Autor: REDAÇÃO

  • Virginia Fonseca relata nova crise de alopecia areata e inicia tratamento

    Virginia Fonseca relata nova crise de alopecia areata e inicia tratamento

    A alopecia areata é uma doença inflamatória autoimune que causa a queda de cabelos e pelos, resultando em falhas circulares ou ovais, geralmente no couro cabeludo, mas pode afetar barba e corpo

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A influenciadora Virginia Fonseca, 27, afirmou nas redes sociais que voltou a apresentar um quadro de alopecia areata. Segundo ela, a condição já havia surgido anteriormente, quando identificou três falhas no couro cabeludo, tratadas à época.

    “De novo apareceu uma alopecia em mim. Na época do início da Wepink surgiram três, tratei e ficou tudo certo. Agora vou tratar mais uma vez e vai dar tudo certo também”, disse. A empresária, que anunciou a entrada no setor fitness com a criação da rede de academias WeGym,afirmou que procurou atendimento médico na noite de quarta-feira (22) para iniciar o tratamento.

    Em publicação nas redes, o médico Alessandro Alarcão explicou que a alopecia areata exige investigação detalhada. Segundo ele, fatores como estresse estão frequentemente associados ao surgimento do quadro, que pode ter diferentes manifestações.

    De acordo com o especialista, o tratamento precoce é fundamental. A doença pode variar de pequenas falhas localizadas até formas mais extensas, como a alopecia universal. “Há tratamentos que reduzem a ação dos anticorpos que atacam os folículos capilares, permitindo o crescimento dos fios”, afirmou.

    A alopecia areata é uma doença inflamatória autoimune que causa a queda de cabelos e pelos, resultando em falhas circulares ou ovais, geralmente no couro cabeludo, mas pode afetar barba e corpo. O sistema imunológico ataca os folículos capilares, não sendo contagiosa. A causa envolve predisposição genética e gatilhos, como estresse

    Ainda segundo o médico, o caso de Virginia é considerado leve, caracterizado por uma pequena área de falha, muitas vezes identificada durante cuidados rotineiros com o cabelo.

    Virginia Fonseca relata nova crise de alopecia areata e inicia tratamento

  • Entenda a revisão da poupança, quem tem direito e quem ainda pode aderir ao acordo

    Entenda a revisão da poupança, quem tem direito e quem ainda pode aderir ao acordo

    Em maio de 2025, o Supremo deu mais 24 meses para pagamento a todos que se enquadram nos critérios. A decisão deve ser seguida em todas as ações judiciais de revisão da poupança. Na mesma decisão, também foi declarada a constitucionalidade dos planos econômicos

    (FOLHAPRESS) – Mais de 290 mil poupadores prejudicados pelos planos econômicos Bresser, Verão e Collor 1 e 2 ainda podem ser ressarcidos. O prazo para aderir ao acordo da poupança vai até 3 de maio de 2027, e todos que tiveram perdas na caderneta e entraram na Justiça para reclamar os valores têm direito à adesão ao acordo coletivo homologado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) em 2018.

    Em maio de 2025, o Supremo deu mais 24 meses para pagamento a todos que se enquadram nos critérios. A decisão deve ser seguida em todas as ações judiciais de revisão da poupança. Na mesma decisão, também foi declarada a constitucionalidade dos planos econômicos.

    O STF entendeu que, embora tenham causado perdas, os planos buscavam a estabilidade econômica.

    Para a diretora executiva da Febrapo (Frente Brasileira pelos Poupadores), Ana Seleme, a decisão reconhece que os planos econômicos foram prejudiciais, e que os poupadores têm direito de ser ressarcidos. Segundo balanço da Febrapo, entre junho de 2018 e dezembro de 2025, foram pagos R$ 5,6 bilhões em acordos.

    Os poupadores interessados devem entrar no Portal Informativo de Planos Econômicos, neste link. Após o envio dos dados solicitados, o banco indicado como devedor tem 60 dias para avaliar o cumprimento dos requisitos. Concluída a análise, o pagamento é feito em até 15 dias.

    Para a revisão das perdas ocorridas em cada plano econômico, há critérios de cálculo específicos. A partir do saldo da caderneta do poupador à época das medidas do governo, é calculado o valor da indenização. A ideia é suprir os chamados expurgos inflacionários.

    Os planos Bresser (1987) e Verão (1989) são do governo José Sarney, e os planos Collor 1 (1990) e Collor 2 (1991), do governo Fernando Collor de Melo. Todos envolveram o congelamento, o confisco ou a limitação de atualização da caderneta de poupança.

    Foram acompanhados de outras medidas para tentar conter a inflação. As medidas não surgiram resultado e ainda prejudicaram as aplicações de milhões de brasileiros perderam valor.

    Nos últimos 30 anos, o Judiciário recebeu e julgou ações individuais e coletivas a respeito da revisão da poupança. Em 2019, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) estimou que 700 mil processos relacionados à correção da poupança estavam em trâmite no país.

