Autor: REDAÇÃO

  • Ratinho Junior diz que foi difícil desistir da eleição presidencial e que busca sucessor no Paraná

    Ratinho Junior diz que foi difícil desistir da eleição presidencial e que busca sucessor no Paraná

    Em agenda no interior do estado, governador afirma que pretende se dedicar a ‘passar o bastão’. No PSD, os governadores Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Ronaldo Caiado (Goiás) seguem pré-candidatos

    CURITIBA, PR (CBS NEWS) – O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), afirmou durante entrevista coletiva nesta quinta-feira (26) que a decisão que o levou a desistir da corrida à Presidência da República foi muito difícil e que “família e compromisso com os paranaenses” influenciaram o recuo.

    “O PSD tinha três nomes que estavam sendo analisados internamente e tomei uma decisão muito difícil, não tenha dúvida. Eu estava muito animado em ser uma opção para o brasileiro”, disse Ratinho Junior durante uma agenda oficial em Pato Branco, interior do Paraná.

    Ele afirmou que pesou na sua decisão “o compromisso com os paranaenses de ficar até o último dia do mandato”.

    O governador admitiu publicamente o interesse em participar das eleições ao Planalto no final de 2024 e, ao longo de 2025, trabalhou para entrar na disputa, inclusive viajando a outros estados para encontros com o empresariado. Ele divulgou à imprensa um comunicado sobre a desistência na segunda-feira (23).

    Com a saída de Ratinho Junior, os governadores Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Ronaldo Caiado (Goiás) seguem como pré-candidatos do PSD ao Planalto. A decisão do partido será anunciada até a próxima semana.

    Durante a coletiva desta quinta, Ratinho Junior indicou que o foco agora é tentar eleger um sucessor no estado. “A ideia é fazer as entregas nos próximos meses e construir [a candidatura de] alguém que possa dar continuidade a este trabalho. Passar o bastão”, disse ele.

    No Paraná, o PSD ainda não decidiu quem concorrerá ao Palácio Iguaçu e tem tido dificuldades para encontrar um nome com condições de enfrentar nas urnas o senador Sergio Moro. O ex-juiz tem liderado as pesquisas de intenção de voto e se filiou ao PL nesta semana, ao lado do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), em um ato marcado por críticas ao PT do presidente Lula, pré-candidato à reeleição.

    “Tenho muito medo que as brigas de Brasília venham a atrapalhar o Paraná. Nós conseguimos proteger o estado durante sete anos desta briga, que traz muito prejuízo para o Brasil. Minha função é fazer o escudo disso, proteger o paranaense”, disse.

    Até a filiação de Moro ao PL, a legenda integrava o grupo de Ratinho Junior no Paraná. Agora, lideranças do PL que seguem ao lado do governador articulam um movimento de desfiliação.

    Dos 53 prefeitos do PL hoje no Paraná, ao menos 48 estão dispostos a deixar o partido para continuar no grupo de Ratinho Junior, segundo o deputado federal Fernando Giacobo, que se reuniu com os gestores nesta quinta, em Curitiba.

    Giacobo renunciou à presidência do PL no Paraná logo após a filiação de Moro e deixou o partido. Nesta quinta, ele disse à Folha de S. Paulo que havia um acordo entre PL e PSD referendado no ano passado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e que o grupo permanecerá unido em torno do nome que será escolhido por Ratinho Junior para disputar o Executivo estadual.

    O deputado federal Filipe Barros, que assumiu o comando do partido no lugar de Giacobo, afirmou em nota que ele e Moro vão “dialogar com muita responsabilidade e respeito” com todos os prefeitos, vices e parlamentares. Barros é pré-candidato a senador na chapa de Moro.

    Além do ex-juiz, outros dois nomes já foram lançados para a corrida ao Governo do Paraná: o do ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca (MDB) e o do deputado estadual Requião Filho (PDT). O deputado é filho do ex-senador e ex-governador do Paraná Roberto Requião, que nesta quinta-feira se lançou pré-candidato a deputado federal pelo PDT.

