Autor: REDAÇÃO

  • Apple pode lançar nova Siri com IA e loja própria de “extensões”

    Apple pode lançar nova Siri com IA e loja própria de “extensões”

    Nova versão da assistente deve permitir instalação de recursos adicionais desenvolvidos pela própria empresa e por terceiros. Plataforma pode criar novo ecossistema dentro do iOS, com possibilidade de cobrança por transações e maior personalização para usuários

    A Apple prepara mudanças importantes para a próxima geração da assistente virtual Siri. Segundo informações do jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a empresa trabalha em uma versão com inteligência artificial integrada ao novo iOS.

    Uma das novidades seria a criação de uma loja própria dentro do aplicativo da Siri, onde usuários poderão baixar ferramentas adicionais baseadas em IA.

    Esses recursos devem ser chamados de “extensões” e permitirão ampliar as funções da assistente, tornando-a mais personalizada e eficiente no dia a dia.

    A expectativa é que essas extensões também possam ser desenvolvidas por terceiros, o que abriria espaço para um novo ecossistema de aplicativos dentro da própria Siri. Há ainda a possibilidade de a Apple cobrar taxas sobre transações realizadas nessa nova plataforma.

    A nova versão da assistente deve ser apresentada oficialmente durante a WWDC, conferência anual da empresa, prevista para acontecer entre os dias 8 e 12 de junho.
     

    Apple pode lançar nova Siri com IA e loja própria de “extensões”

  • Irã afirma que líder Khamenei segue no país e comanda guerra

    Irã afirma que líder Khamenei segue no país e comanda guerra

    Embaixador afirma que Mojtaba Khamenei está no comando após morte do pai e nega rumores de fuga ou tratamento no exterior. Teerã diz buscar cessar-fogo, mas acusa EUA e Israel de dificultarem negociações e violarem princípios diplomáticos

    O embaixador do Irã em Roma afirmou nesta terça-feira que o líder supremo do país, Mojtaba Khamenei, está no território iraniano e segue no comando em meio à guerra contra Estados Unidos e Israel.

    “Mojtaba Khamenei está no país e exercendo suas funções de liderança em uma situação de guerra”, disse Mohammad Reza Sabouri em entrevista à agência italiana ANSA.

    Mojtaba assumiu o cargo após a morte do pai, Ali Khamenei, morto em um ataque aéreo no primeiro dia do conflito.

    O diplomata negou rumores de que o novo líder estaria fora do país para tratamento médico após ter sido ferido em bombardeios, classificando as informações como “propaganda e desinformação típicas da mídia israelense”.

    Segundo ele, o líder continua coordenando a guerra junto às instituições do país, mas ainda não apareceu em público por razões de segurança.

    Sabouri também afirmou que Teerã busca um cessar-fogo, mas responsabilizou os Estados Unidos pela dificuldade nas negociações. “O principal problema está nas posições contraditórias e nas exigências consideradas irracionais, que geram desconfiança”, disse.

    Ele acrescentou que o Irã sempre defendeu soluções diplomáticas e que suas demandas foram apresentadas durante a segunda rodada de negociações em Genebra, realizada dias antes do início dos ataques, mediada por Omã.

    “Os Estados Unidos conhecem bem a posição do Irã”, afirmou.

    Para o embaixador, o início da guerra em 28 de fevereiro ocorreu justamente quando havia um processo diplomático em andamento para tratar das preocupações em torno do programa nuclear iraniano.

    “Se antes já havia dúvidas sobre o compromisso dos Estados Unidos com os acordos, após a guerra essas dúvidas se transformaram em total desconfiança”, declarou.

    Apesar disso, o diplomata disse que há esforços de outros atores internacionais para reduzir a tensão e buscar uma solução para o conflito.

    “O principal problema continua sendo o fato de os Estados Unidos e Israel não respeitarem os princípios da diplomacia e do direito internacional”, afirmou.