    A grande quantidade de processos e as divergências entre as decisões levaram a questão ao STF. Em 2009, a Consif (Confederação Nacional do Sistema Financeiro) ingressou com a ADPF (Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental) 165, buscando a declaração de constitucionalidade dos planos econômicos e a extinção das ações de revisão das poupanças.

    Oito anos após o início da ADPF, foi firmado o acordo coletivo. A discussão foi mediada pela AGU (Advocacia-Geral da União) e contou com a participação do Banco Central. O documento final foi assinado por representantes dos bancos, entidades de defesa do consumidor e Febrapo, entidade criada em 2014.

    A homologação do acordo pelo STF foi feita nos autos da ADPF 165. Em 2020, foi feito um aditivo, que incluiu no acordo os poupadores prejudicados pelo plano Collor 1 -na primeira versão só foram contemplados os planos Bresser, Verão e Collor 2.

    A indicação de que o STF decidiria o mérito da ADPF no começo de 2025 deu a impressão de que as conteovérsias sobre o tema cessariam. No enanto, o acórdão, de relatoria do ministro Cristiano Zanin, gerou questionamentos entre as partes interessadas.

    Na decisão, o STF impõe a aplicação do acordo coletivo a todas as ações que discutem os expurgos inflacionários. O prazo definido para a adesão dos poupadores é de 24 meses.

    No processo, três pedidos de esclarecimentos -chamaos de embargos de declaração- buscam a revisão desse ponto. Uma das alegações é de que não se pode impor um acordo coletivo sobre as ações individuais. Nem todos os poupadores foram representados pelas entidades que realizaram o acordo e, portanto, teriam direito de seguir com suas demandas individuais.

    Os embargos pedem que o Supremo diferencie os poupadores individuais, não os obrigue a aceitar o acordo e permita que sigam seus pleitos judiciais. O advogado Alexandre Berthe, que patrocina ações relacionadas à revisão da poupança há 20 anos, afirma que o acordo é financeiramente ruim para os poupadores.

    “Com o acordo, um poupador pode receber hoje menos do que o valor que solicitou 20 anos atrás, no início da ação judicial” diz. No entanto, afirma que a decisão do Supremo abre pouca margem para discussão. Por isso, ele tem aconselhado os clientes a aceitarem os termos do acordo coletivo

    As entidades signatárias do acordo também apresentaram divergência nos autos. A AGU informou ao STF que a Febrapo e as entidades representativas dos bancos discordam sobre a forma como a decisão deve ser seguida. A Febrapo defende que os bancos entrem nas ações judiciais relativas à revisão de poupança e depositem os valores devidos.

    A Febraban e a Consif, por outro lado, entendem que o depósito só deve ser feito aos poupadores que expressamente manifestarem interesse no acordo.

    A diretora da Febrapo, Ana Seleme, receia que não haja capacidade operacional de se chegar a todos os poupadores antes do prazo. Por isso, ela espera que o STF defina a maneira mais adequada de garantir o acesso ao acordo. “Todos os poupadores a qualquer tempo devem ser pagos”, diz Seleme.

    A Febraban reforçou, em nota, a necessidade de que os poupadores manifestem o desejo de aderir ao acordo. Também informou que os bancos apresentaram a proposta de acordo em 53 mil ações individuais desde novembro de 2025. Segundo a entidade, até o final do prazo estabelecido pelo STF “os bancos buscarão apresentar as propostas de acordos e pagar todos os poupadores elegíveis que fizerem a adesão”.

    Neste momento, os embargos e questionamentos estão sob revisão do ministro Zanin. Não há previsão de julgamento.
    *
    QUEM AINDA PODE ADERIR AO ACORDO?

    Poupadores com processo judicial em andamento podem aderir ao acordo. Em nome deles, podem atuar seus advogados, defensores públicos, inventariantes ou herdeiros. São considerados herdeiros cônjuge, filhos, pais e parentes de até quarto grau.

    COMO SOLICITAR O ACORDO DE REVISÃO?

    Os interessados devem acessar a plataforma, neste link, e preencher os dados solicitados. A partir do cadastro, será feita a simulação dos valores a receber.
    Depois disso, o poupadoror deve indicar o método pelo qual deseja receber o pagamento. Também será necessário escolher a forma de pagamento dos honorários.

    Após a habilitação, o banco indicado como devedor tem 60 dias para avaliar o cumprimento dos requisitos. Concluída a análise, o pagamento é feito em até 15 dias.

    COMO É O CÁLCULO DOS VALORES A RECEBER?

