Autor: REDAÇÃO

  • Lula dará entrada em hospital em SP para procedimentos médicos

    Lula dará entrada em hospital em SP para procedimentos médicos

    Procedimentos serão realizados no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, sem necessidade de internação; presidente também tratará tendinite no punho e mantém agenda recente com eventos ligados à agricultura e ao Dia Mundial do Livro.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai passar por um procedimento de retirada de acúmulo de pele (queratose) no couro cabeludo nesta sexta-feira (24) no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo (SP). 

    Na unidade de saúde, o presidente também vai receber uma infiltração no punho para tratamento de tendinite no dedão do polegar da mão direita. Lula já viajou na noite desta quinta-feira (23) para a capital paulista.

    Segundo a Secretaria de Comunicação do governo, os dois procedimentos são considerados simples. Por isso, não será necessário que ele fique internado. Inclusive, não é necessária preparação prévia ou repouso.

    Agricultura

    Pela manhã, Lula participou de evento em Planaltina (DF), na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Ele destacou a diversidade e a produção em larga escala no país, mas disse que também é preciso prezar pela qualidade. 

    “Nós sabemos que não basta produzir. Para a gente ganhar mercado é preciso produzir com excelência de qualidade. Não adianta produzir uma coisa rústica, porque aquilo é muito bom pra mim, mas quando você quer fazer disputa internacional, não é uma coisa fácil”, disse no evento 

    Ele também participou hoje de de cerimônia alusiva ao Dia Mundial do Livro, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília. 

     

     

    Lula dará entrada em hospital em SP para procedimentos médicos

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Yamal lamenta lesão às vésperas da Copa do Mundo

    Yamal lamenta lesão às vésperas da Copa do Mundo

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Lamine Yamal se manifestou pela primeira vez após a lesão na coxa esquerda. O atacante espanhol lamentou o problema físico na reta final de temporada e às vésperas da Copa do Mundo, e também demonstrou apoio aos companheiros de Barcelona para os jogos que restam de La Liga.

    “A lesão me tira de campo no momento em que eu mais queria estar, dói mais do que eu posso explicar. Dói não poder lutar com os meus companheiros, não poder ajudar quando a equipe mais necessita. Mas sei que eles vão deixar a alma em cada partida”, disse o atleta.

    “Eu vou estar aqui, mesmo que fora, apoiando, torcendo e empurrando como um a mais. Esse não é o final, é somente uma pausa. Vou voltar mais forte, com mais força que nunca, e a próxima temporada será ainda melhor”, escreveu Lamine Yamal, em sua rede social.

    YAMAL JOGA A COPA DO MUNDO?

    A lesão de Lamine Yamal foi detectada na coxa esquerda, após uma cobrança de pênalti contra o Celta, que selou a vitória catalã. O jogador foi substituído logo na sequência e o problema muscular confirmado mais tarde.

    O jogador da Espanha corre contra o tempo para se recuperar para a Copa do Mundo. Em nota, o clube destacou que Yamal seguirá um tratamento conservador buscando estar disponível para a seleção.

    A certeza é que Yamal não joga mais o restante de temporada pelo Barcelona. A equipe catalã é líder de La Liga com nove pontos de distância para o Real Madrid, restando apenas seis rodadas para o fim. Assim, o Barça tem o título encaminhado e depende somente de si.

    Yamal lamenta lesão às vésperas da Copa do Mundo

  • Bruno Mars vira alvo de críticas ao divulgar turnê de Chris Brown

    Bruno Mars vira alvo de críticas ao divulgar turnê de Chris Brown

    Publicação nas redes reacende debate sobre histórico do cantor condenado por agressão; turnê também conta com Usher, associado a discussões envolvendo Diddy

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Uma publicação de Bruno Mars nas redes sociais colocou o artista no centro de uma nova polêmica. O cantor compartilhou a divulgação da turnê “The R&B Tour”, que reúne nomes como Chris Brown e Usher, e acabou provocando uma onda de críticas.

