Autor: REDAÇÃO

  • Quem é Vitor Reis, zagueiro convocado por Ancelotti para a seleção

    Quem é Vitor Reis, zagueiro convocado por Ancelotti para a seleção

    (UOL/FOLHAPRESS) – O zagueiro Vitor Reis, do Girona, foi convocado por Carlo Ancelotti nessa quinta-feira (26) para o amistoso contra a Croácia, na próxima terça (31), em Orlando. Ele foi convocado no lugar de Marquinhos, que sentiu dores no quadril e não participou do jogo contra a França.

    QUEM É ELE?

    Natural de São José dos Campos (SP), Vitor Reis começou sua carreira nas categorias de base do Palmeiras, em 2016, no sub-11. No alviverde, o zagueiro foi bicampeão brasileiro sub-17 em 2022 e 2023, além de ter sido capitão da seleção brasileira no Mundial sub-17, em 2023.

    Vitor sempre foi considerado promessa. Em 2023, ele foi eleito pelo jornal The Guardian como um dos 60 jovens jogadores do mundo com maior potencial.

    Zagueiro foi chamado para integrar elenco profissional no mesmo ano em que estreou na Copinha. Vitor fez sua primeira participação na Copa São Paulo de Futebol Júnior em 2024, quando o Palmeiras foi eliminado pelo Aster Itaquá na terceira fase do torneio. Já pelo profissional, ele estreou em junho do mesmo ano, e não voltou a integrar as categorias de base do clube.

    Passagem curta no profissional. Pelo Palmeiras, Vitor Reis só disputou 22 jogos, sendo titular em 19 deles e marcando dois gols, contra Corinthians e Flamengo, respectivamente.

    Rumo à Inglaterra. O zagueiro foi negociado para o Manchester City por 37 milhões de euros fixos, sem bônus, conforme apuração do UOL. Ele foi anunciado no dia 21 de janeiro de 2025, e assinou um contrato de 4 anos, válido até o meio de 2029.

    Poucas oportunidades no City. Mesmo sendo a maior venda de um zagueiro brasileiro na história, Vitor teve poucas chances na Inglaterra, atuando somente em 5 partidas desde seu anúncio.

    Empréstimo para o Girona pensando na Copa. Em agosto de 2025, o zagueiro foi emprestado para o Girona,da Espanha, também gerido pelo grupo City. A movimentação veio depois de um pedido dele para ser negociado, pensando em ter mais oportunidades para conseguir ir à seleção, conforme apurou o UOL à época.

    Titular absoluto na Espanha. Desde seu empréstimo, Vitor Reis atuou em 29 partidas pelo Girona, sendo titular em 28 delas. O zagueiro é o jogador da equipe com mais duelos ganhos e o segundo com mais passes feitos.

    Vitor Reis se apresenta à seleção na noite desta sexta-feira (27), no hotel onde a delegação está concentrado, e já participará do treino de sábado.

    O Brasil volta a campo na terça-feira (31), às 21h (Brasília), contra a Croácia, no Camping World Stadium, em Orlando, nos Estados Unidos.

    Jogadora de vôlei do Osasco afirma que questionamentos não são apenas pelo desempenho esportivo. Decisão deve aumentar judicialização, com ações em torno dos direitos fundamentais, preveem especialistas

    Folhapress | 14:24 – 27/03/2026

    Quem é Vitor Reis, zagueiro convocado por Ancelotti para a seleção

  • Proibição a atletas trans nas Olimpíadas é um retrocesso que ataca todas mulheres, diz Tifanny

    Proibição a atletas trans nas Olimpíadas é um retrocesso que ataca todas mulheres, diz Tifanny

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Principal expoente da causa trans no esporte brasileiro de alto rendimento nos últimos anos, a jogadora de vôlei Tifanny Abreu afirmou que a determinação do COI (Comitê Olímpico Internacional) de impôr testes genéticos para liberar a participação de atletas na categoria feminina representa um retrocesso na luta de todas as mulheres.

    Tendo convivido com uma série de questionamentos sobre sua presença em quadra ao longo da carreira, a jogadora do Osasco afirmou ter recebido com um sentimento de tristeza a resolução do Comitê Olímpico.

    “Muita gente tenta reduzir esse debate a um ataque exclusivo às pessoas trans, mas não é só sobre isso. É sobre mulheres. Sobre todas as mulheres”, disse a atleta por meio de nota.

    Na quinta-feira (26), o COI anunciou que apenas atletas biologicamente do sexo feminino, cujo gênero será determinado por um teste genético único de triagem, serão elegíveis para participar de competições na categoria feminina nos Jogos Olímpicos.

    Segundo a entidade, a política visa “proteger a categoria feminina”, como parte de sua iniciativa para estabelecer uma regra universal para competidores no esporte feminino de elite.

    Sob críticas de grupos LGBTQIA+ e de direitos humanos, entidades esportivas, federações internacionais e governos vêm promovendo um endurecimento das regras sobre a participação de mulheres transgênero em competições e eventos esportivos ao longo dos últimos meses.

    A alegação é a de que as ações visam preservar a justiça na categoria feminina e estariam embasadas em supostas vantagens competitivas em relação às atletas cis, devido a exposição à testosterona quando ainda se identificavam com o gênero masculino. Pesquisadores ressaltam, porém, que os dados disponíveis não são suficientes para confirmar suposta vantagem.

    Para além do debate sobre atributos físicos, Tifanny também citou na nota o caso da deputada Erika Hilton, que teve questionada sua eleição à presidência da Comissão dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados, pelo fato de ser uma mulher trans.