     

    Ratinho Junior diz que foi difícil desistir da eleição presidencial e que busca sucessor no Paraná

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  • Rihanna descreve à polícia como protegeu filhos durante ataque a tiros

    Rihanna descreve à polícia como protegeu filhos durante ataque a tiros

    Cantora Rihanna ouviu dez estrondos, que atingiram um trailer perto da garagem de sua casa em Bervely Hills (Califórnia); acusada pode ser condenada à prisão perpétua se for considerada culpada

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A cantora Rihanna contou à polícia nesta quarta-feira (25) detalhes dos momentos de pânico pelos quais passou no início do mês, quando tiros foram disparados em direção à sua casa, em Bervely Hills (Califórnia). As informações constam em um relatório policial publicado pelo jornal britânico Daily Mail.

    De acordo com o documento, ela disse que escutou dez estrondos, e pensou serem apenas batidas. Ao olhar pela janela, viu que havia marcas no pára-brisa do trailer estacionado perto da garagem. A cantora contou que correu para avisar A$AP Rocky, seu marido. Os dois teriam então se jogado no chão, e seguiram abaixados até onde estavam Riot, 2, e RZA, 3, filhos do casal.

    Horas depois, a família foi vista deixando o local e indo para o aeroporto. Eles embarcaram em um jatinho. A mansão permanece fechada para investigação e perícia. Segundo a promotoria do caso, a suspeita é Ivanna Lisette Ortiz, 35. Ela não tem antecedentes criminais e teria disparado cerca de 20 tiros na direção da casa de Rihanna.

    Na quarta-feira (25), Ivanna falou pela primeira vez sobre seu suposto envolvimento no caso. Ela declarou inocência. Na internet circulam mensagens atribuídas a Ivanna com ataques diretos a famosos, incluindo a própria Rihanna.

    Em seu relato, a cantora disse ter recebido ameaças em suas redes sociais, mas não relaciona as mensagens com o ataque que sofreu.

    Ivanna foi presa em oito de março, mesmo dia em que o tiroteio aconteceu. Em sua primeira audiência no tribunal, declarou: “Posso dizer uma frase? Gostaria de dizer que não estava tentando cometer um assassinato. Mas era só isso que queria dizer”.

    A defesa da mulher nega que houve intenção de matar e a promotoria diz que muitas pessoas foram colocadas em situação de risco. O caso segue em andamento, e Ivanna pode ser condenada à prisão perpétua.

    Rihanna descreve à polícia como protegeu filhos durante ataque a tiros

  • Mauro Vieira conversa com chanceler do Irã sobre guerra no Oriente Médio

    Mauro Vieira conversa com chanceler do Irã sobre guerra no Oriente Médio

    Ministros trataram de impactos do conflito ao redor do mundo e perspectivas de negociação; diplomata brasileiro falou com Abbas Araghchi por telefone nesta quinta (26)

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, falou nesta quinta-feira (26) com o chanceler do Irã, Abbas Araghchi, sobre a guerra no Oriente Médio, iniciada após ataques dos Estados Unidos e Israel contra o país persa.

    Segundo o Itamaraty, os chanceleres trataram por telefone do atual estágio da guerra, da situação local, dos principais impactos globais do conflito e das perspectivas para uma saída negociada. A ligação foi feita de Paris, onde o brasileiro se encontra para reunião de chanceleres do G7.

    No Brasil, um dos principais efeitos da guerra foi o aumento do preço do óleo diesel como consequência do fechamento do estreito de Hormuz, uma das principais rotas de petróleo e gás natural do mundo.

    Mauro Vieira prestou solidariedade pelas vítimas dos ataques militares ao Irã. Com Aragchi, o chanceler brasileiro já travou diálogo direto com 11 países desde o início da guerra.

    No início do mês, a oposição da Câmara dos Deputados convocou Vieira para prestar esclarecimentos acerca da posição do Brasil sobre o conflito. O requerimento foi aprovado pela bancada bolsonarista, diante da ausência da base governista na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional.

