Autor: REDAÇÃO

  • Freira é espancada por judeu em Israel; homem foi detido

    Freira é espancada por judeu em Israel; homem foi detido

    Um homem de 36 anos foi detido em Jerusalém, Israel, após agredir uma freira francesa no meio da rua. O ataque ocorreu em frente ao Cenáculo (um local sagrado para católicos e judeus) na terça-feira e foi registado em vídeo.

    Um homem foi detido em Jerusalém após agredir uma freira de nacionalidade francesa nas ruas da capital de Israel.

    O caso aconteceu na tarde de terça-feira, mas só veio a público dois dias depois, na quinta-feira, quando a polícia israelense divulgou imagens do ataque em suas redes sociais.

    No vídeo, é possível ver o homem — identificado como judeu — correndo em direção à mulher, que estava de costas, e a empurrando, fazendo com que ela caísse no chão. Em seguida, ele começa a se afastar sem olhar para a freira, que permanece caída e aparentemente ferida. Pouco depois, muda de direção, volta até a vítima e passa a chutá-la. A agressão só termina com a intervenção de pessoas que estavam no local.

    O ataque ocorreu em frente ao Cenáculo, um edifício localizado no Monte Sião, em Jerusalém, considerado sagrado tanto para cristãos quanto para judeus.

    A polícia também divulgou outro vídeo mostrando o momento da prisão do suspeito, além de imagens dos ferimentos da freira, que sofreu um hematoma na têmpora direita.

    Em comunicado, as autoridades informaram que o homem tem 36 anos e foi “identificado e posteriormente detido” no mesmo dia do ataque. A nacionalidade não foi divulgada.

    “Condenamos veementemente este ataque desprezível. A violência contra pessoas inocentes, especialmente contra membros de comunidades religiosas, não tem lugar em nossa sociedade”, afirmou o Ministério das Relações Exteriores de Israel, que também garantiu que o país está “firmemente comprometido em proteger a liberdade religiosa e de culto para todas as religiões”.

    Tensão com católicos tem vindo a aumentar

    A tensão com a comunidade católica em Israel parece ter crescido nos últimos meses. No fim de março, a polícia israelense impediu o Patriarca Latino de Jerusalém e um padre da Igreja do Santo Sepulcro de entrarem no local para celebrar a missa de Domingo de Ramos — algo que, segundo relatos, não ocorria havia séculos.

    “Ambos foram barrados no caminho, enquanto se deslocavam de forma privada […] e foram obrigados a voltar”, informou um comunicado conjunto do Patriarcado Latino de Jerusalém e da Custódia da Terra Santa, liderada por Pierbattista Pizzaballa.

    “Consequentemente, e pela primeira vez em séculos, os líderes da Igreja foram impedidos de celebrar a missa de Domingo de Ramos na Igreja do Santo Sepulcro”, acrescenta o texto, em meio ao fechamento de locais sagrados na Cidade Velha de Jerusalém Oriental por razões de segurança.

    Recentemente, também houve um episódio de vandalismo envolvendo uma estátua de Jesus Cristo crucificado. Imagens divulgadas nas redes sociais mostravam um soldado golpeando o rosto da escultura com um martelo. A estátua foi posteriormente substituída, e os dois soldados envolvidos foram punidos.

     
     

    Freira é espancada por judeu em Israel; homem foi detido

  • Hulk se despede do Atlético Mineiro em lágrimas: “Não é fácil”

    Hulk se despede do Atlético Mineiro em lágrimas: “Não é fácil”

    Hulk recorreu às redes sociais na noite de sexta-feira para publicar um vídeo no qual não escondeu a emoção ao se despedir do Atlético Mineiro, clube que defendia desde 2021 e pelo qual somou 140 gols e 55 assistências em 309 jogos oficiais.

