Autor: REDAÇÃO

  • Metade dos ministros deixa o governo, e Lula cobrará atuação em campanha eleitoral

    Metade dos ministros deixa o governo, e Lula cobrará atuação em campanha eleitoral

    No total, 20 ministros entre os 38 devem se afastar dos cargos por conta das eleições, entre os que disputarão cargos públicos, remanejamentos para outras pastas e atuação na campanha do presidente. O prazo oficial para desincompatibilização se encerra no sábado (4)

    (CBS NEWS) – O presidente Lula (PT) reúne nesta terça-feira (31) sua equipe para reafirmar a necessidade de defesa das ações do governo. A orientação será, especialmente, endereçada aos ministros que deixarão os cargos para concorrer às eleições de outubro.

    Nessa despedida, Lula deverá recomendar a defesa de seu legado, além de agradecer pelo trabalho. Prestes a deixar o governo para concorrer ao Senado pela Bahia, o chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), fará um balanço das realizações.

    Segundo auxiliares do presidente, a ideia é municiar os colegas com as entregas de toda a Esplanada, e não apenas de suas pastas. Assim, os ministros terão uma visão geral da gestão para enfrentamento ao bolsonarismo em suas regiões -Flávio Bolsonaro (PL) deverá ser o principal adversário do petista na disputa.

    Aliados do presidente também têm sido orientados a falar sobre o impacto negativo na economia brasileira da guerra no Oriente Médio, lembrando que as iniciativas do governo de Donald Trump contam com apoio da família Bolsonaro.

    Como costuma ocorrer nas reuniões ministeriais, o encontro será iniciado por um discurso do presidente, seguido por alguns de seus ministros. Desta vez, as falas devem ser comandadas por Rui Costa, Sidônio Palmeira (Secretaria de Comunicação) e por Dario Durigan, sucessor de Fernando Haddad no Ministério da Fazenda.

    Durigan foi escalado para uma apresentação de avanços e desafios na área econômica. Segundo interlocutores, ele deve fazer um balanço das ações da pasta até este momento do mandato.

    A pedido de Lula, foi feito um estudo sobre os efeitos da taxa de juros na economia. A apresentação foi feita a ele e colaboradores diretos do presidente.

    O encontro, que ocorrerá na Sala Suprema do Palácio do Planalto, espaço reservado para reuniões de grande porte, terá foco nos novos ministros, mas contará com a presença dos chefes de todas as pastas, incluindo aqueles que se manterão nos cargos.

    A previsão é de que a reunião desta terça seja mais curta que as edições de anos anteriores, com encerramento por volta das 12h, em decorrência da viagem de Lula a São Paulo na parte da tarde.

    No total, 20 ministros entre os 38 devem se afastar dos cargos por conta das eleições, entre os que disputarão cargos públicos, remanejamentos para outras pastas e atuação na campanha do presidente. O prazo oficial para desincompatibilização se encerra no sábado (4), mas a maioria deve anunciar saída antes desta data.

    Com a aproximação do período eleitoral, a orientação passada à equipe do governo vinha sendo a de que ministros que tivessem mandatos como parlamentares se afastassem durante a disputa para reforçar o palanque de Lula nos estados.

    Essa intenção se manteve, com algumas alterações conforme os planos do petista para cada ministro. Como exemplo, estão os casos de Fernando Haddad (PT) e Márcio França (PSB), hoje à frente da pasta do Empreendedorismo.

    Haddad, então chefe da Fazenda, não pretendia entrar na disputa eleitoral neste ano, mas será candidato a governador de São Paulo a pedido do presidente. França, por sua vez, deve assumir o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, uma vez que Geraldo Alckmin (PSB) se lançará à vice-presidência novamente.

    Entre os ministros palacianos, que atuam diretamente com o presidente, Rui Costa e Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) deixarão os postos para pleitear vagas no Senado -pela Bahia e pelo Paraná, respectivamente. Guilherme Boulos (Secretaria-Geral), Sidônio Palmeira e Jorge Messias (Advocacia-Geral da União), por sua vez, se manterão no governo.

    A sucessão da maioria dos ministérios deverá ficar com os secretários-executivos de cada pasta, como vem sendo anunciado pelos titulares e pelo próprio Lula. Alguns casos, no entanto, ainda carecem de deliberação, como quem assumirá a articulação política no lugar de Gleisi.

    Lula desistiu de nomear o secretário-executivo do Conselhão (Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável), Olavo Noleto, como ministro das Relações Institucionais após líderes do Congresso demonstrarem ressalvas à escolha de Noleto.

    O rumo de alguns ministros ainda está em definição -em alguns casos, por depender de aval do próprio Lula. É o caso do pedetista Wolney Queiroz (Previdência Social), que poderá sair a deputado federal por Pernambuco.

