa, e encerra a etapa inicial do campeonato contra o Velo Clube, o primeiro time dentro do Z2, em casa

    Folhapress | 09:30 – 03/02/2026

    Lutador de jiu-jitsu André Galvão é acusado de assédio sexual por ex-aluna

  • Globo é detonada após “impedir” Edilson Capetinha de desistir do BBB 26

    Globo é detonada após “impedir” Edilson Capetinha de desistir do BBB 26

    Ainda durante a manhã, Capetinha relatou aos colegas que havia conversado com a equipe do BBB sobre sua vontade de sair. Segundo ele, a produção teria pedido que aguardasse o momento do raio-X antes de tomar qualquer atitude. Enquanto esperava, o brother permaneceu sentado na sala ao lado de Babu e Juliano Floss.

    Edilson Capetinha chegou a cogitar seriamente sua saída do BBB 26, mas acabou desistindo de apertar o botão da desistência. O ex-atacante se despediu dos demais participantes, organizou seus pertences e deixou claro que pretendia abandonar o reality. No entanto, a decisão foi revista, o que gerou forte repercussão nas redes sociais, com internautas levantando suspeitas sobre uma possível interferência da produção do programa.

    Ainda durante a manhã, Capetinha relatou aos colegas que havia conversado com a equipe do BBB sobre sua vontade de sair. Segundo ele, a produção teria pedido que aguardasse o momento do raio-X antes de tomar qualquer atitude. Enquanto esperava, o brother permaneceu sentado na sala ao lado de Babu e Juliano Floss. Nesse período, ele também aproveitou para pedir desculpas a Leandro por tê-lo chamado de analfabeto durante uma discussão na casa, sinalizando uma possível despedida.

    Pouco tempo depois, a produção exibiu uma música composta pelo próprio Capetinha. Após ouvir a canção, o ex-jogador afirmou que se sentiu mais animado e, diante disso, decidiu não apertar o botão e seguir no jogo. A mudança de postura, porém, não passou despercebida pelo público, que passou a criticar duramente a condução da situação.

    “Capeta não desistiu, culpa da produção, protegendo camarote, não liberou o botão”, escreveu uma internauta no X.

    Outro comentário apontou: “A produção fez o Capeta desistir da desistência por meio do cansaço. O cara ficou cansado de esperar a produção liberar o botão”.

    As críticas continuaram com acusações mais diretas: “Patética essa decisão de não liberar o botão e ainda mandar camisa para o capeta participar”. Houve também quem afirmasse que tudo fazia parte de uma estratégia: “Não começou o raio-X, o botão não fica verde e tocam a música que o Capeta escreveu. É para o cara não desistir. Limpeza de imagem mode on!”.

    Edilson Capetinha segue como participante do BBB26.

    Globo é detonada após “impedir” Edilson Capetinha de desistir do BBB 26

  • Ricky Gervais volta a criticar artistas que fazem discursos políticos no Grammy

    Ricky Gervais volta a criticar artistas que fazem discursos políticos no Grammy

    rtistas como Billie Eilish, Justin Bieber, Hailey Bieber e Jack Antonoff usaram broches com a inscrição “ICE Out” (Fora ICE, se referindo ao Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos)

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Ricky Gervais voltou a alfinetar artistas que usam os discursos das premiações para falar sobre política. Horas depois da cerimônia do Grammy, na noite de domingo (1º), o humorista britânico republicou no X um trecho de seu monólogo no Globo de Ouro de 2020 e escreveu, com emoji de choro: “Eles ainda não estão ouvindo”.

    No vídeo resgatado, Gervais aconselha vencedores a não transformarem o palco em palanque político. “Se você ganhar um prêmio esta noite, não o use como plataforma política para fazer um discurso político”, disse na ocasião. 

    “Vocês não estão em posição de dar lição de moral ao público sobre nada. Não sabem nada sobre o mundo real. A maioria de você passou menos tempo na escola que Greta Thunberg.”

    Em setembro passado, após o Emmy Awards de 2025, Gervais publicou a mesma mensagem -depois apagada- em meio à repercussão do discurso da atriz Hannah Einbinder, da série Hacks, que incluiu críticas ao ICE e apoio à causa palestina.

    No Grammy deste ano, a politização foi ainda mais evidente. Artistas como Billie Eilish, Justin Bieber, Hailey Bieber e Jack Antonoff usaram broches com a inscrição “ICE Out” (Fora ICE, se referindo ao Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos).