    Autoridades iranianas informam que a ofensiva iniciada pelos dois países já deixou mais de 1.500 mortos, incluindo nomes importantes como o próprio Ali Khamenei, Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, e os ministros Aziz Nasirzadeh, da Defesa, e Esmail Khatib, da Inteligência, além de outros integrantes das forças armadas e da segurança do país.
     

    Irã afirma que líder Khamenei segue no país e comanda guerra

  • Irã ameaça atacar empresas dos EUA no Médio Oriente

    Irã ameaça atacar empresas dos EUA no Médio Oriente

    Grupo ameaça destruir instalações de empresas americanas no Oriente Médio em resposta a mortes de autoridades iranianas. Comunicado cita gigantes da tecnologia e orienta evacuação de funcionários e moradores, em meio à escalada do conflito com Estados Unidos e Israel

    A Guarda Revolucionária do Irã, força ideológica da República Islâmica, ameaçou nesta terça-feira atacar empresas norte-americanas no Oriente Médio caso ocorram novos “assassinatos” de autoridades iranianas.

    Em publicação no site Sepah News, o grupo divulgou uma lista com 18 empresas dos Estados Unidos, incluindo Google, Apple, Meta e Tesla, afirmando que elas devem “esperar a destruição” de suas instalações “em todos os países da região” como resposta a novos “assassinatos no Irã”, a partir das 20h no horário de Teerã (17h30 em Lisboa), na quarta-feira.

    Em pouco mais de um mês de bombardeios contra o Irã, Estados Unidos e Israel mataram mais de uma dezena de altos dirigentes religiosos, políticos e militares iranianos, entre eles o líder supremo Ali Khamenei, posteriormente substituído por seu filho Mojtaba Khamenei, e o chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani.

    “Aconselhamos os trabalhadores dessas instituições a abandonarem imediatamente seus locais de trabalho para salvar suas vidas”, afirmou a Guarda Revolucionária, no 32º dia da guerra entre Irã, Estados Unidos e Israel, iniciada em 28 de fevereiro.

    “Também recomendamos que moradores de áreas próximas a essas empresas, em todos os países da região, deixem suas casas em um raio de um quilômetro”, acrescentou o grupo.

    Outras companhias como Cisco Systems, HP, Intel, Microsoft, IBM, Nvidia e Boeing também foram citadas como possíveis alvos.

    Estados Unidos e Israel justificaram a ofensiva militar iniciada em 28 de fevereiro alegando a postura inflexível do Irã nas negociações sobre o fim do enriquecimento de urânio, dentro de seu programa nuclear, que o país afirma ter fins civis.

    Como resposta, o Irã fechou o Estreito de Ormuz e lançou ataques contra alvos em Israel, bases norte-americanas e infraestruturas civis em países como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Jordânia, Omã e Iraque.

    Desde o início do conflito, que tem impactado a economia global, autoridades iranianas contabilizam pelo menos 1.332 mortos e mais de 10 mil feridos, sem atualização recente dos números.

    Já a organização Human Rights Activists News Agency (HRANA), com sede nos Estados Unidos, estima que o total de mortos no Irã seja de ao menos 3.492, incluindo 1.574 civis.
     
     

     

    Irã ameaça atacar empresas dos EUA no Médio Oriente

  • 'Rumo ao apartheid', diz premiê da Espanha sobre lei de Israel que autoriza execução de palestinos

    'Rumo ao apartheid', diz premiê da Espanha sobre lei de Israel que autoriza execução de palestinos

    Mesmo aliados históricos de Israel, caso da Alemanha, criticaram a nova legislação. Berlim disse lamentar a aprovação do texto, acrescentando que ele deverá ser aplicado quase exclusivamente a palestinos nos territórios ocupados

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A aprovação pelo Parlamento de Israel de uma lei controversa que estabelece a pena de morte como sentença padrão para palestinos condenados por ataques com vítimas fatais motivou críticas ao governo de Binyamin Netanyahu, o mais à direita da história do país. A mais dura foi feita pelo premiê da Espanha, Pedro Sánchez, que descreveu a medida como um “passo a mais rumo ao apartheid”.

