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Autor: REDAÇÃO
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Trump insiste que Israel deve agir com "bom senso" no Líbano
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Aposentados podem ter a aposentadoria cancelada pelo INSS em 2026
Milhares de brasileiros dependem da aposentadoria do INSS como principal ou única fonte de renda. Por isso, conhecer as situações que podem resulta…
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José Roberto Burnier comemora volta ao trabalho após ataque de pitbull
SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – José Roberto Burnier, 65, voltou neste início de semana ao comando do telejornal SP 2 (Globo).
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Atriz posa para ensaio ousado e mostra resultado após cirurgia íntima
A atriz e influenciadora Laura Keller, conhecida por interpretar Luiziane na série “Pé na Cova”, da Globo, e por participações em realities como “P…
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Carrasco do Brasil em 2022 perde a Copa e vê estreia da Croácia de longe
SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Bruno Petkovic esteve longe de alcançar o patamar mais alto no futebol europeu em sua carreira, mas ele deixou uma cicatriz para o futebol brasileiro. No fim da prorrogação do duelo disputado em Doha, no Catar, foi dele o chute desviado que garantiu à Croácia a chance de decidir nos pênaltis e eliminar o Brasil nas quartas de final da Copa do Mundo de 2022.
Naquele Mundial de 2022, inclusive, o atacante atuou em seis jogos, e o gol heroico contra o Brasil foi o único dele em todo o torneio. Quatro anos se passaram e agora o jogador está fora da disputa da Copa do Mundo de 2026. Portanto, vai acompanhar apenas como torcedor a estreia dos croatas nesta quarta-feira (17) diante da Inglaterra, pelo grupo J do Mundial.
Hello, Dallas! #Croatia has arrived
Drago Sopta / HNS#WorldCup #Vatreni️ pic.twitter.com/hyKlRAYHy8
— HNS (@HNS_CFF) June 16, 2026Enquanto o mundo se volta para mais uma edição da Copa do Mundo, o paradeiro do croata destoa completamente, revelando um atleta que sumiu dos holofotes do futebol europeu.
Aos 31 anos, a realidade de Bruno Petkovic é modesta, já que hoje ele defende o Kocaelispor, um clube pouco conhecido da Turquia. O principal motivo para essa queda é a questão física.
As últimas duas temporadas foram marcadas por um calvário de lesões, que fizeram o jogador passar praticamente quatro meses por ano afastado dos gramados. Por conta desse histórico físico delicado, ele atuou em somente 46 jogos no período, registrando um desempenho de 13 gols e 4 assistências.
A falta de ritmo e o exílio em uma liga menos competitiva cobraram um alto preço. Apesar de ostentar bons números pela seleção da Croácia, com 11 gols marcados em 42 jogos, Petkovic perdeu espaço na equipe nacional e acabou ficando fora da lista de convocados para o Mundial de 2026. O homem que silenciou os brasileiros em 2022 terá que assistir ao torneio longe dos gramados. Para piorar, devido ao seu alto custo para o Kocaelispor, ainda tem o futuro analisado pela diretoria.
Essa derrocada do atacante croata traz um contraste com outros algozes da história da seleção brasileira. Enquanto Petkovic ficou pelo caminho, o trio belga formado por Thibaut Courtois, Kevin De Bruyne e Romelu Lukaku – os carrascos da eliminação do Brasil em 2018, na Rússia – conseguiu manter a regularidade no futebol mundial. Todos foram chamados novamente pela seleção da Bélgica e estiveram em campo no empate da estreia contra o Egito.
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Influenciadora sofre queimaduras graves após carregador explodir; vídeo
Um incidente envolvendo um carregador portátil terminou com ferimentos graves para a influenciadora Dilyara Khamzina, de 27 anos. A artista digital…
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Cuba debate reformas econômica e social em meio ao bloqueio dos EUA
Diante do endurecimento do bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos (EUA), o governo de Cuba debate um amplo pacote de reformas com objetivo…
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Parreira, técnico do tetra da Seleção, é internado em hospital no RJ
Carlos Alberto Parreira, um dos nomes mais importantes da história do futebol brasileiro e comandante da Seleção na conquista do tetracampeonato mundial em 1994, foi internado na manhã desta quarta-feira (17) no Hospital Samaritano Barra, localizado na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
A informação foi confirmada pela própria unidade de saúde por meio de nota oficial. O ex-treinador enfrenta há alguns anos um linfoma de Hodgkin, tipo de câncer que afeta o sistema linfático e exige acompanhamento médico constante.
