Autor: REDAÇÃO

  • Vai poder ver vídeos no Instagram sem ter ligação à Internet; entenda

    Vai poder ver vídeos no Instagram sem ter ligação à Internet; entenda

    Recurso em teste permitiria baixar vídeos para assistir sem internet. Indícios apontam que novidade pode integrar assinatura premium da Meta, que também planeja oferecer recursos exclusivos nas redes sociais.

    Um desenvolvedor revelou nas redes sociais que o Instagram pode lançar uma nova função que permitirá assistir a vídeos Reels mesmo sem conexão com a internet. A novidade, no entanto, pode não ser gratuita e ficar restrita a usuários que pagarem por um plano.

    Quem costuma viajar com frequência sabe como é importante ter opções de entretenimento offline. Hoje, os Reels dependem de conexão, seja por Wi-Fi ou dados móveis, o que pode limitar o uso em algumas situações.

    Segundo o desenvolvedor Alessandro Paluzzi, em publicação feita no Threads, a plataforma está testando um recurso que permite baixar vídeos Reels para assistir depois, sem internet.

    Ele compartilhou imagens que mostram a funcionalidade em desenvolvimento. Em uma delas, aparece a área de gerenciamento dos vídeos baixados. Em outra, surgem opções de configuração, como permitir downloads apenas em Wi-Fi e definir a quantidade de vídeos armazenados no aparelho.

    Apesar de ainda não estar disponível oficialmente, o recurso segue uma tendência já adotada por plataformas como Netflix e YouTube, que permitem baixar conteúdos para consumo offline.

    A estratégia também reforça o movimento do Instagram para competir com serviços de streaming. Em 2025, a rede começou a testar a exibição de Reels em televisores, com um aplicativo dedicado. Já em 2026, passou a disponibilizar essa opção em dispositivos com Google TV.

    Ainda não há previsão de lançamento da função de download. Existe a possibilidade de que ela seja liberada para todos os usuários, mas também há indícios de que possa fazer parte de uma assinatura paga que a Meta pretende implementar.

    Meta planeja assinaturas nas redes sociais

    A Meta confirmou ao site TechCrunch que pretende testar novos modelos de assinatura em suas plataformas. A ideia é oferecer recursos extras e uma experiência diferenciada para quem optar por pagar.

    A confirmação veio após rumores sobre um possível plano pago no Instagram, que incluiria ferramentas exclusivas, como identificar quais seguidores não retribuem o follow.

    Embora a empresa não tenha detalhado quais funções estarão incluídas, afirmou que pretende oferecer experiências premium no Facebook, Instagram e WhatsApp.

    Segundo a Meta, diferentes pacotes devem ser testados, com funcionalidades específicas para cada rede. A estratégia ainda está em fase inicial e deve passar por ajustes antes de um lançamento oficial.
     
     

    Vai poder ver vídeos no Instagram sem ter ligação à Internet; entenda

  • Irã lança novos ataques contra Israel e alvos dos EUA no Golfo Pérsico

    Irã lança novos ataques contra Israel e alvos dos EUA no Golfo Pérsico

    Ataques atingem alvos estratégicos e ampliam tensão regional, enquanto explosões são registradas no Líbano. Conflito se intensifica com resposta iraniana e avanço de operações israelenses contra o Hezbollah

    O Irã anunciou nesta sexta-feira (27) uma nova onda de ataques contra Israel e bases ligadas aos Estados Unidos em países do Golfo Pérsico. Ao mesmo tempo, explosões foram registradas no sul de Beirute, no Líbano, em meio a relatos de bombardeios israelenses na região.

    Em comunicado divulgado pela agência Fars, a Guarda Revolucionária iraniana detalhou os alvos da 83ª ofensiva. Entre eles estão a cidade israelense de Modiin, instalações de petróleo em Ashdod, além de bases militares em Al Dafra, nos Emirados Árabes Unidos, Al Adairi e Ali Al Salem, no Kuwait, e Sheikh Isa, no Bahrein.

    As Forças de Defesa de Israel informaram que pelo menos duas salvas de mísseis foram disparadas contra o país, mas não houve registro de feridos ou vítimas, segundo os serviços de emergência.

