Autor: REDAÇÃO

  • Khamenei culpa Trump pelos mortos no Irã e EUA ameaçam

    Khamenei culpa Trump pelos mortos no Irã e EUA ameaçam

    O líder iraniano atribuiu ao presidente dos Estados Unidos a culpa pelas mortes e danos causados no país durante a série de protestos nos últimos dias. Durante um discurso, Khamenei chamou Trump de ‘criminoso’, segundo a Al Jazeera.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O líder iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, atribuiu aos Estados Unidos a culpa pelas milhares de mortes que aconteceram no Irã no últimos dias e chamou Donald Trump de criminoso. Os EUA reagiram com recado.

    O líder iraniano atribuiu ao presidente dos Estados Unidos a culpa pelas mortes e danos causados no país durante a série de protestos nos últimos dias. Durante um discurso, Khamenei chamou Trump de ‘criminoso’, segundo a Al Jazeera.

    Mais tarde, em publicação, Khamenei disse que considera os EUA o “culpado”. “Consideramos o presidente dos EUA culpado devido às vítimas, aos danos e à difamação que infringiu à nação iraniana”, comunicou o líder iraniano no X na manhã deste sábado.

    O aiatolá ainda disse que não quer levar o país a uma guerra, ma que não pouparia “criminosos”, fossem nacionais ou estrangeiros. Khamenei ainda atribuiu o caos interno a interferência “ocidental” e ao “regime sionista”.

    “Aqueles ligados a Israel e EUA causaram danos maciços e mataram vários milhares”, afirmou Khamenei.

    O Departamento de Estado dos EUA reagiu com fervor. Em uma mensagem publicada em persa no X, o departamento enfatizou que se a “República Islâmica atacar alvos americanos, enfrentará uma força muito, muito poderosa”.

    “Já dissemos isso antes e repetimos: não brinquem com o presidente Trump”, publicou o Departamento de Estado dos EUA.

    PROTESTO E MORTES NO IRÃ

    Nas últimas semanas, centenas de iranianos morreram em meio a protestos no país que pedem a derrubada de atuais lideranças. A repressão aos protestos vem das próprias autoridades da nação.

    Os protestos reivindicam o fim do regime de aiatolás. Outras pautas citadas são o alto custo de vida e a inflação, que vem desvalorizando a moeda do país.

    Os EUA, por sua vez, ameaçou atacar pontos iranianos caso a repressão aos manifestos continue. O Irã já acusou o país norte-americano de se aliar a Israel para agravar a situação no país e fragilizar o governo. Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelense, e Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA, discutiram uma intervenção ao Irã, informou a agência Reuters.

    Trump disse que representantes iranianos ligaram para negociar após as ameaças de uma intervenção americana no país. Autoridades do Irã dizem estar prontas ao diálogo, mas também para a guerra.

    Ministro iraniano afirmou que país está pronto para a guerra e para as negociações. Abbas Araghchi, que comanda as Relações Exteriores da república, apontou que a diplomacia deve ser justa, “com direitos iguais e baseadas no respeito mútuo”. Durante uma conferência com embaixadores estrangeiros em Teerã, transmitida pela TV estatal, ele ainda acrescentou que a República Islâmica do Irã “não busca a guerra, mas está totalmente preparada para a guerra”.

    Líder supremo do país publicou montagem de Trump como um sarcófago destruído. O aiatolá Ali Khamenei, autoridade religiosa e política do país, comparou o americano a “Faraó, Nimrod, Reza Khan, Maomé Reza e outros semelhantes” que “foram depostos quando estavam no auge de seu orgulho”.

    Khamenei culpa Trump pelos mortos no Irã e EUA ameaçam

  • Google recorre após Justiça apontar monopólio ilegal de buscas nos EUA

    Google recorre após Justiça apontar monopólio ilegal de buscas nos EUA

    A ação pede a suspensão das medidas contra o Google -que ainda estão sendo definidas. A apelação foi anunciada oficialmente ontem pela empresa, que emitiu comunicado.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O Google recorreu contra uma decisão da Justiça dos Estados Unidos que concluiu que a empresa detém um monopólio ilegal entre os buscadores online.

