Autor: REDAÇÃO

  • Maduro propôs deixar poder na Venezuela em dois anos, e EUA rejeitaram, diz jornal

    Maduro propôs deixar poder na Venezuela em dois anos, e EUA rejeitaram, diz jornal

    The New York Times afirma que proposta foi feita em negociações que ocorrem nos bastidores; Forças Armadas americanas continuam mobilizadas no Caribe e pressionam ditador

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, propôs ao governo dos Estados Unidos renunciar em dois anos, de acordo com o jornal americano The New York Times, que ouviu diversas pessoas com conhecimento do assunto, sob anonimato. A Casa Branca, ainda segundo o jornal, recusou a oferta de Maduro.

    A proposta ocorre em meio a uma grande pressão de Washington contra o ditador e autoridades do regime. O maior porta-aviões do mundo e uma série de outras embarcações, aeronaves e milhares de soldados estão posicionados no Caribe enquanto os EUA têm assassinado supostos narcotraficantes em lanchas na região, sem fornecer evidências da ligação dos barcos com o narcotráfico.

    A mensagem a Caracas é clara, já que Washington considera Maduro líder de um cartel de drogas, acusação que o ditador rejeita.

    Embora as ameaças estejam dadas, o presidente Donald Trump abriu a possibilidade de diálogo com Caracas, no último domingo (16). Teria sido a partir dessa nova rodada de negociações que Maduro fez a proposta rejeitada, segundo o New York Times.

    Trump assinou planos para que a agência de inteligência americana execute operações secretas dentro da Venezuela -ações que podem ter como objetivo preparar o campo de batalha para operações futuras, disseram as pessoas com quem o New York Times conversou.

    Não está claro quais seriam as ações secretas ou quando qualquer uma delas poderia ser executada. Trump ainda não autorizou o uso de tropas em solo venezuelano, o que significa que a próxima fase da campanha de pressão contra Maduro poderia estar relacionada a atos de sabotagem ou algum tipo de operação cibernética, psicológica ou de informação.

    Segundo o jornal, o presidente americano não tomou uma decisão sobre o curso mais amplo de ação a seguir na Venezuela -na semana passada, ele disse que já havia se decidido, mas que não divulgaria qual medida tomaria.

    Ele tampouco tem falado publicamente sobre objetivos além de conter o fluxo de drogas da região, Planejadores militares e da CIA prepararam múltiplas opções para diferentes contingências, além de listas de supostas instalações de drogas que poderiam ser atacadas.

    O Pentágono também avalia ataques a unidades militares próximas a Maduro. Trump realizou duas reuniões na semana passada na Sala de Crise da Casa Branca, local de tomada de decisões de presidentes americanos em situações de emergência, para discutir a situação na Venezuela e revisar opções com seus principais conselheiros.

    Qualquer ação secreta da CIA provavelmente ocorreria antes de tais ataques militares. Tanto a Casa Branca como a CIA recusaram-se a comentar sobre a ordem de Trump após pedidos do New York Times.

    Maduro propôs deixar poder na Venezuela em dois anos, e EUA rejeitaram, diz jornal

  • Fim do Master: trabalhadores e 12 milhões de clientes serão afetado

    Fim do Master: trabalhadores e 12 milhões de clientes serão afetado

    Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região também analisa possíveis efeitos indiretos sobre o Will Bank

    O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região disse nesta quarta-feira (19) que a determinação do Banco Central de liquidação do Banco Master deve impactar 515 trabalhadores e 12 milhões de clientes. O órgão também analisa os possíveis efeitos indiretos sobre o Will Bank, que faz parte do conglomerado Master.

    Em nota oficial, o sindicato avisa que “segue atento, cobrando transparência e buscando todas as informações necessárias para proteger os direitos dos trabalhadores e garantir que qualquer ação siga rigorosamente a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria e a legislação vigente”.

    A associação também diz esperar que “as soluções passem pela proteção ao emprego dos trabalhadores, que não podem ser penalizados pelos atos praticados pelos gestores do banco”

    Fim do MasterNa última terça-feira (18), o Banco Central oficializou a liquidação extrajudicial do Banco Master. A decisão está relacionada à Operação Compliance Zero, que apura e combater a emissão de títulos de créditos falsos por instituições que fazem parte do Sistema Financeiro Nacional.

