Autor: REDAÇÃO

  • Flamengo já garantiu ao menos R$ 21,6 milhões com final do Mundial com PSG

    Flamengo já garantiu ao menos R$ 21,6 milhões com final do Mundial com PSG

    BRUNO BRAZ
    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Flamengo venceu o Pyramids, do Egito, por 2 a 0, neste sábado (13), e se garantiu na final da Copa Intercontinental, contra o PSG, na próxima quarta-feira. Com a classificação, o Rubro-Negro já tem garantido, ao menos, R$ 21,6 milhões com premiações da competição.

    Caso o Flamengo vença os franceses e seja campeão mundial, embolsará US$ 5 milhões (cerca de R$ 27,1 milhões). Os prêmios não são acumulativos, e, sim, de acordo com a fase em que sai.

    Se fosse eliminado para os egípcios, por exemplo, teria recebido US$ 2 milhões (cerca de R$ 10,9 milhões) pela participação.

    Veja a premiação

    – Campeão: US$ 5 milhões (R$ 27,1 milhões)
    – Vice-campeão: US$ 4 milhões (R$ 21,6 milhões)
    – Vice da Challenger Cup: US$ 2 milhões (R$ 10,9 milhões)
    – Vice no Derby das Américas: US$ 1 milhão (R$ 5,4 milhões)

    *Premiação não cumulativa

    Flamengo já garantiu ao menos R$ 21,6 milhões com final do Mundial com PSG

  • Roberto Carlos perde freio de Cadillac e sofre acidente durante gravação

    Roberto Carlos perde freio de Cadillac e sofre acidente durante gravação

    De acordo com informações divulgadas pela assessoria de imprensa da emissora, houve uma falha no sistema de freios do Cadillac conduzido pelo cantor, o que fez com que o veículo atingisse outros três carros da equipe de produção.

    O cantor Roberto Carlos sofreu um acidente na madrugada deste domingo (14) durante as gravações do seu tradicional especial de fim de ano da TV Globo. O incidente ocorreu em Gramado, na Serra Gaúcha, onde o artista gravava cenas da abertura do projeto. De acordo com informações divulgadas pela assessoria de imprensa da emissora, houve uma falha no sistema de freios do Cadillac conduzido pelo cantor, o que fez com que o veículo atingisse outros três carros da equipe de produção.

    Após o acidente, Roberto Carlos e outras três pessoas envolvidas foram encaminhados ao Hospital Arcanjo São Miguel, na própria cidade. Todos passaram por exames médicos e foram liberados em seguida. Segundo a Globo, ninguém sofreu ferimentos graves nem apresentou consequências mais sérias. A emissora não informou se houve danos materiais relevantes nos veículos envolvidos nem se o cronograma de gravações precisou ser alterado após o ocorrido. A produção do especial segue acompanhando a situação e prestando o suporte necessário à equipe.

    O especial de fim de ano de Roberto Carlos é uma das atrações mais tradicionais da programação da Globo e costuma mobilizar uma grande estrutura de produção. Em 2025, o projeto chegou a ser cercado de incertezas. A emissora demorou meses para confirmar a continuidade do especial, apesar de se tratar de uma tradição mantida há décadas. O programa deste ano recebeu o título “Especial Roberto Carlos: Noite Feliz” e trará o cantor em meio ao cenário natalino de Gramado, uma das cidades mais conhecidas do país nesta época do ano.

    A apresentação reúne grandes sucessos da carreira do artista e músicas clássicas de Natal. Como já havia sido antecipado, o contrato de Roberto Carlos com a Globo foi renovado por mais três anos, garantindo a exibição do especial até 2027. O acordo foi fechado após negociações intensas entre o cantor e a emissora, encerradas apenas em junho, depois de ajustes financeiros.

    O projeto esteve ameaçado em 2024, quando o diretor-executivo da TV Globo, Amauri Soares, chegou a cogitar o encerramento dos especiais anuais do cantor. A ideia era substituir o formato por um rodízio de artistas em programas musicais de fim de ano. Roberto Carlos, no entanto, reagiu à proposta, mobilizou aliados dentro da emissora e defendeu a permanência do especial, argumentando que o programa ainda apresenta boa audiência e alto retorno publicitário. Durante as negociações, o cantor chegou a oferecer o especial a outras emissoras.

    O valor do contrato também esteve no centro das discussões. Roberto Carlos recebia cerca de R$ 10 milhões por ano, cifra considerada elevada diante do atual cenário da televisão aberta. Ainda assim, a Globo avaliou que o retorno simbólico e comercial do projeto justificava a manutenção da parceria, que já dura cinco décadas.

    Com direção geral de Angélica Campos, produção de Maiana Timoner e Rodrigo Tápias, e direção de gênero de Joana Thimoteo, o Especial Roberto Carlos: Noite Feliz está previsto para ir ao ar no dia 23 de dezembro. O especial foi exibido pela primeira vez em 1974 e só deixou a programação em duas ocasiões: em 1999, após a morte de Maria Rita, mulher do cantor, e em 2020, durante a pandemia de Covid-19, quando a Globo reprisou a edição gravada em Jerusalém.

