Autor: REDAÇÃO

  • Ancelotti inicia ano com a meta de definir os últimos convocados para a Copa

    Ancelotti inicia ano com a meta de definir os últimos convocados para a Copa

    (FOLHAPRESS) – A menos de seis meses da Copa do Mundo, o técnico Carlo Ancelotti trabalha para definir a seleção brasileira que vai à América do Norte. O grupo de 26 jogadores não está fechado, e até mesmo o time titular tem vagas abertas.

    No ciclo anterior, sob Tite, o Brasil já tinha, nos meses anteriores ao Mundial de 2022, uma espinha dorsal definida e apenas ajustes pontuais em discussão. Agora, o treinador italiano trabalha em um ambiente de transição, no qual convivem remanescentes do período anterior e atletas que ainda buscam se firmar.

    O tempo é adversário de Ancelotti. Após ter assumido a equipe em maio de 2025, ele fechou o ano com oito jogos, quatro pelas Eliminatórias e quatro amistosos. Nesse período, convocou 48 atletas e só não utilizou seis deles: Antony, Ederson, João Gomes, John, Léo Ortiz e Luciano Juba.

    Entre os 42 que tiveram oportunidade, Bruno Guimarães foi o mais constante, com presença em todos os jogos. Casemiro e Estêvão perderam apenas um dos oito compromissos.

    O trio faz parte da lista de 18 nomes que Ancelotti afirma já estarem garantidos, embora ele ainda não divulgue essa pré-relação. Com oito vagas ainda abertas, há disputa entre atletas de todas as posições. Segundo o treinador, a convocação para os amistosos de março já será bem parecida com a lista do Mundial.

    Até agora, o italiano não repetiu nenhuma vez sua escalação e obteve 58,3% de aproveitamento, com quatro vitórias, dois empates e duas derrotas. Foram 14 gols marcados e cinco sofridos.

    “Faltam dois amistosos e seis meses de jogos em um calendário muito exigente, risco de lesão muito alto, mas eu acho que a equipe, o ambiente, está no caminho certo para chegar bem à Copa”, disse Ancelotti, que foi o quarto técnico a dirigir o Brasil no ciclo 2022/26, o que dificultou a consolidação de uma base com antecedência.
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    OS JOGOS DO BRASIL NO GRUPO C DA COPA DO MUNDO
    Os jogos do Brasil no Grupo C da Copa do Mundo

    Brasil x Marrocos – 13.jun, 19h (de Brasília)
    MetLife Stadium, em East Rutherford

    Brasil x Haiti – 19.jun, 22h (de Brasília)
    Lincoln Financial Field, na Filadélfia

    Escócia x Brasil – 24.jun, 19h (de Brasília)
    Hard Rock Stadium, em Miami Gardens
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    Na preparação para a Copa anterior, neste estágio, Tite estava no fim de um trabalho de seis anos, o que lhe possibilitou usar os meses finais da preparação para o Mundial no Qatar para afinar suas escolhas táticas. As peças estavam quase todas estabelecidas.

    No ano da Copa, havia apenas a dúvida sobre quem seria o reserva de Danilo na lateral direita. Embora a revelação do nome de Daniel Alves tenha ficado apenas para o dia da lista final, a escolha do jogador já era tratada como certa dentro da comissão técnica.

    Com Tite, a seleção tinha hierarquia definida, com uma base repetida ao longo do ciclo e papéis claros entre titulares e reservas. Alisson, Marquinhos, Casemiro, Neymar e Richarlison eram referências estáveis, enquanto Fabinho e Gabriel Jesus, por exemplo, ocupavam funções bem delimitadas como alternativas.

    Com Ancelotti, a hierarquia está em disputa. Ele assumiu no meio de uma transição de gerações e tem adotado um modelo mais flexível, em que o momento pesa mais do que o nome do jogador. Nesse aspecto, o nome de Neymar é o que causa mais discussão.

    Em 2022, ele embarcou para o Qatar como a principal referência técnica da seleção, em boa forma física. Não se imaginava o time titular do Brasil sem o seu camisa 10. Agora, a situação é diferente. Novamente convivendo com lesões, sem conseguir manter uma longa sequência em atividade, ele nem sequer teve a chance de atuar com Ancelotti.

