Autor: REDAÇÃO

  • Tabata defende projeto sobre antissemitismo e critica 'ódio arraigado' em parte da esquerda

    Tabata defende projeto sobre antissemitismo e critica 'ódio arraigado' em parte da esquerda

    Deputada defende projeto contra antissemitismo, critica governo Netanyahu e tenta separar proteção à comunidade judaica de críticas a Israel; proposta divide especialistas e enfrenta resistência no Congresso, enquanto Tabata também alerta para riscos de desinformação e influência política nas redes sociais.

    (CBS NEWS) – A deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP), em visita a Washington, reforçou a defesa de um projeto de lei voltado ao combate ao antissemitismo no Brasil.

    Alvo de críticas por encabeçar o projeto, a parlamentar buscou desvincular a proteção aos judeus brasileiros das críticas ao governo de Israel. Tabata classificou a gestão do primeiro-ministro israelense Binyamin Netanyahu como “criminosa” e disse que crimes cometidos na guerra devem ser denunciados.

    Como a Folha mostrou, o projeto divide especialistas -parte vê na proposta um avanço na discussão de proteção à comunidade judaica, mas há quem enxergue um risco à liberdade de expressão.

    O principal ponto de tensão está no modelo de conceituação. O texto classifica como antissemitas, por exemplo, manifestações que “podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica”, ou que comparem as políticas israelenses às dos nazistas.

    A deputada lamentou os xingamentos recebidos e disse que não se pode aceitar “essa confusão”. “De fato, existe o antissemitismo no Brasil. De fato, existe um ódio arraigado que está localizado em uma parte da esquerda”, disse ela nesta quarta-feira (8), sem citar nomes.

    A deputada afirmou que é preciso ter no combate ao antissemitismo a mesma coragem que se tem para “denunciar o ódio contra as mulheres, para denunciar o racismo, para denunciar o crime cometido por Netanyahu”. “Na minha opinião, não dá pra escolher quais seres humanos merecem o nosso respeito e quais não merecem.”

    Ela disse lamentar que a luta por direitos pareça ter se tornado “seletiva” para alguns grupos, citando os ataques que recebeu após a apresentação da proposta, que foca primordialmente em políticas educacionais e foi construída com apoio de parlamentares de diversos partidos, incluindo o PT e a Rede.

    “A mesma pessoa que fala do machismo, que se posiciona contra a misoginia, o ódio contra as mulheres, ela reproduz esse ódio quando o público é outro. Tá faltando coerência no Brasil, em muitas lideranças políticas. Mas, a gente vai combater esse ódio com informação, que é o que o projeto busca, e não com mais ódio.”

    A proposta foi composto por uma miscelânea de deputados, incluindo Kim Kataguiri (Missão-SP), Paulinho da Força (Solidariedade-SP), Otoni de Paula (MDB-RJ), Gilvan da Federal (PL-ES) e Heloísa Helena (Rede-RJ).

    No dia 30, congressistas, em especial do PT, pediram a retirada de assinaturas: Heloísa Helena, Reginaldo Veras (PV-DF), Welter (PT-PR), Vander Loubet (PT-MS) Alexandre Lindenmeyer (PT-RS), Luiz Couto (PT-PB), Ana Paula Lima (PT-SC) e Reginaldo Lopes (PT-MG).

    Nas redes sociais, parlamentares criticaram a proposta, como a deputada Sâmia Bonfim (PSOL-SP), que classificou a projeto como “um grande absurdo” e disse que a iniciativa visa “tornar crime críticas ao Estado de Israel, chamando elas de antissemitismo”.

    Durante um encontro com estudantes em Washington, Tabata destacou ainda que o momento atual exige uma regulação rigorosa das big techs para impedir que algoritmos e financiamentos obscuros distorçam a soberania nacional.

    Segundo a deputada, o cenário de desinformação é agravado por um alinhamento político entre figuras como Donald Trump e a família Bolsonaro, o que acende um alerta para as próximas eleições.

    Ela argumenta que a falta de transparência permite que páginas de entretenimento e influenciadores sejam financiados para propagar conteúdos políticos sem que o eleitor saiba que está diante de uma peça publicitária.

    A deputada relembrou as denúncias que formalizou contra a candidatura de Pablo Marçal em 2024, classificando o uso de recursos não declarados para impulsionamento como “caixa dois digital”. Para ela, a neutralidade das plataformas não é apenas uma questão técnica, mas um pilar de defesa contra a intervenção de nações estrangeiras.

    Tabata defende projeto sobre antissemitismo e critica 'ódio arraigado' em parte da esquerda

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  • Revelada a causa da morte de Valerie Perrine, atriz de “Superman

    Revelada a causa da morte de Valerie Perrine, atriz de “Superman

    Documentos oficiais apontam que a atriz, conhecida por “Superman – O Filme”, morreu após uma parada cardiorrespiratória, com Parkinson e demência como fatores contribuintes. A notícia foi divulgada por uma amiga, que também pediu apoio financeiro para realizar o último desejo da artista.

