Autor: REDAÇÃO

  • EUA: Criança de 11 anos morre baleada em desentendimento no trânsito

    EUA: Criança de 11 anos morre baleada em desentendimento no trânsito

    Um menino de 11 anos morreu, na manhã de sexta-feira, ao ter sido baleado durante um desentendimento de trânsito. Um jovem de 22 anos foi detido e acusado de homicídio.

    Um menino de 11 anos morreu na manhã de sexta-feira após ser baleado durante um desentendimento no trânsito em uma rodovia de Las Vegas, nos Estados Unidos. Um jovem de 22 anos foi detido e acusado de homicídio.

    “Hoje perdemos uma vida que não precisava ter sido perdida. Um menino de 11 anos estava a caminho da escola e esse ato sem sentido tirou sua vida”, disse o chefe de polícia de Henderson, Reggie Rader, segundo a NBC News.

    O incidente aconteceu por volta das 7h30 (horário local), quando dois motoristas tentavam ultrapassar um ao outro na rodovia congestionada. Um deles conseguiu fazê-lo pela pista de emergência, o que levou a uma discussão verbal.

    “O suspeito pegou uma arma e atirou contra o veículo da vítima, atingindo um passageiro de 11 anos que estava sentado no banco de trás”, afirmou Rader.

    O padrasto do menino, que dirigia o carro, acabou colidindo com o veículo do suspeito, identificado como Tyler Matthew Johns, fazendo com que ambos os automóveis parassem. No entanto, segundo a ABC News, os motoristas saíram dos carros e continuaram discutindo.

    Um policial do Departamento de Polícia de Las Vegas passava pelo local por acaso. Ao perceber a situação, confiscou a arma e prendeu o jovem de 22 anos.

    O agressor era o único que portava uma arma de fogo, segundo as autoridades.

    “Preciso que todos tenham mais paciência no trânsito. Temos a obrigação de cuidar uns dos outros. Não vale a pena se envolver nesse tipo de comportamento, seja qual for o lado”, alertou Rader.

    A rodovia permanecerá interditada ao tráfego “por muito tempo”, acrescentou.

    “Não sei por que as pessoas são tão impacientes. […] Meu apelo à comunidade, especialmente agora que entramos na época festiva, é que reduzam a velocidade. Vocês vão chegar ao destino — só precisam chegar com segurança”, disse.

    EUA: Criança de 11 anos morre baleada em desentendimento no trânsito

  • É seguro mexer no celular durante uma tempestade? Entenda

    É seguro mexer no celular durante uma tempestade? Entenda

    Apesar de não haver dados que comprovem que os celulares atraem descargas elétricas, há alguns cuidados que deve ter com o uso de aparelhos eletrônicos durante uma tempestade como a que atingiu o país esta semana.

    Quando tempestades atingem nossos dias, muitas dúvidas, inseguranças e receios acabam surgindo. Uma delas está relacionada ao uso de celulares durante uma trovoada.

    A dúvida aparece principalmente pelo medo de que um smartphone possa atrair descargas elétricas durante uma tempestade.

    Para esclarecer essa questão, o TechTudo explica que é possível usar o celular sem medo de que algo grave aconteça. Em alguns casos, porém, é importante tomar certas precauções.

    Segundo a publicação brasileira, no país as principais vítimas de raios são pessoas em áreas abertas, em zonas rurais, e pessoas dentro de casa em contato com objetos ligados à rede elétrica ou telefônica.

    Dito isso, dentro de casa durante uma tempestade, é recomendado evitar mexer no celular caso ele esteja carregando. Já ao ar livre, é preciso considerar que pode ser arriscado usar o celular em áreas abertas.

    A CNN Brasil, por sua vez, lembra que raios são descargas atmosféricas que, em regiões tropicais, geralmente ocorrem durante chuvas. Essas descargas tendem a ser atraídas pelos pontos mais altos do local, especialmente quando há objetos metálicos.

    Na mesma linha, o TechTudo reforça que celulares são aparelhos pequenos demais para funcionarem como um “ímã” para raios. Pelo contrário, árvores, postes, antenas e corpos d’água têm muito mais probabilidade de serem atingidos.