    O saldo da caderneta do poupador no momento da vigência do plano econômico será multiplicado pelo multiplicador correspondente, apresentado abaixo:
    – Plano Bresser: 0,05303, calculado apenas para saldo em junho de 1987
    – Plano Verão: 5,08192, calculado apenas para saldo em janeiro de 1989
    – Plano Collor 1: 0,03720, calculado apenas para processos que pleiteiam única e exclusivamente o Collor 1 com saldo em abril de 1990
    – Plano Collor 2: 0,00174, calculado apenas para saldo janeiro de 1991
    Os multiplicadores são corrigidos mensalmente pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo)

    QUAIS OS DESCONTOS SOBRE OS VALORES?
    – Sem desconto: para valores de até R$ 5.000
    – 8% de desconto: para valores entre R$ 5.000,01 e R$ 10 mil
    – 14% de desconto: para valores entre R$ 10.000,01 e R$ 20 mil
    – 19% de desconto: para valores acima de R$ 20 mil
    Além dos descontos há o pagamento de honorários, 10% do valor a receber para o advogado do credor e 5% para a Febrapo

    Entenda a revisão da poupança, quem tem direito e quem ainda pode aderir ao acordo

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Putellas supera Messi como maior vencedora da história do Barcelona

    Putellas supera Messi como maior vencedora da história do Barcelona

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Barcelona feminino bateu o Espanyol na última quarta-feira (22) e sagrou-se campeão espanhol pela 6ª temporada seguida. O título coroou Alexis Putellas, que superou Lionel Messi como a maior vencedora da história do clube catalão.

    A vitória por 4 a 1 contra o Espanyol confirmou o 10º título de campeonato espanhol de Putellas pelo Barcelona. Com isso, a meia alcançou a incrível marca de 36 títulos na carreira vestindo a camisa blaugrana, superando os 35 títulos de Lionel Messi.

    Putellas é formada pelo Espanyol e chegou ao Barcelona em 2012, somando já 14 anos de clube. Durante o período, a meia conquistou: 10x Campeonatos espanhóis, 10x Copas da Rainha, 6x Supercopas da Espanha, 3x Champions League e 7x Copas da Catalauña.

    Messi teve mais tempo que Putellas no clube catalão. O argentino atuou pelo clube durante 21 anos e se isolou com 35 títulos como o maior campeão, até ver a marca cair. Foram: 10x Campeonatos espanhóis, 8x Supercopas da Espanha, 7x Copas do Rey, 4x Champions League, 3x Supercopas da Europa e 3x Mundiais de Clubes.

    A atleta do Barcelona feminino pode aumentar ainda mais sua galeria de títulos na atual temporada. A equipe catalã disputa a semifinal da Champions League contra o Bayern e a final da Copa da Rainha contra o Atlético de Madrid. Assim, Putellas chegaria a 38 títulos pelo Barcelona.

    Produção alcança quase 5 milhões de visualizações em uma semana; projeto mostra os bastidores da vida e carreira do craque e conta com depoimentos inéditos

    Folhapress | 20:30 – 23/04/2026

    Putellas supera Messi como maior vencedora da história do Barcelona

  • Tadeu Schmidt relata cansaço após fim do BBB 26 e diz que corpo 'cobrou' ritmo

    Tadeu Schmidt relata cansaço após fim do BBB 26 e diz que corpo 'cobrou' ritmo

    A reta final do programa coincidiu com a morte de seu irmão, o jogador de basquete Oscar Schmidt. Apesar do luto, o apresentador manteve-se à frente da atração e comandou a edição exibida no dia da morte, na sexta-feira (18).

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – O apresentador Tadeu Schmidt, 51, afirmou estar com cansaço acumulado após o fim do BBB 26 (Globo), encerrado na última terça-feira (21). Em vídeo publicado nas redes sociais nesta quinta-feira (23), ele aparece deitado e diz que o corpo “cobrou” o ritmo intenso dos mais de cem dias de programa.

    “Gente, impressionante como é o corpo da gente, né? Eu estou sentindo agora um cansaço que eu não senti em nenhum momento nesses mais de 100 dias de BBB”, disse. Segundo o apresentador, mesmo após dormir por mais de sete horas depois da final, acordou exausto.

    “Agora realmente não tenho mais nenhum compromisso com o Big. O corpo falou: acabou a batalha. Agora você vai descansar”, afirmou. Em tom de brincadeira, ele comentou que pretende retomar os cochilos durante o dia e acrescentou: “Não lembro qual foi a última vez que eu fiz isso. Acho que a Aline ainda tava na casa”, em referência a Aline Campos, primeira eliminada da edição, vencida por Ana Paula Renault. Milena Moreira terminou em segundo e Juliano Floss completou o pódio.

    A reta final do programa coincidiu com a morte de seu irmão, o jogador de basquete Oscar Schmidt. Apesar do luto, o apresentador manteve-se à frente da atração e comandou a edição exibida no dia da morte, na sexta-feira (18). “Oscar ia ficar muito bravo comigo se eu não viesse trabalhar hoje. Então eu tô aqui. Eu vou me recuperar! Estou aqui para dar o meu melhor. Essa é uma homenagem a você, irmão!”, declarou Tadeu na ocasião.

    Tadeu Schmidt relata cansaço após fim do BBB 26 e diz que corpo 'cobrou' ritmo

  • John Textor é afastado do comando da SAF Botafogo

    John Textor é afastado do comando da SAF Botafogo

    (UOL/FOLHAPRESS) – John Textor foi afastado do comando da SAF Botafogo, em decisão proferida dentro do processo de arbitragem entre a empresa e a Eagle Bidco.

