Autor: REDAÇÃO

  • Macron critica imprevisibilidade dos EUA e defende Europa estável

    Macron critica imprevisibilidade dos EUA e defende Europa estável

    Presidente francês cobra diplomacia, critica decisões sem aviso e reforça apoio ao Japão diante dos impactos da guerra no Oriente Médio. Líder também defende alianças independentes e menos dependência de grandes potências globais

    O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou nesta quarta-feira, em Tóquio, que a Europa representa um polo de “previsibilidade” no cenário internacional, em contraste com decisões consideradas instáveis por parte dos Estados Unidos.

    “Sei bem que, às vezes, a Europa pode ser vista como um continente mais lento do que outros”, disse Macron diante de empresários e investidores japoneses, durante visita oficial ao Japão.

    “A previsibilidade tem valor, nós mostramos isso ao longo dos últimos anos e, arrisco dizer, também nas últimas semanas, estamos onde vocês sabem que estaremos”, afirmou. “Não é algo ruim, nos tempos atuais, acreditem em mim”, completou.

    Sem citar diretamente Donald Trump, o líder francês criticou países que dizem agir rapidamente, mas sem garantir estabilidade.

    “Alguns dizem: ‘vamos mais rápido’, mas não sabem se depois de amanhã ainda estarão no mesmo lugar, nem se amanhã não tomarão uma decisão que possa prejudicá-los sem sequer avisar”, declarou.

    A fala faz referência à guerra iniciada há mais de um mês por Estados Unidos e Israel contra o Irã, que levou ao bloqueio do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de exportação de petróleo do mundo.

    O impacto já é sentido globalmente, especialmente no Japão, que depende da região para cerca de 95% de suas importações de petróleo.

    Antes de se reunir com a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, Macron destacou os efeitos do conflito. “Estamos vendo impactos dramáticos nos preços da energia”, afirmou, acrescentando: “A Europa está ao lado de vocês”.

    “Com a mesma consistência, também estamos ao lado do direito internacional e do retorno da diplomacia”, disse, reforçando a defesa de uma “solução negociada”.

    O presidente francês também incentivou empresários japoneses a fortalecerem laços com a Europa.

    “Olhem para a França e para a Europa com novos olhos”, afirmou. “Precisamos fazer muito mais e com mais intensidade nas parcerias, especialmente em áreas como computação quântica, inteligência artificial, semicondutores, espaço e defesa”.

    Macron disse ver convergência entre estratégias europeias e japonesas para “construir uma prosperidade equilibrada no século XXI”, baseada em “paz” e “valores democráticos”, sem depender de grandes potências.

    “A crescente tensão entre as duas maiores potências cria problemas para todos nós”, afirmou.

    Ele também defendeu a criação de uma “coalizão dos independentes”, envolvendo países europeus, asiáticos e economias emergentes como Índia e Brasil.

    “Não queremos que nossas soluções tecnológicas dependam de uma grande potência que queira nos subjugar. Não queremos que nossos modelos econômicos sirvam a agendas geopolíticas que não são as nossas”, concluiu.

    A visita oficial ao Japão inclui encontros institucionais e deve ser seguida por viagem à Coreia do Sul.
     

     
     

    Macron critica imprevisibilidade dos EUA e defende Europa estável

  • O sonho acabou para eles: veja os craques que vão assistir à Copa pela TV

    O sonho acabou para eles: veja os craques que vão assistir à Copa pela TV

    Com as 48 seleções já definidas, a Copa do Mundo de 2026 também tem uma lista de ausências de peso. Equipes tradicionais ficaram pelo caminho nos playoffs e não estarão no torneio que será disputado nos Estados Unidos, Canadá e México.

    Entre os principais destaques estão seleções como Itália, Dinamarca e Polônia, além de outras que também ficaram fora, como Camarões, Chile, Nigéria e Ucrânia.

    A ausência dessas equipes também significa que vários jogadores conhecidos do futebol europeu não disputarão a Copa, incluindo nomes que atuam em grandes clubes.

    Confira a galeria e veja quais seleções e jogadores importantes ficaram fora da Copa do Mundo de 2026.