    É seguro mexer no celular durante uma tempestade? Entenda

  • Trump discute com Pentágono opções para ação militar na Venezuela

    Trump discute com Pentágono opções para ação militar na Venezuela

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reuniu-se na sexta-feira com altos responsáveis do Pentágono na Casa Branca, para discutir várias opções para uma possível ação militar na Venezuela, de acordo com o jornal The Washington Post.

    O secretário de Defesa, Pete Hegseth, e o chefe do Estado-Maior Conjunto, Dan Caine, visitaram a Casa Branca pelo segundo dia consecutivo.

    Um alto funcionário do governo explicou que o presidente recebeu “uma série de opções” e continua “estrategicamente indeciso” sobre suas ações futuras, segundo o Washington Post, citado pela agência EFE.

    A reunião privada, de acordo com o Post, ocorreu 24 horas depois de Hegseth ter anunciado em sua conta oficial na rede social X o início da Operação Lança do Sul na região, com o objetivo de combater o narcotráfico, embora sem detalhar metas ou operações específicas.

    Fontes consultadas pelo jornal afirmam que algumas forças norte-americanas posicionadas na região “estão se preparando para possíveis ordens de ataque”.

    Outro funcionário afirmou que Washington está “muito ciente do que está acontecendo na Venezuela, das conversas entre os aliados de Maduro e a cúpula do seu regime”, e alertou que o presidente venezuelano “está muito assustado — e com razão”, diante da variedade de opções “prejudiciais” que Trump tem à disposição.

    Desde agosto, os Estados Unidos reforçaram significativamente sua presença militar no sul do Caribe sob o pretexto de uma missão antidrogas.

    Cerca de 10 mil soldados foram mobilizados, segundo fontes oficiais, e um dos principais navios da Marinha dos EUA, o porta-aviões USS Gerald R. Ford, o maior do Pentágono, foi posicionado próximo à costa venezuelana.

    Em outubro, Trump declarou que não descartava possíveis ataques a alvos terrestres tanto na Venezuela quanto na Colômbia, cujos presidentes ele acusa de serem narcotraficantes.

    Por sua vez, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, pediu à população que se prepare para uma possível “luta armada” e anunciou o envio de 200 mil soldados para o país.

    Trump discute com Pentágono opções para ação militar na Venezuela

  • E-mails? Jeffrey Epstein acusou Donald Trump de ser "perigoso"

    E-mails? Jeffrey Epstein acusou Donald Trump de ser "perigoso"

    Num e-mail datado de 8 de fevereiro de 2017, Jeffrey Epstein acusou Donald Trump de ser “perigoso”, notando que conheceu “pessoas muitas más”, mas nenhuma “tão má quanto Trump”. Esta troca de e-mails entre Epstein e o ex-secretário do Tesouro, Larry Summers, aconteceu semanas depois de o republicano ter sido eleito presidente dos Estados Unidos.

    Há novos detalhes sobre os e-mails de Jeffrey Epstein nos quais aparece o nome de Donald Trump. Em um dos e-mails recentemente divulgados, o magnata norte-americano afirmou que o atual presidente dos Estados Unidos era “perigoso”, descrevendo-o como a pior pessoa que já conheceu.

    Na quarta-feira, o Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes divulgou mais de 20 mil páginas de documentos do espólio de Jeffrey Epstein, incluindo uma suposta conversa entre o predador sexual e o ex-secretário do Tesouro, Larry Summers, datada de 8 de fevereiro de 2007.

    Essa troca de e-mails aconteceu cerca de três semanas depois de Donald Trump assumir a presidência dos EUA, em 20 de janeiro de 2017.

    No e-mail, citado pela ABC News, Jeffrey Epstein escreveu a Larry Summers: “Lembre-se do que eu te disse. Já conheci pessoas muito ruins, mas nenhuma tão ruim quanto Trump. Ele não tem uma célula decente no corpo… então sim, ele é perigoso.”

    “Quer fotos do Donald com garotas…?”

    Em outro e-mail anterior, datado de 8 de dezembro de 2015, Epstein conversava com o então jornalista do The New York Times, Landon Thomas Jr., sugerindo possíveis linhas de investigação.

    A troca começou depois que Thomas escreveu um artigo no qual Donald Trump descrevia Epstein como “um cara fantástico” que “gosta de mulheres bonitas”.