    O ex-jogador do FC Porto rescindiu o contrato com o clube em comum acordo e, com lágrimas nos olhos, deixou um pedido emocionado:

    “Se, um dia, perguntarem quem eu fui de verdade, não olhem apenas para os números nem para os títulos. Olhem para a forma como vivi cada jogo, porque é ali, em cada lance, em cada gol…”

    Hulk se despede do Atlético Mineiro em lágrimas: “Não é fácil”

  • Tebet: garanto que Brasil não quebra com fim da 6×1, como não quebrou com férias de 30 dias

    Tebet: garanto que Brasil não quebra com fim da 6×1, como não quebrou com férias de 30 dias

    “O trabalhador precisa de tempo para dormir, descansar, para estar com os filhos, para ir na igreja, para visitar os pais idosos. E muitos dirão que isso não é possível, mas eu garanto para vocês que o Brasil não quebra, como não quebrou quando a gente passou de 15 dias de férias para 30 dias, como não quebrou com a aprovação do décimo terceiro salário e, com horas extras. E não vai quebrar com mais este avanço”, disse Tebet.

    A ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet, defendeu há pouco, durante ato do Dia do Trabalhador, a necessidade de o Brasil aprovar o fim da escala 6 por 1, sem redução salarial. Ela disse que a medida é importante para garantir mais tempo aos trabalhadores e que não é verdade que o País irá \”quebrar\” com o novo modelo de trabalho.

    \”O trabalhador precisa de tempo para dormir, descansar, para estar com os filhos, para ir na igreja, para visitar os pais idosos. E muitos dirão que isso não é possível, mas eu garanto para vocês que o Brasil não quebra, como não quebrou quando a gente passou de 15 dias de férias para 30 dias, como não quebrou com a aprovação do décimo terceiro salário e, com horas extras. E não vai quebrar com mais este avanço\”, disse Tebet.

    O ato acontece na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, na capital paulista. Também participam do evento o ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo do Estado de São Paulo, Fernando Haddad, e a ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. Tebet e Marina são cotadas para disputar a eleição pelo Senado por São Paulo.

    Durante sua fala, Tebet também exaltou alguns feitos na área econômica do atual governo do presidente Lula e de Haddad à frente da Fazenda, como a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda.

    \”O trabalhador brasileiro não paga mais imposto de renda no Brasil. E a classe média, que ganha entre R$ 5 mil e R$ 7.350,00 também teve diminuição do imposto. E nós precisamos mostrar que quem fez isso fomos nós. E que isso está fazendo a diferença na vida dele do trabalhador, porque ele ainda não conseguiu entender\”, disse Tebet. Em seguida, ela também defendeu a necessidade de equiparação de salário entre homens e mulheres que desempenham a mesma função.

    A ex-ministra do Planejamento ainda destacou a importância de uma participação cada vez maior de mulheres na vida pública e exaltou a trajetória política de Marina Silva, de quem disse ser \”discípula\”. Ela disse que Marina Silva sabe que não há desenvolvimento sem sustentabilidade, e que o meio ambiente \”não briga com a agricultura familiar e com o agronegócio\”.

    Tebet ainda fez menção à importância econômica de São Paulo para o País, dizendo que o Estado é a \”locomotiva\” do Brasil. \”Quando São Paulo vai bem, o Brasil vai bem, quando São Paulo vai mal, o Brasil inteiro sente\”, destacou.

    Tebet: garanto que Brasil não quebra com fim da 6×1, como não quebrou com férias de 30 dias

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  • Conheça os trabalhadores que ganham até R$ 3.000 e têm o nome sujo

    Conheça os trabalhadores que ganham até R$ 3.000 e têm o nome sujo

    “Peguei um empréstimo de R$ 8.000 e logo depois fui demitida. Só consegui pagar a primeira parcela”, diz Ana Carla. A dívida existe há cerca de sete anos e ela diz continuar com o nome sujo, apesar de estar empregada.

    DANIELE MADUREIRA E GABRIEL GAMA
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A vendedora Ana Carla Dias de Oliveira, 49, foi ao evento da Força Sindical neste 1º de maio, dia do Trabalho, atraída pelo sorteio de Pix: foram 27 ao todo, com valores de R$ 3.000 a R$ 10 mil. Saiu de mãos vazias. “Não foi dessa vez”, disse ela, que tirou a sorte grande no evento da Força em 2006, quando ganhou um “apertamento” de 38 m². Vendeu para reformar a casa própria onde mora.