    A causa da morte da atriz Valerie Perrine foi confirmada pelo Departamento de Saúde de Los Angeles. De acordo com documentos oficiais obtidos pela WSMV, a artista sofreu uma parada cardiorrespiratória. A certidão também aponta que o Parkinson, diagnosticado em 2015, foi considerado a condição subjacente que levou ao óbito. A demência aparece como outro fator que contribuiu para a morte.

    Valerie Perrine tinha 82 anos. A notícia foi divulgada em 23 de março por uma amiga próxima, Stacey Souther, que publicou um comunicado nas redes sociais. Na mensagem, ela escreveu: “É com profunda tristeza que partilho a notícia devastadora da morte da Valerie. Ela enfrentou a doença de Parkinson com incrível coragem e compaixão, nunca reclamando uma única vez. Foi uma verdadeira inspiração que viveu a vida ao máximo – e que vida magnífica ela teve. O mundo está menos bonito sem a presença dela. Amo-te, Valerie. Vemo-nos do outro lado”.

    Stacey também pediu doações para uma campanha no GoFundMe destinada a cobrir os custos do funeral. Segundo ela, o desejo da atriz “é ficar no Cemitério Forest Lawn”. A amiga explicou que, após mais de 15 anos convivendo com o Parkinson, as finanças de Valerie “ficaram a zero”, e reforçou o apelo para que o último desejo da artista pudesse ser realizado.

    Valerie Perrine ficou conhecida mundialmente por interpretar Eve Teschmacher, namorada de Lex Luthor, em Superman – O Filme (1978) e Superman II – A Aventura Continua (1980). Sua carreira inclui ainda produções como W.C. Fields e Eu, O Cavaleiro Elétrico, A Fronteira, Elas Querem é Dançar e Do Que as Mulheres Gostam.

    A atriz foi indicada ao Oscar por sua atuação em Lenny. Na televisão, participou da série de comédia Leo & Liz in Beverly Hills (1986) e apareceu em produções como Ghostwriter, Homicide: Life on the Street, ER, The Practice, Walker, Texas Ranger e Third Watch, segundo lembrou a revista People.

    Revelada a causa da morte de Valerie Perrine, atriz de “Superman

  • Brasil ganhou 9 milhões de novos inadimplentes desde o fim do Desenrola

    Brasil ganhou 9 milhões de novos inadimplentes desde o fim do Desenrola

    O programa durou cerca de 10 meses e conseguiu reduzir o número de inadimplentes que ganhavam até dois salários mínimos ou eram inscritos no Cadastro Único de 25,2 milhões para 23,1 milhões quando terminou, em maio de 2024. Esse era o público-alvo do Desenrola

    (FOLHAPRESS) – O alívio foi temporário. Quase dois anos após o fim do Desenrola, programa de renegociação de dívidas criado pelo governo federal em julho de 2023, o Brasil ganhou 9 milhões de novos inadimplentes, e convive com um calote do consumidor no maior patamar desde 2012. Hoje há um contingente de 81,7 milhões de pessoas que estão com contas atrasadas.

    O governo agora debate a reedição de um programa voltado para endividados que, para especialistas, foi pensado desde o início para atacar os sintomas e não a raiz do superendividamento.

    Promessa de campanha do governo Lula, o Desenrola foi lançado com o objetivo de combater a inadimplência crescente do pós-pandemia. Na época, o número de inadimplentes estava no patamar recorde de 71,4 milhões, segundo dados da Serasa, e a inadimplência era de 4,14% (índice de contas com mais de 90 dias em atraso).

    O programa durou cerca de 10 meses e conseguiu reduzir o número de inadimplentes que ganhavam até dois salários mínimos ou eram inscritos no Cadastro Único de 25,2 milhões para 23,1 milhões quando terminou, em maio de 2024. Esse era o público-alvo do Desenrola.

    O número total de devedores, de todas as faixas de renda, subiu a 72,5 milhões, enquanto o calote acima de 90 dias se reduziu a 3,69%.

    Segundo especialistas, o programa ajudou a controlar um crescimento que poderia ser ainda maior do superendividamento. Passado esse efeito pontual, a inadimplência voltou a crescer com força, impulsionada pelos juros cada vez maiores, pela oferta agressiva de crédito pelas instituições financeiras e pela explosão das bets.

    Esse cenário levou o número de inadimplentes a alcançar quase 82 milhões de indivíduos em fevereiro deste ano, enquanto a inadimplência da carteira de crédito total das pessoas físicas (incluindo os empréstimos imobiliários) alcançou 5,24%, a maior em 14 anos.

