Autor: REDAÇÃO

  • Justiça diz que Lyon tem que pagar R$ 137 milhões ao Botafogo e dá prazo

    Justiça diz que Lyon tem que pagar R$ 137 milhões ao Botafogo e dá prazo

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – John Textor recebeu uma boa notícia na Justiça no processo contra o Lyon para receber R$ 137 milhões.

    O juiz Leonardo de Castro Gomes concedeu decisão favorável à SAF Botafogo na ação que pede a execução de uma dívida do clube francês -resultado do emaranhado de movimentações quando Textor ainda controlava os dois lados na Eagle.

    A decisão mais recente saiu nesta terça-feira (21) e dá prazo de três dias para que o Lyon pague 21 milhões de euros (R$ 137 milhões). A contagem do prazo começa na citação às partes.

    A medida é passível de recurso. Segundo a decisão, o Lyon pode entrar com pedido de embargo em até 15 dias úteis.

    Pela decisão em vigor, se o Lyon reconhecer que tem mesmo que pagar esse valor ao Botafogo, pode fazer um depósito de 30% do valor total e depois requerer que o restante seja repassado em seis parcelas mensais, com juros e correção.

    A SAF Botafogo diz que fez três transferências ao Lyon em 2025, totalizando 21 milhões de euros. O pagamento de volta venceu em março de 2026, na versão do clube.

    OS EMPRÉSTIMOS FORAM

    – 6/3/2025 – 8.5 milhões de euros (R$ 52.939.105,00)
    – 20/3/2025 – 10 milhões de euros (R$ 61.401.000,00)
    – 20/3/2025 – 2,5 milhões de euros (R$ 15.350.250,00)

    Justiça diz que Lyon tem que pagar R$ 137 milhões ao Botafogo e dá prazo

  • PF retira credencial de americano após governo Trump mandar delegado brasileiro deixar EUA

    PF retira credencial de americano após governo Trump mandar delegado brasileiro deixar EUA

    Segundo diretor, bloqueio vai durar até que seja esclarecida motivação contra policial do Brasil; Andrei Rodrigues também diz que PF ainda não recebeu nenhum comunicado oficial sobre o ocorrido

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou nesta quarta-feira (22) que retirou as credenciais de um agente de imigração americano que atuava na coordenação do setor no Brasil.

    A ação foi em represália à atitude do governo Donald Trump, que pediu a retirada de um policial brasileiro que atuava no sistema de imigração dos EUA.

    Segundo afirmou Andrei em entrevista à Globonews, o bloqueio ao sistema de dados da PF contra o servidor americano vai durar até que seja esclarecido o motivo que levou os EUA a tomarem as atitudes contra o agente do Brasil.

    “Esse policial norte-americano, que até então trabalhava dentro de uma unidade nossa da PF, deixa de ter acesso a algumas bases de dados que nós fornecemos para essas cooperações, assim como nosso servidor lá em Miami teve”, disse.

    O funcionário brasileiro seria o delegado Marcelo Ivo de Carvalho, que atua em Miami. Ele teve participação no caso que levou à prisão, na semana passada, do ex-delegado federal e ex-deputado Alexandre Ramagem pelo ICE, a agência de imigração dos EUA.

    Andrei também afirmou que, até o momento, a PF não recebeu nenhum comunicado oficial sobre o ocorrido com Marcelo Ivo e que ele mesmo determinou o seu retorno à unidade em que trabalha.

    “Ao chegar ao trabalho, o policial brasileiro teve a credencial de acesso ao sistema negado. Portanto, entendi que seria mais prudente mandar ele voltar ao Brasil”, declarou.

    O chefe da PF também considerou “risível” a alegação do governo Trump de que o funcionário teria atuado para manipular o sistema de imigração e “contornar tanto pedidos formais de extradição quanto prolongar caças às bruxas políticas em território” americano.

    “Não é possível imaginar que um policial está nos EUA para enganar as agências americanas e ludibriar um processo que a própria agência que ele está lotado produz”, declarou.

    Após a prisão de Ramagem, no dia 13, a PF afirmou que houve uma ação conjunta entre EUA e Brasil.

    O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) disse na ocasião que a prisão pelo serviço de imigração foi motivada por uma suposta infração de trânsito leve.