    Hoje, porém, conta que está endividada e com o nome sujo. “Peguei um empréstimo de R$ 8.000 e logo depois fui demitida. Só consegui pagar a primeira parcela”, diz Ana Carla. A dívida existe há cerca de sete anos e ela diz continuar com o nome sujo, apesar de estar empregada.

    Quanto à jornada 6×1, um dos motes das centrais sindicais em atos do 1º de Maio de deste ano, reclama ser uma rotina cansativa, especialmente para mulheres, que acumulam jornadas. “No meu caso, trabalho domingo sim, domingo não. A gente que é mãe e dona de casa não tem tempo para nada.”

    O caso de Ana Carla é comum. Segundo a pesquisa “Radiografia da Inadimplência 2026”, da CNDL (Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil, a inadimplência do consumidor bateu recorde e chegou a 44,4% dos brasileiros adultos em março deste ano, o maior índice desde janeiro de 2015, quando o levantamento do birô de crédito SPC Brasil começou a ser feito. Mas o calote não está ligado à falta de emprego: 82% dos inadimplentes trabalham (48% são CLT, 23% autônomos e 11% empreendedores).

    É o que acontece com Fabiana de Oliveira França, 47, atendente de lanchonete. “Estou inadimplente com cartão de crédito”, diz ela, que veio de Mogi das Cruzes (SP) com o marido e a filha para o ato da Força. Fabiana ganha o salário mínimo para uma jornada de 8 horas por dia, de segunda a sexta-feira, sem benefícios. “A empresa só paga condução”, diz. “Ou a gente come ou paga as contas, esse setor de alimentação paga muito pouco, não reconhece nosso trabalho.”

    Embora seja eleitora do presidente Lula, não é a favor de usar o dinheiro do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para pagar as contas, como propôs o governo com o programa Desenrola 2 (que vai liberar o uso de até 20% do saldo). “O nosso Fundo de Garantia é um seguro para a gente, no caso de ficar desempregado.”

    Além dos Pix, foram sorteadas duas bicicletas e barris de chope. A organização explicou aos presentes que os sorteios seriam após a saída de Fernando Haddad, Simone Tebet e da ex-ministra Marina Silva, para evitar acusações de crime eleitoral.

    O marido de Fabiana, Tiago Romão de Assis, 39, já usou o saque-aniversário para quitar dívidas. “No governo anterior eu fiquei endividado”, disse. “É uma saída para quem está afogado”, diz ele, que é metalúrgico e ganha cerca de R$ 3.200 ao mês. Tiago gomeçou a vender acessórios, como óculos e relógios nas redes sociais, na tentativa de complementar renda. “A gente tem que buscar uma segunda alternativa, porque o que ganha não paga as contas.”

    Nilce Rosa Gomes da Silva, 45, auxiliar de produção em uma metalúrgica, também reclama da falta de reconhecimento, que se traduz na ausência de benefícios. “Não temos plano de saúde, cesta básica, vale-transporte, nada”, diz ela, que ganha menos de R$ 2.000 ao mês e trabalha na escala 5×2. “Chega ao fim do mês e não sobra nada. É só o cartão de crédito que salva”, diz a auxiliar, para quem o sorteio incentivou a participação no ato, mas afirma que a defesa dos direitos conta mais. “A gente quer melhorar as condições de trabalho, estão retirando as nossas conquistas. Já cansamos de ser a base.”

    Já Roberto Gualberto, 55, que trabalhava como caixa, está desempregado e recebe auxílio-acidente, depois de ter caído da laje de casa. Tem dificuldade de locomoção e cuida da filha, que é especial. A mulher trabalha como diarista e sustenta a casa. “Estou inadimplente, depois que fiquei desempregado, as dívidas acumularam e peguei empréstimo em banco”, diz ele. “Queria muito quitar. Vou ver se vale a pena aderir ao Desenrola.”