    O italiano, que passou a demonstrar incômodo com as repetidas perguntas sobre a convocação ou não do craque para a Copa do Mundo, tem sido enfático em sua posição: somente jogadores em plena condição física farão parte de seu elenco na competição.

    Neste momento, Neymar está em recuperação de uma cirurgia de correção no menisco do joelho esquerdo, realizada em 22 de dezembro, em Belo Horizonte.
    O procedimento foi conduzido pelo médico Rodrigo Lasmar, médico da seleção brasileira. A previsão é que ele leve um mês para se recuperar e tenha condição de entrar em campo a partir de fevereiro.

    No último dia do ano, o Santos anunciou a renovação do contrato do jogador até o final de 2026. Esse foi o melhor cenário encontrado pelo atleta para tentar ficar em forma a tempo de Ancelotti observar sua condição física.

    Neymar atua em um dos setores mais disputados do elenco. Até o momento, 13 nomes já foram testados. Seis deles estão entre os nomes de confiança de Ancelotti, com presença praticamente assegurada na Copa. São eles: Vinicius Junior, Rodrygo, Estêvão, Raphinha, Gabriel Martinelli e Matheus Cunha.

    Antes da convocação final, o Brasil fará dois amistosos, contra França e Croácia, respectivamente, em 26 e 31 de março.

    Tahirys dos Santos, jovem jogador do Metz, estava no primeiro piso do bar que ardeu em plena noite de passagem de ano, mas depois de sair do estabelecimento percebeu que a namorada estava na cave, onde deflagraram as chamas. Tahirys enfrentou chamas para ir buscar a companheira.

    Notícias ao Minuto Brasil | 13:53 – 04/01/2026

    Ancelotti inicia ano com a meta de definir os últimos convocados para a Copa

  • 'O Agente Secreto' vence o Critics Choice Awards de melhor filme estrangeiro

    'O Agente Secreto' vence o Critics Choice Awards de melhor filme estrangeiro

    O filme de Kleber Mendonça Filho desbancou o novo longa do cineasta iraniano Jafar Panahi, “Foi Apenas um Acidente”, que foi vencedor do Palma de Ouro, prêmio de maior prestígio do Festival de Cinema de Cannes. Também superou “A Garota Canhota”, de Taiwan, “A Única Saída”, da Coreia do Sul, “Sirât”, da Espanha, e “Belén: Uma História de Injustiça”, da Argentina

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, venceu a categoria de melhor filme estrangeiro do Critics Choice Award. A cerimônia, que acontece em Los Angeles, na noite deste domingo (4), marca o início da temporada de premiações de cinema e televisão.

    O prêmio foi entregue no tapete vermelho, antes mesmo de a cerimônia principal começar. O diretor pernambucano estava dando entrevistas à TV americana, respondendo perguntas sobre a torcida dos brasileiros pelo filme e sobre a parceria com o protagonista do longa, Wagner Moura.

    “Escrevi o filme para desenvolver com ele. Tudo deu certo. Filmamos no ano passado, nos divertimos muito. Tivemos um elenco enorme. Ele foi muito importante para fazer todos ali conseguirem se sentir à vontade e fazer parte do filme.”

    Kleber Mendonça Filho foi então interrompido e recebeu a notícia da vitória na premiação. “Parabéns porque o Critics Choice Awards de melhor filme internacional vai para vocês!”, disse a repórter. “Você sabia?”, ela depois perguntou. “Não fazia ideia”, respondeu o diretor.

    “O Agente Secreto” se passa durante a ditadura militar e acompanha a história de um professor universitário que foge de São Paulo após se desentender com um empresário. Ele volta ao Recife natal e adota um nome falso, passando a viver escondido para a sua segurança.

    O filme de Kleber Mendonça Filho desbancou o novo longa do cineasta iraniano Jafar Panahi, “Foi Apenas um Acidente”, que foi vencedor do Palma de Ouro, prêmio de maior prestígio do Festival de Cinema de Cannes. Também superou “A Garota Canhota”, de Taiwan, “A Única Saída”, da Coreia do Sul, “Sirât”, da Espanha, e “Belén: Uma História de Injustiça”, da Argentina.