    Após os primeiros ataques, o Brasil se manifestou de maneira oficial condenando a agressão americana, que rompeu com as negociações que vinham sendo feitas até o momento entre as partes.

    Na sessão, Vieira condenou os ataques americanos e iranianos e afirmou que não se pode deixar que o Irã se arme e busque armamento nuclear.

    Os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã começaram no final de fevereiro deste ano. Nas primeiras ofensivas, o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, foi morto. Como resposta, o Irã está concentrando uma ação militar no Oriente Médio contra seus vizinhos árabes no golfo Pérsico.

    Na última quarta-feira (25), quase um mês após o início da guerra, a televisão estatal persa informou que o regime iraniano rejeitou uma proposta apresentada pelos EUA para encerrar o conflito. A negativa foi divulgada com tom duro e irônico a despeito dos bombardeios incessantes feitos pelas forças americanas e por Israel e da crise energética que provoca instabilidade global.

    Ainda de acordo com a emissora Press TV, uma autoridade do regime afirmou que a medida buscava pôr fim ao que classificou de “guerra imposta”, mas deixou claro que a decisão sobre o fim do conflito cabe exclusivamente ao Irã.

    Antes, o regime já havia rebatido a afirmação de Donald Trump de que haveria negociações em andamento para encerrar o conflito. Em fala feita na mesma emissora, o porta-voz militar Ebrahim Zolfaqari disse que Trump estaria “negociando consigo mesmo” e negou a possibilidade de uma trégua no curto prazo. “Pessoas como nós nunca conseguirão se dar bem com pessoas como você [Trump]”, afirmou. “Como sempre dissemos, nenhum de nós fará um acordo com vocês. Nem agora nem nunca.”

    Mauro Vieira conversa com chanceler do Irã sobre guerra no Oriente Médio

  • STF forma maioria contra prorrogação da CPMI do INSS

    STF forma maioria contra prorrogação da CPMI do INSS

    Maioria foi formada pelos ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Nunes Marques, Dias Toffoli e Cármen Lúcia.  Já Mendonça e Luiz Fux votaram a favor da prorrogação

    O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos na tarde desta quinta-feira (26) para derrubar a decisão do ministro André Mendonça que determinou a prorrogação dos trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS.

    A maioria foi formada pelos ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Nunes Marques, Dias Toffoli e Cármen Lúcia.  Já Mendonça e Luiz Fux votaram a favor da prorrogação. 

    O julgamento continua para a tomada dos últimos votos, que serão proferidos pelo ministro Gilmar Mendes e pelo presidente da Corte, Edson Fachin. 

    Prorrogação

    Na última segunda-feira (23), Mendonça, que é relator do caso, deu prazo de 48 horas para que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), faça a leitura do requerimento de prorrogação dos trabalhos da CPMI. 

    O ministro atendeu ao pedido de liminar feito pelo presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG). Segundo o senador, há omissão de Alcolumbre e da Mesa Diretora ao não receberem o requerimento de prorrogação. 

    Mais cedo, Viana decidiu prorrogar a CPMI por até 120 dias e suspendeu a sessão até o fim do julgamento, para esperar a palavra final do STF. 

    STF forma maioria contra prorrogação da CPMI do INSS

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  • Anne Hathaway barra modelos muito magras em sequência de 'O Diabo Veste Prada'

    Anne Hathaway barra modelos muito magras em sequência de 'O Diabo Veste Prada'

    Atriz pediu aos produtores que garantissem que estrelas do desfile no filme não fossem esqueléticas; ela revelou que só se sentiu feliz com o próprio corpo agora, aos 43 anos de idade

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Anne Hathaway, 43, e Meryl Streep, 76, contaram à Harper’s Bazaar detalhes de bastidores das filmagens da continuação de “O Diabo Veste Prada”. As estrelas disseram que ficaram surpresas com a magreza das modelos na passarela em uma recente passagem pela Semana de Moda em Milão.