    SACAR FGTS É BOM PARA O GOVERNO, DIZ OPERÁRIO

    A dona de casa e pensionista Bernadete Teixeira, 54, diz estar com o nome sujo há seis anos. O motivo é o atraso no pagamento de carnês do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) do apartamento em que mora em São Bernardo do Campo.

    “Se eu não pagar, posso perder meu apartamento”, afirma. “Tenho que fazer empréstimo para sobreviver. Se ficou alguma conta pendente, faço empréstimo. Se tem que comprar alguma coisa para as crianças, também tenho que pegar.” Ela sustenta as filhas e netas com a pensão de R$ 1.600.

    O operário do setor de vidros Armando Alves também afirma ter dívidas, mas não pretende usar o Desenrola 2 para pagar as contas. “Pegar FGTS é bom para o governo. O trabalhador tem que ter consciência de que é um dinheiro para ficar guardado.”

    Djanira de Carvalho, 60, é consultora de cosméticos e diz que “todo mundo tem dividas”. Ela afirma que já sacou o FGTS e planeja usar novamente neste ano. “Eu gosto, me ajuda muito.”

    Conheça os trabalhadores que ganham até R$ 3.000 e têm o nome sujo

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  • Marina diz que redução de penas a golpistas é vergonha, e Haddad fala em acordo por impunidade

    Marina diz que redução de penas a golpistas é vergonha, e Haddad fala em acordo por impunidade

    “Ontem, no Congresso Nacional, uma vergonha. Aqueles que atacaram a nossa democracia, que temem a nossa soberania, querendo diminuir a pena com um discurso falso, hipócrita, de que é por aquele coitado que não sabia o que estava fazendo”, afirmou Marina.

    MARIA CLARA MATOS, JULIANA ARREGUY E ALANA MORZELLI
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Os ex-ministros Marina Silva (Meio Ambiente) e Fernando Haddad (Fazenda) criticaram nesta sexta-feira (1º) a derrubada do veto do presidente Lula (PT) ao PL da Dosimetria e afirmaram que os envolvidos em ataques à democracia não deveriam ter suas penas reduzidas.

    “Ontem, no Congresso Nacional, uma vergonha. Aqueles que atacaram a nossa democracia, que temem a nossa soberania, querendo diminuir a pena com um discurso falso, hipócrita, de que é por aquele coitado que não sabia o que estava fazendo”, afirmou Marina.

    “A pena para eles não deveria ser menor, deveria ser maior”, disse a ex-ministra em ato do VAT (Vida Além do Trabalho) realizado na praça Roosevelt, em São Paulo. Ela deixou a pasta neste ano para disputar as eleições.

    Haddad, que deve disputar o Governo de São Paulo, disse a aprovação do PL da Dosimetria é fruto de um acordo pela impunidade no país.

    O relator da proposta, aprovada nesta quinta (30) pelo Congresso Nacional, foi o deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade-SP), que estava no evento desta manhã. Ex-presidente da organização, ele foi chamado a compor a mesa de autoridades junto com os ex-ministros Haddad, Simone Tebet e Marina Silva, mas preferiu não subir ao palco.

    “E sou da opinião de que essa derrota, essa dita derrota no Congresso, ela foi uma derrota do combate à corrupção. Eu compartilho com os analistas que eu tenho lido nos jornais de que por trás dessa derrota tinha uma pretensão de um grande acordo em torno da impunidade daqueles responsáveis por alguns escândalos recentes no Brasil”, afirmou Haddad.

    Tebet, que deve concorrer ao Senado por São Paulo, evocou Darcy Ribeiro ao dizer que “jamais gostaria de estar ao lado de quem me derrotou”.

    O PL da Dosimetria reduz as penas dos condenados por golpe de Estado, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Na Câmara, 318 deputados votaram contra o veto do chefe do Executivo, enquanto 144 congressitas votaram para que ele fosse mantido. As abstenções foram cinco. No Senado, a derrubada contou com 49 votos favoráveis e 24 contrário, sem abstenções.