    No Golfo, autoridades do Kuwait afirmaram ter interceptado drones, enquanto a Arábia Saudita também confirmou ações semelhantes de defesa aérea.

    A nova ofensiva faz parte da escalada iniciada após os ataques conjuntos de Estados Unidos e Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro. Desde então, Teerã tem respondido com lançamentos frequentes de mísseis contra alvos israelenses e instalações militares americanas na região.

    No Líbano, explosões foram ouvidas nas primeiras horas do dia no sul de Beirute, área considerada reduto do Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã. Imagens mostram colunas de fumaça nos subúrbios da capital, mas ainda não há confirmação sobre vítimas.

    A região tem sido alvo constante de ataques desde o início do envolvimento do Líbano no conflito, no começo de março. O exército israelense não emitiu alerta prévio de evacuação para a área atingida.

    Antes densamente povoada, a região está praticamente vazia desde o agravamento das hostilidades.

    O conflito se ampliou quando o Hezbollah passou a lançar foguetes contra Israel em resposta à morte do líder iraniano Ali Khamenei, no início da ofensiva.

    Israel afirma que vai intensificar a operação militar no sul do Líbano. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu declarou recentemente que o país está expandindo uma “zona de segurança” para conter ataques do grupo.

    O Hezbollah, por sua vez, afirma continuar os confrontos contra tropas israelenses na região.

    Segundo autoridades libanesas, os ataques israelenses já deixaram mais de 1.100 mortos desde março, incluindo mais de 100 crianças, além de mais de um milhão de deslocados.

    Irã lança novos ataques contra Israel e alvos dos EUA no Golfo Pérsico

  • Exército dos EUA eleva idade máxima de alistamento de 35 para 42 anos

    Exército dos EUA eleva idade máxima de alistamento de 35 para 42 anos

    Mudança entra em vigor em 20 de abril. Durante a Guerra do Iraque, o Exército adotou idade máxima de 42 anos, que foi reduzida para 35 uma década depois

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – As forças de Israel mataram na noite de quarta-feira (25) o chefe do braço naval da Guarda Revolucionária, Alireza Tangsiri, o homem responsável por coordenar a militarização e virtual fechamento do estreito de Hormuz.

    A informação foi dada nesta quinta (26) pelo ministro Israel Katz (Defesa) e ainda não havia sido confirmada pelo Irã, embora até aqui os relatos de inteligência do Estado judeu têm sido precisos.

    Segundo Katz, um ataque de precisão matou Tangsiri e outros comandantes navais, provavelmente em Bandar Abbas, sede da principal base da Guarda em Hormuz.

    No Irã, a Guarda Revolucionária é um ente à parte das Forças Armadas, que pelas informações disponíveis estão sendo mais poupadas na guerra lançada pelos Estados Unidos e Israel há quase um mês.

    Isso se insere no desejo dos agressores de mudar o regime islâmico, que tem na Guarda seu principal pilar. Os militares fora dela são considerados menos ideológicos e não estão tão imiscuídos na vida política e econômica do país.

    Tagsiri cuidava da até aqui bem-sucedida tática da teocracia em relação a Hormuz, por onde passavam até a guerra 20% do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo. Os iranianos vetam a passagem de navios considerados associados aos inimigos, ameaçando explodi-los, e provavelmente minaram parte da região.

    Há ainda ameaça de drones subaquáticos, além de aviões-robôs e mísseis. Quase 30 petroleiros e outras embarcações civis já foram atingidas na guerra. Do outro lado, os EUA estão atacando, desde a semana passada, posições iranianas em toda a região, e afirmaram ter afundado mais de 140 navios do Irã.

    Com mais de 90% do tráfego interrompido, os preços dessas commodities dispararam, levando a uma pressão econômica forte sobre o presidente Donald Trump.

    O americano tem buscado acalmar o mercado com anúncios atabalhoados de negociações que Teerã ora nega, ora afirma que são recados indiretos passados por terceiros. Mas existe um movimento mínimo em curso, que fez a chancelaria chinesa dizer nesta quinta que há “um vislumbre de esperança” para a paz.