    A ação pede a suspensão das medidas contra o Google -que ainda estão sendo definidas. A apelação foi anunciada oficialmente ontem pela empresa, que emitiu comunicado.

    Google diz que a Justiça “ignorou a realidade de que as pessoas usam o Google porque querem, e não porque são forçadas”. O comunicado, assinado pelo vice-presidente de assuntos regulatórios Lee-Anne Mulholland, diz ainda que a empresa enfrenta intensa concorrência por conta do ritmo acelerado de inovação de empresas consolidadas e startups ditas como bem financiadas.

    Google pediu a suspensão das medidas que obrigariam a empresa a compartilhar dados de busca e serviços de distribuição a concorrentes. O processo judicial em que a empresa recorre teve início em setembro de 2023, nos Estados Unidos, após acusações de monopólio e concorrência desleal contra a empresa líder no mercado de buscadores no mundo.

    A Justiça entendeu em 2024 que a empresa violou a Lei Sherman, que trata sobre posição dominante ilegal e de publicidade associada. No ano seguinte, em 2025, empresas como Apple, Mozila e OpenAi foram consultadas para a definição de medidas corretivas contra Google.

    Já em dezembro passado, o Juízo definiu as medidas, incluindo o compartilhamento de dados brutos. Apesar disso, a Justiça não obrigou a Alphabet, detentora do Google, de mostrar seus algoritmos e contratos de exclusividade com outras empresas.

    “[A decisão] desconsiderou depoimentos convincentes de fabricantes de navegadores como Apple e Mozilla, que afirmaram optar por destacar o Google por ele proporcionar a experiência de busca da mais alta qualidade para seus consumidores”, afirmou Lee-Anne.

    Google recorre após Justiça apontar monopólio ilegal de buscas nos EUA

  • Morre o jornalista e apresentador Erlan Bastos, aos 32 anos

    Morre o jornalista e apresentador Erlan Bastos, aos 32 anos

    Em dezembro de 2025, Erlan já havia apresentado problemas de saúde quando passou mal ao vivo durante o programa que comandava em uma emissora de televisão no Amapá. Na ocasião, ele foi encaminhado ao Hospital de Emergência de Macapá após sentir dores intensas no peito e no abdômen, além de fraqueza e suor frio.

    O jornalista Erlan Bastos morreu na manhã deste sábado (17), em Teresina, aos 32 anos. A causa da morte foi tuberculose peritoneal, uma forma rara da doença, conforme confirmado pela família com base no diagnóstico do Hospital Natan Portella, onde ele estava internado.

    A tuberculose peritoneal é uma manifestação extrapulmonar que provoca inflamação crônica no peritônio, membrana responsável por revestir a cavidade abdominal.

    Erlan já havia apresentado problemas de saúde desde Dezembro de 2025, quando passou mal ao vivo durante o programa que comandava em uma emissora de televisão no Amapá. Na ocasião, ele foi encaminhado ao Hospital de Emergência de Macapá após sentir dores intensas no peito e no abdômen, além de fraqueza e suor frio.

    Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o velório. Erlan deixa a mãe, irmãos e o marido. Nascido em Manaus, no Amazonas, ele desenvolveu grande parte de sua carreira profissional na região Nordeste. Foi fundador de um portal reconhecido por divulgar notícias exclusivas sobre celebridades e também atuou como jornalista em emissoras de televisão nos estados do Piauí e do Ceará.

    Além da atuação na TV, Erlan trabalhou como colunista e produtor de conteúdo digital, abordando temas ligados ao entretenimento, política, cultura e cotidiano. Em publicações nas redes sociais, ele chegou a relatar dificuldades enfrentadas ao longo da vida, incluindo períodos de vulnerabilidade, quando chegou a morar nas ruas de São Paulo.

    Em reconhecimento à sua trajetória profissional, Erlan Bastos recebeu o título de cidadão honorário do Piauí, concedido pela Assembleia Legislativa do Estado.