    Roberto Carlos perde freio de Cadillac e sofre acidente durante gravação

  • Governo Lula afrouxou regra de socorro a estados sem respaldo técnico do Tesouro

    Governo Lula afrouxou regra de socorro a estados sem respaldo técnico do Tesouro

    Um decreto publicado no início de outubro facilitou a adesão de São Paulo ao dispensar a maior parte dos estados de instituir um teto para seus gastos como contrapartida à redução na dívida com a União. Apenas aqueles que estão em programas de recuperação, como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Goiás, precisarão cumprir a exigência.

    IDIANA TOMAZELLI
    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afrouxou as regras do programa de socorro a estados sem ter o respaldo técnico do Tesouro Nacional, órgão vinculado ao Ministério da Fazenda e que é o responsável pela negociação e pelo acompanhamento das dívidas estaduais.

    Um decreto publicado no início de outubro facilitou a adesão de São Paulo ao dispensar a maior parte dos estados de instituir um teto para seus gastos como contrapartida à redução na dívida com a União. Apenas aqueles que estão em programas de recuperação, como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Goiás, precisarão cumprir a exigência.

    Documentos obtidos pela Folha de S.Paulo por meio da LAI (Lei de Acesso à Informação) mostram que o Tesouro não havia incluído esse dispositivo na minuta de decreto de regulamentação do chamado Propag (Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados), nem mencionou a necessidade de mudança nas notas técnicas emitidas pelas áreas.

    Nos bastidores, técnicos do órgão manifestaram contrariedade com a flexibilização, incluída posteriormente no ato assinado por Lula e pelo ministro Fernando Haddad (Fazenda).

    Procurado, o Ministério da Fazenda informou que a alteração “não se deu a pedido” do órgão. “Uma vez estando a minuta de decreto na Casa Civil, a questão foi levada à avaliação da AGU [Advocacia-Geral da União], de onde veio a definição da redação”, afirmou, em nota.

    Procurados, Casa Civil e AGU não se manifestaram.

    A derrubada da exigência do teto de gastos favorece a adesão de todos os demais estados que não estão em programas de recuperação, mas o caso de São Paulo é o mais emblemático por se tratar do maior devedor da União, com um estoque de R$ 288,6 bilhões (posição de dezembro de 2024). Além disso, o estado é comandado por Tarcísio de Freitas (Republicanos), rival político do Palácio do Planalto.

    Facilitar seu ingresso levará a União a abrir mão de bilhões em receitas financeiras nos próximos anos, com impacto no endividamento do país. Essa seria mais uma razão para o Tesouro Nacional ser ouvido a respeito do tema, o que não aconteceu.

    Simulações feitas pelo próprio Tesouro no início do ano mostram que São Paulo poderia deixar de pagar à União entre R$ 7,8 bilhões e R$ 13,1 bilhões só em 2026. São recursos que ficarão no caixa do estado e que poderão ser usados para investimentos e outras despesas em ano eleitoral.

    Nos anos seguintes, esse alívio tende a ser ainda maior. No cenário mais benevolente, com juro real zero, o estado deixaria de repassar ao governo federal R$ 412 bilhões até 2047, de acordo com as estimativas preliminares.

    Por outro lado, a adesão de São Paulo também dará tração ao FEF (Fundo de Equalização Federativa), criado para redistribuir parte dos valores aos estados menos endividados. As maiores contribuições virão de quem tiver o alívio mais significativo em sua dívida com a União.

    Por isso, o ingresso de São Paulo é decisivo para irrigar o novo fundo, que deve ter como principal beneficiário o estado da Bahia, reduto do ministro Rui Costa (Casa Civil). O órgão também não se manifestou sobre esse ponto.

    Tanto a lei complementar do Propag quanto a primeira versão do decreto preveem que Poderes e órgãos dos estados beneficiados “com qualquer tipo de suspensão, postergação ou redução extraordinária de pagamento de dívida com a União” seriam obrigados a adotar o limite de gastos.

    Pela redação, isso incluiria não só estados em dificuldades e que estão no RRF (Regime de Recuperação Fiscal), mas também aqueles que renegociaram suas dívidas com base em leis de 1993, 1997 e 2016. Isso alcança 25 das 27 unidades da federação, incluindo São Paulo e estados do Nordeste.

    Tal entendimento foi, inclusive, corroborado em decisão monocrática do ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), no mês de setembro.

    Em uma ação apresentada pelo estado do Ceará, que questionava a necessidade de adotar o limite de gastos para aderir ao programa, o ministro afirmou que a lei do Propag “não menciona o grau de endividamento ou a vinculação a determinado regime jurídico-fiscal, mas sim a existência de ‘qualquer tipo’ de postergação, suspensão ou redução extraordinária” para exigir a contrapartida.