    Meryl diz ter ficado impressionada com a beleza das profissionais da moda, mas também as considerou alarmantemente magras. “Achei que isso já tivesse sido resolvido há anos. A Anne também percebeu”.

    Ela conta que Anne resolveu então tomar uma atitude: “Ela foi direto falar com os produtores para garantir que as modelos do desfile que estávamos organizando para o nosso filme não seriam tão esqueléticas. Ela é uma mulher de fibra”, contou a intérprete de Miranda Priestly.

    Durante a conversa, Anne falou sobre o processo de aceitação de seu corpo. Ela contou que só se sentiu feliz com ele aos 43 anos. Ou seja, nos dias atuais: “Alguns dias você se olha no espelho e pensa: ‘Nada mal’. E outros dias você se olha no espelho e pensa: ‘O quê?’. Quando eu esperava ver algo que não era eu, me sentia insegura. Mas quando olhei para o que realmente era, fiquei bem com isso.”

    “O Diabo Veste Prada” foi lançado em 2006. Duas décadas depois, muitas coisas mudaram no mundo da moda, como a preocupação em se tornar um ambiente mais inclusivo e diverso. Diferentemente do primeiro filme, Hathaway agora enxerga que a continuação foi produzida “à vista de todos”.

    O longa tem estreia confirmada nos cinemas do Brasil em 30 de abril de 2026.

     

    Anne Hathaway barra modelos muito magras em sequência de 'O Diabo Veste Prada'

  • França vence com 10 e dá choque de realidade no Brasil a 76 dias da Copa

    França vence com 10 e dá choque de realidade no Brasil a 76 dias da Copa

    FOXBOROUGH, EUA (UOL/FOLHAPRESS) – A seleção brasileira perdeu para a França por 2 a 1, no amistoso que colocou o Brasil diante do adversário mais complicado enfrentado até aqui na era Carlo Ancelotti. E olha que a equipe francesa jogou a maior parte do segundo tempo com um a menos.

    Os gols da vitória francesa foram de Mbappé e Ekitiké, um em cada tempo do jogo no Gillette Stadium, em Foxborough, região metropolitana de Boston (EUA).

    Bremer descontou para o Brasil, acirrando a briga entre os zagueiros por uma vaga na Copa.

    O Brasil teve um primeiro tempo ruim, tanto que saiu perdendo após um erro de Casemiro, e buscou mais o jogo na etapa final. Mas não o suficiente para evitar a derrota.

    E pior: o Brasil tomou o segundo gol da França mesmo quando estava em vantagem de 11 contra 10, após a expulsão de Upamecano. O rival europeu mostrou por que está na lista dos favoritos à Copa do Mundo.

    Foi a terceira derrota em nove jogos da seleção brasileira sob o comando de Ancelotti. A ressalva é que foi com muitos desfalques, mas foi um choque de realidade a 76 dias do Mundial.

    Em um universo de testes, Luiz Henrique melhorou o time no segundo tempo. O zagueiro Ibañez foi testado como lateral na etapa final, mas teve atuação discreta. O volante Danilo entrou como dono das bolas paradas, quando o Brasil já estava mais desesperado.

    Vini Jr. passou a ser o camisa 10, mas foi um dos piores do Brasil em campo.

    O Brasil volta a campo na terça-feira, contra a Croácia, em Orlando, às 21h (de Brasília), para fazer o último amistoso antes da lista final da Copa.

    PRESSÃO FRANCESA

    A França ignorou o ambiente mais brasileiro na arquibancada e rapidamente mostrou seu poderio, pela forma com a qual dominou a posse de bola. Ao fim do primeiro tempo, o placar nesse quesito estava em 65% a 35% para os franceses.

    A receita do time de Deschamps, muito mais entrosado, foi marcar a saída do Brasil de forma intensa e adiantada. Com a bola, os movimentos do meio pra frente envolveram a defesa brasileira.