    O petista Camilo Santana (Educação) pode apoiar a campanha de Lula ou se lançar a candidato ao Governo do Ceará. Nesta segunda (30), Lula anunciou o secretário-executivo do MEC (Ministério da Educação), Leonardo Barchini, para assumir o posto.

    Também estão sob deliberação os casos de Alexandre Silveira (PSD), das Minas e Energia, para quem Lula teria pedido que permanecesse no cargo, conforme mostrou a coluna Painel, da Folha. A preocupação seria garantir a estabilidade da “cozinha” do governo com as saídas de outros nomes de maior confiança e proximidade do presidente como Haddad, Rui Costa e Gleisi.

    Sidônio, por sua vez, deverá fazer uma apresentação sobre a comunicação do governo. Para os futuros ministros, a orientação é para que mantenham o ritmo do trabalho de suas pastas. Esta não será a primeira vez em que Lula cobra solidariedade de sua equipe.

    Em reunião ministerial de novembro passado, a cobrança específica direcionada aos ministros foi para que aqueles que já haviam sido governadores adotassem uma posição mais ofensiva frente ao debate da segurança pública nos estados.

    Metade dos ministros deixa o governo, e Lula cobrará atuação em campanha eleitoral

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  • Brasil enfrenta Croácia hoje; veja horário, escalação e onde assistir

    Brasil enfrenta Croácia hoje; veja horário, escalação e onde assistir

    A seleção brasileira entra em campo nesta terça-feira, 31 de março, para enfrentar a Croácia em amistoso internacional, em Orlando, nos Estados Unidos. A partida será disputada às 21h, no horário de Brasília, no Camping World Stadium, e terá transmissão pela TV Globo, ge e SporTV.

    Para o duelo, o técnico Carlo Ancelotti deve escalar o Brasil com Bento; Ibañez, Marquinhos, Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro e Danilo; Luiz Henrique, Matheus Cunha, João Pedro e Vinicius Junior.

    A Croácia, comandada por Zlatko Dalic, deve ir a campo com Livakovic; Pongracic, Erlic e Vuskovic; Marco Pasalic, Mario Pasalic, Modric, Sucic e Perisic; Vlasic e Matanovic.

    O confronto marca o reencontro entre as seleções após as quartas de final da Copa do Mundo do Qatar, em 2022, quando os croatas eliminaram o Brasil nos pênaltis. Pouco mais de três anos depois, as equipes voltam a se enfrentar, agora em um amistoso que serve como preparação para o Mundial deste ano.

    A seleção brasileira chega bastante modificada em relação àquele período. Neymar, que era o principal nome do time sob o comando de Tite, não foi convocado por Ancelotti desde que o italiano assumiu a equipe, em maio do ano passado. Segundo o treinador, problemas físicos impediram o atacante de atingir o nível ideal.

    Além disso, o técnico tem lidado com uma série de lesões recentes. Alisson, Alex Sandro e Gabriel Magalhães foram cortados antes do jogo contra a França, enquanto Raphinha e Wesley deixaram a delegação após a partida. Para o confronto desta terça, Ibañez e Luiz Henrique foram chamados.

    Outro desfalque importante é Rodrygo, do Real Madrid, que sofreu uma grave lesão no joelho e está fora do restante da temporada.

    Diante desse cenário, Ancelotti promove mudanças na equipe que perdeu para a França por 2 a 1. Marquinhos retorna à defesa, Danilo ganha vaga no meio-campo e João Pedro assume posição no ataque. Vinicius Junior deve atuar aberto pela esquerda, função em que rende melhor.

    O treinador afirmou que pretendia usar os amistosos contra França e Croácia para dar ritmo à equipe considerada titular, mas as lesões atrapalharam os planos.

    “O objetivo era testar a equipe titular, mas ela não está disponível por conta de muitas lesões. Vamos ter que buscar outro caminho. Estamos no processo correto”, disse.

    A convocação final para a Copa do Mundo está marcada para 18 de maio. Apesar das dificuldades, Ancelotti mantém o discurso de confiança na preparação da equipe para o torneio.
     
     

    Carlo Ancelotti confirmou que Danilo está garantido na lista final da Copa e afirmou que já tem a escalação praticamente definida. O técnico destacou confiança no processo, elogiou o caráter do defensor e disse que o Brasil está no “caminho correto” para buscar o hexa.

    Notícias ao Minuto | 12:31 – 30/03/2026

     

    Brasil enfrenta Croácia hoje; veja horário, escalação e onde assistir

  • Aena vence leilão do aeroporto do Galeão com oferta de R$ 2,9 bilhões

    Aena vence leilão do aeroporto do Galeão com oferta de R$ 2,9 bilhões

    O leilão foi decidido na etapa viva-voz, quando as proponentes vão aumentando seus lances até que haja um vencedor. Após 13 rodadas de viva-voz, a Aena foi declarada a vencedora, com proposta final de R$ 2,9 bilhões (ágio de 210,88%)

    (FOLHAPRESS) – A espanhola Aena foi a vencedora do acirrado leilão do aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Com uma proposta de R$ 2,9 bilhões, o grupo superou as ofertas das outras duas concorrentes e vai ficar responsável pela administração e operação do terminal até 2039.