    O Paquistão tem agido como interlocutor, um papel curioso dado que há dois anos o país islâmico estava trocando fogo de fronteira com o Irã. Também nesta quinta, emergiram relatos de que os EUA pediram a Israel para retirar da sua lista de alvos duas figuras envolvidas nas conversas.

    Uma é o chanceler Abbas Araghchi, nome conhecido no Ocidente por liderar o lado iraniano nas recentes negociações com os EUA para limitar o programa nuclear dos aiatolás, que foram interrompidas pela guerra.

    Outro é Mohammad Ghalibaf, o presidente do Parlamento. Ele é um político de fala dura e retórica inflamada contra EUA e Israel, mas, ao mesmo tempo, é considerado o principal nome do regime para uma negociação após as mortes do líder supremo, Ali Khamenei, e do mandachuva Ali Larijani em ataques aéreos israelenses.

    O novo líder, o filho de Khamenei Mojtaba, não foi visto em público até hoje e há dúvidas se ele está vivo ou só ferido e escondido.

    Resta combinar com os persas, contudo, dado que o vaivém de versões até aqui deixou Araghchi apenas confirmando que recebeu informações de uma proposta de Trump para o fim da guerra e a está avaliando, embora não a considere aceitável.

    O presidente americano, que apostou num fim rápido para o conflito após a decapitação inicial da teocracia, agora busca uma forma de encerrar a guerra em termos que possa anunciar como uma vitória.

    No fim de semana passado, ele fez um ultimato para a reabertura de Hormuz, sob pena de bombardear as instalações energéticas do Irã. Teerã elevou a aposta, e Trump acabou recuando, dando até este sábado (28) para que uma negociação se encaminhe.

    A guerra em si não parou. O comandante militar americano na região, almirante Brad Cooper, disse nesta quarta que foram destruídos “dois terços da capacidade de produção de mísseis do Irã”.

    EUA e Israel continuam seus ataques, assim como o Irã mantém a rotina de lançar mísseis e drones contra Israel e países da região. Nesta quinta, duas pessoas morreram em Abu Dhabi atingidas por destroços de um míssil interceptado.

    Também numa postagem nesta quinta, o presidente americano reclamou novamente da aliança Otan, cujos membros se recusaram a enviar navios de guerra para apoiar uma reabertura à força de Hormuz. “Não fizeram nada para nos ajudar”, disse.

    Exército dos EUA eleva idade máxima de alistamento de 35 para 42 anos

  • Copa do Mundo não terá técnicos brasileiros pela 1ª vez na história

    Copa do Mundo não terá técnicos brasileiros pela 1ª vez na história

    SANTOS, SP (FOLHAPRESS) – A queda da Albânia para a Polônia, em Varsóvia, nesta quinta-feira (26), pela semifinal da repescagem europeia para a Copa do Mundo, frustrou o sonho de 2,4 milhões de albaneses de vivenciar o primeiro Mundial da história do país, mas, curiosamente, também pode ter sido um duro golpe para o futebol brasileiro.

    Com a equipe dirigida pelo ex-lateral e hoje técnico Sylvinho eliminada, a Copa 2026 pode ser a primeira da quase centenária história do torneio em que não haverá um único técnico brasileiro no banco de reservas. E isso no maior Mundial de todos os tempos -que teve o número de seleções ampliado de 32 para 48.

    “Em 2013, mencionei em uma declaração ao [jornal] O Globo que estávamos defasados em termos de trabalho quanto aquilo que faziam fora do país. Um ano depois, o Zico ratificou essa minha fala. Depois de ficar muito tempo fora, vi que era necessário abrirmos os olhos. Que da forma como as coisas estavam acontecendo, ficamos para trás. Alguns companheiros de profissão ficaram chateados, mas aí veio 2014, o 7 a 1…”, disse à reportagem o técnico Paulo Autuori, que foi demitido nesta quinta-feira pelo Sporting Cristal, do Peru.

    “E eu falava de todos nós treinadores brasileiros, não de um ou outro profissional. A sensação que havia no país era de que não precisávamos aprender nada pelo fato de sermos pentacampeões do mundo. A alta quantidade de técnicos estrangeiros, que jamais vou ser contra até por ter sido um imigrante por anos, e a ausência na Copa são consequências”, completou.