    O time de Ancelotti tentava se safar em bloco baixo, com duas linhas de quadro e a dupla Vini Jr. e Matheus Cunha mais à frente.

    O Brasil não conseguiu reter a bola no campo ofensivo. Estava sempre tentando jogadas na correria, mas falhava na execução de dribles e passes. O goleiro Ederson, para complicar, ainda não estava no melhor dos dias na saída com os pés.

    A inversão de lado entre Martinelli e Raphinha teve um efeito, mas ele não foi duradouro. Foi nesse contexto que o Brasil conseguiu recuperar uma bola na frente e acionar Martinelli. A batida de canhota passou perto.

    O GOL DE MBAPPÉ

    No contexto de pressão na saída de bola, roubou a bola de Casemiro. Simbólico que um tenha sido sucessor do outro no Real Madrid.

    E aí o passe em velocidade para Mbappé foi como uma flecha entre os zagueiros brasileiros. Fora de posição porque era uma jogada de ataque, Léo Pereira não interceptou e Bremer não conseguiu fazer a cobertura. O camisa 10 da França mostrou toda sua classe ao tocar por cima de Ederson, aos 31 minutos do primeiro tempo.

    COMO ANCELOTTI TENTOU CORRIGIR

    Raphinha foi o primeiro a sair na seleção brasileira. Segundo a CBF, ele sentiu dores na coxa direita e será reavaliado nesta sexta-feira (27).

    Veio a calhar, porque ele não estava jogando bem e quem entrou foi Luiz Henrique. A “irresponsabilidade” do bem com a bola no pé desse driblador nato trouxe efeito imediato para a seleção. As jogadas pela direita passaram a fluir.

    Em uma das escapadas do Brasil, Wesley sairia na cara do goleiro, se não tivesse sofrido falta de Upamecano. Inicialmente, o zagueiro francês levou cartão amarelo. Mas o VAR chamou, e o árbitro decidiu pelo vermelho direto.

    O PÓS-EXPULSÃO? GOL DA FRANÇA

    O Brasil passou a marcar ainda mais adiantado. Mas aí a França, com sua qualidade técnica e leitura, conseguiu se ajustar.

    O segundo gol foi um contra-ataque bem construído pelo lado francês. O Brasil estava tão desorganizado que Olise conduziu a bola em um cenário de quatro jogadores atacando e três brasileiros defendendo. Léo Pereira deu um passe para o lado na corrida e aí foi fatal: bola para Ekitiké. Mais uma finalização que encobriu Ederson: 2 a 0 aos 19 minutos do segundo tempo.

    TESTES PARA TODO LADO

    O cenário do jogo foi a senha para Ancelotti deflagrar de vez os testes na seleção. Ele já tinha colocado João Pedro, em uma troca pensando em presença de área, ainda quando estava empatado.

    Com 2 a 0 atrás, vieram mexidas mais pelo aspecto da observação. Ibãnez, por exemplo, entrou como lateral-direito, no lugar de Wesley. No meio-campo, Danilo, do Botafogo, substituiu Andrey Santos.

    REAGIU, MAS NÃO BASTOU

    O Brasil se lançou ainda mais ao ataque. Mas a França seguiu muito consciente, trocando passes como melhor modo de se defender.

    Só que a seleção conseguiu um gol depois de cruzar bola para a área francesa – a batida foi de Danilo. Luiz Henrique tocou para o centro da área, e coube a Bremer aparecer entre os zagueiros e fazer o gol brasileiro.

    Ancelotti ainda promoveu as estreias de Igor Thiago e Gabriel Sara, em uma tentativa final de pelo menos empatar. Bremer teve a chance mais clara de ser o herói por completo. Mas não deu.

