Autor: REDAÇÃO

  • Agente do Serviço Secreto dos EUA atira acidentalmente na própria perna

    Agente do Serviço Secreto dos EUA atira acidentalmente na própria perna

    Segurança da ex-primeira-dama Jill Biden atirou acidentalmente na própria perna durante o serviço; disparo ocorreu enquanto o agente manuseava sua arma profissional “durante uma missão de proteção”

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Um agente especial do Serviço Secreto dos Estados Unidos que integra a equipe de segurança da ex-primeira-dama Jill Biden atirou acidentalmente na própria perna durante o serviço, na manhã de hoje, informou um funcionário da agência federal em comunicado à imprensa internacional.

    Disparo acidental ocorreu enquanto o agente manuseava sua arma profissional “durante uma missão de proteção”, no Aeroporto Internacional da Filadélfia, segundo o porta-voz do Serviço Secreto dos EUA. Conforme divulgado em comunicado por Anthony Guglielmi, o incidente ocorreu hoje por volta das 8h30 locais (7h30, no horário de Brasília).

    O agente, que não teve a identidade divulgada, ficou ferido, mas não corre risco de morrer, conforme Guglielmi. Segundo apurado pela CNN internacional, espera-se que o incidente seja investigado pelo Gabinete de Responsabilidade Profissional do Serviço Secreto dos EUA, enquanto o caso levanta novos indícios de que os agentes da agência federal norte-americana atuam em missões sob forte pressão.

    A ex-primeira-dama estava no aeroporto na manhã de hoje, mas não presenciou o incidente. Nenhuma outra pessoa, além do agente, foi ferida pelo disparo acidental, acrescentou Guglielmi.

    O agente ferido recebeu assistência médica ainda no aeroporto e foi encaminhado a um hospital da região, em condição estável, ainda segundo o porta-voz do Serviço Secreto. Procurado pela CNN, o gabinete da primeira-dama se recusou a comentar o caso.

    Agente do Serviço Secreto dos EUA atira acidentalmente na própria perna

  • Morre Lee Sang-bo, ator sul-coreano que fez o k-drama 'Miss Monte-Cristo', aos 44

    Morre Lee Sang-bo, ator sul-coreano que fez o k-drama 'Miss Monte-Cristo', aos 44

    Corpo do ator Lee Sang-bo foi encontrado pela polícia após denúncia; causa da morte do artista ainda está sendo investigada

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Morreu o ator sul-coreano Lee Sang-bo, conhecidos por atuar nos k-dramas “Miss Monte-Cristo” e “Amor Cruel”. Ele tinha 44 anos.

    O corpo do artista foi encontrado pela polícia após uma denúncia feita por familiares. A causa da morte ainda está sendo investigada. O velório aconteceu nesta sexta-feira, dia 27.

    Lee Sang-bo fez, em sua maioria, papéis secundários no cinema e na TV. O ator se medicava por causa de problemas de saúde mental, segundo a imprensa local.

    Há quatro anos, Sang-bo foi detido pela polícia sob a suspeita de uso de drogas. Ele foi liberado depois.

    Morre Lee Sang-bo, ator sul-coreano que fez o k-drama 'Miss Monte-Cristo', aos 44

  • Dólar e Bolsa fecham em queda com guerra no Oriente Médio em foco

    Dólar e Bolsa fecham em queda com guerra no Oriente Médio em foco

    Dólar cai a R$ 5,23 com mercado ainda guiado pela guerra no Oriente Médio e e incerteza global pressionam bolsas. No Brasil, o Ibovespa caiu 0,64%, a 181.556 pontos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar caiu 0,33% nesta sexta-feira (27) e encerrou a semana cotado a R$ 5,238, com operadores ainda mantendo a guerra no Oriente Médio como principal norteador das decisões de investimentos.

    Em mais um capítulo da nebulosa negociação entre Estados Unidos e Irã, o presidente Donald Trump adiou em 10 dias os ataques contra o sistema energético da teocracia. A expectativa segue sendo por um acordo que encerre o conflito, mas a falta de notícias concretas sobre um cessar-fogo motiva buscas por segurança entre os mercados.

    Nas praças acionárias, o dia foi de perdas. Os três principais índices de Wall Street -S&P500, Nasdaq e Dow Jones- encerraram com perdas entre 1,6% e 2,15%, e as Bolsas de Valores europeias também registraram queda. No Brasil, o Ibovespa caiu 0,64%, a 181.556 pontos.