    A cantora Billie Eilish xingou a agência no palco ao vencer a categoria de canção do ano por “Wildflower”. Ela também afirmou que “ninguém é ilegal em terra roubada” e defendeu que artistas continuem protestando. “Nossas vozes importam”, disse.

    Bad Bunny, que levou álbum do ano e melhor álbum de música urbana, também falou “Fora ICE” ao subir ao palco. “Não somos selvagens, não somos animais, não somos alienígenas. Somos humanos e somos americanos”, disse o porto riquenho em seu discurso. Além dos dois, Olivia Dean, ganhadora da categoria Revelevação do ano, e Shaboozey defenderam os imigrantes em seus discursos.

    Ricky Gervais volta a criticar artistas que fazem discursos políticos no Grammy

  • Reação a vice e gestão de ego: lendas do Milan não se esquecem de Ancelotti

    Reação a vice e gestão de ego: lendas do Milan não se esquecem de Ancelotti

    (UOL/FOLHAPRESS) — O que torna um treinador especial? No caso de Carlo Ancelotti, atual técnico da seleção brasileira, a resposta não está apenas nas vitórias. Alessandro Nesta e Clarence Seedorf, lendas do Milan comandado pelo italiano, estão no Brasil para divulgar a World Legends Cup e abriram o coração ao relembrar o impacto de “Carletto” em suas carreiras.

    Nesta fez questão de citar uma das derrotas mais marcantes da trajetória de Ancelotti: a final da Liga dos Campeões de 2005, contra o Liverpool. O Milan abriu 3 a 0 no primeiro tempo, sofreu o empate na etapa final e perdeu nos pênaltis.

    “Carlo é um homem especial. Um técnico especial para mim. Toda vez que inicia um trabalho, ele consegue empurrar os jogadores para além do limite. A melhor recordação que tenho foi quando perdemos a final da Champions para o Liverpool. Quando você perde, você vê a pessoa real. Quando vence, é simples. Mas quando perde, a pessoa de verdade aparece”, disse o ex-zagueiro.

    Segundo Nesta, a postura de Ancelotti após a derrota revelou seu caráter. “Perder daquele jeito não foi normal. Depois do jogo, Carlo foi até cada jogador para dizer palavras boas. Estávamos todos muito tristes. Quando você ganha, as pessoas aparecem. Quando perde, a pessoa real se mostra”, completou.

    “Se você tem uma chance de vencer a Copa do Mundo, com Carlo Ancelotti você tem chance em dobro”, resumiu o italiano.

    Seedorf destacou outra virtude essencial do treinador: a capacidade de liderar estrelas. “Ele se provou o melhor do mundo pela habilidade de criar grupos competitivos em grandes clubes. Sabe lidar com grandes jogadores e grandes egos. O fato de vir ao Brasil mostra motivação para assumir um desafio enorme, com expectativa altíssima. Ele está acostumado a isso”, afirmou.

    O holandês, que trabalhou oito anos com Ancelotti, ressaltou ainda a importância das lideranças internas. “Os jogadores precisam assumir responsabilidades. Carlo sempre confiou nos líderes para transmitir e proteger suas ideias. Isso será fundamental para o sucesso do trabalho”, concluiu.

    A CBF, segundo interlocutores, está satisfeita com o desempenho de Ancelotti e já trabalha para renovar o contrato do treinador até a Copa do Mundo de 2030.

    As duas últimas rodadas da primeira fase serão verdadeiras finais para o Santos. A equipe enfrenta o Noroeste -que está uma posição acima- fora de casa, e encerra a etapa inicial do campeonato contra o Velo Clube, o primeiro time dentro do Z2, em casa

    Folhapress | 09:30 – 03/02/2026

    Reação a vice e gestão de ego: lendas do Milan não se esquecem de Ancelotti

  • Bom humor generalizado conduz Ibovespa a inéditos 186 mil pontos pela 1ª vez

    Bom humor generalizado conduz Ibovespa a inéditos 186 mil pontos pela 1ª vez

    Índice bate recorde histórico impulsionado pela expectativa de cortes na Selic a partir de março, reforçada pela ata do Copom, além do fluxo estrangeiro, alta das bolsas em Nova York e valorização do petróleo no mercado internacional

    O Ibovespa atingiu, nesta terça-feira, 3, os 186 mil pontos pela primeira vez na história, avançando quase 3.900 pontos em relação à abertura, aos 182.815,55 pontos. Desde o início do pregão, o índice vem renovando máximas históricas, impulsionado principalmente pela expectativa de início do ciclo de corte de juros pelo Banco Central em março, reforçada pela ata do Comitê de Política Monetária (Copom).