    “Agora todo mundo está vindo atrás de mim porque acham que eu tenho informações bombásticas sobre você e o Trump”, escreveu o jornalista. Epstein respondeu sugerindo que Thomas investigasse as finanças do republicano antes de entrar em assuntos mais pessoais.

    Em um dos e-mails, Epstein escreveu: “Quer fotos do Donald com garotas de biquíni na minha cozinha?”. O jornalista respondeu: “Sim”.

    Não está claro se Epstein realmente possuía essas fotos ou se chegou a enviá-las ao jornalista do New York Times.

    Mas os e-mails sobre Trump não pararam aí. Epstein teria enviado mensagens sugerindo que repórteres “perguntassem ao mordomo sobre Donald, que quase atravessou uma porta e deixou a marca do nariz no vidro enquanto mulheres jovens nadavam na piscina”. Segundo Epstein, “ele estava tão concentrado que bateu na porta”.

    Trump “sabia das meninas” ou os e-mails são falsos?

    Os democratas do Comitê de Supervisão divulgaram documentos que incluem e-mails trocados em 2019 entre Epstein e uma pessoa próxima a Donald Trump, nos quais o criminoso sexual alegou que o magnata “sabia das meninas”.

    Em um e-mail enviado a Michael Wolff, por exemplo, Epstein escreveu: “É claro que ele sabia sobre as garotas, pois pediu à Ghislaine para parar”.

    Casa Branca diz que e-mails são “narrativa falsa”. E Trump?

    A Casa Branca afirmou que a divulgação dos e-mails é uma tentativa de “criar uma narrativa falsa para difamar o presidente”.

    “Os democratas divulgaram seletivamente esses e-mails para a mídia de esquerda para criar uma narrativa falsa e difamar o presidente Trump”, disse a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, segundo a BBC.

    Ela acrescentou: “A ‘vítima não identificada’ mencionada nos e-mails é Virginia Giuffre — que já faleceu — e que afirmou repetidamente que o presidente Trump não esteve envolvido em nenhuma irregularidade e que ‘não poderia ter sido mais respeitoso’ nas poucas interações que tiveram.”

    Donald Trump também reagiu, dizendo que “apenas um republicano muito mau ou muito estúpido cairia nessa armadilha”, atacando os democratas.

    “Os democratas estão tentando ressuscitar a farsa Jeffrey Epstein porque farão de tudo para desviar a atenção do quão mal se saíram com a paralisação do governo e tantos outros assuntos”, escreveu Trump em sua plataforma Truth Social.

    Ele continuou: “Apenas um republicano muito mau ou estúpido cairia nessa armadilha. Os democratas custaram ao nosso país 1,5 bilhão de dólares com suas recentes maldades de fechar nosso país, colocando muitos em risco — eles deveriam pagar um preço justo.”

    E-mails? Jeffrey Epstein acusou Donald Trump de ser "perigoso"

  • Carta que Taylor Swift escreveu para Liam Payne em 2017 vai ser leiloada

    Carta que Taylor Swift escreveu para Liam Payne em 2017 vai ser leiloada

    Cantora Taylor Swift escreveu uma carta a Liam Payne em 2017 e disse que ia “torcer sempre” pode ele. Agora esse manuscrito vai ser leiloado, em dezembro, com uma avaliação entre 5 a 11 mil euros.

    Taylor Swift escreveu uma carta para o falecido Liam Payne em 2017, e ela agora será leiloada em dezembro.

    De acordo com a People, a carta continha uma mensagem da cantora demonstrando apoio a Liam em sua carreira solo. O leilão acontecerá no dia 2 de dezembro pela Omega Auctions, e o item está avaliado entre 5 e 11 mil euros.

    Segundo a descrição, citada pela People, o bilhete foi entregue a Payne — que morreu aos 31 anos no dia 16 de outubro de 2024 — antes das respectivas apresentações no Capital FM Jingle Bell Ball daquele ano, na O2 Arena, em Londres. Taylor Swift e Liam Payne se apresentaram no evento em 10 de dezembro de 2017.

