Autor: REDAÇÃO

  • Espanhola de 25 anos consegue autorização para eutanásia após disputa judicial com o pai

    Espanhola de 25 anos consegue autorização para eutanásia após disputa judicial com o pai

    Depois de uma batalha judicial de dois anos, a jovem espanhola de 25 anos conseguiu que lhe fosse dado consentimento para morrer. Assim serão os últimos momentos de Noelia Castillo, que é hoje eutanasiada

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A jovem Noelia Castillo Ramos, 25, conseguiu autorização para se submeter a uma eutanásia nesta quinta-feira (26) na Espanha, após um processo judicial de quase dois anos, de acordo com informações da imprensa local.

    Em outubro de 2022, após ser vítima de uma agressão sexual coletiva, Noelia se jogou do quinto andar de um edifício. A queda causou uma lesão medular irreversível, com paraplegia da cintura para baixo, dores neuropáticas crônicas e incontinência. Em 2024, alegando depressão e sofrimento físico contínuo, solicitou a eutanásia.

    O pedido foi aprovado pela Comissão de Garantia e Avaliação da Catalunha, mas o pai da jovem apresentou sucessivos recursos judiciais para impedir o procedimento, sob o argumento de que ela não teria condições psicológicas de decidir sobre a própria morte.

    Todas as instâncias da Justiça espanhola rejeitaram os recursos. O Tribunal Constitucional, instância máxima do Judiciário, não identificou violação de direitos fundamentais. Na sequência, o Tribunal Europeu de Direitos Humanos, em Estrasburgo, também negou pedido para suspender o procedimento, em decisão de março de 2026.

    Em entrevista a um programa do canal Antena 3, Noelia disse que nunca duvidou da decisão. “A felicidade de um pai não tem que estar acima da felicidade de uma filha”, afirmou. “Quero ir em paz e parar de sofrer.”

    A eutanásia é legal na Espanha desde 2021. Para ter acesso ao procedimento, é necessário ter diagnóstico de doença grave e incurável ou condição crônica incapacitante, sofrimento considerado intolerável e pedido voluntário reiterado, além de avaliação por mais de um profissional de saúde e validação por comissão independente.

    No Brasil, a eutanásia é proibida e pode ser enquadrada como crime. O CFM (Conselho Federal de Medicina) reconhece como conduta ética a ortotanásia –suspensão de tratamentos que apenas prolongam a vida–, geralmente associada a cuidados paliativos.

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  • Agro brasileiro exportará via Turquia para contornar Estreito de Ormuz

    Agro brasileiro exportará via Turquia para contornar Estreito de Ormuz

    Ministério da Agricultura anunciou acordo para transportar mercadorias; medida tem como objetivo evitar prejuízos ao fluxo de exportações para mercados como do Oriente Médio e da Ásia Central

    O setor agropecuário brasileiro poderá manter as exportações ao Oriente Médio e Ásia Central via Turquia. O Ministério da Agricultura e Pecuária anunciou nesta quinta-feira (26) o fechamento de um acordo para tornar viável uma rota alternativa de transporte de produtos do agronegócio após o fechamento do Estreito de Ormuz, afetado pela guerra no Oriente Médio.

    A medida tem como objetivo evitar prejuízos ao fluxo de exportações, especialmente para mercados do Oriente Médio e da Ásia Central.

    Com o acordo, a estrutura portuária turca passa a funcionar como ponto estratégico para o escoamento da produção brasileira. As cargas podem seguir viagem sem a necessidade de atravessar o Golfo Pérsico, uma das regiões mais afetadas pelo conflito.

    A rota já era utilizada por exportadores, mas ganhou relevância com o agravamento da crise e o bloqueio de uma das principais vias marítimas do mundo.

    Fluxo garantido

    Na prática, o novo arranjo logístico permite maior flexibilidade aos exportadores brasileiros. As cargas podem atravessar o território turco ou permanecer armazenadas por um período limitado até o embarque final.

    Em nota, a pasta afirmou que a iniciativa traz mais previsibilidade ao setor em um momento de instabilidade nas rotas internacionais e reforça a atuação do governo para manter o comércio agropecuário em funcionamento.

