Autor: REDAÇÃO

  • Barcelona tem zagueiro expulso e vê Atlético abrir vantagem na Champions

    Barcelona tem zagueiro expulso e vê Atlético abrir vantagem na Champions

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Barcelona dominava o jogo contra o Atlético de Madrid nesta quarta-feira (8), no Camp Nou, quando teve o zagueiro Pau Cubarsí expulso no fim do primeiro tempo e viu o roteiro do duelo mudar.

    Na cobrança da falta que originou o cartão vermelho, o argentino Julián Alvarez colocou a bola no ângulo de Joan García e abriu caminho para a vitória dos visitantes por 2 a 0, no confronto de ida das quartas de final da Champions League.

    Mesmo com um a menos, o time catalão voltou a pressionar na segunda etapa, mas não conseguiu o empate. A situação piorou quando o Atlético de Madrid ampliou com Alexander Sørloth, aos 25 minutos, completando cruzamento da esquerda.

    Além do resultado, os jogadores do Barcelona reclamaram da atuação do árbitro romeno István Kovács. Primeiro, pediram a expulsão de Koke, que, já advertido, fez falta dura em Lamine Yamal, mas não recebeu o segundo cartão amarelo.

    A maior irritação, porém, ocorreu em um lance inusitado. O goleiro Juan Musso colocou a bola em jogo em tiro de meta e, na sequência, o zagueiro Arnau Pubill interceptou a bola com a mão e reiniciou a jogada. Apesar dos protestos do Barcelona, que pediu pênalti, nem Kovács nem o VAR revisaram o lance.

    Agora, o time catalão terá a difícil missão de reverter o placar na casa do Atlético de Madrid, na próxima terça-feira (14).

    Também nesta quarta, o Paris Saint-Germain venceu o Liverpool por 2 a 0, em Paris, e vai carregar uma boa vantagem para a partida de volta, na Inglaterra, na próxima terça. Désiré Doué e Kvaratskhelia definiram a vitória da equipe francesa.

    Na outra chave, em jogos disputados na terça-feira (7), o Bayern de Munique venceu o Real Madrid fora de casa por 2 a 1, e o Arsenal ganhou do Sporting, por 1 a 0, também como visitante.

    Barcelona tem zagueiro expulso e vê Atlético abrir vantagem na Champions

  • BBB 26: Após exames médicos, Leandro retorna ao reality e diz que foi 'só um susto'

    BBB 26: Após exames médicos, Leandro retorna ao reality e diz que foi 'só um susto'

    Mais cedo, o participante havia passado mal, reclamou de dores no peito e procurou o confessionário para receber atendimento médico; Globo informou que o brother foi encaminhado para exames fora da casa

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Após mais de sete horas fora da casa do BBB 26, Leandro Rocha retornou ao confinamento no fim da tarde desta quarta-feira (8). “Fui atendido por um médico e depois fiz alguns exames. Disseram que está tudo bem. Foi um susto”, afirmou. Mais cedo, o participante havia passado mal, reclamou de dores no peito e procurou o confessionário para receber atendimento médico.

    Em nota, a Globo informou que o brother foi encaminhado para exames fora da casa. “Depois de ter sido atendido pela equipe médica do programa na casa, o participante Leandro foi encaminhado para realização de exames. Lembramos que o atendimento médico faz parte de um procedimento padrão do reality e está disponível para todos os participantes sempre que necessário”, disse a emissora.

    Os demais participantes foram avisados sobre a situação. “Atenção, todos. Para ciência de todos, o Leandro está em atendimento médico. Ele está bem”, anunciou a produção. Ainda assim, Milena, Ana Paula, Juliano, Gabriela, Jordana e Marciele demonstraram preocupação com a demora no retorno e chegaram a especular uma possível desistência do produtor cultural. Mais tarde, ele voltou com um curativo no braço, típico de quem teve o sangue coletado.

    Nas redes sociais, a mulher do participante, Donminique Santos, tentou tranquilizar o público. “Estou acompanhando de perto a situação de Leandro. Ele está em atendimento. Agradeço a preocupação de todos”, escreveu nos stories do Instagram.