    A medida resultou na prisão do dono da entidade, Daniel Vorcaro, no Aeroporto de Guarulhos na noite da segunda-feira (17). A empresa era suspeita de criar falsas operações de créditos, simulando empréstimos e outros valores a receber.

    A operação também causou o afastamento temporário do presidente do banco BRB, Paulo Henrique Costa, e do diretor de Finanças e Controladoria da instituição, Dario Oswaldo Garcia Junior, por decreto da Justiça.

    O banco estatal do Distrito Federal havia anunciado em março deste ano a intenção de comprar o Master por R$ 2 bilhões, porém, a operação foi não foi autorizada pelo Banco Central.

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  • Consulado pede providências sobre agressão a criança brasileira

    Consulado pede providências sobre agressão a criança brasileira

    Consulado pede providências sobre agressão a criança brasileira

    O consulado brasileiro na cidade do Porto, em Portugal, entrou em contato com autoridades portuguesas, solicitando informações sobre o ocorrido com o menino brasileiro de 9 anos, que sofreu amputação parcial de dois dedos em uma escola naquele país.

    Os diplomatas brasileiros contactaram também a mãe do menino, Nívea Estevam, a quem foi oferecida assistência jurídica e psicológica à família.

    O caso ocorreu em Cinfães, no dia 10 de novembro, na Escola Básica Fonte Coberta. As suspeitas são de que a agressão – cometida por outros estudantes que teriam usado uma porta do banheiro para pressionar os dedos da criança – teria sido motivada por xenofobia e racismo. 

    Relatos da mãe da criança indicam que estudantes praticavam bullying contra seu filho. O caso chamou a atenção da mídia portuguesa, levando a coordenadora do Bloco da Esquerda (BE), Mariana Mortágua, a questionar o Ministério da Educação de Portugal sobre a possibilidade de se tratar de mais um caso de racismo e xenofobia nas escolas do país.

    Informações e providências

    A solicitação de informações sobre o caso foi feita pelo embaixador do Brasil em Lisboa, Raimundo Carrero, a autoridades dos ministérios da Administração Interna e da Educação, Ciência e Inovação.

    Segundo as autoridades consulares brasileiras, na solicitação de informações foi pedido também que providências sejam adotadas, caso se confirmem as suspeitas de motivações xenofóbicas ou racistas contra o estudante brasileiro, que é negro.

    Denúncia

    Diante do ocorrido, a mãe do menino usou as redes sociais para denunciar o caso. Disse que foi procurada pela escola, que classificou o caso como um acidente. Disse também ter sido mal atendida, ao contactar a polícia pública portuguesa para denunciar o caso, após ter informado sobre a possibilidade de se tratar de um caso de racismo.

    Segundo ela, o policial teria batido na mesa e dito que não toleraria que se falasse em racismo ou xenofobia porque todos seriam iguais em Portugal, e que se a escola havia dito que foi algo acidental, é porque, de fato, teria sido um acidente.

    Consulado pede providências sobre agressão a criança brasileira

  • Político australiano renuncia após filha surgir em série de pornografia

    Político australiano renuncia após filha surgir em série de pornografia

    Dugal Saunders decidiu renunciar ao cargo de líder do Partido Nacional de Nova Gales, justificando a sua saída com querer concentrar-se na família

    O líder do Partido Nacional de Nova Gales do Sul (NSW), Dugald Saunders, renunciou, nesta segunda-feira (17), ao cargo depois de a filha de 19 anos ter participado de uma série sobre a indústria pornográfica. 

    O The Australian revela que Saunders chocou os colegas com a sua renúncia repentina ao cargo de líder do partido, justificando que queria se concentrar na família. O seu anúncio aconteceu exatamente um dia depois de a filha ter aparecido em uma série sobre pornografia online. 

    No entanto, um porta-voz do deputado afirmou que foi apenas uma coincidência a renúncia ter acontecido após a aparição da filha no documentário, destacando que Dugald Saunders teria vários membros da família com doenças graves. 

    Em um comunicado, Sanders referiu que estava “dando um passo atrás” para “focar na família”, mas que foi “uma honra liderar a equipe parlamentar durante um período desafiante na oposição”.

    “É também o momento certo para que um novo líder assuma esta luta antes das próximas eleições”, disse, uma vez que Nova Gales de Sul irá ter eleições em março de 2027. 