    Na rede social X, Sánchez escreveu nesta terça-feira (31) que a lei é assimétrica porque não deverá ser aplicada a israelenses que cometam crimes semelhantes. “Mesmo crime, pena diferente. Isso não é justiça. É mais um passo rumo ao apartheid. O mundo não pode permanecer em silêncio”, publicou o socialista, um dos líderes europeus mais críticos ao governo Netanyahu.

    Mesmo aliados históricos de Israel, caso da Alemanha, criticaram a nova legislação. Berlim disse lamentar a aprovação do texto, acrescentando que ele deverá ser aplicado quase exclusivamente a palestinos nos territórios ocupados. Em nota, um porta-voz do governo de Friedrich Merz, de direita, escreveu que, embora Tel Aviv tenha adotado postura dura contra o terrorismo, o país europeu vê a nova legislação “com grande preocupação” e reitera sua oposição à pena de morte.

    A União Europeia também manifestou preocupação. Um porta-voz da Comissão Europeia afirmou que a decisão representa “um claro retrocesso” e pediu que Israel respeite o direito internacional e seus compromissos com princípios democráticos.

    As críticas já vinham sendo feitas antes mesmo da votação. Ministros das Relações Exteriores de Alemanha, França, Itália e Reino Unido haviam alertado que o projeto tinha caráter “de facto discriminatório” e poderia comprometer os princípios democráticos israelenses.

    A medida cumpre uma das principais promessas dos aliados de extrema direita de Netanyahu, defensores do endurecimento das punições em casos de violência. Ao mesmo tempo, é alvo de críticas: opositores afirmam que a nova legislação tem caráter seletivo e discriminatório, já que não deverá ser aplicada a cidadãos israelenses judeus condenados por crimes semelhantes.

    A legislação prevê a aplicação da pena de morte por enforcamento em até 90 dias após a sentença com possibilidade limitada de adiamento, mas sem direito à clemência. Críticos dizem que a lei é discriminatória por atingir palestinos julgados em tribunais militares, principalmente na Cisjordânia.

    O território é ocupado militarmente por Tel Aviv desde a Guerra dos Seis Dias, em 1967, e os palestinos que vivem ali estão sujeitos à lei militar israelense em alguns casos. Como os colonos judeus no local estão sujeitos à lei civil, organizações como a Anistia Internacional acusam Tel Aviv de operar um regime de apartheid na região.

    Especialistas das Nações Unidas também manifestaram preocupação, apontando que a lei adota definições vagas de terrorismo, o que poderia abrir espaço para a aplicação da pena capital em situações que não se enquadram nessa categoria. Philippe Lazzarini, chefe da UNRWA, a agência da ONU para refugiados palestinos, disse ter ficado “absolutamente consternado” com o que chamou de “lei abjeta”.

    Organizações de direitos humanos reforçam essas críticas. A Anistia Internacional afirma que não há evidências de que a pena de morte seja mais eficaz do que a prisão perpétua na redução da criminalidade. Já o grupo israelense B’Tselem diz que tribunais militares na Cisjordânia, onde palestinos são julgados, apresentam taxa de condenação de cerca de 96% e histórico de obtenção de confissões sob tortura.

    Dentro de Israel, profissionais do sistema jurídico também questionam a constitucionalidade da lei, o que aumenta a possibilidade de contestação na Suprema Corte.

    A medida foi promovida pelo ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, que fez da pena de morte para militantes palestinos uma das principais promessas de sua campanha eleitoral em 2022. Desde que assumiu o cargo, ele tem defendido políticas mais duras de segurança e apoiado publicamente ações de militares investigados por uso excessivo de força contra palestinos.

