Autor: REDAÇÃO

  • “Loucura”! Time com policial e guarda prisional faz história na UEFA

    “Loucura”! Time com policial e guarda prisional faz história na UEFA

    O Lincoln Red Imps entrou para a história na última quinta-feira ao derrotar o Lech Poznan por 2 a 1, em partida válida pela segunda rodada da fase de grupos da Liga Conferência Europa. Com o resultado, o clube tornou-se o primeiro time de Gibraltar a conquistar uma vitória em competições organizadas pela UEFA.

    Kike Gómez abriu o placar no Victoria Stadium aos 33 minutos, mas Mikael Isahk empatou aos 77, convertendo um pênalti. No entanto, aos 88 minutos, Christian Rutjens marcou o gol da vitória, garantindo um resultado histórico que o time e o país dificilmente esquecerão — especialmente Lee Casciaro.

    Aos 44 anos, o atacante e policial alcançou o ponto mais alto de uma carreira dedicada a um único clube. Em entrevista à rádio britânica talkSPORT neste sábado, ele explicou:

    “Trabalho para o Ministério da Defesa de Gibraltar. Para ser sincero, sou policial há 22 anos e só prendi uma pessoa. Sou um bom policial.”

    Casciaro acrescentou: “É basicamente uma base militar, então o trabalho tem mais a ver com segurança do que com policiamento tradicional — segurança de embarcações e do exército (…). A maioria dos meus companheiros agora é de jogadores profissionais em tempo integral. Com exceção do goleiro, que trabalha como agente penitenciário, os outros se dedicam apenas ao futebol.”

    “Todo mundo simplesmente enlouqueceu”

    Sobre a partida, Casciaro descreveu o turbilhão de emoções vividas:

    “Quando o árbitro marcou aquele pênalti, ficamos bem decepcionados, porque sabíamos que eles provavelmente venceriam. Em um time menor, é mais fácil que marquem pênaltis contra nós, já que normalmente os árbitros favorecem as equipes maiores.”

    “Ficamos frustrados, mas aos 88 minutos Christian fez aquele gol de cabeça, e foi uma euforia total — para os jogadores e para toda Gibraltar. Todo mundo simplesmente enlouqueceu. É uma conquista enorme para um país tão pequeno, mas o Lincoln Red Imps sempre encontra uma maneira de chegar lá.”

    “É um grande incentivo para nós percebermos que não estamos aqui apenas para participar. Estamos aqui para conquistar resultados — e quem sabe até onde isso pode nos levar? Com o novo formato da fase de grupos, mesmo com uma vitória e um empate, podemos chegar aos playoffs.”

    “Enquanto eu não for um peso, é o suficiente para aproveitar”

    Lee Casciaro nunca foi uma estrela mundial. Como atacante, sua melhor temporada foi em 2021/22, com quatro gols e sete assistências em 30 jogos. A idade já começa a pesar, mas ele garante que ainda não pensa em se aposentar.

    “Agora tenho 44 anos. Só quero aproveitar o momento e continuar jogando enquanto puder, ajudando o time a evoluir. Enquanto eu não for um peso para a equipe, isso já é o suficiente para curtir o jogo”, concluiu o veterano do Lincoln Red Imps.

    “Loucura”! Time com policial e guarda prisional faz história na UEFA

  • EUA impõem sanções ao presidente da Colômbia e família; saiba o Porquê

    EUA impõem sanções ao presidente da Colômbia e família; saiba o Porquê

    A administração Trump impôs hoje sanções contra o Presidente da Colômbia, a sua família e um membro do seu governo, devido a acusações de envolvimento no comércio global de drogas.

    O Departamento do Tesouro aplicou sanções contra Gustavo Petro; sua esposa, Verónica del Socorro Alcocer García; seu filho, Nicolás Fernando Petro Burgos; e o Ministro do Interior da Colômbia, Armando Alberto Benedetti.

    Petro “permitiu que os cartéis de drogas prosperassem e se recusou a interromper essa atividade”, disse o Secretário do Tesouro, Scott Bessent, em um comunicado.

    “O presidente Trump está tomando medidas firmes para proteger nossa nação e deixar claro que não toleraremos o tráfico de drogas para nosso país”, acrescentou Bessent.

    A medida intensifica um confronto crescente entre o presidente republicano dos EUA e o primeiro líder de esquerda da Colômbia, especialmente por causa dos ataques americanos — que resultaram em mortes — a supostos barcos transportando drogas na América do Sul.

    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, confirmou hoje que ele, seus filhos e sua esposa constam na lista do Office of Foreign Assets Control (Ofac) do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, conhecida como “Lista Clinton”, algo que classificou como um “paradoxo” e atribuiu à sua luta contra o narcotráfico.

    “Lutar contra o narcotráfico durante décadas e com eficácia me traz essa medida do governo da sociedade que tanto ajudamos a conter o consumo de cocaína”, escreveu Petro na rede social X, em um momento de escalada de tensões entre a Colômbia e os Estados Unidos devido ao combate às drogas.