    “O governo tomou uma medida paliativa, que não interrompeu o ciclo que promove o endividamento”, diz a economista Ione Amorim, consultora de serviços financeiros do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor). “Parte dos consumidores saiu temporariamente das estatísticas, mas isso não quer dizer que não estavam mais endividados.”

    Para ela, a proposta do Desenrola foi reabilitar a situação financeira dos brasileiros para que voltassem a consumir. Ela lembra que a primeira medida do programa foi excluir os negativados com dívidas de até R$ 100 dos cadastros dos birôs de crédito.

    “Quem teve o nome limpo foi pegar crédito, mas houve um rebote, com a inadimplência voltando a crescer de forma acelerada”, afirma a economista.
    Atualmente, a maior parte das dívidas são com bancos, principalmente de cartão de crédito (26,7% do total), seguidos por contas de consumo, como água e luz (21,3%) e dívidas com financeiras (20,3%), segundo dados da Serasa.

    DIFICULDADE DE ACESSO À PLATAFORMA

    Quando foi encerrado, o Desenrola havia atendido 15 milhões de pessoas com dívidas de R$ 53,2 bilhões. O Ministério da Fazenda afirmou, por meio da sua assessoria de imprensa, que a pasta avalia que o Desenrola atingiu seu objetivo. “O valor negociado corresponde a 0,5% do Produto Interno Bruto”, afirmou.

    Um número preliminar previa alcançar até 30 milhões de indivíduos. O resultado ficou abaixo do esperado, na avaliação de especialistas, por erros de implementação principalmente na segunda fase do programa.

    A primeira se concentrou nos devedores com renda até R$ 20 mil, que renegociaram dívidas diretamente com as instituições financeiras. Já a segunda etapa, com foco na população de baixa renda, exigia que os inadimplentes entrassem na plataforma digital criada para o programa.

    Isso se revelou uma barreira, já que a plataforma demandava que o devedor possuísse contas ouro e prata no portal Gov.br para acesso. Posteriormente, a exigência foi reduzida para contas do nível bronze.

    “Isso deixou a adesão mais lenta”, aponta Lauro Gonzalez, coordenador do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira da FGV. Entre os pontos positivos do programa ele cita a limitação da taxa de juros do crédito renegociado e a construção da plataforma do governo para renegociação de dívidas, que pode ser usada futuramente.

    “Não me parece que houve uma preocupação com as causas estruturais do superendividamento”, afirma.

    O salto do número de endividados nos últimos anos pode ser explicado, segundo ele, por uma oferta agressiva de crédito. “Hoje há uma combinação de mais atores atuando no mercado de crédito digital, oferecendo empréstimos de forma quase automática. Os juros altos são a cereja do bolo”, diz.

    É a mesma avaliação de André Sacconato, economista da FecomercioSP. “Isso, somado à baixa educação financeira e altas taxas de juros, levou ao crescimento do endividamento.”

    Para Fabio Bentes, economista-chefe da CNC (Confederação Nacional do Comércio), o pano de fundo da elevação do superendividamento é a alta na taxa básica de juros, que subiu de 10,50% ao ano, patamar de quando o Desenrola foi encerrado, a 14,75% ao ano hoje.

    “O Desenrola teve boas intenções, mas não resolveu o problema nem de longe. Quando o paciente tem uma doença grave e você dá uma aspirina para ele, não vai resolver”, diz.

    O Ministério da Fazenda estuda hoje um novo programa, cujo objetivo é renegociar principalmente dívidas de modalidades mais caras, como cartão, cheque especial e crédito pessoal sem garantia, oferecendo abatimentos de até 80% e refinanciamento do restante.

    Os especialistas avaliam que a nova renegociação corre o risco de cometer os mesmos erros se o foco for em uma solução apenas emergencial.

    O governo avalia estipular contrapartidas para quem acessar a ajuda federal -entre elas uma restrição a apostas em bets e a necessidade de se fazer um curso de educação financeira, como mostrou a Folha.

    Gonzalez, da FGV, acredita que é preciso aprimorar a regulação da oferta do crédito digital. “Quando um imóvel vai ser financiado, por exemplo, existe uma limitação do quanto o crédito vai representar da renda da pessoa. Essa limitação poderia ser pensada para outras modalidades.”

    Brasil ganhou 9 milhões de novos inadimplentes desde o fim do Desenrola

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  • Abel lamenta empate do Palmeiras com Junior e alfineta Conmebol após pênalti com auxílio do VAR

    Abel lamenta empate do Palmeiras com Junior e alfineta Conmebol após pênalti com auxílio do VAR

    Abel Ferreira afirmou que o Palmeiras poderia ter conquistado a vitória na Colômbia contra o Junior Barranquilla, nesta quarta-feira, na estreia pela Libertadores. Com um gol em cada tempo, as equipes empataram por 1 a 1. Após a partida, o treinador lamentou as chances desperdiçadas pelo time alviverde, principalmente no segundo tempo, quando dominou o adversário.