    Duas vezes campeão da Copa Libertadores, Autuori jamais dirigiu uma seleção em um Mundial, mas carrega no currículo longas passagens pelo futebol português -onde iniciou a carreira de técnico, passando por Nacional, Vitória de Guimarães, Marítimo e Benfica. Trabalhou também em países como Japão, Catar, Bulgária, Colômbia e Peru.

    Desde 1930, quando a seleção brasileira foi comandada pelo paulistano Píndaro de Carvalho Rodrigues, sempre houve a presença de um ou mais técnicos brasileiros em todas as 21 edições seguintes.

    A primeira vez com dois deles foi registrada em 1966, quando Vicente Feola dirigiu o Brasil e Otto Glória comandou Portugal até a terceira colocação da competição naquele ano, a melhor da história do país europeu até hoje.

    A partir de então, passou a ser comum a presença de brasileiros à frente de outras seleções. Casos de Didi pelo Peru, em 1970; Alexandre Guimarães pela Costa Rica, em 2002 e 2006; René Simões pela Jamaica e Paulo César Carpegiani pelo Paraguai, em 1998, além de outros como Zico, Marcos Paquetá e Luiz Felipe Scolari, que dirigiu Portugal em 2006.

    O recordista absoluto é Carlos Alberto Parreira, que trabalhou como treinador em seis Copas: duas pelo Brasil (1994 e 2006), uma pelo Kuwait (1982), uma pelos Emirados Árabes Unidos (1990), uma pela Arábia Saudita (1998) e última pela África do Sul (2010).

    “Há treinadores brasileiros jovens que não devem nada em termos conceituais e metodológicos a estrangeiros como Sampaoli, Lacarmón, Varini ou outros de fora com qualidade. O meu objetivo é abrir espaço para eles, é isso que me dá brilho nos olhos. Foi o que fiz no Athletico-PR e no Cruzeiro, com mentorias. Nos mantivemos cômodos por muito tempo”, relatou Autuori.

    Colaborou para a quebra da estatística o fato de a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) ter apostado em maio de 2025 na contratação de um técnico estrangeiro, Carlo Ancelotti. O experiente italiano, vencedor de cinco edições de Champions League, chegou como mais nem pago treinador de seleções do mundo depois das fracassadas experiências com Fernando Diniz e Dorival Júnior.

    Nas últimas duas Copas, Tite comandou a seleção brasileira, sucumbindo nas quartas de final, enquanto o país não teve representantes à frente de outras seleções.

    Ancelotti não é o primeiro estrangeiro no comando da seleção, que já contou com o uruguaio Ramón Platero, em 1925, o português Joreca, em 1944, e até mesmo um argentino: Filpo Nuñez, em 1965. Nenhum deles, porém, chegou até a Copa.

    “Há pouco tempo, companheiros nossos falaram sobre Ancelotti e foram muito desagradáveis nas respostas. Não penso da mesma forma, tive a oportunidade de trabalhar muitas vezes fora e sou muito aberto a estrangeiros. Tentamos vários treinadores brasileiros e os resultados não foram bons. Por isso se pensou em um estrangeiro e talvez o melhor de todos eles pelos títulos, experiência e qualidade comprovadas. Lamentamos a falta de um brasileiro só pelo bom trabalho do Sylvinho”, analisou Carpegiani à reportagem.

    Sylvinho assumiu a seleção albanesa em janeiro de 2023. A passagem que deve ser encerrada com o fim do contrato em junho teve como ápice a vaga na última Eurocopa, a segunda da história do país, que fez com que ganhasse o prêmio Águia de Ouro das mãos do primeiro-ministro do país.

    Na competição europeia, teve elogiada participação na fase de grupos, dificultando nos jogos contra Espanha e Itália, além de ter conseguido um empate com a Croácia. Levou a Albânia à disputa de sua primeira repescagem na história, em grupo liderado pela Inglaterra, mas não conseguiu superar os poloneses.