    “Um verdadeiro paradoxo, mas sem dar um passo atrás e nunca de joelhos”, afirmou Petro.

    A administração Trump expandiu sua repressão para o Oceano Pacífico oriental, onde grande parte da cocaína dos maiores produtores mundiais, incluindo a Colômbia, é contrabandeada, com o destacamento de forças militares para a região.

    O Exército dos EUA está enviando um porta-aviões para as águas da América do Sul, anunciou hoje o Pentágono.

    Esperava-se que as sanções fossem aplicadas depois que Trump afirmou recentemente que cortaria a ajuda à Colômbia e imporia tarifas sobre suas exportações, referindo-se a Petro nas redes sociais, nos últimos dias, como “um líder do tráfico de drogas ilegal”. “É um cara que está produzindo muitas drogas”, disse Trump a repórteres na Sala Oval na quarta-feira.

    “É melhor ele tomar cuidado, ou tomaremos medidas muito sérias contra ele e seu país.”

    No mês passado, os EUA adicionaram a Colômbia — o maior destinatário de ajuda americana na região — à lista de nações que não cooperam na guerra contra as drogas, pela primeira vez em quase 30 anos.

    Depois de Trump acusá-lo de ter ligações com o tráfico de drogas, Petro disse na quarta-feira que recorrerá ao sistema judicial dos EUA para se defender. “Contra as calúnias que altos funcionários lançaram sobre mim em solo americano, defenderei juridicamente, com advogados americanos, nos tribunais dos EUA”, escreveu Petro no X, sem citar Trump, mas mencionando uma reportagem sobre os comentários dele.

    Um dia antes, a política antidrogas de Petro foi tema de uma reunião entre ele e o encarregado de negócios dos EUA na Colômbia, John T. McNamara. McNamara também se encontrou com a Ministra das Relações Exteriores, Rosa Yolanda Villavicencio Mapy, na quinta-feira.

    EUA impõem sanções ao presidente da Colômbia e família; saiba o Porquê

  • Príncipe Andrew é pressionado a abandonar mansão em Windsor

    Príncipe Andrew é pressionado a abandonar mansão em Windsor

    A continuação do príncipe Andrew na sua morada oficial, o Royal Lodge, em Windor, pode estar por um fio. Segundo a imprensa internacional, o irmão do rei Charles III estaria em negociações com o Palácio de Buckingham para deixar este local. 

    A permanência do príncipe Andrew em sua residência oficial, o Royal Lodge, em Windsor, pode estar por um fio. Segundo a imprensa internacional, o irmão do rei Charles III estaria em negociações com o Palácio de Buckingham para deixar o local.

    A propriedade, onde vivem Andrew e sua ex-esposa, Sarah Ferguson, tem 30 quartos e estava garantida ao príncipe e à família até 2078, já que ele havia assinado um contrato de arrendamento com a Crown Estate — uma empresa privada que administra propriedades no Reino Unido em nome da nação e cujos lucros vão para o Tesouro.

    No entanto, com as recentes polêmicas envolvendo seu nome, a pressão que o monarca vem exercendo sobre o irmão é muito grande, e a decisão de deixar o local pode estar prestes a ser tomada.

    O jornal The Times obteve uma cópia do contrato que revela que Andrew pagou 1 milhão de libras pelo arrendamento e mais 7,5 milhões por reformas realizadas em 2005. No podcast A Right Royal, Andrew Lownie, autor do livro Entitled: The Rise and Fall of the House of York, afirmou que a única forma de o príncipe deixar a residência é “voluntariamente”.

    “Ele tem um contrato de arrendamento rígido. Acho que a única maneira de ele sair é de forma voluntária. A imagem é péssima para um membro da realeza que não trabalha e que vive em uma mansão de 30 quartos. E ele, claro, é um homem que coloca o país e a monarquia em primeiro lugar, então espero que ele faça a coisa certa”, explicou o biógrafo real.

    “A única pressão que poderia ser exercida sobre ele seria em relação à forma como suas filhas [a princesa Eugenie e a princesa Beatrice] são tratadas e, talvez, se as pessoas as pressionarem, ele possa tomar essa decisão”, acrescentou Lownie.

    Vale lembrar que, no último dia 17 de outubro, o príncipe Andrew divulgou um comunicado anunciando que havia perdido seus títulos reais.

    “Após conversar com o rei e com minha família, tanto próxima quanto estendida, concluímos que as constantes acusações contra mim distraem o trabalho de Sua Majestade e da família real. Decidi, como sempre, priorizar meu dever para com minha família e meu país. Mantenho a decisão tomada há cinco anos de me afastar da vida pública.

    Com a concordância de Sua Majestade, sentimos que devo agora dar um novo passo. Portanto, não usarei mais meu título nem as honrarias que me foram concedidas. Como já disse anteriormente, nego veementemente as acusações contra mim”, declarou o príncipe.