    O QUE É O CRITICS CHOICE AWARDS

    A premiação é organizada pelo Critics Choice Association, a maior associação de críticos da América do Norte. Os troféus são distribuídos de acordo com uma votação por escrito para selecionar os indicados, seguida pela votação para escolher o vencedor de cada categoria. São 575 membros votantes, que inclui críticos de cinema e televisão e jornalistas de entretenimento.

    Antes do Critics Choice Awards, Wagner Moura foi laureado na 78ª edição do Festival de Cannes como melhor ator, tornando-se o primeiro brasileiro a conquistar a estatueta de interpretação masculina na competição principal. Na mesma cerimônia, Kleber Mendonça Filho também foi premiado com o troféu de melhor direção.

    Na disputa das premiações, Moura também concorre ao Globo de Ouro, indicado como melhor ator em filme de drama pela atuação no longa de Kleber Mendonça Filho. Esta é a primeira vez que um ator brasileiro disputa nesta categoria. A cerimônia está marcada para o dia 11 de janeiro de 2026, em Los Angeles. “O Agente Secreto”, por sua vez, concorre em duas categorias -melhor filme e melhor filme em língua não inglesa.

    'O Agente Secreto' vence o Critics Choice Awards de melhor filme estrangeiro

  • Estamos no comando, e a Venezuela é um país morto, diz Trump

    Estamos no comando, e a Venezuela é um país morto, diz Trump

    Pouco antes de falar com a imprensa, Trump publicou uma foto de Nicolás Maduro, que teria sido tirada após a prisão. Nela, o venezuelano aparece de óculos e abafadores de ruído, segurando uma garrafa, dentro do navio norte-americano USS Iwo Jima

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O presidente dos EUA, Donald Trump, disse na noite deste domingo (04) que o governo dele está no comando da Venezuela e que o país sul-americano está morto.

    Inicialmente, Trump disse a jornalistas que daria uma resposta “muito controversa” se perguntassem a ele quem estava no comando. “Significa que nós estamos no comando. Nós estamos no comando”, respondeu, ao ser questionado por um repórter.

    Presidente não descartou a possibilidade de invadir a Colômbia. “Parece bom para mim”, respondeu Trump a uma pergunta sobre operações militares no país governado por Gustavo Petro.

    Republicano afirmou que precisará de investimento de companhias petrolíferas para reerguer o país sul-americano. “A Venezuela é um país morto neste momento. Precisamos reerguê-la, e isso exigirá grandes investimentos das companhias petrolíferas para que a infraestrutura esteja pronta para funcionar”, disse Trump.

    Trump também foi questionado sobre as falas da vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, que criticou a ação dos EUA. “Vocês ouvem uma pessoa diferente da que eu ouço”, respondeu.

    VICE RECONHECIDA COMO PRESIDENTE

    Neste sábado (03), a Suprema Corte da Venezuela determinou que a vice-presidente assuma como presidente interina. Tribunal ainda irá decidir a estrutura legal de poder no país.

    Depois da determinação, as Forças Armadas venezuelanas reconheceram Delcy como presidente. Anúncio foi feito pelo ministro da Defesa, general Vladimir Padrino López.

    Governo brasileiro reconheceu a vice-presidente no comando do país. “Na ausência do atual presidente, Maduro, é a vice. Ela está como presidente interina”, disse Maria Laura da Rocha, que neste sábado estava interinamente à frente do Ministério das Relações Exteriores.

    ATAQUES E PRISÃO DE MADURO

    Explosões e sobrevoo de aviões foram ouvidos na capital venezuelana e outros três estados nas primeiras horas de sábado. Fortes bombardeios foram ouvidos, de acordo com relatos de jornalistas na capital venezuelana.

    Maduro e a esposa foram detidos em “questão de segundos” e não tiveram tempo de reagir. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse ao canal norte-americano Fox News que acompanhou a operação de sua mansão em Mar-a-Lago, na Flórida, e que “foi como assistir a um programa de TV”.

    O venezuelano tentou “chegar a um lugar seguro”, mas não conseguiu, de acordo com o norte-americano. O presidente declarou que Maduro “chegou à porta, mas não conseguiu fechá-la”.