    A deputada “teve sua identidade questionada ao ponto de tentarem retirá-la de um espaço que é, justamente, de representação das mulheres. Se antes o argumento era “vantagem” ou “força”, nesse caso foi o quê?”, questionou Tifanny .

    “Isso mostra que nunca foi só sobre desempenho. É sobre quem é reconhecida como mulher”, acrescentou a ponteira, que chegou a ter a participação vetada por vereadores de Londrina em um torneio na cidade no fim de fevereiro.

    A ministra Carmen Lúcia, do STF (Supremo Tribunal Federal), concedeu liminar autorizando a participação de Tifanny na competição, com a jogadora conquistando o título da Copa do Brasil com o Osasco.

    Segundo a atleta, as novas regras do COI podem prejudicar muitas mulheres, “inclusive cis, por critérios cada vez mais questionáveis. E isso precisa ser discutido com responsabilidade, não com exclusão.”

    “Existe um discurso de que tudo isso é para “proteger o esporte feminino”, mas na prática a gente vê outra coisa. Quando o assunto envolve pessoas trans, sempre surge uma tentativa de tirar, excluir, questionar sua presença, independentemente do contexto”, afirmou Tifanny.

    “Direitos não podem andar para trás. O mundo não pode regredir. Ou a gente se posiciona agora, ou aceita ver conquistas sendo desmontadas pouco a pouco por uma extrema direita que insiste em excluir, dividir, destruir”, acrescentou ela.

    DIREITOS FUNDAMENTAIS EM XEQUE, APONTAM ESPECIALISTAS

    Profissionais da área do Direito avaliam que a imposição do COI, ainda que alegadamente embasada em critérios científicos, tende a aumentar a judicialização em torno do tema.

    Advogada do Ambiel Bonilha Advogados e especialista em direito desportivo, Mariana Araújo Evangelista afirmou que, sob a ótica jurídica, a medida evidencia a prevalência do princípio da integridade competitiva sobre o da inclusão, ao menos no contexto do esporte de alto rendimento.

    “Ainda que fundamentada em argumentos científicos e de segurança, a adoção de um critério biológico rígido tende a enfrentar questionamentos relevantes sob a perspectiva de direitos fundamentais, especialmente no que diz respeito à proporcionalidade e à vedação à discriminação”, afirmou Mariana.

    “A ausência de consenso científico absoluto sobre vantagens competitivas pode fragilizar a justificativa para uma restrição tão ampla”, acrescentou a especialista.

    Ela disse ainda esperar que a decisão do Comitê Olímpico funcione como uma espécie de catalisador para novas restrições em âmbito internacional, tanto por federações internacionais quanto por legislações nacionais.

    “A tendência é que disputas envolvendo elegibilidade esportiva ganhem ainda mais espaço em instâncias como o Tribunal Arbitral do Esporte, o CAS, consolidando esse debate como um dos mais sensíveis e atuais do direito desportivo”, disse Mariana.

    Especialista em direito desportivo, Higor Maffei Bellini afirmou que o COI é a organizadora dos Jogos e detém competência regulatória para fixar critérios de elegibilidade e participação nas suas competições, inclusive em matéria de categoria feminina.

    “Isso não significa, porém, que a decisão seja imune a controle jurídico.”

    Bellini disse que o CAS (Tribunal Arbitral do Esporte) deve ser a via a qual muitos atletas e entidades poderão recorrer, mas ressaltou que “é importante não tratar essa via arbitral como ponto final absoluto”.

    “A experiência recente mostra que, uma vez esgotado o controle na Suíça, inclusive perante o Tribunal Federal Suíço, a discussão pode avançar para a jurisdição europeia de direitos humanos”, afirmou o especialista.

    Ele citou o caso da corredora sul-africana Caster Semenya, bicampeã olímpica nos 800 m, com triunfos em Londres, em 2012, e no Rio de Janeiro, em 2016. Seu quadro é classificado como hiperandrogenismo, um tipo de distúrbio endócrino que gera produção de testosterona acima da média.

    Em 2019, nova política da World Athletics determinou que corredoras com o quadro de Semenya se submetessem a tratamento hormonal para reduzir a testosterona se quisessem continuar participando de provas entre 400 m e 1.600 m. Distâncias em que, na avaliação da federação, poderiam levar vantagem.

    A recomendação foi rejeitada pela atleta, que disse sofrer discriminação da federação. Ela acabou impedida de competir nas distâncias.

    Em julho de 2025, o Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH) decidiu que a Suíça, sede do COI e do CAS, violou o direito da atleta a um julgamento justo.
    “A discussão deixa de ser apenas de organização do esporte e passa a envolver também direitos civis ou direitos humanos, tanto das mulheres cis quanto das mulheres trans”, afirmou Bellini.

    De um lado, a pretensão de assegurar que mulheres cis disputem vagas em condições de igualdade material, sem influência de fatores biológicos ligados ao desenvolvimento masculino; de outro, o direito da pessoa trans de não ser discriminada e de participar de uma atividade que também tem dimensão econômica, já que o esporte de alto rendimento é trabalho e meio de subsistência para muitas atletas.

    “Como os Jogos de Los Angeles serão apenas em 2028, há tempo, em tese, para que atletas diretamente atingidas tentem discutir não só a validade esportiva da norma perante o CAS, mas depois também a sua legalidade em tribunais europeus, sob a ótica da igualdade, da não discriminação, do acesso efetivo à justiça e da proteção dos direitos fundamentais de mulheres trans e cis.”