    O certame foi realizado nesta segunda-feira (30) na sede da B3, em São Paulo, e marcado pela forte concorrência. O critério da disputa era o maior valor de outorga, com lance mínimo de R$ 932 milhões. Além da Aena, apresentaram proposta a suíça Zurich Aiport e o consórcio formado pela Changi, de Singapura, e pela Vinci Compass -que têm participação na concessão atual.

    No Brasil, a Aena é hoje a concessionária responsável pelos aeroportos de Congonhas, em São Paulo, Campo Grande, Maceió e Aracaju.

    Nas propostas enviadas por escrito, Zurich e Aena ofertaram o mesmo valor: R$ 1,5 bilhão (ágio de 60,8%). A RIOgaleão fez oferta inicial de R$ 934 milhões (ágio de 0,13%)

    O leilão foi decidido na etapa viva-voz, quando as proponentes vão aumentando seus lances até que haja um vencedor. Após 13 rodadas de viva-voz, a Aena foi declarada a vencedora, com proposta final de R$ 2,9 bilhões (ágio de 210,88%)

    As duas primeiras disputas no viva-voz ocorreram só entre Aena e RIOgaleão. A Zurich, que não havia feito nenhuma oferta, deu seu primeiro lance faltando 30 segundos para o fim da terceira rodada, em que a Aena seria declarada a vencedora.

    Da quarta rodada em diante, a RIOgaleão não fez mais propostas. E o ativo foi disputado só entre a suíça e a espanhola.

    O novo contrato marcará a saída da Infraero do negócio, o que foi um dos pontos considerados mais atrativos para o mercado. Hoje, a estatal detém 49% da concessão do Galeão, enquanto os outros 51% estão com a Changi e a Vinci, que comprou parte da fatia da empresa asiática em agosto de 2025. Na nova concessão, 100% da operação ficará nas mãos do parceiro privado.

    Outra mudança é em relação à outorga. Em vez de pagamentos fixos, o novo operador vai repassar à União 20% do faturamento anual da concessão até 2039.

    Principal concessão aeroportuária do atual mandato de Lula (PT), o leilão foi resultado de uma solução homologada pelo TCU (Tribunal de Contas da União) para reequilibrar economicamente a concessão, incorporar cláusulas mais recentes e viabilizar a retomada dos investimentos.

    O Galeão era um dos maiores ativos na lista dos chamados “contratos estressados”, nome dado às concessões que passaram a acumular problemas financeiros e pedidos de relicitação nos últimos anos.

    Para evitar a devolução do ativo, a saída encontrada foi otimizar o contrato e fazer um leilão simplificado. Nesse modelo, o governo negocia as melhorias diretamente com os atuais operadores e leva o projeto a mercado para que outras empresas do setor possam manifestar interesse em assumir o contrato com alterado.

    Inicialmente concedido à iniciativa privada em 2013, o Galeão atravessou anos de esvaziamento, processo intensificado durante a pandemia.

    Nos últimos anos, o aeroporto voltou a registrar alta de movimentação, impulsionado pelas restrições a voos no Santos Dumont, no centro da capital fluminense. Em 2025, o Galeão movimentou 17,5 milhões de passageiros, recorde da série histórica iniciada em 2000. O volume representou alta de 23,5% em relação a 2024, quando o terminal recebeu 14,2 milhões de viajantes.

    No ano passado, o Galeão teve o terceiro maior fluxo do país, atrás apenas de Guarulhos, com 46,3 milhões de passageiros, e Congonhas, com 24 milhões. Ainda assim, o movimento segue distante da capacidade do terminal, estimada em 37 milhões de passageiros por ano.

    Aena vence leilão do aeroporto do Galeão com oferta de R$ 2,9 bilhões

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  • Justiça rejeita ação do Cardiff e absolve Nantes no caso Emiliano Sala

    Justiça rejeita ação do Cardiff e absolve Nantes no caso Emiliano Sala

    Após sete anos, o caso Emiliano Sala foi encerrado na Justiça com uma reviravolta. O Tribunal de Comércio de Nantes decidiu a favor do clube francês na disputa com o Cardiff, que havia acionado a Justiça pedindo uma indenização milionária.

    Segundo o jornal Marca, o Cardiff entrou com uma ação exigindo 122,2 milhões de euros. O clube galês alegava prejuízos por não ter podido contar com o jogador até o fim da temporada e estimou qual teria sido a contribuição do atacante argentino em campo. Naquele ano, a equipe ainda disputava a Premier League, mas acabou rebaixada ao fim da competição.