    FICHA TÉCNICA

    Brasil 1 x 2 França
    Local: Gillette Stadium, em Foxborough (EUA)
    Data/hora: 26/3/2026, às 17h (de Brasília)
    Árbitro: Guido Gonzales Jr (EUA)
    Assistentes: Nick Uranga e Cory Richardson (EUA)
    Cartão vermelho: Upamecano, 10’/2ºT (FRA)
    Gols: Mbappé, 31’/1ºT (FRA); Ekitiké, 19’/2ºT (FRA); Bremer, 33’/2ºT (BRA)

    Brasil: Ederson, Wesley (Ibañez), Bremer, Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro (Gabriel Sara), Andrey Santos (Danilo); Raphinha (Luiz Henrique), Martinelli (João Pedro), Vini Jr e Matheus Cunha (Igor Thiago). Técnico: Carlo Ancelotti.

    França: Maignan, Malo Gusto (Kalulu), Konaté, Upamecano e Theo Hernandez; Tchouaméni (Kanté) e Rabiot; Dembélé (Lacroix), Olise (Akliouche), Ekitiké (Doué) e Mbappé (Thuram). Técnico: Didier Deschamps

    França vence com 10 e dá choque de realidade no Brasil a 76 dias da Copa

  • Conselho do São Paulo reprova balanço de 2025 da gestão Casares

    Conselho do São Paulo reprova balanço de 2025 da gestão Casares

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Conselho Deliberativo do São Paulo rejeitou o balanço financeiro de 2025, o último da gestão Júlio Casares à frente do clube. Com 194 votos a 34, a pauta foi reprovada pelos conselheiros. Quatro se abstiveram.

    SAQUES NÃO JUSTIFICADOS CRIARAM POLÊMICA

    Apesar de o balanço apresentar um superávit de R$ 56,8 milhões, sendo impulsionado por arrecadação recorde próxima de R$ 1 bilhão, o principal ponto de divergência é a falta de explicações sobre saques realizados pela gestão anterior.

    Durante a apresentação conduzida por Sérgio Pimenta, diretor financeiro do clube, foi informado que o departamento identificou R$ 11 milhões em saques ligados à antiga presidência de Julio Casares.

    Desse total, R$ 4 milhões possuem justificativas detalhadas, como despesas com arbitragem e premiações.

    Por outro lado, R$ 6,95 milhões foram classificados como “fundo promocional da presidência”, sem documentação ou explicação clara sobre o destino dos recursos.

    Samir Xaud afirmou que foi pego de surpresa com inscrição no meião dos jogadores; dirigente destaca identidade e afirma que já pediu à Nike para mudar ‘Brasa’ por Brasil

    Folhapress | 18:23 – 26/03/2026

    Conselho do São Paulo reprova balanço de 2025 da gestão Casares

  • Apesar de recuo do Chile, governo Lula deve seguir apoiando candidatura de Bachelet à ONU

    Apesar de recuo do Chile, governo Lula deve seguir apoiando candidatura de Bachelet à ONU

    Escolha de ex-presidente chilena como primeira secretária-geral da história também é endossada pelo México; José Antonio Kast, ultradireitista recém-empossado no Chile, falou em ‘divergências’ ao retirar apoio

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deverá seguir na defesa da candidatura de Michelle Bachelet, ex-presidente do Chile, para o cargo de secretária-geral da ONU (Organização das Nações Unidas) -mesmo após o governo chileno retirar o apoio ao nome dela.

    No anúncio feito na segunda-feira (23), Santiago, hoje sob o comando do ultradireitista José Antonio Kast, afirmou que as divergências com alguns dos principais atores envolvidos no processo tornaram a candidatura inviável.

    A escolha de Bachelet -que seria a primeira mulher a chefiar a ONU na história da organização- tinha o apoio conjunto de Brasil e México e estava sendo impulsionada por Lula e pelo antecessor de Kast, o esquerdista Gabriel Boric. A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, também já disse que manterá o endosso a Bachelet.

    Segundo auxiliares do presidente Lula, a ausência do apoio do Chile pode dificultar a conquista do cargo e deve ser utilizado contra a chilena por seus adversários na disputa.