    Essa decisão vem na esteira do escândalo sexual que envolve Jeffrey Epstein, amigo próximo do príncipe Andrew.

    Príncipe Andrew é pressionado a abandonar mansão em Windsor

  • Trump volta à Ásia, mas é a Ásia que está 'de olho' nele. Porquê?

    Trump volta à Ásia, mas é a Ásia que está 'de olho' nele. Porquê?

    O chefe de Governo dos EUA, Donald Trump, visita a Malásia, o Japão e a Coreia do Sul, com os países a terem planos delineados para estas reuniões. Rumores de um encontro com o líder da Coreia do Norte surgiram também, e Trump mostrou-se “100%” disponível: “Ele sabe onde estou”.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, iniciou no fim desta semana uma viagem pela Ásia, tendo como primeira parada a Malásia. O líder norte-americano chegará ao país na manhã de domingo — ainda madrugada em Portugal continental — para o que será sua primeira viagem pelo continente asiático neste mandato.

    A visita ocorre meses depois de Washington abrir a possibilidade de uma guerra comercial, ao impor tarifas alfandegárias consideradas “recíprocas”. A medida, adotada em abril, mexeu com os mercados e gerou negociações, além de sucessivos adiamentos de sua aplicação — e acabou transformando Trump e seu famoso “quadro gigante” em alvos de memes.

    Embora as paradas na Malásia, Japão e Coreia do Sul estejam confirmadas, Trump ainda manifesta o desejo de ir além e se encontrar com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un.

    Mas antes de Kim Jong-un, a agenda: o que Trump busca com esse trio de países?

    Malásia
    Ao chegar à Ásia, mais precisamente a Kuala Lumpur, Trump espera assinar um acordo comercial com a Malásia, onde também será firmado um acordo de paz entre o Camboja e a Tailândia — países que, nos últimos meses, aumentaram o tom das tensões entre si, resultando inclusive em mortes. Uma escalada na fronteira deixou pelo menos 50 mortos e centenas de milhares de deslocados.

    Trump chegou a ameaçar impor tarifas aos dois países caso não interrompessem os combates. Sob pressão, Camboja e Tailândia firmaram uma trégua, embora continuem se acusando mutuamente de violar o acordo. Essa foi uma das oito disputas que Trump afirma ter ajudado a encerrar — um dos argumentos que ele usa para justificar por que deveria receber um Prêmio Nobel da Paz.

    De acordo com o The New York Times, na Malásia Trump também se reunirá com pelo menos dez líderes regionais que participam da cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN). Para os Estados Unidos, o Sudeste Asiático tem grande valor não apenas pelo tamanho de seu mercado, mas também por sua importância estratégica como um “bastião” contra a influência da China.

    O Sudeste Asiático também é vital para as empresas norte-americanas, muitas das quais transferiram suas operações da China para a região. Por outro lado, os EUA são um dos principais mercados para países como Vietnã, Filipinas e Tailândia — vizinhos atentos à natureza dos acordos que serão firmados entre Washington e Kuala Lumpur.

    Japão
    De lá, Trump segue para o Japão, onde se encontrará com a nova primeira-ministra, Sanae Takaichi, a primeira mulher a ocupar o cargo no país. Em seu primeiro discurso sobre política geral do governo, na sexta-feira, Takaichi destacou o papel dos Estados Unidos:

    “A aliança nipo-americana continua sendo a pedra angular de nossa política externa e de segurança”, declarou, segundo a Agência France-Presse.
    A chefe de governo afirmou ainda que pretende “elevar as relações nipo-americanas a novos patamares”. Trump é esperado em Tóquio na segunda-feira. O Japão, inclusive, já antecipou em dois anos o cumprimento de algumas exigências de Washington, como destinar 2% do PIB ao setor de defesa.

    Coreia do Sul
    A viagem se encerra na Coreia do Sul, onde ocorrerá, em Gyeongju, uma reunião da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (APEC) — o evento mais importante da presidência de Lee Jae Myung desde que ele assumiu o cargo em junho.

    Segundo o New York Times, as atenções estarão voltadas para um possível avanço nas negociações sobre tarifas. Desde a Guerra da Coreia, Washington e Seul mantêm uma estreita aliança, especialmente no enfrentamento da influência chinesa na região.

    A Coreia do Sul abriga a maior base militar dos EUA fora do país, e sua proximidade com a China e a Coreia do Norte é vista como uma vantagem estratégica para Washington.

    A economia sul-coreana, fortemente voltada para a exportação, depende bastante do comércio com a China — e, diferentemente de seu antecessor conservador, Lee busca evitar um confronto direto com Pequim. A reunião em Gyeongju será, portanto, um teste à habilidade diplomática do presidente sul-coreano.