    O conteúdo, publicado nos stories, rapidamente viralizou fora da plataforma e passou a ser discutido por internautas. Para embalar o post, Bruno utilizou a música “New Flame”, parceria com Chris Brown, Usher e Rick Ross, o que intensificou ainda mais a repercussão.

    A principal controvérsia gira em torno do histórico de Chris Brown, que foi condenado por agredir Rihanna em 2009. O caso, amplamente divulgado na época, voltou a ser lembrado por usuários que questionaram o posicionamento de Bruno Mars ao promover a turnê.

    Nas redes, parte do público criticou a atitude do cantor, apontando incoerência entre sua imagem pública e o apoio indireto a artistas envolvidos em polêmicas. Outros, no entanto, defenderam Bruno, argumentando que a divulgação não necessariamente representa concordância com atitudes passadas.

    Além de Brown, o nome de Usher também entrou no debate. O artista foi recentemente associado a discussões envolvendo Diddy, o que ampliou o alcance das críticas ao line-up da turnê. Até o momento, o cantor não se pronunciou sobre as críticas.

    Bruno Mars vira alvo de críticas ao divulgar turnê de Chris Brown

  • UE aprova empréstimo de EUR 90 bilhões para Ucrânia e novo pacote de sanções à Rússia

    UE aprova empréstimo de EUR 90 bilhões para Ucrânia e novo pacote de sanções à Rússia

    Hungria havia bloqueado o auxílio, mas retirou o veto após derrota de Viktor Orbán, aliado de Putin, nas eleições; Zelenski afirma que recursos fortalecerão o Exército e permitirão cumprir obrigações sociais para os ucranianos

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A União Europeia aprovou formalmente nesta quinta-feira (23) um empréstimo de € 90 bilhões (cerca de R$ 523 bilhões) à Ucrânia, bem como um novo pacote de sanções contra a Rússia, informou a Presidência do bloco.

    “A estratégia da UE para alcançar uma paz justa e duradoura na Ucrânia assenta em dois pilares: fortalecer a Ucrânia e aumentar a pressão sobre a Rússia. Hoje avançamos em ambos”, afirmou o presidente do Conselho Europeu, António Costa, em uma publicação no X.

    Os embaixadores da UE já haviam aprovado o empréstimo e o pacote de sanções na quarta-feira (22), após Hungria e Eslováquia terem retirado seus vetos.

    O avanço ocorre pouco mais de uma semana depois de Viktor Orbán, aliado da Rússia, ter perdido as eleições legislativas para seu rival conservador pró-Europa, Péter Magyar, que prometeu recompor os laços com o bloco de Bruxelas.

    Orbán havia bloqueado o auxílio após acusar a Ucrânia de protelar o reparo de um oleoduto que, segundo Kiev, foi danificado por um drone russo. O oleoduto transporta petróleo russo para a Hungria e a Eslováquia. A retomada do fluxo de petróleo nesta quarta -em paralelo à derrota de Orbán nas urnas- abriu caminho para a aprovação do empréstimo. A Eslováquia também havia condicionado a retirada de suas objeções à reabertura do oleoduto.

    O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, que viajará ao Chipre para a cúpula da UE nesta quinta, saudou a aprovação do empréstimo. “Este pacote fortalecerá nosso Exército, tornará a Ucrânia mais resiliente e nos permitirá cumprir nossas obrigações sociais para com os ucranianos”, disse ele. “É importante que a Ucrânia obtenha esse nível de segurança financeira, após mais de quatro anos de guerra em grande escala”, acrescentou.

    Apenas metade dos € 90 bilhões será liberada para a Ucrânia este ano, e o restante em 2027. A maior parte do empréstimo -cerca de € 60 bilhões- destina-se a gastos militares, além de cerca de € 17 bilhões anuais alocados para necessidades orçamentárias gerais, como saúde e educação.