    Pouco antes de falar com a imprensa, Trump publicou uma foto de Nicolás Maduro, que teria sido tirada após a prisão. Nela, o venezuelano aparece de óculos e abafadores de ruído, segurando uma garrafa, dentro do navio norte-americano USS Iwo Jima. Antes, a vice-presidente do país latino, Delcy Rodriguez, havia pedido uma prova de vida do casal venezuelano após denunciar o ataque.

    Ataque deixou ao menos 80 mortos, diz The New York Times. A informação atualizada sobre o número de vítimas foi repassada neste domingo ao jornal por um alto funcionário venezuelano, que falou em condição de anonimato. Ele acrescentou que a quantidade de mortes ainda pode aumentar.

    Estamos no comando, e a Venezuela é um país morto, diz Trump

  • Como seria uma guerra nuclear hoje — e como sobreviver a uma tragédia dessas?

    Como seria uma guerra nuclear hoje — e como sobreviver a uma tragédia dessas?

    Nações com poderosas capacidades nucleares e prontas para usá-las

    Em um mundo marcado por tensões políticas e diplomáticas, o espectro de um conflito nuclear está mais presente do que nunca. Com aproximadamente 12.100 ogivas nucleares implantadas em diversos países, a ameaça de uma guerra nuclear devastadora torna-se cada vez mais real. Exercícios nucleares recentes conduzidos pelo presidente russo Vladimir Putin, simulando ataques retaliatórios, ressaltaram a crescente instabilidade entre as potências globais. À medida que as tensões geopolíticas aumentam, particularmente em questões como a Ucrânia, países com capacidades nucleares avançadas, como a Rússia e a Coreia do Norte, estão soando o alarme.

    Em seu livro ‘Guerra Nuclear: Um Cenário’, publicado em 2024, Annie Jacobsen explora a possibilidade aterradora de uma aniquilação nuclear total, expondo as consequências catastróficas de um conflito global. Sua análise critica as estratégias de dissuasão nuclear e destaca a perigosa imprevisibilidade dos líderes mundiais, de Putin a Kim Jong-un. Apesar do medo, Jacobsen também revisita momentos históricos cruciais, como a campanha de desarmamento de Ronald Reagan, oferecendo um vislumbre de esperança na busca pela paz.

    Como seria uma guerra nuclear hoje — e como sobreviver a uma tragédia dessas?

  • Fotografia de Maduro (compartilhada por Trump) vira 'meme' na internet

    Fotografia de Maduro (compartilhada por Trump) vira 'meme' na internet

    A fotografia de Nicolás Maduro dentro do navio de guerra dos EUA – compartilhada pelo presidente norte-americano, Donald Trump – viralizou na internet e vários usuários criaram ‘memes’. O venezuelano já se encontrada num centro de detenção em Nova York.

    A fotografia de Nicolás Maduro, compartilhada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em sua plataforma Truth Social, na tarde de sábado, 3 de janeiro, enquanto o venezuelano era levado para os Estados Unidos a bordo de um navio de guerra, rapidamente se tornou um “meme” na internet.

    A imagem inédita mostra o presidente venezuelano algemado, vestindo um agasalho cinza, com os olhos cobertos e usando protetores auditivos. A foto passou a circular amplamente nas redes sociais e gerou inúmeras reações entre os internautas.

    Em geral, as brincadeiras e comentários sobre a detenção de Nicolás Maduro estão relacionadas ao seu visual. Alguns usuários afirmaram que o venezuelano parecia ter acabado de sair de uma boate.

    Há também quem tenha comentado que Maduro parecia estar a caminho de uma “Bizarrap Session”, em referência ao DJ e produtor argentino Bizarrap, conhecido por aparecer frequentemente usando óculos escuros.

    A inteligência artificial foi também usada para ‘dar vida’ à fotografia.

    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados pelos Estados Unidos e retirados do país à força na madrugada de sábado. O líder venezuelano foi acusado de diversos crimes, incluindo narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína e delitos relacionados ao uso de armas automáticas.