No comunicado divulgado à imprensa, o Hospital Samaritano confirmou apenas a internação do ex-comandante da Seleção Brasileira, sem fornecer detalhes sobre seu estado de saúde ou sobre os motivos que levaram ao atendimento hospitalar.
“O Hospital Samaritano Barra, da Rede Américas, confirma a internação do paciente Carlos Alberto Parreira na unidade. Por manter o compromisso com a privacidade e a confidencialidade de seus pacientes, não divulga informações sobre estado de saúde, obedecendo o que dispõe a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD)”, informou a instituição.
A postura adotada pelo hospital segue as determinações previstas pela legislação brasileira relacionada à proteção de dados e ao sigilo médico, preservando as informações pessoais dos pacientes internados.
Parreira é um dos técnicos mais vitoriosos e respeitados da história do futebol nacional. Seu nome ficou eternizado principalmente pela campanha da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1994, disputada nos Estados Unidos, quando o Brasil conquistou o quarto título mundial após um jejum de 24 anos sem levantar a principal taça do futebol.
Nos últimos anos, o ex-treinador passou a conviver com o tratamento do linfoma de Hodgkin, doença que atinge o sistema responsável pela defesa do organismo. Desde então, seu estado de saúde tem sido acompanhado de perto por familiares e profissionais médicos.
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CBV acusa governo do DF de calote de R$ 11 milhões na Liga das Nações
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A CBV (Confederação Brasileira de Voleibol) acusa o Governo do Distrito Federal de não repassar R$ 11 milhões prometidos para a realização da etapa brasileira da Liga das Nações (VNL, na sigla em inglês), disputada entre os dias 3 e 14 de junho no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília.
À reportagem a entidade afirma que recebeu da gestão distrital o compromisso formal de financiar parte da competição, mas foi informada, menos de 20 dias antes do início dos jogos, de que os recursos não seriam repassados devido a restrições orçamentárias e medidas de contenção fiscal.
Apesar da mudança de posição, a CBV decidiu manter o evento. Segundo a entidade, a operação já estava em andamento, com contratos firmados, venda de ingressos iniciada e compromissos assumidos com fornecedores, delegações e organismos internacionais do voleibol.
Procurado pela reportagem, o governo Celina Leão (PP) negou qualquer obrigação de pagamento. Segundo a Secretaria de Estado de Esporte e Lazer do Distrito Federal, não existe contrato nem termo de fomento firmado com a entidade que determine o repasse dos R$ 11 milhões citados pela confederação.
A pasta afirma ainda que a CBV foi informada previamente sobre a impossibilidade de formalização da parceria e sustenta que não houve autorização para a transferência dos recursos públicos.
A confederação afirma que as negociações com o GDF e a Secretaria de Estado de Esporte e Lazer começaram em agosto de 2025. O compromisso de apoio financeiro, relata a entidade, foi formalizado por meio de um ofício enviado pela secretaria em outubro daquele ano, prevendo um aporte total de R$ 17,5 milhões para eventos da modalidade, dos quais R$ 11 milhões seriam destinados especificamente à Liga das Nações.
De acordo com a CBV, a comunicação de que o apoio não seria formalizado ocorreu em 11 de maio deste ano, quando faltavam menos de três semanas para o início da competição e apenas 13 dias para o começo da montagem da estrutura do evento.
“Recebemos a comunicação quando toda a operação da competição internacional já se encontrava avançada”, afirma a entidade.
A CBV informa que, naquele momento, já havia celebrado contratos e assumido compromissos junto à Federação Internacional de Voleibol (FIVB), além de ter concluído parte do planejamento logístico, da comercialização de ingressos e da mobilização de torcedores e delegações para Brasília.
Segundo a entidade, cancelar a etapa brasileira da VNL naquele estágio poderia gerar prejuízos à imagem do país no cenário esportivo internacional e aos torcedores que já haviam investido em passagens, hospedagem e ingressos para acompanhar os jogos.