    Proibição a atletas trans nas Olimpíadas é um retrocesso que ataca todas mulheres, diz Tifanny

  • Finlândia condena deputada por dizer que homossexualidade é "distúrbio"

    Finlândia condena deputada por dizer que homossexualidade é "distúrbio"

    Uma deputada finlandesa foi condenada ao pagamento de uma multa de 1.800 euros (cerca de 11 mil reais), após ter alegado que a homossexualidade é um “distúrbio do desenvolvimento”

    Uma deputada religiosa finlandesa foi condenada pelo Supremo Tribunal do país ao pagamento de uma multa de 1.800 euros (cerca de 11 mil reais), nesta quinta-feira (26), depois de ter alegado que a homossexualidade é um “distúrbio do desenvolvimento”.

    Päivi Räsänen, médica e membro do Partido Democrata-Cristão, fez as afirmações que a levaram a ser condenada por incitamento ao ódio em um panfleto publicado pela primeira vez em 2004. Mais tarde, a parlamentar reproduziu o texto no site da Fundação Luterana da Finlândia e da Diocese da Missão Evangélica Finlandesa, em 2007, de acordo com o The Guardian.

    Em uma votação de três a dois, o Supremo Tribunal considerou-a culpada por ter republicado o panfleto no Facebook, em 2019, e no seu site, em 2020. O órgão judicial condenou-a, assim, ao pagamento de uma multa..

    “O Supremo Tribunal considera que Räsänen deve ter compreendido que, por exemplo, afirmar que a homossexualidade é um distúrbio do desenvolvimento psicossexual é, à luz dos conhecimentos médicos atuais, uma afirmação incorreta”, lia-se no veredito, citado pela agência Reuters.

    A deputada, que tinha sido absolvida por tribunais de instâncias inferiores, contou com o apoio da Alliance Defending Freedom, um grupo jurídico conservador sediado nos Estados Unidos que defende a liberdade de expressão e que tentou utilizar o caso para ilustrar a tese de que “a Europa está censurando o mundo”.

    Aliás, em fevereiro, os republicanos da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos convidaram Räsänen para abordar o seu caso na Comissão Judiciária, em Washington, em uma audiência intitulada “A ameaça da Europa à liberdade de expressão e à inovação americanas”.

    Räsänen admitiu que o veredito foi “um choque” e adiantou à imprensa que poderá considerar a possibilidade de recorrer da decisão junto do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.

    Entretanto, membros do governo do Partido dos Finlandeses e do Partido Democrata-Cristão apelaram não só à defesa da liberdade de expressão, como a uma mudança na lei, uma vez que, na sua ótica, “é muito difícil para as pessoas saberem o que é proibido e o que é permitido”.

    Vale destacar que o Supremo Tribunal absolveu Räsänen de uma outra acusação, que teve por base uma imagem compartilhada pela deputada nas redes sociais, em 2019, na qual constava uma citação da Bíblia que condenava as relações homossexuais.

    Finlândia condena deputada por dizer que homossexualidade é "distúrbio"

  • MDB pressiona Pacheco a entrar no partido de olho em palanque forte em MG

    MDB pressiona Pacheco a entrar no partido de olho em palanque forte em MG

    A pouco mais de uma semana do fim do prazo para mudança de partido, porém, o senador tem repetido que sua decisão ainda não está tomada. Pacheco filiou aliados de Minas ao PSB e afirmou a pessoas próximas que vê a sigla como um bom caminho político

    (CBS NEWS) – Encorajada pelo presidente Lula (PT), a ala governista do MDB reforçou o convite de filiação ao ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG) de olho na construção da candidatura dele ao Governo de Minas e em uma aliança nacional com o PT.

    Na terça-feira (24), após uma conversa com Lula, dirigentes do MDB telefonaram para Pacheco e pediram uma posição até o fim da semana, reafirmando o desejo de que se filie ao partido e se lance ao Palácio Tiradentes. Em favor da sigla, alegam oferecer melhor estrutura para a disputa ao Governo de Minas.

    Pacheco ainda não descarta se filiar ao PSB, embora o próprio Lula já tenha dito anteriormente que vê o MDB como a melhor opção política para ele.

    Desde que anunciou sua saída do PSD, no ano passado, Pacheco tem sido cortejado pelo MDB, pelo PSB e pelo União Brasil. Nos últimos dias, as conversas se afunilaram entre os dois primeiros.

    A pouco mais de uma semana do fim do prazo para mudança de partido, porém, o senador tem repetido que sua decisão ainda não está tomada. Pacheco filiou aliados de Minas ao PSB e afirmou a pessoas próximas que vê a sigla como um bom caminho político.

    Nesta quarta (25), o senador participou de um jantar com integrantes do PSB -encontro que foi visto pelo grupo como a selagem de um acordo. O presidente nacional, João Campos (PE), o presidente mineiro, Otacílio Costa, e o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), reforçaram o convite.

    No MDB, Pacheco ainda enfrenta as ressalvas da direção, hoje inclinada a liberar os estados para apoiar Lula ou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato a presidente. Apesar disso, a bancada emedebista do Senado diz não abrir mão do colega.

    “Nós não podemos desconhecer o que significará para o partido a volta do Pacheco ao MDB”, afirmou o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) à reportagem nesta quarta, acrescentando que Pacheco é um dos principais quadros da política.

    De acordo com aliados de Lula, a entrada de Pacheco no MDB poderia ampliar a possibilidade de uma aliança formal com o partido na disputa presidencial. O presidente, segundo esses relatos, não desistiu de contar com o MDB na busca pela reeleição.

