SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Boni, um dos principais nomes da história da televisão brasileira, respondeu a um internauta que o chamou de “gagá” na…
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Autor: REDAÇÃO
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Boni rebate internauta após ser chamado de 'gagá': 'Nada de grosserias'
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Dólar recua e Bolsa sobe com decisão de juros do Copom e exterior no radar
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar recua nesta quarta-feira (5), enquanto investidores aguardam a decisão de juros do Copom (Comitê de Política M…
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João Fonseca volta a vencer Tsitsipas e avança no Masters 1000 de Montreal
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – João Fonseca estreou nesta quarta-feira (5) com uma boa vitória sobre o grego Stefanos Tsitsipas no torneio Masters 1000 de Montreal, no Canadá.
Atual 27º do mundo, o brasileiro de 19 anos derrotou o tenista da Grécia ex-top 3 e que hoje é o 53º do ranking, de 27, por dois sets a zero, com parciais de 7/6 (3) e 7/5, em 1h50 de partida.
Foi o segundo encontro e a segunda vitória de João contra Tsitsipas. Eles se enfrentaram pela primeira vez em setembro do ano passado, pela Copa Davis, em Atenas, com vitória do brasileiro por 2 sets a 1 (6/4, 3/6 e 7/5).
Na próxima rodada do Masters 1000 no Canadá, João encara o vencedor do confronto entre o norueguês Casper Ruud (14º) e o argentino Juan Manuel Cerúndolo (52º).
A última partida do tenista brasileiro havia sido na terceira rodada de Wimbledon, quando foi eliminado pelo russo Roman Safiullin.
Nesta quarta, em seu início na temporada em quadra dura, começou a partida com uma quebra no início da partida, logo devolvida pelo grego, com o primeiro set resolvido apenas no tie-break.
Valendo-se de uma combinação de saque e voleio e golpes potentes do fundo de quadra, o brasileiro abriu 6 a 3 no game desempate e fechou a parcial com um erro não forçado do adversário.
No segundo set, João manteve a pressão e quebrou o serviço de Tsitsipas novamente no terceiro game, abrindo 2 a 1 de vantagem.
Ele conseguiu confirmar seus serviços até o décimo game, quando sacou para fechar o set e o jogo, mas teve o serviço quebrado pelo grego -finalista de Roland Garros (2021) e do Australian Open (2023), vice em ambas para Novak Djokovic.
O brasileiro devolveu a quebra já no game seguinte, e sacou na sequência para dessa vez fechar o set e o jogo.
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Lula diz que Brasil está preparado para enfrentar interferências estrangeiras na eleição
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira, 5, em entrevista aos podcasts Meteoro Brasil e Os 3 Elementos<…
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"Dura sanção", destaca Clarín sobre Brasil rebaixar relação com Argentina
O governo do Brasil decidiu rebaixar o nível das relações bilaterais com a Argentina após as sucessivas agressões do presidente Javier Milei contra…
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Fila do INSS cai para 1,55 milhão em julho, com alta de 66,5% nos pedidos negados em 2026
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Em um esforço para acabar com a fila de pedidos antes das eleições, o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) aumen…
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Parque Olímpico do Rio refaz plano de legado e reduz pretensões esportivas
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Dez anos após o fim dos Jogos do Rio de Janeiro, a prefeitura começa a dar os primeiros passos para entregar à gestão privada o Parque Olímpico da Barra da Tijuca, principal espaço do megaevento esportivo.
Na comparação com os planos iniciais, foram abolidas as pretensões de ampliar o Centro Olímpico de Treinamento do COB (Comitê Olímpico do Brasil) e de erguer prédios na área. No lugar, a intenção é construir um parque temático ligado ao Rock in Rio, com resort, montanha-russa e roda gigante. O novo projeto, porém, já registra atrasos.
O ex-prefeito Eduardo Paes (PSD) afirmou que o novo modelo, em vias de oficialização, é melhor do que o planejado há dez anos.
“No início era para ser prédio, não vai ser mais. Foi uma adaptação para melhor do legado. Seria um monte de espigão numa área já sufocada com problemas viários. Esse potencial construtivo vai ser distribuído pela Barra da Tijuca. Agora será um centro de entretenimento que vai sair. Essas coisas não acontecem em dez anos”, disse o ex-prefeito, que conduziu a preparação da cidade para os Jogos em seus dois primeiros mandatos (2009-2016).
O atual prefeito, Eduardo Cavaliere (PSD), disse que “poucas cidades no mundo conseguiram preservar e dar uso permanente ao legado de uma Olimpíada como o Rio”.
“O Parque Olímpico é um patrimônio da cidade, e estamos garantindo que ele cumpra exatamente o papel para o qual foi concebido: servir à população. Fizemos uma gestão responsável, reduzindo custos para o contribuinte, atraindo investimentos privados e preservando espaços fundamentais para o esporte de alto rendimento”, afirmou Cavaliere.
Quase todo o Parque Olímpico deve ser administrado pela Rock World, empresa que organiza o Rock in Rio.