    Ela também criticou a disseminação de informações falsas e negou que o companheiro tivesse desistido do jogo. “Estou vendo muita desinformação circulando. E isso é muito sério. Leandro não tentou desistir. Ele se sentiu mal, pediu atendimento e está sendo acompanhado neste momento. Peço, de verdade, responsabilidade e respeito nesse momento.”

    BBB 26: Após exames médicos, Leandro retorna ao reality e diz que foi 'só um susto'

  • Dólar fecha no menor valor desde maio de 2024, e Bolsa renova recorde

    Dólar fecha no menor valor desde maio de 2024, e Bolsa renova recorde

    Bolsa renovou recorde de alta com cessar-fogo entre EUA e Irã; dólar, cotado a R$ 5,102 nesta quarta-feira (8), teve menor valor de fechamento desde 7 de maio de 2024, quando encerrou a R$ 5,071

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar fechou em queda de 1%, cotado a R$ 5,102, nesta quarta-feira (8), após Estados Unidos e Irã firmarem um cessar-fogo de duas semanas no conflito no Oriente Médio. A trégua também prevê a reabertura do estreito de Hormuz, por onde passam cerca de 20% de todo o petróleo e gás natural liquefeito consumidos no mundo.

    É o menor valor de fechamento desde 7 de maio de 2024, quando encerrou a R$ 5,071. Na mínima do pregão, o dólar atingiu R$ 5,065, em queda de 1,73%.

    O movimento acompanhou o exterior, onde o índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis divisas fortes, recuou 0,85%, a 99 pontos.

    Em meio ao maior apetite por ativos de risco, a Bolsa encerrou o dia em novo recorde de fechamento, em alta de 2,09%, a 192.201 pontos. Durante o dia, o índice também atingiu um novo recorde histórico intradiário, aos 193.759 pontos.

    A valorização da Bolsa ocorreu apesar da queda do petróleo, que pressionou as ações da Petrobras e de outras petrolíferas brasileiras durante o pregão.

    Às 17h, os contratos do Brent, referência global, despencavam 11,72%, a US$ 96,53, enquanto do barril WTI (West Texas Intermediate), padrão dos EUA, caía 14,77%, a US$ 96,30.

    O recuo também impactou o pregão brasileiro, com o setor petrolífero caindo em bloco. As ações da Petrobras encerraram o dia em quedas de 4,31% (preferencial) e 3,91% (ordinária).

    Prio, PetroRecôncavo e Brava Energia recuaram 5,48%, 2,90% e 2,86%, respectivamente.

    O principal fator do pregão foi a trégua da guerra no Oriente Médio. Após dizer que “uma civilização inteira morrerá nesta noite” e ameaçar obliterar a infraestrutura civil do Irã, Donald Trump recuou novamente e aceitou na terça-feira (7) uma proposta feita pelo Paquistão para um cessar-fogo de duas semanas na guerra iniciada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel.

    Em postagem na rede Truth Social, o americano disse que sua decisão se baseou no compromisso de que o Irã reabra Hormuz durante a trégua -Teerã disse que o fará por duas semanas “em coordenação com as Forças Armadas” iranianas.

    “Esse será um cessar-fogo duplo”, escreveu Trump, visando acalmar os ânimos dos países árabes sob ataque de Teerã no golfo Pérsico.

    “O motivo pelo qual eu estou fazendo isso é que nós já atingimos e excedemos nossos objetivos militares”, afirmou, dizendo procurar um “acordo definitivo de paz de longo prazo com o Irã e paz no Oriente Médio” nesses 15 dias.

    Desde o início do conflito no Oriente Médio, o dólar e os prêmios de ativos de renda fixa tem se valorizado por conta de uma maior busca por proteção dos investidores.

    “Desde o início do conflito, vimos poucas sessões de apetite por risco e muitas de aversão, diante das incertezas relacionadas ao aumento da inflação, à disrupção das cadeias globais de valor e à elevação dos preços do petróleo e de outras commodities energéticas. Nesse contexto, o dólar voltou a atuar como ativo de proteção”, diz Lucca Bezzon, especialista de inteligência de mercado da StoneX.