    Exigências sanitárias

    A ampliação do uso da rota alternativa exigiu adaptações. A Turquia passou a impor regras sanitárias mais rígidas para produtos sujeitos a controle veterinário, especialmente os de origem animal.

    Para contornar o problema, o governo brasileiro negociou a adoção de um Certificado Veterinário Sanitário específico, que permite o trânsito ou o armazenamento temporário das mercadorias em território turco antes do envio ao destino final.

    Segundo o ministério, a medida garante que os produtos atendam às exigências locais e evita interrupções no comércio.

    Impacto global

    O Estreito de Ormuz é uma das principais rotas marítimas do planeta, responsável por conectar o Golfo Pérsico ao Oceano Índico. A via é estratégica para o transporte de petróleo e produtos agropecuários.

    O fechamento da passagem tem impacto direto no comércio global e preocupa o agronegócio brasileiro não apenas pelas exportações, mas também pela dependência de insumos importados, principalmente de fertilizantes.

    Risco para insumos

    O Brasil importa cerca de 85% dos fertilizantes que utiliza, e entre 20% e 30% das exportações globais desses produtos passam pela região afetada pelo conflito.

    A interrupção da rota aumenta o risco de desabastecimento e pressiona custos de produção, o que pode afetar a produtividade agrícola nos próximos ciclos.

    “A medida confere mais segurança e previsibilidade aos exportadores brasileiros em um momento de instabilidade nas rotas internacionais e reforça a atuação do Ministério da Agricultura para manter o comércio agropecuário brasileiro em funcionamento”, destacou o Ministério da Agricultura e Pecuária em nota.

    Agro brasileiro exportará via Turquia para contornar Estreito de Ormuz

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  • Câmara aprova projeto de lei que cria lista suja do racismo no esporte

    Câmara aprova projeto de lei que cria lista suja do racismo no esporte

    A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (25) um projeto de lei (PL) que cria um cadastro nacional de entidades de prática esportiva condenadas por racismo. A relação, que pode ser considerada uma lista suja do racismo no esporte, ainda será enviada ao Senado.

    Segundo o texto aprovado nesta quarta, entidades que entrarem no cadastro não poderão firmar contratos com o poder público ou receber patrocínios públicos, subvenções ou benefícios fiscais.

    O projeto estabelece que “o cadastro conterá os nomes dos clubes condenados por atos racistas praticados por seus torcedores, atletas, membros de comissão técnica ou dirigentes durante eventos esportivos”, informou a Câmara dos Deputados em texto divulgado para a imprensa.

    “A inclusão dos clubes nessa lista ocorrerá somente após decisão condenatória transitada em julgado em processo judicial ou em decisão da Justiça Desportiva. Essa inscrição ficará ativa por dois anos, após o que o clube será automaticamente excluído do cadastro. A exclusão poderá acontecer antes se a entidade comprovar, perante o órgão gestor do cadastro, a realização de ações específicas de combate às condutas racistas em eventos esportivos, nos termos de um regulamento”, diz a Câmara.

    O Projeto de Lei nasce com cinco objetivos: promover a cultura de paz no esporte; coibir condutas racistas em eventos esportivos; induzir as organizações esportivas a prevenir condutas racistas de seus torcedores; incentivar ações educativas que contribuam para o enfrentamento ao racismo no esporte; e tornar o Brasil referência no enfrentamento aos casos de racismo no esporte.

    Comitê Olímpico Internacional anuncia que todos as atletas terão de passar por um teste genético que valerá para a vida toda; COI indica que mulheres trans terão de competir na categoria masculina nas próximas Olimpíadas

    Folhapress | 14:24 – 26/03/2026

    Câmara aprova projeto de lei que cria lista suja do racismo no esporte

  • Marquito, comediante do Programa do Ratinho, passa por mais uma cirurgia

    Marquito, comediante do Programa do Ratinho, passa por mais uma cirurgia

    Comediante Marquito está internado desde fevereiro, qaundo sofreu um acidente de moto; procedimento mais recente que o artista passou tratou uma fratura na clavícula

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O humorista Marco Antonio Ricciardelli, popular por suas participações no Programa do Ratinho, mais conhecido como Marquito, passou por uma nova cirurgia nesta quarta-feira (25).