    O cálculo levou em conta os gols que Sala poderia ter marcado e os pontos que o clube poderia ter conquistado, caso não tivesse ocorrido o acidente aéreo que resultou na morte do jogador. O argentino havia sido contratado em janeiro por 17 milhões de euros, mas nunca chegou a se apresentar, já que morreu poucos dias depois.

    Diante disso, o Cardiff considerou justo pedir a indenização, mas a Justiça francesa não acatou o argumento.

    Nesta segunda-feira, o tribunal rejeitou o pedido do clube galês e isentou o Nantes de qualquer responsabilidade pelo acidente que matou Emiliano Sala.

    O Cardiff chegou a atribuir a responsabilidade pela morte ao agente Willie McKay, apontado como organizador do voo. Já o Nantes sempre negou qualquer envolvimento.

    Além de rejeitar a ação, o tribunal condenou o Cardiff ao pagamento de 480 mil euros. Desse total, 300 mil euros referem-se a danos morais, enquanto o restante foi fixado com base no artigo 700 do Código de Processo Civil francês.

    A mãe de Emiliano Sala, Mercedes Taffarel, acompanhou a audiência.

    O jogador argentino morreu em 21 de janeiro de 2019, poucos dias antes de ser apresentado oficialmente pelo Cardiff. Ele e o piloto David Ibbotson estavam a bordo de um avião privado que caiu no Canal da Mancha.

    O caso voltou ao centro das atenções em 2023, quando o Cardiff decidiu processar o Nantes, alegando prejuízos esportivos e financeiros pela impossibilidade de utilizar o atacante naquela temporada.
     

    Karl-Heinz Rummenigge, membro do Conselho de Supervisão do Bayern Munique, aponta Vinícius Júnior como “um dos jogadores preferidos de Florentino” Pérez, presidente do Real Madrid, e recorda o ‘assédio’ da Arábia Saudita.

    Notícias ao Minuto | 14:30 – 30/03/2026

     
     

    Justiça rejeita ação do Cardiff e absolve Nantes no caso Emiliano Sala

  • Moraes manda Bolsonaro explicar publicação com fala de Eduardo para avaliar violação em domiciliar

    Moraes manda Bolsonaro explicar publicação com fala de Eduardo para avaliar violação em domiciliar

    Em nota de esclarecimento publicada nas redes sociais da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, a assessoria do PL Mulher afirmou que “nenhum arquivo foi encaminhado” por Eduardo, e mesmo que isso tivesse acontecido, “de forma alguma o material seria mostrado ao ex-presidente Jair Bolsonaro”

    (CBS NEWS) – O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), pediu que a defesa de Jair Bolsonaro explique uma publicação envolvendo o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro para avaliar se há violação à proibição de uso das redes sociais, uma das regras da prisão domiciliar concedida ao ex-presidente.

    Se Moraes entender que houve burla, Bolsonaro, que está em temporariamente em domiciliar para cuidar de seus problemas de saúde, poderá voltar para o regime fechado na Papudinha. Os advogados têm 24 horas para prestar os esclarecimentos.

    A publicação a que o ministro se refere é um vídeo que circulou no X em que Eduardo, filho do ex-presidente, diz a uma plateia que está gravando sua fala para depois mostrar para o pai.

    “Vocês sabem por que eu estou fazendo esse vídeo? Porque eu estou mostrando para o meu pai e vou provar para todo mundo no Brasil que você não pode calar um movimento de forma injusta, tirando o seu líder, Jair Messias Bolsonaro. Muito obrigado”, diz Eduardo.

    A declaração ocorreu durante a CPAC (Conferência de Ação Política Conservadora), evento realizado entre 25 e 28 de março nos Estados Unidos, onde o ex-deputado -réu sob a acusação de tentar atrapalhar a investigação sobre a trama golpista- mora há cerca de um ano.

    Na decisão em que pede explicações à defesa de Bolsonaro, Moraes relembra que a prisão domiciliar humanitária está condicionada a uma série de requisitos, entre eles a proibição do uso de redes sociais, inclusive por intermédio de terceiros.

    Moraes também proibiu a gravação de vídeos ou áudios pelo próprio ex-presidente ou por meio de terceiros. O ministro disse que o descumprimento das regras implicará na revogação da domiciliar e no retorno imediato ao regime fechado.

    Em nota de esclarecimento publicada nas redes sociais da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, a assessoria do PL Mulher afirmou que “nenhum arquivo foi encaminhado” por Eduardo, e mesmo que isso tivesse acontecido, “de forma alguma o material seria mostrado ao ex-presidente Jair Bolsonaro”.

    “Ele está proibido, por força da determinação judicial, de ter acesso a aparelhos celulares. Essa e todas as outras determinações constantes da decisão relativa à prisão domiciliar estão (e continuarão sendo) cumpridas em sua integralidade”, diz o texto.