    O tribunal arbitral também determinou o cancelamento da assembleia de acionistas marcada para a próxima segunda-feira, quando o dirigente tentaria aprovar meios para aportar R$ 125 milhões na SAF e a emissão de novas ações para poder vender o controle a uma nova versão da Eagle nas Ilhas Cayman.

    O afastamento de Textor ainda não é definitivo e será objeto de nova análise a partir da quarta-feira da próxima semana (dia 29).

    A decisão contra o empresário acontece no dia seguinte ao pedido de recuperação judicial feito pela SAF. O Botafogo conseguiu uma liminar na Justiça comum que antecipou os efeitos da recuperação judicial. A duração é de 60 dias. Isso afeta credores e trava a cobrança de dívidas.

    O pedido de recuperação judicial foi um dos eventos mais recentes que aceleraram a decisão do tribunal arbitral para afastar Textor. Ele deveria ter aprovado o movimento junto ao clube associativo e os demais acionistas da SAF.

    CRISE E DÍVIDAS

    O cenário na SAF é de um alto endividamento, na casa dos R$ 2,5 bilhões, com um estrangulamento do caixa que faz com que o clube não tenha dinheiro para pagar os salários do mês que vem.

    A disputa entre Textor e Eagle chegou à arbitragem após passar também pela Justiça comum.

    O controle da Eagle Bidco passou para a Ares Management, que foi credora de Textor para fornecimento de recursos na compra do Lyon.

    Como o norte-americano não pagou, perdeu o poder na companhia que detém também 90% das ações da SAF Botafogo.

    Depois disso, veio uma queda de braço em decorrência do modelo anterior de caixa único. Textor diz que tem que receber dinheiro do Lyon. E a Eagle nega e foi para a briga judicial.

    Interesse atribuído a John Elkann surge após a colocação à venda das empresas que controlam Olympique Lyonnais e Botafogo de Futebol e Regatas, em um processo que também inclui outros ativos e ainda não tem propostas confirmadas, apesar da lista de investidores citados.

    Notícias ao Minuto | 06:20 – 24/04/2026

    John Textor é afastado do comando da SAF Botafogo

  • Cúpula do PT exclui polêmicas de encontro do partido para evitar desgaste de Lula na pré-campanha

    Cúpula do PT exclui polêmicas de encontro do partido para evitar desgaste de Lula na pré-campanha

    Cúpula do Partido dos Trabalhadores retira temas polêmicos do encontro para evitar desgaste de Luiz Inácio Lula da Silva, prioriza estratégia eleitoral e unidade interna às vésperas da campanha, deixando debates sensíveis para 2027.

    (CBS NEWS) – A cúpula do PT decidiu retirar da pauta do encontro do partido, que será realizado neste fim de semana, temas polêmicos que poderiam ampliar o desgaste do presidente Lula às vésperas da campanha.

    Pela proposta formalizada nesta quinta-feira (23) pelo presidente do PT, Edinho Silva, à direção petista, a pauta do congresso partidário será desmembrada, deixando para abril de 2027 pontos que podem dividir filiados, como seu estatuto partidário.

    Nesta primeira etapa, o PT deverá se concentrar no debate sobre conjuntura e estratégia eleitoral, apresentando ainda propostas consensuais para inclusão no programa de governo do presidente -como a universalização da educação em tempo integral e o fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso.

    Na tarde desta quinta, após participar de uma reunião com Lula, Edinho fez um discurso ao partido no qual lembrou a importância das eleições de outubro e defendeu foco na tática para a corrida presidencial.

    Mais uma vez, o dirigente petista descreveu o cenário como difícil. Segundo relatos, afirmou ainda que o discurso sobre combate à corrupção será central na pré-campanha, sendo necessário enfrentar a oposição.

    Ao falar especificamente sobre o caso Banco Master, ele disse que é tarefa do partido repisar que a origem do problema está no governo Jair Bolsonaro e que o mérito das investigações é do governo Lula.

    Ainda segundo integrantes do comando petista, pontos polêmicos, como a revisão do ajuste fiscal implementado pela equipe econômica, ficarão fora do manifesto que será divulgado pelo partido no domingo (26), data do encerramento do congresso.

    Apesar disso, o partido poderá apresentar propostas como a redução da taxa de juros, reforma do Judiciário e reforma eleitoral.

    A defesa da democracia e da soberania também foi apontada como um pilar da campanha. Entre as propostas elencadas por Edinho, está o debate sobre terras raras e transição energética.

    Ao partido Edinho pregou ainda a ampliação do alcance do aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000 mensais, o que seria possível dentro de uma reforma tributária.