    A captura ocorreu na madrugada de sábado, 3 de janeiro, após uma operação militar conduzida pelos Estados Unidos realizar ataques aéreos em várias regiões da Venezuela, inclusive na capital, Caracas. Na ocasião, houve relatos de explosões e movimentação de aeronaves militares sobre a cidade.

    Posteriormente, o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que seu homólogo venezuelano foi capturado e removido à força do país após os Estados Unidos promoverem um “ataque em grande escala”.

    Da Venezuela a Nova York: o trajeto de Maduro após a captura

    Após serem detidos em sua residência oficial, Maduro e a esposa foram levados para Guantánamo a bordo do navio de guerra norte-americano USS Iwo Jima.

    O casal desembarcou em Nova York no fim da tarde de sábado. Com a chegada do avião militar Boeing 757 ao aeroporto internacional Stewart, dezenas de agentes de diferentes agências federais dos Estados Unidos, como o FBI (Departamento Federal de Investigação) e a DEA (Administração de Controle de Drogas), entraram na aeronave.

    Maduro foi então encaminhado ao Centro de Detenção Metropolitano (MDC), uma prisão federal no Brooklyn, onde passou a primeira noite sob custódia.

    Vale destacar que a operação militar dos Estados Unidos na Venezuela e a prisão de Nicolás Maduro provocaram reações em todo o mundo. Enquanto alguns apoiaram a decisão de Donald Trump, outros criticaram e condenaram a captura do líder venezuelano.

    Fotografia de Maduro (compartilhada por Trump) vira 'meme' na internet

  • Venezuela? Harris condena operação militar: "Ilegal" e "imprudente"

    Venezuela? Harris condena operação militar: "Ilegal" e "imprudente"

    Kamala Harris condenou a operação militar dos Estados Unidos na Venezuela, assim como a captura de Nicolás Maduro e da sua mulher, Cilia Flores, classficando a ação como “ilegal” e “imprudente”. A democrata afirmou ainda que as “ações de Trump não tornam a América mais segura”.

    A ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, criticou e condenou a captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cilia Flores, classificando a operação militar como “ilegal” e “imprudente”.

    Harris reagiu à ação do governo do presidente norte-americano, Donald Trump, na Venezuela por meio de uma publicação na rede social X (antigo Twitter).

    Na avaliação da democrata, “as ações de Donald Trump não tornam a América mais segura, mais forte ou mais acessível”. Ela reconheceu, no entanto, que Nicolás Maduro é “um ditador brutal e ilegítimo”, mas ressaltou que isso “não muda o fato de a ação ter sido ilegal e imprudente”.

    “Já vimos esse filme antes. Guerras por mudança de regime ou por petróleo são vendidas como força, mas acabam se transformando em caos, e as famílias americanas pagam o preço”, escreveu.

    Kamala Harris afirmou ainda que “o povo americano não quer isso” e que “está cansado de ser enganado”.

    “Não se trata de drogas ou democracia. Trata-se de petróleo e do desejo de Donald Trump de se apresentar como um líder forte na região. Se ele realmente se importasse com qualquer um dos dois, não perdoaria um traficante de drogas condenado nem marginalizaria a oposição legítima da Venezuela enquanto busca acordos com aliados de Maduro”, acrescentou.

    A democrata também acusou Trump de colocar “as tropas em risco” e de “desestabilizar uma região”.

    “A América precisa de uma liderança cujas prioridades sejam reduzir os custos para as famílias trabalhadoras, impor o Estado de Direito, fortalecer alianças e, acima de tudo, colocar os americanos em primeiro lugar”, concluiu.

    O que se sabe sobre a operação militar? E sobre a detenção de Maduro?

    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados pelos Estados Unidos e retirados do país à força na madrugada de sábado. O líder venezuelano foi acusado de diversos crimes, incluindo narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína e delitos relacionados ao uso de armas automáticas.

    A captura ocorreu após uma operação militar conduzida pelos Estados Unidos, que realizou ataques aéreos em várias regiões da Venezuela, inclusive em Caracas. Na ocasião, houve relatos de explosões e intensa movimentação de aeronaves militares.

    Posteriormente, Donald Trump afirmou que Maduro foi capturado e removido à força do país após um “ataque em grande escala”.