    O cessar-fogo reverteu o comportamento, aumentando o apetite por investimentos de risco. Entre os países emergentes, 12 moedas se valorizaram frente ao dólar -caso do real, rubia indiana e peso mexicano.

    As Bolsas também tiveram pregão positivo. Na Europa, o Euro STOXX 600, referência do continente, fechou em alta de 4,97%, similar aos índices de Frankfurt (5,06%), Londres (2,51%) e Paris (4,49%). Em Wall Street, as Bolsas Nasdaq, S&P 500 e Dow Jones avançaram 2,80%, 2,51% e 2,85%, respectivamente.

    No Brasil, o comportamento se repetiu. “A movimentação do mercado cambial hoje parece refletir, em grande medida, um cenário que já vínhamos observando antes do início do conflito”, afirma Bezzon, da StoneX.

    Para Paula Zogbi, estrategista-chefe da Nomad, o cessar-fogo motivou a busca por risco após semanas de volatilidade intensa. “Alivia a taxa de câmbio com a desmontagem de parte das posições de proteção do mercado. A queda do petróleo afasta parte do temor de inflação persistente, aliviando os juros futuros”.

    Ela, contudo, reforça que o cessar-fogo não significa o fim das incertezas, e o tom dos líderes políticos envolvidos no conflito continua indicando tensões.

    As incertezas giraram em torno do fluxo de navegação no estreito de Hormuz e da continuidade de ataques no Oriente Médio.

    O Irã concordou em permitir a passagem de navios pelo estreito de Hormuz, mas o tráfego permaneceu baixo. Empresas de navegação disseram nesta quarta-feira (8) que precisam de mais clareza sobre os termos do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã antes de retomar o trânsito pelo estreito de Hormuz.

    O Irã também condicionou a reabertura do estreito à interrupção dos ataques por parte de Israel e dos Estados Unidos. Nesta quarta-feira, Israel realizou o maior ataque a instalações do Hezbollah no Líbano, o que levou Teerã a ameaçar abandonar o cessar-fogo.

    O bloqueio do estreito de Hormuz, por onde passam 20% de todo o petróleo e gás natural liquefeito consumidos no mundo, lançou a economia global em turbulência. O choque de oferta, considerado sem precedentes, se transformou em uma crise energética que fez os preços do petróleo e produtos derivados dispararem.

    A interrupção também pressiona a inflação global. O crescimento econômico antes previsto tem sido colocado em dúvida, bem como os próximos passos de alguns dos principais bancos centrais do mundo.

    Tanto o Federal Reserve, dos Estados Unidos, quanto o BC (Banco Central) brasileiro citaram a guerra nas decisões do mês passado, diante do risco de pressão inflacionária global.

    Na última segunda (6), o presidente do BC, Gabriel Galípolo, defendeu o que chamou de cautela da instituição na condução da política de juros no Brasil. Ele também afirmou que a sociedade não aceita mais inflação.

    Dólar fecha no menor valor desde maio de 2024, e Bolsa renova recorde

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  • Trump avalia punir países da Otan por falta de apoio na guerra, diz jornal

    Trump avalia punir países da Otan por falta de apoio na guerra, diz jornal

    Presidente dos EUA pressiona aliados a participar da operação para reabrir o estreito de Hormuz
    Republicano pode adiar encontro com Xi Jinping, no fim deste mês, se não houver resposta de Pequim

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Donald Trump avalia medidas para punir países da Otan por falta de apoio na guerra contra o Irã. Informação é do The Wall Street Journal.

    Plano em estudo na Casa Branca prevê retaliações a aliados que, na visão do governo, atrapalharam os EUA durante o conflito. Entre as opções citadas pelo jornal está transferir tropas americanas de alguns países para os que apoiaram a ofensiva no Oriente Médio.

    A Otan é uma aliança militar formada por mais de 30 países. Entre eles, os EUA e nações europeias, como França, Itália e Reino Unido.