    A corrida pela Secretaria-Geral terá Rebeca Grynspan, escolhida por Costa Rica, o senegalês Macky Sall, candidato do Burundi, e Rafael Grossi, apoiado pela Argentina de Javier Milei. O primeiro debate está marcado para a semana de 20 de abril.

    Lula já havia declarado apoio a Bachelet no momento da inscrição da chilena ao cargo. Ela foi a única mulher à frente da presidência do Chile (2014-2018) e já ocupou a cadeira de diretora-executiva da ONU Mulheres, além de ter sido alta comissária das Nações Unidas para Direitos Humanos de 2018 a 2022.

    Se eleita, ela sucederia o atual secretário-geral, Antonio Guterres, cujo mandato encerra em 31 de dezembro de 2026.

    Kast tomou posse como presidente do Chile no último dia 11, solenidade para a qual havia convidado o presidente Lula durante reunião dos dois em viagem oficial ao Panamá. O brasileiro chegou a confirmar oficialmente a presença na cerimônia -mas cancelou de última hora, enviando o chanceler Mauro Vieira como representante.

    O cancelamento não foi oficialmente esclarecido pelo governo brasileiro, que anunciou o recuo um dia após Flávio Bolsonaro (PL-RJ) confirmar que iria à posse. Lá, o senador criticou a ausência do petista, disse que Lula tinha “ódio no coração” e que foi “pequeno” por faltar a posse.

    Integrantes do governo brasileiro negaram relação entre a ausência de Lula e a presença de Flávio, que deverá ser o principal opositor do presidente nas eleições deste ano, e atribuíram a mudança de planos ao momento sensível vivido no Brasil, na época, com a alta de preços do óleo diesel graças à guerra no Irã.

    Na passagem pelo Chile, o chanceler brasileiro entregou a Kast uma carta-convite para visitar o Brasil.

    A agenda entre Lula e Kast previa um encontro bilateral no Palácio Presidencial Cerro Castillo, em Viña del Mar. Entre os temas previstos estavam discussões sobre comércio exterior, investimentos e turismo. Em seguida, o brasileiro participaria da cerimônia de posse no Congresso Nacional chileno, em Valparaíso.

    Apesar de recuo do Chile, governo Lula deve seguir apoiando candidatura de Bachelet à ONU

  • Governo diz que não há risco de desabastecimento de diesel no país

    Governo diz que não há risco de desabastecimento de diesel no país

    MME afirma que há estoque garantido até fim de abril, inclusive com maior oferta que demanda; fiscalização contra preços abusivos já levou à autuação de 16 distribuidoras de combustíveis

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O governo federal disse nesta quinta-feira (26) que não há risco de desabastecimento de diesel no país, que o país tem reservas de combustível para atender os meses de março e abril e que não há nenhum sinal de falta do insumo.

    Segundo o MME (Ministério de Minas e Energia), as condições de mercado têm sido monitoradas a cada 48 horas, levando em conta oferta e demanda, e que relatos de falta de combustíveis “são pontuais”, devendo ser analisados caso a caso -inclusive como eventual possibilidade de “recusa de oferta do produto”.

    As previsões atuais apontam que, em abril, deverá haver maior oferta do que a demanda prevista para diesel.

    De acordo com o secretário nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do MME, Renato Dutra, o país conta com oferta suficiente do combustível e com fluxo de importações já garantido.

    Ele afirmou que os dados são confirmados junto a produtores, importadores, refinadores e distribuidores. “Os dados oficiais são confirmados junto a esses agentes para sabermos qual vai ser a demanda prevista e a oferta que a gente tem já planejada, tanto de produção quanto de importação”, disse.

    O Ministério da Justiça fez um levantamento sobre as fiscalizações realizadas até agora, desde o dia 9 de março. Forças-tarefa atuaram em 12 estados e 50 cidades, com fiscalização de 342 agentes regulados, sendo 78 distribuidores de combustíveis, dos quais 16 foram autuados por prática de preços abusivos.