    “Liam, há quanto tempo! Estou tão feliz por você, você está arrasando. Sou obcecada por ‘Bedroom Floor’. É tão bom te ver de longe, estou sempre torcendo por você. Boa sorte hoje à noite”, dizia o bilhete assinado por Taylor Swift, com indicação de que fosse entregue a Liam.

    “Bedroom Floor”, a música mencionada por Taylor Swift na carta, foi lançada em outubro daquele ano. Ela sucedeu o single de estreia solo “Strip That Down” (lançado em maio de 2017) e “Get Low” (de julho de 2017).

    A carreira solo de Liam Payne começou após a banda da qual ele fazia parte, One Direction, anunciar um hiato em agosto de 2015. A pausa, por tempo indeterminado, teve início em janeiro de 2016, após o lançamento do quinto álbum de estúdio e depois da saída de Zayn Malik do grupo, em março de 2015.

    Vale lembrar também que Taylor Swift cruzou seu caminho com o dos One Direction diversas vezes e chegou a namorar um dos membros da banda, o cantor Harry Styles. O ex-casal foi visto junto pela primeira vez em março de 2012 e se separou em janeiro de 2013.

    Em 2016, por exemplo, a cantora também foi fotografada ao lado de Niall Horan e Louis Tomlinson na festa pós-gala do Billboard Music Awards, e colaborou com Zayn Malik na música “I Don’t Wanna Live Forever”, de 2016.

    Já faz um ano que Liam Payne morreu

    O leilão da carta de Taylor Swift a Liam Payne acontece um ano após a morte do cantor. O artista morreu no dia 16 de outubro de 2024, após cair da varanda de um hotel em Buenos Aires, na Argentina.

    No dia em que se completou um ano de sua morte, fãs de Liam Payne se reuniram para prestar homenagem em sua cidade natal, Wolverhampton.

    “Amamos você”; “Espero que esteja em um lugar melhor”; “Você será sempre lembrado”. Essas foram algumas das mensagens deixadas em arranjos de flores, cartões e cartazes próximos a um coreto no West Park.

    Carta que Taylor Swift escreveu para Liam Payne em 2017 vai ser leiloada

  • China desaconselha viagens para o Japão: "Declarações provocadoras"

    China desaconselha viagens para o Japão: "Declarações provocadoras"

    A China está desaconselhando os cidadãos do país a viajarem para o Japão, após declarações da primeira-ministra nipônica, Sanae Takaichi, sobre uma eventual intervenção de Tóquio num conflito no estreito de Taiwan.

    “Recentemente, os líderes japoneses fizeram declarações abertamente provocadoras em relação a Taiwan, prejudicando gravemente o clima de intercâmbio entre os povos”, declarou, na noite de sexta-feira, a embaixada da China em Tóquio nas redes sociais.

    “O Ministério das Relações Exteriores e a embaixada e consulados da China no Japão lembram solenemente aos cidadãos chineses que evitem viajar para o Japão em um futuro próximo”, acrescenta a nota.

    Há uma semana, a nova primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, afirmou no parlamento que, se uma situação de emergência em Taiwan implicasse “o envio de navios de guerra e o uso da força, isso poderia representar uma ameaça à sobrevivência do Japão”.

    “Temos de considerar o pior cenário”, acrescentou.

    As declarações foram amplamente interpretadas como uma indicação de que um ataque a Taiwan poderia justificar o apoio militar de Tóquio à ilha.

    De acordo com a legislação japonesa, o país só pode intervir militarmente em determinadas condições, especialmente em caso de ameaça existencial — Taiwan fica a apenas 100 quilômetros da ilha japonesa mais próxima.

    Na sexta-feira, Pequim anunciou ter convocado o embaixador do Japão, considerando “extremamente graves” as declarações de Sanae Takaichi.

    Por sua vez, o Japão afirmou ter feito o mesmo com o embaixador da China, após uma ameaça considerada “extremamente inadequada” por parte do cônsul-geral chinês em Osaka, Xue Jian.

    Em uma mensagem posteriormente apagada da rede social X, Xue ameaçou “cortar a cabeça suja sem a menor hesitação”, citando um artigo que relatava a fala de Takaichi.

    Tóquio afirmou na sexta-feira que sua posição sobre Taiwan permanecia inalterada e defendeu “a paz e a estabilidade”.