    Polônia, Romênia, Lituânia e Grécia aparecem como possíveis destinos de unidades deslocadas. A mudança, se ocorrer, pode aumentar a presença militar americana mais perto da Rússia e elevar a tensão no Leste Europeu.
    Outra hipótese discutida seria fechar uma base militar dos EUA na Europa. Segundo o WSJ, a medida poderia atingir instalações na Espanha ou na Alemanha.

    Espanha e Alemanha foram citadas no relato por terem se posicionado contra aspectos da ofensiva. O governo espanhol barrou o uso do espaço aéreo por aviões americanos envolvidos na operação contra o Irã, enquanto a Alemanha criticou a ação, apesar de abrigar centros importantes de apoio militar dos EUA.

    Trump tem aumentado as críticas públicas à aliança e cobrado mais participação dos aliados em operações no Oriente Médio. Nos últimos dias, ele também pressionou por apoio para a reabertura do Estreito de Hormuz, ponto estratégico para o transporte de petróleo.

    Em março, Trump afirmou nas redes sociais que países da Otan “não fizeram absolutamente nada” para ajudar os EUA no Irã. Depois, disse que os americanos não precisavam da aliança e voltou a ameaçar retirar o país do tratado.

    Autoridades europeias ouvidas pelo jornal dizem que não foram consultadas antes do início dos ataques ao Irã. Esse fator, de acordo com o relato, teria dificultado a coordenação de uma resposta militar conjunta nos primeiros dias da guerra.

    A Casa Branca reforçou hoje o discurso de que a Otan falhou em apoiar os EUA durante o conflito. A secretária de imprensa Karoline Leavitt citou palavras de Trump ao afirmar: “Eles foram postos à prova e falharam.”

    Leavitt disse que o governo considera negativa a postura da aliança nas últimas semanas. “É bastante triste que a Otan tenha dado as costas ao povo americano nas últimas seis semanas, quando é justamente esse povo que financia sua defesa”, afirmou.

    As declarações ocorreram poucas horas antes de uma reunião entre Trump e o secretário-geral da Otan, Mark Rutte. Antes do encontro, Rutte conversou com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o Departamento de Estado informou que o diálogo incluiu as operações contra o Irã, a guerra na Ucrânia e a divisão de encargos entre os aliados.

    Os EUA têm papel central na Otan desde a criação da aliança, em 1949. Em 2025, os demais integrantes aprovaram um aumento significativo dos gastos com defesa, dentro de um plano com metas até 2035.

    Trump avalia punir países da Otan por falta de apoio na guerra, diz jornal

  • Jovens com passagem pelo NBB se destacam pelo Brasil em torneio sub-18

    Jovens com passagem pelo NBB se destacam pelo Brasil em torneio sub-18

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Brasil está disputando nesta semana o torneio Albert Schweitzer, campeonato sub-18 de basquete e reconhecido como um dos torneios de base mais tradicionais da modalidade.

    Até aqui, a seleção venceu três jogos em três disputados e o elenco conta com jovens que já tiveram a oportunidade de disputar pelo menos uma partida do NBB pelos seus times. O time venceu a China na estreia por 87 a 73, depois venceu Nova Zelândia por 75 a 72 e a Letônia, por 76 a 74.

    O jogador mais estrelado é Edu Santos, irmão mais novo de Gui Santos, que já está no elenco principal do Pinheiros, sendo cestinha contra o Fortaleza. Porém, ele não é o único que está brilhando.

    O brasileiro com a maior média de pontos é Pietro Melo, com 15,7 pontos por jogo. Ele é armador do Paulistano e já entrou em 10 partidas nesta temporada. Seus melhores jogos foram contra o Basket Osasco e o Fortaleza, com cinco e quatro pontos, respectivamente.

    Mathias Alessanco, jogador que deixou o Pinheiros após uma partida nesta temporada, também tem se destacado. Ele tem média de 10 rebotes por jogo, o segundo maior do torneio, e 23,3 de eficiência, o terceiro atleta mais eficiente do torneio.

    Alguns jogadores da seleção já atuam fora do Brasil. Pedro Figueiredo, segundo maior cestinha do elenco no torneio, joga no Saski Baskonia (ESP), time da Liga ACB e Euroliga. Isaiah Santos, segundo mais eficiente, joga no Seven Lakes High School, nos EUA.