    Copa do Mundo não terá técnicos brasileiros pela 1ª vez na história

  • CPI do INSS: após revés no STF, Viana quer votar relatório nesta sexta

    CPI do INSS: após revés no STF, Viana quer votar relatório nesta sexta

    Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu contra a prorrogação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS por 8 votos a 2; André Mendonça e Luiz Fux foram os únicos favoráveis ao pedido de continuidade da CPMI

    O senador Carlos Viana (Podemos-MG) pretende ler e votar o relatório final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS nesta sexta-feira (27).

    O presidente da CPMI manifestou o posicionamento nesta quinta-feira (26) depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir contra a prorrogação da investigação por 8 votos a 2.

    A posição final do STF significa um revés à pretensão do presidente da CPMI, que havia decidido prorrogar os trabalhos por até 120 dias. O ministro André Mendonça, relator do caso na Corte, havia concordado com o pedido do parlamentar. 

    Os votos contrários à estender os trabalhos foram dos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Nunes Marques, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Edson Fachin. Além de André Mendonça, o ministro Luiz Fux foi favorável ao pedido de continuidade da CPMI.

    O voto favorável do relator André Mendonça teve o argumento de que foram atendidos requisitos legais, como o número mínimo de 27 assinaturas de senadores e de 171 deputados.

    Em votos contrários, por exemplo, os ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes criticaram o vazamento de conversas íntimas encontradas nos celulares do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que também foi alvo da CPMI.

    Investigação

    A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito começou os trabalhos em agosto de 2025 com a finalidade de investigar os descontos indevidos nos benefícios de aposentados e pensionistas do INSS. 

    A comissão também passou a apurar as supostas ligações do Banco Master com a concessão irregular de empréstimos consignados a aposentados. 

    Nas últimas semanas, a CPMI foi acusada de vazar conversas pessoais do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master. Os dados estavam em celulares que foram apreendidos pela Polícia Federal e repassados à comissão após autorização do ministro André Mendonça. 

    CPI do INSS: após revés no STF, Viana quer votar relatório nesta sexta

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  • Zé Felipe fala sobre possível reconciliação com Ana Castela

    Zé Felipe fala sobre possível reconciliação com Ana Castela

    Cantor Zé Felipe citou os três filhos e a rotina intensa como fatores que dificultaram a relação. Namoro entre os sertanejos durou apenas dois meses antes do término

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Zé Felipe afirmou que não pretende retomar o relacionamento com Ana Castela. Nas redes socais, o cantor apontou diferenças na rotina e no momento de vida dos dois como fator decisivo para o fim do namoro que durou cerca de dois meses.

    A declaração foi feita em uma caixinha de perguntas no Instagram, após um seguidor questionar se haveria chance de reconciliação. “Namorar comigo não é fácil. O combo é muito grande, vocês me entendem? Ainda mais [para] uma menina de 22 anos. Eu tenho três filhos.

    Da mesma forma que tem muita gente que gosta de mim aqui, tem muita gente que não gosta e quem sofre é quem está em volta”, afirmou. O cantor é pai de Maria Alice, 4, Maria Flor, 3, e José Leonardo,1, do seu relacionamento com Virginia Fonseca.

    Segundo ele, a pressão acabou afetando os dois, ainda que ela não tenha demonstrado incômodo. “O ‘trem’ da Ana sempre foi muito arrumadinho. Ela falou que nunca pesou para ela, mas isso me pesava. Eu senti a bagunça que eu fiz ali”.

    Apesar do término, Zé Felipe afirmou que mantém uma relação próxima com a ex. “O carinho, a admiração, a amizade? Os amigos da Ana hoje são meus amigos. Eu amo a família da Ana. Isso é para sempre”, declarou.

    Zé Felipe fala sobre possível reconciliação com Ana Castela

  • Trump recua de novo e adia ultimato para depois da Páscoa

    Trump recua de novo e adia ultimato para depois da Páscoa

    Nova moratória de ataques a sistema energético vem depois de Irã recusar proposta dos americanos; antes, o presidente havia feito ameaças; medida dá tempo para chegada de soldados para ação terrestre

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Em mais um capítulo da nebulosa negociação entre Estados Unidos e Irã acerca de uma trégua na guerra que assola o Oriente Médio, Donald Trump disse que vai estender sua moratória a ataques contra o sistema energético da teocracia até a segunda-feira após a Páscoa, 6 de abril.