    Apesar da incomum vitória da União em batalhas judiciais contra estados envolvendo temas fiscais, o governo federal decidiu flexibilizar a exigência, contrariando a posição de técnicos das áreas econômica e jurídica do Executivo.

    Após o decreto, o governo ainda sofreu uma derrota no Congresso Nacional que, na visão de técnicos, afrouxou ainda mais as regras do Propag.

    Os parlamentares restabeleceram a possibilidade de usar o FNDR (Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional), criado na reforma tributária, para abater parte da dívida com a União.

    Estados que conseguem abater 20% do saldo devedor têm acesso à condição mais generosa do programa, com redução dos juros a zero e menor obrigação de pagamentos ao FEF. Ou seja, o alívio é maior nessas condições.

    O artigo era central para o Rio de Janeiro, que não possui muitos ativos para entregar ao governo federal em troca da redução da dívida. Mas São Paulo também demonstrou, no passado, interesse no uso do FNDR para aderir ao Propag pelas melhores condições.

    O secretário de Fazenda de São Paulo, Samuel Kinoshita, disse, em nota, que “o Propag reúne mecanismos que podem contribuir para um melhor equacionamento de obrigações e créditos” e citou a possibilidade de um “adequado encontro de contas. Ele não disse se São Paulo vai aderir ao programa, embora tenha feito indicativos nesse sentido.

    “Após a recente autorização legislativa, o estado está em fase de análise técnica e de modelagem deste componente específico dentro do seu conjunto de iniciativas voltadas à transformação econômica”, afirmou.

    Segundo ele, os efeitos esperados “são relevantes para a sustentabilidade fiscal de médio prazo”, mas evitou estimar valores, uma vez que eles dependerão das opções de adesão a serem escolhidas pela administração paulista.

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  • Detido suspeito de tiroteio que matou 2 pessoas em universidade nos EUA

    Detido suspeito de tiroteio que matou 2 pessoas em universidade nos EUA

    Uma “pessoa de interesse” foi detida durante a noite de sábado em ligação com o tiroteio na Universidade Brown, nos Estados Unidos. A detenção ocorreu após uma denúncia anônima.

    Uma “pessoa de interesse” relacionada ao tiroteio que deixou dois mortos na Universidade Brown, no estado norte-americano de Rhode Island, foi detida na noite de sábado, informaram as autoridades.

    O detido não é estudante da Universidade Brown, e a prisão foi possível graças a uma denúncia anônima, segundo uma fonte ligada à investigação ouvida pela ABC News.

    A detenção ocorreu após as autoridades norte-americanas divulgarem um vídeo de uma “pessoa de interesse” ligada ao tiroteio.

    O ataque aconteceu pouco depois das 16h (horário local; 21h em Lisboa), dentro de uma sala de aula onde estavam sendo realizados exames, informou o prefeito de Providence, Brett Smiley, durante coletiva de imprensa.

    As portas externas do prédio estavam abertas por causa da realização das provas, e “não se sabe” por onde o suspeito entrou.

    “Não sabemos como ele entrou no edifício, mas sabemos que saiu pelo lado da Hope Street do complexo”, afirmou o comandante Timothy O’Hara, vice-chefe da Polícia de Providence.

    Após a coletiva, foi divulgado um vídeo de uma “pessoa de interesse” que as autoridades acreditam ser o atirador. As imagens mostram um homem, aparentemente, vestindo roupas escuras e largas, caminhando por uma rua nas proximidades da universidade.

    Tiroteio deixou dois mortos e nove feridos, a maioria em estado grave
    Além das duas vítimas fatais, o tiroteio deixou nove feridos, a maioria em estado grave. Um balanço inicial apontava oito feridos, mas horas depois foi contabilizada mais uma pessoa ferida por estilhaços.

    A universidade, integrante da Ivy League, emitiu um alerta de atirador ativo e orientou alunos e funcionários a procurarem abrigo.

    No sábado, dirigentes da instituição chegaram a informar que um suspeito já estava sob custódia, mas depois corrigiram a informação, esclarecendo que a polícia ainda buscava um ou mais envolvidos, segundo alertas do sistema de notificação de emergência da Brown citados pela Associated Press (AP).

    “Ainda estamos recebendo informações sobre o que está acontecendo, mas estamos orientando as pessoas a trancarem as portas e permanecerem vigilantes”, disse o vereador de Providence John Gonçalves, cujo distrito inclui o campus da Brown.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também afirmou na rede social Truth Social que havia sido “informado sobre o tiroteio ocorrido na Universidade Brown” e que o “suspeito estava detido”, mas posteriormente corrigiu a informação.

    O tiroteio ocorreu no segundo dia de provas finais, nas proximidades do edifício Barus & Holley, um complexo de sete andares que abriga a Escola de Engenharia e o Departamento de Física.