    Marcelo Ivo foi designado, em março de 2023, para exercer a função de oficial de ligação junto ao ICE (sigla em inglês para Serviço de Imigração e Alfândega), em Miami. Esse tipo de missão para os policiais federais brasileiros tem um período específico. No caso da função junto ao ICE, era de dois anos.

    A permanência do delegado -que antes foi superintendente da PF na Paraíba– foi prorrogada, até agosto de 2026, conforme portaria publicada no Diário Oficial da União.

    Mas, em 17 de março deste ano, o delegado-geral da PF, Andrei Rodrigues, determinou a substituição de Marcelo por outra delegada, Tatiana Torres. A troca formal, portanto, se deu antes do episódio da prisão de Ramagem.

    O ex-deputado federal pelo PL-RJ foi condenado à prisão no ano passado na mesma ação que levou à cadeia o ex-presidente Bolsonaro.

    Ele recebeu pena de 16 anos e um mês de prisão por participação em tentativa de golpe de Estado no final do governo de Bolsonaro, além de perder o mandato parlamentar. Ele deixou o Brasil no ano passado e é alvo de um processo de extradição.

    PF retira credencial de americano após governo Trump mandar delegado brasileiro deixar EUA

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  • Negociações da Ucrânia não podem esperar a guerra no Irã terminar, diz Zelensky

    Negociações da Ucrânia não podem esperar a guerra no Irã terminar, diz Zelensky

    “Mas nós não temos o financiamento. É realmente uma questão de vida, de sobrevivência; para nos defendermos, precisamos muito desse dinheiro.”, disse o presidente da Ucrânia

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirma que as negociações para tentar encerrar a guerra na Ucrânia não podem ficar em segundo plano por causa do conflito no Irã. Declaração foi feita em entrevista à CNN.

    Zelensky disse ver risco em condicionar a retomada de esforços diplomáticos ao fim da guerra no Irã. Para ele, a mudança de foco internacional tira atenção da agressão russa e pode travar iniciativas em paralelo.

    Presidente ucraniano afirmou que conversas técnicas com os EUA continuam, mas que não enxerga espaço para uma reunião política agora. “Mas nós não temos o financiamento. É realmente uma questão de vida, de sobrevivência; para nos defendermos, precisamos muito desse dinheiro.”, disse Zelensky, à CNN.

    Zelensky apontou como desafio o fato de o mesmo time americano tocar as negociações sobre Irã e Ucrânia. Ele citou o enviado Steve Witkoff e Jared Kushner, genro do presidente Donald Trump, como integrantes da equipe envolvida nas duas frentes.

    Ucraniano também relatou impacto do conflito no fornecimento de armas para Kiev, com atrasos em itens considerados-chave. Ele destacou a falta de mísseis antibalísticos e disse que a produção limitada nos EUA reduz a quantidade disponível para a Ucrânia.

    EMPRÉSTIMO EUROPEU E PRESSÃO POR RECURSOS

    Zelensky falou com a CNN horas depois de a União Europeia aprovar um empréstimo de 90 bilhões de euros para a Ucrânia. Ele afirmou que o dinheiro é decisivo para manter a capacidade de defesa e para ampliar a produção local de armamentos.

    Segundo a CNN, o pacote estava prometido havia meses, mas foi atrasado por um impasse político na Hungria. A reportagem relata que o então primeiro-ministro Viktor Orbán bloqueava o acordo e condicionava apoio à retomada do trânsito de petróleo russo para a Europa.

    Zelensky disse que a falta de recursos impede a Ucrânia de produzir tudo o que consegue fabricar. O presidente ucraniano deu o exemplo de interceptores de drones, dizendo que o país está produzindo atualmente cerca de mil unidades por dia, embora tenha capacidade para fabricar 2 mil diariamente. “Não temos financiamento. É realmente uma questão de vida ou morte, de sobrevivência, de defesa; precisamos muito desse dinheiro”, afirmou, à CNN.