    Saunders, que liderava o partido desde 2023 e que, em tempos, foi locutor da ABC Western Planis, foi ainda elogiado pelo líder da oposição, Mark Speakman, que afirmou que o homem continuaria sendo um “campeão do seu eleitorado em Dubbo”.

    “As pessoas ainda se lembram dele narrando os Jogos Olímpicos de Sydney (em 2000) e dos anos na Rádio ABC, dando voz aos moradores de toda a região oeste”, disse Speakman, acrescentando que quando Saunders entrou na política “as qualidades como locutor foram aproveitadas”.

    Quanto à filha do líder do partido, a jovem apareceu no primeiro episódio de Spicy Summer, onde contou aos produtores que começou a criar conteúdo pornográfico quando completou 18 anos. 

    “O TikTok me inspirou. Se eles conseguem, eu também consigo”, referiu Charlie, de 19 anos.

    Charlie acusou ainda as mulheres mais velhas de terem “inveja” porque o OnlyFans “não existia quando eram mais jovens e que tinham de ser apenas donas de casa”. 

    Em seguida, a jovem é filmada a fazer um ‘beer bong’, que é um funil com um tubo longo que permite que alguém beba álcool. Já sobre o conteúdo que estava disposta a fazer, Charlie afirmou que nada estava fora de questão.  “Literalmente, já fiz de tudo, sem mostrar a minha cara”, disparou.

    Político australiano renuncia após filha surgir em série de pornografia

  • Home office encolhe em 2024, mas segue acima do pré-pandemia no Brasil

    Home office encolhe em 2024, mas segue acima do pré-pandemia no Brasil

    A proporção teve um leve recuo ante 2023, quando estava em 8,2%, mas continuou acima do patamar pré-pandemia. Em 2019, antes da crise sanitária, 5,8% da população ocupada exercia o trabalho no domicílio de residência

    (FOLHAPRESS) – Trabalhar em casa era realidade para 7,9% da população ocupada de modo formal ou informal no setor privado do país em 2024, apontam dados divulgados nesta quarta-feira (19) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

    A proporção teve um leve recuo ante 2023, quando estava em 8,2%, mas continuou acima do patamar pré-pandemia. Em 2019, antes da crise sanitária, 5,8% da população ocupada exercia o trabalho no domicílio de residência.

    No início da série histórica, em 2012, o percentual era ainda menor, estimado em 3,6% -menos da metade do nível de 2024 (7,9%).

    Os resultados integram a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua). O recorte do local de trabalho desconsidera empregados do setor público e domésticos.

    Durante a pandemia, as restrições sanitárias forçaram a migração para o home office em diferentes setores da economia, e analistas se perguntavam até que ponto a modalidade mostraria força.

    Na Pnad, o percentual de trabalhadores que exerciam suas tarefas no domicílio de residência alcançou o recorde de 6,7 milhões em 2022, o equivalente a 8,4% do total à época.

    Não houve coleta de dados em 2020 e 2021 em razão das dificuldades impostas pela Covid-19.

    Em termos absolutos, o número de trabalhadores que atuavam em casa encolheu de 6,613 milhões em 2023 para 6,585 milhões em 2024. Isso significa uma leve redução de 28 mil.

    De acordo com o IBGE, a pesquisa leva em consideração o principal local de trabalho. Por exemplo, se um profissional atuasse três dias por semana em casa e dois na empresa, em um modelo híbrido, ele integraria a parcela dos ocupados no domicílio de residência.

    MAIORIA TRABALHA NA EMPRESA

    O principal local de trabalho dos brasileiros é o que a Pnad chama de estabelecimento do próprio empreendimento. Em outras palavras, trata-se do endereço das empresas.

    Exemplos: a loja física para um vendedor, a fábrica para um funcionário da indústria ou a agência de banco para um bancário.

    Em 2024, 59,4% dos ocupados atuavam nos estabelecimentos dos empreendimentos -mais da metade. É uma proporção maior do que as registradas em 2023 (59,1%) e 2022 (57,9%), mas inferior ao patamar inicial da série, em 2012 (62,7%).

    O trabalho nos endereços das empresas chegou a marcar 64,6% no recorde da Pnad, em 2014.

    A segunda categoria mais numerosa é a dos profissionais que exerciam suas funções em outro local designado por empregador, patrão ou freguês. Em 2024, 14,2% dos ocupados estavam nessa condição, ante 13,8% em 2023.