    Técnico destaca desempenho de novos convocados após vitória sobre a Croácia e afirma que atuação reforça disputa por vagas. Comissão avalia elenco antes da convocação final para a Copa do Mundo, que será anunciada em maio

    Estadao Conteudo | 05:10 – 01/04/2026

    O sonho acabou para eles: veja os craques que vão assistir à Copa pela TV

  • NASA prepara missão histórica com astronautas rumo à Lua após 53 anos

    NASA prepara missão histórica com astronautas rumo à Lua após 53 anos

    Missão Artemis II levará tripulação para orbitar a Lua sem pouso, marcando retorno dos voos tripulados ao espaço profundo. Lançamento pode ter novas tentativas e faz parte do plano que prevê presença humana na superfície lunar nos próximos anos

    A NASA planeja lançar a missão Artemis II, que levará astronautas novamente em direção à Lua após mais de cinco décadas. Será a primeira vez desde a missão Apollo 17, em 1972, que humanos viajarão até o entorno lunar.

    Apesar da expectativa, a missão não prevê pouso na superfície. O objetivo é realizar uma órbita ao redor da Lua, com a tripulação permanecendo dentro da cápsula Orion durante toda a viagem.

    O lançamento será feito com o foguete Space Launch System (SLS), a partir do Centro Espacial Kennedy, na Flórida, nos Estados Unidos. A chegada à órbita lunar está prevista para poucos dias após a decolagem, com retorno à Terra ainda no mesmo mês.

    A tripulação será formada pelos astronautas Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, da NASA, além de Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense.

    O lançamento está programado para as 23h24 e poderá ser acompanhado ao vivo pelas plataformas oficiais da NASA, incluindo YouTube, X, Facebook e Twitch. Caso as condições não sejam favoráveis, novas tentativas poderão ser realizadas nos dias seguintes.

    O retorno de astronautas à superfície da Lua ainda deve levar mais tempo. Inicialmente previsto para a missão Artemis III, o pouso foi adiado e agora é esperado apenas na Artemis IV, com previsão para 2028.
     
     

     

    NASA prepara missão histórica com astronautas rumo à Lua após 53 anos

  • Veja as 48 seleções classificadas e como ficaram os grupos da Copa

    Veja as 48 seleções classificadas e como ficaram os grupos da Copa

    O Iraque garantiu, na madrugada desta terça para quarta-feira, a última vaga para a Copa do Mundo de 2026 ao vencer a Bolívia por 2 a 1, no Estadio BBVA Bancomer, em Monterrey, no México, no último jogo dos playoffs intercontinentais.

    Ali Al-Hamadi abriu o placar para a seleção asiática logo aos dez minutos, mas Moisés Paniagua empatou ainda no primeiro tempo. Na etapa final, Ayman Hussein marcou aos 53 minutos e definiu a vitória que confirmou a classificação.

    Antes disso, a República Democrática do Congo também havia assegurado vaga ao vencer a Jamaica por 1 a 0, na prorrogação, em Guadalajara. Nos demais confrontos da repescagem, avançaram Bósnia e Herzegovina, que eliminou a Itália nos pênaltis, além de Suécia, Turquia e República Tcheca.

    O Mundial de 2026 será disputado entre 11 de junho e 19 de julho, com organização conjunta de Estados Unidos, Canadá e México. Esta será a primeira edição com 48 seleções.

    Assim ficaram os grupos da Copa do Mundo 2026:

    Grupo A: África do Sul, México, Coreia do Sul e República Tcheca
    Grupo B: Suíça, Catar, Canadá e Bósnia e Herzegovina
    Grupo C: Marrocos, Haiti, Escócia e Brasil
    Grupo D: Paraguai, Estados Unidos, Austrália e Turquia
    Grupo E: Equador, Curaçao, Costa do Marfim e Alemanha
    Grupo F: Tunísia, Países Baixos, Japão e Suécia
    Grupo G: Nova Zelândia, Irã, Egito e Bélgica
    Grupo H: Uruguai, Espanha, Cabo Verde e Arábia Saudita
    Grupo I: Senegal, Noruega, França e Iraque
    Grupo J: Áustria, Jordânia, Argélia e Argentina
    Grupo K: Uzbequistão, Portugal, Colômbia e República Democrática do Congo
    Grupo L: Panamá, Inglaterra, Gana e Croácia

    O Brasil está no Grupo C, ao lado de Marrocos, Escócia e Haiti, e já tem seu caminho definido na competição.