    A UE reconhece que seu empréstimo de dois anos cobre apenas cerca de dois terços das necessidades de financiamento externo da Ucrânia. Para 2027, os parceiros internacionais ainda precisam se comprometer com o financiamento restante, afirmou o comissário da UE para a economia, Valdis Dombrovskis.

    Do outro lado, as sanções aprovadas nesta quinta -o vigésimo pacote desde 2022- visam o setor bancário russo e acrescentam novas restrições às exportações de petróleo, cujas receitas financiam grande parte da sua guerra contra a Ucrânia.

    Em paralelo aos anúncios, os ataques seguiram na noite desta quinta. Autoridades russas e ucranianas reportaram a morte de ao menos seis pessoas por ataques de drones em diversas localidades.

    O governo de Dnipropetrovsk, no centro da Ucrânia, relatou pelo menos três mortos e dez feridos em ataques russos contra áreas residenciais. Os serviços de emergência locais divulgaram um vídeo que mostra os bombeiros combatendo um incêndio em um prédio residencial. A cidade de Dnipro fica a mais de 100 km da linha de frente de batalha no leste e no sul da Ucrânia.

    Na região ocidental de Zhyitomyr, uma mulher morreu quando um drone russo atingiu uma instalação de transporte público, segundo o governo regional.

    Do lado russo, uma pessoa morreu em um ataque na localidade de Samara (oeste do país), anunciou o governador regional Viacheslav Fedorischev no Telegram. Outra pessoa morreu em um ataque noturno na região russa fronteiriça de Belgorod.

    As Forças Armadas dos dois países relataram pelo menos 100 drones interceptados durante esta noite.

    Também nesta quinta, o príncipe Harry, do Reino Unido, viajou a KIev -sem anúncio oficial da visita- e pediu que os EUA assumam um papel decisivo para pôr fim à invasão russa na Ucrânia. Essa é sua terceira visita ao país para apoiar veteranos feridos, como parte de seu trabalho na Fundação Invictus Games.

    Ao discursar no Fórum de Segurança de Kiev, ele disse que a Ucrânia havia dado um exemplo de “liderança” e “unidade” desde que as forças russas iniciaram a invasão, em fevereiro de 2022. “Este é um momento para a liderança americana; um momento para os EUA demonstrarem que podem honrar suas obrigações decorrentes dos tratados internacionais”, afirmou.

    Harry também se dirigiu diretamente a Vladimir Putin, presidente russo, pedindo-lhe que “evite mais sofrimento tanto para os ucranianos quanto para os russos e que escolha um caminho diferente”.

    “Presidente Putin, nenhum país se beneficia com a contínua perda de vidas que estamos testemunhando. Ainda há tempo para deter esta guerra”, afirmou.
    O príncipe também planeja visitar a Halo Trust, uma organização de remoção de minas que sua mãe, a princesa Diana, apoiava.

    UE aprova empréstimo de EUR 90 bilhões para Ucrânia e novo pacote de sanções à Rússia

  • Série da Netflix sobre Ronaldinho Gaúcho é a mais vista em 15 países

    Série da Netflix sobre Ronaldinho Gaúcho é a mais vista em 15 países

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Ronaldinho Gaúcho foi um dos melhores nos campos, e agora mostra ser também um craque no audiovisual. A série da Netflix em homenagem a ele entrou no top 10 das mais vistas no mundo inteiro com apenas uma semana do lançamento.

    Segundo a plataforma, o projeto ocupa o 2º lugar entre os de língua não inglesa e o primeiro lugar no ranking de 15 países. Já são 4,7 milhões de acessos ao documentário.

    A série documental “Ronaldinho Gaúcho” mostra as alegrias, as tristezas, os dribles e os rolês aleatórios do ex-jogador e uma das maiores lendas da história do futebol em todos os tempos.