    De Venezuela a Nova York

    Após serem detidos em sua residência oficial, Maduro e a esposa foram levados para Guantánamo a bordo do navio de guerra norte-americano USS Iwo Jima.

    O casal chegou a Nova York no fim da tarde de sábado. No desembarque do avião militar Boeing 757 no aeroporto internacional Stewart, agentes de diversas agências federais dos EUA, como o FBI e a DEA, entraram na aeronave.

    Maduro foi encaminhado ao Centro de Detenção Metropolitano (MDC), uma prisão federal no Brooklyn, onde passou a primeira noite sob custódia.

    Venezuela? Harris condena operação militar: "Ilegal" e "imprudente"

  • Tragédia na Suíça! Jogador do Metz enfrentou chamas para salvar namorada

    Tragédia na Suíça! Jogador do Metz enfrentou chamas para salvar namorada

    Tahirys dos Santos continua hospitalizado depois de ter ficado gravemente ferido após o incêndio que ocorreu num bar em Crans-Montana, na Suíça na última quarta-feira, em plena noite de passagem de ano, que provocou a morte de 40 pessoas. O jovem jogador do Metz encontra-se internado na Alemanha, para onde foi transportado na quinta-feira, mas apenas no sábado foi revelado que: Tahirys enfrentou as chamas para salvar a namorada

    A revelação foi feita pelo seu empresário, Christophe Hutteau, em declarações ao canal francês BFMTV. O meia de 19 anos encontrava-se no piso superior e conseguiu abandonar o bar, mas acabaria por voltar atrás ao saber que a sua namorada estava no interior do mesmo e no piso inferior, onde as chamas deflagaram. 

    “Ele não estava no piso inferior. Estava no primeiro andar e eu vou compartilhar uma coisa: ele conseguiu sair [do bar], mas depois percebeu que a sua namorada estava no interior e voltou a entrar para a salvar das chamas. Ou seja, além de vítima, ele também é um herói. E digo isto com muita emoção, apesar da minha experiência no futebol”, afirmou. 

    Hutteau mostrou-se, assim, emocionado com o ato de coragem do jovem jogador e também fez uma atualização do seu estado clínico, ao mesmo tempo que confirmou que Tahirys sofreu queimaduras em 30% do corpo. 

    “Vamos ter de esperar quatro ou cinco dias para perceber a situação dele. Quando se fala neste tipo de queimaduras, os primeiros dias são muito importantes, até por causa das infeções. Temos de ter calma, mas sim há sinais positivos e empolgantes. Nós estamos ao lado dele. Viveu um drama físico e psicológico“, lamentou Christophe Hutteau. 

    Tahirys dos Santos, meio-campista francês com dupla nacionalidade cabo-verdiana, encontrava-se integrado na equipe B do Metz e procurava ascender à equipe principal, que atua na primeira divisão do Campeonato Francês.

    Polícia já identificou 24 vítimas 

    A polícia suíça continua com o trabalho de identificação da vítimas. Até agora foram identificadas 24 das 40 vítimas mortais. E na manhã deste domingo foi divulgado um novo balanço: 18 cidadãos suíços (quatro mulheres e seis homens) entre os 14 e os 31 anos; dois italianos de 16 anos; um cidadão com dupla nacionalidade, da Itália e Emirados Árabes Unidos, também de 16 anos; um romeno de 18 anos; um francês de 39 anos e um turco de 18.

    Há também uma vítima mortal portuguesa, confirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros.

    Donos do bar investigados 

    Além da identificação das vítimas, as autoridades helvéticas também já abriram uma investigação criminal aos proprietários do bar. O casal francês pode ser acusado de homicídio involuntário, uma vez que o incêndio teria sido desencadeado por velas incandescentes colocadas em garrafas de champanhe, que teriam tocado o teto do bar. 

    Entretanto, a Suíça também já decretou um dia de luto nacional agendado para dia 9 de janeiro. 


    Tragédia na Suíça! Jogador do Metz enfrentou chamas para salvar namorada

  • Novo rumor volta a apontar lançamento do iPhone 18 só para 2027

    Novo rumor volta a apontar lançamento do iPhone 18 só para 2027

    A Apple deverá dar prioridade ao iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, que devem continuar a ser lançados no outono de 2026. A par destes modelos, acredita-se que a Apple deverá lançar também o primeiro iPhone de tela dobrável e o sucessor do ultrafino iPhone Air.