    A medida foi anunciada, como é usual, na rede do presidente, a Truth Social. Segundo ele, “ao contrário do que diz a mídia das fake news”, as conversas com o Irã “vão muito bem”.

    Recapitulando, o americano havia ameaçado atacar o sistema de energia do país persa, uma promessa para o caso de o Irã não reabrir o estreito de Hormuz feita em ultimato no sábado (21), que foi suspensa na segunda (23) até o sábado (28).

    Trump havia apresentado, por meio do Paquistão, um plano de 15 pontos que incluía itens já acomodados pelo Irã em negociações anteriores, como a renúncia à bomba atômica, mas também diversos temas inaceitáveis para o regime, como o total desmantelamento de suas capacidades nucleares e de seu programa de mísseis ofensivos.

    Nesta quinta, o Irã deixou claro rejeitar a proposta.

    Segundo a agência de notícias Reuters, Teerã considerou a proposta “unilateral e injusta”, mas deixou a porta aberta para negociações. Por sua vez, a iraniana Tasnim informou que a teocracia já enviou, por meio de turcos e paquistaneses, sua visão maximalista para o fim do conflito.

    Ela pede o fim da guerra, garantias concretas para evitar novos ataques e compensações pelos danos sofridos. Além disso, o Irã diz que vai manter o controle sobre Hormuz. A Tasnim não disse o que o Irã falou sobre seu programa nuclear, mas a posição do regime é conhecida até agora: se recusa a abrir mão da capacidade de enriquecimento de urânio.

    Antes do novo adiamento do ultimato, Trump havia criticado o Irã na mesma rede social. Ele escreveu que “os negociadores iranianos são muito diferentes e estranhos”.

    “Eles estão nos implorando para fazer um acordo, mas publicamente dizem que estão só ‘olhando para nossa proposta’. ERRADO!!! É melhor eles levarem a sério agora, antes que seja tardiamente, porque quando aquilo acontecer, NÃO HAVERÁ VOLTA, e não será bonito”, escreveu com as usuais maiúsculas na rede Truth Social.

    Mais tarde, numa reunião na Casa Branca, ele disse a repórteres que não descarta “ficar com o petróleo do Irã”. “Vamos ver se eles querem [um acordo]. Se não, nós somos o pior pesadelo deles. No meio-tempo, nós vamos simplesmente explodi-los”. Depois, fez a surpreendente postagem.

    O americano pode estar ganhando tempo, apenas, como já disseram temer os iranianos. Além dos eventuais ataques ao sistema energético, os EUA se preparam para a hipótese de ações terrestres, ou ameaçam isso. Com o cenário, o petróleo subiu para US$ 105 o barril Brent.

    Nesta sexta (27) deverá chegar à região o primeiro grupo de 2.500 fuzileiros navais em uma flotilha, enquanto outro deverá chegar até o fim da próxima semana, a tempo do novo ultimato. Há relatos de que até 2.000 paraquedistas de elite do Exército também podem ser mobilizados.

    A especulação é de um ataque à ilha de Kharg, centro de exportação de 90% do petróleo do Irã, embora seja uma ação arriscada. Outra hipótese é tentar tomar trechos da costa de Hormuz, igualmente perigoso e insustentável no médio prazo.

    Trump recua de novo e adia ultimato para depois da Páscoa

  • No sufoco, Itália bate Irlanda do Norte e mantém vivo o sonho de voltar à Copa

    No sufoco, Itália bate Irlanda do Norte e mantém vivo o sonho de voltar à Copa

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Contando com o apoio dos cerca de 20 mil torcedores que lotaram as arquibancadas do Estádio Atleti Azzurri d’Italia, em Bergamo, a Itália bateu a Irlanda do Norte pelo placar de 2 a 0 nesta quinta-feira (26), em duelo válido pela repescagem europeia, e manteve viva a chance de voltar a uma Copa do Mundo.

    Na próxima e decisiva rodada, no dia 31, a seleção Azurra comandada pelo ex-volante Gennaro Gattuso encara o País de Gales -que venceu a Bósnia e Herzegovina por 1 a 0 em Cardiff, gol de Daniel James-, em jogo que define o último integrante do grupo B do Mundial, ao lado de Canadá, Qatar e Suíça.