    Além do cenário doméstico favorável, o movimento positivo também é sustentado pela alta das bolsas de Nova York e pela valorização do petróleo. Na B3, o clima é amplamente otimista, com nenhuma das 85 ações da carteira teórica operando em queda.

    “A ata do Copom confirmando que haverá cortes de juros é positiva. O Banco Central projeta inflação de 3,2% no terceiro trimestre de 2027, muito próxima do centro da meta, de 3,0%. Não é um horizonte distante”, afirma Felipe Cima, analista da Manchester Investimentos. Segundo ele, ainda há efeitos do aperto monetário a serem absorvidos pelo IPCA, mas a queda dos juros tende a beneficiar a economia. “Se não fosse o mercado de trabalho apertado, o ciclo já poderia ter começado”, completa.

    Na avaliação de Ricardo Trevisan, CEO da Gravus Capital, a valorização do índice tem fundamento. “Há base para a alta, especialmente pela perspectiva de queda dos juros e pelo fluxo de capital estrangeiro”, diz. Ele ressalta, porém, que novos avanços devem ocorrer em um ambiente de maior volatilidade, dependente de dados macroeconômicos e da percepção de risco.

    Os investidores também analisam a Pesquisa Mensal Industrial (PIM). Em dezembro, a produção industrial caiu 1,2% frente a novembro, resultado mais fraco do que o esperado. Na comparação com dezembro de 2024, houve alta de 0,4%, enquanto o avanço acumulado em 12 meses ficou em 0,6%.

    Nos Estados Unidos, o mercado acompanha a paralisação parcial do governo. O presidente Donald Trump afirmou que assinará um acordo de financiamento “imediatamente” quando o texto chegar à sua mesa. A divulgação do relatório Jolts de criação de vagas foi adiada para 19 de fevereiro, assim como já havia ocorrido com o payroll, previsto para esta semana.

    Sobre a ata do Copom, divulgada nesta manhã, a economista-chefe do Inter, Rafaela Vitória, avalia que o documento reforça a leitura de melhora do cenário. “O comitê reconheceu a desaceleração da inflação e a melhora do ambiente externo, abrindo espaço para o início da flexibilização monetária”, afirma. Ainda assim, ela projeta cautela. “Esperamos um corte inicial de 50 pontos-base, ritmo que deve ser mantido no cenário atual”, diz. O Inter estima a Selic em 12,50% ao fim do ano.

    Às 11h33, o Ibovespa avançava 2,17%, aos 186.768,43 pontos, em nova máxima histórica. No mesmo horário, o dólar recuava 0,97%, cotado a R$ 5,2095, enquanto os juros futuros também operavam em queda.

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    Bom humor generalizado conduz Ibovespa a inéditos 186 mil pontos pela 1ª vez

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  • Morre Chuck Negron, vocalista e fundador do Three Dog Night

    Morre Chuck Negron, vocalista e fundador do Three Dog Night

    Cantor e compositor norte-americano tinha 83 anos e morreu em casa, na Califórnia. Negron foi um dos criadores do Three Dog Night e marcou gerações com sucessos como “Joy to the World” e “The Show Must Go On”

    Morreu aos 83 anos o cantor e compositor Chuck Negron, um dos fundadores da banda norte-americana Three Dog Night e voz de clássicos como “Joy to the World” e “The Show Must Go On”.

    Segundo a revista People, Negron morreu na segunda-feira, 2 de fevereiro, em sua casa, na Califórnia, cercado pela família. A informação foi confirmada por seu assessor de imprensa, que destacou que o artista enfrentava problemas de saúde nos últimos meses. Ele havia sido diagnosticado com insuficiência cardíaca e também convivia com doença pulmonar obstrutiva crônica.

    Em comunicado, o assessor afirmou que a trajetória de Negron foi marcada pela resiliência. “Foi uma prova de que nunca devemos desistir. É preciso perseverar diante de tudo o que a vida nos impõe e seguir em frente”, declarou.