    A adoção de tarifa zero para usuários de transporte público e da universalização do ensino compõem a pauta apresentada por Edinho após essa reunião com o presidente. Embora esteja prevista a participação de Lula no encerramento do congresso, o partido já foi informado sobre a hipótese de o presidente não participar em decorrência de procedimento médico a que será submetido nesta sexta-feira (24).

    O evento tinha como objetivo discutir programa partidário e programa de governo, tática eleitoral e uma reforma estatutária do PT. A ideia, agora, é que o congresso partidário se torne um espaço principalmente para energizar e unir a militância.

    Devem ser excluídas da programação discussões com potencial para causar fraturas dentro do próprio partido ou que exponham Lula a críticas.

    As orientações foram repassadas por Edinho Silva a correligionários nesta quinta-feira. Edinho chegou atrasado à reunião porque havia sido chamado para uma conversa com Lula no Palácio do Planalto.

    A cúpula do partido quer que os petistas defendam uma taxa de juros inferior a 10% ao ano em termos reais -ou seja, descontada a inflação-, mas mesmo esse trecho deve ficar fora dos debates e dos documentos que serão produzidos.

    A reivindicação de um aumento nas metas de inflação, o que facilitaria uma baixa nos juros pelo Banco Central, também deve ser excluída das propostas.

    As críticas do partido ao arcabouço fiscal instituído no governo Lula também deverão ser suprimidas. Tanto declarações sobre juros quanto sobre a política fiscal poderiam desgastar o presidente da República junto ao mercado financeiro.

    Essas medidas tendem a causar atritos dentro do PT. O grupo político de Lula é dominante no partido, mas há diversas correntes da legenda que tentam levar tanto o partido quanto o governo mais à esquerda.

    Na sua conversa com a cúpula do PT, Edinho afirmou que o partido deve disputar junto à opinião pública o debate do combate à corrupção. A avaliação é que a legenda pode ganhar terreno nesse tema graças ao caso do Banco Master, que até o momento atingiu principalmente adversários políticos do partido.

    A ideia, porém, é considerada arriscada por petistas. O partido ficou estigmatizado depois de casos como o mensalão e a Lava Jato. Há o receio de que discussões públicas sobre corrupção prejudiquem a legenda e seus filiados, como Lula, junto à opinião pública.

    O presidente aparece nas pesquisas de intenção de voto para o segundo turno empatado com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Cúpula do PT exclui polêmicas de encontro do partido para evitar desgaste de Lula na pré-campanha

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • PF conclui que Sicário, do caso Master, cometeu suicídio na prisão sem pressão externa

    PF conclui que Sicário, do caso Master, cometeu suicídio na prisão sem pressão externa

    Mourão se enforcou na cela da Superintendência da Polícia Federal de Minas Gerais, no dia 4 de março, após ser preso durante a Operação Compliance Zero. Ele foi socorrido e levado ao hospital, onde ficou internado por dois dias. Sua morte foi confirmada em 6 de março

    (CBS NEWS) – A Polícia Federal concluiu que Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, apontado como o sicário de Daniel Vorcaro em uma milícia privada, cometeu suicídio na prisão sem pressão ou ajuda de terceiros.

    Mourão se enforcou na cela da Superintendência da Polícia Federal de Minas Gerais, no dia 4 de março, após ser preso durante a Operação Compliance Zero. Ele foi socorrido e levado ao hospital, onde ficou internado por dois dias. Sua morte foi confirmada em 6 de março.

    A unidade da PF, que investigou a morte, informou que encaminhará a conclusão ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça, relator do caso. As informações foram divulgadas pelo G1 e confirmadas pela reportagem. O documento deverá ser enviado pelo Supremo para avaliação da PGR (Procuradoria-Geral da República).

    Segundo a PF, os policiais de Minas analisaram imagens de câmeras da cela e ouviram testemunhas. Mourão foi identificado pela PF como operador central de um grupo chamado “A Turma” pela organização de Vorcaro.

    Ele seria o responsável por coordenar atividades voltadas à obtenção de informações e monitoramento de pessoas de interesse do banqueiro.

    Foi com ele que Vorcaro trocou mensagens sobre uma tentativa de intimidar o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, por meio de um assalto, além de outras conversas envolvendo ameaça e agressões a desafetos, segundo a investigação.

    Mourão foi apontado como o responsável por executar essas condutas, tendo acesso a bases de dados restritas de órgãos públicos nacionais e internacionais.
    No dia da prisão de Mourão, a defesa afirmou que os fatos imputados a ele não correspondiam à realidade e seriam devidamente esclarecidos assim que a defesa tivesse acesso integral aos autos da investigação.

    Em Minas Gerais, onde era conhecido pelo apelido de Mexerica, Mourão teve passagem pelos crimes de furto qualificado, estelionato, associação criminosa, falsificação de documento público, organização criminosa e crimes contra a economia popular, segundo policiais ouvidos pela reportagem.

    Os crimes pelos quais ele tinha registro não são considerados violentos. Para a Polícia de Minas Gerais, o perfil de Mourão era mais de um golpista -diferentemente do perfil agressivo que consta nos relatórios que motivaram sua prisão.