    Grupo e jogos do Brasil na Copa do Mundo 2026

    Grupo C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia

    1ª rodada – 13 de junho, às 19h
    Brasil x Marrocos – Nova York/Nova Jersey (MetLife Stadium)

    2ª rodada – 19 de junho, às 22h
    Brasil x Haiti – Filadélfia (Lincoln Financial Field)

    3ª rodada – 24 de junho, às 19h
    Escócia x Brasil – Miami (Hard Rock Stadium)

    Durante a Copa, a seleção brasileira ficará hospedada em Nova Jersey e treinará no CT Columbia Park, em Morristown. O local pertence ao New York Red Bulls e fica a cerca de 15 minutos do hotel da delegação.

    Caso avance, o Brasil enfrentará equipes do Grupo F na fase seguinte, que reúne Países Baixos, Japão, Tunísia e uma seleção vinda da repescagem europeia.

    A seleção brasileira, única presente em todas as edições do Mundial, busca o hexacampeonato. O último título foi conquistado em 2002.
     
     

    Volante conta que ouviu do croata que a seleção é “forte” e valoriza evolução da equipe. Jogadores destacam união do grupo e disputa por vagas, enquanto comissão técnica define lista final para a Copa do Mundo

    Estadao Conteudo | 04:00 – 01/04/2026

     

    Veja as 48 seleções classificadas e como ficaram os grupos da Copa

  • Ataque do Irã deixa 14 feridos em Israel, incluindo criança em estado gra

    Ataque do Irã deixa 14 feridos em Israel, incluindo criança em estado gra

    Mísseis atingem regiões centrais do país e provocam ferimentos por estilhaços. Serviços de emergência prestam atendimento às vítimas, enquanto autoridades relatam queda de destroços e aumento das tensões no conflito entre Irã, Israel e aliados dos Estados Unidos

    Serviços de emergência de Israel informaram que 14 pessoas ficaram feridas após novos ataques com mísseis lançados pelo Irã, nesta terça-feira. Entre as vítimas está uma menina de 11 anos em estado grave.

    As equipes médicas estão “prestando atendimento e transferindo 14 feridos para hospitais, incluindo uma menina de 11 anos em estado grave, com ferimentos por estilhaços nos membros, além de uma mulher de 36 anos e um adolescente de 13 anos (…) também feridos por estilhaços”, informou o Magen David Adom (MDA), serviço equivalente à Cruz Vermelha no país.

    Segundo o comunicado, outras 11 pessoas sofreram ferimentos leves, mas não foram divulgados detalhes sobre os locais atingidos.

    A polícia israelense afirmou ter recebido relatos sobre “queda de destroços de armamentos e munições” na região de Tel Aviv e em áreas do centro do país.

    Entre 6h20 e 9h (horário local), o Exército de Israel detectou três lançamentos de mísseis vindos do Irã, além de outro disparo originado no Iêmen.

    Desde o início da ofensiva militar de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã, em 28 de fevereiro, Teerã tem respondido com ataques contra território israelense e também contra alvos militares e estratégicos de aliados de Washington no Oriente Médio.
     
     

     

    Ataque do Irã deixa 14 feridos em Israel, incluindo criança em estado gra

  • Apple, aos 50 anos, atravessa transição da IA apostando no que deu certo no passado

    Apple, aos 50 anos, atravessa transição da IA apostando no que deu certo no passado

    Empresa segue dominante entre consumidores e aposta em fidelidade e serviços, enquanto rivais avançam na inteligência artificial. Mudanças estratégicas e pressão competitiva levantam dúvidas sobre o futuro da companhia e sua capacidade de liderar a próxima grande revolução tecnológica

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Fundada no quarto de infância de Steve Jobs há 50 anos com o objetivo de criar um computador pessoal, a Apple mantém a liderança no mercado de celulares com o sucesso dos modelos mais recentes do iPhone, mas perdeu o posto de empresa mais valiosa do mundo.