    Tetracampeã, a seleção italiana não disputa a Copa desde 2014, quando foi eliminada ainda na fase de grupos, após derrotas para Costa Rica e Uruguai. Na edição de 2018, caiu ainda na repescagem para a Suécia, e na de 2022, para a Macedônia do Norte.

    Sob pressão para evitar ficar de fora pela terceira vez consecutiva, a Itália -que jogou em casa por ter melhor ranking-, saiu para o jogo e pressionou o time da Irlanda do Norte desde o início.

    Apesar da maior posse de bola -cerca de 70% a 30%- e das inúmeras bolas cruzadas na área adversária -foram nove escanteios para a seleção italiana, contra dois para a norte-irlandesa-, o primeiro gol do jogo saiu apenas aos dez minutos da etapa complementar, dos pés do volante Sandro Tonali, do Newcastle, que acertou um potente chute da entrada da grade área.

    O segundo gol italiano sairia apenas aos 34 minutos, com o atacante Moise Kean, da Fiorentina, aproveitando passe do próprio Tonali para acertar chute cruzado que bateu na trave antes de entrar.

    A vitória representou uma revanche para a seleção italiana, que havia sido derrotada pela Irlanda do Norte em partida das Eliminatórias para a Copa de 1958, em Belfast. O resultado classificou a seleção norte-irlandesa, deixando a italiana fora da Copa pela segunda vez, após a ausência na edição inaugural de 1930, quando recusou o convite para se deslocar até o Uruguai.

    Os gols da vitória francesa foram de Mbappé e Ekitiké para a França; Bremer descontou para o Brasil, acirrando a briga entre os zagueiros por uma vaga na Copa

    Folhapress | 19:24 – 26/03/2026

    No sufoco, Itália bate Irlanda do Norte e mantém vivo o sonho de voltar à Copa

  • Ratinho Junior diz que foi difícil desistir da eleição presidencial e que busca sucessor no Paraná

    Ratinho Junior diz que foi difícil desistir da eleição presidencial e que busca sucessor no Paraná

    Em agenda no interior do estado, governador afirma que pretende se dedicar a ‘passar o bastão’. No PSD, os governadores Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Ronaldo Caiado (Goiás) seguem pré-candidatos

    CURITIBA, PR (CBS NEWS) – O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), afirmou durante entrevista coletiva nesta quinta-feira (26) que a decisão que o levou a desistir da corrida à Presidência da República foi muito difícil e que “família e compromisso com os paranaenses” influenciaram o recuo.

    “O PSD tinha três nomes que estavam sendo analisados internamente e tomei uma decisão muito difícil, não tenha dúvida. Eu estava muito animado em ser uma opção para o brasileiro”, disse Ratinho Junior durante uma agenda oficial em Pato Branco, interior do Paraná.

    Ele afirmou que pesou na sua decisão “o compromisso com os paranaenses de ficar até o último dia do mandato”.

    O governador admitiu publicamente o interesse em participar das eleições ao Planalto no final de 2024 e, ao longo de 2025, trabalhou para entrar na disputa, inclusive viajando a outros estados para encontros com o empresariado. Ele divulgou à imprensa um comunicado sobre a desistência na segunda-feira (23).

    Com a saída de Ratinho Junior, os governadores Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Ronaldo Caiado (Goiás) seguem como pré-candidatos do PSD ao Planalto. A decisão do partido será anunciada até a próxima semana.

    Durante a coletiva desta quinta, Ratinho Junior indicou que o foco agora é tentar eleger um sucessor no estado. “A ideia é fazer as entregas nos próximos meses e construir [a candidatura de] alguém que possa dar continuidade a este trabalho. Passar o bastão”, disse ele.

    No Paraná, o PSD ainda não decidiu quem concorrerá ao Palácio Iguaçu e tem tido dificuldades para encontrar um nome com condições de enfrentar nas urnas o senador Sergio Moro. O ex-juiz tem liderado as pesquisas de intenção de voto e se filiou ao PL nesta semana, ao lado do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), em um ato marcado por críticas ao PT do presidente Lula, pré-candidato à reeleição.