    A obra faz um mergulho na vida profissional do craque brasileiro, que viveu seu auge absoluto no Barcelona, de 2003 a 2008. O Bruxo”, como ficou conhecido, conquistou uma Bola de Ouro da Fifa em 2005 e a eleição de melhor do mundo em 2004 e 2005.

    As glórias, os feitos conquistados e o jeito espontâneo e acolhedor do ex-craque da seleção são lembrados em depoimentos de figuras icônicas do esporte, como Lionel Messi, Neymar, Cafu, Roberto Carlos, Gilberto Silva, Felipão, Galvão Bueno e Carles Puyol.

    O projeto, com direção de Luis Ara e produção da Canal Azul e da Trailer Films, também aborda a passagem mais triste: o período em que ele ficou preso com o irmão, Assis, no Paraguai, em março de 2020.

    Série da Netflix sobre Ronaldinho Gaúcho é a mais vista em 15 países

  • Correios tem prejuízo de R$ 8,5 bi em 2025, puxado por obrigações judiciais e custo operacional

    Correios tem prejuízo de R$ 8,5 bi em 2025, puxado por obrigações judiciais e custo operacional

    A receita bruta foi de R$ 17,3 bilhões, com queda de 11,35% na comparação com 2024; patrimônio líquido encerrou o período em R$ 13,1 bilhões negativos

    Os Correios informaram nesta quinta-feira, 23, que a estatal registrou em 2025 prejuízo de R$ 8,5 bilhões, número impulsionado por passivos com processos judiciais e o custo operacional da estatal. “O balanço reflete um cenário de enfrentamento de passivos históricos e a intensificação de medidas estruturantes para garantir a sustentabilidade da estatal no longo prazo”, disse a empresa.

    A receita bruta foi de R$ 17,3 bilhões, com queda de 11,35% na comparação com 2024.

    O passivo com processos judiciais somaram R$ 6,4 bilhões em 2025.

    Há valores relacionados a provisões judiciais trabalhistas, especificamente sobre o Adicional de Atividade de Distribuição e Coleta Externa (AADC) e o Adicional de Periculosidade (AP).

    “Essa medida de governança assegura que o passivo da empresa esteja fielmente representado, eliminando incertezas para os ciclos futuros”, afirmou a estatal.

    O patrimônio líquido encerrou o período em R$ 13,1 bilhões negativos.

    Correios tem prejuízo de R$ 8,5 bi em 2025, puxado por obrigações judiciais e custo operacional

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • De Niro e Pedro Pascal se unem a 4.000 nomes contra fusão Paramount-Warner

    De Niro e Pedro Pascal se unem a 4.000 nomes contra fusão Paramount-Warner

    Entre os nomes dos 4194 signatários contra a fusão entre a Paramount Skydance e a Warner Bros. Discovery estão Robert De Niro, Sofia Coppola e Pedro Pascal

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Uma carta aberta contra a fusão entre a Paramount Skydance e a Warner Bros. Discovery ultrapassou 4.000 assinaturas de profissionais de Hollywood.

    A lista de apoiadores cresceu após os acionistas da WBD aprovarem a operação em votação realizada ontem. A carta foi publicada em 13 de abril com cerca de mil nomes.

    Entre os novos nomes dos 4194 signatários estão Robert De Niro, Sofia Coppola e Pedro Pascal. A relação também inclui Florence Pugh, Edward Norton, Joaquin Phoenix, Ben Stiller, Kristen Stewart, David Fincher, Denis Villeneuve, Jane Fonda, JJ Abrams e Mark Ruffalo.

    O grupo reúne sindicalizados, atores e diretores, com mais de 75 vencedores e indicados ao Oscar. Eles tentam manter a pressão para barrar o negócio, que ainda depende de aval de reguladores nos EUA e na Europa e pode enfrentar ações judiciais.