    “Um gramado muito difícil de se jogar para quem tem que propor e criar, mas não foi esse o problema. Acho que nós, quando entramos no ritmo de jogo, mesmo na segunda parte, quem entrou, entrou muito bem. O Sosa, o Khelven, o Lucas, o Felipe, o Luigi entraram muito bem. Tivemos o gol que fizemos, tivemos uma situação do Felipe dentro da área que passou muito perto. Sinceramente, apesar do nosso adversário estar mais fresco, apesar do nosso adversário ter sido mais intenso no início, e apesar de tudo que falaste anteriormente, acho que só nos faltou, por todas as oportunidades que criamos, fazer gol, nada mais”, disse o português.

    O calor e o gramado irregular foram obstáculos no caminho do Palmeiras em Cartagena, na Colômbia. Jogando fora de casa, a equipe viu o adversário abrir o placar logo no início, após cobrança de pênalti. Depois de ir para o intervalo em desvantagem, o time buscou o empate na segunda etapa. Em um contra-ataque, Ramón Sosa marcou um belo gol e igualou o placar.

    A atuação do paraguaio, inclusive, foi destacada durante a entrevista coletiva. O jogador saiu do banco de reservas e foi um dos responsáveis pela melhora do Palmeiras no segundo tempo.

    “Acho que entrou muito bem no jogo, é um jogador que faz movimentos contrários ao Maurício. O Maurício gosta de mais via ligada de jogo e, muitas vezes, deixamos essa situação de apoio e profundidade para o López. Mas, em função daquilo que tem sido o desgaste do Maurício, a relação de jogos atrás de jogos, acho que o Ramón entrou muito bem, fez gol, criou também para os colegas. Pena foi muito, acho que faltou um detalhe para nós não conseguir fazer gol”, afirmou Abel.

    O treinador também aproveitou para criticar a Conmebol em relação ao uso do VAR. Apesar de discordar de decisões da arbitragem, ele disse esperar melhora nesta edição da competição.

    “Eu acho que parece que o VAR vai funcionar. Isso é bom. No ano passado, o VAR aqui da Conmebol não funcionou e este ano parece que vai funcionar. Uma coisa boa.”

    Na sequência da temporada, o Palmeiras enfrenta o Corinthians no próximo domingo, às 18h30 (horário de Brasília), na Neo Química Arena, pelo Campeonato Brasileiro

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    Atacante inicia recuperação após lesão na coxa e segue protocolo em quatro etapas no CT. Sem prazo para retorno, evolução será monitorada com exames frequentes, e expectativa interna é de que ainda volte a atuar antes da pausa para a Copa do Mundo

    Folhapress | 14:00 – 08/04/2026

    Abel lamenta empate do Palmeiras com Junior e alfineta Conmebol após pênalti com auxílio do VAR

  • Lula pode não concorrer às eleições deste ano; entenda

    Lula pode não concorrer às eleições deste ano; entenda

    O presidente se elegeu em 2022 prometendo que não disputaria um novo mandato. Após a posse, porém, passou a afirmar que cogitava concorrer mais uma vez. Em declarações públicas, afirmou que a candidatura dependeria de estar bem de saúde. O mandatário completará 81 anos em outubro

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Durante entrevista nesta quarta-feira (8), o presidente Lula (PT) deixou em aberto sua candidatura à Presidência nas eleições deste ano -que até o momento, vinha sendo dada como certa.

    “Falo que eu não decidi ser candidato ainda, mas o fato é que vai ter uma convenção no meio de junho e eu, para decidir ser candidato, vou ter que apresentar um programa, uma coisa nova pra esse país. Alguma coisa para que a gente não fique só ‘entra um mandato, acaba com a fome, sai, volta e a fome tá de volta outra vez’”, disse, em entrevista ao ICL Notícias.

    Diante da fala, o presidente foi questionado se poderia não ser mais considerado pré-candidato, ao que Lula evitou afirmar. “Todo mundo sabe que dificilmente eu deixarei de ser candidato. Porque vai ter uma convenção em junho e nós vamos tentar”, respondeu.

    “Eu quero e eu vou pleitear a necessidade de a gente reconstruir uma aliança política forte para que a gente não permita que os fascistas voltem a governar esse país. Esse é o papel que eu tenho pra jogar agora. Qual é a vantagem que eu tenho? Eu tenho o acúmulo de experiência que ninguém tem nesse país.”

    O presidente se elegeu em 2022 prometendo que não disputaria um novo mandato. Após a posse, porém, passou a afirmar que cogitava concorrer mais uma vez. Em declarações públicas, afirmou que a candidatura dependeria de estar bem de saúde. O mandatário completará 81 anos em outubro.