    Negociações da Ucrânia não podem esperar a guerra no Irã terminar, diz Zelensky

  • Ana Paula almeja cargo na TV para 'transformar vidas' após BBB 26

    Ana Paula almeja cargo na TV para 'transformar vidas' após BBB 26

    Vencedora do ‘Big Brother Brasil’ teme não ser chamada para fazer publicidade; ‘Mercado não gosta de pessoas com o meu perfil’, disse a jornalista

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A vencedora do BBB 26 (Globo), Ana Paula Renault, pensa no futuro. Não que ela precise trabalhar pelos próximos anos, já que ganhou mais de R$ 5 milhões no programa. Mas se manter em evidência na TV é uma meta.

    Indagada por Ana Maria Braga sobre os desejos profissionais, ela afirma que gostaria de exercer sua profissão como jornalista.

    “Gostaria de conseguir levar algo bom às pessoas, transformar vidas, fazer algo que acrescente e mexa com elas”, contou.

    É comum que participantes do reality consigam ganhar muito dinheiro com publicidade. Mas Ana Paula teme não ser chamada para esse tipo de trabalho pela autenticidade.

    “O mercado publicitário não gosta de pessoas com meu perfil, eu falo o que penso”, pontuou.

    No bate-papo, Ana Paula ainda alfinetou Maxiane Rodrigues e Jonas Sulzbach, a quem chamava respectivamente de “coordenadora de resort” e “quinta série”. “Vi que eles estão fazendo um dinheirinho com publicidade [sobre o Globoplay]. Bom para eles.”

    Ana Paula almeja cargo na TV para 'transformar vidas' após BBB 26

  • “Taxa das blusinhas” preservou 135 mil empregos, estima CNI

    “Taxa das blusinhas” preservou 135 mil empregos, estima CNI

    Medida ajudou a conter importações, preservou mais de 100 mil empregos e movimentou a economia brasileira, mantendo em circulação de R$ 19,7 bi na economia

    Apesar de impopular, a cobrança de imposto sobre compras internacionais de pequeno valor, conhecida como “taxa das blusinhas”, teve efeitos positivos para o país, revelou levantamento divulgado nesta quarta-feira (22) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

    Segundo a entidade empresarial, a medida ajudou a conter importações, preservou mais de 100 mil empregos e movimentou a economia brasileira. Bilhões de reais em produtos estrangeiros deixaram de ser comprados, ao mesmo tempo em que o imposto reforçou o caixa da União, disse a confederação.

    A CNI calculou os efeitos do Imposto de Importação, com base no valor médio das remessas em 2025, comparando o volume de importações projetado pela confederação para o ano passado e o valor que foi efetivamente registrado.

    Principais números do levantamento

    • R$ 4,5 bilhões em importações evitadas;
    • 135,8 mil empregos preservados no país;
    • R$ 19,7 bilhões que circularam na economia brasileira;
    • Queda de 10,9% no número de encomendas internacionais de 2024 a 2025;
    • Recuo de 23,4% no número de remessas no primeiro semestre de 2025 em relação ao primeiro semestre de 2024, antes da entrada em vigor;
    • Arrecadação de R$ 1,4 bilhão com o imposto em 2024, e de R$ 3,5 bilhões, em 2025.

    De acordo com a CNI, a tributação reduziu a concorrência desleal dos produtos importados, principalmente da China, dando fôlego à indústria brasileira.

    “O objetivo principal da ‘taxa das blusinhas’ não é tributar o consumidor, mas proteger a economia. Tornar a indústria brasileira competitiva é primordial para que nós possamos manter empregos e gerar renda”, afirmou em nota Marcio Guerra, superintendente de Economia da CNI.

    “Ninguém aqui é contra as importações. Elas são bem-vindas, aumentam a competitividade, mas é preciso que entrem no Brasil em condições de igualdade”, acrescentou.

    Como funciona a taxa

    A medida estabelece a cobrança de 20% de Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50. A regra entrou em vigor em agosto de 2024, dentro do programa Remessa Conforme, criado para regulamentar o comércio eletrônico internacional.

    Na prática, o imposto é cobrado no momento da compra, o que facilita a fiscalização e reduz fraudes.

    Efeito nas importações

    Com a nova regra, o volume de encomendas caiu:

    Em 2024, foram 179,1 milhões de remessas para o Brasil;Em 2025, o número recuou para 159,6 milhões.

    Sem a taxação, a projeção da indústria era de que o número chegaria a mais de 205 milhões de pacotes, o que mostra o impacto direto da medida na redução das compras no exterior.