    Morre o jornalista e apresentador Erlan Bastos, aos 32 anos

  • Mulher morta pelo ICE foi atingida por vários disparos de arma de fogo

    Mulher morta pelo ICE foi atingida por vários disparos de arma de fogo

    Socorristas “encontraram dois ferimentos por arma de fogo no lado direito do tórax do paciente”. Outro ferimento foi observado no antebraço esquerdo e possivelmente um ferimento de bala no lado esquerdo da cabeça. O laudo necroscópico feito no corpo de Renee ainda não foi divulgado.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A americana Renee Nicole Good, 37, morta baleada por um agente de imigração nos EUA, foi atingida por disparos no peito, antebraço e possivelmente na cabeça, segundo documentos do Corpo de Bombeiros de Minneapolis.

    Socorristas “encontraram dois ferimentos por arma de fogo no lado direito do tórax do paciente”. Outro ferimento foi observado no antebraço esquerdo e possivelmente um ferimento de bala no lado esquerdo da cabeça. O laudo necroscópico feito no corpo de Renee ainda não foi divulgado.

    Avaliação médica constatou que Renee não respirava, estava inconsciente e com pulso fraco. Nos documentos, os socorristas detalham que a vítima foi retirada do veículo e foi levada, inicialmente, a um banco de neve próximo. Na sequência, ela foi encaminhada a uma calçada próxima para os socorristas terem um ambiente mais adequado para o trabalho, facilitar o acesso de ambulâncias e separar a vítima “de uma situação que estava se agravando, envolvendo policiais e curiosos”, informou a ABC News.

    Médicos tentaram reanimar a vítima com manobras de RPC (Reanimação Cardiopulmonar) e outras ações médicas. Ela foi conduzida a um hospital, mas não resistiu e morreu, segundo a CNN Internacional.

    Os registros dos bombeiros também mostraram o que solicitantes disseram em ligação à emergência. Um deles declarou que viu “um agente do ICE disparar dois tiros em direção ao para-brisa contra a motorista”. Essa pessoa afirmou que Renee “tentou fugir, mas bateu no veículo estacionado mais próximo”, destacando que viu “sangue por todo o [corpo da] motorista e depois na parceira dela que estava tentando prestar socorro”.

    “Ela está morta. Eles atiraram nela”, disse outra pessoa que ligou para o socorro. Ela acrescentou que havia 15 agentes de imigração no local e eles atiraram porque a mulher não abriu a porta do carro. Um terceiro solicitante, que disse telefonar em nome dos agentes de segurança interna, destacou que os policiais estavam presos em um carro e havia “agitadores no local”, havendo disparos feitos por moradores.

    VÍDEO MOSTRA MULHER SENDO MORTA

    Um vídeo gravado por um agente do ICE (Serviço de Imigração e Fronteiras dos Estados Unidos) mostra o momento em que Renee é morta a tiros. O caso ocorreu em 7 de janeiro.

    Registro flagrou Renee falando com agentes. Ela afirma que “está tudo bem, cara”, enquanto o agente que a filma dá a volta no veículo. “Eu não estou brava com você. Eu não estou brava com você”, repete Renee. As imagens foram divulgadas inicialmente pelo portal de notícias Alpha News e compartilhadas pelo Departamento de Segurança Interna dos EUA e pela Casa Branca.

    Uma segunda voz, que aparenta ser da esposa de Renee, pede que o agente mostre o rosto, que estava parcialmente coberto, e filmava a placa do carro da vítima. “Está tudo bem, a gente não muda nossa placa do carro todas as manhãs, só para você saber. Será a mesma placa quando você voltar para conversar com a gente depois. Está tudo bem. [Somos] cidadãos dos Estados Unidos. Quer vir nos pegar? Eu te diria para ir comer alguma coisa, grandalhão”.

    Na sequência, outro agente exige que Renee saia do carro. Ele repete a frase três vezes. A esposa tenta abrir a porta do passageiro, quando grita algo. Renee dá ré, aparentando tentar se afastar do agente que gravava a situação, acelera e disparos são ouvidos. É possível ver o carro dela colidindo contra outros veículos em seguida.