    A nova legislação surge em meio ao agravamento das tensões na Cisjordânia e à crescente pressão internacional sobre Israel. As próximas eleições nacionais no país estão previstas para outubro de 2026.

    'Rumo ao apartheid', diz premiê da Espanha sobre lei de Israel que autoriza execução de palestinos

  • Luma de Oliveira, aos 61, impressiona ao surgir em passeio de lancha

    Luma de Oliveira, aos 61, impressiona ao surgir em passeio de lancha

    A atriz e empresária compartilhou registros do momento nas redes sociais e voltou a ser destaque meses após encantar o público durante o Carnaval 2026 na Sapucaí, onde reafirmou sua forte ligação com a história do desfile carioca

    Luma de Oliveira voltou a chamar atenção nas redes sociais ao compartilhar, nesta segunda‑feira (30), uma sequência de fotos a bordo de uma lancha. Usando um maiô estampado, a atriz e empresária exibiu toda sua vitalidade aos 61 anos e ainda publicou um vídeo antigo em que aparece pilotando a embarcação. As imagens foram divulgadas nos Stories do Instagram.

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Reprodução- Instagram  

    A presença de Luma continua movimentando o público. No Carnaval de 2026, ela foi um dos nomes mais comentados ao surgir na Marquês de Sapucaí como espectadora no Camarote Quem O Globo, onde distribuiu simpatia e posou com fãs.

     
     
     

     
     
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    A trajetória de Luma no Carnaval é marcada por momentos icônicos. Em 1998, ela protagonizou uma das cenas mais lembradas da avenida ao desfilar pela Tradição usando uma coleira com o nome do então marido, o empresário Eike Batista.

    Com uma carreira consolidada na folia carioca, Luma foi uma das rainhas de bateria mais marcantes de sua geração. Ela brilhou em escolas como Caprichosos de Pilares, Mangueira, Tradição, Unidos de Viradouro, Mocidade Independente de Padre Miguel e Portela, deixando sua marca na história do Carnaval.

    Luma de Oliveira, aos 61, impressiona ao surgir em passeio de lancha

  • Brasileira é presa após jogar café em idosa em parque da Disney

    Brasileira é presa após jogar café em idosa em parque da Disney

    Mulher de 34 anos foi detida na Flórida após atacar visitante em cadeira de rodas no Magic Kingdom. Suspeita nega agressão, mas versão é contestada por vítima e testemunha; caso pode resultar em acusação por crime contra idoso

    Uma brasileira de 34 anos foi presa em um parque de diversões na Flórida, nos Estados Unidos, após jogar um copo de café gelado na cabeça de uma mulher desconhecida que estava em uma cadeira de rodas.

    Segundo o site Wow News Today, o caso aconteceu no dia 28 de fevereiro, durante o desembarque de visitantes em um barco no parque Magic Kingdom. A suspeita, identificada como Amanda Pinheiro Muir, teria atacado a vítima, uma mulher com mais de 65 anos.

    A brasileira afirma ser inocente e disse que reagiu após a vítima criticar seu filho. No entanto, o relato da mulher e do marido contradiz essa versão.

    De acordo com o boletim policial, o incidente ocorreu por volta das 13h, no momento em que uma multidão deixava a embarcação em direção ao parque. A vítima teria pedido cuidado às pessoas ao redor, temendo ser atingida ou pisoteada.

    Ainda segundo o relatório, Amanda se aproximou e teria dito que poderia “simplesmente dar um soco” na mulher. Inicialmente, a vítima disse que levou o comentário como uma brincadeira, mas a situação rapidamente se agravou.

    O marido da vítima relatou que os dois estavam sentados em um banco aguardando a movimentação diminuir quando a brasileira se aproximou e jogou o café gelado na cabeça da esposa.

    A polícia foi acionada e Amanda acabou detida no local. Ela foi levada para uma delegacia do condado de Orange e pode responder por agressão contra pessoa idosa.