    “A combinação de petróleo elevado, juros globais em alta e incerteza em torno do conflito no Oriente Médio sustentou a demanda por proteção”, diz Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad.

    “Ao longo do dia, o fluxo foi ficando mais equilibrado, com menor convicção direcional, especialmente diante da proximidade do fim de semana.”

    A pausa dos ataques dos Estados Unidos às bases energéticas iranianas vai se estender até a segunda-feira após a Páscoa, 6 de abril. A medida foi anunciada pelo presidente na plataforma Truth Social e, segundo ele, as conversas com o Irã “vão muito bem, ao contrário do que diz a mídia das fake news”.

    Trump havia ameaçado atacar o sistema de energia do país persa, uma promessa para o caso de o Irã não reabrir o estreito de Hormuz. O ultimato foi feito no sábado (21) e suspenso na segunda (23), com pausa até então prevista para este sábado (28).

    Trump havia apresentado, por meio do Paquistão, um plano de 15 pontos que incluía itens já acomodados pelo Irã em negociações anteriores, como a renúncia à bomba atômica, mas também diversos temas inaceitáveis para o regime, como o total desmantelamento de suas capacidades nucleares e de seu programa de mísseis ofensivos. Na quinta, o Irã deixou claro que rejeita a proposta.

    Segundo a agência de notícias Reuters, Teerã considerou a proposta “unilateral e injusta”, mas deixou a porta aberta para negociações. Por sua vez, a iraniana Tasnim informou que a teocracia já enviou, por meio de turcos e paquistaneses, sua visão maximalista para o fim do conflito.

    “O mercado acompanha o desencontro de notícias: ora o cessar-fogo está avançando, ora não está. Isso traz muita incerteza e volatilidade”, diz Rodrigo Moliterno, chefe de renda variável da Veedha Investimentos.

    Com mais de 90% do tráfego no estreito de Hormuz interrompido, os preços do petróleo dispararam e voltaram a superar US$ 100 o barril na quinta. Nesta sessão, chegaram a ultrapassar o patamar de US$ 110.

    O repasse para combustíveis -e o possível repique inflacionário em decorrência disso- tem elevado a pressão econômica sobre Trump a poucos meses da eleição de meio de mandato. Ele tem feito repetitidas tentativas de acalmar o mercado com anúncios de negociações, mas as negativas do governo iraniano aumentam as incertezas entre os operadores.

    Em pronunciamento na televisão estatal, o porta-voz militar iraniano Ebrahim Zolfaqari disse, na quarta, que uma trégua não está no horizonte.

    Outro fator de incerteza despontou nesta sexta. Uma reportagem do Wall Street Journal apontou que o Pentágono avalia o envio de até 10 mil soldados adicionais ao Oriente Médio, para oferecer a Trump mais opções militares.

    Se confirmada a medida, o contingente mais que dobraria as 7.000 tropas anunciadas ou ainda examinadas pelo governo Trump para o deslocamento.

    Como de costume com o governo Trump, há muita nebulosidade a respeito das reais intenções de Washington, mas o contingente, somado ao que já está nas bases regionais e navios deslocados para a região, sugere que a pressão pode se transformar de fato em ação.

    Diante disso, “o sentimento predominante nos mercados é de cautela”, diz Elson Gusmão, diretor de câmbio da Ourominas, “com fluxos mais defensivos direcionados para ativos considerados seguros”.

    “A valorização do petróleo e as tensões no Oriente Médio seguem pressionando moedas emergentes, ao elevar preocupações com inflação global e política monetária.”

    Na visão do J.P. Morgan, o cenário do Brasil permanece positivo, se beneficiando mesmo com a instabilidade global. Dentro dos emergentes, a América Latina funciona como um ‘porto seguro’ e, dentro da região, o Brasil está melhor posicionado. Esses fluxos têm contribuído para que o país esteja entre os mercados com melhor desempenho tanto no acumulado do ano quanto no mês.

    Em relatório a clientes nesta manhã, o diretor da consultoria Wagner Investimentos, José Faria Júnior, citou o dólar em torno de R$5,20 ou menos como ponto de compra de moeda por importadores. No caso dos exportadores, o ponto de venda de dólares estaria em torno de R$5,28 ou um pouco mais.