    Segundo policiais, ele era conhecido por ser agiota e envolvido em esquemas de pirâmide relacionados a investimentos falsos e de compra e venda de veículos usados. Há indícios de que também integrava organização criminosa com ramificações em jogos do bicho e apostas ilegais, envolvendo criminosos e policiais.

    Mourão também teria amizades influentes na polícia mineira e em outras esferas de poder.

    Luiz Phillipi Mourão era réu desde 2021 por crime contra a economia popular, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Segundo denúncia da Promotoria de Minas obtida pela reportagem, Mourão teria atuado como um dos chefes e articuladores de um esquema de pirâmide financeira.

    O processo corre na 5ª Vara Criminal de Belo Horizonte e ainda não foi julgado. De acordo com os procuradores, o esquema teria começado em 2017 e envolvia anúncios de investimentos com promessas de lucros exorbitantes para atrair interessados em compra e venda de títulos, ações e quotas.

    PF conclui que Sicário, do caso Master, cometeu suicídio na prisão sem pressão externa

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Proposta de Dino traz itens genéricos sobre STF e tira foco de reformas a curto prazo na corte

    Proposta de Dino traz itens genéricos sobre STF e tira foco de reformas a curto prazo na corte

    Especialistas veem proposta de Flávio Dino como agenda individual, apontam falta de detalhamento nas medidas e destacam que mudanças estruturais no Judiciário dependeriam do Congresso, enquanto temas urgentes, como código de ética no STF, seguem sem solução imediata

    (CBS NEWS) – Em meio a um intenso questionamento a ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) no debate público, incluindo a defesa da criação de um código de ética na corte, o ministro Flávio Dino divulgou texto em que defende uma ampla reforma do Judiciário, medida que, a seu ver, resolveria “problemas concretos”.

    Ainda que com diferenças nas análises de cada um deles, especialistas consultados pela Folha compartilham da visão de que o movimento do ministro denota uma agenda individual, e não institucional -o que envolveria diálogo interno e participação do atual presidente do tribunal, o ministro Edson Fachin.

    Também veem as propostas como genéricas, apesar de concordarem que muitos dos problemas apresentados por Dino, como a morosidade da Justiça, de fato merecem atenção. Além disso, diversos itens demandariam aprovação do Congresso, o que não apenas exigiria articulação com outros Poderes como sinaliza para um horizonte mais distante.

    Além de a lista de sugestões ser pouco detalhada e genérica, o STF, que tem sido protagonista da crise política envolvendo suspeitas de ligação de ministros com o caso do Banco Master, passa a ser quase um coadjuvante das propostas.

    De 15 itens listados por Dino, em artigo publicado na segunda-feira (20) no site ICL Notícias, o Supremo é citado expressamente em apenas um, em que ele defende a “revisão das competências constitucionais do STF e dos tribunais superiores”, sem especificar, porém, o que isso significaria.

    Outro eixo fala em “composição e competências dos Conselhos Nacionais de Justiça e do Ministério Público, para que sejam mais eficientes na fiscalização e punição de ilegalidades”. O CNJ, porém, não tem poder para fiscalizar ministros do Supremo.

    Dino defende ainda a “tramitação adequada de processos na Justiça Eleitoral, evitando o indevido prolongamento atualmente verificado, causando insegurança jurídica e tumultos na esfera política”. Tal item, apesar de aparecer restrito à seara eleitoral, traz um diagnóstico que é por vezes apontado como sendo do STF também.

    “Vai mexer nas competências do Supremo ou do STJ [Superior Tribunal de Justiça], mas em que sentido? Nós vamos transformar o Supremo numa corte constitucional?”, questiona Elival da Silva Ramos, professor titular de direito constitucional da USP (Universidade de São Paulo) e ex-procurador-geral do estado de São Paulo.

    Para ele, a proposta de Dino gera mais perguntas do que respostas, dada a falta de detalhamento, e dificilmente ela envolveria diminuir as competências da corte. O professor destaca ainda a falta de articulação e avalia que as medidas apontadas são insatisfatórias frente ao que a sociedade demanda do tribunal atualmente. “Parece um pouco uma cortina de fumaça”, diz.

    Além de não estar claro o que Dino defende exatamente quando fala em rever as competências do Supremo, essa mudança requereria a aprovação de uma emenda à Constituição no Congresso. Já a aprovação de um código de conduta aplicável a ministros do STF, como vinha em sendo defendido por Edson Fachin, bem como por grupos da sociedade civil, juristas e empresários, poderia ser aprovado a partir de deliberação do próprio tribunal.

    Na avaliação do professor do Insper Diego Werneck, o artigo de Dino reproduz alguns dos vícios do STF, fazendo um paralelo com a atuação individualizada dos ministros por meio de decisões monocráticas e liminares. “É um ministro sozinho, lançando uma lista de temas e de propostas”, resume.

    Ele destaca que, embora a lista de problemas elencados seja ampla, não há propostas sobre comportamento de juízes, com exceção de sugestões como a de se aumentar a pena para algumas hipóteses como casos de corrupção.