    O registro policial indica que Amanda nasceu no Brasil, mas não informa se ela reside atualmente nos Estados Unidos ou no país de origem. Ainda segundo o processo, ela precisou de um tradutor durante a audiência.

    As autoridades divulgaram nas redes sociais a foto da suspeita e os dados da prisão.
     

    Brasileira é presa após jogar café em idosa em parque da Disney

  • Expectativa de fim da guerra anima Ibovespa, mas índice ainda pode encerrar março em queda

    Expectativa de fim da guerra anima Ibovespa, mas índice ainda pode encerrar março em queda

    O que move o principal indicador da B3, que tem elevação generalizada na carteira teórica composta por 83 ações, e o exterior são expectativas de fim da guerra no Oriente Médio, embora os ataques continuem

    O Ibovespa iniciou a sessão desta terça-feira, 31, em alta e logo na largada alcançou a marca de 186 mil pontos, vindo de abertura na mínima em 182.515,40 pontos, em sintonia com os índices das bolsas norte-americanas e europeias. O que move o principal indicador da B3, que tem elevação generalizada na carteira teórica composta por 83 ações, e o exterior são expectativas de fim da guerra no Oriente Médio, embora os ataques continuem.

    Paralelamente, investidores avaliam dados de emprego no Brasil (Caged) e nos Estados Unidos (Jolts), além do resultado primário do setor público de fevereiro.

    Segundo Matheus Spiess, analista da Empiricus Research, a expectativa é que os países envolvidos no conflito – Estados Unidos, Israel e Irã – entrem em acordo que ajude a arrefecer a tensão mundial, ao menos. “Estamos naquela janela projetada pelo presidente americano, de quatro a seis semanas. Qualquer notícia que não convirja para alguma negociação, acordo, promete estender a guerra”, diz.

    A despeito da valorização do Índice Bovespa nesta manhã, caminha para fechar o mês com queda.

    Até as 11h11, cedia 1,32% no período e subia quase 16% neste encerramento do primeiro trimestre. O giro financeiro promete ser reforçado. Na segunda-feira, o Ibovespa subiu 0,53%, aos 182.514,20 pontos.

    Há relatos de que o presidente dos EUA, Donald Trump, avalia encerrar a campanha militar contra o Irã mesmo que o Estreito de Ormuz siga em grande parte fechado. Neste cenário, o preço do petróleo se estabiliza. Após subir mais cedo, o Brent caía 0,50% no horário citado acima, mas ainda acima dos US$ 100, perto de US$ 107 o barril.

    No entanto, o quadro é de incerteza. O próprio Trump compartilhou hoje o que seria um vídeo que parece mostrar um ataque de grandes proporções a Isfahan, na região central do Irã, no 32º dia da guerra no Oriente Médio.

    “Desde o início da guerra, a volatilidade tem guiado os mercados. As correções ou altas que acontecessem nunca são contidas, pois há muita incerteza\”, diz Pedro Moreira, sócio da ONE Investimentos. “Segue movido pelo fluxo estrangeiro”, afirma Moreira.

    Até a última sexta-feira, o ingresso de capital estrangeiro acumulado na B3 em 2026 é de R$ 50,581 bilhões, o que deve ser a melhor marca desde 2022. A entrada reflete principalmente ao fato de que algumas ações no índice estão com preços convidativos em relação a papéis de mercados como os Estados Unidos e a média dos países emergentes. Outro fator se junta a este quadro, como o afrouxamento monetário, iniciado em março pelo Banco Central brasileiro.

    Ainda, o mercado avalia os dados do Caged, que sairão à tarde e podem ajudar a ajustar as apostas para a taxa Selic. Também hoje acontece a reunião ministerial e os dois encontros do Banco Central com economistas em São Paulo.