    Na noite de terça, reunidos no Palácio do Planalto, Lula e emedebistas passaram em revista as alianças do partido nos estados, levando em consideração como seus diretórios estaduais se posicionariam diante de uma proposta de união com o PT na corrida presidencial.

    Os dirigentes do MDB apontaram unidades da federação onde seria necessária uma intervenção direta de Lula para a costura de acordos. A Bahia e o Maranhão foram citados como lugares onde se exige uma ação do presidente. Na Bahia, a relação dos dois partidos foi descrita como autofágica.

    Pacheco afirma que a sua decisão sobre a candidatura ao Governo de Minas Gerais também passa pelo alinhamento do campo político de Lula no estado -o que inclui nomes como o do ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), da ex-prefeita de Contagem Marília Campos (PT), pré-candidata ao Senado, do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silva (PSD), e do ex-presidente da Câmara de Belo Horizonte Gabriel Azevedo (MDB), que colocou o nome dele à disposição do MDB para a candidatura ao governo mineiro.

    Em busca de um palanque robusto em Minas, Lula é um dos principais entusiastas da candidatura de Pacheco. A pedido do presidente, petistas suspenderam conversas em que procuraram um plano B no estado. Lula também recorreu ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para que convencesse o senador a concorrer.

    Segundo maior colégio eleitoral do país, Minas é apontada como fundamental para a reeleição do presidente.

    MDB pressiona Pacheco a entrar no partido de olho em palanque forte em MG

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  • Ana Paula Renault conquista sua primeira liderança no BBB 26

    Ana Paula Renault conquista sua primeira liderança no BBB 26

    A sister se consagrou líder pela primeira vez na temporada e escolheu Milena, Juliano Floss e Samira para compor o seu VIP. Com a imunidade concedida pela coroa, ela garantiu a sua vaga no Top 10 do programa

    (CBS NEWS) – A décima primeira prova do líder do BBB 26 (Globo) aconteceu na quinta-feira (26) e foi dividida em duas partes. A primeira fase aconteceu à tarde e classificou Ana Paula Renault, Alberto Cowboy e Leandro Boneco. A final aconteceu durante o programa ao vivo e coroou a veterana.

    A sister se consagrou líder pela primeira vez na temporada e escolheu Milena, Juliano Floss e Samira para compor o seu VIP. Com a imunidade concedida pela coroa, ela garantiu a sua vaga no Top 10 do programa.

    O novo líder tomará uma decisão importante ainda nesta sexta-feira (27), quando ocorre a formação do 11º paredão do reality. Ele deverá indicar um adversário direto para a berlinda. Antes da votação, haverá a prova do Anjo que, desta vez, será autoimune.

    A menos de um mês da grande final, que acontece em 21 de abril, o programa entrou em modo turbo. Os brothers terão que enfrentar dois paredões por semana. A primeira eliminação expressa vai acontecer neste domingo (29).
    Entenda a dinâmica

    Na primeira fase, os competidores precisavam reorganizar peças em um tabuleiro até que a fileira superior ficasse composta apenas por blocos com a letra B. O apresentador Tadeu Schmidt ressaltou as regras: não era permitido desalinhá-las, quebrar o tabuleiro ou arrancar peças.

    Ana Paula (57 segundos), Cowboy (28 segundos) e Boneco (38 segundos) avançaram para a decisão. A sister Marciele foi a única desclassificada da dinâmica.

    Na fase final da prova, os brothers tinham a missão de acumular pontos no jogo. Cada jogador tinha seu próprio tabuleiro no qual precisava abrir casas que continham números positivos ou negativos.

    Depois, em um novo tabuleiro, eles precisavam procurar multiplicadores para melhorar a pontuação. Após a conclusão da prova, Cowboy somou 228,4 pontos, Ana Paula somou 421,2 pontos e Boneco somou 329.4 pontos.

    Ana Paula Renault conquista sua primeira liderança no BBB 26

  • Americanas acelera saída da recuperação judicial para ter mais acesso a crédito, diz CEO

    Americanas acelera saída da recuperação judicial para ter mais acesso a crédito, diz CEO

    Nas lojas físicas, canal que concentra 93% das vendas totais, as vendas aumentaram 4% no intervalo, período em que a Americanas também apresentou redução de 18,1% nas despesas gerais e administrativas.

    (FOLHAPRESS) – Vendas em alta exigem mais crédito, tanto junto a fornecedores quanto a bancos. Mas esse aumento de limite só vem para empresas fora da recuperação judicial (RJ). Foi por isso que a Americanas antecipou o pedido para deixar o processo, dois anos e um mês após a homologação da RJ na Justiça, disse à reportagem o CEO da empresa, Fernando Soares, 47. No Brasil, a duração média de uma RJ é de três anos e meio a cinco anos após a homologação.

    A solicitação da saída da RJ, que ainda precisa ser aprovada pela Justiça, foi feita na noite desta quarta-feira (25), quando a varejista também apresentou o balanço do quarto trimestre de 2025. A RJ teve início em janeiro de 2023, quando a Americanas declarou dívidas de R$ 43 bilhões, e foi homologada em fevereiro de 2024. Pela Lei de Recuperação Judicial (11.101/2005), as empresas podem solicitar a saída dois anos após a homologação.

    “Os números [do balanço] chamaram a nossa atenção e culminaram nessa decisão de antecipar o pedido [de saída da RJ], porque apontaram mais um ano de muita melhora operacional”, diz Soares, destacando a alta de 7,8% nas vendas “mesmas lojas” em comparação ao mesmo período do ano anterior -o indicador é importante porque permite saber se as vendas crescem, mesmo sem a empresa inaugurar novos pontos ou canais de venda.