    E quanto a Kim Jong-un?
    Apesar de a agenda oficial já estar definida, Trump tem manifestado interesse em se encontrar com o líder norte-coreano, Kim Jong-un. Na sexta-feira, um funcionário norte-americano, sob anonimato, afirmou que o encontro “não está programado”.

    Antes disso, a Coreia do Sul havia dito que havia grande possibilidade de uma reunião entre os dois líderes. Segundo o ministro da Unificação de Seul, Chung Dong-young, a Coreia do Norte “parece estar prestando atenção” aos Estados Unidos.

    “Há vários sinais que sugerem uma forte possibilidade de encontro entre os dois líderes”, declarou o ministro.
    Ao embarcar para a Ásia, Trump falou com jornalistas sobre o assunto:

    “Estou 100% disponível para me encontrar com o líder norte-coreano. Dou-me muito bem com ele”, afirmou já a bordo do avião presidencial.
    Questionado antes de embarcar, respondeu de forma enigmática:

    “Ele sabe que eu estou indo até lá.”

    Trump volta à Ásia, mas é a Ásia que está 'de olho' nele. Porquê?

  • Dólar e Bolsa fecham em leve alta após dados de inflação do Brasil e dos EUA abaixo do esperado

    Dólar e Bolsa fecham em leve alta após dados de inflação do Brasil e dos EUA abaixo do esperado

    O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelou que a inflação medida pelo IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15) desacelerou a 0,18% em outubro, após marcar 0,48% em setembro

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar subiu 0,13% nesta sexta-feira (24) e encerrou a semana cotado a R$ 5,392, com investidores repercutindo dados de inflação do Brasil e dos Estados Unidos.

    A moeda oscilou entre os sinais ao longo da maior parte do pregão, tendo marcado R$ 5,362 na mínima e R$ 5,402 na máxima, até firmar no positivo no final da tarde.

    Já a Bolsa avançou 0,3%, a 146.172 pontos, distante do pico de 147.239 pontos atingido no começo das negociações.

    Nesta manhã, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelou que a inflação medida pelo IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15) desacelerou a 0,18% em outubro, após marcar 0,48% em setembro.

    A taxa de 0,18% é a menor para meses de outubro desde 2022, quando marcou 0,16%, e veio abaixo da mediana das projeções do mercado de 0,21%, segundo a agência Bloomberg.

    Pelo período de coleta, os dados são considerados uma espécie de prévia do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), indicador oficial da inflação do país.

    O resultado reafirma a tendência de desaceleração inflacionária, segundo André Valério, economista sênior do Inter.

    “A expectativa para os meses restante do ano é de manutenção dessa tendência, com menores pressões nos combustíveis e energia, enquanto o aperto monetário deve contribuir para manter a inflação de serviços e núcleos em queda”, avalia.

    Ainda assim, diz ele, a projeção é que o IPCA encerre o ano acima do teto da meta, em 4,7%, e que o Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) só inicie o ciclo de cortes de juros em janeiro.

    O Copom trabalha com uma meta de inflação em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima e para baixo. Ou seja, o objetivo é considerado cumprido se o índice ficar entre 1,5% e 4,5% no ano. Para levá-lo ao centro da meta, o comitê usa a taxa Selic para comprimir ou estimular o consumo e, assim, controlar a inflação.

    Em declarações na quinta-feira, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, afirmou que a autoridade monetária está “bastante incomodada” com o ritmo e as expectativas de inflação. “Isso é um ponto de bastante incômodo para o Banco Central, mas estamos falando de uma inflação que está num processo de redução e retorno para a meta em função de um Banco Central que vem se mostrando sempre bastante diligente e tempestivo no combate a qualquer tipo de processo inflacionário”, disse.

    O Copom se reúne na próxima semana, entre os dias 28 e 29 de outubro, para decidir sobre o patamar da Selic. A expectativa é por manutenção da taxa nos atuais 15%.

    O Fed (Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos) também se reúne nesses mesmos dias da semana que vem. Mas, por lá, o mercado espera que haja mais um corte na taxa de juros, hoje em 4% e 4,25%, dando continuidade à redução da reunião anterior. Operadores precificam quase 100% de probabilidade de um novo corte de 0,25 ponto percentual no próximo encontro, segundo a ferramenta CME FedWatch.

    Os dados de inflação divulgados nesta manhã reforçaram a perspectiva. O CPI (Índice de preços ao consumidor, na sigla em inglês) alcançou 3% no acumulado de 12 meses até setembro -uma aceleração em relação aos 2,9% de agosto, mas abaixo das expectativas de 3,1% de economistas consultados pela Bloomberg.

    Para Eswar Prasad, economista da Universidade Cornell, o número da inflação “praticamente garante” um corte na taxa de juros na próxima reunião do Fed.

    Isso porque o BC dos EUA vê como mais arriscado a desaceleração do mercado de trabalho do que um repique inflacionário, e essa leitura deverá se manter no próximo encontro.