    Ano campo corporativo, a Vale informou que fluxo de caixa livre da Vale Base Metals (VBM) pode ser de até US$ 1,9 bilhão em 2026. Hoje, em Dalian, o minério fechou em queda de 0,80%, a US$ 116,88 a tonelada.

    Às 11h25, o Ibovespa tinha alta de 1,80%, aos 185.805,49 pontos, ante alta de 2,16%, na máxima aos 186.447,97 pontos e abertura na mínima em 182.515,40 pontos. Já o dólar à vista caía 0,74%, a R$ 5,2095, contaminando os juros futuros.

    Expectativa de fim da guerra anima Ibovespa, mas índice ainda pode encerrar março em queda

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • 'Não adianta pedir desculpas', reflete Solange sobre briga com Ana Paula

    'Não adianta pedir desculpas', reflete Solange sobre briga com Ana Paula

    A atriz comentou que o confinamento faz com que as pessoas falem coisas que não diriam em uma situação normal. Em desabafo com Jordana Morais, a camarote disse revelou desejo de se desculpar com a sister

    (CBS NEWS) – Os brothers tiveram um dia de paz nesta segunda-feira (30) no BBB 26 (Globo). No final da manhã, houve uma dinâmica de páscoa que deixou todos emocionados e, depois da ação, fez Solange Couto refletir sobre sua briga com Ana Paula Renault.

    A atriz comentou que o confinamento faz com que as pessoas falem coisas que não diriam em uma situação normal. Em desabafo com Jordana Morais, a camarote disse revelou desejo de se desculpar com a sister.

    Segundo a sister, ela sentiu que não poderia ficar calada e precisava se posicionar. Solange disse que não acredita ter dito nada de ofensivo, mas não ficou contente com o bate-boca. Ela completou afirmando que enxerga “uma tristeza” em Ana Paula.

    “Eu tava ali fora e tava pensando em tomar uma atitude de chegar nela [Ana Paula] e dizer ‘olha só, não foi bonito nem de mim nem de você. Não foi bom nem de um canto, nem de outro’, mas não adianta pedir desculpas”, avaliou a atriz.

    Solange compartilhou receio de ser julgada por estar tentando aparecer para as câmeras e que, se pudesse, chamaria Ana Paula para conversar em um local em que elas não estivessem sendo filmadas.

    “Eu não vou mentir pra você, está me fazendo mal. […] Apesar de eu não ter criado nem aumentando absolutamente nenhuma vogal. Eu só repeti. E falei, eu lamento muito”, desabafou.

    'Não adianta pedir desculpas', reflete Solange sobre briga com Ana Paula

  • Ao menos 18 ministros vão deixar o governo até o dia 2, diz Lula

    Ao menos 18 ministros vão deixar o governo até o dia 2, diz Lula

    Presidente afirma que saídas seguem prazo legal até sábado e podem aumentar. Em reunião, criticou a política, falou em “degradação” das instituições e pediu que aliados ajudem a mudar o Congresso durante a disputa eleitoral

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, durante reunião ministerial nesta terça-feira, 31, que pelo menos 18 ministros deixarão o governo até a noite de quinta-feira, 2, por causa do prazo de desincompatibilização exigido pela legislação eleitoral para quem pretende disputar as eleições.

    Segundo Lula, esse número ainda pode aumentar, desde que os interessados comuniquem a decisão com antecedência.

    “Pelo menos 14 companheiros já comunicaram que deixarão o governo. A partir de hoje (terça), mais quatro companheiros vão anunciar daqui a pouco. E depois, quem sabe, mais alguns, porque até quinta-feira à noite é tempo de me avisar”, afirmou.

    O presidente também disse que os ministros que disputarão cargos no Legislativo devem ajudar a mudar a “promiscuidade” que, segundo ele, existe no Congresso Nacional, e criticou a perda de “seriedade” na política.

    “Perdeu muito de seriedade a política. O doutor Ulysses Guimarães, quando a imprensa dizia que era preciso reformar, que era preciso mudar, ele dizia sempre que toda vez que se discute mudança, o resultado é para pior. E eu não canso de dizer que a política piorou muito”, declarou.