    Dólar e Bolsa fecham em queda com guerra no Oriente Médio em foco

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • PF prende pela segunda vez Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Alerj

    PF prende pela segunda vez Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Alerj

    Ordem foi expedida pelo ministro Alexandre de Moraes, no âmbito do inquérito sobre grupos criminosos. OUTRO LADO: Defesa de Rodrigo Bacellar não se manifestou sobre a prisão

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – O ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar (União) foi preso pela Polícia Federal nesta sexta-feira (27) pela segunda vez, por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

    Além da prisão, a PF cumpriu um mandado de busca e apreensão. Os motivos da medida cautelar não foram divulgados.

    Bacellar havia sido preso em dezembro, sob suspeita de vazamento de informações sobre a operação que tinha como alvo o ex-deputado TH Joias, ligado ao Comando Vermelho. Os dois foram denunciados pela PGR (Procuradoria-Geral da República).

    PF prende pela segunda vez Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Alerj

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • 'Uma aliada dessas eu não posso perder', diz Jonathan Azevedo sobre Ana Paula Renault

    'Uma aliada dessas eu não posso perder', diz Jonathan Azevedo sobre Ana Paula Renault

    Ator Jonathan Azevedo relembra apoio de Ana Paula Renault após favela ser destruída pela chuva em 2019; artista esteve no Mesacast BBB e contou que torce pela veterana no reality

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – op ator Jonathan Azevedo foi ao Mesacast BBB, podcast que comenta os acontecimentos do BBB 26 (Globo), nesta quinta-feira (26) e revelou o motivo de estar torcendo para Ana Paula Renault.

    Segundo ele, a mineira foi uma das primeiras pessoas a ajudar a comunidade do Vidigal após o local ser atingido por um temporal em fevereiro de 2019.

    “Na chuva de 2019 no Vidigal, muita gente ajudou para caramba. […] Ana Paula foi a primeira a chegar lá na parada, foi a primeira a dar apoio para a gente nas redes e foi uma das primeiras a doar. […] Uma aliada dessas eu não posso perder, ainda mais num Brasil desses”, contou.

    A jornalista ficou conhecida após sua primeira participação no BBB, em 2016. Convidada a voltar como veterana no BBB 26, Ana Paula conquistou a sua primeira liderança no programa e é a participante com mais engajamento nas redes.

    'Uma aliada dessas eu não posso perder', diz Jonathan Azevedo sobre Ana Paula Renault

  • Proibição a atletas trans tem base científica limitada, diz pesquisador da USP

    Proibição a atletas trans tem base científica limitada, diz pesquisador da USP

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A decisão do COI (Comitê Olímpico Internacional) de adotar testes genéticos para determinar a participação de atletas em categorias femininas nos Jogos Olímpicos é política e não se sustenta em evidências científicas sólidas.

    Essa é a avaliação de Bruno Gualano, professor da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo) e colunista da Folha de S.paulo.

    Tendo liderado no ano passado uma metanálise que compilou 51 estudos já publicados sobre o tema, englobando 6.400 participantes, Gualano afirmou que a medida, que visa restringir a categoria feminina às atletas biologicamente do sexo feminino, vetando a inclusão de atletas trans, deve ser interpretada dentro do contexto atual do esporte e da geopolítica internacional, que envolve disputas mais amplas sobre gênero.

    “A decisão do COI sofre influência do cenário político e social, o qual é desfavorável aos direitos das pessoas trans”, afirmou Gualano.

    Sob críticas de grupos LGBTQIA+ e de direitos humanos, entidades esportivas, federações internacionais e governos vêm promovendo um endurecimento das regras sobre a participação de mulheres transgênero em competições e eventos esportivos ao longo dos últimos meses.

    A alegação é a de que as ações visam preservar a justiça na categoria feminina e estariam embasadas em supostas vantagens competitivas em relação às atletas cis, devido a exposição à testosterona quando ainda se identificavam com o gênero masculino.

    Para o pesquisador da USP, a literatura científica que sustenta esse tipo de política ainda é limitada e não comprova uma suposta vantagem física às atletas trans em comparação às competidoras cis na categoria feminina.

    “Os estudos que se tem sobre isso são escassos e, em grande parte, desatualizados”, afirmou. Ele também destaca a falta de dados empíricos consistentes, o que dificultaria análises mais robustas. Segundo o COI, atletas trans representam menos de 0,001% dos esportistas de alto rendimento.

    O modelo de teste anunciado nesta quinta-feira pelo Comitê Olímpico se apoia na detecção do gene SRY, associado ao cromossomo Y, por meio de análise genética, geralmente a partir de amostras de saliva.