    ENTENDA O CASO

    Manifestantes violentos atropelaram os agentes, disse o Departamento de Segurança Interna. “Um agente do ICE [Serviço de Imigração e Alfândega], temendo por sua vida, pela vida de seus colegas e pela segurança pública, disparou em legítima defesa”, afirma em comunicado, reproduzido pela CNN Internacional.

    Agentes teriam sido atacados quando ficaram presos na neve. “Eles estavam tentando desatolar o veículo quando uma mulher os atacou, assim como as pessoas ao redor, e tentou atropelá-los com o carro”, afirmou Kristi Noem, secretária do Departamento de Segurança Interna.

    FBI assumiu a investigação do caso após a repercussão da morte. A partir de agora somente o órgão federal vai ter acesso às provas e evidências da ocorrência. O procurador-geral de Minnesota, Keith Elisson, demonstrou preocupação com o caso, questionando o motivo para a decisão, já que o departamento local já tocava a investigação.

    Vice-presidente dos EUA, JD Vance, disse que Renee é culpada pela própria morte. Ele reforçou o discurso de Donald Trump, que classificou o comportamento da mulher como “horrível”, e também responsabilizou a “esquerda radical” pelo caso. “Você tem uma mulher que joga o carro em um agente da lei e pressiona o acelerador. Ninguém debate isso. Eu posso acreditar que a morte dela é uma tragédia, mas também reconhecer que é uma tragédia causada por ela mesma”, afirmou, durante coletiva de imprensa.

    Agente de imigração que matou Renee sofreu uma hemorragia interna após o ocorrido. Segundo autoridades federais dos EUA, Jonathan Ross teria tido uma hemorragia interna no tronco do corpo. A informação foi dada por dois funcionários do ICE à CBS News e foi confirmada na sequência por outros veículos de notícia. Ainda não está claro qual foi a extensão e gravidade do sangramento.

    Renee Nicole Good nasceu no Colorado. Ela morava em Minneapolis com a sua esposa a poucos quarteirões de onde foi baleada. Ela deixou três filhos, um deles, um menino de seis anos, que morava com ela. Os outros dois filhos de Renee, um menino e uma menina adolescentes, vivem em outra cidade com familiares. Eles eram fruto do primeiro casamento dela.

    Mulher morta pelo ICE foi atingida por vários disparos de arma de fogo

  • Gilmar Mendes nega habeas corpus com pedido de prisão domiciliar para Bolsonaro

    Gilmar Mendes nega habeas corpus com pedido de prisão domiciliar para Bolsonaro

    Na decisão, afirmou que a jurisprudência do STF é reiterada e pacífica no sentido de não admitir o conhecimento de HCs impetrados contra decisões de ministros ou de órgãos colegiados da própria Corte.

    O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou um habeas corpus apresentado em favor da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele não chegou a analisar o mérito do pedido, mas negou o HC por inadmissibilidade da via eleita.

    Na decisão, afirmou que a jurisprudência do STF é reiterada e pacífica no sentido de não admitir o conhecimento de HCs impetrados contra decisões de ministros ou de órgãos colegiados da própria Corte.

    Também destacou que sua posição como relator do pedido se deu em situação excepcional e temporária, justificada pelo recesso forense, e, sendo assim, um eventual conhecimento do HC, além de contrariar a jurisprudência consolidada, implicaria em uma substituição indevida da competência natural previamente estabelecida na Corte.

    “Ainda que respaldado em previsão regimental expressa, esse exercício deve ser marcado por temperamentos que resguardem a atribuição dos Ministros originalmente competentes para os feitos de que se originam os atos impugnados”, disse.

    Mendes enfatizou, por fim, que o HC em questão foi impetrado por um advogado não participante da defesa do ex-presidente. Pontuou que a ação de terceiros é possível, mas que o STF tem se posicionado quanto à prudência nesses casos, especialmente quando não há indicativo de inércia ou omissão da defesa do envolvido.

    Essa posição, disse, ocorre para “evitar que pretensões movidas por terceiros acabem por repercutir, de maneira indesejada, na estratégia defensiva do próprio paciente, o que revela subversão dos institutos aplicáveis.”