    O projeto, aprovado em dezembro do ano passado, prevê que penas por golpe de Estado e abolição violenta do Estado democrático não sejam cumulativas no mesmo contexto. Em caso de penas iguais, aplica-se uma delas aumentada de um sexta a metade. Crimes de tentativa de golpe ou abolição praticados em multidão têm redução de um terço a dois terços, exceto para financiadores ou líderes.

    Um dos principais articulares do projeto e relator da proposta na Câmara dos Deputados, Paulinho da Força (Solidariedade-SP) não se juntou a ex-ministros do governo Lula no palco durante o ato de 1° de Maio promovido pela Força Sindical, movimento do qual já foi presidente.

    O deputado chegou a ser anunciado para compor a mesa das autoridades e, presente no evento, optou por não subir. No auditório da Força, um manifestante carregava um cartaz com os dizeres: “Paulinho, que confusão, o PL da Dosimetria vai soltar estuprador e ladrão”.

    Também presente no ato contra a escala 6×1 em São Paulo, a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), autora de uma das PECs (Propostas de Emenda à Constituição) contra a escala 6×1, classificou a aprovação da derrubada do veto do presidente Lula à dosimetria como “uma espécie de anistia disfarçada”.

    Em nota, a parlamentar disse se tratar de uma proteção a uma classe política “corrupta” e que também tem um nítido interessante em atacar o STF a viabilizar impeachment de ministros da corte.

    “É uma decisão que, inevitávelmente, fragiliza o Congresso diante do povo e a democracia brasileira diante do mundo, pois é uma tentativa de desmontar por dentro as instituições, preparando o terreno para um regime autoritário no país”, acrescentou a congressista do PSOL.

    A derrubada do veto presidencial ao PL da Dosimetria foi a segunda derrota seguida do governo em menos de 24 horas. Na última quarta-feira (29), o Senado rejeitou a indicação de Lula, o advogado-geral da União Jorge Messias, para ocupar uma cadeira no STF (Supremo Tribunal Federal).

    Em uma segunda agenda na liberdade, Marina mencionou o veto à indicação de Messias.

    “Quando eles dizem que derrotaram o presidente Lula, não aprovando o nosso companheiro Messias, eu não concordo. Quem perdeu não foi o presidente Lula. A derrota foi para o Brasil. E ninguém pode derrotar mais de 200 milhões de pessoas impunemente.”

    Marina diz que redução de penas a golpistas é vergonha, e Haddad fala em acordo por impunidade

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  • Petróleo fecha em queda com nova proposta de paz do Irã, mas Brent sobe 9% na semana

    Petróleo fecha em queda com nova proposta de paz do Irã, mas Brent sobe 9% na semana

    Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para junho fechou em queda de 2,98% (US$ 3,13), a US$ 101,94 o barril. Já o Brent para julho fechou em baixa de 2,02% (US$ 2,23), a US$ 108,17 o barril, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE). Na semana, porém, ambos acumularam ganhos de 7,99% e 9,12%, respectivamente.

    Os contratos futuros do petróleo fecharam em queda nesta sexta-feira após informações de que o Irã entregou uma nova proposta de acordo ao Paquistão – mediador para negociações com os EUA – ontem. Uma nova rodada de conversas desperta otimismo dos investidores de que o Estreito de Ormuz seja reaberto em breve.

    Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para junho fechou em queda de 2,98% (US$ 3,13), a US$ 101,94 o barril. Já o Brent para julho fechou em baixa de 2,02% (US$ 2,23), a US$ 108,17 o barril, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE). Na semana, porém, ambos acumularam ganhos de 7,99% e 9,12%, respectivamente.

    Uma fonte iraniana disse à CNN que Teerã pode ver as negociações serem retomadas se os EUA suspenderem o bloqueio aos portos iranianos e o Irã reabrir completamente o Estreito de Ormuz. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do país persa, Esmaeil Baqaei, enfatizou que encerrar a guerra e estabelecer uma paz sustentável continuam sendo as principais prioridades nas negociações.