    No ano passado, ele afirmou: “Para eu ser candidato eu tenho que ser muito sincero e honesto comigo. Eu preciso estar 100% de saúde”.

    Lula já até anunciou seu vice na chapa para a eleição presidencial deste ano, novamente Geraldo Alckmin (PSB). “Ele é candidato a vice-presidente da República outra vez”, disse, em reunião no último dia 31.

    Também na entrevista desta quarta, Lula criticou outros pré-candidatos, como Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Ronaldo Caiado (PSD).

    Pesquisa da Meio Ideia, divulgada nesta quarta, mostrou que Lula e Flávio estão em empate técnico em uma simulação de segundo turno para a eleição presidencial de 2026.

    No confronto direto, Flávio marca 45,8%, ante 45,5% de Lula -o senador aparece numericamente à frente, mas a diferença de 0,3 ponto está dentro da margem de erro de 2,5 pontos percentuais. Brancos, nulos e indecisos somam 8,7%.

    Lula pode não concorrer às eleições deste ano; entenda

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  • “Nossa, você é gostosa”, diz conselheiro a estudante em reunião nos EUA

    “Nossa, você é gostosa”, diz conselheiro a estudante em reunião nos EUA

    O comentário feito por um membro do conselho escolar do Tennessee durante uma sessão transmitida ao vivo gerou indignação nacional. A frase dirigida a uma aluna viralizou, motivou pedidos de afastamento e levou pais e autoridades a cobrarem responsabilização imediata pelo comportamento do educador

    Um episódio ocorrido durante uma reunião do conselho escolar do condado de Washington, no Tennessee, gerou forte reação pública nos Estados Unidos. Segundo a emissora WSMV, o conselheiro Keith Ervin foi flagrado dirigindo comentários inadequados a uma estudante que participava da sessão.

    A adolescente falava sobre mudanças no currículo escolar quando Ervin se aproximou, colocou o braço ao redor dela e afirmou: “Nossa, você é gostosa! Sabia?”. A frase, dita diante das câmeras que transmitiam o encontro ao vivo, provocou risos desconfortáveis entre os presentes. Em seguida, o conselheiro ainda perguntou: “Onde você estuda?”. Ao ouvir que a jovem era aluna da David Crockett High School, limitou-se a responder: “Tudo bem”.

    Apesar do choque visível entre alguns participantes, ninguém confrontou Ervin naquele momento, e a reunião continuou normalmente. O vídeo, porém, viralizou nas redes sociais e desencadeou uma onda de indignação. Mais de 3.400 pessoas já assinaram uma petição pedindo a destituição do conselheiro e do superintendente Jerry Boyd, acusado por críticos de ter rido durante o episódio.

    A presidente do conselho de educação, Annette Buchanan, declarou que o comentário “objetificou e diminuiu” a estudante, que está no último ano do ensino médio. Pais também demonstraram surpresa com a falta de reação imediata dos demais membros do conselho. Melanie Bell afirmou à WJHL que “meu primeiro pensamento foi que as pessoas estavam rindo. Ninguém se preocupou em defendê-la”, acrescentando que Ervin, por ser um representante eleito, deveria ter “muito cuidado com o que diz, especialmente diante das câmeras”.

    Ervin, por sua vez, negou ter tido intenção ofensiva. Em entrevista à WJHL, disse que a jovem havia feito “perguntas inteligentes e pertinentes” e que o comentário foi mal interpretado. “Quer dizer, eu fiquei impressionado e os outros membros do conselho também, porque ela fez uma boa pergunta”, declarou. Ele ainda afirmou: “Sou da velha guarda, sou um caipira. E não quis dizer nada com aquilo. Eu só estava orgulhoso dela”, alegando que “faltou contexto” ao vídeo que circulou online.

    “Nossa, você é gostosa”, diz conselheiro a estudante em reunião nos EUA

  • Recém-casada, mulher de sargento é detida pelo ICE nos EUA

    Recém-casada, mulher de sargento é detida pelo ICE nos EUA

    Hondurenha de 22 anos vive no país desde bebê e foi presa ao tentar se registrar como esposa de militar. Caso expõe entraves no sistema migratório e pode separar o casal poucos dias após o casamento

    A hondurenha Annie Ramos, de 22 anos, foi detida por autoridades de imigração dos Estados Unidos dentro de uma base militar poucos dias após se casar com o sargento do Exército Matthew Blank. A jovem vive no país desde bebê, mas nunca conseguiu regularizar sua situação migratória.