    Ainda que não seja a métrica preferida do Fed para a inflação -o banco central é mais afeito aos dados do PCE (índice de preços para gastos de consumo pessoal)-, o relatório CPI ganha mais importância à luz da paralisação do governo federal norte-americano, que suspendeu divulgações macroeconômicas até a regularização da verba orçamentária.

    Desde o início do shutdown, no começo do mês, operadores estão no escuro sobre o estado da economia dos Estados Unidos. Mais do que isso, o Fed, dependente de dados para tomar decisões sobre juros, está sem a referência dos números oficiais.

    O presidente da autarquia, Jerome Powell, reconheceu que a paralisação pode virar um problema maior no longo prazo para a autoridade monetária. Por ora, os dirigentes têm se munido de publicações laterais para aferir a temperatura da economia.

    Reduções nos juros dos Estados Unidos costumam ser uma boa notícia para os mercados globais. Como a economia norte-americana é vista como a mais sólida do mundo, os títulos do Tesouro, chamados de “treasuries”, são um investimento praticamente livre de risco. Quando os juros estão altos, os rendimentos atrativos das treasuries levam operadores a tirar dinheiro de outros mercados. Quando eles caem, a estratégia de diversificação vira o norte, e investimentos alternativos ganham destaque.

    Em relação ao Brasil, há ainda mais um fator que favorece os ativos domésticos: o diferencial de juros. Quando a taxa nos Estados Unidos cai e a Selic permanece em patamares altos, investidores se valem da diferença de juros para apostar na estratégia de “carry trade”. Isto é: toma-se empréstimos a taxas baixas, como a americana, para investir em mercados de taxas altas, como o brasileiro. O aporte aqui implica na compra de reais, o que desvaloriza o dólar.

    “Com o CPI mais fraco e o possível corte de juros pelo Fed na próxima quarta-feira, não seria surpresa o real voltar a subir e o dólar se aproximar de R$ 5,30 novamente”, avaliou o diretor da consultoria Wagner Investimentos, José Faria Júnior, em comentário enviado a clientes.

    Dólar e Bolsa fecham em leve alta após dados de inflação do Brasil e dos EUA abaixo do esperado

  • Miguel Falabella comenta polêmica com Mateus Solano e uso de celulares no teatro

    Miguel Falabella comenta polêmica com Mateus Solano e uso de celulares no teatro

    Miguel Falabella comentou a situação envolvendo Mateus Solano, que tirou o celeular de um espectador durante uma apresentação; segundo ele, não é incomum nos teatros pessoas filmando as peças sem prestar atenção no espatáculo

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – A polêmica envolvendo Mateus Solano, 44, e o tapa que tirou o celular das mãos de uma espectadora durante a apresentação do monólogo “O Figurante”, em Santa Rosa (RS), ainda repercute. O ator Miguel Falabella, 69, comentou a situação, que, segundo ele, não é incomum nos teatros.

    Embora concorde que o uso de celular na plateia -especialmente nas primeiras filas- atrapalhe a atuação dos atores, Falabella afirmou que o colega extrapolou. “Solano tirou o celular da mão da espectadora. Ele extrapolou. Eu paro a apresentação sempre quando isso acontece”, disse, em entrevista ao programa Angélica Ao Vivo, no GNT.

    O ator então relembrou um episódio recente com o espetáculo “Fica Comigo Esta Noite”, ao lado de Marisa Orth, que está em cartaz até 30 de novembro no Teatro Casa Grande, no Leblon, zona sul do Rio.

    “Outro dia, uma espectadora estava no WhatsApp. Pedi licença à Marisa e falei: ‘Você não prefere ver o WhatsApp lá no foyer?’ (…) A pessoa parece uma Elphaba sentada e acha que não estamos vendo. Vejo tudo e paro.”

    Falabella, que retornou às novelas após 20 anos como Kasper em “Três Graças”, de Aguinaldo Silva, ainda deixou um recado aos espectadores: “Quem for ver Marisa Orth e Miguel Falabella no teatro, se eu pegar com o celular, vai ficar vendido na plateia.”

    O episódio envolvendo Solano aconteceu no último dia 14. Enquanto uma mulher gravava o espetáculo, o ator, sem interromper a atuação, tomou o celular e o jogou debaixo do assento. A cena gerou muitas críticas nas redes sociais, com internautas comentando que ele havia dado “um tapa”.

    Miguel Falabella comenta polêmica com Mateus Solano e uso de celulares no teatro

  • Coreia do Sul pede que Trump e Kim não percam oportunidade de encontro

    Coreia do Sul pede que Trump e Kim não percam oportunidade de encontro

    Imprensa americana noticiou que funcionários do governo americano estavam discutindo em caráter privado a organização de uma reunião entre Trump e Kim

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ministro da Unificação da Coreia do Sul convidou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para se encontrar com o ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, durante sua próxima visita à Ásia, instando os dois a aproveitarem uma rara chance de paz, afirmou a agência de notícias Yonhap nesta sexta-feira (24).