    Há algum tempo circulam rumores sobre a possibilidade de a Apple não lançar o iPhone 18 ao mesmo tempo que os modelos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, optando assim por dividir o lançamento da próxima geração de smartphones em duas etapas.

    Esses rumores agora são reforçados pelo site MacRumors, que afirma que a Apple planeja priorizar os modelos topo de linha e o primeiro aparelho dobrável da marca, lançando-os em setembro de 2026. Já o iPhone 18 padrão deve chegar ao mercado apenas na primavera de 2027.

    “Por mais de uma década, a Apple apresentou sua principal linha de iPhones no outono, com todos os modelos principais sendo lançados em setembro”, escreveu a publicação. “Espera-se que esse padrão mude, com a empresa dividindo o lançamento dos próximos iPhones em dois períodos distintos, em vez de revelar toda a geração de uma só vez. Com essa estratégia, a Apple deve priorizar os modelos premium no outono, enquanto adia os modelos padrão e de menor custo para o ano seguinte.”

    Essa é exatamente a estratégia mencionada nos vazamentos mais recentes, que apontam o lançamento do iPhone 18 para a primavera de 2027, coincidindo com a possível chegada de um iPhone 18e.

    Quanto ao que se espera para o outono de 2026, acredita-se que, além do iPhone 18 Pro e do iPhone 18 Pro Max, a Apple também apresente seu primeiro iPhone com tela dobrável — provisoriamente chamado de iPhone Fold — e, possivelmente, o sucessor do ultrafino iPhone Air.

    Novo rumor volta a apontar lançamento do iPhone 18 só para 2027

  • Dinamarca pede aos EUA "respeito total" pela integridade da Gronelândia

    Dinamarca pede aos EUA "respeito total" pela integridade da Gronelândia

    O embaixador da Dinamarca em Washington apelou hoje ao “respeito total” pela integridade da Gronelândia, após um ‘tweet’ da mulher do diretor-adjunto de gabinete da Casa Branca, que partilhou uma fotografia do território autónomo dinamarquês com a bandeira norte-americana.

    Katie Miller, esposa do vice-chefe de gabinete da Casa Branca, Stephen Miller, publicou no sábado, em sua conta pessoal na rede social X, uma imagem da Groenlândia colorida com as cores da bandeira dos Estados Unidos, acompanhada de uma legenda curta, em letras maiúsculas: “SOON” (“em breve”).

    A Groenlândia é alvo do interesse do presidente Donald Trump, o que tem causado desconforto na Dinamarca. As tensões entre os dois países voltaram a ganhar força após o anúncio feito no fim de dezembro pelo presidente norte-americano sobre a nomeação de um enviado especial para o vasto território autônomo dinamarquês.

    Em resposta à publicação de Katie Miller, o embaixador da Dinamarca nos Estados Unidos, Jesper Moller Sorensen, declarou: “Um pequeno lembrete amistoso aos Estados Unidos e ao Reino da Dinamarca: somos aliados próximos e devemos continuar trabalhando juntos como tal”.

    “E, sim, esperamos total respeito à integridade territorial do Reino da Dinamarca”, acrescentou o diplomata.

    Katie Miller atuou por um período como conselheira e porta-voz da comissão de eficiência governamental Doge, então liderada por Elon Musk, antes de passar a trabalhar com o bilionário no setor privado.

    A postagem de Miller na rede social X ocorre após uma operação do Exército dos Estados Unidos que resultou na captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e de sua esposa, no sábado, em Caracas.

    Especialistas avaliam que a ação na Venezuela funciona como um aviso aos aliados dos Estados Unidos que demonstram preocupação com as ameaças de Trump de se apropriar de recursos estratégicos, começando por sua declarada intenção de anexar a Groenlândia.