    O PL Mulher diz, ainda, “desconhecer o contexto e a motivação” de Eduardo “para a utilização dos termos exatos mencionados por ele na sua fala, os quais parecem ter levado a uma interpretação equivocada”. A nota fala em “convicção de que essa não era a intenção de Eduardo”.

    Moraes manda Bolsonaro explicar publicação com fala de Eduardo para avaliar violação em domiciliar

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  • Israel aprova pena de morte para palestinos condenados por ataques letais

    Israel aprova pena de morte para palestinos condenados por ataques letais

    Nova legislação prevê pena de morte para palestinos condenados por ataques letais em tribunais militares. Medida atende à ala mais à direita do governo Netanyahu, mas é criticada por opositores, que apontam caráter seletivo e baixa chance de aplicação a israelenses

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O Parlamento de Israel aprovou nesta segunda-feira (30) uma lei controversa que estabelece a pena de morte como sentença padrão para palestinos condenados, em tribunais militares, por ataques letais.

    A medida cumpre uma das principais promessas dos aliados de extrema direita do premiê Binyamin Netanyahu, defensores do endurecimento das punições em casos de violência. Ao mesmo tempo, tem sido alvo de críticas: opositores afirmam que a nova legislação tem caráter seletivo, já que não deverá ser aplicada a israelenses condenados por crimes semelhantes.

    A nova lei reflete a guinada à direita de Israel após o ataque liderado pelo Hamas em outubro de 2023 e a subsequente guerra em Gaza. A pena de morte é autorizada no país, porém só duas pessoas foram executadas em seus 78 anos de história, de acordo com o jornal The New York Times.

    Cidadãos israelenses também podem ser punidos com a pena capital em casos de ações que visem “negar a existência do Estado de Israel”. Especialistas mencionados pela publicação americana, entretanto, avaliam que as chances de aplicação da norma a israelenses judeus são mínimas.

    Israel aprova pena de morte para palestinos condenados por ataques letais

  • Tuchel e a onda de lesões: “Estou desiludido, mas não com os jogadores”

    Tuchel e a onda de lesões: “Estou desiludido, mas não com os jogadores”

    A seleção da Inglaterra enfrenta uma série de lesões no elenco, e alguns jogadores já deixaram a concentração para iniciar o processo de recuperação. O técnico Thomas Tuchel demonstrou frustração com a situação, mas deixou claro que não responsabiliza os atletas.

    Noni Madueke, Declan Rice, Bukayo Saka, John Stones e Adam Wharton foram cortados após o empate por 1 a 1 com o Uruguai, na última sexta-feira.

    Tuchel já previa a necessidade de controlar a carga física e, por isso, convocou 35 jogadores para o período de treinos. A ideia era dividir o grupo e reduzir o desgaste, visando os amistosos contra Uruguai e França.

    “Estou frustrado, mas não com os jogadores. Queremos todos saudáveis e motivados”, afirmou.

    “Essa é a realidade do fim de temporada e do fim de março, com atletas atuando em competições europeias e disputando várias taças ao mesmo tempo”, completou.

    O treinador reconheceu que há “alguma preocupação”, já que alguns jogadores acumulam mais minutos em campo do que na temporada passada. Por isso, destacou a importância do descanso, inclusive do ponto de vista mental.

    “Os jogadores precisavam e mereciam uma pausa mental do futebol. Foi possível ver a energia com que voltaram e como se reconectaram neste novo ambiente”, disse.

    Apesar dos problemas, Tuchel ressaltou a importância da concentração, já que é a última antes da Copa do Mundo de 2026.

    “Queremos que eles rendam bem nos clubes, mas a realidade é que este é nosso último período juntos antes de irmos para os Estados Unidos”, afirmou.

    Por fim, o treinador destacou o bom ambiente na seleção, mesmo diante das dificuldades. Ele revelou que alguns atletas lesionados optaram por permanecer com o grupo para seguir o tratamento.

    “É decepcionante, mas não estou irritado com os jogadores. Tive a sensação de que todos queriam estar aqui. Alguns lesionados ficaram para tratar com a equipe. Isso mostra o comprometimento com o grupo. Ninguém saiu imediatamente. O ambiente é muito bom e é assim que deve ser”, concluiu.
     
     

    Karl-Heinz Rummenigge, membro do Conselho de Supervisão do Bayern Munique, aponta Vinícius Júnior como “um dos jogadores preferidos de Florentino” Pérez, presidente do Real Madrid, e recorda o ‘assédio’ da Arábia Saudita.