    Antes da mudança, produtos importados de baixo valor muitas vezes entravam no país sem pagar todos os tributos, enquanto itens nacionais eram taxados normalmente.

    Segundo a CNI, isso gerava uma concorrência desigual. Com a nova regra, há maior equilíbrio entre produtos nacionais e estrangeiros.

    Combate a fraudes

    A CNI complementa que a “taxa das blusinhas” também inibiu práticas como subfaturamento, divisão de pedidos e uso indevido de isenções, que eram comuns antes da taxação.

    Com o novo sistema, as plataformas internacionais precisam informar e recolher os impostos no ato da venda, o que aumenta o controle e reduz irregularidades.

    Impacto econômico

    Além de reduzir importações, a medida elevou a arrecadação federal com importações de pequeno valor, que passou de R$ 1,4 bilhão em 2024 para R$ 3,5 bilhões em 2025.

    Para a indústria, informou a CNI, o principal efeito é a proteção da produção nacional, com manutenção de empregos e geração de renda no país.

    “Taxa das blusinhas” preservou 135 mil empregos, estima CNI

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  • Lesão na coxa pode tirar Estêvão da Copa do Mundo

    Lesão na coxa pode tirar Estêvão da Copa do Mundo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A participação de Estêvão na Copa do Mundo com a seleção brasileira está em “séria dúvida” após a lesão muscular sofrida pelo atacante no último sábado (18), durante duelo do Chelsea contra o Manchester United no Stamford Bridge, em Londres. As informações são do site The Athletic.

    De acordo com a publicação, que faz parte do conglomerado de mídia The New York Times, pessoas familiarizadas com o assunto disseram que o jogador de 18 anos sofreu uma lesão muscular de grau quatro no posterior da coxa.

    Com isso, há “grandes chances” de o atleta não ter condições de se recuperar a tempo de atuar pela seleção brasileira durante o Mundial na América do Norte, com início previsto para o dia 11 de junho. O Brasil estreia dois dias depois, contra o Marrocos. Segundo especialistas, o prazo médio de recuperação varia de três a quatro meses.

    Estevâo se lesionou ainda no início da partida válida pela 33ª rodada da Premier League, vencida por 1 a 0 pelo United. Ao tentar uma arrancada aos 16 minutos do primeiro tempo, ele demonstrou estar sentido fortes dores e caiu no gramado, precisando ser substituído.

    O treinador Liam Rosenior, demitido pela direção do Chelsea nesta quarta-feira, afirmou após a partida que o brasileiro estava “devastado” e em lágrimas no vestiário da equipe.

    Médico ortopedista do Hospital Ortopédico AACD, Ricardo Soares explicou que as lesões musculares são avaliadas conforme sua extensão -em relação ao comprimento da fibra muscular-, podendo variar dentro de uma escala que começa no “grau zero”, de menor gravidade, quando não há alterações perceptíveis em exame de ressonância, até o “grau quatro”, quando há a ruptura total da fibra muscular.

    “Essas lesões são geralmente associadas a alta demanda mecânica, ou por uma contração excêntrica muito intensa ou por um trauma direto”, afirmou Soares.

    Ele acrescentou que há também os fatores de riscos associados, como lesões prévias no local -Estêvão já havia ficado afastado por cerca de um mês, entre fevereiro e março, também devido a uma lesão muscular na coxa direita.

    “É importante lembrar que o atleta está em final de temporada, jogando há praticamente um ano e meio sem parar, já que disputou a Copa do Mundo de Clubes com o Palmeiras e em seguida já se juntou ao Chelsea”, assinalou o ortopedista.

    “Acaba tendo uma fadiga dessa musculatura. E é uma coisa relativamente comum, pré-Copa do Mundo, final de temporada europeia, a gente começar a ver essas lesões aí com um pouco mais de frequência”, acrescentou Soares.

    Ele disse ainda que o tratamento nesses casos é cirúrgico, com tempo de retorno aos gramados estimado em torno de quatro meses.

    Segundo o fisioterapeuta Avelino Buongermino, que atuou por 13 anos como coordenador de fisioterapia do Santos, a lesão de Estêvão no posterior da coxa é em um “músculo importante do arranque, da potência muscular”.