    Nas lojas físicas, canal que concentra 93% das vendas totais, as vendas aumentaram 4% no intervalo, período em que a Americanas também apresentou redução de 18,1% nas despesas gerais e administrativas. “É uma declaração importante para o mercado e o nosso time também, de que é hora de mudar de fase no jogo.”

    Soares afirma que a varejista tem crescido de forma expressiva em categorias como bebidas e limpeza, o que pede mais limite de crédito. “Essa conversa você só pode ter [com bancos e fornecedores] no pós-recuperação judicial”.

    O executivo assumiu o cargo em 1º de outubro, no lugar de Leonardo Coelho, responsável por comandar a Americanas depois que veio à tona a fraude contábil de R$ 25,3 bilhões. Se o trabalho de Coelho se concentrou em manter a operação de pé em meio ao maior escândalo contábil da história do país, o de Soares está em fazê-la crescer. Mas existem dúvidas se a empresa está de fato em uma fase consistente, como diz o executivo.

    O time de analistas financeiros que acompanhava o desempenho da varejista não emite mais relatórios sobre a companhia. Em 14 casas, o papel está “em revisão” desde a recuperação judicial.

    O ano da Americanas encerrou com prejuízo de R$ 271 milhões, frente a um lucro de R$ 8,3 bilhões em 2024, que havia sido obtido graças a efeitos contábeis decorrentes da reestruturação de dívidas.

    Em 2025, a companhia registrou vendas brutas consolidadas de R$ 17 bilhões, queda de 9% sobre 2024. A receita líquida atingiu R$ 12,3 bilhões, recuo de 1,2%. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) caiu 33,2%, para R$ 1,1 bilhão. O Ebitda ajustado ex-IFRS 16 (que considera o aluguel das lojas) somou R$ 277 milhões, alta de 156,3% sobre o ano anterior.

    André Pimentel, sócio da consultoria Performa Partners, chama a atenção para a linha de “outras receitas/despesas operacionais”, que foi positiva em R$ 1,2 bilhão em 2025. Na conta, entram R$ 830 milhões referentes a créditos de ICMS e Pis e Cofins, R$ 164 milhões referentes a renegociações de contratos de TI e R$ 160 milhões de acordos tributários federais e estaduais.

    “Sem essas receitas não recorrentes, ou seja, com as quais não se conta todo trimestre, o Ebitda ex-IFRS 16 seria negativo em R$ 912 milhões”, afirma Pimentel. Um Ebitda negativo indica que a operação da companhia não gera caixa suficiente para cobrir seus custos e despesas diretas.

    Além disso, diz o consultor, a dívida bruta subiu R$ 213 milhões, para R$ 1,99 bilhão, enquanto as disponibilidades totais (soma de todos os recursos da empresa) caíram R$ 300 milhões, para R$ 2,48 bilhões. “Como resultado, o caixa líquido recuou 51%, para R$ 488 milhões. Como um negócio desses pode se manter de pé?”, questiona o especialista, que trabalhou na reestruturação da Americanas no fim dos anos 1990, quando estava na Galeazzi & Associados.

    Na opinião de Eugênio Foganholo, sócio da Mixxer Desenvolvimento Empresarial, a Americanas ainda não redescobriu a sua vocação no varejo -deixou de ser uma das líderes do canal online, onde era forte em eletroeletrônicos, e tenta se adaptar ao modelo de conveniência baseado em lojas físicas. “É uma empresa ainda em busca de um conceito, de uma proposta de valor”, diz.

    Já para Alberto Serrentino, sócio da Varese Retail, o novo modelo Americanas se mantém. “O parque de lojas da rede é muito bom. Embora muitos pontos tenham sido fechados [mais de 400 durante a RJ], as lojas têm muito tráfego e são destino de quem procura bomboniere, higiene e beleza”, afirma.

    As compras sazonais, como as de Páscoa, são a grande força da Americanas, diz Serrentino. “Eles trabalham muito bem com a ampliação de mix em categorias sazonais, como Páscoa, Natal, volta às aulas e Dia das Crianças”, diz o consultor, para quem a rede está retomando gradualmente a confiança dos fornecedores. “Acredito que eles saíram da UTI, mas ainda têm uma longa reabilitação pela frente.”

    RECUPERAÇÃO JUDICIAL DA VAREJISTA FOI MAIS RÁPIDA QUE A MÉDIA

    De acordo com dados do Observatório da Insolvência, que analisa processos de recuperação judicial e falência no Brasil, os processos de recuperação judicial no país têm duração média de três anos e meio a cinco anos, a contar da data da homologação do plano pela Justiça.

    “O prazo depende da complexidade do caso, do número de credores e do efetivo cumprimento do plano”, diz o advogado Filipe Denki, sócio da Veritas Administração Judicial. “Caso a saída da Americanas se confirme, terá sido um processo bem rápido”, diz ele, lembrando, a título de comparação, a recuperação judicial da Oi. A tele passou cerca de seis anos na primeira RJ, e voltou a ingressar nesse regime em novembro do ano passado.