    Notícias ao Minuto | 14:30 – 30/03/2026

     

    Tuchel e a onda de lesões: “Estou desiludido, mas não com os jogadores”

  • Juros do consignado privado atingem pico de 59,4% em fevereiro, mostra BC

    Juros do consignado privado atingem pico de 59,4% em fevereiro, mostra BC

    A insatisfação de Lula com os juros cobrados na modalidade é antiga e, ao contrário das expectativas do governo, a taxa média segue subindo. No ano passado, o presidente chegou a pedir um diagnóstico do Ministério da Fazenda para baratear o custo do crédito

    (FOLHAPRESS) – A taxa média de juros do consignado privado atingiu o pico de 59,4% ao ano em fevereiro, mostram dados divulgados pelo Banco Central nesta segunda-feira (30). A cobrança de juros abusivos e o avanço do endividamento das famílias são motivos de preocupação para o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    O recorde foi registrado depois de uma alta mensal de 2 pontos percentuais. Em 12 meses, a elevação foi de 18,5 pontos percentuais. O patamar é superior ao praticado no mercado antes da implementação da modalidade do consignado para trabalhadores com carteira assinada, lançada pelo governo Lula em março do ano passado. Na época, a taxa média ficava ao redor de 40% ao ano.

    A insatisfação de Lula com os juros cobrados na modalidade é antiga e, ao contrário das expectativas do governo, a taxa média segue subindo. No ano passado, o presidente chegou a pedir um diagnóstico do Ministério da Fazenda para baratear o custo do crédito.

    “Nessa linha específica, se olhar de abril de 2025 para fevereiro de 2026, temos muito mais um cenário de novo patamar da taxa de juros do que uma trajetória de crescimento. Em abril de 2025 era 59,1% [ao ano] e agora passou para 59,4% [ao ano]”, afirmou o chefe do departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, na apresentação dos dados.

    As informações do BC mostraram também queda de 22,5% nas concessões de novos empréstimos para trabalhadores CLT em fevereiro em relação a janeiro, mês com três dias úteis a menos. Foram liberados R$ 7,15 bilhões para trabalhadores celetistas no consignado privado, contra R$ 9,22 bilhões no início de 2026.

    Outra modalidade que registrou alta de juros em fevereiro foi a do rotativo do cartão de crédito, com taxa média de 435,9% ao ano cobrada pelos bancos de pessoas físicas. Houve um aumento de 11,4 pontos percentuais na variação mensal. Nesse segmento, são cerca de 40 milhões de clientes.

    Como mostrou a Folha de S. Paulo, o governo quer mudanças para reduzir o custo do crédito rotativo. Na última quinta (26), Lula disse ter mandado o Ministério da Fazenda elaborar propostas.

    Segundo Rocha, os altos juros cobrados no rotativo puxaram para cima a média das demais operações. Com isso, foi registrada em fevereiro a maior taxa média de juros cobrada em todas as modalidades do país desde o início da série histórica do BC, em março de 2011.

    “Se a gente considerar pessoa física, pessoa jurídica, [crédito] livre, [crédito] direcionado, essa taxa [média de juros] atingiu 33% ao ano no mês de fevereiro e é a maior taxa de juros da série histórica do BC, com crescimento de 0,3 ponto percentual no mês e aumento de 2,6 pontos percentuais em 12 meses”, disse o técnico da autoridade monetária.

    Lula teme impacto sobre sua popularidade em ano eleitoral diante do maior endividamento dos brasileiros. Para auxiliares do presidente, todo o aumento de renda da população está se esvaindo com as dívidas, alterando a percepção dos cidadãos com relação à redução do desemprego e ao controle da inflação e gerando mal-estar com o governo.

    O comprometimento de renda (parcela do orçamento familiar destinado ao pagamento de dívidas e despesas fixas) subiu 0,1 ponto percentual no mês, alcançando 29,3% em janeiro. Esse é o maior patamar da série histórica do BC, iniciada também em março de 2011.

    Segundo Rocha, as operações de crédito emergencial, em especial do rotativo do cartão de crédito, tiveram papel relevante no crescimento do comprometimento de renda da população brasileira.

    O endividamento das famílias situou-se em 49,7% em janeiro (o dado é apresentado pelo BC com defasagem maior), permanecendo estável no mês e aumentando 1,1 ponto percentual em 12 meses.

    No crédito com recursos livres, a inadimplência -pagamento em atraso há mais de 90 dias- subiu 0,2 ponto percentual em fevereiro e alcançou 5,5%, com aumentos equivalentes nas carteiras de pessoas físicas (6,9%) e de pessoas jurídicas (3,3%).

    O crescimento da inadimplência no período recente, contudo, reflete em parte a mudança nas regras contábeis. Desde janeiro, as instituições financeiras não têm mais um prazo limite para classificar esse crédito como prejuízo, de forma que essa inadimplência pode ser pode ser computada por mais tempo.

    No caso do consignado para trabalhadores do privado, a inadimplência saltou para 6,3% em fevereiro, ante 5,4% um mês antes. No rotativo do cartão de crédito, por outro lado, houve queda na inadimplência, de 62,5% em janeiro para 59,7% em fevereiro.