    Em alguns casos, segundo o governo, foi identificado aumento de margem superior a 270% de uma semana para outra.

    Como mostrou a Folha de S. Paulo, as fiscalizações sobre a alta abrupta do preço do diesel ocorrida entre o fim de fevereiro e início de março revelam que distribuidoras do combustível chegaram a vender o produto com alta de até R$ 1,75 por litro, mesmo quando seus custos permaneceram estáveis ou até caíram no mesmo período.

    Além disso, os Procons realizaram fiscalizações em 3.181 postos de combustíveis, distribuídos por 190 municípios em todos os 27 estados. Um total de 236 distribuidoras foram alvo de inspeções, com 1.785 notificações emitidas.

    Na última semana analisada, de 23 a 26 de março, houve intensificação das operações, com fiscalização de 1.360 postos, emissão de 739 notificações e atuação sobre 112 distribuidores.

    A Petrobras ampliou a oferta de gasolina e diesel aos seus clientes para entrega em abril, dentro da dinâmica de atendimento de contratos comerciais, após distribuidores terem alertado para riscos de abastecimento com a recente disparada nos preços do petróleo.

    Em comunicado, a empresa confirmou informações divulgadas pela Reuters nesta manhã. Os volumes adicionais que serão incorporados a compromissos assumidos para o próximo mês junto a distribuidoras somam 70 milhões de litros de diesel S10 e 95 milhões de litros de gasolina, disse a Petrobras.

    A decisão da Petrobras por ampliar as entregas via contratos ocorre após a reguladora ANP ter notificado a companhia na semana passada para que ela ofertasse “imediatamente” volumes referentes a leilões de combustíveis da estatal que haviam sido cancelados.

    Governo diz que não há risco de desabastecimento de diesel no país

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  • Presidente da CBF veta ‘Brasa’ no uniforme da seleção brasileira

    Presidente da CBF veta ‘Brasa’ no uniforme da seleção brasileira

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Samir Xaud, afirmou que foi “pego de surpresa” com o meião do uniforme da seleção brasileira apresentado pela Nike com a inscrição “Brasa” em vez de “Brasil”. Segundo o dirigente, o lema definido pela empresa para descrever sua campanha de marketing não estará no uniforme dos jogadores.

    “Fui pego um pouco de surpresa. O que me foi apresentado quando estava lá não tinha ‘Brasa’, mas sabíamos que havia uma campanha publicitária que seria feita para a Copa em relação a isso.

    De antemão, pelo respeito que tenho pela bandeira do Brasil, que todos já sabem, e pela seleção brasileira, não tem ‘Brasa’ no nosso uniforme principal”, disse Xaud em entrevista à ESPN.

    Apesar de afirmar que não tinha conhecimento da escolha feita pela patrocinadora, o dirigente disse que o meião apresentado se trata apenas de uma campanha de divulgação. “Isso foi feito pela Nike para uma campanha publicitária isolada, mas deixo claro que nosso uniforme é o nosso manto, verde e amarelo. Sempre deixo isso claro.”

    Xaud contou ainda que, como o contrato atual com a Nike foi assinado na gestão passada, ele teve que se debruçar sobre uma série de questões assim que assumiu o cargo, em maio de 2025. Segundo o dirigente, a polêmica mais sensível ocorreu após a ideia da fornecedora de lançar uma camisa vermelha.

    “Ao meu conhecimento, a partir do momento em que entrei, já no primeiro mês de gestão, nós nos debruçamos sobre assuntos importantes e vocês acompanharam comigo a questão da camisa vermelha, uma coisa que de princípio já barramos, pois eu sei da nossa identidade, da nossa cultura como brasileiros, como torcedores”, explicou. “Essa questão do patriotismo, sempre deixo claro: independentemente de lado político, aqui não estamos para fazer política em cima do futebol, principalmente na CBF.”

    Procurada pela reportagem, a Nike não respondeu até a publicação deste texto.

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    Folhapress | 16:36 – 26/03/2026

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