    “Tenho muito medo que as brigas de Brasília venham a atrapalhar o Paraná. Nós conseguimos proteger o estado durante sete anos desta briga, que traz muito prejuízo para o Brasil. Minha função é fazer o escudo disso, proteger o paranaense”, disse.

    Até a filiação de Moro ao PL, a legenda integrava o grupo de Ratinho Junior no Paraná. Agora, lideranças do PL que seguem ao lado do governador articulam um movimento de desfiliação.

    Dos 53 prefeitos do PL hoje no Paraná, ao menos 48 estão dispostos a deixar o partido para continuar no grupo de Ratinho Junior, segundo o deputado federal Fernando Giacobo, que se reuniu com os gestores nesta quinta, em Curitiba.

    Giacobo renunciou à presidência do PL no Paraná logo após a filiação de Moro e deixou o partido. Nesta quinta, ele disse à Folha de S. Paulo que havia um acordo entre PL e PSD referendado no ano passado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e que o grupo permanecerá unido em torno do nome que será escolhido por Ratinho Junior para disputar o Executivo estadual.

    O deputado federal Filipe Barros, que assumiu o comando do partido no lugar de Giacobo, afirmou em nota que ele e Moro vão “dialogar com muita responsabilidade e respeito” com todos os prefeitos, vices e parlamentares. Barros é pré-candidato a senador na chapa de Moro.

    Além do ex-juiz, outros dois nomes já foram lançados para a corrida ao Governo do Paraná: o do ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca (MDB) e o do deputado estadual Requião Filho (PDT). O deputado é filho do ex-senador e ex-governador do Paraná Roberto Requião, que nesta quinta-feira se lançou pré-candidato a deputado federal pelo PDT.

     

    Ratinho Junior diz que foi difícil desistir da eleição presidencial e que busca sucessor no Paraná

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  • Rihanna descreve à polícia como protegeu filhos durante ataque a tiros

    Rihanna descreve à polícia como protegeu filhos durante ataque a tiros

    Cantora Rihanna ouviu dez estrondos, que atingiram um trailer perto da garagem de sua casa em Bervely Hills (Califórnia); acusada pode ser condenada à prisão perpétua se for considerada culpada

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A cantora Rihanna contou à polícia nesta quarta-feira (25) detalhes dos momentos de pânico pelos quais passou no início do mês, quando tiros foram disparados em direção à sua casa, em Bervely Hills (Califórnia). As informações constam em um relatório policial publicado pelo jornal britânico Daily Mail.

    De acordo com o documento, ela disse que escutou dez estrondos, e pensou serem apenas batidas. Ao olhar pela janela, viu que havia marcas no pára-brisa do trailer estacionado perto da garagem. A cantora contou que correu para avisar A$AP Rocky, seu marido. Os dois teriam então se jogado no chão, e seguiram abaixados até onde estavam Riot, 2, e RZA, 3, filhos do casal.

    Horas depois, a família foi vista deixando o local e indo para o aeroporto. Eles embarcaram em um jatinho. A mansão permanece fechada para investigação e perícia. Segundo a promotoria do caso, a suspeita é Ivanna Lisette Ortiz, 35. Ela não tem antecedentes criminais e teria disparado cerca de 20 tiros na direção da casa de Rihanna.

    Na quarta-feira (25), Ivanna falou pela primeira vez sobre seu suposto envolvimento no caso. Ela declarou inocência. Na internet circulam mensagens atribuídas a Ivanna com ataques diretos a famosos, incluindo a própria Rihanna.

    Em seu relato, a cantora disse ter recebido ameaças em suas redes sociais, mas não relaciona as mensagens com o ataque que sofreu.

    Ivanna foi presa em oito de março, mesmo dia em que o tiroteio aconteceu. Em sua primeira audiência no tribunal, declarou: “Posso dizer uma frase? Gostaria de dizer que não estava tentando cometer um assassinato. Mas era só isso que queria dizer”.

    A defesa da mulher nega que houve intenção de matar e a promotoria diz que muitas pessoas foram colocadas em situação de risco. O caso segue em andamento, e Ivanna pode ser condenada à prisão perpétua.

    Rihanna descreve à polícia como protegeu filhos durante ataque a tiros