Autor: REDAÇÃO

  • A Fazenda 17 tem o recorde de edição com mais expulsões

    A Fazenda 17 tem o recorde de edição com mais expulsões

    Quatro participantes foram expulsos desta edição. Foram eles: Gaby Spanic, em 19 de outubro, Martina Sanzi, em 1º de novembro, Créo Kellab, em 26 de novembro, e Carol Lekker, nesta quarta-feira (10)

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Com a expulsão de Carol Lekker, A Fazenda 17 quebrou o próprio recorde de edição com o maior número de participantes expulsos.

    Quatro participantes foram expulsos desta edição. Foram eles: Gaby Spanic, em 19 de outubro, Martina Sanzi, em 1º de novembro, Créo Kellab, em 26 de novembro, e Carol Lekker, nesta quarta-feira (10).

    O recorde foi batido na expulsão de Créo. Até este ano, o máximo de expulsões numa única edição havia sido duas. Duas edições tiveram essa marca: a 10ª, em 2018, e a 14ª, em 2022.

    Nadja Pessoa e Cátia Paganote foram expulsas da 10ª edição. Nadja foi retirada do reality após uma acusação de agressão a Caique Aguiar. Coincidentemente, quem leu o bilhete da produção anunciando a expulsão foi Cátia Paganote, que três semanas depois também foi expulsa após ser acusada de agredir Evandro Santo.

    Na 14ª, dois peões foram desclassificados ao mesmo tempo: Tiago Ramos e Shayan Haghbin. Após uma roça, os dois se envolveram numa briga com tapas, cotoveladas e empurrões.

    O QUE CAUSOU A EXPULSÃO DE CAROL LEKKER

    Carol e Duda se envolveram em uma confusão e Galisteu repreendeu quando

    Carol avançou para retirar uma peça de uma maquete da mão de Duda e colocou sua mão em volta do pescoço da rival. “Carol? O que é isso, Carol? Peões, eu vou falar pela enésima vez. Isso aqui é um jogo. Tem regras. Respeitem as regras e se respeitem.”

    Após mais uma treta das duas na sede e de Carol ter mexido nas coisas de Duda, ela contou que iria ao closet pedir a expulsão da peoa na sequência.
    Walério concordou com a peoa. “Viu a gravata que ela deu na menina?”.

    Duda voltou a cobrar uma resposta da produção. “Pois é, isso pode né? Ela vai ser expulsa, se Deus quiser! É produção, fica dando corda para uma maluca dessa. Uma otária dessa.”

    Momentos depois, ela confirmou a Mesquita que foi chamada ao closet e pediu expulsão da Miss Bumbum e que mostrou que estava arranhada. “Tá arranhado. Eles tiraram foto.”

    A Fazenda 17 tem o recorde de edição com mais expulsões

  • Banco Central excluirá 31 empresas do Pix após reforçar segurança

    Banco Central excluirá 31 empresas do Pix após reforçar segurança

    Entre junho e setembro, hackers usaram contas de fachada em participantes indiretos do Pix para dispersar valores desviados. A empresa Soffy recebeu R$ 270 milhões dos R$ 541 milhões da BMP Moneyplus e teve sua participação no sistema suspensa.

    (FOLHAPRESS) – Entre as instituições financeiras que atuam sem precisar de autorização do Banco Central, 31 terão que se adequar às novas regras impostas pela autoridade monetária, depois de uma série de ataques cibernéticos ao sistema Pix deixar um rombo na casa de R$ 1,5 bilhão.

    A informação consta da ata do último Fórum Pix, realizado no dia 4. Outras 39 já estão no novo padrão.

    Essas empresas precisam de um contrato com uma instituição financeira que participe diretamente do Pix. Por isso, são chamadas de participantes indiretas do Pix.

    De acordo com resolução publicada pelo BC em 5 de setembro, apenas instituições que entreguem um formulário completo de avaliação de risco poderão ser responsáveis por terceiros. Esse documento contém dados de movimentações, valores sob custódia, dentre outras informações financeiras usadas pela autoridade monetária para avaliar probabilidade de calote ou insolvência.

    As cooperativas de crédito também perderam o direito de tutelar a participação de outras empresas no Sistema Pix.

    Os participantes indiretos em desacordo com a nova regra que não conseguirem um novo parceiro até 4 de março serão excluídos do sistema.

    O BC também deve apresentar, no ano que vem, uma matriz de risco para identificar participantes com falhas sistêmicas de segurança.

    Nos ataques hackers registrados entre junho e setembro, contas de fachada mantidas em participantes indiretos do Pix foram usadas para dispersar o dinheiro obtido nas fraudes. Empresas como a Soffy, que recebeu cerca de R$ 270 milhões dos R$ 541 milhões desviados da BMP Moneyplus em 30 de junho, tiveram sua participação no Pix suspensa.