    Taiwan é uma ilha com governo próprio desde 1949, que a China considera uma “província rebelde” e parte inalienável de seu território, tendo ameaçado várias vezes recorrer à força para alcançar a reunificação.

    Apesar de ter reconhecido a República Popular da China como o único governo legítimo em 1972, o Japão mantém relações não oficiais com Taipé. O ex-primeiro-ministro Shinzo Abe (1954–2022), inclusive, defendeu publicamente que qualquer invasão da ilha justificaria uma resposta militar japonesa, dentro do acordo de segurança com os Estados Unidos.

    China desaconselha viagens para o Japão: "Declarações provocadoras"

  • Bruna Marquezine revela ter guarda compartilhada de cachorros com João Guilherme

    Bruna Marquezine revela ter guarda compartilhada de cachorros com João Guilherme

    Em participação no programa de Angélica, atriz também falou sobre pressões ao completar 30 anos; artista também contou que acreditava que a apresentadora não gostava dela

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Bruna Marquezine revelou que mantém guarda compartilhada dos cachorros com o ex-namorado João Guilherme. Na noite de quinta-feira (13) no “Angélica ao Vivo”, a atriz contou que a cadelinha Chihiro, levada ao estúdio, e Haku foram adotados durante uma viagem ao Japão e acabaram virando “irmãos”: nasceram no mesmo dia, embora sejam de raças diferentes.

    “Fui duas vezes ao Japão, é uma viagem incrível e transformadora. E ela veio de lá! Fui uma vez e fiquei encantada com os cachorros, aí voltei meses depois e já saí do Brasil com essa intenção”, lembrou Bruna.

    Ela também contou que mantém guarda compartilhada do pets com o ex-namorado.”Eles amam ficar juntos. Então sempre damos um jeito de eles se encontrarem”.

    Ao lado de Heloísa Périssé e Marcos Palmeira, a atriz também comentou a relação com o tempo e a chegada dos 30 anos, completados em agosto. Bruna contou ter vivido uma “pré-crise” ao sentir a pressão da indústria e da sociedade sobre envelhecimento e maternidade, chamando esse controle sobre o corpo feminino de cruel.

    Heloísa, de 59 anos, respondeu em tom bem-humorado, dizendo viver a “segunda adolescência” e defendendo que essa fase é a melhor, com independência financeira e emocional.

    O programa ainda serviu para desfazer um mal-entendido com a anfitriã. Bruna contou que chegou a achar que Angélica “não gostava muito” dela porque nunca havia sido chamada para um projeto da apresentadora.

    Depois ela descobriu que tinha ignorado um áudio da apresentadora fazendo o convite. Angélica disse que compartilhava da mesma visão de não ser gostada pela atriz. As duas riram da história ao vivo e selaram a paz, agora oficialmente “se amando”, como brincaram no estúdio.

    Bruna Marquezine revela ter guarda compartilhada de cachorros com João Guilherme

  • Haddad pede que Câmara aprove projeto sobre devedor contumaz

    Haddad pede que Câmara aprove projeto sobre devedor contumaz

    Para ministro, medida é decisiva para asfixiar crime organizado; o projeto foi aprovado por unanimidade no Senado em setembro e aguarda a análise final dos deputados

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fez um apelo público nesta sexta-feira (14) para que a Câmara dos Deputados vote o projeto de lei que cria um regime específico para punir o devedor contumaz, contribuinte que sonega impostos de forma deliberada e recorrente. 

    Segundo o ministro, a proposta, que tramita há oito anos no Congresso, é uma ferramenta decisiva para asfixiar financeiramente o crime organizado, ao atingir mecanismos de lavagem de dinheiro operados por meio de empresas de fachada.

    O projeto foi aprovado por unanimidade no Senado em setembro e aguarda a análise final dos deputados. Haddad afirmou que tem conversado com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para tentar acelerar a votação. “Já está na hora, já passou da hora”, declarou. 

    As afirmações foram feitas durante evento do Ministério da Educação realizado no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília. Na ocasião, o ministro recebeu a Ordem Nacional do Mérito Educativo em cerimônia com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Segurança pública

    Haddad enfatizou que a proposta do devedor contumaz não se limita a questões fiscais. Para ele, a medida tem impacto direto na segurança pública, porque enfraquece a estrutura financeira que sustenta atividades criminosas.