    O terceiro principal grupo é o dos trabalhadores em locais como fazendas, sítios, granjas e chácaras. Correspondia a 8,6% da mão de obra ocupada no ano passado, abaixo do percentual encontrado em 2023 (9,1%). O patamar era de 13,1% em 2012.

    Em 2024, a parcela que atuava em casa vinha depois, equivalente a 7,9% do total. Era seguida pelos trabalhadores em veículos automotores, que representavam 4,9%. Esse grupo ficou praticamente estável se comparado a 2023, quando respondia por 4,8%.

    Conforme o IBGE, os trabalhadores em veículos automotores incluem os motoristas de aplicativos de transporte. Ao marcar 4,9% em 2024, a participação aumentou 1,2 ponto percentual na série, já que estava em 3,7% em 2012.

    NÚMEROS TÊM DIFERENÇAS REGIONAIS

    No ano passado, as regiões Norte (5,9%) e Sudeste (5,2%) marcaram as maiores proporções de trabalhadores em veículos automotores, acima da média nacional (4,9%). Nordeste (4,9%), Sul (4,3%) e Centro-Oeste (4,1%) registraram taxas em patamar igual ou inferior ao brasileiro.

    Quando a análise considera os trabalhadores em casa, Nordeste (8,4%), Sudeste (8,3%) e Norte (8,2%) mostraram percentuais acima do país (7,9%). Centro-Oeste (7,2%) e Sul (6,6%) ficaram para trás.

    Sul e Sudeste apresentaram as maiores proporções de ocupados em estabelecimentos dos próprios empreendimentos: 65% e 64%, respectivamente. Os dois percentuais superaram a média nacional (59,4%). Centro-Oeste (59%), Nordeste (49,5%) e Norte (47,9%) vieram depois.

    Fazendas, sítios, granjas, chácaras e similares eram os locais de trabalho de 15% da população ocupada no Norte, de 13,6% no Nordeste e de 9,1% do Sul, acima do patamar brasileiro (8,6%). Centro-Oeste (8,1%), polo do agronegócio tecnológico, e Sudeste (5,1%) ficaram abaixo da média nacional.

    Home office encolhe em 2024, mas segue acima do pré-pandemia no Brasil

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  • Oposição na Alemanha crítica Merz por saldo desastroso de viagem a Belém

    Oposição na Alemanha crítica Merz por saldo desastroso de viagem a Belém

    Declarações de Friedrich Merz sobre Belém geraram forte reação de opositores e ambientalistas na Alemanha, que apontaram desrespeito ao Brasil e falhas na política externa e climática. O episódio viralizou nas redes e ampliou a pressão sobre o primeiro-ministro após a visita à COP30.

    (CBS NEWS) – Katharina Dröge, co-líder dos Verdes no Parlamento alemão, criticou Friedrich Merz pelas declarações negativas em relação a Belém. “Aos poucos começamos a nos perguntar se o o primeiro-ministro ainda pode aparecer em algum lugar sem colocar a Alemanha em uma situação difícil”, disse a opositora à agência DPA.

    “A imagem que o primeiro-ministro transmitiu durante sua viagem ao Brasil foi desastrosa: falta de tato na política externa, falta de ambição na política climática e simplesmente desrespeito ao Brasil.” Merz também foi criticado por ambientalistas alemães que participam da COP30 em Belém.

    Lars Klingbeil, vice-premiê e principal nome do SPD na coligação de governo montada pelo conservador Merz, fez uma defesa calculada do chefe. “Acho que, no geral, podemos dizer que foi uma visita muito boa a Belém por parte do primeiro-ministro”, disse o social-democrata durante uma viagem à China.

    Sobre o incidente, Klingbeil diz ter percebido “que existe essa irritação”. “Porém vamos dissipá-la rapidamente.” Questionado se o primeiro-ministro deveria se expressar dessa forma, o aliado pulou para a teoria: “Sempre sou a favor de que os políticos possam falar livremente”.

    Após resposta pública do presidente Lula a Merz, a reportagem voltou a procurar o governo alemão em Berlim, mas não obteve resposta. Na terça-feira (18), o gabinete do primeiro-ministro não comentou as críticas ao chefe de governo, mas enalteceu a “beleza natural” do Brasil e relatou que Merz lamentou não ter tido mais tempo para conhecer Belém e a Amazônia.

    Na última segunda-feira, vídeo de um discurso de Merz comparando Brasil e Alemanha e sublinhando de maneira negativa Belém viralizou nas redes sociais, provocando reação de políticos, diplomatas e ambientalistas.