    Segundo o site da universidade privada, o prédio conta com mais de 100 laboratórios, dezenas de salas de aula e escritórios.

    Os estudantes foram orientados a permanecer onde estavam enquanto a polícia continua investigando, e pessoas fora do perímetro foram aconselhadas a evitar a área.

    A Brown é uma instituição privada com cerca de 7.300 alunos de graduação e mais de 3 mil alunos de pós-graduação. Este domingo marca o segundo dia de exames finais do semestre de outono.

    Detido suspeito de tiroteio que matou 2 pessoas em universidade nos EUA

  • Flávio Bolsonaro começa pré-campanha com recuos

    Flávio Bolsonaro começa pré-campanha com recuos

    Depois de políticos, mesmo de partidos aliados ao PL, terem apontado como desvantagens de Flávio sua baixa viabilidade eleitoral e a rejeição à família Bolsonaro, o senador apostou em táticas para se afastar dos principais escândalos que envolvem seu nome.

    CAROLINA LINHARES
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Na primeira semana do movimento presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-SP), que se lançou ao Planalto de forma isolada e sob ceticismo do mercado e da política, o senador tentou debelar a desconfiança sobre sua candidatura, fez recuos em discursos e buscou explicar escândalos que envolveram seu nome.

    Na sexta-feira (5), quando anunciou ter sido o escolhido por Jair Bolsonaro (PL) para disputar o Palácio do Planalto em 2026, a primeira ação de Flávio foi buscar como fiador o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) –preferido do centrão e da Faria Lima, mas preterido pelo ex-presidente.
    O senador declarou que Tarcísio tinha lhe dado apoio e que não vê um cenário em que ambos sejam candidatos. O próprio governador, porém, só confirmou esse apoio na segunda (8) e ainda mencionou que a direita deve ter outras opções além de Flávio.

    Apenas dois dias após anunciar seu nome, a primeira derrapada de Flávio veio no domingo (7), quando admitiu que poderia não levar a candidatura até o fim, mas que isso teria um preço, o que só alimentou a leitura na centro-direita de que tratava-se de um balão de ensaio para negociar medidas de interesse da família Bolsonaro, como a anistia a condenados por atos golpistas, o que inclui o pai.

    Sob pena de não ser levado a sério, Flávio voltou atrás e, já no dia seguinte, em entrevista à Folha, afirmou que sua candidatura era irreversível. O senador explicou que seu preço, o perdão total a Bolsonaro e a reversão da inelegibilidade do ex-presidente, provavelmente não deve ser cumprido até a eleição e, portanto, o Bolsonaro na urna seria ele próprio.

    Na entrevista, ele disse ter feito apenas um jogo de palavras. “Joguei com as palavras para falar de preço, mas a condição é: Bolsonaro tem que estar livre e nas urnas”, afirmou.

    Depois de políticos, mesmo de partidos aliados ao PL, terem apontado como desvantagens de Flávio sua baixa viabilidade eleitoral e a rejeição à família Bolsonaro, o senador apostou em táticas para se afastar dos principais escândalos que envolvem seu nome.

    Dois vídeos publicados em seu canal no YouTube na última semana trazem a versão do senador para escândalos que, uma vez candidato, devem ser explorados por adversários –a acusação de rachadinha operada por Fabrício Queiroz e a compra de uma mansão de R$ 6 milhões em Brasília. Os vídeos trazem trechos de entrevistas de Flávio a podcasts em que ele explica os dois casos.
    Em 2021, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu pelo foro especial do senador e anulou provas da investigação sobre a rachadinha.

    À Folha ele disse que seus bens são compatíveis com seus ganhos e que não teme que essas apurações sejam retomadas. “Pode investigar à vontade, vai ser só a comprovação do uso da máquina pública para perseguir adversário político. […] Essas coisas estão todas arquivadas. Nunca tive um processo criminal iniciado contra mim por causa disso. É uma espuma danada.”

    Ao explicar a compra da mansão ao canal Fala Guerreiro Cast, Flávio diz que fez um financiamento no banco e que quitou a dívida graças ao que ganha como advogado. “Pode tacar a pedra que quiser, que pra mim é matar no peito e sair jogando”, diz.

    Página de YouTube de Flávio Bolsonaro, com vídeos sobre mansão e rachadinha Reprodução Página de YouTube de Flávio Bolsonaro, com vídeos sobre mansão e rachadinha Imagem pequena ** Em outra frente, o filho de Bolsonaro também se dedicou a tentar reduzir a rejeição ligada ao pai. Ainda na sexta da semana passada, disse que sua campanha seria a oportunidade de as pessoas conhecerem um outro Bolsonaro, “com pensamento pacificador”.

    Na entrevista à Folha, declarou que não tentaria ser igual ao pai e ressaltou ter tomado vacinas contra a Covid. “Tenho os mesmos princípios, tenho o sangue Bolsonaro, mas nenhum ser humano é igual ao outro. […] Ele não quis tomar vacina; eu tomei duas doses. Só para te dar um pequeno exemplo de que vocês verão um Bolsonaro centrado, equilibrado e que tem algumas opiniões próprias.”