    Nascido em 8 de junho de 1942, Chuck Negron era filho do artista porto-riquenho Charles Negron e de Elizabeth Rooke. Cresceu nos Estados Unidos entre o esporte e a música, cantando desde cedo em grupos de doo-wop. Em 1967, fundou o Three Dog Night ao lado de Danny Hutton e Cory Wells, banda que se destacou pelas harmonias vocais inovadoras e pela sonoridade sofisticada.

    Negron foi um dos principais vocalistas do grupo em uma série de sucessos que marcaram o rock e o pop dos anos 1970, como “Joy to the World (Jeremiah Was a Bullfrog)”, “One (Is the Loneliest Number)”, “Old Fashioned Love Song”, “Easy to Be Hard” e “The Show Must Go On”. Com a expansão da banda, passaram a integrar o grupo músicos como Michael Allsup, Jimmy Greenspoon, Joe Schermie e Floyd Sneed.

    O Three Dog Night se desfez ainda no auge da fama, em meio a conflitos internos e ao abuso de drogas, segundo relatos recorrentes sobre a trajetória do grupo. Após o fim da banda, Negron enfrentou uma longa batalha contra a dependência química, da qual conseguiu se libertar no início dos anos 1990.

    A partir de então, seguiu carreira solo, lançando sete álbuns entre 1995 e 2017. Em 1999, publicou o livro Three Dog Nightmare, no qual relatou sua história com a fama, o vício, a recuperação e a sobriedade. No ano passado, ele e Danny Hutton retomaram o contato depois de décadas afastados e fizeram as pazes.

    Chuck Negron deixa a esposa, Ami Albea Negron, e cinco filhos: Shaunti Negron Levick, Berry Oakley, Charles Negron III, Charlotte Negron e Annabelle Negron.
     
     

     

    Morre Chuck Negron, vocalista e fundador do Three Dog Night

  • Dólar abre em queda nesta terça-feira após divulgação de ata do Copom

    Dólar abre em queda nesta terça-feira após divulgação de ata do Copom

    Dólar recua com leitura da ata do Copom, enquanto mercados seguem atentos à indicação de Kevin Warsh para a presidência do Fed, ao comportamento dos juros futuros no Brasil e aos impactos globais das decisões de política monetária

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar abriu em queda nesta terça-feira (3), com investidores analisando a ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, divulgada pela manhã.

    No documento, o comitê reforçou o plano de iniciar um ciclo de cortes de juros na próxima reunião, em março, diante da melhora da inflação e da convergência das expectativas em direção à meta de 3%.

    Às 9h08, a moeda norte-americana caía 0,39%, cotada a R$ 5,2370. Na segunda-feira (2), o dólar havia fechado em alta de 0,21%, a R$ 5,257, retomando ganhos após a indicação de Kevin Warsh para a presidência do Fed (Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos).

    No mercado doméstico, o movimento da moeda americana acompanhou o índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes e avançava 0,59% ao longo do dia.

    A Bolsa, por sua vez, subiu 0,78%, aos 182.793 pontos, impulsionada pelo desempenho das ações da Vale e de bancos brasileiros, além do fluxo de investidores estrangeiros para fora das praças norte-americanas.

    Durante o pregão, os mercados financeiros continuaram reagindo à indicação de Warsh para o comando do banco central dos EUA, com a moeda americana se beneficiando de um cenário de menor incerteza.

    “Essa recuperação do dólar ocorre na esteira da decisão de Trump sobre o novo presidente do Fed, que, por ora, dissipou parte das preocupações em relação à independência da instituição”, afirma Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad.

    Warsh é visto como um defensor de uma postura hawkish, mais agressiva no combate à inflação e favorável à manutenção de juros elevados, o que contraria o discurso de Trump, que pressiona por cortes e defende uma taxa em torno de 1%. Atualmente, os juros nos EUA estão entre 3,5% e 3,75%.

    O indicado deve assumir o cargo em maio, quando se encerra o mandato de Jerome Powell. A nomeação ainda precisa ser confirmada pelo Senado até 15 de maio.

    Antes da indicação, operadores temiam uma maior interferência política nas decisões do Fed. A avaliação agora é de que Warsh é um “nome com credibilidade” e que, apesar do discurso de crescimento econômico, tende a manter uma postura dura contra a inflação, segundo análise de Paula Zogbi, estrategista-chefe da Nomad.