    “Todo criminoso precisa lavar o dinheiro do crime e usa expedientes formais, abre empresa, fecha empresa. A lei do devedor contumaz inibe essa prática e evita que o criminoso lave o dinheiro e irrigue o crime organizado novamente”, disse. 

    Segundo o ministro, a proposta “asfixia o crime e dificulta a vida do criminoso para que ele não faça o dinheiro rodar na atividade criminosa”.

    Operação Carbono Oculto

    No início de setembro, o Senado aprovou a proposta sobre o devedor contumaz. A aprovação na Casa foi impulsionada pela Operação Carbono Oculto, deflagrada pela Polícia Federal no fim de agosto e que desarticulou esquemas de lavagem de dinheiro do crime organizado que utilizavam fintechs e distribuidoras de combustíveis.

    Haddad disse esperar que a Câmara não dependa de um novo episódio dessa gravidade para votar o texto. “O Senado, depois da Operação Carbono Oculto, votou por unanimidade. Espero que não seja preciso outro evento desse tamanho para a Câmara se sensibilizar”, afirmou.

    Outras propostasHaddad também citou outras pautas do Executivo na área de segurança que estão no Congresso, como a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública e o Projeto de Lei (PL) Antifacção, cuja relatoria está com o deputado Guilherme Derrite (PL-SP). Segundo o ministro, versões preliminares do relatório têm gerado preocupação no governo.

    A aprovação do projeto do devedor contumaz também é tratada como prioridade pela ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, responsável pela articulação política do governo.

    Ao ser questionado por jornalistas sobre assuntos como a situação dos Correios e a sanção do projeto de isenção do Imposto de Renda, o ministro evitou responder. O foco de sua fala, afirmou, era a necessidade de votar o projeto que endurece as regras contra o devedor contumaz.

    Haddad pede que Câmara aprove projeto sobre devedor contumaz

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Lindbergh propõe mudança em regra de cassação de mandato por faltas

    Lindbergh propõe mudança em regra de cassação de mandato por faltas

    Líder do PT pede alteração em regas que podem levar à perda de mandato

    O líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias (RJ), protocolou um Projeto de Resolução (PRC) no qual propõe mudanças nos atuais critérios para a contagem de presença dos deputados federais nas sessões da Casa, com a imediata instauração do procedimento de perda de mandato.

    Lindbergh propôs as mudanças nas atuais regras de perda de mandato por faltas em meio à polêmica envolvendo o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que desde março deste ano se encontra nos Estados Unidos, para onde viajou sem avisar previamente a Mesa Diretora da Câmara. Quando já estava fora do Brasil, Eduardo pediu licença do mandato por 120 dias, alegando ser alvo de perseguição política. O prazo terminou em meados de julho e ele não regressou ao Brasil, acumulando faltas não justificadas em sessões.

    O Ato da Mesa nº 191, em vigor de junho de 2017, estabelece que a Secretaria-Geral da Mesa deve elaborar um relatório anual de acompanhamento da frequência parlamentar às sessões deliberativas ordinárias e extraordinárias e encaminhá-lo à Presidência da Casa até o dia 5 de março do ano seguinte.

    Para Lindbergh, esta determinação “criou uma tolerância inconstitucional, permitindo que casos de inassiduidade consumada fiquem sem apuração por vários meses, mesmo após configurada a violação” à Constituição Federal, que prevê a perda do mandato do parlamentar que deixar de comparecer, sem justificativa, a mais de um terço das sessões anuais ordinárias.

    Se aprovado, o PRC se transformará em Resolução, substituindo parte do texto do Ato da Mesa nº 191. A proposta de Farias revoga o prazo de 5 de março, estabelecendo que a Secretaria-Geral da Mesa passe a elaborar relatórios mensais de acompanhamento, alertando à Presidência da Câmara sobre eventuais riscos de descumprimento do limite constitucional de faltas. Já o relatório final consolidado deverá ser apresentado a cada 5 de dezembro, contendo a indicação dos deputados que tenham faltado a mais de um terço das sessões, sem justificativa.