    O Brasil volta a jogar nesta quarta às 8h15 contra a Itália e fecha a primeira fase na sexta contra a Sérvia. Uma vitória classifica o Brasil direto para as semifinais do torneio.

    Meia do Nottingham Forest é alvo prioritário e já indicou preferência pelo clube de Guardiola. Negociação pode chegar a 65 milhões de libras, enquanto jogador mantém foco na Liga Europa e na luta contra o rebaixamento

    Notícias ao Minuto | 18:00 – 08/04/2026

    Jovens com passagem pelo NBB se destacam pelo Brasil em torneio sub-18

  • Aubrey Plaza anuncia gravidez aos 41 e chama momento de 'bela surpresa'

    Aubrey Plaza anuncia gravidez aos 41 e chama momento de 'bela surpresa'

    Atriz espera primeiro filho com Chris Abbott; casal já trabalhou junto no cinema e no teatro antes de assumir relacionamento

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Depois de um período turbulento na vida pessoal, Aubrey Plaza compartilhou uma notícia que marca uma nova fase: a atriz está grávida de seu primeiro filho, aos 41 anos. A informação foi confirmada nesta quarta-feira (8) pela revista People.

    Segundo a publicação, o bebê é fruto do relacionamento com Chris Abbott e deve nascer na primavera do hemisfério sul -entre setembro e dezembro. Discreta sobre a vida pessoal, Plaza descreveu a gestação como inesperada, mas bem-vinda. “Foi uma bela surpresa depois de um ano emocionalmente difícil”, afirmou. “Nos sentimos muito abençoados.”

    A relação entre os dois começou a ganhar atenção pública em meados de 2025, quando foram vistos juntos em uma propriedade rural próxima a Nova York. Desde então, o casal manteve uma postura reservada, com poucas aparições e declarações públicas.

    Antes mesmo do romance, os dois já haviam dividido projetos profissionais. Eles contracenaram na peça “Danny and the Deep Blue Sea” e também trabalharam juntos no filme Black Bear, o que acabou aproximando ainda mais os artistas.

    A gravidez acontece cerca de um ano após a morte do cineasta Jeff Baena, com quem Plaza foi casada. Apesar da comoção em torno do caso, foi posteriormente esclarecido que o relacionamento entre os dois já havia chegado ao fim meses antes, em setembro de 2024.

    Aubrey Plaza anuncia gravidez aos 41 e chama momento de 'bela surpresa'

  • BTG fecha acordo de intenção de compra do Digimais, banco de Edir Macedo

    BTG fecha acordo de intenção de compra do Digimais, banco de Edir Macedo

    Aquisição ainda deve passar por uma série de tratativas, inclusive com o FGC; banco de fundador da Universal acumula prejuízos com alta inadimplência do financiamento de veículos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O BTG Pactual fechou com o Digimais, banco do bispo Edir Macedo, um acordo de intenção de compra, segundo duas pessoas familiarizadas com o assunto. O Digimais enfrenta anos de deterioração financeira, passou por alguns reinvestimentos pelo controlador, além de tentativas de venda.

    O acordo ainda é incipiente, segundo uma fonte com conhecimento do tema ouvida pela reportagem, e uma série de tratativas ainda deve ocorrer nos próximos meses.

    Procurados, Digimais e BTG disseram que não comentariam.

    A reportagem apurou que a conclusão do negócio ainda depende de uma série de tratativas, passando inclusive por um acerto com o FGC (Fundo Garantidor de Créditos) para financiar a transação. Outras instituições financeiras interessadas no Digimais também poderão entrar em uma eventual disputa pelo banco de Edir Macedo com patrocínio do fundo. Na prática, outros proponentes poderão fazer uma oferta de compra do banco.

    Nos bastidores, a venda tem sido vista com bons olhos por ser uma forma de evitar uma eventual liquidação do Digimais, cujos depósitos teriam que ser integralmente cobertos pelo FGC. Com a alienação para outro banco, a tendência é que as perdas do fundo sejam menores, mesmo que o FGC tenha que cobrir parte do passivo.