    Flávio em sua versão presidenciável também não poupou palavras como previsibilidade, serenidade, transparência e calma.

    Flávio Bolsonaro começa pré-campanha com recuos

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  • Johnson & Johnson deve pagar US$ 40 mi a pacientes com câncer após uso de talco, decide júri

    Johnson & Johnson deve pagar US$ 40 mi a pacientes com câncer após uso de talco, decide júri

    Os jurados da corte superior de Los Angeles determinaram que Monica Kent tem direito a US$ 18 milhões, e Deborah Schultz e seu marido a US$ 22 milhões, após argumentos de que a Johnson & Johnson sabia havia anos que seus produtos à base de talco eram perigosos, mas não alertou os consumidores.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Um júri da Califórnia determinou que a Johnson & Johnson pague uma indenização de US$ 40 milhões a duas mulheres que alegam que o talco fabricado pela companhia é responsável pelos seus casos de câncer de ovário. A empresa disse que irá recorrer da decisão.

    Os jurados da corte superior de Los Angeles determinaram que Monica Kent tem direito a US$ 18 milhões, e Deborah Schultz e seu marido a US$ 22 milhões, após argumentos de que a Johnson & Johnson sabia havia anos que seus produtos à base de talco eram perigosos, mas não alertou os consumidores.

    Erik Haas, vice-presidente mundial de contencioso da Johnson & Johnson, disse em um comunicado que a empresa planeja “apelar imediatamente desta decisão e espera prevalecer, como geralmente fazemos com veredictos adversos aberrantes”.

    Em maio de 2020, a Johnson & Johnson anunciou que deixaria de vender o talco Johnson’s Baby nos Estados Unidos e no Canadá, alegando que a mudança fazia parte de uma ampla reavaliação de seu portfólio de produtos em meio à pandemia.

    Mas a suspensão aconteceu na sequência de uma série de litígios envolvendo a segurança do produto.

    Nos processos judiciais, os consumidores alegam que os produtos à base de talco da empresa foram contaminados com amianto, um conhecido agente cancerígeno.

    A J&J afirmou, em 2019, que em suas análises não encontrou o material cancerígeno em seus talcos. No entanto, testes conduzidos pela agência federal de saúde dos Estados Unidos (a Food and Drug Administration) constaram que havia vestígios de amianto nos produtos da marca.

    No final de março deste ano, um juiz federal de falências em Houston (EUA) rejeitou o pedido da Johnson & Johnson para aprovar um acordo de US$ 9 bilhões com dezenas de milhares de pessoas que processam a empresa por alegações de que os produtos causaram câncer.

    Segundo informações do The New York Times, mais de 90 mil reivindicações contra a Johnson & Johnson e outras partes estão pendentes, muito mais do que os tribunais podem processar individualmente.

    Johnson & Johnson deve pagar US$ 40 mi a pacientes com câncer após uso de talco, decide júri

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  • Estrangeiros já representam 4% das contratações com carteira; quase metade são venezuelanos

    Estrangeiros já representam 4% das contratações com carteira; quase metade são venezuelanos

    Dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) mostram que, apenas entre janeiro e outubro de 2025, o saldo entre admissões e demissões de pessoas de outras nacionalidades ficou positivo em 73,4 mil (ante um total de 1,8 milhão de novas vagas).

    MAELI PRADO E GABRIELA CECCHIN
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Em meio ao salto na imigração de países da América Latina para o Brasil e à taxa de desemprego mais baixa da história, os estrangeiros já respondem por 4% das contratações do mercado formal de trabalho brasileiro, e quase metade deles são da Venezuela.

    Dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) mostram que, apenas entre janeiro e outubro de 2025, o saldo entre admissões e demissões de pessoas de outras nacionalidades ficou positivo em 73,4 mil (ante um total de 1,8 milhão de novas vagas).

    É mais do que os 71,1 mil em todo o ano passado, quando os estrangeiros também representaram cerca de 4% dos postos de trabalho com carteira assinada, e um salto de 196,2% em relação a 2020, quando começa a série do Caged pela atual metodologia.

    As principais nacionalidades dos contratados são venezuelanos (47,8% do total de estrangeiros admitidos neste ano), haitianos (8,2% do total), argentinos (4,8%) e paraguaios (4,3%).

    Eles vêm representando uma fatia cada vez maior do mercado formal de trabalho. Em 2020, quando o mercado como um todo eliminou postos de trabalho por causa da pandemia, foram 24,8 mil contratados; em 2021, o número caiu para 5.200 mil (ou 0,19% do saldo total); em 2022, esse número saltou para 35,9 mil (1,78% do total), e em 2023, para 47,3 mil (3,2%).