    O habeas corpus foi pedido pelo advogado Paulo Souza Barros de Carvalhosa, que não faz parte da defesa do ex-presidente. O HC foi originalmente distribuído para a ministra Cármen Lúcia, mas, devido ao recesso, ele seria analisado pelo ministro Alexandre de Moraes, que exerce interinamente a presidência da Corte. Moraes, porém, se declarou impedido de apreciá-lo devido a uma questão regimental, e por isso o HC foi redistribuído para Mendes.

    Gilmar Mendes nega habeas corpus com pedido de prisão domiciliar para Bolsonaro

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Breno e Marcelo protagonizam primeiro beijo do BBB 26

    Breno e Marcelo protagonizam primeiro beijo do BBB 26

    Os pipocas deram um beijão de novela durante o show da cantora Anitta na primeira festa do reality, na sexta-feira (16).

    ISABELA FAGGIANI
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A temporada de beijos do BBB 26 (Globo) foi aberta com Marcelo Alves e Breno Corã. Os pipocas deram um beijão de novela durante o show da cantora Anitta na primeira festa do reality, na sexta-feira (16).

    Essa é a terceira edição do programa que conta com um beijo entre dois homens. A primeira vez aconteceu em 2021, com Gil do Vigor e Lucas Penteado. Já a segunda foi em 2023, com Fred Nicácio e Gabriel Santana.

    O beijo entre Breno e Marcelo repercutiu na web e animou os fãs do programa, que já passaram a torcer pelo casal. No X (antigo Twitter), o termo “beijãofoi parar nos assuntos mais comentados do momento, assim como os nomes dos brothers e a frase “viva as gays”, em referência à novela da HBO “Beleza Fatal”.

    Breno e Marcelo protagonizam primeiro beijo do BBB 26

  • Atriz Nina Baiocchi mostra ferimentos após ser assaltada em SP

    Atriz Nina Baiocchi mostra ferimentos após ser assaltada em SP

    A arista atualmente interpreta a personagem Vânia na novela “Coração Acelerado”, que estreou na última segunda-feira, 12, na TV Globo.

    A atriz e influenciadora Carolinna Baiocchi de Oliveira Carneiro, conhecida como Nina Baiocchi, foi assaltada no centro de São Paulo, conforme relato em vídeo postado por ela nas redes sociais na última quinta-feira, 15.

    A arista atualmente interpreta a personagem Vânia na novela \”Coração Acelerado\”, que estreou na última segunda-feira, 12, na TV Globo.

    Estadão procurou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo para ter mais informações sobre o caso, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

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    De acordo com Baiocchi, ela estava em carro de aplicativo quando criminosos quebraram a janela do veículo e puxaram seu celular com a tela desbloqueada. A atriz contou ter tido um \”conflito\” com os bandidos, no qual acabou se ferindo com os cacos de vidro. O assalto ocorreu na Rua Jaguaribe, próximo à estação de metrô Santa Cecília, por volta das 23h.

    \”Eu sei que muitas pessoas dizem que não é recomendado reagir nessas situações, mas eu tive uma reação instintiva, não me lembro direito o que aconteceu. Quando eu vi, eu já estava correndo atrás deles, eu já estava gritando por ajuda no meio da rua e minhas mãos e braços estavam cheias de sangue\”, relatou Baiocchi no vídeo.

    Ela contou que, na sequência, foi até um taxista que estava próximo e pediu que ele a deixasse em casa. Uma vez no local onde mora, ligou o computador para trocar as senhas de todos os aplicativos que usa, antes mesmo de procurar atendimento médico.

    Depois, a atriz ligou para a mãe e somente então foi para o hospital. Ela relatou já ter feito boletim de ocorrência e pediu ajuda dos seguidores para pressionar a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, a Polícia Militar e a Polícia Civil. Baiocchi também relatou ter conseguido testemunhas e imagens de câmeras de segurança de estabelecimentos próximos.

    \”O pior de toda essa situação é saber que tinha um posto policial há 5 minutos de onde tudo aconteceu. Eu não vou me contentar com impunidade. Eu não vou entender com normalidade alguém falar que era culpa minha estar mexendo no celular fora de casa à noite\”, afirmou Nina.