    O problema do método, segundo o pesquisador da USP, é que, embora a detecção do SRY seja tecnicamente precisa, há limitações em sua interpretação. Isso porque a presença do gene não garante necessariamente que ele tenha expressão funcional significativa no organismo.

    Esse fator não permite conclusões sobre eventual vantagem competitiva de mulheres trans sobre mulheres cisgênero, segundo Gualano. Ele explicou que existem condições biológicas raras em que o cromossomo Y pode estar presente em indivíduos com fenótipo feminino. “Isso evidencia que o teste, sozinho, é insuficiente para classificar atletas ou estimar vantagem competitiva”, argumentou.

    O COI indicou com a decisão que mulheres trans terão de competir na categoria masculina nas próximas Olimpíadas. “Atletas com resultado positivo no teste SRY, incluindo atletas transgênero XY e atletas XY-DSD com sensibilidade a andrógenos, continuam sendo incluídos em todas as outras classificações para as quais se qualificam. Por exemplo, são elegíveis para qualquer categoria masculina, incluindo uma vaga masculina designada em qualquer categoria mista, e qualquer categoria aberta, ou em esportes e eventos que não classificam atletas por sexo”, diz nota oficial do Comitê.

    A presidente do COI, Kirsty Coventry, defendeu a decisão. “Como ex-atleta, acredito veementemente no direito de todos os atletas olímpicos de participar de competições justas. A política que anunciamos é baseada em ciência e foi liderada por especialistas médicos. Nos Jogos Olímpicos, até as menores margens podem ser a diferença entre vitória e derrota. Portanto, é absolutamente claro que não seria justo que homens biológicos competissem na categoria feminina. Além disso, em alguns esportes, simplesmente não seria seguro.”

    Historicamente, o COI abandonou testes universais de sexo após os Jogos de Atlanta-1996 e, desde 2021, vinha adotando diretrizes mais flexíveis, delegando às federações a definição de regras. Para Gualano, a retomada de um critério genético único representa um retrocesso metodológico.

    Proibição a atletas trans tem base científica limitada, diz pesquisador da USP

  • EUA afirmam ter retirado US$ 100 milhões em ouro da Venezuela

    EUA afirmam ter retirado US$ 100 milhões em ouro da Venezuela

    O ouro, segundo o secretário do Interior dos EUA Doug Burgum, será usado em refinarias e em investimentos industriais nos Estados Unidos; norte-americano disse ter passado mais de dez horas reunido com Delcy Rodríguez em Caracas

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O secretário do Interior dos Estados Unidos, Doug Burgum, afirmou na quarta-feira (25), em Houston, que o governo norte-americano trouxe da Venezuela US$ 100 milhões (R$ 525 milhões) em ouro após viagem ao país, em meio à aproximação de Washington com a presidente interina do país, Delcy Rodríguez.

    Burgum disse que os Estados Unidos retiraram ouro venezuelano após uma viagem oficial ao país. Segundo o secretário, o carregamento foi levado fisicamente para território norte-americano. Ele afirmou ainda, durante a conferência CERAWeek, no Texas, que esse tipo de remessa de metais preciosos entre Venezuela e EUA não ocorria havia mais de 20 anos, de acordo com relato publicado pela CNBC.

    O ouro, segundo Burgum, será usado em refinarias e em investimentos industriais nos Estados Unidos. O secretário disse que o material será destinado a fins comerciais e de consumo, enquanto Washington tenta ampliar sua presença econômica no país sul-americano.

    A viagem ocorreu no início de março e incluiu encontros com representantes dos setores de petróleo e mineração. Burgum disse ter passado mais de dez horas reunido com Delcy Rodríguez em Caracas, atuando como intermediário de empresários interessados em iniciar operações na Venezuela. O Jornal de Negócios, em texto distribuído pela Lusa, destaca que ele apresentou a viagem como parte de uma tentativa de abrir negócios bilaterais nas áreas de energia e mineração.

    A fala de Burgum ocorre em meio a uma aproximação entre Washington e Caracas. Em 4 de março, Delcy recebeu o secretário do Interior dos EUA para uma reunião focada em energia e mineração, descrita pelo governo venezuelano como uma cooperação “sem limites”. A visita de dois dias a Caracas foi apresentada pela AFP como a segunda de um integrante do gabinete de Donald Trump desde a derrubada de Nicolás Maduro.