    Principal formulador de políticas de Seul para as relações entre as Coreias, Chung Dong-young, disse que o encontro pode ajudar a impulsionar a posição global do vizinho do norte e sua economia. “Os líderes da Coreia do Norte e dos EUA não devem perder esta oportunidade”, disse Chung à imprensa. “Eles precisam tomar uma decisão ousada.”

    Nos últimos dias, a imprensa americana noticiou que funcionários do governo americano estavam discutindo em caráter privado a organização de uma reunião entre Trump e Kim, embora muitos estivessem céticos de que o encontro aconteceria.

    Durante seu mandato anterior, o presidente dos EUA se encontrou três vezes com Kim antes de o processo de diálogo entre os dois líderes colapsar em 2019 devido a divergências sobre o fim do programa nuclear de Pyongyang e o levantamento de sanções.

    A Coreia do Norte está sob sanções da ONU e embargos de armas desde seu primeiro teste nuclear, em 2006. Embora as punições tenham reduzido o financiamento da ditadura para o desenvolvimento militar, a nação continuou avançando na construção de armas nucleares e poderosos mísseis balísticos.

    Autoridades em Seul, incluindo o presidente sul-coreano, Lee Jae Myung, têm se mostrado céticas quanto à possibilidade de uma nova reunião na próxima semana, mas receberam com satisfação a perspectiva de um avanço na diplomacia com Pyongyang, caso isso aconteça.

    Lee assumiu o cargo em junho, após uma eleição antecipada convocada depois que seu antecessor foi destituído em dezembro por tentar dar um golpe de estado. Na ocasião, prometeu adotar uma abordagem mais moderada em relação ao vizinho.

    Trump deixa Washington na noite desta sexta-feira (24) para uma viagem de cinco dias que abrange Malásia, Japão e Coreia do Sul -sua primeira visita à região desde que assumiu o cargo, em janeiro.

    Para Chung, a viagem é uma oportunidade de pular os preparativos e a coordenação normalmente necessários para um encontro entre os líderes. “Isso ajudaria a posição internacional da Coreia do Norte e melhoraria a vida de seu povo. (…) Para isso, a paz e a estabilidade precisam ser garantidas, e isso só é possível por meio de um encontro com o presidente Trump”, disse Chung, segundo a agência.

    Há cerca de um mês, Kim disse que estaria aberto a futuras conversas com os EUA, mas impôs como condição que Washington abandone a exigência de que o país asiático renuncie às armas nucleares. Antes disso, em agosto, Trump havia afirmado que gostaria de se reunir com o ditador sob a justificativa de que o conhecia “melhor que ninguém, quase, com exceção da irmã dele”.

    Coreia do Sul pede que Trump e Kim não percam oportunidade de encontro

  • Fãs disputam 'um pedaço' de Hebe Camargo em brechó com roupas da apresentadora

    Fãs disputam 'um pedaço' de Hebe Camargo em brechó com roupas da apresentadora

    Fila se formou antes da abertura do Peça Rara, em SP; clima era de saudosismo e euforia; além de roupas e acessórios disponíveis para compra, itens de acervo estavam em exposição

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Antes mesmo de as portas do brechó Peça Rara se abrirem, neste sexta-feira (24), já havia uma animada fila formada à frente da loja. O motivo para o movimento bem acima do usual tem quatro letras: Hebe. Roupas e acessórios de Hebe Camargo estariam à venda e expostas para apreciação dos fãs.

    Sob o sol, eles pareciam ansiosos e trocavam lembranças e expectativas, todos com o mesmo objetivo: levar para casa “um pedacinho” ou “uma lembrança”, como foi bastante repetido ali, da rainha da televisão brasileira. Hebe morreu em 2012, aos 83 anos, e deixou um vasto (e grifado) guarda-roupa com peças icônicas, além de uma coleção de joias da qual ela sempre se orgulhou.

    Em meio a araras com calças animal print Roberto Cavalli (à venda por cerca de R$ 350), camisas de babados, peças de grifes como Dolce & Gabbana e Kenzo, jaquetas de marcas como St. John Sport e Lolita Límpida, estavam algumas relíquias pessoais da apresentadora -apenas para exposição e deleite dos fãs-, como um casaco amarelo com gola de pelos, outro vermelho de pele e um conjunto floral de tule assinado por John Galliano.

    Cada peça à venda trazia uma etiqueta branca com o nome “Hebe Camargo” e preços que variavam de R$ 49 a R$ 4.000.

    As bijuterias, cobiçadas entre os visitantes, esgotaram antes mesmo de serem colocadas nas prateleiras. O pessoal estava ávido por elas e, por isso, os organizadores precisaram impor a regra de um acessório por cliente. Durante o dia, novas peças foram sendo repostas aos poucos para garantir que o maior número de visitantes pudesse encontrar algo.