    O presidente americano, Donald Trump, contudo, disse nesta tarde não estar satisfeito com o Irã, após conversas por telefone com a liderança persa e recentes negociações bilaterais. Washington tenta reinserir a questão nuclear no texto da proposta de paz, principal ponto de atrito com o lado iraniano, diz a Axios. Para Samer Hasn, do XS.com, Trump deve priorizar a erradicação do programa nuclear de Teerã em detrimento da reabertura total do estreito, já que os EUA são um exportador de energia.

    Em abril, o Brent terminou o mês acima de US$ 110 o barril, após ter tocado na quinta-feira seu nível mais alto desde 2022. \”O petróleo teve um desempenho em forma de \’U\’, terminando não muito longe de onde começou, mas com o Brent subindo mais de 25% em relação às mínimas do meio do mês\”, pontua o Deutsche Bank.

    Petróleo fecha em queda com nova proposta de paz do Irã, mas Brent sobe 9% na semana

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  • No Dia do Trabalho, Ana Paula Renault defende fim da escala 6×1

    No Dia do Trabalho, Ana Paula Renault defende fim da escala 6×1

    “Dia do Trabalhador é mais do que parabéns. É sobre acordar cedo, trabalhar muito e ainda assim ter pouco tempo para viver. Por isso a escala 5×2 importa tanto”, escreveu ela no X. Em vídeo, ela chamou a atenção para a aprovação da PL da dosimetria nas vésperas da efeméride.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Ana Paula Renault, vencedora do BBB 26, defendeu o fim da escala 6×1 em publicação nas redes sociais neste Dia do Trabalho, celebrado em 1º de maio.

    “Dia do Trabalhador é mais do que parabéns. É sobre acordar cedo, trabalhar muito e ainda assim ter pouco tempo para viver. Por isso a escala 5×2 importa tanto”, escreveu ela no X. Em vídeo, ela chamou a atenção para a aprovação da PL da dosimetria nas vésperas da efeméride.

    O projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional reduz as penas dos condenados por golpe de Estado, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Por que isso vira prioridade e projetos que mudam a vida de milhões de trabalhadores continuam parados?”, questionou ela.

    A jornalista mineira disse que a redução da jornada de trabalho para 5×2 e 40 horas semanais significa mais equilíbrio entre vida e trabalho. “Isso continua devagar e não é por acaso, por que isso mexe com o interesse de quem está lá”, disse ela.

    A campeã do BBB 26 afirmou que parte dos eleitos para o Congresso tem ligação direta com empresários que não querem reduzir a jornada de trabalho. “Porque isso mexe no lucro”, afirmou. “Enquanto isso, o trabalhador segue exausto, e no próprio Dia do Trabalhador, o parabéns vem vazio”.

    Renault, que levou o prêmio de R$ 5,7 milhões, lembrou a importância de pesquisar em quem se vota nas eleições. “Democracia é o nosso direito de ser ouvido e de influenciar decisões que afetam a nossa vida. Pesquise, conheça melhor quem você elege!”, afirmou. E questiona: “O seu político de estimação está alinhado com o que você pensa e precisa?”.

    No Dia do Trabalho, Ana Paula Renault defende fim da escala 6×1

  • Trump diz ao Congresso dos EUA que 'hostilidades' contra o Irã 'terminaram'

    Trump diz ao Congresso dos EUA que 'hostilidades' contra o Irã 'terminaram'

    Texto contorna o prazo legal de 1º de maio que o republicano tinha para obter a aprovação dos membros do Congresso para continuar a guerra com o Irã. A Lei de Poderes de Guerra norte-americana afirma que o presidente deve buscar a aprovação do Congresso para conflitos militares que durem mais de 60 dias, como é o caso do conflito com o Irã, iniciado em 28 de fevereiro, informou a AP (Associated Press) e a Axios.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A Casa Branca afirmou, em carta enviada ontem ao Congresso americano, que as “hostilidades” com o Irã “terminaram”, mesmo com a presença de forças armadas do país na região.