    No geral, segundo Denki, os planos de pagamento aprovados em recuperação judicial têm duração média de 10 anos no Brasil. “Quando se trata de grandes empresas, tende a ser ainda mais extenso, diante da maior complexidade e do número elevado de credores envolvidos”, diz. No caso da Americanas, o prazo de pagamento é de 20 anos. Mesmo saindo da recuperação, a empresa deve cumprir o cronograma.
    *
    RAIO-X AMERICANAS
    Fundação: 1929
    Sede: Rio de Janeiro
    Funcionários: 23.988
    Lojas: 1.452, em todos os estados do país e no Distrito Federal

    Centros de distribuição: Seropédica (RJ), Uberlândia (MG), Itapevi (SP), Benevides (PA), Cabo de Santo Agostinho (PE), Simões Filho (BA), São José dos Pinhais (PR) e Gravataí (RS)
    Principais concorrentes: supermercados, lojas de cosméticos, lojas de doces
    Receita líquida 2025: R$ 12,3 bilhões

    Americanas acelera saída da recuperação judicial para ter mais acesso a crédito, diz CEO

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  • Tarcísio emplaca nomes do próprio governo em agências reguladoras após reforma para blindar órgãos

    Tarcísio emplaca nomes do próprio governo em agências reguladoras após reforma para blindar órgãos

    A condução de mais um membro do governo para o cargo de diretor-presidente acontece dentro das regras previstas na reforma das agências reguladoras que Tarcísio patrocinou e aprovou em 2024.

    (FOLHAPRESS) – O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), emplacou mais um integrante de seu governo no comando das agências reguladoras do estado. Com a nomeação de Diego Domingues para a presidência da Arsesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo) nesta quarta (25), o chefe do Executivo paulista terá ex-subordinados à frente de todas as três autarquias que regulam e fiscalizam serviços públicos.

    A condução de mais um membro do governo para o cargo de diretor-presidente acontece dentro das regras previstas na reforma das agências reguladoras que Tarcísio patrocinou e aprovou em 2024. A reestruturação foi defendida pelo governador com o argumento de garantir mais autonomia e profissionalizar o comando das entidades. De lá para cá, todas as indicações saíram de secretarias estaduais.

    É o caso de Domingues, número dois da SPI (Secretaria de Parcerias em Investimentos). A pasta é responsável pela elaboração de projetos de concessão e privatização do governo, muitos dos quais ficam sob a supervisão da Arsesp –agência que ele passa a comandar agora.

    O nome de Domingues foi aprovado em sabatina da Comissão de Infraestrutura da Alesp (Assembleia Legislativa), que é presidida pelo deputado Luiz Fernando Teixeira (PT) e tem maioria de aliados do governador.

    Servidor de carreira na gestão estadual, Domingues já exerceu cargos na Secretaria da Fazenda e terá mandato na Arsesp até 1º de julho de 2030. Ao assumir como diretor-presidente, ele deixa o cargo de secretário-executivo da SPI, pasta onde trabalha desde 2023. Durante esse período, a secretaria ajudou a estruturar projetos como a privatização da Sabesp e as PPPs (parcerias público-privadas) de escolas estaduais. Agora ele fiscalizará esses serviços.

    “Participei marginalmente [da privatização da Sabesp]. A Secretaria é bastante grande, mas, sim, participei parcialmente”, admitiu Domingues durante oitiva na Alesp, em 11 de fevereiro deste ano.

    Durante a sabatina na Comissão de Infraestrutura, Domingues foi questionado por deputados do PT e do PSOL se não haveria conflito de interesses em assumir a presidência de um órgão responsável por fiscalizar companhias nas quais ele trabalhou no processo de privatização. Segundo ele, não há conflito, já que a Arsesp possui autonomia orçamentária e financeira, e toma decisões por meio do conselho diretor.

    O novo secretário-executivo de Parcerias e Investimentos será Thiago Mesquita Nunes, justamente o último presidente da Arsesp.

    Domingues virou o número dois da SPI em 2024, depois que seu antecessor no cargo, André Isper Barnabé, foi indicado por Tarcísio para comandar a Artesp, que supervisiona concessões de rodovias, trens, metrôs e transportes em geral. 

    A elaboração de projetos desses setores também é de responsabilidade da secretaria estadual.

    Antes de entrar no governo Tarcísio em 2023, Barnabé teve passagem pela Artesp, ocupando a função de superintendente entre 2017 e 2019. De todos os indicados pelo governo, é o único com experiência prévia na agência que assumiu.

    Meses depois da nomeação de Barnabé, Tarcísio indicou outro integrante de seu governo para uma agência reguladora. Nesse caso, para a recém-criada SP Águas, que regula recursos hídricos, concessão de outorgas e fiscaliza a segurança de barragens. Desde dezembro de 2024, a entidade passou a ser comandada por Camila Viana, então subsecretária de recursos hídricos e saneamento básico na Semil (Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística).

    A pasta teve protagonismo no projeto de privatização da Sabesp, inclusive com atuação direta de Camila. Hoje, ela comanda uma agência responsável por outorgas e licenças de uso hídrico em São Paulo -temas sensíveis para a companhia de saneamento.

    Em nota enviada pela assessoria de comunicação, o Governo de São Paulo disse que as indicações foram realizadas com base em critérios técnicos, experiência comprovada nos setores regulados e capacidade de gestão de estruturas complexas.

    “Todos os indicados possuem reconhecida qualificação técnica, trajetória na administração pública e conhecimento específico das áreas sob regulação. A experiência acumulada na gestão estadual contribui para uma atuação regulatória mais eficiente e alinhada ao interesse público, sem prejuízo à autonomia das agências”, afirmou.

    A reportagem questionou se o governo não via conflito com as indicações -haja vista que os diretores-presidentes fiscalizam concessões e projetos que eles mesmos ajudaram a estruturar-, mas não teve resposta.

    Procuradas para comentar, Arsesp, Artesp e SP Águas disseram que seus posicionamentos estariam contemplados na nota do governo estadual.