    Atriz Nina Baiocchi mostra ferimentos após ser assaltada em SP

  • Paolla nega 'caminhão de rosas' e critica: 'Invasão de um desconhecidido'

    Paolla nega 'caminhão de rosas' e critica: 'Invasão de um desconhecidido'

    Segundo a atriz, alguém que não deveria ter acesso a essa informação enviou flores nesta quinta-feira (15) para sua casa, no Rio, sem qualquer consentimento, ultrapassando limites de privacidade.

    ANA CORA LIMA
    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Paolla Oliveira resolveu denunciar uma situação que classificou como grave e invasiva: a descoberta de seu endereço por uma pessoa desconhecida. Segundo a atriz, alguém que não deveria ter acesso a essa informação enviou flores nesta quinta-feira (15) para sua casa, no Rio, sem qualquer consentimento, ultrapassando limites de privacidade.

    No desabafo, Paolla fez questão de esclarecer que o gesto não teve nada de romântico ou galanteador. Para ela, trata-se de uma invasão clara, agravada pelo fato de o envio ter sido documentado e transformado em conteúdo público.

    A atriz começou reclamando a descoberta do seu endereço. “Por alguma razão, alguém que não deveria ter, conseguiu meu endereço. Isso é grave. E mandou flores pra minha casa, sem que eu tivesse aberto esse espaço e ainda teve a capacidade de documentar isto para virar matéria”, disse. “Não foi um galanteio, foi invasão”, disse em um texto enviado à reportagem.

    Ela ainda comentou que foram no máximo uns 30 buquês. “Não me interessa quanto custou, não importa. O que importa é a reflexão. Tem uma chave cultural bem forte: muita gente ainda lê ‘mulher solteira’ como um estado de disponibilidade pública”.

    Paolla prosseguiu: “E aí aparecem esses gestos “grandiosos” que, na prática, atravessam limites e viram até desconforto. No meu caso, além da invasão ainda veio um manual de como tudo deveria ser organizado na minha própria casa. De um desconhecido. É quase cômico, mas é sério. E diz muito sobre como alguém se sente no direito de dizer, dentro do meu espaço, que eu devo seguir um script.”

    Por fim, ela concluiu: “Pra minhas mulheres solteiras: se te deu incômodo, confia no teu incômodo. Carinho de verdade respeita limite. Se cuidem”, destacou Paolla, que anunciou o fim do seu relacionamento com Diogo Nogueira no final de dezembro. A informação foi divulgada em uma nota conjunta.”Foram quase cinco anos de uma história que agora chega a um final feliz, não como nos contos, mas como foi tudo na nossa vida: real, intenso e cheio de amor”, dizia o texto.

    Paolla nega 'caminhão de rosas' e critica: 'Invasão de um desconhecidido'

  • Trio armado rouba R$ 500 mil em cartas de Pokémon nos EUA

    Trio armado rouba R$ 500 mil em cartas de Pokémon nos EUA

    Três homens armados roubaram cerca de R$ 500 mil reais em cartas de Pokémon de uma loja em Nova York, nos Estados Unidos. O roubo ocorreu durante um evento da comunidade no local, com cerca de 50 pessoas presentes. Os ladrões ainda não foram identificados.

    Três homens encapuzados e usando máscaras assaltaram uma loja de cartas de Pokémon na última quarta-feira, dia 14 de janeiro. Ao todo, o grupo levou cerca de 110 mil dólares em mercadorias.

    O roubo aconteceu em uma das principais áreas comerciais de Nova York, repleta de lojas e boutiques de luxo, onde nada indicava que o alvo seria a recém-inaugurada Poké Court.

    Os criminosos entraram no estabelecimento por volta das 18h45 e, imediatamente, um deles sacou uma arma e a apontou para os clientes da Poké Court, fazendo ameaças.

    A loja realizava seu primeiro evento desde a inauguração, em novembro, e, por isso, estava mais cheia do que o normal: cerca de 50 pessoas estavam no local no momento do assalto.

    Pouco depois de entrarem, um dos assaltantes quebrou as vitrines do estabelecimento com um martelo. Os expositores guardavam algumas das cartas mais valiosas da loja. Um segundo criminoso se aproximou, apontando a arma para os clientes, para mantê-los afastados.