    Integrantes da Casa Branca, no entanto, indicam que Warsh pode adotar uma abordagem mais flexível do que o mercado projeta. “Ele deverá ter uma postura mais sensível ao crescimento econômico e menos inclinada à manutenção de juros elevados por um período prolongado”, avalia Gabriel Cecco, especialista da Valor Investimentos.

    A notícia também repercutiu no mercado de metais preciosos, que vinha acumulando recordes nas últimas semanas. O ouro chegou a cair 10% e a prata, 15%, nesta manhã.

    A queda reflete a perspectiva de juros mais altos nos EUA, o que torna os títulos do Tesouro americano mais atraentes. Com isso, ativos reais como ouro e prata, que vinham sendo usados como proteção em um cenário de juros baixos, passam a perder apelo.

    Kevin Warsh foi indicado na sexta-feira (30) pelo presidente Donald Trump, em decisão alinhada às críticas frequentes do republicano a Jerome Powell, nomeado por ele em 2017 e reconduzido pelo democrata Joe Biden em 2021.

    Desde o início do segundo mandato de Trump, Powell tem sido alvo de ataques por resistir às pressões da Casa Branca por cortes mais agressivos na taxa de juros.

    O dia também foi marcado pela queda das ações da Petrobras e de outras empresas do setor de petróleo, acompanhando a desvalorização da commodity, que chegou a recuar mais de 5% pela manhã.

    A baixa do petróleo foi impulsionada por declarações de Trump de que o Irã estaria “conversando seriamente” com Washington, sinalizando a possibilidade de um acordo entre os países. Na semana passada, os preços haviam disparado com o aumento das tensões geopolíticas.

    No cenário doméstico, investidores também acompanharam a retomada dos trabalhos do Congresso e do STF. Entre os temas no radar esteve a possibilidade de instalação de uma CPI do Banco Master.

    Além disso, a eventual indicação do secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, para a diretoria do Banco Central também influenciou o mercado, especialmente os juros futuros.

    Ao longo do dia, a taxa do contrato de DI para janeiro de 2028 subiu de 12,69% para 12,71%; a de janeiro de 2029 avançou de 12,69% para 12,75%; e a de janeiro de 2031 passou de 13,04% para 13,14%. No vencimento de 2035, a taxa foi de 13,30% para 13,42%.

    “Depois que o nome de Guilherme Mello passou a circular, a sensação predominante foi de desconforto e cautela. Isso costuma aparecer como juros mais altos nos prazos longos, já que o mercado passa a exigir uma remuneração maior para emprestar ao governo por muitos anos”, afirma Rafael Lima, CEO da fintech Ótmow.

    Dólar abre em queda nesta terça-feira após divulgação de ata do Copom

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  • 'Ser mulher ainda é difícil neste país', diz Leticia Spiller sobre machismo em 'Coração Acelerado'

    'Ser mulher ainda é difícil neste país', diz Leticia Spiller sobre machismo em 'Coração Acelerado'

    Leticia Spiller interpreta Janete Garcia como uma mulher intensa, movida pela emoção e pela coragem de seguir os próprios sonhos. A atriz fala sobre escolhas difíceis, amores inacabados, força feminina, amadurecimento da personagem e as conexões construídas dentro e fora de cena.

    (CBS NEWS) – Em “Coração Acelerado” (Globo), Janete Garcia é uma mulher guiada pela emoção e pela intensidade. Para Leticia Spiller, 52, que dá vida à personagem, trata-se de uma heroína raíz, capaz de provocar sentimentos fortes no público. “Ela é pura emoção. É aventura, música, arte, amor e paixão, mas também dor, tristeza e sofrimento. É uma heroína que faz o coração pulsar e acelerar”, avalia.

    A história de Janete começa de forma conturbada, especialmente por causa da relação com Alaorzinho (Daniel de Oliveira). O casamento, que parecia certo, acaba não acontecendo porque o empresário não oferece o apoio necessário para que a artista siga seus sonhos. “Todo parceiro deveria dar suporte para a mulher brilhar, e isso não acontece ali”, defende a atriz.

    Mesmo diante da possibilidade de uma vida confortável ao lado de um noivo milionário, Janete escolhe outro caminho. “Ela poderia ter sido uma mulher acomodada, mas preferiu encarar o desafio de seguir o coração e a própria intuição”, explica a atriz.