    O fisioterapeuta disse ainda que, a depender da confirmação em torno da gravidade da lesão, o staff do jogador pode tentar optar por um tratamento alternativo na tentativa de recuperá-lo a tempo da Copa do Mundo.

    “Pode ser que seja sugerido um tratamento conservador, sem cirurgia, que não é o mais comum nesses casos”, afirmou Buongermino.

    Em sua temporada de estreia pelo clube londrino, o atacante revelado na base do Palmeiras marcou oito gols e distribuiu quatro assistências em 36 partidas.
    Apesar da pouca idade, consolidou-se como um dos nomes de confiança do treinador da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, com quatro gols em seus últimos quatro jogos com a camisa amarela.

    Além do Marrocos, o Brasil enfrenta Haiti e Escócia no Grupo B.

    O atacante Rodrygo, do Real Madrid, já é um desfalque certo da seleção brasileira na Copa do Mundo, depois de sofrer a ruptura do LCA (ligamento cruzado anterior) do joelho direito, no início de março. O tempo estimado por especialistas para a recuperação é de, no mínimo, oito meses.

    Lesão na coxa pode tirar Estêvão da Copa do Mundo

  • Homem suspeito de matar presidenciável da Colômbia é preso na Argentina

    Homem suspeito de matar presidenciável da Colômbia é preso na Argentina

    O senador e pré-candidato à presidência da Colômbia, Miguel Uribe Turbay, foi assassinado durante campanha eleitoral no ano passado

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A polícia da Argentina prendeu na manhã de hoje um homem acusado de participação no assassinato do senador e pré-candidato à presidência da Colômbia, Miguel Uribe Turbay, no ano passado.

    Apontado como um dos suspeitos pelo crime, Brayan Ferney Cruz Castillo foi localizado e detido em Buenos Aires. A informação foi divulgada pela ministra da Segurança da Argentina, Alejandra Monteoliva.

    Brayan estava foragido e era alvo de um alerta vermelho da Interpol. De acordo com as autoridades colombianas, o suspeito foi um dos responsáveis pela logística do assassinato de Uribe Turbay.

    Após a prisão, Brayan deverá ser deportado para Colômbia, onde será julgado. “Ele está sob custódia hoje, e os procedimentos para sua imediata deportação já foram iniciados”, afirmou Alejandra Monteoliva nas redes sociais.

    Até o momento, três pessoas já foram julgadas e condenadas pela morte de Uribe. Entre os condenados está um adolescente de 15 anos, apontado como o autor do tiro que atingiu o presidenciável colombiano.

    Miguel Uribe Turbay tinha 39 anos quando foi baleado na cabeça, em junho passado, durante um comício em Bolgotá. O político passou dois meses hospitalizado e teve a morte confirmada em agosto.

    Uribe era um político em evidência na Colômbia. Ele era senador e tinha sido eleito o político mais votado nas eleições ocorridas no país em 2022.

    Ele se apresentava como opositor do presidente Gustavo Petro. Na ocasião, o líder do Executivo colombiano condenou o crime e determinou uma rigorosa apuração.

    Miguel Uribe vem de uma família importante da Colômbia. Seu avó, Julio César Turbay Ayala, foi presidente do país entre 1978 e 1982. Ele deixou a esposa e um filho.

    Homem suspeito de matar presidenciável da Colômbia é preso na Argentina

  • Petróleo volta a ultrapassar US$ 100 após prorrogação do cessar-fogo entre EUA e Irã

    Petróleo volta a ultrapassar US$ 100 após prorrogação do cessar-fogo entre EUA e Irã

    Incerteza sobre o conflito no Oriente Médio eleva preços da commodity; bolsas recuam com maior aversão global ao risco, em dia de pregão fechado no Brasil

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O preço do petróleo voltou a superar US$ 100 nesta quarta-feira (22) e atingiu US$ 101,94 (R$ 507,43) às 12h35 (horário de Brasília), uma valorização de 3,55%. É o maior valor desde 13 de abril, quando alcançou US$ 103,87.

    O barril Brent, referência mundial, começou na casa de US$ 98, caiu para US$ 96,56 às 2h15 e ultrapassou os US$ 100 às 5h30. Depois disso caiu para a casa dos US$ 99, mas voltou a subir a partir das 9h30.