    No evento de sanção da reforma das agências reguladoras, em setembro de 2024, Tarcísio afirmou que São Paulo passaria a ter as melhores agências do país, e um dos motivos seria a rigidez nos critérios de escolha dos diretores.

    A legislação padronizou e detalhou travas que já existiam para a nomeação de pessoas que atuam em empresas reguladas. Também ampliou os impedimentos, incluindo dirigentes partidários, dirigentes sindicais e políticos com mandato legislativo. Não há vedação para pessoas com cargos no Executivo.

    A reforma também criou um pacote de requisitos mínimos de experiência para os cargos, deixando explícitas a ausência de subordinação hierárquica em relação ao governo e a autonomia financeira.

    A nomeação de Domingues para a Arsesp encerra o ciclo de indicações para o comando das agências reguladoras da atual gestão Tarcísio. Como os mandatos de diretores são de cinco anos, as próximas conduções começarão em 2030.

    Mesmo com uma eventual mudança no governo paulista nas eleições de 2026, a presidência das entidades seguirá com os ex-integrantes do governo Tarcísio. Isso porque, com as regras de estabilidade previstas na reforma das agências, os diretores não podem ser exonerados.

    Em nota, a Apar-SP (Associação dos Profissionais das Agências Reguladoras do Estado de São Paulo) afirmou que a credibilidade do modelo regulatório depende da independência institucional, da qualificação técnica e da diversidade nos órgãos decisórios. A entidade diz ser natural que as indicações à diretoria passem pelo Executivo, mas defende que o processo de escolha priorize critérios técnicos, com experiência comprovada nos setores regulados e compromisso com a autonomia decisória, para evitar riscos de conflitos de interesse.

    A associação acrescentou que a eficácia da reforma das agências depende da coerência nas indicações, sobretudo após mudanças que aumentaram as prerrogativas das presidências e extinguiram instâncias como conselhos de orientação, tornando o “rigor técnico” do indicado o principal freio e contrapeso.

    A Apar-SP também cobrou valorização do quadro de carreira, citando que a Arsesp tem corpo técnico formado há mais de 15 anos e profissionais com mais de 20 anos de experiência, mas que esse potencial “ainda não foi plenamente aproveitado” nas indicações à diretoria.

    CONHEÇA AS AGÊNCIAS REGULADORAS DE SP
    ARSESP
    – O que é: autarquia que regula serviços públicos no estado, com foco maior em gás canalizado, saneamento básico e concessões de escolas. Também tem atuação no setor elétrico por meio de convênio com a Aneel, que é a responsável por concessões de energia no país.
    – Atribuições: fiscalizar, controlar e acompanhar a qualidade dos serviços regulados, incluindo cumprimento de contratos e definição de tarifas.
    – Criação: dezembro de 2007
    – Número de diretores: cinco
    ARTESP
    – O que é: agência reguladora dos serviços públicos de transporte no estado de São Paulo.
    – Atribuições: regular, controlar e fiscalizar concessões, permissões e autorizações de transporte (rodovias, ferrovias, metrôs, aeroportos regionais, transporte coletivo intermunicipal e outros modais), com atuação sobre qualidade do serviço, cumprimento de contratos e tarifas.
    – Criação: janeiro de 2002
    – Número de diretores: cinco
    SP ÁGUAS
    – O que é: agência reguladora do estado de São Paulo que substituiu o antigo Daee (Departamento de Águas e Energia Elétrica).
    – Atribuições: regulação de recursos hídricos, concessão de outorgas, fiscalização de usos e segurança de barragens, monitoramento hidrológico.
    – Criação: setembro de 2024
    – Número de diretores: cinco

    Tarcísio emplaca nomes do próprio governo em agências reguladoras após reforma para blindar órgãos

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Bebê passa por 3 hospitais até de descobrir que era abusado pelos pais

    Bebê passa por 3 hospitais até de descobrir que era abusado pelos pais

    Criança de apenas um mês foi atendida várias vezes sem que sinais fossem identificados. Lesões graves só levantaram suspeitas em hospital de referência, e pais acabaram presos por abuso e violência.

    Um bebê de apenas um mês, vítima de abuso sexual em Barcelona, na Espanha, foi atendido por diferentes unidades de saúde antes que os indícios do crime fossem identificados, segundo informações divulgadas pela imprensa local.

    O caso ganhou repercussão na semana passada, quando os pais da criança, de 42 e 43 anos, tiveram a prisão preventiva decretada por suspeita de violência e abuso contra o próprio filho. Até então, eles não tinham antecedentes criminais.

    De acordo com o relato da avó, o bebê passou por um centro de saúde e por três hospitais antes de chegar ao Hospital Vall d’Hebron, onde surgiram as primeiras suspeitas de abuso.

    Foi nessa unidade que profissionais identificaram lesões graves compatíveis com violência sexual e acionaram imediatamente as autoridades. A polícia catalã, os Mossos d’Esquadra, prendeu os pais logo em seguida.

    Antes disso, a criança havia sido atendida no centro de saúde, no Hospital del Mar, no Hospital Sant Joan de Déu e no Hospital de Sant Pau. Foi neste último que começaram a surgir dúvidas sobre a origem dos ferimentos, levando ao encaminhamento para o Vall d’Hebron, referência no atendimento a casos de abuso infantil.

    As lesões observadas, incluindo fraturas e ferimentos, já levantavam preocupação entre os médicos. Ainda assim, os pais haviam procurado atendimento em várias unidades sem que o abuso fosse identificado inicialmente, situação que agora está sendo investigada pelas autoridades.