    O rotativo é a linha de crédito mais cara do mercado, recomendada por especialistas apenas em casos emergenciais. Ele é acionado quando o cliente não paga o valor integral da fatura na data de vencimento.

    Segundo especialistas, a escalada do calote entre os mais pobres pode ser explicada pela maior vulnerabilidade a juros altos daqueles que ganham menos, que em geral possuem menos poupança para amortecer choques.

    Na semana passada, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, afirmou que as taxas de juros cobradas no rotativo do cartão de crédito são punitivas e defendeu uma discussão estrutural sobre a criação de alternativas mais adequadas aos brasileiros.

    Desde janeiro de 2024, está em vigor a norma que estabelece que a dívida de quem atrasa o pagamento da fatura do cartão de crédito não pode superar o dobro do montante original. Isso significa que a taxa de juros é limitada a um teto de 100% do valor da dívida contraída. Esse modelo é conhecido no jargão econômico como “muro inglês.

    Questionado por jornalistas se a medida não se mostrou eficaz após dois anos de implementação, Galípolo disse que o “muro inglês cumpriu seu papel”, mas que “talvez a extensão dessa política precise ser ponderada”.

    Na apresentação das estatísticas, Rocha ressaltou que cerca de metade de um total de 70 empresas que fornecem informações ao Banco Central sobre esse indicador “ou estão com taxa de juros, daqueles devedores maiores, travadas em 100% ou estão ali em 99%, mostrando a efetividade do muro inglês.”

    Desde 2017, os bancos são obrigados a transferir a dívida do rotativo do cartão de crédito para o parcelado após 30 dias. De acordo com dados do BC, em fevereiro, a taxa média nessa modalidade subiu a 200,2% ao ano -alta de 5,3 pontos percentuais no mês. Esse foi o maior patamar desde abril de 2023.

    O técnico do BC destacou ainda que, ao olhar o estoque, o ritmo de crescimento do crédito está em desaceleração em qualquer uma das métricas observadas pela autoridade monetária (pessoas físicas, pessoas jurídicas, crédito livre ou crédito direcionado).

    CONCESSÕES EM QUEDA

    As concessões a consumidores e empresas somaram R$ 699,8 bilhões em fevereiro, na série que considera os ajustes sazonais. Isso representou uma queda de 0,5% na comparação com janeiro, segundo os dados do Banco Central.

    Para a economista Isabela Tavares, da Tendências Consultoria, a retração mostra que o avanço das taxas de juros para consumidores e o aumento da inadimplência vêm refreando o crédito.

    O spread (diferença entre o custo que as instituições financeiras pagam para captar recursos e os juros cobrados na ponta) dos consumidores subiu mais do que os juros, diz ela. “Parte desse movimento reflete a piora da qualidade da carteira, com maior participação de modalidades emergenciais no último ano.”

    A expectativa, segundo a economista da Tendências, é de nova elevação dos juros nos próximos meses, devido ao maior risco de crédito e ao aumento nos juros futuros.

    “Mais à frente, no fim de 2026 e ao longo de 2027, a tendência é de melhora gradual das condições financeiras, com cortes na Selic [taxa básica de juros] reduzindo o custo de captação e avanços em renegociações e portabilidade aliviando a inadimplência.”

    Em relatório, o Goldman Sachs apontou que acredita que o crédito enfrentará dificuldades nos próximos meses, como consequência das condições monetárias restritivas e da moderação no crescimento e na dinâmica do mercado de trabalho.

    “Por outro lado, o ativismo de crédito por parte dos bancos públicos e as novas linhas de financiamento patrocinadas pelo governo federal e bancos públicos devem amortecer o ciclo de crédito”, afirmou o banco.

    Juros do consignado privado atingem pico de 59,4% em fevereiro, mostra BC

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  • Secretário do Tesouro dos EUA diz que reabertura de Hormuz é questão de tempo

    Secretário do Tesouro dos EUA diz que reabertura de Hormuz é questão de tempo

    O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, informou que Teerã recebeu mensagens por meio de intermediários indicando a disposição de Washington em negociar, após uma reunião dos ministros das Relações Exteriores do Paquistão, Egito, Arábia Saudita e Turquia em Islamabad no domingo (29) para discutir esforços de mediação

    (CBS NEWS) – O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou nesta segunda-feira (30) que o mercado global de petróleo está bem abastecido, com mais navios transitando pelo estreito de Hormuz, por onde passa 20% da produção mundial do commodity.

    “Com o tempo, os Estados Unidos vão retomar o controle do estreito e haverá liberdade de navegação, seja por meio de escoltas norte-americanas ou multinacionais”, declarou Bressent em entrevista à Fox News.