    Em seguida, o primeiro assaltante colocou as cartas na bolsa do segundo.

    “Eles começaram a levar sistematicamente os itens de maior valor”, contou Courtney Chin, proprietária da Poké Court, ao The New York Times. Entre as cartas roubadas estava uma primeira edição autenticada do famoso Pokémon Charizard, avaliada em cerca de 15 mil dólares (aproximadamente 13 mil euros).

    A vitrine quebrada pelos criminosos armazenava cartas avaliadas entre 400 e 18 mil dólares.

    Enquanto a dupla recolhia as cartas, um terceiro assaltante ficou na porta da loja, garantindo que ninguém saísse do local.

    Além das cartas, os criminosos também levaram o dinheiro do caixa registradora — cujo valor não foi divulgado — e o celular de uma mulher de 27 anos.

    “Todos estão fisicamente bem e isso, acima de tudo, é o mais importante”, informou a Poké Court em uma publicação sobre o ocorrido. “Nós amamos Pokémon, mas nenhuma carta é mais valiosa do que uma vida humana.”

    Na mesma publicação, a loja afirmou que, “nos próximos dias e semanas”, fará o possível para oferecer apoio às pessoas que estavam presentes no dia do assalto, ajudando cada uma a processar o ocorrido de forma saudável.

    Apesar de reconhecer que “até abrir a loja foi difícil”, a Poké Court garantiu que continuará promovendo eventos para a comunidade, após reavaliar as medidas de segurança do local.

    “Mal podemos esperar para abrir mais cartas brilhantes com vocês”, disse a loja.

    Ao todo, o assalto durou cerca de três minutos, e os criminosos fugiram sem deixar pistas. As autoridades investigam o caso, mas, até o momento, nenhum dos suspeitos foi identificado ou preso.

    Trio armado rouba R$ 500 mil em cartas de Pokémon nos EUA

  • Mãe de um dos filhos de Elon Musk processa a empresa do Grok

    Mãe de um dos filhos de Elon Musk processa a empresa do Grok

    Ashley St. Clair avançou com um processo contra uma das empresa de Elon Musk depois de a Inteligência Artificial do X, o Grok, ter sido usado para criar imagens suas sexualmente explícitas.

    A autora e influenciadora conservadora Ashley St. Clair, mãe de um dos filhos de Elon Musk, entrou com uma ação judicial contra a xAI. O motivo é o fato de a inteligência artificial da empresa, o Grok, ter gerado imagens suas de conteúdo sexual explícito a pedido de usuários do chatbot.

    No processo, St. Clair afirma que usuários do Grok manipularam fotografias suas para criar imagens sexualmente explícitas, destacando que, em algumas dessas fotos, ela tinha apenas 14 anos de idade.

    Além disso, St. Clair, de 27 anos, alega que as imagens permaneceram online por mais de uma semana e que sua conta com assinatura premium foi cancelada após ela registrar a denúncia.

    Como lembra o site Business Insider, St. Clair trava atualmente uma batalha judicial contra Elon Musk, na qual busca garantir a guarda total do filho que teve com o bilionário.

    “O xAI não é um produto razoavelmente seguro e representa um incômodo público. Ninguém sofreu mais do que Ashley St. Clair. Ashley entrou com esta ação judicial porque o Grok estava assediando, criando e distribuindo imagens não consensuais, abusivas e degradantes dela, além de publicá-las no X”, diz o comunicado da advogada de St. Clair, Carrie Goldberg, enviado ao The Guardian.

    A advogada afirma ainda que o dano teve origem em “escolhas de design deliberadas”, que permitiram que o Grok, da xAI, fosse usado como uma “ferramenta de assédio e humilhação”.

    “As empresas não podem se eximir da responsabilidade quando os produtos que desenvolvem causam esse tipo de dano. Pretendemos responsabilizar o Grok e ajudar a estabelecer limites legais claros para o benefício de toda a sociedade, evitando que a inteligência artificial seja usada para abusos”, afirmou Goldberg.

     

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