    A agenda também inclui novos movimentos de abertura econômica no país. Segundo a AFP, Burgum chegou acompanhado de representantes de mineradoras americanas, enquanto a estatal Petróleos de Venezuela anunciou novos contratos de fornecimento ao mercado norte-americano. A reportagem também cita que os EUA autorizaram a retomada de voos diretos para a Venezuela pela primeira vez desde 2019.

    Burgum também tratou a mineração venezuelana como uma frente estratégica para os EUA. Segundo ele, a atividade no país estaria “em colapso”, limitada a garimpos artesanais controlados por gangues, e haveria interesse dos EUA em explorar não só metais preciosos, mas também outros recursos minerais. No mesmo contexto, a EFE relata que o secretário afirmou ter encontrado disposição do governo de Rodríguez para modernizar o setor e criar condições para novos investimentos.

    EUA afirmam ter retirado US$ 100 milhões em ouro da Venezuela

  • Receita recebe 4,4 milhões de declarações do IR na primeira semana

    Receita recebe 4,4 milhões de declarações do IR na primeira semana

    Número equivale a 10,1% do total de documentos esperados para este ano. Segundo a Receita Federal, 80% das declarações entregues até agora terão direito a receber restituição

    Cerca de 4,4 milhões de contribuintes acertaram as contas com o Leão na primeira semana de entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2026 (ano-base 2025). Até às 18h03 desta sexta-feira (27), 4.444.798 documentos foram enviados.

    O número equivale a 10,1% do total de declarações previstas para este ano. Em 2026, o Fisco espera receber 44 milhões de declarações. Tradicionalmente, o ritmo de entrega é maior na primeira semana por causa dos contribuintes que preencheram o documento com antecedência.

    Segundo a Receita Federal, 80% das declarações entregues até agora terão direito a receber restituição, enquanto 11,1% terão que pagar Imposto de Renda e 8,9% não têm imposto a pagar nem a receber.

    A maioria dos documentos foi preenchida a partir do programa de computador (69%), mas 19,2% dos contribuintes recorrem ao preenchimento on-line, que deixa o rascunho da declaração salvo nos computadores do Fisco (nuvem da Receita), e 11,8% declaram pelo aplicativo Meu Imposto de Renda para smartphones e tablets.

    Um total de 59,9% dos contribuintes que entregaram o documento à Receita Federal usaram a declaração pré-preenchida, por meio da qual o declarante baixa uma versão preliminar do documento, bastando confirmar as informações ou retificar os dados. A opção de desconto simplificado representa 57% dos envios.

    O prazo para entregar a declaração e termina às 23h59min59s de 29 do dia maio. O programa gerador da declaração está disponível desde 19 de março.

    Quem não enviar a declaração no prazo pagará multa de R$ 165,74 ou 1% do imposto devido, prevalecendo o maior valor.

    As pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584, assim como aquelas que obtiveram receita bruta da atividade rural acima de R$ 177.920, são obrigadas a declarar. As pessoas que receberam até dois salários mínimos mensais em 2025 estão dispensadas de fazer a declaração, salvo se se enquadrarem em outro critério de obrigatoriedade.

    Receita recebe 4,4 milhões de declarações do IR na primeira semana

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Vamos ter maioria no Senado e 'impichar' Alexandre de Moraes, diz Eduardo Bolsonaro nos EUA

    Vamos ter maioria no Senado e 'impichar' Alexandre de Moraes, diz Eduardo Bolsonaro nos EUA

    Durante discurso em conferência nos EUA, ex-deputado diz que aliados vão tentar impeachment de Moraes se vencerem o Senado. “Existe um prognóstico que vamos ter a maioria no Senado”, disse

    DALLAS, EUA (CBS NEWS) – O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro afirmou que, se o senador Flávio Bolsonaro (PL) for eleito, o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), vai sofrer um processo de impeachment. A fala ocorreu nesta sexta-feira (27) durante o discurso na Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC), nos EUA.

    “Existe um prognóstico que vamos ter a maioria no Senado”, disse ele em referência a base aliada da direita. “Os futuros senadores vao ‘impichar’ o Alexandre de Moraes. Vamos chutar para fora esses juízes corruptos. No dia seguinte, eu vou processar ele pela prisão, pelos crimes que ele cometeu e por quando ele me processou por crimes que eu não cometi.”

    O ex-parlamentar, que vive nos Estados Unidos desde fevereiro no ano passado, foi um dos principais defensores das taxações contra com o Brasil e de punições contra Moraes, que caíram no fim do ano passado.