    O texto da carta afirma que a fusão pode concentrar ainda mais o mercado e reduzir a concorrência. “O resultado [da fusão] será menos oportunidades para criadores, menos empregos em toda a cadeia de produção, custos mais altos e menos opções para o público nos Estados Unidos e no mundo”, diz a carta.

    O grupo também marcou atos públicos nos Estados Unidos no dia da votação. A coalizão organizou um protesto em frente à sede da WBD em Manhattan antes da assembleia e planejou outra manifestação em Washington, D.C., na noite de quinta-feira.

    O protesto em Washington teria sido convocado para ocorrer do lado de fora de um jantar privado oferecido por David Ellison, CEO da Paramount. O evento homenagearia o presidente Donald Trump e correspondentes da Casa Branca da CBS News.

    A carta é organizada por entidades como o Writers Guild of America (WGA) e grupos de defesa. Também participam a Film Future Coalition, o Democracy Defenders Fund, o comitê de Jane Fonda pela Primeira Emenda e o American Economic Liberties Project.

    Parlamentares democratas também entraram na mobilização contra o acordo. A senadora Elizabeth Warren afirmou que a operação ainda pode ser barrada por procuradores-gerais estaduais.

    De Niro e Pedro Pascal se unem a 4.000 nomes contra fusão Paramount-Warner

  • Eleições: Lula promete deixar 'mentirosos nus' diante das câmeras

    Eleições: Lula promete deixar 'mentirosos nus' diante das câmeras

    Presidente volta a criticar Trump e promete enviar jabuticaba ou maracujá para acalmar o americano; petista diz querer ‘ensinar’ o povo africano a fazer paz produzindo alimento

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente Lula (PT) voltou a criticar Donald Trump, em discurso nesta quinta-feira (23) e indicou que deverá aumentar o tom dos ataques a seus adversários durante a campanha eleitoral. Ele não mencionou diretamente o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que deve ser seu principal concorrente.

    “Enquanto Trump quer fazer guerra, nós queremos ensinar o povo africano a fazer paz produzindo alimento”, declarou o petista na abertura da Feira Brasil na Mesa, realizada em uma das sedes da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), em Brasília.

    “Está cheio de gente que quer administrar esse país e não tem a menor noção do que é administrar”, afirmou o petista, em uma referência a seus adversários na disputa eleitoral.

    “Tem gente que, se você pegar o currículo, não tem uma coisa que preste. Mas não vou dizer nada agora porque ainda não tem campanha eleitoral. Quando tiver, essas verdades vão ser mais contundentes, e a gente vai poder deixar os mentirosos nus na frente das câmeras.”

    Antes do discurso, em visita a diversos setores da feira, Lula também mencionou o presidente dos Estados Unidos.

    “Agora, quando eu viajar, eu vou tentar levar um pé de jabuticaba para o Xi Jinping. Vou tentar levar um para o Trump, para acalmar ele. Jabuticaba é calmante. Levar maracujá”, declarou ele.

    Eleições: Lula promete deixar 'mentirosos nus' diante das câmeras

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Governo autoriza nomeação de mil aprovados em concurso da Polícia Federal

    Governo autoriza nomeação de mil aprovados em concurso da Polícia Federal

    Medida contempla pessoas que prestaram o certame em 2021, que tinha 1.500 vagas imediatas; convocações podem abranger cargos de agente, escrivão, delegado, perito criminal e papiloscopista

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos) anunciou, nesta quinta-feira (23), que autorizou a nomeação de mil candidatos aprovados no concurso público da Polícia Federal realizado em 2021. A medida permite a convocação além do número de vagas original, de 1.500.

    A efetivação das nomeações, de responsabilidade da Direção-Geral da Polícia Federal, depende da existência de cargos livres e do orçamento previsto, segundo o governo.

    Na nova leva, estão previstas 705 vagas para o cargo de agente, 176 para escrivão, 61 para delegado, 38 de perito criminal e 20 de papiloscopista.