    Dinamarca pede aos EUA "respeito total" pela integridade da Gronelândia

  • Prefeito de Nova York critica ato de guerra de Trump contra Venezuela

    Prefeito de Nova York critica ato de guerra de Trump contra Venezuela

    Em coletiva de imprensa no sábado, Zohran Mamdani disse ter tido uma conversa telefônica “franca e direta” com Donald Trump, a quem transmitiu o seu desacordo diante da “insistência em uma mudança de regime” na Venezuela.

    O prefeito de Nova York, o democrata Zohran Mamdani, criticou o que considera ser “um ato de guerra” da administração de Donald Trump contra a Venezuela, cujo chefe de Estado foi capturado e levado para os Estados Unidos.

    Em coletiva de imprensa no sábado, Zohran Mamdani disse ter tido uma conversa telefônica “franca e direta” com Donald Trump, a quem transmitiu o seu desacordo diante da “insistência em uma mudança de regime” na Venezuela.

    Em comunicado publicado na sua página na rede social X, o prefeito disse que foi informado sobre a captura de Nicolás Maduro por tropas dos Estados Unidos, bem como sobre a “planejada detenção sob custódia federal em Nova York”.

     

    Mamdani, que foi eleito em novembro e tomou posse na última quinta-feira (1°), lembrou que “atacar unilateralmente uma nação soberana é um ato de guerra e uma violação da lei federal e internacional”.

    A “busca por uma mudança de regime” na Venezuela “não afeta apenas quem está no estrangeiro, mas também impacta diretamente os nova-iorquinos”, assinalou, recordando que dezenas de milhares de venezuelanos consideram Nova York a sua casa.

    “O meu foco é a segurança deles e a segurança de cada nova-iorquino”, realçou Mamdani, prometendo que vai “continuar a monitorar a situação e emitir orientações relevantes”.

    Acusação

    A acusação dos Estados Unidos contra Nicolás Maduro vai ser julgada no Tribunal Distrital dos Estados Unidos no Distrito Sul de Nova York, onde promotores do Ministério Público já haviam apresentado um processo em 2020, acusando o líder venezuelano de narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína e crimes com armas automáticas.

    A acusação baseia-se em uma investigação da Administração de Repressão de Drogas (DEA, da sigla em inglês), que identifica Maduro como líder do Cartel de Los Soles, rede ligada a altas chefias militares venezuelanas que procurava enriquecer utilizando “a cocaína como arma contra os Estados Unidos”.

    Nicolás Maduro e a sua mulher, Cília Fortes, estão desde ontem sob custódia em uma prisão federal em Brooklyn, Nova York, após terem sido capturados em Caracas, capital venezuelana.

    Depois de aterrisar na Base Aérea da Guarda Nacional de Stewart, aeroporto militar localizado no norte do estado de Nova York, o chefe de Estado venezuelano desceu do avião militar Boeing 757 acompanhado por uma ampla operação de segurança.

    Dezenas de agentes do FBI (polícia federal de investigação) e da DEA esperavam Maduro, sob uma temperatura de dois graus Celsius negativos.

    Maduro foi então escoltado para uma instalação federal ligada à DEA, onde foi identificado, e transferido para o Centro de Detenção Metropolitano.

    A presidência dos Estados Unidos divulgou imagens da detenção e da transferência, mostrando Maduro caminhando por um corredor com uma passadeira azul e com a inscrição DEA NYD – Administração de Repressão de Drogas do Distrito de Nova York.

    O líder venezuelano deverá se apresentar a um juiz federal em Manhattan nos próximos dias.

    Entenda

    Os Estados Unidos lançaram no sábado (3) “um ataque de grande escala contra a Venezuela”, que capturou o Maduro e sua mulher, e anunciaram que vão governar o país até se concluir uma transição de poder.

    Entretanto, o Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela entregou a presidência interina à vice-presidente executiva, Delcy Rodriguez, “de forma a garantir a continuidade administrativa e a defesa integral da nação”.

    Não se sabe ainda quando ela tomará posse, mas Delcy Rodriguez, que será a primeira mulher na história do país a liderar o executivo, já exigiu “a libertação imediata” de Nicolás Maduro, “o único presidente da Venezuela”, e condenou a operação militar dos Estados Unidos.

    A comunidade internacional tem-se dividido entre a condenação da ação dos Estados Unidos e o júbilo pela queda de Maduro.

     

     

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