    Antigo Banco Renner, ligado à família que fundou a varejista de roupas, o controle do banco foi adquirido em 2020 por Edir Macedo, também dono da Record TV e fundador da Igreja Universal do Reino de Deus.

    Com a aquisição, o nome mudou para Digimais, a sede foi transferida do Rio Grande do Sul para São Paulo e Macedo colocou o bispo João Luiz Urbaneja para comandar a instituição.

    Até então, o foco era o financiamento de veículos no estado gaúcho, mas a nova direção começou a diversificar a receita, comprando carteiras de crédito e títulos e valores mobiliários. Segundo o balanço de junho de 2025, o banco tinha R$ 3,89 bilhões em ativos mobiliários, a maioria de fundos de investimento em direitos creditórios e imobiliários.

    Mais recentemente, o banco também passou a originar crédito consignado, com contratos com a Prefeitura de São Paulo. Porém, a carteira de crédito de R$ 1,92 bilhão ainda é em sua maioria de financiamento de veículos (R$ 1,36 bilhão), seguida de consignado (R$ 580 milhões).

    Sem um controle rigoroso das carteiras de financiamento e gestão ativa dos ativos mobiliários, o resultado financeiro do banco se deteriorou, e o controlador teve que colocar dinheiro no Digimais para cumprir regras do Banco Central. Segundo dados de setembro de 2025, o prejuízo líquido foi de R$ 252,6 milhões no terceiro trimestre do ano passado.

    O estresse financeiro se refletiu na alta rentabilidade dos CDBs (Certificados de Depósito Bancário) do Digimais, que chegaram a 130% do CDI, acima da média do mercado, levantando alertas.

    “Esse tipo de captação torna o custo de financiamento muito elevado e, no longo prazo, pode tornar a estrutura financeira praticamente insustentável, já que o banco precisa assumir riscos cada vez maiores na carteira de crédito para compensar esse custo de captação”, diz o economista Tiago Velloso.

    Com o negócio gerando prejuízo, o bispo decidiu colocar a instituição à venda. Maurício Quadrado, ex-sócio do Banco Master, chegou a anunciar a aquisição em janeiro de 2025, em troca de uma injeção de R$ 800 milhões no Digimais, mas o negócio foi cancelado dois meses depois, com o avanço das investigações sobre Quadrado.

    “Em situações semelhantes, eventuais soluções de mercado costumam envolver processos de reestruturação, incluindo a segregação de ativos e passivos ou a busca por investidores dispostos a aportar capital”, diz Marcos Bassani, analista de investimentos e sócio da Boa Brasil Capital.

    Para facilitar a venda, Macedo deu a administração do banco para um executivo com mais experiência no setor. Desde o fim de 2025, a instituição é comandada por Aldemir Bendine, ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil, que tem a missão de deixar a casa em ordem e vendê-la. Já o bispo Urbaneja ficou no comando do conselho de administração.

    Além dos problemas financeiros, a instituição também enfrenta uma batalha judicial envolvendo ativos gerados pelo Master. No início de 2025, o banco vendeu uma carteira de crédito para o fundo EXP1, gerido pela Yards Capital. Porém, segundo a gestora, parte dos ativos vendidos não existe e o banco deveria devolver o valor pago correspondente.

    No processo, o Digimais diz que os créditos existem, mas o repasse dos pagamentos desses empréstimos estaria paralisado dada a situação do Master, em liquidação extrajudicial e investigações, que foi a instituição que originou esses créditos inicialmente.

    Procurado, o fundo rebate essa argumentação e afirma que o contrato atribuiu ao Digimais “obrigações diretas e intransferíveis, incluindo a garantia de lastro dos créditos, a entrega da documentação comprobatória, o repasse tempestivo de todos os valores recebidos e a vedação expressa de qualquer interferência no fluxo de pagamentos.”