    Marquito está internado desde o final de fevereiro, por conta de um grave acidente de moto que sofreu em São Paulo.

    Segundo a mulher do artista, Milva Maia, o procedimento foi realizado para tratar uma fratura na clavícula. Após a cirurgia, Marquito foi encaminhado para a UTI.

    Artista é sobrinho de Raul Gil e ex-vereador de São Paulo.

    O quadro clínico do humorista ainda envolve lesões em duas vértebras da coluna, a C5 e C6, além de fraturas em uma costela e na clavícula. No entanto, a equipe médica realça uma evolução positiva do artista desde uma cirurgia feita em 19 de março, para a fixação da coluna cervical.

    Até o momento não há previsão para a alta de Marquito.

    Marquito, comediante do Programa do Ratinho, passa por mais uma cirurgia

  • Maduro volta a se apresentar à Justiça nos EUA, e Trump promete novas acusações

    Maduro volta a se apresentar à Justiça nos EUA, e Trump promete novas acusações

    Maduro e sua mulher, Cilia Flores, estão detidos em NY há quase três meses e só saíram da prisão antes para a primeira audiência, em que o chavista se declarou “prisioneiro de guerra”

    BUENOS AIRES, ARGENTINA (CBS NEWS) – O ditador venezuelano Nicolás Maduro compareceu nesta quinta-feira (26) a um tribunal de Nova York pela segunda vez desde sua captura na operação militar dos Estados Unidos de 3 de janeiro.

    O juiz distrital dos EUA Alvin Hellerstein prometeu emitir uma decisão em breve sobre se ele ordenará ao governo Trump que permita que o país sul-americano cubra as despesas legais incorridas por Maduro e sua esposa, que também é ré no caso.

    Maduro, de 63 anos, e sua mulher, Cilia Flores, 69, estão detidos no Brooklyn há quase três meses e só saíram da prisão antes para a primeira audiência, em que o chavista se declarou “prisioneiro de guerra” e afirmou ser inocente das acusações de tráfico de drogas.

    O casal chegou para a audiência por volta das 12h30 (horário de Brasília). Maduro e Cilia permaneceram sentados e usando fones de ouvido, acompanhando a tradução simultânea, enquanto defesa e promotoria discutiam como custear suas despesas legais. O juiz Alvin Hellerstein é o responsável pelo caso.

    O governo venezuelano arcar com as despesas, mas isso requer autorização do governo americano, o que o advogado de Maduro, Barry Pollack, argumenta que fere os direitos constitucionais de seu cliente à defesa legal. O juiz disse que ainda irá tomar uma decisão, mas que não irá arquivar o caso por uma disputa de honorários advocatícios.

    A dúvida sobre os honorários e a representação legal de Maduro é um problema desde o início do caso. Ele tinha um advogado nomeado pelo tribunal, que foi trocado por Pollack. Bruce Fein se juntou ao caso, afirmando ter informações de pessoas próximas a Maduro, mas foi afastado após protesto de Pollack.

    A defesa de Maduro e de Cilia pediu a Hellerstein que adiasse o processo criminal devido à decisão da administração Trump de não permitir que Caracas pagasse seus honorários advocatícios, o que, segundo eles, violou efetivamente o direito dos dois réus à assistência jurídica no caso.

    Enquanto o venezuelano estava no tribunal, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que Maduro enfrentará outras acusações judiciais posteriormente.

    “Ele foi processado por apenas uma fração das coisas que fez. Outras acusações serão apresentadas, como vocês provavelmente sabem”, disse ele a repórteres antes de uma reunião de gabinete na Casa Branca.

    A Venezuela solicitou às Nações Unidas a libertação “imediata” de Maduro, que foi capturado em uma incursão dos EUA em 3 de janeiro, que incluiu bombardeios.

    Por outro lado, em 6 de janeiro, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos recuou de uma afirmação que o governo de Trump promoveu ao preparar o terreno para removê-lo do poder na Venezuela: a acusação de que ele liderava o cartel de drogas chamado Cartel de los Soles.

    A acusação foi redigida pelo Departamento de Justiça em 2020. Em julho de 2025, copiando a linguagem dela, o Departamento do Tesouro classificou o Cartel de los Soles de organização terrorista.