    A Soffy diz que a conta que recebeu esse valor não é de sua titularidade, e sim de um cliente parceiro -outra fintech, não revelada no comunicado.

    De acordo com a ANBCB (Associação Nacional dos Analistas do Banco Central do Brasil), por ora, o acesso dos participantes indiretos continua contemplado na norma vigente. “A manutenção desse enquadramento, sua eventual revisão ou novas condições técnicas dependerão exclusivamente das decisões futuras do Banco Central, conforme suas avaliações de risco, capacidade operacional e diretrizes de política pública”, diz a associação.

    No Fórum Pix, a autoridade monetária também divulgou a agenda para 2026. Há planos de dificultar o acesso de pessoas com histórico de fraude ao Pix para coibir a atuação de laranjas.

    A autoridade monetária prometeu criar critérios de segurança para o Pix automático, usado em pagamentos recorrentes, como um tipo de débito automático. A partir de novembro de 2026, só instituições adequadas poderão usar a ferramenta.

    Neste ano, o BC impôs a exigência de cadastro de um aparelho para liberar o Pix, um limite de valor para transações, além da adesão opcional ao rastreio das transferências no âmbito do MED (mecanismo especial de devoluções de transações, que pode ser acionado em caso de golpe).

    A ferramenta se tornará obrigatória em 26 de fevereiro, quando também haverá a expansão do número de transferências sob vigia de uma para cinco. O BC diz que planeja expandir o escopo da ferramenta até julho de 2026.

    A autoridade trabalha na definição de critérios do que é considerada “suspeita de fraude” ou fraude comprovada nos seus sistemas.

    Hoje, a maioria das recusas dentro do MED ocorre por falta de evidências de golpe financeiro. Desde o lançamento do autoatendimento do MED, em que a pessoa pode pedir estorno do Pix sem contatar o banco, houve um aumento nas taxas de negativa de cerca de 70% para cerca de 80%, acompanhando o aumento no número de pedidos, que triplicaram.

    Em outubro, quando a medida começou a valer, foram 3.496.163 pedidos de devolução, sendo 422 mil aceitos; no mês anterior, 1.284.440, sendo 308 mil aceitos.

    Por isso, o BC está desenvolvendo um indicador de probabilidade de fraude, com base em um algoritmo de análise de dados. A partir de fevereiro de 2026, a instituição financeira deverá enviar mensagens aos clientes sobre a situação do pedido de devolução, nos casos de bloqueio, liberação e devolução.
    *
    VEJA A AGENDA DE SEGURANÇA DO PIX

    2025:
    – Cadastro obrigatório de aparelho para execução de Pix
    – Limite máximo de valor para transações
    – Adesão opcional ao MED (mecanismo especial de devoluções)

    Fevereiro de 2026:
    – MED se torna obrigatório
    – Expansão do rastreio de uma para cinco transferências
    – Instituições devem enviar mensagens sobre status dos pedidos de devolução

    Março de 2026:
    – Exclusão de 31 participantes indiretos caso não encontrem novo responsável (4 de março)

    Julho de 2026:
    – Expansão do escopo do MED

    Novembro de 2026:
    – Critérios de segurança para Pix automático entram em vigor

    Em desenvolvimento:
    – Matriz de risco para identificar falhas sistêmicas
    – Indicador de probabilidade de fraude (algoritmo)
    – Critérios para “fundada suspeita de fraude”
    – Dificuldade de acesso para pessoas com histórico de fraude

    Banco Central excluirá 31 empresas do Pix após reforçar segurança

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Vídeo mostra momento em que paraquedista fica preso na asa de avião

    Vídeo mostra momento em que paraquedista fica preso na asa de avião

    O incidente aconteceu durante um salto em grupo na Austrália e deixou o paraquedista pendurado na aeronave após o disparo acidental do paraquedas de reserva. Ele conseguiu se soltar e pousar com ferimentos leves.

    O Gabinete Australiano de Segurança nos Transportes divulgou nesta quinta-feira um vídeo que registra o momento em que um paraquedista ficou preso na asa de um avião durante um salto em Queensland.

    O caso aconteceu em 20 de setembro, quando um Cessna Caravan decolou do Aeroporto de Tully com um piloto e 17 paraquedistas, entre eles 16 em formação. De acordo com o ATSB, o incidente começou quando o primeiro paraquedista subia pela porta lateral e a alça do paraquedas reserva prendeu na aba da asa, acionando o equipamento de forma acidental.

    Arrastado para trás pela abertura súbita do paraquedas, o homem teve as pernas lançadas contra o estabilizador da aeronave, que ficou seriamente danificado. O paraquedas acabou enrolado na estrutura e o paraquedista permaneceu suspenso do lado de fora.

    Treze integrantes do grupo decidiram saltar imediatamente. Outros dois ficaram na aeronave e viram o colega utilizar uma faca para cortar as 11 linhas do paraquedas reserva. Depois de se soltar, ele conseguiu abrir o paraquedas principal e pousar em segurança, sofrendo apenas ferimentos leves nas pernas.