    “Sabemos concretamente que há problemas, e tem propostas concretas na mesa que só dependem do tribunal. E, curiosamente, a proposta [de Dino] não fala quase nada dos temas que estão ao alcance do tribunal”, diz Werneck. “O Supremo é o grande ausente dessa discussão da proposta do ministro.”

    Já a professora da FGV Direito SP Eloísa Machado classifica o texto como uma busca de reposicionamento do debate, no sentido de tratar a questão ética como um problema de todo Judiciário. “[O artigo] considera as críticas atuais feitas ao STF, mas evita que o tribunal se transforme em alvo, sobretudo daqueles que querem instrumentalizar críticas para fragilizar a existência do tribunal”, afirma.

    Apesar de ver como mérito do artigo o reconhecimento de problemas do sistema de Justiça, ela vê as propostas em si como bastante gerais e parte delas como problemáticas.

    A professora aponta ainda que alguns dos temas poderiam ser encaminhados por projeto de lei de iniciativa do próprio Supremo, como as que tratam dos procedimentos e punições disciplinares.

    A cientista política e professora da USP Maria Tereza Sadek, por sua vez, compara a falta de articulação do movimento de Dino ao que se viu na reforma promovida em 2004, quando houve interlocução entre os três Poderes.

    “Uma coisa é o que o Supremo pode fazer por ele mesmo, sem precisar de aprovação legislativa”, diz ela, destacando que, nesta hipótese, seria preciso alcançar um grau de consenso interno na corte que no momento parece inexistente.

    Por outro lado, Sadek destaca a necessidade de articulação para que outras medidas sejam aprovadas. “E isso é complicado, sobretudo porque nós estamos em véspera de eleição.”

    Para a professora de direito constitucional da UFPR (Universidade Federal do Paraná) Vera Karam de Chueiri, que é conselheira na Comissão de Ética Pública da Presidência e também integra comissão de estudos do STF, ainda que os temas propostos por Dino sejam relevantes, seria importante que houvesse um alinhamento com a agenda atual da corte.

    “Acho muito louvável as propostas do ministro Dino, dessa reforma maior, mas ela não pode colocar sombra naquilo que está hoje no centro do debate institucional, do debate com a sociedade, que é a questão do código de ética.”

    Proposta de Dino traz itens genéricos sobre STF e tira foco de reformas a curto prazo na corte

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Petrobras abre mão de preferência na venda da Braskem e firma novo acordo de acionistas

    Petrobras abre mão de preferência na venda da Braskem e firma novo acordo de acionistas

    Petrobras abre caminho para novo controle da Braskem ao firmar acordo com o fundo Shine, que prevê divisão igual de poder na gestão e mudanças na governança, enquanto a estatal mantém participação relevante na companhia petroquímica

    PELOTAS, RS (FOLHAPRESS) – A Petrobras anunciou na noite desta quinta-feira (23) que não irá exercer direitos de preferência e de venda conjunta (“tag along”) após a venda da participação da Novonor na Braskem ao fundo de investimento em participações Shine (Shine I FIP).

    Em fato relevante, a estatal também anunciou a assinatura de um novo acordo de acionistas com o fundo, que prevê controle compartilhado da petroquímica e mudanças na governança.

    Pelo novo arranjo, Petrobras e Shine terão direito de indicar o mesmo número de membros para o conselho de administração e para a diretoria executiva da Braskem. O acordo também estabelece a obrigatoriedade de consenso entre as partes nas deliberações do conselho e da assembleia geral.

    Na prática, ao abrir mão desses direitos, a Petrobras permite que a Novonor venda sua fatia diretamente ao novo investidor, sem obrigar que a estatal compre as ações nas mesmas condições (direito de preferência) ou que possa vender sua própria participação junto com a controladora (tag along).

    A decisão evita a interferência no negócio e destrava a transferência de controle, anunciada no início da semana.

    Segundo a estatal, o documento será encaminhado à Braskem e passará a valer após a conclusão da transferência das ações ao fundo.

    Com a operação, a Petrobras mantém sua participação de 36,1% no capital total da Braskem, sendo 47% do capital votante. O Shine assumirá 50,1% do capital votante e 34,3% do capital social total da companhia. Já a Novonor terá sua participação reduzida a uma fatia residual, permanecendo com 4% do capital social total.

    A Novonor assinou na segunda-feira (20) a transferência de sua fatia na petroquímica ao fundo Shine, que é assessorado pela gestora IG4 Capital. Uma das exigências para a conclusão da venda da participação era que a Petrobras não exercesse seus direitos de preferência e de tag along -decisão que já havia sido aprovada pela estatal em fevereiro.

    O contrato da venda da participação da Novonor deriva do acordo anunciado em dezembro do ano passado, que envolveu a compra pela IG4 de cerca de R$ 20 bilhões em dívidas da Novonor detidos pelos maiores bancos do Brasil e garantidas por ações da Braskem.