    Grupos de manifestantes, tanto a favor quanto contra Nicolás Maduro, se reuniram em frente ao tribunal federal em Manhattan. Alguns deles carregavam cartazes com os dizeres “Libertem Maduro” e “Tirem as mãos da Venezuela”.

    Maduro governou a Venezuela a partir de março de 2013 até sua queda, quando Delcy Rodríguez, sua vice, assumiu a presidência interina e começou a mudar as relações com os Estados Unidos. Ele é acusado de diferentes crimes, incluindo narcoterrorismo e posse ilegal de armas.

    Ele está preso no Centro Metropolitano de Detenção, no Brooklyn, uma penitenciária com controles rigorosos, onde permanece sozinho e sem acesso à internet ou jornais.

    Segundo meios estrangeiros, relatos indicam que ele passa o tempo lendo a Bíblia e se comunica brevemente com sua família e advogados. Seu filho, o deputado nacional Nicolás Maduro Guerra, afirmou que ele e Flores estão “bem, fortes e otimistas”.

    Um dia antes da audiência, Maduro Guerra disse que seu pai é “um homem de fé, um trabalhador que se reconhece como filho de Deus”.

    No país latino, com a queda de Maduro e sob pressão dos Estados Unidos, Delcy enfrenta dificuldades em liderar a Venezuela, que possui grandes reservas de petróleo, mas uma economia em crise.

    A líder interina recentemente aprovou uma lei de anistia e reformou leis para garantir acesso aos recursos naturais do país. Neste mês, os Estados Unidos restabeleceram laços diplomáticos com a Venezuela.

    Maduro volta a se apresentar à Justiça nos EUA, e Trump promete novas acusações

  • Lula diz que governo apresentará solução para famílias endividadas

    Lula diz que governo apresentará solução para famílias endividadas

    Lula disse que essa solução precisa vir acompanhada de campanhas voltadas à educação financeira das pessoas; instrução foi dada pelo presidente ao novo ministro da Fazenda

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta quinta-feira (26), ter demandado ao novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que apresente soluções para o endividamento das famílias brasileiras. Segundo o presidente, essa solução precisa vir acompanhada de campanhas voltadas à educação financeira das pessoas, para que melhor planejem seus orçamentos.

    Em visita à unidade industrial da montadora Caoa, em Anápolis (GO), Lula disse que, apesar de a economia do país estar bem, há ainda um problema a ser resolvido: “temos a sociedade brasileira um pouco endividada”.

    De acordo com o presidente, algumas dívidas podem ser consideradas boas, como é o caso das que são adquiridas para a formação de patrimônio, como imóveis; ou que garantam qualidade de vida, como a aquisição de automóveis ou aparelhos domésticos.

    O problema, segundo ele, é quando a dívida ou a prestação ficam maiores do que o que sobra de dinheiro no final do mês.

    “Aí, a gente fica zangado e culpa quem? Culpa o governo. O mundo é assim. A gente culpa o governo por tudo que dá errado. Eu sei que, na cabeça das pessoas, funciona assim”, disse o presidente.

    “Por isso, eu pedi ao ministro da Fazenda para a gente resolver o problema da dívida das pessoas”, acrescentou.

    Busca por uma solução

    Lula disse não querer que as pessoas deixem de se endividar “para ter uma coisa nova da vida”.

    “O que nós queremos é ver como é que a gente faz para facilitar o pagamento daquilo que as pessoas devem, e como é que a gente pode começar a ensinar as pessoas a administrar o salário”, disse, ao falar também sobre os riscos de comprometer o orçamento futuro por meio do uso exagerado do cartão de crédito.

    “Por isso o Dario Durigan está com a função de apresentar essa solução”, acrescentou.

    Momento raro

    Durigan assumiu o cargo de ministro da Fazenda após a saída de Fernando Haddad, que vai disputar as próximas eleições. Segundo o novo ministro, o país passa por um “momento raro”.

    “Não é senso comum nem algo básico que um país cresça e se desenvolva gerando emprego; que tire as pessoas do Mapa da Fome e, ao mesmo tempo, mantenha a inflação sob controle. Estamos vivendo um momento raro”, disse o ministro.