    Na terça, o contrato de junho também chegou a ultrapassar US$ 100, mas terminou o dia a US$ 99,06, depois que os EUA anunciaram uma nova prorrogação do cessar-fogo com o Irã que agora tem prazo indefinido, pois depende da apresentação de uma proposta do regime iraniano.

    O petróleo WTI (West Texas Intermediate), usado nos EUA, estava cotado a US$ 92,49 (R$ 460,39), alta de 3,14%, às 12h30.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, também anunciou que manteve o bloqueio norte-americano no estreito de Hormuz, por onde passa 20% da produção mundial de petróleo e gás. Por sua vez, a Guarda Revolucionária do Irã divulgou nesta quarta que impediu dois navios que tentavam usar a rota.

    “Os dois navios infratores (…) foram apreendidos pelo CGRI e conduzidos para a costa iraniana”, informou as autoridades iranianos. Uma das embarcações pertenceria ao “regime sionista”, segundo a Guarda Revolucionária, o que seria uma referência a Israel.

    O Irã vem impedindo o tráfego em Hormuz desde o começo do conflito em 28 de fevereiro, limitando-o apenas a embarcações autorizadas pelo regime. Empresas de transporte marítimo dizem que o tráfego em Hormuz caiu 95%. Antes da guerra, a média de 140 embarcações passando pelo local diariamente.

    “O processo de paz parece instável novamente, à medida que algumas das difíceis realidades da guerra vêm à tona”, disse Kyle Rodda, analista sênior de mercados financeiros da Capital.com.

    “O risco é que a dinâmica política interna do Irã e as tensões estratégicas entre os EUA e o Irã -sem mencionar Israel- mantenham uma inércia em direção à escalada”, completou Rodda.

    A situação colocou o mercado financeiro em compasso de espera e as Bolsas da Europa registram queda nesta quarta. O índice Euro STOXX 600, referência na União Europeia, caía 0,46%, às 12h35, com movimento sendo repetido em Frankfurt (-0,43%), Londres (-0,20%), Paris (-0,96%), Madri (-0,91%) e Milão (-0,20%).

    Já nos EUA, o cenário era de valorização, com Nasdaq subindo 1,3%. A S&P 500 tinha valorização de 0,81% e a Dow Jones, de 0,70%.

    Na Ásia, o índice CSI300, que reúne as principais companhias de Xangai e Shenzhen, subiu 0,66% e atingiu seu maior nível desde 14 de janeiro. O índice SSEC, em Xangai, fechou em alta de 0,52%, mesma tendência vista em Tóquio (0,4%) e Seul (0,46%). Já a Bolsa de Hong Kong caiu 1,22%.

    “Parece que os mercados estavam certos ao presumir que o pico de incerteza da guerra ficou para trás”, comentou Matt Simpson, analista sênior de mercado da StoneX. “O apetite por risco provavelmente continuará elevado, e as quedas serão vistas com bons olhos pelos otimistas do mercado de ações. O fechamento do estreito de Hormuz já está precificado”, disse.

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  • Juliano Cazarré cria 'encontro de homens' e é criticado por famosos

    Juliano Cazarré cria 'encontro de homens' e é criticado por famosos

    Elisa Lucinda diz que vai ‘na contramão dos avanços’, e Marjorie Estiano rebate ‘discurso que mata’; evento ‘O Farol e a Forja’ acontecerá em julho, em São Paulo

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Com o intuito de reunir homens “que assumam seu papel”, o ator Juliano Cazarré, 45, usou as redes sociais para anunciar o lançamento de um evento para o público masculino que, assim como ele, não tem medo de se expor.

    Porém, a publicação tem recebido uma série de críticas de colegas atores que já trabalharam com Cazarré na Globo. Na postagem, o ator diz que “O Farol e a Forja” é “o maior encontro de homens do Brasil” e vai acontecer em julho, em São Paulo.

    Conservador e católico, Cazarré afirma que o encontro surge de uma “recusa em ficar calado” diante do que chama de enfraquecimento dos homens. Na legenda, descreve o evento como sendo importante para recuperar “homens perdidos em uma sociedade que os enfraquece e que paga um preço alto por isso”.