    O casal oficializou a união no fim de março e, logo depois, seguiu para a base de Fort Johnson, no estado da Louisiana, onde pretendia iniciar a vida juntos. No dia 2 de abril, acompanhados por familiares, eles chegaram ao local para registrar Annie como esposa de militar, o que garantiria acesso a benefícios e daria início ao processo de obtenção do green card.

    Durante o atendimento, Blank apresentou sua certidão de nascimento, enquanto Annie mostrou o passaporte hondurenho. Ao ser questionada sobre visto ou residência permanente, ela confirmou que não possuía nenhum dos documentos.

    A situação levou a uma série de comunicações internas na base, que acionaram agentes do serviço de imigração. Pouco depois, o casal foi informado de que Annie seria detida.

    “Eu nunca imaginei que fazer o correto – registar a minha mulher para que ela pudesse receber a identificação militar, aceder aos benefícios a que tem direito por ser minha esposa, e dar início ao processo para o seu cartão de residente permanente – iria levar a que ela fosse levada de mim”, afirmou o sargento, em comunicado citado pela ABC News. “Em vez de nos prepararmos para o nosso futuro juntos, estou agora a lutar pela liberdade dela”, acrescentou.

    Annie chegou aos Estados Unidos com apenas 20 meses de idade, de forma irregular, segundo a advogada Jessie Schreier, mas nunca conseguiu regularizar sua situação.

    “Annie Ramos encontra-se atualmente detida para cumprimento de uma ordem de expulsão emitida em 2005, quando tinha apenas 20 meses de idade. A qualquer momento, essa ordem pode ser executada, resultando na sua deportação para um país que ela nunca conheceu. A deportação de Annie separá-la-ia tragicamente do seu marido, o sargento-ajudante do Exército dos Estados Unidos Matthew Blank, que se prepara para a possibilidade de uma terceira missão no estrangeiro”, afirmou a advogada.

    A jovem é elegível para o programa Ação Diferida para Chegadas na Infância (DACA), mas a iniciativa está suspensa para novos pedidos há mais de um ano, em razão de disputas judiciais. Annie também é bolsista da organização TheDream.US, que apoia estudantes sem documentos.

    “Deter uma estudante de bioquímica de 22 anos que vive aqui há duas décadas e é casada com um sargento do exército dos Estados Unidos, que se prepara para uma missão, não nos torna mais seguros [enquanto país] – enfraquece uma família militar, compromete os nossos valores fundamentais e revela o quanto caímos como nação”, afirmou Gaby Pacheco, presidente e CEO da organização. “Annie Ramos deve ser libertada e devolvida à sua família. E o nosso país e o nosso presidente devem usar este momento para acordarem”, acrescentou.

    Mesmo diante da repercussão, autoridades do Departamento de Segurança Interna dos EUA indicaram que a deportação pode ocorrer. Um porta-voz afirmou que Annie foi detida “depois de ter tentado entrar numa base militar”.

    “Ela não tem estatuto legal para estar neste país e foi-lhe emitida uma ordem final de expulsão por um juiz. Esta administração não vai ignorar o Estado de direito. Ela atravessou ilegalmente a fronteira sul e entrou nos Estados Unidos em fevereiro de 2005. Depois de não ter comparecido à sua audiência de imigração, foi-lhe emitida uma ordem final de expulsão por um juiz a 7 de abril de 2005”, declarou.

    Na época da decisão judicial, Annie ainda não tinha completado dois anos de idade.

    Apesar do cenário, o sargento afirma que continuará lutando pela esposa. “Tenho orgulho em servir este país. Tenho orgulho em ser marido dele. Vou permanecer ao lado dela, independentemente do que seja preciso”, disse.

    A mãe de Blank, Jen Rickling, também saiu em defesa da nora, que descreveu como “ternurenta, inteligente e dedicada”, destacando que ela “ensina catequese” e ama o filho “com todo o coração”.

    “Eu acredito neste país. E acredito que podemos fazer melhor do que isto – pela Annie, por outras famílias militares, e pelos nossos valores. O meu filho e a minha nora deviam poder construir as suas vidas juntos aqui, na nação que o meu filho se comprometeu a servir”, afirmou.

    Atualmente, Annie Ramos está detida em uma unidade do serviço de imigração em Basile, na Louisiana, segundo registros oficiais do governo dos Estados Unidos.

    Recém-casada, mulher de sargento é detida pelo ICE nos EUA

  • Liverpool arrasado na Champions: “Parece uma equipe de divisão inferior”

    Liverpool arrasado na Champions: “Parece uma equipe de divisão inferior”

    O Liverpool vive um momento delicado na temporada e, nesta quarta-feira, sofreu a terceira derrota consecutiva. Jogando fora de casa, no Parque dos Príncipes, a equipe foi superada pelo Paris Saint-Germain por 2 a 0 e ficou em situação complicada nos quartos de final da Liga dos Campeões.