A confederação também afirma que a manutenção da competição foi necessária para preservar compromissos internacionais assumidos pelo Brasil e evitar possíveis sanções esportivas decorrentes do cancelamento do evento.
O GDF atribui a não formalização da parceria a medidas de contingenciamento adotadas pelo Executivo, que incluíram redução de 25% dos contratos administrativos, revisão de investimentos e cancelamento de eventos institucionais, entre eles a programação oficial do aniversário de Brasília.
De acordo com a Secretária de Estado de Esporte e Lazer, o ajuste fiscal exigiu a revisão de despesas em todas as áreas da administração pública, o que impediu a conclusão do instrumento jurídico necessário para viabilizar o repasse dos recursos.
CBV RELATA ATRASO TAMBÉM EM VERBA PARA VÔLEI DE PRAIA
Além do impasse envolvendo a Liga das Nações, a CBV afirma enfrentar dificuldades para receber recursos relacionados a competições de vôlei de praia realizadas neste ano em Brasília.
Segundo a entidade, um termo de fomento de R$ 5,98 milhões chegou a ser assinado para viabilizar eventos da modalidade, mas os recursos ainda não foram transferidos pelo governo distrital.
A confederação diz que as competições ocorreram há mais de 40 dias e que vem sendo cobrada diariamente por fornecedores responsáveis pelos serviços prestados durante os eventos.
De acordo com a CBV, os pagamentos dependem da liberação da verba prevista no termo de fomento, uma vez que os recursos não poderiam ser substituídos por receitas de outras fontes.
Diferentemente do caso da Liga das Nações, o Governo do Distrito Federal reconhece a existência do termo de fomento firmado para os eventos de vôlei de praia.
CBV acusa governo do DF de calote de R$ 11 milhões na Liga das Nações
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Reação de Zidane ao ver Messi marcar 3 contra o seu filho viraliza; vídeo
A vitória da Argentina por 3 a 0 sobre a Argélia, na estreia do Grupo J da Copa do Mundo de 2026, na última terça-feira, teve um momento que chamou atenção além do que aconteceu dentro de campo. Nas arquibancadas, o ex-jogador e técnico francês Zinedine Zidane acompanhou de perto a atuação de Lionel Messi diante da seleção defendida por seu filho, o goleiro Luca Zidane.
O astro argentino foi o grande nome da partida ao marcar os três gols da vitória da Albiceleste. Com o hat-trick, Messi voltou a ser decisivo e ainda alcançou importantes marcas em sua trajetória pela seleção argentina.
Do outro lado, Luca Zidane teve uma noite difícil. O goleiro da Argélia acabou sofrendo os três gols do camisa 10 argentino e esteve envolvido em lances que geraram críticas. No primeiro tempo, ele não conseguiu evitar um chute de longa distância de Messi. Já na etapa final, defendeu parcialmente uma finalização de Mac Allister, mas deu rebote nos pés do argentino, que aproveitou a oportunidade para ampliar o placar.
Enquanto a partida acontecia, as câmeras flagraram Zinedine Zidane observando o confronto das arquibancadas. As imagens do ídolo francês reagindo aos gols marcados por Messi rapidamente ganharam repercussão nas redes sociais e se tornaram assunto entre os torcedores.
A situação gerou uma série de comentários bem-humorados na internet. Um dos que mais chamou atenção brincava com o sobrenome da família: “Zidane a ponto de tirar o sobrenome do filho”, escreveu um internauta.
É possível ver exato momento em que Zidane percebe que deveria ter obrigado o filho a fazer um curso de programação Python: pic.twitter.com/s9s2oYPilr
— Jéferfon Menezes (@JefinhoMenes) June 17, 2026Zidane a punto de quitarle el apellido a su hijo: pic.twitter.com/h1nDqPPiiv
— Martinalgui (@MartinoliCuri) June 17, 2026— REAL MIL GRAU (@realmilgrauu) June 17, 2026
” target=”_blank” rel=”noopener”>
O que você fez, Zidane… pic.twitter.com/68JX4utv8m
— REAL MIL GRAU (@realmilgrauu) June 17, 2026
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