    Artistas usaram a página para criticar Juliano Cazarré. Dentre eles, Marjorie Estiano, que citou “um discurso que já é ampla e profundamente difundido e que mata mulheres todos os dias”.

    A atriz Claudia Abreu lembrou que o Brasil é um país com recorde de feminicídios. Elisa Lucinda rebateu a publicação e disse que Cazarré vai “na contramão dos avanços do mundo”.

    “Desculpa, meu colega Cazarré, mas não me parece razoável tamanho atraso no seu pensar. Jesus era de esquerda. Multiplicação dos peixes nunca foi coisa de direita. O bolsa família parece mais com planos de Jesus. Já assinar embaixo as loucuras do Trump, por exemplo, me parece coisa dos romanos que mataram Jesus. Acho essa iniciativa da Forja aí um grande e preocupante delírio”, opinou.

    Paulo Betti concordou com ela e ainda chamou Cazarré de convencido. “É tanto convencimento que ele se refere a si na terceira pessoa, como se fosse uma entidade.”

    Letícia Isnard, que com ele contracenou em “Avenida Brasil” (Globo, 2012), pediu orações, enquanto Julia Lemmertz pontuou: “Que Deus tenha piedade dessa nação.”

    Recentemente, Juliano Cazarré disse ter ficado marcado por não ficar em cima do muro e também por não seguir a linha progressista.

    “Política, eu evito falar. Se você for pegar lá no meu Instagram, vai ver que tem muito pouco nos últimos anos. Mas eu fiquei marcado por ser uma pessoa que não é de esquerda”, afirmou.

    “É uma posição que pouquíssimos atores têm coragem de dizer, embora eu conheça vários que também não são, mas ficam na moita por medo da repercussão negativa, do cancelamento, de perder publicidade.”

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  • Trump manda agências se prepararem para reclassificar maconha, diz site

    Trump manda agências se prepararem para reclassificar maconha, diz site

    Pessoas com conhecimento do plano afirmam que o governo Trump quer encerrar as audiências em andamento e abrir um novo processo para acelerar a reclassificação

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A Casa Branca orientou as agências federais a se prepararem para flexibilizar em breve as restrições à maconha, tornando-as menos branda, segundo o site Axios.

    Administração de Combate às Drogas (DEA, na sigla em inglês) planeja anunciar uma nova audiência administrativa, etapa do processo de reclassificação da maconha. Duas pessoas ouvidas sob condição de anonimato disseram ao Axios que o plano ainda pode mudar e não foi divulgado oficialmente.

    Proposta em discussão prevê transferir a maconha para a Lista III da Lei de Substâncias Controladas, categoria semelhante à de alguns analgésicos prescritos. Hoje, a droga está na Lista I, a mesma classificação da heroína, o que impõe as restrições federais mais duras.

    Em dezembro, Donald Trump determinou que as agências federais acelerassem a flexibilização de regras sobre a maconha. “A menos que uma droga seja recomendada por um médico por razões terapêuticas, simplesmente não a use. Ao mesmo tempo, os fatos obrigam o governo federal a reconhecer que a maconha pode ser legítima em termos de aplicações medicinais quando administrada com cuidado”, disse o presidente no ano passado.

    Defensores da mudança reclamam que houve pouca ação pública desde a ordem, e Trump também passou a cobrar mais rapidez. “Vocês vão providenciar o reagendamento, por favor?”, disse ele no último sábado, no Salão Oval da Casa Branca.

    Gestão Joe Biden recomendou formalmente que a maconha fosse reclassificada como substância controlada de Classe III. A medida, porém, ficou paralisada em disputas legais e em uma audiência administrativa pendente na DEA.

    Pessoas com conhecimento do plano afirmam que o governo Trump quer encerrar as audiências em andamento e abrir um novo processo para acelerar a reclassificação. A estratégia, segundo elas, busca destravar uma etapa burocrática considerada obrigatória.

    Maioria dos americanos apoia o relaxamento das restrições à maconha, segundo pesquisa citada no relatório. Levantamento The Economist/YouGov divulgado neste mês aponta que 53% dos adultos são a favor da legalização, incluindo 35% dos republicanos.

    Trump manda agências se prepararem para reclassificar maconha, diz site