    O PSG, atual campeão europeu, contou com os portugueses Nuno Mendes, João Neves e Vitinha entre os titulares, enquanto Gonçalo Ramos permaneceu no banco. O time francês abriu o placar logo aos 11 minutos, com Désiré Doué, e ampliou no segundo tempo com Khvicha Kvaratskhelia.

    Após a partida, o ex-zagueiro e ídolo do Liverpool Jamie Carragher fez duras críticas à atuação da equipe. Durante participação no programa “Golazo”, da CBS Sports, ele não poupou palavras ao analisar o desempenho dos ingleses.

    “Aquilo foi como ver uma equipa de uma divisão inferior. O fosso ao nível da classe foi muito preocupante, do ponto de vista do Liverpool. De certa maneira, foi um ótimo resultado, uma vez que deveriam ter perdido por cinco ou seis golos, mas o fosso entre as duas equipas foi absolutamente estonteante, tendo em conta o jogo da época passada”, afirmou.

    “Sim, o Liverpool foi arrasado, na visita ao PSG, e venceu, por 1-0. Nós sabemos disso, mas a segunda mão, em Anfield, foi um jogo muito renhido, entre duas equipas de topo. Depois, o Liverpool gastou 450 milhões de libras [516,7 milhões de euros], provavelmente, muito mais do que o PSG gastou no verão. Ver aquele fosso é muito preocupante. Como é que chegou a este ponto? Como é que se tornou tão mau?”, questionou.

    Carragher também apontou o técnico Arne Slot como um dos responsáveis pelo resultado, especialmente pela escolha tática de atuar com três zagueiros.

    “O treinador tentou algo, mas errou massivamente, do ponto de vista tático, pela maneira como agiu. É-me fácil dizer isso, depois do que aconteceu, mas é isso que nós fazemos. Somos comentadores desportivos, falamos depois dos jogos”.

    “Na verdade, eles estiveram mais abertos com os cinco defesas do que estariam com quatro, porque fizeram marcação homem a homem em todo o campo, e os três centrais tiveram de cobrir a largura do campo. Ver Virgil van Dijk, esta noite, no meio daquela linha de três… Normalmente, quando chegas a uma certa idade, seria de pensar que aquilo seria perfeito para ele, com um pouco mais de proteção”, afirmou.

    “Isto foi diferente. Os defesas saltavam para o meio-campo. Não havia ninguém para marcar. E Van Dijk, aos 34 anos de idade, teve de correr para lá e à volta. Não conseguiu fazê-lo. As pessoas criticaram Van Dijk, esta temporada, pelas suas exibições, e penso que têm sido duras. Ele faz os jogos todos. Este rapaz ao lado dele, [Ibrahima] Konaté, tem sido horrível durante toda a temporada, e voltou a sê-lo, esta noite”.

    “Ele comete um erro em todos os jogos. Não é fácil jogar ao lado de alguém assim. Na verdade, penso que Van Dijk tem sido um dos melhores jogadores do Liverpool, mas, esta noite, naquela linha de três defesas… Nunca o vi tão desconfortável com a camisola do Liverpool, na minha vida. Penso que vai pedir a Arne Slot para nunca mais voltar a jogar naquele sistema, de tão complicado que foi”, concluiu.
     
     

    Ídolo que atuou pelo clube espanhol critica atitude do brasileiro após derrota para o Bayern e reclama de simulações em campo, apesar de reconhecer o talento e a ameaça constante do atacante

    Notícias ao Minuto | 07:02 – 08/04/2026

     

    Liverpool arrasado na Champions: “Parece uma equipe de divisão inferior”

  • Yasmin Brunet mostra evolução do corpo e diz ter perdido 25 kg; veja

    Yasmin Brunet mostra evolução do corpo e diz ter perdido 25 kg; veja

    A modelo publicou vídeos em que compara fases do tratamento contra o lipedema e relembra quando, segundo ela, a inflamação estava mais intensa. Yasmin afirmou que voltou a consumir glúten e teve piora temporária. Ela segue acompanhamento médico e relata mudanças no estilo de vida desde 2024

    Yasmin Brunet divulgou nesta quarta-feira (8) uma nova atualização sobre o tratamento contra o lipedema. A modelo publicou registros que mostram diferentes fases da evolução do corpo e afirmou que eliminou 25 quilos desde o início do acompanhamento médico.

    Em um dos stories, ela relembrou o período em que a condição estava mais acentuada. Yasmin comentou que “olha como eu estava completamente com o meu lipedema inflamado, com 25 quilos a mais do que eu estou agora”, enquanto exibia imagens antigas.

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    A influenciadora também relatou que enfrentou uma piora momentânea após voltar a consumir glúten. Ela afirmou que “sou humana, cometi erros e voltei a comer glúten, aqui deu uma pioradinha de novo”, mencionando o chamado “efeito garrote”, sensação de aperto e desconforto nas pernas.