    Oposição na Alemanha crítica Merz por saldo desastroso de viagem a Belém

  • 2024 foi o pior ano para as crianças desde a II Guerra Mundial

    2024 foi o pior ano para as crianças desde a II Guerra Mundial

    O representante da UNICEF, Bainvel, afirma que 2024 se tornou o pior ano para a infância desde a Segunda Guerra, com mais pobreza, violência, falta de vacinas e milhões de crianças deslocadas, enquanto a Unicef cobra novas estratégias globais e financiamento adequado para proteger seus direitos.

    O representante da Unicef junto à União Europeia, Bertrand Bainvel, afirmou nesta quarta-feira (19) que 2024 se tornou o pior ano para as crianças desde a Segunda Guerra Mundial. Segundo ele, o planeta vive uma crise global de solidariedade, marcada por mais pobreza, menos acesso a educação e imunização, além de um número recorde de pessoas deslocadas — metade delas, crianças.

    Diretor do Escritório de Parcerias da Unicef em Bruxelas, Bainvel participou de uma conferência em Lisboa e descreveu o cenário atual como um período de profunda incerteza para a infância. Ele lembrou que, em 1989, o mundo se uniu para aprovar a Convenção sobre os Direitos da Criança, hoje o documento mais ratificado do planeta, mas que precisa ser atualizado diante de desafios contemporâneos, como o impacto das novas tecnologias.

    Bainvel destacou ainda que o subfinanciamento das agências da ONU e de entidades de defesa dos direitos humanos cria obstáculos sérios para atuar em escala global. Para ele, investir em proteção à infância “não é caridade, é responsabilidade”. Os próximos meses serão decisivos, já que a União Europeia discutirá o próximo Quadro Financeiro Plurianual, que determinará o volume de recursos destinados a organismos como a Unicef entre 2028 e 2034.

    A diretora executiva da Unicef, Beatriz Imperatori, também defendeu novas estratégias para enfrentar a violência contra crianças. Apenas em 2024, mais de 1,3 milhão de pessoas relataram ter sofrido violência na infância, incluindo mais de mil denúncias de abuso sexual infantil.

    Imperatori ressaltou a urgência de políticas robustas de prevenção e destacou a proposta do Comitê Português para a Unicef, que defende a criação de uma Estratégia Nacional para a Erradicação da Pobreza Infantil e de uma entidade independente para coordenar as políticas de proteção à infância em Portugal.

    Apesar dos desafios, a diretora lembrou que os 35 anos da Convenção sobre os Direitos da Criança representam avanços importantes em Portugal, como a queda expressiva do analfabetismo, a ampliação da escolaridade obrigatória, o acesso universal à saúde, o fortalecimento da cobertura vacinal e a proibição de casamentos antes dos 18 anos a partir de 2025.

    A Unicef celebra nesta quinta-feira (20) o aniversário da Declaração dos Direitos da Criança, adotada em 1959, e da Convenção de 1989.

     
     

    2024 foi o pior ano para as crianças desde a II Guerra Mundial

  • Jennifer Aniston planeja casamento luxuoso na Grécia com Jim Curtis, diz site

    Jennifer Aniston planeja casamento luxuoso na Grécia com Jim Curtis, diz site

    Jennifer Aniston estaria planejando casamento luxuoso na Grécia com Jim Curtis, segundo Radar Online. Enquanto amigos se dividem entre apoio e preocupação com possível interesse financeiro do parceiro, a atriz segue decidida após assumir publicamente o relacionamento no início de novembro

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Jennifer Aniston, 56, já estaria fazendo planos de casamento com o hipnoterapeuta e coach de relacionamentos Jim Curtis, 49. Apaixonada, a atriz teria contado a amigos próximos que sonha com uma cerimônia luxuosa na Grécia. As informações são do Radar Online.

    Segundo a publicação, apesar do entusiasmo da estrela da série “Friends”, a possibilidade de uma nova união tem dividido seu círculo de amizade. Alguns a incentivam a seguir em frente com o que seria seu terceiro casamento, enquanto outros demonstram preocupação e acreditam que ela possa estar caindo em um possível “golpe do baú”.

    Amigos mais cautelosos, inclusive, teriam alertado Aniston sobre a suspeita de que Curtis estaria “mais interessado no saldo bancário dela do que no seu coração”. Mesmo assim, a atriz parece decidida. Jennifer já avisou que “não gosta de namoros longos” e estaria disposta a avançar com os planos.