    Essa posição agora pertence à Nvidia, empresa que mais lucrou com a corrida pela inteligência artificial até o momento. As semelhanças entre as duas big techs são poucas, para além do apelo diante dos acionistas: enquanto a Nvidia projeta hardware para outras corporações, a Apple atende ao consumidor final com smartphones, tablets, relógios inteligentes e o controle de um ecossistema de aplicativos sobre o qual arrecada comissões.

    Segundo analistas que acompanham a trajetória da marca nas últimas duas décadas, a Apple recorre à sua posição dominante, à fidelidade do público e a estratégias que funcionaram anteriormente. As vendas recordes do iPhone 17 -sucessor do produto sobre o qual a companhia fundou seu atual império tecnológico, com presença nos cinco continentes -sinalizam que a escolha tem sido eficaz.

    A falta de investimento direto e massivo em IA generativa, embora preserve o caixa, é vista como uma aposta arriscada por Thomas Monteiro, analista-chefe da plataforma Investing.com.

    “Google, Amazon e Microsoft fizeram a leitura de que quem tiver a infraestrutura por trás dos modelos de inteligência artificial terá controle da tecnologia. Se essa ideia se provar correta, a Apple vai ter que correr atrás e gastar muito dinheiro”, diz o analista.

    A empresa, contudo, não assiste à concorrência de braços cruzados. A companhia já fechou acordos com a OpenAI, criadora do ChatGPT, e, em fevereiro passado, com o Google, que terá prioridade nos sistemas da Apple -aos moldes do que já ocorre com os buscadores de internet. Além disso, a Apple concluiu a compra de dez empresas especializadas em infraestrutura para IA.

    A escalada de Jobs ao topo do setor com a Apple, já em uma segunda passagem iniciada em 1997, se baseou também na tomada de controle de negócios menores. Em 1999, a empresa comprou o tocador de música SoundJam, uma das fundações do iTunes e do iPod.

    Essa plataforma, acoplada ao iTunes Store, permitiu que a Apple rentabilizasse a crise da pirataria digital com a venda de faixas a US$ 0,99. A preocupação de Jobs em perder o mercado fonográfico para os celulares impulsionou a criação do iPhone em 2007, lançado logo após o LG Prada (2006), o primeiro com tela sensível ao toque.

    Em 2008, o iPhone 3G consolidou o tripé do smartphone contemporâneo: conexão à internet, loja de aplicativos e interface touchscreen. Até o surgimento dos aparelhos vestíveis, essa definição permaneceu inabalada -e o desempenho comercial de óculos com IA, como o Ray-Ban da Meta, ainda não atinge a popularidade dos iPhones.

    A Apple não foi a pioneira na interface gráfica ou no mouse (dispositivo cujo fio remetia à cauda de um rato). A Xerox lançara o primeiro computador com interface gráfica em 1975 -o Alto, desenvolvido no PARC, divisão de pesquisa da empresa. O mouse surgiu na mesma época, em Stanford. A ferramenta só se popularizou com o Lisa, computador da Apple de 1983.

    “A Apple nunca foi uma empresa pioneira. É uma empresa que aperfeiçoa a tecnologia, entende as vontades do mercado e entrega o que as pessoas esperam”, afirma Monteiro. “O capital agregado da Apple está, de maneira geral, no valor de seus produtos.”

    O jornalista Filipe Espósito, especialista na cobertura da empresa com passagens pelo 9to5Mac e Macworld, pondera que a Apple enfrenta desafios geopolíticos e regulatórios. No Brasil, o Cade determinou a flexibilização das regras para a oferta de apps fora da App Store. “Mais de 20% da receita da Apple vem de serviços, motivo pelo qual a empresa é tão relutante em abrir mão de certas amarras”, afirma Espósito.

    A concorrência de fabricantes chinesas também se tornou mais agressiva. “O recente lançamento do MacBook Neo e do iPhone 17e, ambos considerados aparelhos de entrada e vendidos por cerca da metade do preço dos modelos médios, prova que a Apple quer atingir novos públicos”, diz o jornalista.

    “Tudo isso acontece em meio a discussões sobre uma possível passagem de bastão do CEO da Apple, Tim Cook, para outra pessoa, o que reacende as discussões sobre o que esperar da Apple no futuro e como uma nova liderança deve impactar o caminho que a empresa vem trilhando”, emenda Espósito.