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    O lipedema é uma doença caracterizada pelo acúmulo anormal de gordura, principalmente nas pernas, acompanhada de dor e inflamação. Yasmin contou que iniciou mudanças no estilo de vida em 2024, depois de participar de um reality show, e segue em acompanhamento médico para controlar o quadro.

    Yasmin Brunet mostra evolução do corpo e diz ter perdido 25 kg; veja

  • Drama no ciclismo: “Vou morrer, diz ao nosso filho que o amo”

    Drama no ciclismo: “Vou morrer, diz ao nosso filho que o amo”

    O ciclista francês Damien Touzé, que compete no circuito profissional internacional, revelou detalhes dramáticos sobre o grave acidente que sofreu no dia 10 de fevereiro, durante a quarta etapa da Volta a Omã. Em entrevista ao jornal L’Équipe, ele contou que chegou a ficar à beira da morte após a queda.

    O acidente provocou uma ruptura no baço, múltiplos traumas em uma das pernas e uma perfuração no intestino. O estado de saúde se agravou rapidamente, com febre chegando a 40 graus e frequência cardíaca em repouso atingindo 100 batimentos por minuto, o que fez os médicos temerem o pior.

    “Depois do acidente, não sentia nenhuma dor, mas, quando chegou o diretor desportivo [Gorka Gerrikagoitia], vi no rosto dele que não estava tranquilo. Não queria deixar-me sozinho. Tinha medo, num país que não conhecia… Num hospital improvisado, sem máquina de raio-X. Ali, não puderam fazer mais nada a não ser dar-me uns pontos na perna. Via os médicos preocupados. Percebi que era grave, mas, com a dor, estava um pouco perdido”, relatou.

    “A doutora foi sincera comigo, disse que era possível que não acordasse. Estava a chorar, no hospital. Ao início, recusava-me a acreditar. Não acreditava, não queria ligar à Sofía [a sua mulher], preferia esperar pelo dia seguinte, mas a doutora insistiu, dizendo ‘É possível que não voltes a falar com ela’. Peguei no telefone e, infelizmente, despedi-me dela”, acrescentou.

    A esposa do atleta, Sofía, também relembrou o momento angustiante.

    “Estava a trabalhar, não estava a ver a corrida. Quando o Damien me ligou, eu nem sequer sabia que ele tinha caído. Estava a chorar, e disse-me ‘Vou morrer, diz ao nosso filho que o amo’. Explicou-me que, no hospital, o diagnosticaram com uma fratura na pélvis e no fémur. Tranquilizei-o, dizendo-lhe que era impossível morrer por causa disso, mas, no fundo, sentia que era algo de mais grave”.

    “Era como se estivessem a apunhalar-me”

    Diante da gravidade do quadro, foi organizada a transferência de Touzé para a Bélgica, onde vive com a família. No país, ele passou por uma cirurgia que durou cerca de cinco horas, após complicações relacionadas ao atendimento inicial recebido em Omã.

    “Lá, aperceberam-se de que, em Omã, os médicos não me tinham fechado a parede abdominal. Os meus órgãos estavam em contacto com a pele. Por isso, quando me enviaram as tesouras na barriga, acertaram-me nos órgãos. Era como se me estivessem a apunhalar”, contou.

    A médica responsável pela cirurgia confirmou a gravidade do caso.

    “Ao início, mencionaram a lesão na perna, mas eu vi que o mais grave era o traumatismo abdominal. O primeiro hospital era demasiado pequeno para este tipo de lesão. Eu não queria deixá-lo sozinho, em condições tão precárias… Só tinha um paciente, mas trabalhei dia e noite, porque não confiava neles”, afirmou.

    “Talvez tenha de tomar uma decisão sem saber se poderei voltar a pedalar”

    Atualmente, o ciclista enfrenta um longo processo de recuperação, que deve durar pelo menos nove meses. Neste momento, o foco está na reabilitação do joelho esquerdo, onde sofreu fratura na parte superior da tíbia, além de ruptura dos ligamentos cruzados, médios e laterais.

    “Quero subir a uma bicicleta e ver como me sinto. Mas sejamos realistas. Depois de um ano sem pedalar, mesmo que renovem o meu contrato, não vou estar a competir em março. Os contratos assinam-se com cada vez mais antecedência, e, se isso significar voltar ao pelotão sem estar ao nível adequado… Talvez tenha de tomar uma decisão sem saber se poderei voltar a pedalar”, concluiu.
     


    Narrador teve diagnóstico de neoplasia na região cervical; “O tratamento vai impedir o narrador de estar presente nas próximas transmissões e nos jogos da Copa do Mundo”, afirmou a TV Globo

    Folhapress | 08:00 – 08/04/2026


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