    A IG4 é uma gestora brasileira de investimentos, especializada em companhias endividadas, em reestruturação financeira ou com problemas de governança.

    Em 2017, por exemplo, a empresa adquiriu o controle da CAB Ambiental, do grupo Galvão, e relançou a companhia como Iguá Saneamento. A Iguá é uma das quatro companhias que dominam 84% dos serviços privados de água e esgoto. Em 2024, a IG4 deixou o controle da empresa.

    A entrada de um novo acionista controlador pode ajudar a melhorar as perspectivas da Braskem, que enfrenta margens apertadas no setor petroquímico e dívidas relacionadas aos danos causados pelas operações de mineração de sal em Maceió (AL). Segundo o balanço de 2025, a dívida líquida da companhia superava os R$ 11 bilhões.

    Petrobras abre mão de preferência na venda da Braskem e firma novo acordo de acionistas

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Sem açúcar, sem leite: a dieta radical de Cristiano Ronaldo

    Sem açúcar, sem leite: a dieta radical de Cristiano Ronaldo

    Referência na nutrição esportiva, Giorgio Barone abriu detalhes sobre os hábitos alimentares de grandes estrelas do futebol mundial em uma longa entrevista ao portal britânico Covers.com, publicada nesta quinta-feira. Entre os nomes citados está o português Cristiano Ronaldo, atualmente no Al Nassr.

    “A dieta de Cristiano Ronaldo é equilibrada. Ele come de tudo um pouco, mas é sempre saudável. Começando pelo café da manhã, ele optaria por abacate com café e ovos, sem açúcar. Absolutamente nenhum açúcar. O almoço seria frango, peixe e sempre vegetais. Se ele precisa de carboidratos, obtém a partir dos vegetais, por isso não precisa de nada feito com farinha”, afirmou.

    “Nada de massa, pão ou outros tipos de comida. À noite, ele come refeições leves, normalmente peixe ou carne em forma de filé. É sempre acompanhado de vegetais. Para viver de forma mais saudável e comer como Ronaldo, você precisa descartar os laticínios, porque não é natural para os humanos. Alternativas são a resposta. Nada de leite”, continuou.

    “Os humanos são os únicos animais que bebem leite de outros animais. Nenhum outro animal bebe leite depois de três meses. Os bezerros não bebem leite depois dos três meses de idade. Os animais não bebem o leite de outros animais. Isso não existe na natureza. Só os humanos continuam a beber leite até os 30, 40, 50 ou 60 anos de idade e, na minha visão, isso está errado”, completou.

    O especialista também aprofundou a análise: “Nós somos amamentados pelas nossas mães, assim como os cães, os lobos, as vacas e os burros. É normal. Depois da infância, não é normal. É contra a natureza. Eu bebo café sem leite ou açúcar. É muito amargo! Mas você pode adicionar leite de amêndoa, de aveia ou de arroz”.

    “Cristiano Ronaldo também gostava de fígado”

    Giorgio Barone também citou a alimentação de Erling Haaland, do Manchester City, como exemplo, especialmente pelo foco em uma “dieta baseada em órgãos”: “O fígado, o coração e o cérebro são alimentos saudáveis. São superalimentos. Cristiano também gostava de fígado. Eu adoro. É muito rico em ferro e é importante. Eu aprovo”.

    “Eu sempre digo que a importância é 60% dieta e 40% treino. O corpo humano é como um carro. Você pode ter o melhor carro do mundo, mas, se colocar o combustível errado no motor, vai ter problemas. Muitas lesões e outras questões são consequência de uma dieta inadequada. Quanto mais trabalho com jogadores de futebol, mais acredito que a alimentação é muito importante para os jovens”, destacou.

    Por fim, o chef revelou que espera trabalhar com Lamine Yamal, “porque os jovens talentos precisam de orientação adequada, especialmente diante das más influências ao redor”: “Talvez ele me ligue depois de ver esta entrevista! Eu trabalhei com Kevin-Prince Boateng quando ele estava no FC Barcelona. Trabalhei com vários outros jogadores que tiveram problemas com amigos ou família”.

    “Alguns jogadores têm famílias que aceitam tudo, e muitos têm o tipo errado de amigos, pessoas que podem te explorar. Outros se sentem sozinhos e não confiam em ninguém. Isso acontece muitas vezes quando você é um jogador jovem e chega a um novo time. Ou no início, quando deixa sua família e amigos, com 10 ou 14 anos de idade. Não é fácil para eles. Sentem-se muito sozinhos e precisam de companhia”, concluiu.
     
     
     

    Clube saudita avalia promover Cristiano Ronaldo Jr. ao time principal na próxima temporada. Jovem de 15 anos se destaca nas categorias de base e já atrai interesse internacional, enquanto possibilidade de atuar ao lado do pai ganha força internamente

    Notícias ao Minuto | 17:30 – 23/04/2026

    Sem açúcar, sem leite: a dieta radical de Cristiano Ronaldo