    Entre os primeiros da fila estava Rodrigo Faria, 30, analista de RH que ostenta no antebraço uma tatuagem com o logotipo do programa de Hebe. “Cresci assistindo com a minha mãe. A Hebe fazia parte das nossas noites.”

    Ele relembra que, quando a apresentadora morreu, em 2012, saiu de Campinas direto para o velório: “Disse para o meu chefe que tinha perdido alguém muito especial. Quando ele pediu o atestado de óbito, falei: ‘Fui ao enterro da Hebe’. No fim, deu tudo certo.” Desta vez, ele queria qualquer lembrança, nem que fosse um chaveiro ou uma blusa furada, como brincou.

    A movimentação reuniu fãs de várias cidades, gêneros e gerações. Juliana Frederigi Rodrigues, 38, veio de São Bernardo do Campo e se lembrou da infância no na zona rural de Brotas. “Lá em casa só pegava SBT, e era sagrado assistir ao programa. Quando a Xuxa e as Chiquititas foram no programa, eu chorei. Ela é referência para gerações passadas, atuais e futuras”, disse, emocionada. “Qualquer coisinha que me dê o conforto de ter um pouquinho da Hebe em casa já vale.”

    A auxiliar de dentista Kátia Bottesini, 49, desempregada, também esperava levar algo simbólico. “Nunca fui ao programa, mas cresci assistindo. Quero qualquer peça, até um utensílio, sendo da Hebe, já vale o carinho.”

    Ao lado dela, a dentista Adriana Espada, 42, contou que estava muito animada desde que descobriu que o evento aconteceria. “Nem dormimos de ansiedade. A Hebe era uma referência de mulher autêntica e alegre. Ela representava a felicidade sem culpa”. Ela disse que veio sem limites para gastar e que quando gosta de algo não poupa.

    A drag queen Tchaka, 55, colorida dos pés à cabeça, também marcou presença e queria trazer algo especial para seus looks. “Eu tenho um pouquinho de Hebe toda vez que subo no palco”, disse. “Ela é minha referência de brilho, de energia e de amor ao público. Estar com uma peça dela é como carregar um amuleto da sorte.”

    O filho da apresentadora, Marcello Camargo, acompanhava a movimentação de perto, emocionado. “Superou todas as expectativas. É lindo ver esse amor, essa loucura boa das pessoas querendo uma lembrança dela.” Segundo ele, embora a mãe nunca tenha falado sobre o destino de suas roupas, o evento reflete o espírito dela: “Era muito desapegada. Fazia sacos de roupa e dava para as sobrinhas. Esse desapego está presente aqui. Tenho certeza de que ela está feliz com isso.”

    Marcello ressalta que os vestidos usados em programas e premiações continuam no acervo da família, preservados para exposições itinerantes.

    A parceria com o Peça Rara partiu dele e da fundadora da rede, Bruna Vasconi. O evento na véspera havia sido reservado a convidados e celebridades -entre elas, Deborah Secco, sócia do brechó-, e já causou furor entre os convidados.

    Mas o público desta sexta-feira. “Sabíamos que haveria emoção, mas não imaginávamos essa dimensão. Vieram pessoas de vários estados, algumas mandadas por parentes. Muita gente compra para emoldurar ou dar de presente”, contou Bruna.

    Cerca de 500 peças foram catalogadas entre roupas, bolsas, sapatos e acessórios. Parte da renda será destinada ao Teleton, causa escolhida por Marcello. Não há prazo para o fim das vendas, as peças ficarão disponíveis enquanto o estoque durar.

    Ao fim da tarde, Rodrigo, o fã tatuado, conseguiu o que queria: uma regata de paetê preto e branco e uma calça jeans bordada, que planeja emoldurar. “É meu presente de aniversário.” Já o cantor Eduardo Mangga, 34, que veio da cidade de Caçapava para o brechó, comprou uma jaqueta jeans com pelinhos como presente de 4 anos de casamento para o marido e uma camisa rosa para a mãe.

    Enquanto a fila no caixa se formava, Adriana Espada equilibrava uma pilha de roupas. “Devo ter gastado uns R$ 10 mil”, brincou. Ela já planeja usar um conjunto marrom na sua próxima viagem no fim do ano. A médica Marina Marcato, 31, saiu com uma camiseta e uma estola marrom, pelas quais pagou R$ 650.

    Ela ponderou que, além do valor sentimental de agora ter no armário peças que foram de alguém que sempre idolatrou, as roupas saíram mais barato do que se tivessem sido compradas novas em uma loja. Era esse o sentimento reinante entre os fãs de Hebe que foram ao brechó no dia de abertura das portas da venda especial de parte do acervo da apresentadora.