    “Uma vez ou outra, surge um produto revolucionário que muda tudo”, declarou Jobs ao apresentar o primeiro iPhone. Cinquenta anos após sua fundação, a Apple parece ter trocado o risco da vanguarda pela segurança do balanço financeiro. Ao encerrar projetos de carros inteligentes e realidade aumentada para priorizar infraestrutura e modelos de entrada, a companhia sinaliza que, no momento, a manutenção do império é mais urgente do que a próxima revolução.

    VEJA AS COMPANHIAS PÚBLICAS MAIS VALIOSAS DO MUNDO

    1. Nvidia – US$ 4,238 trilhões
    2. Apple – US$ 3,730 trilhões
    3. Alphabet (Google) – US$ 3,470 trilhões
    4. Microsoft – US$ 2,751 trilhões
    5. Amazon – US$ 2,235 trilhões

    RELEMBRE A TRAJETÓRIA DA APPLE

    1971 – Steve Wozniak conhece Steve Jobs
    Março de 1975 – Wozniak apresenta o protótipo do Apple I no Homebrew Computer Club
    Dezembro de 1975 – Apple inicia vendas do Apple I em Mountain View, Califórnia
    1º de abril de 1976 – Apple Computer Company é oficialmente fundada
    Janeiro de 1977 – Mike Markkula faz o primeiro grande investimento na empresa
    Abril de 1977 – Lançamento do Apple II
    1980 – IPO (abertura de capital) da Apple
    1983 – Lançamento do Lisa; o preço de US$ 10 mil resulta em fracasso comercial
    1984 – Lançamento do Macintosh
    1985 – Jobs deixa a Apple após disputas internas e resultados baixos
    1991 – Macintosh PowerBook estabelece o formato moderno dos notebooks
    1993 – Lançamento do Newton MessagePad (PDA), que não ganha o mercado
    1997 – Retorno de Jobs e simplificação da linha de produtos
    1999 – Compra do SoundJam (origem do iTunes)
    2001 – Lançamento do iTunes e do iPod
    2003 – Lançamento da iTunes Music Store e do navegador Safari
    2007 – Lançamento do primeiro iPhone
    2008 – Lançamento da App Store no iOS
    2008 – Surgimento do sistema Android no aparelho HTC Dream
    2010 – Lançamento do Galaxy S, consolidando a concorrência ao iPhone. Apple lança iPad
    2011 – Lançamento da assistente virtual Siri. Jobs morre, e Cook assume
    2011 – Lançamento do Apple Watch
    2016 – Introdução dos AirPods
    2024 – Lançamento dos óculos de realidade mista Apple Vision Pro

    PRINCIPAIS PRODUTOS (2026)

    Smartphones:
    – iPhone 17 Pro e Pro Max: Topo de linha (a partir de R$ 11.499)
    – iPhone 17 e 17 Plus: Modelos padrão
    – iPhone 17e: Modelo de entrada, câmera única (a partir de R$ 5.799)

    Notebooks:
    – MacBook Neo: Modelo de entrada (a partir de R$ 7.299)
    – MacBook Air: (A partir de R$ 13.999)
    – MacBook Pro: (A partir de R$ 20.999).

    Apple, aos 50 anos, atravessa transição da IA apostando no que deu certo no passado

  • Jornalista dos EUA é sequestrada durante cobertura em Bagdá, diz governo

    Jornalista dos EUA é sequestrada durante cobertura em Bagdá, diz governo

    Shelly Kittleson foi capturada enquanto trabalhava na capital iraquiana. O governo local deteve um suspeito ligado a milícias pró‑Irã, e os EUA acionaram o FBI para auxiliar nas buscas. Washington havia alertado a repórter sobre ameaças antes da viagem

    A jornalista norte‑americana Shelly Kittleson foi sequestrada enquanto trabalhava em Bagdá, segundo informou o governo do Iraque nesta terça‑feira (31). A Casa Branca confirmou o caso e afirmou que acompanha a situação em coordenação com autoridades locais.

    Kittleson atua como repórter independente e colabora com veículos internacionais como BBC, Politico e Al‑Monitor. Ela estava no país para uma cobertura quando foi capturada por homens armados. O Al‑Monitor divulgou que o governo dos Estados Unidos havia alertado a profissional sobre ameaças e recomendado que ela evitasse viajar ao Iraque.