    Lula ainda criticou o que chamou de “situação de degradação” das instituições e afirmou que a política virou um “negócio”.

    “Outro dia alguém me disse que um deputado federal não será eleito por menos de 50 milhões de reais. Se isso for verdade, nós chegamos ao fim de qualquer seriedade na política brasileira”, disse.

    O presidente afirmou ainda que os ministros candidatos terão “orgulho” de defender o trabalho realizado no governo.

    Em tom de brincadeira, Lula comentou que também haverá ministros que, mesmo sem candidatura, devem se envolver nas campanhas. Ele citou o ministro da Educação, Camilo Santana, como possível nome para disputar o governo do Ceará.

    A reunião ministerial foi a primeira do ano e teve como objetivo apresentar um balanço das mudanças na Esplanada diante do prazo legal. Quem pretende disputar as eleições de outubro precisa deixar cargos no Executivo até sábado, 4. Durante o encontro, Lula também indicou substitutos para pastas que já terão mudanças definidas.

    Ao menos 18 ministros vão deixar o governo até o dia 2, diz Lula

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Cucurella se volta contra o Chelsea: “Eu não teria demitido Maresca”

    Cucurella se volta contra o Chelsea: “Eu não teria demitido Maresca”

    O lateral Marc Cucurella concedeu uma entrevista ao The Athletic nesta terça-feira e fez duras críticas ao Chelsea. O jogador apontou a direção do clube como principal responsável pela “instabilidade” nos resultados recentes.

    O espanhol criticou decisões tomadas nos últimos meses, especialmente a saída do técnico Enzo Maresca, demitido após uma primeira metade de temporada considerada abaixo das expectativas.

    “Nós sabíamos exatamente o que o Maresca queria da equipe. Conquistar um título como o Mundial de Clubes também ajuda a fortalecer o grupo, cria conexões. Quando um treinador te dá confiança e a chance de lutar por títulos, você dá tudo por ele”, disse.

    “O momento da saída dele teve um impacto muito grande. Foi uma decisão do clube, mas, se fosse comigo, eu não teria feito isso. O ideal seria esperar o fim da temporada para uma mudança desse tipo, dando tempo para todos se prepararem”, completou.

    Segundo Cucurella, a troca de comando técnico contribuiu para o cenário de instabilidade. O clube chegou a ter um treinador interino antes da chegada de Liam Rosenior, o que dificultou a adaptação.

    “A instabilidade vem disso. Tivemos um interino e depois um novo treinador, com ideias diferentes e pouco tempo para implementá-las. É complicado”, afirmou.

    O jogador também criticou a política do clube de investir em jovens promessas, como os portugueses Dário Essugo e Geovany Quenda.

    “Resultados assim são difíceis de aceitar. A gente treina todos os dias e, quando chega nos jogos importantes, percebe que ainda está abaixo do nível ideal. Entendo que o clube quer apostar no futuro, contratando jovens, mas isso pode atrapalhar quem está aqui tentando conquistar títulos agora”, disse.

    Para Cucurella, o elenco precisa de mais equilíbrio entre juventude e experiência para competir em alto nível.

    “Temos uma boa base, mas para disputar títulos grandes, como a Premier League ou a Liga dos Campeões, é preciso mais. Só apostar em jovens pode dificultar esse caminho. Contra o Paris Saint-Germain, por exemplo, faltou experiência em momentos decisivos”, concluiu.
     

    Federação bósnia diz que militar ligado à missão europeia filmou atividade da seleção antes do playoff da Copa. Italianos alegam coincidência e negam irregularidade, enquanto caso gera tensão às vésperas do confronto decisivo

    Notícias ao Minuto | 07:45 – 31/03/2026

     

    Cucurella se volta contra o Chelsea: “Eu não teria demitido Maresca”