    O projeto apresentado por Farias determina que, uma vez de posse do relatório final da Secretaria-Geral, a Presidência da Casa deverá instaurar, de ofício, o procedimento de declaração de perda de mandato – o que também deverá fazer ao constatar, em qualquer momento, que determinado parlamentar não mais conseguirá cumprir o prazo constitucional.

    “A medida garante efetividade ao controle constitucional de assiduidade parlamentar, reforça os princípios da moralidade, eficiência e economicidade e evita o possível dano ao erário pela continuidade de pagamentos indevidos de subsídios e benefícios a parlamentares que descumpram de forma irreversível o dever de presença”, justifica o líder do PT na Câmara.

    Eduardo Bolsonaro

    Em agosto, o parlamentar solicitou ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), autorização para exercer seu mandato à distância, diretamente dos EUA, alegando que, durante a pandemia de covid-19, a Câmara autorizou o trabalho remoto também para os deputados. O pedido foi negado porque, segundo parecer da Mesa Diretora, só há possibilidade de registro remoto para parlamentares em missão oficial autorizada pela Câmara, o que não é o caso.

    Em setembro deste ano, a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou Eduardo Bolsonaro por sua atuação junto ao governo dos Estados Unidos para promover o tarifaço contra as exportações brasileiras, entre outras retaliações, como a suspensão de vistos de ministros do governo federal e ministros da Corte. Nesta sexta-feira (14), a maioria dos ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu tornar o deputado réu pelo crime de coação no curso do processo. Com isso, o próximo passo será a abertura de uma ação penal contra Eduardo.

    Lindbergh propõe mudança em regra de cassação de mandato por faltas

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Governo Trump suspende tarifas de café, carne, banana e açaí

    Governo Trump suspende tarifas de café, carne, banana e açaí

    A Casa Branca publicou uma Ordem Executiva para derrubar as tarifas de importação de alguns alimentos, como café, carne, banana açaí e castanha-do-pará

    Nesta sexta-feira (14), o governo dos Estados Unidos publicou uma Ordem Executiva com a redução de tarifas para alguns produtos que impactavam o comércio com o Brasil. A decisão surge um dia depois do encontro do secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, com o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira.

    Os representantes do Brasil e Estados Unidos se reuniram para falar sobre o tarifaço americano. “Reuni-me com o Ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, no Departamento. Discutimos assuntos de importância mútua e um marco recíproco para a relação comercial entre os Estados Unidos e o Brasil”, disse Marco Rubio após o encontro.

    Nesta sexta, a Casa Branca publicou uma Ordem Executiva para derrubar as tarifas de importação de alguns alimentos, como café, carne, banana açaí e castanha-do-pará, que vinham pressionando a inflação norte-americana.

    50% do imposto cobrado, 40% é específico ao Brasil e 10% é uma tarifa global. O governo norte-americano já informou que os 10% da tarifa comum serão retirados, e ao Brasil terão mais reduções.

    Veja a lista de produtos que deixam de pagar a tarifa recíproca:

    • Carnes bovinas e vísceras: carcaças, meias-carcaças, cortes frescos, resfriados, congelados, e vísceras em diversas formas de conservação;
    • Frutas e vegetais: tomate, jicama (espécie de batata de origem mexicana), fruta-pão, chuchu, broto de bambu, castanha-d’água, mandioca, inhame e taioba;
    • Nozes e castanhas: coco, castanha-do-pará, castanha de caju, castanha portuguesa, macadâmia, noz-de-cola, pinhões;
    • Bebidas e suplementos: suco de laranja, água de coco, suco de açaí, misturas com água de coco e preparações de açaí para bebidas;
    • Especiarias: café (torrado, não torrado e descafeinado), chá, mate, pimentas, baunilha, canela, noz-moscada, gengibre, açafrão.

     

    Encontro de Trump e Lula

    De acordo com Mauro Vieira, Marco Rubio mencionou no encontro comentários do presidente Donald Trump, que disse ter gostado muito da reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Malásia e manifestou vontade de avançar na solução das questões comerciais.

    A expectativa da diplomacia brasileira é a suspenção geral das tarifas de 50% nos produtos brasileiros. Sendo que o governo Lula espera que mais produtos braisleiros entrem na lista de excessões do ‘Tarifaço’.

    Governo Trump suspende tarifas de café, carne, banana e açaí

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia