Autor: REDAÇÃO

  • STF tem maioria para tornar Eduardo Bolsonaro réu sob acusação de coação ao atuar nos EUA

    STF tem maioria para tornar Eduardo Bolsonaro réu sob acusação de coação ao atuar nos EUA

    Julgamento ocorre no plenário virtual do STF, entre ministros da Primeira Turma, até dia 25 de novembro

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria nesta sexta-feira (14) para receber a denúncia contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) sob a acusação de coação.

    Os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin apresentaram seu votos no primeiro dia de julgamento no plenário virtual do colegiado. Cármen Lúcia tem até o dia 25 para apresentar sua posição.

    Nessa fase do processo, os ministros analisam se a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) traz indícios mínimos de autoria e materialidade que justificam a abertura de um processo penal contra Eduardo. Com a confirmação do resultado, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro se tornará réu e responderá ao Supremo pelos crimes de que foi acusado.

    Em seu voto, o relator Alexandre de Moraes disse que a PGR levantou diversos indícios de que Eduardo atuou nos Estados Unidos para pressionar o Judiciário a suspender o processo contra seu pai na trama golpista.

    O crime de coação, para ser configurado, exige que a ação tenha grave ameaça. Para o ministro, ela se materializou na “articulação e obtenção de sanções do governo dos Estados Unidos da América, com a aplicação de tarifas de exportação ao Brasil, suspensão de vistos de entradas de diversas autoridades brasileiras nos Estados Unidos da América e a aplicação dos efeitos da Lei Magnitsky a este ministro relator”.

    “Há relevantes indícios de que as condutas de Eduardo Nantes Bolsonaro tinham como objetivo a criação de um ambiente institucional e social de instabilidade, com aplicação de crescentes sanções a autoridades brasileiras e prejuízos econômicos ao Brasil, como modo de coagir os ministros do Supremo Tribunal Federal a decidir favoravelmente ao réu Jair Messias Bolsonaro, em total desrespeito ao devido processo legal”, completou.

    Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo foram acusados pela PGR de articularem ações junto ao governo do Estados Unidos com o objetivo de intervir nos processos contra Jair Bolsonaro no Brasil.

    O procurador-geral Paulo Gonet viu na ação da dupla o crime de coação, que consiste em “usar de violência ou grave ameaça, com o fim de favorecer interesse próprio ou alheio, contra autoridade, parte, ou qualquer outra pessoa que funciona ou é chamada a intervir em processo judicial”.

    O processo contra os dois acabou desmembrado. Moraes determinou que Eduardo fosse intimado por edital, sob alegação de que ele dificultava o andamento do processo; já Figueiredo mora nos Estados Unidos há mais de dez anos e será notificado pessoalmente, por meio de cooperação jurídica internacional.

    A acusação da PGR diz que Eduardo e Figueiredo, desde o recebimento da denúncia contra Bolsonaro no Supremo, passaram a articular sucessivas e continuadas ações para intervir no processo penal.

    “O propósito foi o de livrar Jair Bolsonaro, e também o próprio Paulo Figueiredo, da condenação penal pelos crimes que ensejaram a abertura de procedimentos criminais”, afirmou o procurador-geral, Paulo Gonet na denúncia de coação. “As ameaças foram reiteradas várias vezes, em diferentes ocasiões”, acrescentou.

    O procurador afirma que Eduardo e Figueiredo tentaram explorar o relacionamento que mantêm com integrantes do governo americano e assessores e conselheiros do presidente Donald Trump e que se valeram dessa rede de contatos para constranger a atuação do Supremo.

    Eles induziram, diz a peça acusatória, “a adoção de medidas retaliatórias pelo governo norte-americano contra o Brasil e contra autoridades brasileiras, no intuito de compelir o Supremo Tribunal a encerrar os processos sem condenações, especialmente de Jair Bolsonaro”.

    Essa pressão tinha, também, o objetivo de que o Congresso Nacional aprovasse um projeto de anistia que abrangesse Bolsonaro, diz Gonet.

    “Os denunciados ameaçavam as autoridades judiciárias e de outros Poderes com a promessa de que conseguiriam de autoridades norte-americanas sanções dispostas para dificultar e arruinar suas vidas civis, mesmo no Brasil, se o processo criminal não tivesse o fim que desejavam ou se a anistia -extensiva necessária e prioritariamente a Jair Bolsonaro- não fosse pautada e conseguida no Congresso Nacional.”

    Um dos efeitos práticos da atuação de Eduardo e Figueiredo nos Estados Unidos foi a aplicação, pelo governo americano, de sanções financeiras contra o ministro Alexandre de Moraes e sua esposa.

    Em nota conjunto divulgada após a denúncia, a dupla disse que a acusação revelava a “perseguição política em curso”. Eles ainda dizem que a acusação é “fajuta” e chamam a equipe de Paulo Gonet na PGR de “lacaios de Moraes”.

    Já o defensor público Antonio Ezequiel Inácio Barbosa, responsável pelo caso, pede ao Supremo que a acusação por coação não seja levada à frente porque o tipo penal exige violência ou grave ameaça para ser configurado.

    “Declarações sobre fatos políticos, ainda que críticas, ácidas ou contundentes, não constituem violência nem grave ameaça. Especificamente, esta última pressupõe promessa de mal futuro que dependa da vontade e do poder de quem ameaça. Se o agente não tem poder de concretizar o mal anunciado, não há grave ameaça, mas mera opinião ou prognóstico sobre eventos futuros”, afirma.

    STF tem maioria para tornar Eduardo Bolsonaro réu sob acusação de coação ao atuar nos EUA

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  • Trump diz que vai mandar investigar suposto elo entre Epstein e Clinton

    Trump diz que vai mandar investigar suposto elo entre Epstein e Clinton

    Trump afirmou que pedirá a procuradora-geral e ao FBI para investigar relação de Clinton e Epstein

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje que a pressão para divulgar detalhes da rede de abuso sexual de Jeffrey Epstein é uma “farsa” promovida por democratas e que vai determinar uma investigação sobre o suposto relacionamento do empresário com o ex-presidente Bill Clinton

    Trump diz que pedirá à procuradora-geral e ao FBI para investigar relação de Clinton e Epstein. “Os democratas estão fazendo tudo o que podem, com seu poder cada vez menor, para promover novamente a farsa sobre Epstein”, escreveu o republicano em sua plataforma Truth Social.

    Além de Clinton, o presidente disse que investigaria a relação do bilionário com outros nomes, como o ex-secretário do Tesouro Larry Summers. Ele também mencionou o investidor e empresário Reid Hoffman, o banco JP Morgan Chase e “muitas outras pessoas e instituições”.

    Trump disse que “provas” mostram os democratas “passando grande parte da vida nas ilhas de Epstein”. Ele não detalhou, porém, quais provas seriam essas. “Epstein era um democrata, e ele é problema dos democratas, não dos republicanos!”, escreveu ele nas mídias sociais

    Post de Trump acontece dias após milhares de arquivos envolvendo Epstein serem publicados nas redes sociais. Em uma das mensagens, o bilionário diz que nunca conheceu “alguém tão ruim” quanto Trump

    Acusado de manter uma rede de exploração sexual de menores e morto na prisão em 2019, Epstein teria dito ser o único “capaz de derrubar” o atual presidente dos EUA. A mensagem está entre os cerca de 20 mil arquivos que deputados do país tornaram públicos nesta semana.

    Trump e Epstein foram amigos nas décadas de 1980 e 1990. Eles frequentavam eventos sociais juntos em Nova York e Flórida. A controvérsia em torno de seus laços estreitos com o criminoso sexual condenado persegue Trump desde julho passado, quando o Departamento de Justiça anunciou que não divulgaria mais informações sobre o financista nova-iorquino, que supostamente cometeu suicídio em 2019 enquanto aguardava julgamento na prisão.

    RELEMBRE O CASO EPSTEIN

    Epstein foi preso pela primeira vez em 2008, quando foi sentenciado a 13 meses de prisão. Na época, os pais de uma menina de 14 anos denunciaram à polícia que o empresário havia abusado sexualmente da garota em sua mansão. Outras possíveis vítimas foram descobertas e foram encontradas fotos de meninas na casa dele.

    Jeffrey se livrou de pegar prisão perpétua. O bilionário fechou um polêmico acordo que o safou de ficar encarcerado pelo resto da vida, mas fez com que fosse registrado na lista federal de criminosos sexuais.

    Ele voltou a ser preso em 2019 sob acusação de tráfico sexual. Jeffrey foi acusado de traficar dezenas de meninas, de explorá-las e abusá-las sexualmente. Desse caso, o bilionário se declarou inocente e sempre negou as acusações. Após um mês na cadeia, aos 66 anos, ele foi encontrado morto na cela em que estava detido. A causa de sua morte divulgada oficialmente foi suicídio.

    Trechos de documentos do caso Epstein foram divulgados na imprensa e revelaram que famosos e políticos participaram das polêmicas festas do empresário. Personalidades como Leonardo DiCaprio, Cameron Diaz, Cate Blanchett, Bruce Willis, Kevin Spacey, George Lucas e Naomi Campbell foram citados, mas nenhum deles foi acusado pela prática de crimes.

    Políticos como o ex-presidente Bill Clinton e o atual mandatários dos EUA, Donald Trump, também são citados em documentos. Os dois, porém, também não receberam acusações criminais formais.

    Membro da realeza britânica, príncipe Andrew já respondeu a processo de abuso sexual relacionado ao caso Epstein. Ele foi acusado de manter relações sexuais com uma garota por intermédio do empresário em uma “orgia com várias menores de idade”. Na época, o Palácio de Buckingham destituiu Andrew de seus deveres militares e de seu título real.

    Trump diz que vai mandar investigar suposto elo entre Epstein e Clinton

  • PIB cresce em todos os estados e no DF em 2023; veja ranking

    PIB cresce em todos os estados e no DF em 2023; veja ranking

    AC, MS, MT, TO e RJ mostram maiores altas, diz IBGE; menores avanços ocorrem em RS, RO, PA e SP

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – O PIB (Produto Interno Bruto) cresceu em todos os estados e no Distrito Federal em 2023, apontam dados divulgados nesta sexta-feira (14) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Isso não ocorria desde 2021, segundo o órgão.

    Em 2023, as maiores altas ocorreram nos seguintes estados: Acre (14,7%), Mato Grosso do Sul (13,4%), Mato Grosso (12,9%), Tocantins (7,9%) e Rio de Janeiro (5,7%).

    Já as menores variações foram encontradas no Rio Grande do Sul (1,3%), em Rondônia (1,3%), no Pará (1,4%) e em São Paulo (1,4%). O PIB do Brasil avançou 3,2% em 2023.

    O IBGE disse que o bom desempenho da agropecuária, em especial do cultivo de soja, teve contribuição decisiva para o crescimento registrado por Acre (14,7%), Mato Grosso do Sul (13,4%), Mato Grosso (12,9%) e Tocantins (7,9%).

    Já a alta do Rio de Janeiro (5,7%) foi puxada pelo avanço da indústria extrativa, com destaque para petróleo e gás.

    13 ESTADOS FICAM ABAIXO DA MÉDIA DO PAÍS

    Treze estados mostraram crescimento inferior à média nacional (3,2%).

    No Rio Grande do Sul, que teve uma das menores altas (1,3%), o desempenho sofreu impacto da baixa da indústria de transformação, nos ramos de refino de petróleo e fabricação de máquinas e equipamentos, disse o IBGE. O estado também sofreu com estiagem à época.

    Em Rondônia, que também mostrou uma das menores variações (1,3%), o crescimento foi limitado pela seca ocorrida na região Norte.

    “Isso reduziu a geração de energia elétrica e a atividade de eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação”, afirmou em nota a gerente de Contas Regionais do IBGE, Alessandra Poça.

    No caso de São Paulo, principal economia do país, o resultado de 1,4% foi impactado pela contribuição negativa da indústria de transformação. O instituto mencionou os segmentos de defensivos agrícolas e fabricação de máquinas e equipamentos.

    O Sudeste teve redução de 0,3 ponto percentual em participação no PIB na passagem de 2022 para 2023, ficando em 53%.

    Sul (+0,2 p.p.) e Norte (+0,1 p.p.) tiveram aumento, chegando a 16,8% e 5,8%. Já o Nordeste (13,8%) e o Centro-Oeste (10,6%) mantiveram suas participações.

    SP E RJ PERDEM ESPAÇO EM 21 ANOS

    O IBGE também fez uma comparação mais longa na série histórica, de 2002 para 2023.

    Nesse recorte, as regiões Centro-Oeste e Norte registraram os maiores ganhos relativos de participação no PIB do país, com avanços de 2 pontos percentuais e 1,1 ponto percentual.

    A única grande região a perder espaço no período foi o Sudeste (-4,4 p.p.). Houve redução nos pesos das economias de São Paulo (-3,4 p.p.) e Rio de Janeiro (-1,7 p.p.).

    Por outro lado, o IBGE destacou o caso de Mato Grosso, que teve o maior acréscimo de participação (+1,2 p.p.). Santa Catarina, (+1 p.p.) e Mato Grosso do Sul (+0,6 p.p.) vieram na sequência.

    Estados como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul são conhecidos pelo agronegócio, que ganhou força nas últimas décadas.

    De 2002 a 2023, o PIB nacional teve aumento médio de 2,2% ao ano. Centro-Oeste e Norte tiveram as maiores taxas de crescimento. As variações foram de 3,4% e 3,2% ao ano.

    Enquanto isso, o Nordeste ficou próximo da média nacional, com 2,4% ao ano. Sudeste e Sul registraram as menores elevações (2% e 1,9%).

    Entre os estados, Mato Grosso e Tocantins foram os principais destaques, com variações médias de 5,2% e 4,9%. Em seguida, aparecem Roraima (4,5%), Acre (3,9%) e Mato Grosso do Sul (3,7%).

    Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul mantiveram-se como os dois estados de menores aumentos médios em volume na série: 1,6% e 1,4% ao ano.

    PIB cresce em todos os estados e no DF em 2023; veja ranking

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  • Filho de Patrícia Poeta recebe alta após quase dois meses de internação

    Filho de Patrícia Poeta recebe alta após quase dois meses de internação

    Felipe passou quase dois meses internado por causa de uma infecção; a apresentadora falou sobre o assunto nas redes sociais e agradeceu a equipe do hospital

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Patrícia Poeta usou as redes sociais para comemorar a alta do filho, Felipe, de 23 anos. O DJ passou quase dois meses internado. “Foram 7 semanas, que pareceram muito mais. De aflição, preocupação, muita luta, resiliência e fé”, escreveu a apresentadora no Instagram.

    Ele teve uma infecção. No dia 17 de outubro, Patrícia Poeta falou sobre o quadro do filho pela primeira vez no Encontro, mas não deu detalhes sobre o estado de saúde dele. Questionada, sua assessoria respondeu: “Ele está se recuperando de uma infecção, mas já está tudo bem”.

    Felipe continuará o tratamento em casa. “Felipe agora começa uma nova fase da recuperação, em casa – firme e forte. Amor não falta”, escreveu Patrícia.

     
     
     

     
     
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    Patrícia Poeta agradeceu a equipe do hospital. “A toda equipe médica, de enfermagem e a todos os funcionários do hospital: não tenho palavras suficientes para agradecer por todo apoio. Minha eterna gratidão!!! Vocês se tornaram família!”

    Filho de Patrícia Poeta recebe alta após quase dois meses de internação

  • PF sugere que Mauro Cid seja incluído em programa de proteção a testemunhas

    PF sugere que Mauro Cid seja incluído em programa de proteção a testemunhas

    A proteção a Cid e seus familiares era um dos pontos acertados no acordo de colaboração premiada do militar com a Polícia Federal

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A Polícia Federal disse ao STF (Supremo Tribunal Federal) que pode incluir o tenente-coronel Mauro Cid no programa de proteção a testemunhas ameaçadas para garantir a segurança do militar.

    O ministro Alexandre de Moraes enviou a sugestão da PF à PGR (Procuradoria-Geral da República), para manifestação em cinco dias.

    A proteção a Cid e seus familiares era um dos pontos acertados no acordo de colaboração premiada do militar com a Polícia Federal. Em trecho do documento, o tenente-coronel pedia “ação da Polícia Federal visando garantir a segurança do colaborador e seus familiares”.

    A sugestão da Polícia Federal foi citada por Moraes em despacho nesta sexta-feira (14). “A Polícia Federal, a seu turno, informou que, como ação indispensável à preservação da integridade física do réu e de seus familiares, revela-se possível a inclusão destes no Programa Federal de Assistência a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas”, diz.

    Segundo a Polícia Federal, o programa de proteção a testemunhas consiste no “conjunto de medidas adotadas pela União com o objetivo de proporcionar proteção e assistência a pessoas ameaçadas ou coagidas devido à sua colaboração com investigações ou processos criminais”.

    Têm direito ao programa vítimas, testemunhas e réus colaboradores que estejam coagidos os expostos a grave ameaça em razão de colaborarem com investigação ou processo criminal.

    O tenente-coronel Mauro Cid foi condenado a dois anos de reclusão, em regime aberto, por participação no núcleo central da trama golpista. Na última semana, o militar retirou a tornozeleira eletrônica e passou a cumprir a pena.

    Ele precisa cumprir uma série de procedimentos em sua pena em regime aberto. São elas:

    • Proibição de ausentar-se da comarca e recolhimento domiciliar no período noturno (entre 20h e 6h) e integralmente nos finais de semana;
    • Obrigação de comparecer semanalmente perante o Juízo da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, às segundas-feiras, ou dia útil subsequente, em caso de feriado, para informar e justificar suas atividades;
    • Proibição de se ausentar do país, mantido o cancelamento dos passaportes emitidos pela República Federativa do Brasil em nome do investigado, assim como a obrigação de entrega dos passaportes ao Juízo da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal;
    • Suspensão imediata de quaisquer documentos de porte de arma de fogo em nome do investigado, bem como de quaisquer Certificados de Registro para realizar atividades de colecionamento de armas de fogo, tiro desportivo e caça;
    • Proibição de portar armas;
    • Proibição de utilização de redes sociais;
    • Proibição de se comunicar com os réus das Ações Penais 2.668/DF, 2.693/DF, 2.694/DF e 2.696/DF e com os investigados na Pet 12.100/DF, qualquer que seja a fase em que se encontrem, por qualquer meio de comunicação.

    PF sugere que Mauro Cid seja incluído em programa de proteção a testemunhas

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  • Caixa e Banco do Brasil liberam lote extra do PIS/Pasep neste sábado (15)

    Caixa e Banco do Brasil liberam lote extra do PIS/Pasep neste sábado (15)

    Veja como consultar se tem direito ao benefício e como sacar o dinheiro pela Caixa Econômica Federal e acessar o valor pelo Banco do Brasil

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil vão liberar um lote extra do abono salarial do PIS/Pasep para 152.444 trabalhadores que ainda não sacaram os valores, segundo o MTE (Ministério do Trabalho e Emprego). Segundo a pasta, R$ 156,5 milhões seguem disponíveis para saque até 29 de dezembro.

    O montante é referente ao ano-base de 2023 e à revisão dos cinco anos anteriores.

    Ao todo, 26,47 milhões têm direito ao benefício em 2025, e 26,32 milhões já receberam (99,4%). Os pagamentos somam R$ 30,6 bilhões. O ministério continuará liberando valores mensalmente, sempre no dia 15 ou no primeiro dia útil seguinte, para quem pediu revisão administrativa do abono.

    Para consultar se tem direito ao benefício, o trabalhador deve acessar a CTPS Digital (Carteira de Trabalho Digital) ou o portal Gov.br. Também é possível obter informações pelo telefone 158, de segunda a sábado, das 7h às 22h, exceto feriados.

    Se até o fim do prazo o beneficiário não solicitar os valores, eles serão incorporados ao Tesouro Nacional.

    COMO SACAR O DINHEIRO PELA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL?

    O crédito do abono do PIS será realizado em conta-corrente ou poupança na Caixa de forma automática. Caso o beneficiário não possua conta no banco apta ao crédito, a instituição faz a abertura automática da Poupança Social Digital, que é movimentada pelo aplicativo Caixa Tem, na qual é possível pagar contas, efetuar transferências, pagar na maquininha e fazer compras com o cartão de débito virtual.

    Para os clientes que apresentaram algum impedimento para o crédito em conta na data do pagamento, o saque poderá ser realizado com o cartão social e senha em terminais de autoatendimento, unidades lotéricas e correspondentes Caixa Aqui. Também é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência.

    COMO ACESSAR O VALOR PELO BANCO DO BRASIL?

    Quem já tem conta no Banco do Brasil deve receber o crédito do Pasep diretamente em conta corrente ou poupança. Se algum beneficiário não é correntista do BB, mas possui um CPF cadastrado como chave Pix, também receberá os créditos em conta. O pagamento deve ocorrer ao longo do dia 15.

    Servidores que não têm conta no BB nem chave Pix CPF poderão realizar, até o dia 29 de dezembro, o saque via guichê de caixa nas agências do Banco do Brasil, ou enviar TED para conta em outras instituições financeiras acessando o site com login pelo Gov.br.

    Para realizar o saque em agência, os servidores devem apresentar documento de identificação, que pode ser nas versões física ou digital.

    COMO FAZER A CONSULTA AO PIS/PASEP?

    Pela internet

    • Acesse o site e clique em “Entrar com Gov.br”
    • Faça login com seu CPF e senha cadastrados no portal Gov.br. Caso não tenha cadastro, é possível fazê-lo neste site
    • Em seguida, clique em “Abono Salarial”
    • Na próxima tela, aparecerá a informação se o trabalhador receberá ou não o benefício

    Pelo aplicativo

    • No celular ou tablet, baixe o aplicativo Carteira de Trabalho Digital, caso não o tenha
    • Faça login com seu CPF e senha cadastrados no portal Gov.br. Caso não tenha cadastro, é possível fazê-lo neste site
    • Na tela inicial, clique em “Abono Salarial – Consultar”. Caso a opção não apareça, clique no menu da parte de baixo da tela, depois, em “Benefícios e Abono Salarial”
    • Na próxima página, aparecerá a informação sobre os valores a receber

    QUEM TEM DIREITO AO PIS/PASEP?

    Têm direito ao PIS/Pasep em 2025 profissionais da iniciativa privada e servidores públicos que trabalharam formalmente pelo menos 30 dias no ano-base do pagamento, que é 2023, ganhando até dois salários mínimos da época, o que dá R$ 2.640.

    É necessário estar inscrito há pelo menos cinco anos no programa e o empregador precisa ter informado os dados corretos na Rais (Relação de Anual de Informações Sociais).

    QUAL É VALOR DO ABONO SALARIAL DO PIS/PASEP?

    Os trabalhadores com direito ao abono podem receber até um salário mínimo, correspondente ao valor de R$ 1.518 neste ano, desde que cumpram os requisitos para ter o benefício, baseado no período trabalhado em 2023.

    O valor pago é proporcional ao número de meses trabalhados no ano de referência. O pagamento é de 1/12 sobre o mínimo. Quem trabalha formalmente por um mês recebe 1/12. Quem trabalha os 12 meses recebe o valor cheio.

    Por exemplo: o valor para quem trabalhou um mês é de R$ 127. No caso de quem trabalhou 12 meses no ano-base, é pago 100% do salário mínimo.

    Segundo o MTE, em 2025, R$ 30,7 bilhões foram destinados ao pagamento do benefício a cerca de 25,8 milhões de trabalhadores com direito ao abono salarial. O calendário oficial começou a ser pago em fevereiro e terminou em agosto.

    Caixa e Banco do Brasil liberam lote extra do PIS/Pasep neste sábado (15)

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  • Vídeo viral: Trump recebe crianças na Casa Branca e não é reconhecido

    Vídeo viral: Trump recebe crianças na Casa Branca e não é reconhecido

    Quatro crianças visitaram o presidente norte-americano na Sala Oval da Casa Branca, que lhes ofereceu moedas comemorativas e canetas. Um dos meninos chegou a perguntar ao republicano como é que se chamava

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma pausa no seu dia atarefado para receber e cumprimentar algumas crianças que o visitaram na Sala Oval da Casa Branca e até ofereceu presentes.

    O momento foi compartilhado nas redes sociais pela assessora de comunicação de Donald Trump, Margo Martin, e já foi visto por milhares de usuários em poucas horas. 

    No vídeo, quatro crianças aproximam-se de Donald Trump, que entrega a eles lembranças como canetas e moedas comemorativas. Um dos meninos pergunta ao presidente norte-americano: “Como você se chama?”.

    “O meu nome é Donald”, respondeu Trump, o que motivou algumas gargalhadas, não só das crianças como de quem assistia. 

    De acordo com a Fox News Digital, as crianças são netas da jornalista Salena Zito, que também compartilhou o encontro nas suas redes sociais. 

     
     
     

     
     
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    Nos comentários, os internautas elogiaram a simpatia do republicano: “É um avô a fazer coisas de avô” ou “A bondade transcende a política”.

    Esta não é a primeira vez que surgem vídeos de Donald Trump acompanhado de crianças. Por exemplo, na Páscoa deste ano, o presidente norte-americano esteve colorindo ovos com várias crianças. Aliás, recorde-se, Trump tem 11 netos.

    Além disso, no começo deste ano, Trump recebeu o filho de Elon Musk, que na época integrava o governo do republicano, e o pequeno X Æ A-Xii viralizou nas redes sociais ao manda o presidente se calar. “Eu quero que você cale a sua boca”, disse o menino.

    Vídeo viral: Trump recebe crianças na Casa Branca e não é reconhecido

  • Sou a única atriz trans e retinta com visibilidade, diz Aretha Sadick, de 'Reencarne'

    Sou a única atriz trans e retinta com visibilidade, diz Aretha Sadick, de 'Reencarne'

    Aretha Sadick celebra o bom momento na carreira e cobra mais espaço para mulheres trans e travestis pretas e retintas no audiovisual. Em produções como “Reencarne” e “Cidade de Deus: A Luta Não Para”, ela defende personagens complexas e o fim de estereótipos que ainda limitam representações diversas

    (CBS NEWS) – Aretha Sadick passa por uma fase de boa visibilidade no audiovisual e não quer ser a única mulher trans e travestis pretas e retintas a ter destaque. Com uma década de carreira, ela tem feito teatro, cinema e séries de streaming, com aparições recentes em “Reencarne” e “Cidade de Deus: A Luta Não Para”.

    Em “Reencarne”, do Globoplay, Sadick interpreta Camila, uma enfermeira que se torna peça-chave nos experimentos do médico Feliciano (Enrique Diaz), vilão da trama. A personagem enfrenta um dilema moral e ético sobre suas escolhas. Não é a protagonista, mas está longe de ser uma mera figurante com algumas falas. “Ninguém quer ser limitada”, diz. “Quero mostrar até onde posso ir na construção da humanidade do personagem.”

    Em “Cidade de Deus: A Luta Não Para”, na HBO, em que vive Koral, ela também encontrou espaço para esse tipo de construção. Na série, que retoma um marco do cinema brasileiro, ela interpreta uma personagem ligada ao funk e à comunidade.

    “A Lacraia e as travestis de favela como ela, que fizeram história no funk, foram uma referência para mim. Esse papel foi mais uma chance de afirmar que mulheres trans e travestis pretas, retintas, também estão no cinema. O legado que uma deixou a outra pega lá na frente, passa o bastão e segue a corrida.”

    Os créditos recentes consolidam a carreira, mas o centro da conversa com a atriz é a mudança do atual cenário para atrizes negras e trans no audiovisual. 

    “Eu sinto falta do reconhecimento. Muitas pessoas dizem que herói bom é herói morto, mas a gente quer ser reconhecida em vida.” O recado mira roteiristas, direção, crítica e imprensa que ainda reduzem avaliações à identidade, cor e discursos de superação.

    Ao tratar do recorte racial, Sadick aponta como isso aparece no dia a dia: a preferência por corpos e traços próximos da branquitude. “Raça e gênero andam de mãos dadas”, afirma a atriz.

    “A gente construiu um imaginário social de que o que não é branco é menos interessante.” No audiovisual, diz, essa lógica se materializa na seleção de elencos e na visibilidade das campanhas. “Eu posso afirmar, a partir do meu lugar enquanto uma mulher preta retinta, que muita gente ainda tem preferência por atrizes trans e travestis que se aproximem de uma brancura.”

    O diagnóstico fica ainda mais nítido quando ela enumera quem, hoje, alcança projeção com uma aparência parecida a dela. “Atriz, mulher trans, preta retinta, com visibilidade sou apenas eu.” Não por falta de talentos com esse perfil, frisa, mas por escassez de oportunidades e de leitura crítica que as coloque no centro das histórias.

    A resposta que Sadick propõe tem dois movimentos. O primeiro é interno ao processo criativo: intervir na linguagem e nas escolhas dramatúrgicas para fugir do estereótipo e normalizar sua presença como atriz, sem o aposto permanente da identidade.

    “Para que a gente fuja dos estereótipos, a gente deve também mudar as palavras, mudando os imaginários.” Isso vale para set, divulgação e para a conversa pública após as estreias. Ela diz orientar sua assessoria a evitar títulos e descrições do tipo “atriz trans” ou “atriz negra trans”.

    O segundo movimento mira estrutura e prática. Na avaliação da atriz, houve avanços na última década, com “reeducação do olhar” e mais testes que colocam, no mesmo páreo, mulheres cis e trans.

    Ainda assim, ela vê o audiovisual preso à “visualidade”, reproduzindo códigos e hierarquias que o teatro consegue contornar. “No teatro dá para fazer acordos mais criativos com o público, como ser um idoso ou um animal; as possibilidades são maiores.” Em 2025, a atriz também estreou no espetáculo “Avenida Paulista” e começou sua carreira nos palcos.

    Sadick também aponta um vício na cobertura de entretenimento: entrevistas e perfis que recuam para a biografia e para o processo de transição quando poderiam destrinchar decisões de atuação, arcadas de personagem e efeitos no público.

    A crítica, diz, pode -e deve- cumprir pautas de esclarecimento, mas com proporcionalidade. Na prática, reconhecer a complexidade de personagens trans e negras significa garantir que tenham trabalho, relações, conflitos e desejo.

    Sou a única atriz trans e retinta com visibilidade, diz Aretha Sadick, de 'Reencarne'

  • Rússia faz mega-ataque contra Kiev, e Ucrânia atinge porto russo

    Rússia faz mega-ataque contra Kiev, e Ucrânia atinge porto russo

    Kiev viveu uma madrugada de terror com o maior bombardeio russo do ano: 430 drones e 19 mísseis foram lançados, deixando ao menos quatro mortos. O ataque, que Moscou diz ser retaliação, eleva a tensão enquanto a guerra se intensifica em solo e no ar

    (CBS NEWS) – A guerra aérea entre Rússia e Ucrânia voltou a ter uma noite bastante violenta nesta sexta-feira (14), enquanto as forças de Vladimir Putin seguem avançando sobre as defesas de Volodimir Zelenski no país invadido por Moscou em 2022.

    Ao menos quatro pessoas morreram na capital ucraniana, Kiev, durante um mega-ataque que durou quase três horas durante a madrugada. Segundo Zelenski, foram lançados 430 drones e 19 mísseis, a maior parte contra a cidade.

    Todos os distritos de Kiev foram atingidos, e incêndios eram combatidos já com o sol a pino. A Força Aérea local disse ter abatido 405 drones e 14 mísseis, incluindo 2 hipersônicos Kinjal. A Rússia empregou também um modelo hipersônico Tsirkon, raramente usado, que não foi interceptado segundo os ucranianos.

    Outras áreas do país também foram atingidas, mas o foco foi Kiev. Segundo o Ministério da Defesa russo, o ataque foi uma retaliação por ações contra refinarias e infraestrutura energética executadas pela Ucrânia nos últimos dias.

    O foco do conflito vinha sendo mais em solo, com o avanço russo sobre áreas no leste e no sul do vizinho. A pressão sobre o centro logístico de Pokrovsk continua, com tropas de Putin em boa parte da cidade -cuja eventual queda pode dificultar a defesa dos 20% remanescentes da província de Donetsk em mãos de Zelenski.

    Nesta sexta, o ministério anunciou a tomada de mais dois vilarejos na região. A pressão também continua em Zaporíjia, ao sul, onde a resistência ucraniana tem sido vencida pela pressão russa e pela transferência de reforços de lá para Pokrovsk.

    O governo de Kiev, por sua vez, acentuou o combate assimétrico, lançando segundo Zelenski novos mísseis de cruzeiro de fabricação local, o Netuno Longo, contra alvos na Rússia.

    Mas foi um ataque atribuído a drones que causou o maior estrago da noite na terra de Putin, com múltiplas explosões no porto de Novorossisk, no sul russo. O terminal já sofre com a queda no volume embarcado de petróleo e grãos, e segundo a mídia local todo o trabalho foi paralisado para reparos nesta sexta.

    A escalada sem freios no conflito ocorre no momento em que o governo de Donald Trump deixou de insistir na negociação direta com Putin e passou a esperar os efeitos de novas sanções aplicadas às duas maiores petroleiras russas, a Rosneft e a Lukoil.

    A última vive uma situação complexa, pois tem US$ 22 bilhões de ativos no exterior, de postos de gasolina na Finlândia e refinaria na Bulgária a campos de petróleo e gás em diversos países. Compradores correm para fazer ofertas, mas o eventual ganho da Lukoil pode ser congelado pelas sanções.

    No Egito, Cazaquistão e Moldova, os governos locais ensaiam a nacionalização dos ativos russos. Apesar disso, nada sugere ainda que Putin irá reduzir a intensidade de sua campanha contra a Ucrânia.

    Zelenski também vive um momento político complexo, tentando abafar o escândalo de desvio do equivalente a R$ 527 milhões do setor de energia do país, justamente um dos mais afetados pelos ataques russos.

    O presidente afastou o atual ministro da Justiça, German Galuschenko, que era o titular da pasta da Energia. A crise gerou admoestação de apoiadores europeus de Kiev, como a Alemanha, cujo premiê Friedrich Merz ligou para Zelenski pedindo rigor nas apurações.

    A Comissão Europeia chamou o episódio de lamentável, e a França anunciou uma visita de Zelenski a Paris na segunda (17) para tentar sinalizar apoio continuado aos ucranianos.

    Rússia faz mega-ataque contra Kiev, e Ucrânia atinge porto russo

  • David Coverdale, vocalista da banda de rock Whitesnake, anuncia sua aposentadoria

    David Coverdale, vocalista da banda de rock Whitesnake, anuncia sua aposentadoria

    Após cinco décadas de carreira, David Coverdale anunciou sua aposentadoria definitiva dos palcos. O vocalista do Whitesnake e ex-integrante do Deep Purple emocionou fãs ao agradecer pelo apoio e afirmar que chegou a hora de “pendurar os sapatos de rock’n’roll” e aproveitar a vida fora dos holofotes.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – David Coverdale, 74, vocalista da banda de rock Whitesnake e ex-vocalista do grupo Deep Purple, anunciou nesta quinta (13) que irá se aposentar da música. Ele ganhou destaque internacional ao substituir o cantor Ian Gillan no Deep Purple em 1973. Gillian retornaria ao grupo 11 anos mais tarde. Coverdale agradeceu aos fãs e brincou com a decisão num vídeo divulgado no YouTube de sua banda.

    “Após mais de 50 anos de uma jornada incrível, está claro para mim que chegou o momento de pendurar meus sapatos de rock ‘n’ roll e minhas calças apertadas. Amo vocês profundamente. Agradeço a todos que me ajudaram e me apoiaram nessa jornada. É hora de aproveitar a aposentadoria. Adeus”, afirmou o artista na publicação, que se encerra ao som de “Fare Thee Well”, da Whitesnake.

    Sob o título “Whitesnake – Fare Thee Well”, o vídeo tem gerado especulações de que esse possa ser o fim definitivo da banda como um todo.

    Coverdale fundou a Whitesnake, um dos grandes nomes da cena musical dos anos 1980, em 1978. Na década de 1990, Coverdale deixou a banda que criou para se juntar ao músico Jimmy Page, guitarrista do Led Zeppelin, noutro projeto, mas retornou à Whitesnake em 2003.

    O grupo musical lançou o seu álbum mais recente, “Flesh and Blood’, em 2019, e não se apresenta desde 2022. Naquele ano, uma turnê de despedida da banda estava em andamento, mas diversos shows foram cancelados e ela acabou não sendo concluída. À época, Coverdale foi vítima de uma infecção respiratória.

    David Coverdale, vocalista da banda de rock Whitesnake, anuncia sua aposentadoria