    O ex-deputado se mudou para os Estados Unidos há um ano alegando sofrer perseguição no Brasil e perdeu seu mandato parlamentar por faltas.

    No CPAC, afirmou que ele e sua esposa têm contas bancárias congeladas. “Eles tiraram o meu passaporte, meu mandato. Agora, eu sou um ex-deputado. Não me deixam nem ser um policial federal no Brasil”, disse ele, que ironizou que vive nesta situação porque é “uma ameaça ao Brasil” e que é “um cara muito perigoso”.

    “Não temos medo de você, Alexandre de Moraes. Vamos vencer essas eleições, vamos perdoar Jair Bolsonaro, e os EUA vão ter o maior aliado no Brasil no ano que vem”, diz.

    Como mostrou a Folha de S. Paulo, Eduardo tem guiado Flávio em viagens internacionais para construir uma articulação estrangeira de extrema direita. O senador é pré-candidato pelo PL à Presidência da República e também vai se apresentar no evento neste sábado (28).

    Diferente do ano passado, quando discursou sozinho no palco da conferência, Eduardo dividiu o horário com outros convidados de diferentes países, como Austrália, Húngria, Japão e ex-primeira-ministra do Reino Unidos de Liz Truss.

    O presidente do CPAC, Matt Schlapp, afirmou que ama Eduardo, Flávio e Jair Bolsonaro. Também alegou que esteve no Brasil e viu que nos livros didáticos “crianças com 9 anos aprendem que podem ser ativos sexualmente e trocar seu gênero”, sem explicar a que obra se referia.

    Aliados do bolsonarista, o ex-parlamentar e o ex-comentarista da Jovem Pan, Paulo Figueiredo, têm intensificado pedidos para que a comunidade internacional acompanhe o processo eleitoral brasileiro. Na última semana, estava planejada a viagem de Darren Beattie, conselheiro para relações com o Brasil nos Estados Unidos, para o Brasil.

    Beattie tentou uma visita a Jair Bolsonaro, que, em um primeiro momento, foi autorizada pelo ministro do ST Alexandre de Moraes. Porém, depois de manifestação do ministro Mauro Vieira, das Relações Exteriores, o magistrado retrocedeu.

    O juiz afirmou que a visita poderia configurar “indevida ingerência nos assuntos internos do Estado brasileiro”. Ele também disse que o pedido não se enquadra nos objetivos oficialmente comunicados pelo Departamento de Estado, relacionados a entender o funcionamento do sistema eleitoral brasileiro.

    Darren Beattie é crítico de Moraes e do governo federal, e sua visita se daria em contexto no qual o Brasil avalia que Trump pode tentar interferir nas eleições. No Brasil, ele também planejava tratar de decisões judiciais que determinaram o bloqueio de perfis em redes sociais no âmbito dos inquéritos sobre “fake news” e milícias digitais conduzidos pelo STF.

    O conselheiro ainda procurava uma ampla agenda com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que a partir de junho será comandado por indicados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), com o ministro Kássio Nunes Marques na presidência e André Mendonça como vice.

    Vamos ter maioria no Senado e 'impichar' Alexandre de Moraes, diz Eduardo Bolsonaro nos EUA

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Solange Couto vence a 11ª Prova do Anjo do BBB 26, está imune e no Top 10

    Solange Couto vence a 11ª Prova do Anjo do BBB 26, está imune e no Top 10

    Vencendo a 11ª Prova do Anjo do BBB 26, Solange Couto confirmou presença no Top 10 do reality show; Ana Paula, que é a líder da semana, também já está confirmada entre entre os finalistas do programa

    SÃO PAULO (UOL/CBS NEWS) – Solange Couto venceu a 11ª Prova do Anjo do BBB 26 (Globo) e está imune no próximo Paredão, que será formado hoje.

    COMO FOI A PROVA

    A prova simulava um boliche. Cada participante entrava em um carrinho e deslizava na rampa, derrubando os pinos no fim da pista.

    Vencia quem somasse mais pontos. Cada pino tinha um ponto diferente.

    Solange derrubou 8 pinos e venceu a prova, com 112 pontos. Ela desbancou Marciele com 7 pinos e 101 pontos e Milena com 7 pinos e 98 pontos.

    O Anjo é autoimune. O vencedor não vai ao Paredão e ainda indica duas pessoas para o Castigo do Monstro.

    Solange Couto vence a 11ª Prova do Anjo do BBB 26, está imune e no Top 10