    O movimento está relacionado em parte ao forte fluxo de imigração para o Brasil entre a década passada e a primeira metade desta década. De 2010 a 2025, 182, 2 milhões de estrangeiros entraram no Brasil pelos postos de fronteira, enquanto 184,2 milhões deixaram o país. Ou seja, o saldo ficou negativo em mais de 2 milhões nesse período, segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

    “Em termos líquidos, quando há mais saída de brasileiros do que entrada de estrangeiros, perdemos mão de obra. Mas por outro lado estamos ganhando com os estrangeiros que vêm ao Brasil”, diz Bruno Imaizumi, economista especializado em mercado de trabalho da 4intelligence.

    Além da disponibilidade maior de mão de obra estrangeira, o crescimento é inversamente proporcional à queda na taxa de desemprego. Em 2021, a desocupação estava em 12,1%; em 2022, 8,3%; em 2023, 7,6%; em 2024, 6,2%. No trimestre encerrado em outubro deste ano, ficou em 5,4%, o menor patamar da série histórica iniciada em 2012, de acordo com dados do IBGE.

    “O principal motivo para a absorção de mão de obra estrangeira é o fato de que o mercado de trabalho se encontra aquecido o suficiente”, aponta Imaizumi.

    Ele lembra que a rotatividade do mercado de trabalho está em patamar recorde no Brasil, atingindo 36,1% dos trabalhadores formais nos últimos 12 meses encerrados em outubro. No pré-pandemia, no início de 2020, estava abaixo de 25%.

    Os estrangeiros são contratados principalmente para vagas em segmentos onde há dificuldade de se achar funcionários, como o posto de alimentador de linha de produção, que lidera as contratações de quem vem de fora do país (saldo positivo de 13,8 mil até outubro).

    Um levantamento feito pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) ajuda a explicar: 20,5% das indústrias paulistas que procuraram novos empregados entre o início de 2024 e março deste ano não conseguiram contratar.

    Entre as vagas mais ocupadas por estrangeiros, estão ainda faxineiros (5.300), açougueiros (4.700) e serventes de obras (4.100).
    “Há escassez de mão de obra brasileira para essas funções e para outras também”, aponta o professor sênior da Faculdade de Economia da USP e coordenador do salariômetro da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) Hélio Zylberstajn. “E para os países da América Latina, o Brasil virou um polo de atração.”

    Dados do Censo 2022 do IBGE mostram que, entre 2010 e 2022, houve um aumento de 2.900 para 271,5 mil venezuelanos chegando ao Brasil, em meio ao agravamento das dificuldades socioeconômicas da Venezuela durante a ditadura de Nicolás Maduro.

    É o caso da venezuelana Maria Hernandez, 32, que chegou ao Brasil com sua família em 2019 com a esperança de proporcionar melhores condições financeiras para sua filha, que na época tinha pouco mais de um ano.

    Ela conseguiu uma vaga com carteira assinada como analista de atendimento bilíngue, em português e espanhol, na Foundever, multinacional especializada em melhorar a experiência a consumidores. Hoje, seu cargo é de analista de treinamento.

    Formada em engenharia elétrica na Universidade José Antonio Anzoátegui, na cidade de El Tigre, Maria se tornou professora de física na Venezuela. “Eu comecei a trabalhar limpando, apesar de todos os meus estudos”, relata. “Não tenho planos de voltar. Fui muito bem acolhida aqui, minha filha mais nova é brasileira e a mais velha viveu muito mais tempo no Brasil do que na Venezuela..

    Os dados do Caged mostram que a maior parte dos venezuelanos estão sendo contratados nos estados do Sul do Brasil. Entre janeiro e outubro, 25,9 mil conseguiram emprego formal na região, com destaque para Santa Catarina, com 10,8 mil contratações, seguido do Paraná (9.300) e Rio Grande do Sul (5.600).

    O venezuelano Julio César, 27, que trabalha há seis meses como arrumadeiro em um Ibis Budget, da rede Accor, já morou em Erechim (RS), onde trabalhou por dois anos em uma empresa de ônibus, e em Cascavel (PR), onde trabalhou por nove meses em um frigorífico de frango.

    Para ele, a maior dificuldade de adaptação foi a língua. “Eu não sabia o que era copo, toalha, coisas muito simples que tive que aprender”, conta. “Quando eu morava na Venezuela, eu não tinha um emprego fixo, fazia sempre diárias. Aqui eu já consegui trabalhar por vários meses, fiquei mais estável”, comenta.

    Crises humanitárias, como o terremoto do Haiti em 2010, também explicam a expansão na chegada dos estrangeiros ao mercado de trabalho -o número de haitianos que chegaram ao Brasil saltou 106.294% em 12 anos até 2022, segundo o IBGE, passando de 54 para 57.453.