    O piloto, equipado com um paraquedas de emergência, chegou a se preparar para abandonar a aeronave durante a descida caso perdesse o controle. Após reduzir cerca de 750 metros de altitude, percebeu que ainda tinha condições de aterrissar e retornou com segurança a Tully.

    Segundo o comissário-chefe do ATSB, Angus Mitchell, o episódio reforça a importância de cuidados rigorosos durante a preparação do salto e da atenção às alças de segurança. Ele também destacou que portar uma faca com gancho, embora não seja obrigatório, pode ser decisivo para salvar vidas em casos de acionamento prematuro de paraquedas.

    Vídeo mostra momento em que paraquedista fica preso na asa de avião

  • Herdeiro que mora sozinho em imóvel pode ficar com o bem, decide STJ

    Herdeiro que mora sozinho em imóvel pode ficar com o bem, decide STJ

    O STJ afirma que “o herdeiro que tem a posse exclusiva do imóvel objeto de herança possui legitimidade e interesse na declaração de usucapião extraordinária em nome próprio”. Ou seja, mesmo que o imóvel pertença a todos os herdeiros, isso não impede que um deles peça para ficar com ele sozinho, desde que cumpra os requisitos da usucapião

    (FOLHAPRESS) – Maria morreu e deixou três filhos. Durante 15 anos, ninguém abriu inventário, e Pedro, um dos filhos, ficou morando sozinho na casa que era de sua mãe, sem qualquer contestação. Pedro pode passar a ser dono desse imóvel, adquirindo a propriedade dele por usucapião? O STJ (Superior Tribunal de Justiça) tem decidido que sim, desde que todos os requisitos legais estejam preenchidos.

    A orientação aparece no Informativo 822 da Corte, publicado em agosto de 2024, e resume a posição firmada em precedentes recentes.

    Especialistas ouvidos pela Folha de S.Paulo, contudo, ressaltam que o entendimento do STJ não cria um direito automático, ou seja, não quer dizer que qualquer pessoa que viva no imóvel quando ocorreu a morte do proprietário se torne automaticamente dono.

    A modalidade de usucapião extraordinária, citada no informativo, exige comprovações específicas, como prazo mínimo de posse contínua (15 anos, podendo ser reduzido a dez se houver moradia ou melhorias no imóvel), ausência de oposição e comportamento de proprietário (chamado de animus domini).

    O STJ afirma que “o herdeiro que tem a posse exclusiva do imóvel objeto de herança possui legitimidade e interesse na declaração de usucapião extraordinária em nome próprio”. Ou seja, mesmo que o imóvel pertença a todos os herdeiros, isso não impede que um deles peça para ficar com ele sozinho, desde que cumpra os requisitos da usucapião.

    Usucapião é um meio legal de adquirir a propriedade de um bem pela posse prolongada, ininterrupta e pacífica, agindo como se fosse o verdadeiro dono por um determinado período de tempo previsto em lei.

    Esse processo reconhece a posse de quem cuida e utiliza o bem como se fosse seu, mesmo sem um documento formal de compra.

    “É possível utilizar elementos testemunhais, mas precisam normalmente estar presentes documentos comprobatórios como o pagamento de IPTU, conta de luz, de água. No que se refere ao comportamento de proprietário, tem-se que observar o que o dono faz. Se conserva, limpa, paga, impede perecimento, impede invasão e se preocupa em estabelecer quais são as suas fronteiras”, diz Lara Soares, advogada do Pinho Soares.

    Um informativo é um tipo de publicação que reúne decisões importantes e consolidadas da Corte, mas não tem força vinculante, ou seja, não é de adoção obrigatória para outras partes ou órgãos.

    Lara diz que o entendimento do STJ no Informativo 822 corrige uma interpretação comum nos tribunais, de extinguir ações de herdeiros antes da fase de produção de provas.

    “É muito comum que se tenha extinção dos processos por falta de interesse processual, considerando que, como a pessoa já seria dona de parte daquele bem por ser herdeira, ela não poderia usucapi-lo. O que o STJ compreende é que não é pelo simples fato de o sujeito ser herdeiro que ele não pode ter a pretensão de usucapir. O coherdeiro pode ter a intenção de obter a declaração da usucapião em nome próprio se os requisitos da usucapião estiverem presentes”, afirma.

    Jaylton Lopes Jr, sócio do escritório Agi, Santa Cruz & Lopes Advocacia, diz que, na prática, a usucapião acontece quando o proprietário morre, os herdeiros demoram muito para abrir inventário e um deles fica na posse desde a morte até ao preenchimento de todos os requisitos exigidos.

    O inventário é um procedimento legal para listar e formalizar todos os bens, direitos e dívidas de uma pessoa falecida, com o objetivo de transferir o patrimônio aos herdeiros. Esse processo pode ser judicial, quando há testamento, desacordo entre os herdeiros e menores de idade, ou extrajudicial (em cartório, por meio de partilha).

    Ele é uma proteção ao patrimônio dos demais herdeiros que não estão na posse do bem, inclusive porque qualquer ação judicial, como pode ser o caso do inventário, interrompe o prazo da usucapião.

    Jaylton diz, porém, que essa interrupção de prazo só acontece com apresentação de ação entre herdeiros, não se aplicando se quem está ocupando o imóvel é um terceiro não-herdeiro.

    Para Lara Soares, a abertura do inventário acompanhada da citação do herdeiro que está na posse pode, mais do que interromper, inviabilizar a usucapião.

    “No meu ponto de vista a ação de inventário é um modo de você se opor. Se o herdeiro que está ocupando o bem estiver citado e esse bem constituir patrimônio litigioso, existe uma oposição da qual ele tem conhecimento e sua posse não é mais inconteste, o que fulminaria a pretensão da usucapião”, diz.

    Jaylton também explica que a decisão de um herdeiro de ocupar o bem que herdará por direito antes da morte do proprietário não produz efeitos para fins de usucapião.

    “É muito comum que um determinado herdeiro, por exemplo, um filho, fique num imóvel enquanto os pais ainda estão vivos. Esse filho não pode querer usucapir o bem, porque quando ele começou a posse dele, ainda que tenha sido há 15 anos, os pais deixaram ele morar lá. E se há mera tolerância ou permissão do proprietário de deixar a outra pessoa ficar no imóvel, essa pessoa que está no imóvel não tem um dos requisitos essenciais da usucapião, que é o ânimo de dono. Não basta você possuir, você precisa possuir como se dono fosse ou com a intenção de se tornar dono”, afirma.

    Quando se adquire um imóvel por usucapião não incidem alguns impostos como o ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação) e o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), porque a usucapião é uma forma originária de aquisição da propriedade, e não uma transferência.

    Diante disso, pode parecer vantajoso ajuizar uma ação de usucapião em vez de abrir um inventário, mas essa substituição é ilegal.

    “Vou te dar um exemplo. Somos aqui três herdeiros. O nosso pai deixou um imóvel. Aí a gente fala o seguinte: ‘Olha, não vamos abrir inventário. Vamos nós três ajuizar uma ação de usucapião, dizendo que a gente está na posse há muito tempo, porque quando você adquire o direito pela usucapião, você não paga imposto’. Isso é fraude à lei. A ação correta para partilhar o patrimônio é o inventário”, alerta Jaylton.

    Ainda segundo o advogado, para além do inventário, outras alternativas para impedir a usucapião por alguém que está fazendo uso exclusivo de um bem herdado em conjunto podem ser a formalização de acordos internos ou uma ação de arbitramento de aluguel, processo judicial para fixar o valor de um aluguel quando não há acordo entre as partes.

    Herdeiro que mora sozinho em imóvel pode ficar com o bem, decide STJ

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Marido de finalista do Miss Suíça é acusado de matar e ocultar o corpo

    Marido de finalista do Miss Suíça é acusado de matar e ocultar o corpo

    O Ministério Público de Basileia apresentou denúncia formal contra Thomas, acusado de matar a modelo Kristina Joksimovic e desmembrar o corpo para ocultar o crime. Um ano após o caso que chocou o país, o julgamento ainda não tem data marcada.

    Kristina Joksimovic, modelo e cantora que chegou à final do Miss Suíça em 2023, foi encontrada morta em 2024 em um crime que chocou o país. Segundo a imprensa internacional, ela voltava para casa, em Binningen, quando foi brutalmente atacada pelo marido, Thomas.

    De acordo com as investigações, após matá-la, o homem desmembrou o corpo, decapitou a vítima e triturou partes dos restos mortais com produtos químicos em um equipamento industrial na tentativa de eliminar qualquer evidência. O crime só veio à tona porque o pai de Kristina encontrou cabelos e fragmentos de pele da filha em sacos de lixo.

    Thomas, então com 41 anos, foi preso no dia seguinte. À polícia, afirmou que encontrou a esposa morta e que teria desmembrado o corpo em um momento de pânico, versão que nunca convenceu os investigadores. O casal tinha dois filhos.

    Um ano após o crime, o Ministério Público de Basileia-Campiña concluiu a investigação e apresentou denúncia por homicídio e perturbação da ordem pública. Em comunicado, as autoridades afirmam acreditar que Thomas matou a esposa dentro da residência da família. O acusado permanece detido e é considerado inocente até decisão judicial.

    O julgamento ainda não foi marcado. As autoridades destacam que o réu se recusou a liberar acesso ao seu celular, que pode conter informações importantes sobre a motivação, o planejamento e a cronologia do crime.

    Além de modelo e cantora, Kristina havia sido coroada Miss Noroeste da Suíça em 2007. A morte da jovem continua a repercutir amplamente no país.

    Marido de finalista do Miss Suíça é acusado de matar e ocultar o corpo

  • Shakira canta com os filhos em show na Argentina: "Foi mágico"

    Shakira canta com os filhos em show na Argentina: "Foi mágico"

    Shakira dividiu o palco com Milan e Sasha durante a música Acróstico em Buenos Aires, em uma aparição inesperada que emocionou o público. A artista descreveu o momento como “mágico” e afirmou que ver os filhos cantando ao seu lado será uma lembrança para toda a vida.

    Shakira protagonizou um dos momentos mais marcantes da turnê ao receber os filhos, Milan e Sasha, no palco durante o show em Buenos Aires, na Argentina. A aparição surpresa das crianças ocorreu enquanto a artista interpretava Acróstico, música lançada em 2023 e dedicada a ambos.

    O público reagiu com entusiasmo quando os meninos se juntaram à mãe para cantar o refrão da canção, transformando a apresentação em um dos pontos altos da noite. Horas depois, Shakira comentou o episódio nas redes sociais, descrevendo-o como um instante que ficará registrado para sempre.

    “Buenos Aires, obrigada por este momento que irá durar para sempre. Foi mágico cantar com meus filhos e vê-los colocar para fora a música que carregam dentro de si, enquanto vimos famílias inteiras também cantando e se abraçando”, escreveu no Instagram, acompanhando imagens do momento no palco.

    A participação de Milan e Sasha reforça a ligação da música com a família. No Grammy Latino de 2023, Shakira já havia apresentado Acróstico com as vozes dos filhos integradas à performance exibida na premiação.

    @babadoepodcast Shakira canta com os filhis no Grammy Latino#shakira #latingrammy #acrostico #fyp #maeefilho  som original – Chelle Oliver

    Shakira canta com os filhos em show na Argentina: "Foi mágico"

  • María Corina Machado surge em público em Oslo após meses escondida

    María Corina Machado surge em público em Oslo após meses escondida

    Líder da oposição venezuelana, vencedora do Nobel da Paz, fez sua primeira aparição pública em quase um ano ao saudar apoiadores na varanda de um hotel em Oslo. Ela deixou a Venezuela de forma clandestina e promete retornar ao país em breve.

    A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, vencedora do Prêmio Nobel da Paz, apareceu em público pela primeira vez diante de uma multidão em Oslo, na Noruega, depois de passar vários meses escondida na Venezuela.

    A opositora não conseguiu chegar a tempo da cerimônia oficial de entrega do Nobel. A filha dela, Ana Corina Sosa, recebeu o prêmio e leu o discurso em seu nome. Mesmo assim, Machado havia indicado que chegaria à capital norueguesa horas mais tarde. O Instituto Nobel, porém, anunciou depois que ela também não participaria dos demais eventos, incluindo o tradicional banquete.

    De acordo com a BBC, María Corina Machado surgiu na varanda do Grand Hotel de Oslo por volta das 2h30 da madrugada, horário local, sendo recebida por dezenas de apoiadores que gritavam palavras como “corajosa” e “liberdade”. Pouco depois, ela desceu para a rua, onde abraçou simpatizantes.

    Foi a primeira aparição pública da líder opositora em quase um ano. Machado foi acusada na Venezuela de traição à pátria e conspiração. Na manhã desta quinta-feira, ela voltou a ser vista deixando o hotel. A agenda do dia inclui uma visita ao Parlamento norueguês.

    María Corina Machado teria deixado a Venezuela de barco

    Segundo o The Wall Street Journal, Machado deixou o país na terça-feira em uma embarcação rumo a Curaçao, numa tentativa de chegar a Oslo para a cerimônia do Nobel. O jornal, citando fontes do governo dos Estados Unidos, afirma que ela viajou de forma clandestina até a ilha caribenha, situada a menos de 80 quilômetros da costa venezuelana.

    Apesar da fuga arriscada, a opositora afirmou que pretende retornar “muito em breve” ao seu país após a passagem pela Noruega.

    Oposição acusa Maduro de “terrorismo de Estado”

    No discurso lido por sua filha durante a entrega do Nobel, Machado acusou o regime de Nicolás Maduro de praticar “terrorismo de Estado” e disse acreditar que o retorno de milhares de venezuelanos que deixaram o país está próximo.

    “Meus queridos venezuelanos, o mundo ficou maravilhado com o que conquistamos, e em breve testemunhará uma das cenas mais comoventes do nosso tempo: nossos entes queridos voltando para casa. E eu estarei novamente na ponte Simón Bolívar, onde um dia chorei entre os milhares que partiam, para recebê-los de volta à vida luminosa que nos espera”, declarou.

    Ela também condenou os “crimes contra a humanidade documentados pelas Nações Unidas” e criticou o que chamou de tentativa do governo de “enterrar a vontade do povo”.

    María Corina Machado surge em público em Oslo após meses escondida

  • Luis Enrique abre o jogo e diz que prefere não encarar o Flamengo

    Luis Enrique abre o jogo e diz que prefere não encarar o Flamengo

    A presença do Flamengo na semifinal da Copa Intercontinental, conquistada após a vitória por 2 a 1 sobre o Cruz Azul, repercutiu imediatamente no ambiente do PSG. Enquanto o time carioca se prepara para enfrentar o Pyramids, do Egito, o clube francês observa atentamente o desenvolvimento da outra chave. E, ao contrário do que muitos poderiam imaginar, Luis Enrique já tem uma preferência clara sobre quem gostaria de ver na final.

    Durante entrevista à TNT Sports, o técnico do PSG não hesitou ao ser questionado sobre o assunto. O espanhol afirmou que, se pudesse escolher, evitaria um confronto com o Flamengo.
    “Eu prefiro o Pyramids, que não conheço, mas que seguramente também pode nos vencer. Mas a minha preferência não é o Flamengo, isso para mim está claro”, afirmou.

    Luis Enrique explicou que sua comissão técnica monitora o Flamengo há algum tempo e que o desempenho da equipe brasileira chama a atenção desde o último Mundial de Clubes, disputado no meio do ano. Para ele, o conjunto rubro-negro reúne força técnica, experiência e um comando confiável, fatores que justificam o respeito.
    “É uma grande equipe, com jogadores de qualidade e experiência e um grande treinador”, observou.

    O técnico também lembrou que, no Mundial, o PSG acabou derrotado pelo Chelsea na decisão, enquanto o Flamengo caiu para o Bayern de Munique ainda nas oitavas, o que impediu um encontro direto entre os dois clubes naquela ocasião.

    Agora, a possibilidade desse duelo enfim acontecer depende das partidas do próximo sábado (13). O Flamengo encara o Pyramids em Al Rayyan valendo vaga na final, enquanto o PSG enfrenta o Metz pelo Campeonato Francês, mas já projetando o dia 17, quando será disputada a decisão da Intercontinental.

    O time brasileiro volta a campo no próximo sábado (13), às 14h (horário de Brasília), contra o egípcio Piramyds. Quem ganhar, decidirá o  título com o francês Paris Saint-Germain (PSG) no dia 17 de dezembro (uma quarta-feira).

    Agência Brasil | 19:48 – 10/12/2025

    Luis Enrique abre o jogo e diz que prefere não encarar o Flamengo

  • Influenciador dos EUA é investigado após lançar gambás em vídeos virais

    Influenciador dos EUA é investigado após lançar gambás em vídeos virais

    Charles Ross, que tem mais de 2 milhões de seguidores, gerou revolta ao aparecer arremessando gambás com uma catapulta. Autoridades da Flórida analisam denúncias e possíveis crimes contra a vida selvagem.

    O influenciador norte-americano Charles Ross, conhecido nas redes sociais como RossCreations, passou a ser investigado pelas autoridades da Flórida depois de publicar um vídeo em que aparece lançando um gambá por meio de uma catapulta improvisada. As imagens, divulgadas no fim de novembro, rapidamente viralizaram e geraram forte indignação entre usuários e organizações de proteção animal.

    No vídeo, Ross mostra um dispositivo apelidado por ele de “opossum launcher”, que atrai o animal com comida e o projeta para o alto assim que ele pisa na plataforma. O gambá cai no chão logo depois, enquanto o influenciador faz comentários em tom de humor. Embora Ross seja conhecido por pegadinhas e invenções excêntricas, o conteúdo foi amplamente criticado por suposta crueldade contra animais silvestres.

    Segundo o site TMZ, o gabinete do xerife do condado de Sarasota recebeu dezenas de denúncias assim que o vídeo começou a circular. A Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida informou que está trabalhando com o Ministério Público local para apurar possíveis infrações ambientais. Em nota, o órgão confirmou que o caso está sob análise e que medidas legais podem ser tomadas dependendo da conclusão da investigação.

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Reprodução- Redes Sociais  

    A repercussão negativa rapidamente tomou as redes do influenciador, que soma mais de dois milhões de seguidores no Instagram. Internautas passaram a exigir responsabilização e criaram inclusive uma petição online pedindo sua prisão. Em perfis estrangeiros especializados em cultura digital, como o Dexerto, Ross foi apontado como reincidente em conteúdos polêmicos, já que vídeos anteriores também mostravam invenções que envolviam animais ou situações de risco.

    Até o momento, o influenciador não comentou publicamente a investigação. As autoridades seguem analisando o material para determinar se houve violação das leis da Flórida relacionadas a maus-tratos e interferência com vida selvagem.

    Influenciador dos EUA é investigado após lançar gambás em vídeos virais

  • Senado aprova PL Antifacção com penas que podem chegar a 120 anos

    Senado aprova PL Antifacção com penas que podem chegar a 120 anos

    Conhecido como PL Antifacção, o texto, que passou também nessa quarta pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), aumenta as penas para integrantes de grupos criminosos: líderes podem receber condenações de até 60 anos, com previsão de aumento de penas em casos específicos para até 120 anos, segundo o relato

    O plenário do Senado aprovou nessa quarta-feira (10), por unanimidade, o projeto que cria um novo marco legal para o enfrentamento ao crime organizado no país. O texto reformula a proposta aprovada pela Câmara, em novembro. A versão do relator, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), ao PL 5.582/2025, do Poder Executivo, retorna para análise dos deputados. 

    Conhecido como PL Antifacção, o texto, que passou também nessa quarta pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), aumenta as penas para integrantes de grupos criminosos: líderes podem receber condenações de até 60 anos, com previsão de aumento de penas em casos específicos para até 120 anos, segundo o relator. O projeto também torna mais rígidas as regras de progressão de regime e determina que chefes de facções e milícias privadas cumpram pena obrigatoriamente em presídios federais de segurança máxima.

    Alessandro explicou que seu parecer buscou aprimorar o modelo de combate a facções e milícias que exercem controle armado sobre territórios, intimidam comunidades e limitam a presença do Estado. O relator afirmou ter sido pressionado pelo lobby de diversos setores como o de corporações, da academia, dos tribunais e dos ministérios públicos:

     

    O lobby que não teve acesso a esta Casa, sob o ponto de vista estruturado, foi o das vítimas, foi o da população que fica diuturnamente à mercê do domínio de facções e milícias.  É em homenagem a essas, que não podem aqui acionar lobbies, que a gente faz o trabalho que faz aqui — disse. 

    Terrorismo

    O relator removeu do projeto a tipificação do crime de “domínio social estruturado”, incluída pela Câmara para integrantes de facções, milícias ou paramilitares que controlam territórios. Vieira considerou que o conceito era amplo e pouco preciso, abrindo margem para distorções.

    Durante a votação em plenário, senadores da oposição defenderam que o projeto equiparasse as ações de facções e milícias ao crime de terrorismo. Uma emenda apresentada pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE) com esse objetivo, porém, foi rejeitada pela maioria dos senadores.

    O senador Carlos Portinho (PL-RJ) afirmou que esses grupos agem de forma a espalhar pânico e restringir o direito de ir e vir de toda a comunidade. 

    Bandidos e narcotraficantes que usam drones para jogar granadas a esmo, dentro de comunidades onde a polícia, está subindo. Esse ato é o quê? Bombas lançadas por drones, granadas. Isso é terrorismo puro, disse o senador, ao defender que facções e milícias que adotam esse tipo de conduta sejam enquadrados na legislação antiterrorismo.

    O senador Jorge Seif (PL-SC) apoiou a mudança, dizendo que a intenção formal das organizações não muda o impacto de suas ações sobre a sociedade. “Mesmo que organizações criminosas não tenham esse objetivo, o efeito final é o mesmo”, declarou.

    O senador Eduardo Girão (Novo-CE) defendeu que o Congresso reconheça explicitamente a gravidade desses crimes. 

    Terrorismo a gente tem que chamar pelo nome. O que está acontecendo no Brasil é terrorismo, disse.

    Em resposta, Alessandro Vieira argumentou que a definição técnica de terrorismo não se aplica aos grupos que atuam no país, destacando que o terrorismo tem motivação política, ideológica ou religiosa. O relator afirmou que, apesar de produzir sensação de terror, a atuação dessas organizações visa apenas proteger atividades ilícitas e não pressionar governos ou populações por objetivos políticos. O senador lembrou que o enquadramento de um grupo como terrorista pode justificar ações militares e sanções externas contra o país.

    Por mais que a sensação de terror seja uma consequência natural da ação das organizações criminosas, isso não as faz organizações terroristas. Não há nenhum benefício para o Brasil em reconhecer o Comando Vermelho, o PCC ou qualquer outra facção como terrorista, afirmou. 

    Atualização da lei existente

    Uma das principais mudanças de Vieira foi a opção de atualizar a Lei das Organizações Criminosas, e não criar uma legislação paralela, abordagem que poderia gerar questionamentos e beneficiar condenados.

    O relator também suprimiu dispositivos aprovados pelos deputados que, de acordo com sua avaliação técnica, violavam a Constituição, como: a extinção do auxílio-reclusão, a proibição de voto para presos provisórios, tipos penais considerados vagos e regras que enfraqueceriam garantias processuais.

    Punições mais altas 

    O parecer endurece penas para integrantes, financiadores e líderes de facções e milícias. Homicídios cometidos por membros desses grupos passam a ter pena de 20 a 40 anos.

    O projeto define como facção criminosa qualquer organização que dispute ou controle territórios ou atue em mais de um estado. Integrar ou financiar esses grupos passa a ser punido com 15 a 30 anos de prisão. Para quem ocupa posição de comando, a pena pode ser dobrada e chegar a 60 anos.