    O Ministério do Interior iraquiano informou que uma operação foi iniciada para localizar a jornalista e identificar os responsáveis. Um suspeito foi detido. De acordo com autoridades americanas, ele teria ligação com o grupo Kataib Hizballah, milícia alinhada ao Irã.

    O Departamento de Estado dos EUA afirmou que a jornalista já havia recebido ameaças e que o governo trabalha com o FBI para tentar garantir sua libertação o mais rápido possível. O Departamento de Defesa reforçou o alerta para que cidadãos americanos deixem o Iraque imediatamente e evitem viagens ao país, incluindo profissionais da imprensa.

    O sequestro ocorre em um momento de tensão na região. O Iraque mantém cooperação militar com os Estados Unidos, mas também abriga grupos armados apoiados pelo Irã. Além disso, organizações como Estado Islâmico, Al‑Qaeda e outras facções insurgentes continuam ativas no território.

    Até a última atualização, nenhum grupo havia assumido a autoria do sequestro. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra homens colocando uma mulher em um carro enquanto outros veículos acompanham a ação. As autoridades ainda não confirmaram a autenticidade das imagens.

    Jornalista dos EUA é sequestrada durante cobertura em Bagdá, diz governo

  • Trump critica aliados europeus e descarta ação no Estreito de Ormuz

    Trump critica aliados europeus e descarta ação no Estreito de Ormuz

    Presidente cobra apoio de países como Reino Unido e França em meio à guerra com o Irã e afirma que responsabilidade por desbloquear rota não é dos EUA. Tensões aumentam com recusa de europeus em colaborar com operações militares

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou aliados europeus por não apoiarem a campanha de bombardeios conduzida por EUA e Israel contra o Irã e descartou qualquer intervenção para reabrir o Estreito de Ormuz.

    Trump iniciou a terça-feira com publicações nas redes sociais pedindo que outros países “vão buscar o seu próprio petróleo!” e “comecem a aprender a lutar por si próprios”.

    Desde o início da ofensiva militar, em 28 de fevereiro, o Irã bloqueia o Estreito de Ormuz, o que provocou alta nos preços globais de petróleo e gás.

    O presidente direcionou críticas especialmente ao Reino Unido e à França.

    “A todos esses países que não conseguem combustível de aviação por causa do Estreito de Ormuz, como o Reino Unido, que se recusou a participar da decapitação do Irã, tenho uma sugestão: número 1, comprem dos EUA, temos bastante, e número 2, criem coragem, vão até o estreito e simplesmente TOMEM-NO”, escreveu.

    Pouco depois, também criticou a França, afirmando que o país é “muito pouco prestativo” por “não permitir que aviões com destino a Israel, carregados com equipamento militar, sobrevoem o território francês”.

    Em conversa com jornalistas na Casa Branca, Trump voltou a descartar uma ação direta dos Estados Unidos para reabrir a passagem marítima.

    “Não é da nossa alçada. Isso não é para nós. É para a França. É para quem estiver usando o estreito”, disse.

    O republicano também mencionou a China como um dos países que deveriam assumir responsabilidade pela reabertura da rota estratégica.

    “Da última vez que verifiquei, era para existir uma grande e poderosa Marinha Real Britânica pronta para fazer esse tipo de coisa”, afirmou.

    Enquanto isso, a reação europeia segue dividida. A Espanha proibiu o uso de bases militares e do espaço aéreo do país por forças norte-americanas em operações contra o Irã, alegando que a ação viola o direito internacional.

    Já a Itália também negou apoio logístico. Segundo o jornal Corriere della Sera, Roma não autorizou o uso da base de Sigonella, na Sicília, por falta de pedido formal dos Estados Unidos.

    O ministro da Defesa italiano, Guido Crosetto, afirmou que “não há qualquer esfriamento ou tensão com os Estados Unidos”, e os norte-americanos conhecem tão bem quanto os italianos “as normas que regem a sua presença na Itália desde 1954”.