    Estrangeiros já representam 4% das contratações com carteira; quase metade são venezuelanos

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  • Atentado na Austrália foi "ataque terrorista" contra "comunidade judaica"

    Atentado na Austrália foi "ataque terrorista" contra "comunidade judaica"

    O chefe da polícia de Nova Gales do Sul, Mal Lanyon, afirmou este domingo que o ataque na praia de Bondi, na Austrália, foi considerado “terrorista”. Já o governador de Nova Gales do Sul, Chris Minns, indicou que teve como objetivo atingir a “comunidade judaica de Sydney”.

    O tiroteio que deixou pelo menos 12 mortos na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália, foi classificado como um ataque “terrorista” com o objetivo de atingir a “comunidade judaica”.

    Em coletiva de imprensa, o chefe da Polícia de Nova Gales do Sul, Mal Lanyon, informou que há registro de 12 mortos e 29 feridos, incluindo dois policiais.

    “Hoje, às 21h36 [07h36 em Brasília], declarei este incidente como terrorista”, anunciou.

    A Polícia de Nova Gales do Sul havia informado que dois suspeitos foram detidos, mas o chefe da corporação admitiu a possibilidade da existência de um terceiro atirador.

    “Também autorizei poderes especiais para garantir que, caso haja um terceiro autor — e estamos investigando isso neste momento — possamos impedir qualquer atividade adicional”, afirmou.

    O governador de Nova Gales do Sul, Chris Minns, declarou que “este ataque foi planejado para atingir a comunidade judaica de Sydney”.

    “No primeiro dia de Hanukkah, o que deveria ter sido uma noite de paz e alegria, celebrada por essa comunidade com famílias e apoiadores, foi destruído por este ataque horrível”, lamentou.

    O chefe da polícia informou ainda que as autoridades localizaram um carro nas proximidades da praia com “vários artefatos explosivos improvisados”.

    “Como parte da investigação e logo após o tiroteio, a polícia localizou um veículo na Campbell Parade, em Bondi, que acreditamos conter diversos artefatos explosivos improvisados. Nossa equipe de desativação de bombas está no local neste momento trabalhando na ocorrência”, disse aos jornalistas, segundo a Sky News.

    “Um ataque contra judeus australianos é um ataque contra todos os australianos”

    Também presente na coletiva, o primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, lamentou o “devastador atentado terrorista em Bondi, durante a celebração do Hanukkah à beira-mar”.

    “Este foi um ataque direcionado contra judeus australianos no primeiro dia de Hanukkah, que deveria ser um dia de alegria, uma celebração da fé. Trata-se de um ato de maldade, antissemitismo e terrorismo que atingiu o coração da nossa nação”, afirmou, destacando que “um ataque contra judeus australianos é um ataque contra todos os australianos”.

    Israel denuncia “vil ataque terrorista contra judeus”

    Em comunicado, o presidente de Israel, Isaac Herzog, denunciou o que classificou como um “vil ataque terrorista contra judeus que acendiam as primeiras velas” da celebração religiosa.

    “Nosso coração está com eles. O coração de toda a nação de Israel bate forte neste momento, enquanto rezamos pela recuperação dos feridos e lembramos daqueles que perderam a vida”, afirmou em nota oficial.

    “Reiteramos repetidamente nosso alerta ao governo australiano para que aja e combata a enorme onda de antissemitismo que assola a sociedade australiana”, acrescentou.

    Localizada a leste de Sydney, Bondi é a praia mais famosa da Austrália e atrai grande número de turistas, surfistas e banhistas, especialmente nos fins de semana.

    Atentado na Austrália foi "ataque terrorista" contra "comunidade judaica"

  • Homem aborda e desarma terrorista em praia de Sydney; vídeo

    Homem aborda e desarma terrorista em praia de Sydney; vídeo

    Um homem abordou um dos atiradores e conseguiu desarmá-lo durante o atentado que ocorreu na praia Bondi, em Sydney, na Austrália. Até ao momento, já são contabilizados 12 mortos, incluindo um dos suspeitos.

    Pelo menos doze pessoas morreram num atentado na praia de Bondi, em Sydney, este domingo. Nas redes sociais, surgiram vários vídeos do ataque, incluindo imagens de um homem que abordou um dos atiradores e conseguiu desarmá-lo.

    No vídeo, compartilhado na internet, é possível ver um transeunte a aproximar-se por trás de um dos atiradores, tendo conseguido tirar a arma das suas mãos.

    O homem, já considerado um herói, conseguiu imobilizar o suspeito, apontando uma espingarda para ele em seguida. O atirador acabou por fugir do local.

    “Hoje vimos australianos correndo em direção ao perigo para ajudar os outros. Esses australianos são heróis e a sua coragem salvou vidas”, disse, em conferência de imprensa, o primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese.

    Note-se que um dos atiradores morreu e o outro encontra-se em estado crítico.

    A Polícia de Nova Gales do Sul, na Austrália, revelou que pelo menos doze pessoas morreram num atentado na praia de Bondi, em Sydney. 