    RAIO-X | DIGIMAIS NO 3º TRIMESTRE DE 2025

    Prejuízo líquido: R$ 252,6 milhões
    Agências: 3
    Clientes: 199.026
    Fundação: 1981
    Concorrentes: Santander, Bradesco, Itaú, Banco do Brasil

    BTG fecha acordo de intenção de compra do Digimais, banco de Edir Macedo

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  • Carro bate em poste e pega fogo, matando dois adolescentes nos EUA

    Carro bate em poste e pega fogo, matando dois adolescentes nos EUA

    Mateo Dávila e Alessia Tucci, de 17 e 16 anos, vítimas da tragédia, eram namorados e estudavam na Downtown Doral Charter Upper School, na cidade de Doral

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Dois adolescentes, alunos de uma escola na Flórida, nos EUA, morreram após o carro em que estavam pegar fogo em um acidente.

    Vítimas são Mateo Dávila e Alessia Tucci, de 17 e 16 anos. Segundo a imprensa local, eles eram namorados e estudavam na Downtown Doral Charter Upper School, na cidade de Doral. Somente os dois estavam no carro e morreram no local.

    Carro saiu da pista, bateu em um poste e pegou fogo. Segundo a CBS News Miami e a NBC Miami, quando as equipes de emergência chegaram ao local, o veículo já estava tomado pelas chamas. Incêndio foi controlado pelos bombeiros.

    Causa do acidente não foi esclarecida. Também não foi possível identificar quem estava dirigindo. A unidade de homicídios no trânsito do Miami-Dade Sheriff’s Office assumiu a investigação. Até o momento, as autoridades não divulgaram outras informações sobre as circunstâncias da colisão.

    Direção disse que a comunidade escolar está em luto e ofereceu apoio psicológico a estudantes e funcionários. “Incentivamos os pais a conversarem abertamente com seus filhos e a monitorarem de perto seu bem-estar. Pais com qualquer preocupação ou que precisem de apoio adicional devem entrar em contato com a escola”, diz o texto

    “Toda a nossa comunidade está de luto pela perda inimaginável de dois de nossos queridos alunos. Nossas mais sinceras condolências estão com suas famílias, amigos, professores e funcionários de nossas escolas. Esses estudantes deixaram um impacto duradouro em todos que os conheceram e farão muita falta”, disse a escola, em nota.

    Time de basquete da escola publicou homenagem a Dávila nas redes sociais. “Rest in peace to our beloved player Mateo Davila. You and your family will always be in our hearts.”, escreveu a equipe em uma postagem no Instagram.

    Colegas relataram choque ao saber da morte dos dois estudantes, descritos por amigos como um casal. “Eu estava em choque. Eu não queria acreditar, até que um dos meus outros amigos me mandou mensagem em particular e, eu não sei, na verdade eu não tenho palavras”, disse Rubin Abreu à CBS News Miami.

    Outro aluno disse que o clima na escola era de comoção nas horas seguintes à notícia. “Todos estão muito chocados agora. Tudo está muito recente e emocional”, afirmou Alexandra Izquierdo à NBC6.

    Carro bate em poste e pega fogo, matando dois adolescentes nos EUA

  • BBB 26: 'Não tem essa maturidade', afirma Juliano Floss sobre Milena

    BBB 26: 'Não tem essa maturidade', afirma Juliano Floss sobre Milena

    Brother apontou que mineira não gostou quando ele falou com Jordana; recreadora infantil ficou triste com saída de Samira e não quis conversar com aliados

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O dançarino Juliano Floss e a jornalista Ana Paula Renault conversaram no quarto do líder após a eliminação de Samira Sagr do BBB 26 (Globo) nesta terça-feira (7). Os aliados repercutiram a reação de Milena Moreira com a saída da gaúcha.

    A veterana comentou que a recreadora infantil não estava “querendo papo” com ela e Juliano afirmou que Milena deve estar com raiva de Jordana Morais por ter “eliminado” Samira.

    Ana Paula pontuou que Milena tem plena consciência de que quem tira um participante da casa é o público, portanto não teria motivo para ela ter raiva da adversária. Juliano reiterou que acha que o que chateou a amiga foi o fato de ele e Ana Paula terem conversado com Jordana.

    “A Jordana ‘tirou’ a amiga dela. Teoricamente foi o público. A Tia Milena não tem essa maturidade. Ela não tem a maturidade de nos ver conversando com a Jordana e ficar de boa. É isso que eu estou querendo dizer”, explicou.