    Texto contorna o prazo legal de 1º de maio que o republicano tinha para obter a aprovação dos membros do Congresso para continuar a guerra com o Irã. A Lei de Poderes de Guerra norte-americana afirma que o presidente deve buscar a aprovação do Congresso para conflitos militares que durem mais de 60 dias, como é o caso do conflito com o Irã, iniciado em 28 de fevereiro, informou a AP (Associated Press) e a Axios.

    Com a declaração do fim das hostilidades, Trump estaria reiniciando a contagem do prazo limite. Isso pode dificultar que o Congresso norte-americano conteste a autoridade do republicano ou bloqueie novas ações através de uma resolução sobre os poderes de guerra.

    No texto, o republicano aponta que ordenou um cessar-fogo de duas semanas em 7 de abril. “O cessar-fogo foi prorrogado desde então. Não houve troca de tiros entre as forças dos Estados Unidos e o Irã desde 7 de abril de 2026”, escreveu Trump ao presidente da Câmara, Mike Johnson.

    “As hostilidades que começaram em 28 de fevereiro de 2026 terminaram”, disse Donald Trump, em carta ao Congresso dos EUA.

    Apesar da declaração, a carta deixa claro que pode haver novas ações militares futuramente contra o Irã. “O Departamento de Guerra continua a atualizar o posicionamento de suas forças na área de responsabilidade (em países selecionados), conforme necessário e apropriado, para lidar com as ameaças do Irã e de forças aliadas iranianas e para proteger os Estados Unidos, seus aliados e parceiros.” “Essas alterações estão detalhadas no anexo confidencial desta carta”, concluiu.

    Trump diz ao Congresso dos EUA que 'hostilidades' contra o Irã 'terminaram'

  • Ivete Sangalo visita Shakira e alimenta rumores de participação em show

    Ivete Sangalo visita Shakira e alimenta rumores de participação em show

    Estes fatos geraram rumores de que Sangalo fará uma participação no show de Shakira, neste sábado. Contudo, não houve confirmação oficial até agora -a única participação certa no espetáculo de Copacabana é a de Anitta. Sangalo se apresenta no Rio de Janeiro em show solo nesta sexta.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Ivete Sangalo está hospedada no Copacabana Palace, o mesmo hotel onde fica Shakira, que faz um show nas areias de Copacabana neste sábado (2). A baiana fez uma postagem no seu Instagram, nesta sexta, em que aparece ao lado da colombiana, numa apresentação passada em que ambas cantaram juntas.

    Estes fatos geraram rumores de que Sangalo fará uma participação no show de Shakira, neste sábado. Contudo, não houve confirmação oficial até agora -a única participação certa no espetáculo de Copacabana é a de Anitta. Sangalo se apresenta no Rio de Janeiro em show solo nesta sexta.

    Shakira toca para uma multidão num show gratuito, previsto para começar por volta de 21h30, em frente ao Copacabana Palace. A expectativa é de um repertório que combine faixas do álbum mais recente da cantora com sucessos de diferentes fases da carreira.

    Entre as músicas mais prováveis estão canções novas, como “Puntería” e “La Fuerte”, além de hits como “Hips Don’t Lie”, “Chantaje” e “Suerte (Whenever, Wherever)”. Parcerias recentes, como “TQG”, com Karol G, e “BZRP Music Sessions #53”, com Bizarrap, também devem aparecer.

    O repertório ainda deve abrir espaço para momentos nostálgicos, com músicas como “Antología”, “Estoy Aquí” e “Pies Descalzos, Sueños Blancos”.

    Ivete Sangalo visita Shakira e alimenta rumores de participação em show

  • Os empregos dos líderes mundiais antes da política

    Os empregos dos líderes mundiais antes da política

    Alguns eram trabalhadores como todos nós

    Em 2023, Luiz Inácio Lula da Silva iniciou o seu terceiro mandato como presidente do Brasil. Apesar de ter estado no mais importante cargo do país outras duas vezes, Lula também já trabalhou batendo cartão como a maioria de nós, assim como outros presidentes e primeiros-ministros ao redor do mundo.

    Os empregos dos líderes mundiais antes da política