    “A polícia está respondendo a uma ocorrência em curso na praia de Bondi e pede ao público que evite a área. Quem estiver no local deve procurar abrigo”, começou por anunciar a autoridade na rede social X.

    Posteriormente, a polícia indicou que “duas pessoas estão sob custódia policial na praia de Bondi”, mas sublinhou que a “operação policial continua em curso”. Sabe-se agora que um dos atiradores foi neutralizado pela polícia e o outro ferido. 

    O serviço de ambulâncias de Nova Gales do Sul tinha também confirmado que várias pessoas foram levadas para hospitais locais após um tiroteio na praia de Bondi. 

    Tiroteio foi “ataque terrorista”

    O chefe da polícia de Nova Gales do Sul, Mal Lanyon, afirmou, durante uma conferência de imprensa, que o ataque na praia de Bondi, na Austrália, foi considerado “terrorista”. Já o governador de Nova Gales do Sul, Chris Minns, indicou que teve como objetivo atingir a “comunidade judaica de Sydney”.

    Tiroteio ocorreu durante celebração judaica

    Em declarações ao jornal local The Sydney Morning Herald, testemunhas revelaram que várias pessoas foram baleadas durante um evento para celebrar a primeira noite da celebração judaica Hanukkah. 

    Os residentes dizem ainda ter ouvido dezenas de tiros pelas 18h30 locais (4h30 em Brasília) e visto várias pessoas caídas no chão. “Vi pelo menos 10 pessoas no chão e sangue por todo o lado”, contou uma testemunhada, identificado como Harry Wilson, à publicação.

    Nas redes sociais circulam também vídeos – que o Notícias ao Minuto optou por não compartilhar – das autoridades e serviços de emergência a realizando manobras de reanimação a várias vítimas.

    Israel denuncia “vil ataque terrorista contra os judeus”

    O ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, Gideon Sa’ar, disse estar “horrorizado com o ataque a tiro assassino num evento de Hanukkah”, sublinhando que “estes são os resultados da onda antissemita nas ruas da Austrália nos últimos dois anos”.

    “O governo australiano, que recebeu inúmeros sinais de alerta, tem de cair em si!”, frisou.

    Também o presidente de Israel, Isaac Herzog, denunciou o que classificou como “vil ataque terrorista contra os judeus que estavam acendendo as primeiras velas” da festa religiosa.

    “O nosso coração está com eles. O coração de toda a nação de Israel bate forte neste preciso momento, enquanto rezamos pela recuperação dos feridos, rezamos por eles e rezamos por aqueles que perderam a vida”, afirmou num comunicado oficial.

    “Reiteramos o nosso alerta repetidamente ao governo australiano para que aja e lute contra a enorme onda de antissemitismo que assola a sociedade australiana”, acrescentou ainda.

    Localizada a leste de Sydney, Bondi é a praia mais famosa da Austrália e atrai um grande número de turistas, surfistas e nadadores, especialmente durante os fins de semana.

    Homem aborda e desarma terrorista em praia de Sydney; vídeo

  • Supremo brasileiro autoriza ecografia a Jair Bolsonaro na prisão

    Supremo brasileiro autoriza ecografia a Jair Bolsonaro na prisão

    O Supremo Tribunal Federal do Brasil autorizou a realização de uma ecografia ao ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro na sede da Polícia Federal, onde cumpre pena, para avaliar a necessidade de uma cirurgia, informaram meios locais.

    O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que o exame seja realizado com um aparelho portátil de ultrassom no quarto onde Jair Bolsonaro está detido, com o objetivo de verificar a existência de uma hérnia inguinal bilateral e avaliar a necessidade de uma cirurgia.

    O magistrado respondeu a um pedido apresentado pela defesa do ex-presidente, que solicitou autorização para que Bolsonaro deixasse a sede da Polícia Federal, em Brasília, a fim de ser internado em um hospital para realizar o procedimento cirúrgico.

    Além disso, ao analisar o pedido, o ministro observou que, conforme determinações judiciais anteriores, as visitas de médicos já cadastrados não exigem comunicação prévia, desde que sejam respeitadas as disposições legais e judiciais já estabelecidas.

    Bolsonaro, de 70 anos, sofre de crises esporádicas de soluços, um câncer de pele em estágio inicial e sequelas de cirurgias anteriores na região abdominal, decorrentes da facada sofrida em 2018, durante a campanha presidencial daquele ano, que o levou à Presidência da República.

    Condenado a 27 anos de prisão, o ex-presidente cumpre pena desde o fim de novembro na sede da Polícia Federal, em Brasília. Ele foi levado ao local após tentar retirar, com um ferro de solda, a tornozeleira eletrônica imposta por decisão do STF.

    Desde então, a defesa e familiares do ex-presidente têm insistido, judicial e publicamente, para que seja concedida a ele prisão domiciliar humanitária, em razão dos problemas de saúde.

    Supremo brasileiro autoriza ecografia a Jair Bolsonaro na prisão

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