    Fãs disputam 'um pedaço' de Hebe Camargo em brechó com roupas da apresentadora

  • Matheuzinho vive auge no Corinthians, mira Europa e tem ‘lobby’ na seleção

    Matheuzinho vive auge no Corinthians, mira Europa e tem ‘lobby’ na seleção

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Destaque no time armado por Dorival Júnior, o lateral-direito Matheuzinho vive o auge da sua carreira no Corinthians, seu clube do coração, e ainda alimenta dois sonhos: jogar na Europa e na seleção.

    UNÂNIME NO CORINTHIANS

    Matheuzinho virou o dono da lateral-direita do Corinthians. O jogador chegou ao clube no ano passado, chegou a concorrer com Fagner, mas se tornou titular absoluto após o empréstimo do concorrente.

    As qualidades de Matheuzinho foram ainda mais potencializadas por Dorival Júnior. Após a chegada do treinador e a implementação do esquema com três zagueiros, o camisa 2 passou a ter mais liberdade para participar das jogadas de ataque -são três gols e cinco assistências no ano.

    “Estou muito feliz com meu momento. Vivo meu auge no futebol e na vida pessoal. Trabalhei com ele [Dorival, no Flamengo] e ele conhece o meu futebol. É muito bom quando o treinador ajuda você a encontrar a sua melhor fase”, diz Matheuzinho, ao UOL.

    O camisa 2 não tem fortes concorrentes no Corinthians. Com Fagner emprestado, a opção principal para substituir Matheuzinho era Léo Maná, mas o jovem foi cedido ao Criciúma na última janela, e o clube não contratou uma reposição. Recentemente, o zagueiro Félix Torres e o volante Charles chegaram a ser improvisados no setor. João Vítor “Jacaré”, lateral de ofício e que veio da base, ainda não foi utilizado.

    OS SONHOS DE MATHEUZINHO

    O sonho de jogar a Copa do Mundo do ano que vem segue vivo em Matheuzinho. A lateral é uma das posições onde muitos nomes foram testados neste ciclo e um dos setores com mais indefinições para a Copa do Mundo do ano que vem.

    A convocação é algo que foge do meu alcance. O que eu posso fazer, eu faço no clube. É manter o nível e regularidade. Se eu tiver a oportunidade de chegar na seleção e jogar uma Copa, vai ser um sonho de criança realizado.

    O lateral do Corinthians já tem algumas informações de bastidores da seleção. Matheuzinho é muito amigo de Hugo Souza, goleiro que foi convocado por Carlo Ancelotti em três oportunidades e que ajuda o companheiro fazendo um “lobby” para que o companheiro seja chamado em breve.

    Conversamos sobre como são os bastidores e os treinamentos. Essas conversas alimentam ainda mais o meu sonho de estar lá e viver isso. Estou no caminho certo e espero que aconteça. A gente sempre tem essa conversinha para ele ajudar. No momento certo, o chamado vem.

    Em paralelo ao sonho da seleção, Matheuzinho cultiva o desejo de jogar na Europa. Aos 25 anos, ele ainda não teve a oportunidade de atuar fora do Brasil. Antes do Corinthians, o defensor passou por Londrina e Flamengo.

    Tenho o sonho de jogar fora. Lá é onde estão os maiores times do mundo e os melhores jogadores. Penso nisso e quero chegar lá. Estou 100% focado no Corinthians nesta sexta-feira (24), tenho um compromisso gigantesco e, enquanto tiver contrato com o Corinthians, estarei com foco aqui.

    Matheuzinho tem contrato com o Corinthians até o fim de 2028. A multa rescisória dele é de R$ 300 milhões para o mercado nacional e 100 milhões de euros (R$ 625 milhões) para clubes do exterior.

    Matheuzinho vive auge no Corinthians, mira Europa e tem ‘lobby’ na seleção

  • Planalto marca para quarta-feira (29) posse de Guilherme Boulos como ministro

    Planalto marca para quarta-feira (29) posse de Guilherme Boulos como ministro

    Guilherme Boulos afirmou em entrevista que o preisdente Lula (PT) deu a ele “a missão de ajudar a colocar o governo na rua”

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O Palácio do Planalto anunciou para a próxima quarta-feira (29) a posse de Guilherme Boulos como ministro da Secretaria-Geral. Cotado desde o início do ano, mas anunciado somente na semana passada, ele assume no lugar de Márcio Macêdo.

    A previsão é de que a cerimônia de posse ocorra no salão principal do Planalto, o Salão Nobre, às 16h. O evento marca a nomeação de Boulos, que foi publicada no Diário Oficial na última terça (21).

    Para assumir o cargo, Boulos se licencia do mandato de deputado federal por São Paulo.

    Em entrevista à coluna Mônica Bergamo, ele afirmou que o preisdente Lula (PT) deu a ele “a missão de ajudar a colocar o governo na rua”.

    A Secretaria Geral é responsável pela ponte entre governo e movimentos sociais. Por anos, Boulos foi uma das principais lideranças do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto) no país.

    Planalto marca para quarta-feira (29) posse de Guilherme Boulos como ministro