    Durante o processo judicial, pediatras que acompanharam o caso afirmaram que a criança apresentava lesões em diferentes estágios, indicando que os maus-tratos ocorreram de forma contínua ao longo das primeiras semanas de vida, e não em um único episódio.

    O bebê permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Vall d’Hebron. A mãe trabalhava como enfermeira na área de traumatologia da própria unidade, onde a criança também nasceu.

    Segundo a secretária de Saúde da Catalunha, Olga Pané, o bebê deve sobreviver, mas apresentará sequelas em decorrência das agressões, com possibilidade de danos neurológicos e comprometimento de outros órgãos.
     
     

     

    Bebê passa por 3 hospitais até de descobrir que era abusado pelos pais

  • O modo mais útil do Google será lançado em todo o mundo

    O modo mais útil do Google será lançado em todo o mundo

    Chama-se Search Live e foi lançado oficialmente em julho do ano passado. Agora, este novo modo passará a estar disponível em mais de 200 países diretamente através do aplicativo do motor de busca Google

    O Google anunciou nesta quinta-feira (26) a expansão global do Search Live, recurso que passa a funcionar em todos os países onde o Modo IA já está disponível, além de oferecer suporte a diversos idiomas.

    A ferramenta permite que o usuário utilize a câmera do celular para obter respostas em tempo real. Basta apontar o aparelho para um objeto ou situação, e a busca passa a considerar o que está sendo visto, oferecendo orientações de forma natural e contextual.

    “O Search Live foi criado para aqueles momentos em que você precisa de ajuda na hora e digitar uma busca não é suficiente”, informou a empresa em comunicado oficial.

    Na prática, o recurso possibilita, por exemplo, pedir ajuda ao montar um móvel ou identificar algo ao redor. A partir da imagem capturada, o sistema analisa o cenário e entrega sugestões, explicações e links úteis relacionados ao que aparece na tela.

    A funcionalidade começou a ser testada em julho de 2025, inicialmente restrita aos Estados Unidos e à Índia. Agora, com a ampliação, passa a alcançar mais de 200 países.

    O Search Live também conta com integração ao modelo de inteligência artificial Gemini 3.1 Flash Live, responsável por processar as interações em tempo real.

    Para usar o recurso, é necessário acessar o aplicativo do Google em dispositivos Android ou iOS e tocar no botão “Live”, localizado abaixo da barra de pesquisa.

    Caso a função ainda não esteja disponível, a recomendação é aguardar, já que a atualização está sendo liberada de forma gradual.

    O modo mais útil do Google será lançado em todo o mundo

  • Jessie J e a luta contra a ansiedade: "Sinto que me vou afundar"

    Jessie J e a luta contra a ansiedade: "Sinto que me vou afundar"

    Cantora relata ataque de pânico no palco e revela impacto do tratamento na rotina com o filho de dois anos. Artista afirma que enfrenta momento difícil, mas segue lidando com a ansiedade e a doença

    A cantora Jessie J usou as redes sociais para falar abertamente sobre um problema que enfrenta há anos: a ansiedade.

    Ela compartilhou um vídeo em que aparece cantando e revelou, na legenda, que estava passando por um ataque de pânico naquele momento.

    “Me veja superando um ataque de pânico no palco.

    Lembro que já tinha ansiedade quando era criança, mas piorou muito por volta dos 24 anos. Tem dias em que ela simplesmente não aparece, mas em outros é tão intensa que sinto como se não estivesse presente, como se o chão fosse instável e eu pudesse afundar a qualquer momento”, contou.

    “É difícil explicar para quem não vive isso. Naquele momento, foi como uma onda de medo. Dá para perceber no meu rosto, nos meus movimentos e até na minha voz. Quando assisti ao vídeo depois, fiquei orgulhosa de ter conseguido seguir em frente. Eu poderia ter parado”, acrescentou.

    A artista também disse que está enfrentando um período delicado na vida pessoal e que, em algumas apresentações, esses sentimentos acabam vindo à tona de forma inesperada.

    “Estou lidando com muitas coisas que não fazem parte do show, mas estão na minha mente e no meu coração. Às vezes, tudo isso aparece sem aviso. A ansiedade é assim, surge quando a gente menos espera”, explicou.

    Apesar das dificuldades, Jessie afirmou que hoje consegue lidar melhor com a situação.

    “Eu evoluí muito na forma como enfrento a ansiedade, mas quis compartilhar isso para quem também passa por isso. Muita gente me diz: ‘Você não parece ter ansiedade’ ou ‘Eu nunca conseguiria fazer o que você faz’. Mas eu tenho, sim. E às vezes também acho que não vou conseguir. Só que eu consigo. Eu convivo com isso, enfrento e não deixo que me domine”, concluiu.

     
     
     

     
     
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    Um post compartilhado por Jessie J (@jessiej)Jessie J enfrenta cancro da mama 

    A artista, que completa 38 anos nesta sexta-feira, enfrenta um diagnóstico de câncer de mama. No dia 3 de junho, ela contou aos fãs sobre a doença e, desde então, já passou por alguns procedimentos cirúrgicos.

    Em entrevista, a cantora desabafou sobre a dificuldade de conciliar o tratamento com a maternidade, especialmente por não conseguir dar a atenção que gostaria ao filho Sky, de apenas dois anos.

    “Ontem eu chorei. Sinto que não consigo ser a mãe que quero ser para o meu filho e sinto muita falta dele. É como se o câncer estivesse roubando momentos da nossa vida juntos. Quem tem uma criança pequena sabe o quanto elas mudam rápido. Você pisca e ela já está falando”, disse a artista.
     
     

    Jessie J e a luta contra a ansiedade: "Sinto que me vou afundar"