    Após meses de rumores, Aniston e Curtis assumiram publicamente o relacionamento no início de novembro, quando a atriz publicou uma mensagem de aniversário em homenagem ao namorado. Até o momento, nenhum dos dois comentou a reportagem do Radar Online.

    Jennifer Aniston foi casada duas vezes: com Brad Pitt, entre 2000 e 2005, e com o ator e roteirista Justin Theroux, de 2015 a 2018. Curtis é autor de dois livros: 

    “The Stimulati Experience” (2017), que apresenta nove princípios para superar a dor e os contratempos; e “Shift: Quantum Manifestation Guide” (2024), um manual que combina técnicas de hipnose, visualização guiada e afirmações para ajudar os leitores a manifestar seus objetivos e desejos. A obra é coautoria de Sara Hadir.

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  • 'Quem votou contra tem que hoje dar sua cara a tapa', diz Hugo Motta sobre PL Antifacção

    'Quem votou contra tem que hoje dar sua cara a tapa', diz Hugo Motta sobre PL Antifacção

    De autoria do próprio governo Luiz Inácio Lula da Silva, o PL foi aprovado nesta terça-feira, 18, sem votos de petistas. Integrantes do partido divergiram da construção do novo texto do relator Guilherme Derrite (PP-SP), que alterou a redação original, e votaram maciçamente contra a proposta

    O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse nesta quarta-feira, 19, que os deputados que votaram contra o projeto de lei antifacção, devem apresentar justificativas. “Quem votou contra tem que hoje dar a sua cara a tapa para dizer por que ficou contra a matéria e não ficar criando narrativas inverídicas”, afirmou em entrevista à Radio CBN.

    De autoria do próprio governo Luiz Inácio Lula da Silva, o PL foi aprovado nesta terça-feira, 18, sem votos de petistas. Integrantes do partido divergiram da construção do novo texto do relator Guilherme Derrite (PP-SP), que alterou a redação original, e votaram maciçamente contra a proposta.

    O relator apresentou seis versões do texto ao longo de duas semanas – a última protocolada pouco antes do início da discussão em plenário. As mudanças atenderam aos pedidos do governo Lula. Mesmo assim, petistas continuaram críticos e tentaram adiar a votação, mas foram derrotados. A proposição agora vai ao Senado.

    O placar foi de 370 votos a favor, 110 contra e três abstenções. Ao exibir o placar, quem celebrou foi a oposição, grupo do qual Derrite faz parte. O novo texto, que endurece penas a faccionados, teve amplo apoio de parlamentares do PL e do Centrão.

    'Quem votou contra tem que hoje dar sua cara a tapa', diz Hugo Motta sobre PL Antifacção

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  • Copel anuncia Capex de R$ 17,8 bilhões para os próximos 5 anos

    Copel anuncia Capex de R$ 17,8 bilhões para os próximos 5 anos

    A Copel aprovou um plano de investimentos de R$ 17,8 bilhões para 2026 a 2030, com foco em modernização, eficiência operacional e qualidade do serviço. Em 2026, serão aplicados R$ 3 bilhões, principalmente na distribuição e na geração e transmissão de energia.

    A Copel anunciou, nesta quarta-feira, 19, que aprovou o seu programa de investimento (Capex) no valor de R$ 17,8 bilhões para o período de 2026 a 2030. Segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), os recursos serão alocados na estratégica voltada ao fortalecimento da qualidade do serviço e ampliação da eficiência operacional, reforçando o compromisso da companhia com a geração de valor sustentável para seus acionistas e clientes.

    De acordo com o documento, para 2026, o plano de investimento prevê um Capex de, aproximadamente, R$ 3,021 bilhões, sendo que a Copel Distribuição receberá cerca de R$ 1,942 bilhão, direcionado à melhoria contínua da qualidade e excelência operacional.

    Já a Copel Geração e Transmissão investirá R$ 971 milhões, com foco na modernização e aumento da capacidade operativa de geração, e reforços e melhorias das linhas de transmissão. “O valor remanescente será destinado às áreas de comercialização, Serviços e Holding, assegurando suporte às iniciativas estratégicas do grupo”, diz a Copel.

    Copel anuncia Capex de R$ 17,8 bilhões para os próximos 5 anos

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