    Quando o concurso foi anunciado, em 2020, o então presidente Jair Bolsonaro havia prometido 2.000 vagas imediatas.

    A equipe econômica da PF, porém, alegou na época que o pedido inicial foi de mil, e que as declarações estariam acima do que era considerado contratação apenas para reposição. Lei aprovada por iniciativa de Paulo Guedes, ex-ministro da Economia, proibia a abertura de novas vagas até o fim de 2021.

    Após meses de discussão, Bolsonaro aceitou reduzir o número para 1.500 vagas. As outras 500 prometidas ficaram para um concurso em 2022, que não aconteceu.

    Devido à pandemia, o concurso também foi adiado de 21 de março para 23 de maio de 2021. A banca organizadora foi a Cebraspe.

    Governo autoriza nomeação de mil aprovados em concurso da Polícia Federal

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Militão sofre lesão e pode ser novo desfalque na Copa

    Militão sofre lesão e pode ser novo desfalque na Copa

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O zagueiro Éder Militão, do Real Madrid, lesionou a coxa esquerda durante partida válida pelo Campeonato Espanhol e corre o risco de virar mais um desfalque para o treinador da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, durante a Copa do Mundo.

    Segundo o clube, o defensor teve sofreu uma “lesão muscular no bíceps femoral” na vitória por 1 a 0 sobre o Alavés na última terça-feira (21).

    A agremiação não informou o tempo de afastamento estimado, limitando-se a afirmar que a recuperação do atleta “será acompanhada” pela equipe médica.

    Segundo Adriano Marques de Almeida, presidente da SBRATE (Sociedade Brasileira de Artroscopia e Traumatologia do Esporte), a depender do grau da lesão, o tempo de afastamento pode variar de 8 até 12 semanas.

    As lesões musculares são avaliadas conforme sua extensão -em relação ao comprimento da fibra muscular-, em uma escala que começa no “grau um”, de menor gravidade, apenas com estiramento muscular, passando pelo “grau dois”, quando há ruptura de 50% das fibras, e pelo “grau três”, com 50% a quase 100% de ruptura. No “grau quatro”, há a ruptura total da fibra muscular. O Real não informou o grau da lesão de Militão.

    A Copa do Mundo começa daqui a sete semanas, no dia 11 de junho, com a estreia do Brasil contra Marrocos dois dias depois.

    “A lesão muscular do bíceps femoral é uma lesão na região posterior da coxa. É uma das lesões mais comuns no futebol. O que varia bastante é a gravidade da lesão. O músculo pode apresentar lesões parciais, em que apenas parte das fibras é acometida, até lesões em que há ruptura completa das fibras musculares em determinado ponto”, afirmou Almeida.

    Na última quarta (22), o site especializado The Athletic publicou que o atacante Estêvão, do Chelsea, sofreu uma lesão muscular de grau quatro durante embate com o Manchester United, com sua participação na Copa praticamente descartada.

    “Após essa lesão do Militão, é necessário tratamento adequado para permitir a cicatrização do músculo, evitando a formação de fibrose, permitindo a recuperação da mobilidade do osso e da força muscular, sem dor ou qualquer sintoma”, observou Almeida.

    Esta é a terceira lesão muscular do zagueiro brasileiro na temporada. A primeira ocorreu em novembro, quando ele perdeu dois jogos.

    A segunda ocorreu em dezembro, quando ele teve uma ruptura do bíceps femoral da perna esquerda que afetou um tendão. O brasileiro ficou afastado dos gramados por quase quatro meses.

    O atacante Rodrygo, também do Real Madrid, já é um desfalque certo da seleção brasileira na Copa do Mundo, depois de sofrer a ruptura do ligamento cruzado anterior do joelho direito, no início de março. O tempo estimadopara a recuperação é de, no mínimo, oito meses.

    Militão sofre lesão e pode ser novo desfalque na Copa