    Horas antes, o presidente dos EUA, Donald Trump, havia anunciado que o Irã havia permitido a passagem de 20 navios-tanque com bandeira do Paquistão por Hormuz como um “presente” para a Casa Branca. A permissão faria parte das negociações, que o Irã classificou como “irrealistas, ilógicas e excessivas”.

    Ao mesmo tempo, Trump também voltou a endurecer o discurso contra o Irã e reiterou o alerta ao país para que abra o estreito de Hormuz sob o risco de sofrer novos ataques.

    Ele escreveu em uma publicação nas redes sociais que progressos haviam sido feitos, mas que, se um acordo não fosse feito em breve e se o estreito não fosse imediatamente “aberto para negócios”, os Estados Unidos concluiriam sua “estadia” no Irã explodindo completamente todas as usinas de geração de energia elétrica, poços de petróleo e a Ilha de Kharg.

    Trump também ameaçou atacar as usinas de dessalinização que fornecem água potável no Irã.

    Na semana passada, o presidente norte-americano afirmou que pausaria os ataques às instalações de energia do Irã por 10 dias, até 6 de abril.

    Embora Trump tenha dito que os Estados Unidos e Irã estão progredindo nas negociações, ele também tem enviado mais tropas para a região, levando o regime iraniano a acusar Washington de noticiar negociações enquanto planeja uma invasão terrestre.

    IRÃ REJEITA PROPOSTAS DOS ESTADOS UNIDOS

    O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, informou que Teerã recebeu mensagens por meio de intermediários indicando a disposição de Washington em negociar, após uma reunião dos ministros das Relações Exteriores do Paquistão, Egito, Arábia Saudita e Turquia em Islamabad no domingo (29) para discutir esforços de mediação.

    Em uma coletiva de imprensa nesta segunda-feira, Baghaei criticou as propostas dos Estados Unidos: “nossa posição é clara. Estamos sob agressão militar. Portanto, todos os nossos esforços e forças estão concentrados em nos defender”.

    Baghaei também disse que o parlamento iraniano está analisando uma possível saída do Tratado de Não Proliferação Nuclear, acordo internacional criado para evitar a proliferação de armas atômicas e promover o uso da energia nuclear para fins pacíficos.

    Trump citou a prevenção de que o Irã obtenha armas nucleares como uma das razões para atacar o país em 28 de fevereiro. Por outro lado, Teerã nega estar buscando um arsenal nuclear.

    Secretário do Tesouro dos EUA diz que reabertura de Hormuz é questão de tempo

  • Vamos ter que resolver problemas da família Bolsonaro para ganhar as eleições, diz Valdemar

    Vamos ter que resolver problemas da família Bolsonaro para ganhar as eleições, diz Valdemar

    Existe um racha entre os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), especialmente entre o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). Michelle ainda não se engajou na pré-campanha de Flávio

    (CBS NEWS) – O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, disse na tarde desta segunda-feira (30) que os problemas da família Bolsonaro precisarão ser resolvidos para que o senador Flávio Bolsonaro (PL) possa vencer o presidente Lula (PT) nas próximas eleições.

    Existe um racha entre os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), especialmente entre o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). Michelle ainda não se engajou na pré-campanha de Flávio.

    Valdemar participou de um almoço do grupo Lide, do ex-governador João Doria, em São Paulo. O empresário Basilio Jafet perguntou a ele sobre a possibilidade de que brigas na família e falas mais radicais de integrantes do clã possam atrapalhar Flávio Bolsonaro na corrida eleitoral.

    “Se não resolvermos esses problemas dentro da família, o Eduardo não volta para o Brasil. Temos que ganhar as eleições”, disse o presidente do PL. Eduardo está vivendo nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025.

    Valdemar afirmou ainda que terá uma reunião com o senador no fim de semana para tratar deste assunto.

    Em sua fala, o presidente do PL defendeu uma mulher para a vaga de vice de Flávio, afirmando que a senadora Tereza Cristina, cotada para o posto, é um “máximo”. Ele também enalteceu o trabalho de Michelle Bolsonaro à frente do PL Mulher.

    Valdemar comentou o caso Master, dizendo que a base do governo Lula não quer assinar uma CPI sobre o assunto. “É um sinal que deve ter gente do governo envolvido nisso”, afirmou.

    A direita bolsonarista vem tentando associar o escândalo do Master ao governo federal, buscando desgastar a imagem de Lula. A pré-campanha de Flávio Bolsonaro acredita que o assunto prejudicará a campanha do presidente.

    Os principais nomes mencionados no caso até o momento, no entanto, são de direita. O senador Ciro Nogueira (PP-PI), por exemplo, é um dos políticos mais ligados a Daniel Vorcaro, dono do Master, e atuou no Congresso em defesa dos interesses do banco. Vorcaro também era próximo de outros líderes do centrão, como Antonio Rueda, presidente do União Brasil.

    Vamos ter que resolver problemas da família Bolsonaro para ganhar as eleições, diz Valdemar

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