    Ao voltar à fictícia Bom Retorno, após 20 anos, a personagem é obrigada a enfrentar suas fragilidades. “Ela precisa atravessar a floresta escura, ir ao fundo do poço para voltar melhor, com a visão mais clara”, conta Leticia, que diz acreditar que, em algum momento da história, Janete voltará a cantar. “Estou contando com isso”, diz, aos risos.

    Leticia também aposta em uma reaproximação de sua personagem com Alaorzinho, agora casado com a irmã de Janete, Zilá (Leandra Leal). Nos próximos capítulos, os dois se reencontram. “O sentimento entre eles permanece. Eles são um grande amor um do outro, mas o público é quem vai dizer”, afirma.

    Para compor Janete, Leticia abriu “gavetinhas de emoções” que, segundo ela, são ferramentas fundamentais na profissão de atriz. “Ser mulher ainda é difícil neste país, que ainda é machista e ainda mata mulheres, infelizmente. Isso me dá uma tristeza muito grande. Precisamos estar unidas”, comenta.

    Nos bastidores, a atriz comemora a troca em cena com a intérprete mais jovem que vive sua filha Agrado, Rafaella Justus. “A gente se identificou de cara, criou uma cumplicidade muito bonita”, diz. “Com a Isadora Cruz também foi uma identificação incrível.”

    Fora da ficção, Leticia fala com carinho do próprio filho, Pedro Novaes, intérprete de Leonardo em “Três Graças”. “Sou completamente babona. Ele é um doce, e não tem um dia em que alguém não me pare para elogiá-lo”, afirma. “Aqui na emissora também exaltam o talento dele. Já decidi que vou trabalhar de babador (risos).”

    'Ser mulher ainda é difícil neste país', diz Leticia Spiller sobre machismo em 'Coração Acelerado'

  • Casarão de R$ 35 milhões de Ana Hickmann vai a leilão por dívidas

    Casarão de R$ 35 milhões de Ana Hickmann vai a leilão por dívidas

    Conforme o Tribunal de Justiça de São Paulo, a movimentação ocorre após o juiz Guilherme Madeira Dezem dar provimento a uma denúncia de uma credora que cobra da empresa Hickmann Serviços Ltda. o valor de R$ 678.435,03. Essa dívida não foi quitada e, então, haverá um leilão judicial eletrônico da propriedade

    (CBS NEWS) – Mais um capítulo na briga entre Ana Hickmann e o ex-marido, Alexandre Correa, se torna público. E em meio a esse imbróglio está um casarão localizado em Itu (interior de SP) avaliado em mais de R$ 35 milhões. Agora, a Justiça ordena que o imóvel vá a leilão por dívidas.

    Conforme o Tribunal de Justiça de São Paulo, a movimentação ocorre após o juiz Guilherme Madeira Dezem dar provimento a uma denúncia de uma credora que cobra da empresa Hickmann Serviços Ltda. o valor de R$ 678.435,03. Essa dívida não foi quitada e, então, haverá um leilão judicial eletrônico da propriedade.

    O valor arrecadado na venda do casarão será destinado ao pagamento do débito. Caso haja diferença, a quantia será distribuída aos responsáveis pelo imóvel.

    Segundo a equipe jurídica de Ana, trata-se de um processo em que todos os valores teriam sido negociados e movimentados exclusivamente por Alexandre Correa, o ex-marido da apresentadora. “De forma inexplicável, ele acabou confessando os valores sem apresentar qualquer defesa em relação às ilicitudes do contrato”, diz trecho do comunicado.

    “Além disso, foi indicado um imóvel avaliado em R$ 35 milhões como garantia para o pagamento de uma suposta dívida de aproximadamente R$ 700 mil, o que configura um excesso de garantias. Essa situação será questionada e impugnada pelos advogados de Ana”, emenda o restante da nota.

    Procurado, Enio Martins, advogado de Alexandre, afirma que seu cliente é dono de 50% de tudo e que é Ana quem se recusa a pagar mais de 30 credores “com desculpas esfarrapadas de que não deve”.

    “A Ana tem aplicado a tese de que não sabia das dívidas, mas assinou documentos e quer aplicar golpe na praça. Esse imóvel deve mais de R$ 10 milhões, e esse leilão não vai pagar uma única dívida. O Alexandre sempre quis pagar e ela faz de tudo para não vender”, diz ele.

    Casarão de R$ 35 milhões de Ana Hickmann vai a leilão por dívidas