A empresa venceu a licitação para administrar a Arena Carioca 1, o Velódromo e o Centro Olímpico de Tênis, equipamentos que ainda eram geridos pela prefeitura. Pagará uma outorga fixa de R$ 19,5 milhões.
Ela também faz parte de um consórcio com o banco Genial Investimentos que planeja a construção de um parque temático de 385 mil metros quadrados combinado a um centro de negócios.
O grupo quer explorar a área que foi usada para a logística do evento, sem arenas. O projeto ainda depende de uma negociação com a Caixa Econômica Federal e a concessionária Rio Mais, que construiu parte do Parque Olímpico e inicialmente usaria os terrenos para a construção de prédios.
“A prefeitura cumpriu todas as etapas que cabiam ao poder público. Elaborou o projeto urbanístico, aprovou a legislação e criou todas as condições para que a Operação Urbana Consorciada pudesse ser implantada”, disse a prefeitura, em nota.
O município, porém, ainda não editou decreto regulamentando a operação urbana. O masterplan do projeto, que pela lei deveria ter sido entregue em julho, não foi oficializado.
“As etapas previstas estão sendo conduzidas de maneira gradual. A prefeitura mantém confiança na viabilidade da iniciativa e na concretização do projeto, que contribuirá para o desenvolvimento da região e para a valorização do legado olímpico”, afirmou em nota a Companhia Carioca de Parcerias e Investimentos do município, responsável pelo projeto.
Os novos planos não contemplam investimentos esportivos prometidos à época dos Jogos. Havia o projeto de construção de uma pista de atletismo e de alojamentos para atletas. O COB afirma que solicitou a obra ao município, que ainda não foi realizada.
“É importante lembrar que o Centro Olímpico de Treinamento nunca foi formado apenas pelas Arenas 1, 2 e 3. O projeto sempre contemplou os equipamentos da Barra da Tijuca e de Deodoro. E se tornou realidade. Hoje, o Parque Aquático Maria Lenk e a Arena Multiuso (Farmasi Arena) são usados permanentemente pelo COB. A Arena Carioca 1 recebe competições nacionais e internacionais, como o Campeonato Pan-Americano de ginástica rítmica realizado este ano. O Velódromo mantém uma intensa programação esportiva, e a Vila Olímpica atende cerca de 2.000 pessoas com a oferta de 33 modalidades esportivas e de lazer gratuitas para os cariocas”, afirmou a prefeitura, em nota.
A Arena Carioca 2, que inicialmente seria usada para nova área de treinamento dos atletas olímpicos, vai se tornar um instituto federal.
O COB afirma que chegou a avaliar concorrer pela administração da Arena Carioca 1, concedida à iniciativa privada, mas desistiu porque “não houve viabilidade financeira e operacional, pois exigiria um grande investimento para uma instituição sem fins lucrativos”.
Entre os estádios do Parque Olímpico, o principal “elefante branco” é o Centro Olímpico de Tênis, que ficou ocioso por quase todo o período de dez anos. Na maior parte desta década, ele esteve sob administração do governo federal. A arena também está incluída no pacote da concessão à Rock World.
“Desde que o município retomou o projeto de legado, a arena [de tênis] voltou a ser utilizada pela população. Apesar de não receber grandes competições com a frequência de outros equipamentos, não significa que esteja sem função. A prefeitura, por exemplo, utiliza esse espaço em diversas atividades, como as colônias de férias promovidas para crianças e jovens”, declarou a gestão Cavaliere, em nota.
Tanto a Arena 1 como o Centro de Tênis poderão ser explorados comercialmente pela nova concessionária.
O Velódromo deve ser mantido para atividades esportivas e sociais. O local abriga o Museu Olímpico, que será administrado pela Rock World. A arena sofreu um incêndio em sua cobertura em abril. A prefeitura vai investir R$ 10,7 milhões para a reconstrução, com previsão de conclusão em seis meses.
A prefeitura tem também planos de usar o Centro de Mídia como um complexo de datacenters voltado para inteligência artificial. A ideia, contudo, ainda se resume a um memorando de intenção.
A concretização dos plano do legado só ocorreu nos últimos anos. O atraso se deveu, principalmente, ao abandono do planejamento feito pelo ex-prefeito Marcelo Crivella (Republicanos), que assumiu o município em 2017.
Paes retomou em 2021 o plano de desmontagem da Arena do Futuro, que sediou a competição de handebol, para a construção de quatro escolas. Elas foram inauguradas ao longo de 2024, em Bangu, Campo Grande, Rio das Pedras e Santa Cruz, bairros da zona oeste. No mesmo ano, a Arena 3 se converteu numa escola pública.
A piscina do Estádio Olímpico Aquático foi instalada num parque em Inhoaíba, também na zona oeste.
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Coisas que os famosos não comem de jeito nenhum: Frescura ou faz sentido?
Questão de gosto não se discute. Se você for receber alguém, melhor perguntar o que essa visita não come do que servir algo e ser surpreendido por…
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