    Ele lembrou que o atual governo foi o que mais fez concessões na área de infraestrutura; e o que mais apostou no desenvolvimento do país.

    “Ao mesmo tempo, foi o que mais passou recursos a estados e municípios. Isso também não é comum. É raro e mostra que nosso compromisso é com todos: com o meio ambiente, com o agronegócio, com a indústria, com a economia e com a democracia. Mais que tudo isso, nosso compromisso é para que o nosso povo viva com qualidade de vida.”

    Produtividade e inovação

    Segundo ele, um dos desafios a ser enfrentado pelo ministério é aumentar a produtividade e a inovação no país. Algo que, na avaliação do governo, abrange uma melhor formação de trabalhadores e, também, a redução da escala 6 por 1, que dará, aos brasileiros, o direito a folgar dois dias por semana.

    Ainda nesse contexto, ele destacou os benefícios que a reforma tributária trarão para a produção no país, uma vez que dará mais eficiência e racionalidade ao pagamento de tributos.

    “No ano que vem, vamos ganhar — e muito — em racionalidade, eficiência e celeridade na nossa economia. Isso aumenta a produtividade, com cada um de nós trabalhando melhor. Não necessariamente mais tempo, mas, no tempo de trabalho que a gente tem, com a gente entregando todo o nosso potencial”, argumentou.

    Lula diz que governo apresentará solução para famílias endividadas

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  • STF começa a julgar liminar de Mendonça que prorroga CPI do INSS

    STF começa a julgar liminar de Mendonça que prorroga CPI do INSS

    A comissão foi instalada para investigar os descontos indevidos nos contracheques de aposentados e pensionistas; André Mendonça deu 48 horas para Alcolumbre prorrogar comissão

    O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar, no início da tarde desta quinta-feira 26, a liminar do ministro André Mendonça que determinou a prorrogação dos trabalhos da CPMI do INSS. A comissão foi instalada para investigar os descontos indevidos nos contracheques de aposentados e pensionistas, mas seu escopo tem sido ampliado para apurar outros temas, como o escândalo do Banco Master.

    Como mostrou o Estadão, a tendência é que a medida seja derrubada, o que deixaria a decisão pela continuidade a cargo do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP).

    O presidente da comissão, Carlos Viana, acompanha o julgamento presencialmente no plenário da Corte. Em cumprimento à decisão, Viana anunciou nesta tarde a extensão dos trabalhos da CPMI por 120 dias. Caso a ordem seja derrubada, porém, a prorrogação perde validade.

    “A sessão está suspensa. Caso o Supremo entenda que a prorrogação não terá mais validade, eu reabrirei a sessão logo após e nós já marcaremos para amanhã (sexta, 27) a leitura do relatório, com possibilidade de votação até o próximo sábado”, disse o senador ao chegar no Supremo.

    “Mas eu acredito com toda sinceridade que nós vamos manter a CPMI num prazo necessário. Eu prorroguei até 120 dias, mas não há necessidade de tudo isso. Adentra o calendário eleitoral, é um tempo complicado no Brasil”, acrescentou.

    Na última segunda-feira, 23, Mendonça determinou que o presidente do Congresso oficializasse a prorrogação da CPMI em até 48h. Ele atendeu a um mandado de segurança da cúpula do colegiado, que acusou Alcolumbre de omissão por não ler o requerimento de extensão dos trabalhos.

    Em caso de inércia de Alcolumbre (União-AP) em ler o requerimento, Mendonça determinou que a presidência da CPI “estará imediatamente autorizada a prorrogar o funcionamento regular” dos trabalhos pelo prazo que a minoria parlamentar entender necessário.

    STF começa a julgar liminar de Mendonça que prorroga CPI do INSS

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  • Equipe defende Chaiany após acusação de furto no BBB 26

    Equipe defende Chaiany após acusação de furto no BBB 26

    Equipe de Chaiany se manifestou nesta quinta-feira (26) após ganhar força nas redes sociais uma série de acusações de que a sister teria furtado itens dentro do Big Brother Brasil 26

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A equipe de Chaiany a defendeu após ser acusada de furtar itens de Ana Paula no BBB 26 (Globo). A assessoria da sister expôs acusações de que ela teria pego itens da Veterana na casa. “Uma série de publicações passou a ganhar força nas redes sociais, com insinuações de furto e tentando associar, sem qualquer comprovação, a imagem da Chaiany a um crime”, escreveu hoje no Instagram.