    Trump critica aliados europeus e descarta ação no Estreito de Ormuz

  • Lula sanciona projeto que amplia licença-paternidade para até 20 dias

    Lula sanciona projeto que amplia licença-paternidade para até 20 dias

    Nova lei prevê ampliação gradual do benefício a partir de 2027, com aumento escalonado até 2030. Medida também permite que trabalhadores emendem a licença com férias e busca fortalecer a participação dos pais nos primeiros dias após o nascimento ou adoção

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta terça-feira (31) uma lei que amplia a licença-paternidade no Brasil. O prazo, que hoje é de cinco dias, poderá chegar a 20 dias, de forma progressiva ao longo dos próximos anos.

    A mudança não será imediata. A nova regra passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2027 e seguirá um cronograma escalonado. Nos dois primeiros anos, os pais terão direito a 10 dias de licença. Em seguida, o período sobe para 15 dias e, a partir do quarto ano, atinge o limite máximo de 20 dias.

    A proposta busca ampliar o tempo de convivência entre pais e recém-nascidos, além de dividir de forma mais equilibrada as responsabilidades familiares nos primeiros dias após o nascimento ou adoção.

    O impacto financeiro da medida já foi estimado. Os gastos devem começar em cerca de R$ 2,2 bilhões no primeiro ano e podem chegar a R$ 5,4 bilhões até 2029. Os recursos virão do orçamento da Seguridade Social, previsto na Lei Orçamentária Anual.

    Outra mudança importante é a possibilidade de o trabalhador emendar a licença com as férias. Para isso, será necessário informar a empresa com pelo menos 30 dias de antecedência em relação à data prevista para o parto ou à formalização da guarda.

    A nova legislação representa um avanço nas políticas de apoio à família e à primeira infância, alinhando o Brasil a modelos já adotados em outros países.
     
     

     

    Lula sanciona projeto que amplia licença-paternidade para até 20 dias

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Influenciadora chinesa morre aos 39 após AVC durante transmissão ao vivo

    Influenciadora chinesa morre aos 39 após AVC durante transmissão ao vivo

    Wang Yefei sofreu uma hemorragia no tronco cerebral enquanto fazia uma live e não resistiu. A influenciadora mantinha rotina exaustiva de trabalho, que incluía longas transmissões diárias, e vinha relatando dores frequentes nas semanas anteriores ao colapso

    A influenciadora chinesa Wang Yefei, de 39 anos, morreu após sofrer uma hemorragia no tronco cerebral, um tipo grave de AVC. Com cerca de 130 mil seguidores, ela era conhecida por suas longas transmissões dedicadas à venda de roupas femininas.

    O colapso ocorreu na manhã de 9 de março. De acordo com os portais Jimu News e VNExpress, Yefei estava ao vivo quando comentou que não se sentia bem. Em seguida, levou as mãos à cabeça e ao pescoço, demonstrando dor intensa. Ela ainda conseguiu pedir que a equipe chamasse o serviço de emergência, mas perdeu a consciência antes da chegada dos socorristas. A morte e a causa foram confirmadas pouco depois.

    Relatos da imprensa chinesa apontam que Yefei mantinha uma rotina extremamente exaustiva, com transmissões diárias que chegavam a durar entre sete e dez horas. Nas últimas semanas, ela vinha reclamando de dores de cabeça frequentes e recorria a analgésicos para conseguir manter o ritmo de trabalho.

    A notícia da morte abalou familiares, amigos e seguidores. Uma amiga próxima, que assistia à live no momento do colapso, disse estar “completamente chocada”. Segundo ela, Yefei dormia apenas quatro ou cinco horas por noite e centralizava todas as etapas do negócio, desde as vendas até o envio das peças.

    A amiga também destacou o comprometimento da influenciadora com o público: “Ela nunca foi de reclamar. Mesmo que tivesse dor nas costas ou dor de cabeça, nunca demonstrava isso durante a transmissão ao vivo e sempre dizia que estava bem.”

    Ela acrescentou que Yefei mantinha uma relação próxima com suas seguidoras: “Ela nunca aumenta muito o preço das roupas. Ela tem quatrocentas ou quinhentas seguidoras no grupo de fãs do WeChat, todas fãs genuínas que realmente a apreciam. Ela controla rigorosamente a qualidade, o estilo e o preço das roupas, e é por isso que conquistou tantos fãs fiéis.”

    Influenciadora chinesa morre aos 39 após AVC durante transmissão ao vivo