    Milena ficou abalada com a saída de Samira e, antes da loira deixar a casa, pediu para ficar com a foto da amiga. A mineira foi se deitar sozinha no quarto Sonho da Eternidade e ficou admirando o retrato da gaúcha enquanto chorava.
    “Idiota! Pra que cê foi sair? E o perfume que cê ia ganhar? Não ganhou, né? Me abandonou, né, Samira?”, lamentou a sister.

    BBB 26: 'Não tem essa maturidade', afirma Juliano Floss sobre Milena

  • Correios: Plano de Demissão Voluntária tem adesão de 30% da meta

    Correios: Plano de Demissão Voluntária tem adesão de 30% da meta

    Cerca de 3 mil empregados aderiram ao PDV; expectativa era de 10 mil; o PDV é uma das ações do Plano de Reestruturação dos Correios 2025–2027, voltado à recuperação da estatal

    Um total de 3.075 empregados dos Correios aderiram ao Plano de Demissão Voluntária (PDV) de 2026 da estatal. O número representa 30,7% do público alvo – a projeção inicial da empresa era de que 10 mil profissionais pedissem o desligamento neste ano. 

    O prazo de adesão terminou nesta terça-feira (8) e não será prorrogado pela empresa. Com esse balanço, a estatal projeta uma economia de cerca de R$ 1,4 bilhão já em 2027.

    Plano de Reestruturação

    O PDV é uma das ações do Plano de Reestruturação dos Correios 2025–2027, voltado à recuperação da sustentabilidade financeira, otimização da rede operacional, eficiência logística da empresa e ao reposicionamento competitivo da estatal.  

    A expectativa dos Correios é a de que o PDV,  somado a outras medidas implementadas no primeiro trimestre, gerará uma economia adicional de R$ 508 milhões anuais.Em dezembro do ano passado, a empresa pública conseguiu um empréstimo de R$ 12 bilhões para financiar a reestruturação. À época, a instituição projetou redução de R$ 5 bilhões em despesas até 2028

    Leilões de imóveis

    No plano de reestruturação, a previsão é fechar 16% das agências da companhia, o que representa cerca de 1 mil das 6 mil unidades próprias, em todo o país.

    A estimativa da direção da estatal é de que os leilões reduzam os custos de manutenção dos imóveis ociosos e arrecadem até R$ 1,5 bilhão para investimento.

    Em fevereiro, os Correios realizaram o primeiro leilão de imóveis próprios. A oferta inicial abrangeu 21 imóveis para venda imediata, localizados em 11 estados.

    Crise postal

    Os Correios enfrentam uma crise financeira. O diagnóstico nas contas da empresa identificou déficit estrutural superior a R$ 4 bilhões anuais, patrimônio líquido negativo de R$ 10,4 bilhões e prejuízo acumulado de R$ 6,057 bilhões até setembro de 2025. Ainda não há um número fechado em relação ao saldo do ano.

    Segundo a direção da companhia, a crise vem desde 2016, motivada pelas mudanças no mercado postal em razão da digitalização das comunicações, que substituiu as cartas, reduzindo a principal fonte de receita da empresa.

    A estatal também atribui as dificuldades financeiras à entrada de novos competidores no comércio eletrônico como um dos motivos da atual crise do setor.

    Estrutura

    Os Correios estão presentes em 100% dos municípios brasileiros. Atualmente, a estrutura da empresa conta com 10,3 mil unidades de atendimento, considerando agências próprias e pontos de parceria.

    Há ainda 1,1 mil unidades de distribuição e tratamento, que são os centros logísticos onde as encomendas e cartas são processadas, após a postagem e antes da entrega final. São 80 mil empregados diretos. 

    Os serviços realizados pelos Correios são variados e vão desde a entrega de cartas e encomendas até a distribuição das provas do Enem simultaneamente em todo o território. Também é de responsabilidade dos Correios a entrega de urnas eletrônicas em locais de difícil acesso nas eleições, além da distribuição de mantimentos e outros artigos em situações de calamidade, como enchentes. 

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