    Além disso, o relator incluiu novas situações que permitem ampliar as punições, tanto para líderes quanto para membros de facções, milícias ou outras organizações criminosas, podendo elevar a condenação máxima para até 120 anos.

    Progressão de regime mais rígida

    O Senado estabeleceu critérios mais severos para progressão:

    condenados por crimes hediondos devem cumprir o mínimo de 70% da pena no regime fechado;

    integrantes de facções ou milícias precisam cumprir 75% a 85%, dependendo das circunstâncias;

    reincidentes podem ter percentuais ainda maiores.

    Inteligência e investigação: dados, infiltração e escutas

    O texto atualiza instrumentos de investigação, permitindo: escutas ambientais e monitoramento por softwares especiais, com autorização judicial; acesso mais rápido a dados de investigados em hipóteses previstas em lei; pedidos emergenciais de informações, sem ordem judicial, quando houver risco à vida de alguém; interceptações telefônicas aceleradas, com autorização de até cinco dias e renovação possível.

    O relator também restabeleceu a possibilidade de delatores atuarem como infiltrados — proposta original do governo que havia sido retirada no relatório da Câmara.

    Integração institucional e banco de dados nacional

    O projeto formaliza as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficcos), que reúnem polícias e órgãos de investigação. Além da Polícia Federal (PF) e das polícias estaduais, poderão participar o Ministério Público, Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Receita Federal e o Banco Central.

    A proposta também cria um cadastro nacional de integrantes e empresas ligadas a organizações criminosas, que deverá ser replicado pelos estados.

    Monitoramento no sistema prisional e visitas

    O texto prevê o monitoramento de conversas e visitas a presos ligados a facções, mas mantém a inviolabilidade entre advogados e clientes, salvo em decisão judicial específica.

    Pessoas condenadas por crimes previstos na Lei de Organizações Criminosas não terão direito à visita íntima.

    Financiamento: nova Cide para bets

    O relator incluiu a criação de um tributo (Cide) sobre apostas online (bets), com alíquota de 15%, sobre transferências de pessoas físicas para as plataformas. Essa contribuição terá validade até a cobrança plena do Imposto Seletivo criado na reforma tributária e os recursos serão destinados ao Fundo Nacional de Segurança Pública. A arrecadação estimada é de R$ 30 bilhões por ano.

    Alessandro também propõe uma regra temporária de regularização para bets que atuam sem licença, com previsão de arrecadação adicional de até R$ 7 bilhões.

    O relator eliminou as alterações feitas na Câmara sobre a destinação de recursos apreendidos para fundos de segurança. Em lugar disso, ele determinou que o governo apresente e regulamente, em até 180 dias após a sanção da lei, todos os fundos federais ligados à área de segurança.

    O texto também fecha espaço para as bets que operam na clandestinidade, usadas para crimes, lavagem de dinheiro e concorrência desleal. Alessandro Vieira incluiu uma emenda de redação alinhada com a Receita e o Ministério da Fazenda que prevê medidas como a responsabilidade solidária de empresas de pagamento e instituições financeiras. 

    Uma bet ilegal só funciona porque alguém patrocina sua publicidade e porque alguma instituição permite o pagamento, afirmou. 

    Proteção a testemunhas

    A versão aprovada pelo Senado mantém o tribunal do júri para julgar homicídios ligados ao crime organizado e prevê medidas de segurança para jurados e testemunhas, como sigilo de dados e interrogatórios por videoconferência. O relator destacou que a proteção constitucional não pode ser retirada por lei comum.

    Responsabilização de agentes públicos

    Quem for condenado por integrar, apoiar ou liderar facções fica inelegível por oito anos, mesmo antes do trânsito em julgado. Servidores públicos que colaborarem com essas organizações ou se omitirem podem perder o cargo imediatamente.

    Combustíveis

    Em razão da incidência do crime organizado no mercado de combustíveis, o senador incluiu regras mais rígidas de controle de formulação e venda de combustíveis na versão aprovada na CCJ, mas, no plenário, acatou emenda da senadora Tereza Cristina (PP-MS) para rever esse trecho da proposta. Ele também acatou parcialmente emenda do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) sobre o tema.

    A formulação de combustíveis deve ser melhor debatida em outro momento e já se encontra na agenda regulatória da ANP, que tem enfrentado esse tema administrativamente, disse.

    O projeto exige que os postos de combustíveis e empresas da área façam o registro de operações de venda, transporte e armazenamento de petróleo, gás, biocombustíveis e combustíveis sintéticos.

    Outras mudanças incluídas pelo Senado

    Crime específico para recrutar crianças e adolescentes, com penas de 5 a 30 anos.

    Possibilidade de bloquear energia, internet e telefonia de investigados.

    Prazo de 90 dias para conclusão de inquéritos com investigados presos (270 dias para soltos), com possibilidade de prorrogação.

     

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