    Os administradores ressaltaram que isso “não é opinião. “É a construção de uma narrativa baseada em suposições, que vem sendo repetida e ampliada de forma coordenada, ultrapassando qualquer limite aceitável. Atribuir um crime a alguém sem provas configura calúnia, conforme o art. 138 do Código Penal, além de também gerar responsabilização civil por danos morais.”

    Segundo a equipe, a Justiça já foi acionada. “Informamos que todas as publicações já foram registradas e devidamente preservadas, as medidas legais cabíveis já estão em andamento, tanto na esfera cível quanto na criminal. As plataformas serão notificadas para identificação dos responsáveis, e todos responderão por seus atos”, explicou.

    “Liberdade de expressão não autoriza a disseminação de acusações falsas. Seguiremos firmes, adotando todas as providências necessárias para resguardar a honra e a imagem da Chaiany”, complementou.

    Equipe defende Chaiany após acusação de furto no BBB 26

  • Curiosidades da última Copa do Mundo que poucos lembram

    Curiosidades da última Copa do Mundo que poucos lembram

    Para o bem ou para o mal, a Copa do Mundo 2022 teve uma surpresa atrás da outra. Além das polêmicas em torno do Mundial do Qatar, a competição foi palco de feitos inéditos e curiosidades que deixou os fãs de futebol de queixo caído! Duvida?

    Você sabia que teve filho de Bola de Ouro marcando pela primeira vez em uma Copa, sendo que o pai nunca participou de edição na principal disputa do futebol? De zebras, proibições, passando por irmãos que jogaram em seleções diferentes e até craque fazendo gol contra o país que nasceu, o torneio colecionou fatos incríveis e que você talvez nem percebeu!

    Por isso, trouxemos acontecimentos interessantes da Copa de 2022 que podem ter passado batido! Clique a seguir na galeria para saber ou relembrar esses fatos surpreendentes!

    Curiosidades da última Copa do Mundo que poucos lembram

  • Boletim médico destaca previsão de alta hospitalar de Bolsonaro para esta sexta, 27

    Boletim médico destaca previsão de alta hospitalar de Bolsonaro para esta sexta, 27

    O ex-presidente foi levado ao hospital na última sexta-feira (13) com um quadro de broncopneumonia; STF concedeu na última terça-feira, 24, a prisão domiciliar para o ex-presidente pelo prazo de 90 dias

    O ex-presidente Jair Bolsonaro está com previsão de alta hospitalar para esta sexta-feira, 27. Segundo boletim médico divulgado no início da tarde desta quinta, 26, ele permanece internado no hospital DF Star, após diagnóstico de pneumonia bacteriana bilateral decorrente de episódio de broncoaspiração.

    “No momento encontra-se sem sinais de infecção aguda, com boa evolução clínica. Deve permanecer em vigilância clínica, pelas próximas 24 horas, com previsão de alta hospital no dia 27 de março”, diz o boletim.

    Assinam o boletim os seguintes médicos: Dr. Claudio Birolini, cirurgião geral, Dr. Leandro Echenique, cardiologista, Dr. Brasil Caiado, cardiologista, Dr. Wallace S. Padilha, clínico médico – gerente médico; e Dr. Allisson B. Barcelos Borges, diretor geral.

    Prisão domiciliar

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes concedeu na última terça-feira, 24, a prisão domiciliar para o ex-presidente pelo prazo de 90 dias, contados a partir da alta médica. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado e está internado desde o dia 13. Ele estava preso na Papudinha e, agora com a alta hospitalar, poderá ir para casa.

    Moraes disse que a domiciliar visa a “integral recuperação” da broncopneumonia. “Após esse prazo, será reanalisada a presença dos requisitos necessários para a manutenção da prisão domiciliar humanitária, inclusive com perícia médica se houver necessidade”, disse o ministro no despacho.

    Boletim médico destaca previsão de alta hospitalar de Bolsonaro para esta sexta, 27

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