Autor: REDAÇÃO

  • Ex-assessora de Flávio Bolsonaro é denunciada sob acusação de lavar dinheiro de filho miliciano

    Ex-assessora de Flávio Bolsonaro é denunciada sob acusação de lavar dinheiro de filho miliciano

    Raimunda Magalhães havia sido uma das acusadas no esquema de ‘rachadinha’ na Alerj; por outro lado, defesa afirma que ainda não teve acesso aos autos; senador não comenta

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Uma ex-assessora do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) foi denunciada sob acusação de participar da lavagem de dinheiro do filho, o miliciano Adriano da Nóbrega, morto em 2020 em uma operação policial na Bahia.

    De acordo com a denúncia divulgada nesta quinta-feira (19) pelo Ministério Público estadual, Raimunda Veras Magalhães integrou uma rede de pessoas e empresas usada para “receber, movimentar e ocultar valores oriundos do jogo do bicho”.

    A advogada Manoela Santos, que representa Raimunda, disse que ainda não teve acesso aos autos. Flávio, que é pré-candidato à Presidência, não quis comentar por não ter tomado conhecimento da acusação.

    Raimunda foi uma das denunciadas no esquema de “rachadinha” atribuído a Flávio pelo MP-RJ no período em que esteve na Alerj. O caso foi arquivado em 2021 após a anulação de provas pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) e STF (Supremo Tribunal Federal).

    Segundo o MP-RJ, Adriano controlava pontos de jogo do bicho em Copacabana em associação com o bicheiro Bernardo Bello. A investigação apontou que quatro empresas movimentaram R$ 8,5 milhões.

    “Entre os empreendimentos de fachada constam um depósito de bebida, um bar e um restaurante. Os investigadores se depararam com um quiosque de serviços de sobrancelha localizado em um shopping na zona norte, cuja conta registrou, em seis meses, aproximadamente R$ 2 milhões em créditos”, afirma o MP-RJ.

    Raimunda trabalhou como assessora de Flávio entre abril de 2016 e novembro de 2018. A denúncia aponta uma movimentação financeira atípica numa pizzaria entre 2014 e 2019.

    De acordo com a denúncia, o estabelecimento recebeu depósitos de pessoas que faziam a lavagem de dinheiro do miliciano. Entre as transferências está uma empresa de estética, um dos focos da investigação.

    O MP-RJ apresentou também denúncia contra o deputado federal Juninho do Pneu (União Brasil-RJ). A Promotoria afirma que ele adquiriu bens de Adriano após sua morte avaliados em R$ 3,5 milhões. A acusação afirma que ele e a viúva do miliciano, Julia Lotuffo, também denunciada, tinham ciência da origem ilegal do imóvel e da irregularidade da transação.

    Juninho afirmou, em nota, que foi seu pai quem comprou o sítio apontado na denúncia. O deputado declarou que nunca teve relação com as pessoas citadas na denúncia. Disse ainda que a investigação sobre ele deveria ser conduzida pela PGR (Procuradoria-Geral da República), em razão do foro especial de deputados federais.

    A reportagem não localizou a defesa de Julia.

    Ao todo, três denúncias foram oferecidas para tratar da atuação de Adriano no jogo do bicho, numa rede de matadores de aluguel e na ocultação de seu patrimônio após a morte.

    “A terceira ação penal trata dos integrantes que atuavam sob o comando do miliciano e que continuaram em atividade após sua morte. As apurações indicam que o grupo criminoso persistiu e sofisticou sua estrutura mesmo após a morte de Adriano da Nóbrega. Segundo o Gaeco/MP-RJ, Julia Lotufo atuava como líder e controlava toda a contabilidade e os ativos da organização criminosa, cujos negócios ilícitos envolviam agiotagem, contravenção e mercado imobiliário irregular”, afirma o MP-RJ.

    Ex-assessora de Flávio Bolsonaro é denunciada sob acusação de lavar dinheiro de filho miliciano

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  • Ex de Alanis Guillen reativa perfil e pede desculpas

    Ex de Alanis Guillen reativa perfil e pede desculpas

    Publicações antigas atribuídas à Giovanna Reis repercutiram nas redes sociais e acenderam debate sobre discurso de ódio na web;

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Giovanna Reis, ex-namorada de Alanis Guillen, reativou o Instagram nesta quinta-feira (19). Ela confirmou que a conta com publicações controversas era sua. “Nos últimos dias, veio à tona uma conta antiga minha no X (antigo Twitter), de 16 anos atrás. Ao me deparar com os conteúdos publicados ali, senti um misto de choque e imensa decepção comigo mesma. Palavras das quais tenho profundo arrependimento”, escreveu.

    “Independentemente de idade ou contexto, eu errei. E a todas as pessoas que foram feridas, direta ou indiretamente, eu peço desculpas de forma sincera”, disse Giovanna Reis.

    Giovanna afirma que as declarações vinham de conflitos internos. “Hoje, após anos de terapia, compreendo que muitas falas carregadas de ódio surgiam de conflitos profundos e de um período de descoberta da minha sexualidade, em um contexto que não era acolhedor. Atualmente, me reconheço como uma mulher lésbica e levanto essa bandeira diariamente, mas não tinha essa clareza e ferramentas necessárias naquela época”.

    Ela ressaltou que acredita na capacidade de mudar. “Todos temos a possibilidade de evoluir e nos encontrar. Reitero, por fim, a luta e comprometimento diário contra toda e qualquer forma de discriminação”, escreveu. Confira a íntegra do pronunciamento no fim deste texto.

    Circulam nas redes sociais prints de publicações feitas por Giovanna no X entre 2010 e 2014 com teor racista, homofóbico, transfóbico e gordofóbico. O resgate do material provocou reação de internautas e ampliou a cobrança por posicionamento.

    Entre os trechos que ganharam mais repercussão, há frases com ataques a grupos específicos. Em uma das mensagens, ela teria escrito: “Porque negro é legal só às vezes, aprendam”.

    Outro post atribuído a ela cita a ex-BBB Ariadna com um termo ofensivo. “Pelo menos a Ariadna vai sair da casa com alguma coisa (…), travesti mongoloide”, diz na publicação.

    Alanis Guillen anunciou o fim do relacionamento ontem. Elas estavam juntas desde 2022 e mantinham um relacionamento discreto.

    CONFIRA A ÍNTEGRA DO TEXTO PUBLICADO POR GIOVANNA

    “Eu sinto que preciso começar dizendo, com toda a sinceridade, que repudio completamente qualquer forma de discurso de ódio ou manifestação discriminatória e violenta.

    Nos últimos dias, veio à tona uma conta antiga minha no X (antigo Twitter), de 16 anos atrás. Ao me deparar com os conteúdos publicados ali, senti um misto de choque e imensa decepção comigo mesma. Palavras das quais tenho profundo arrependimento.

    Independentemente de idade ou contexto, eu errei. E a todas as pessoas que foram feridas, direta ou indiretamente, eu peço desculpas de forma sincera.

    Aquelas falas definitivamente não representam quem eu sou hoje. Elas vieram de uma versão minha muito mais nova, ainda menor de idade, atravessada por questões psicológicas difíceis e por uma revolta interna que eu não sabia como lidar.

    Hoje, após anos de terapia, compreendo que muitas falas carregadas de ódio surgiam de conflitos profundos e de um período de descoberta da minha sexualidade, em um contexto que não era acolhedor. Atualmente, me reconheço como uma mulher lésbica e levanto essa bandeira diariamente, mas não tinha essa clareza e ferramentas necessárias naquela época.

    Eu não posso aceitar que tentem me reduzir a uma versão minha de mais de uma década, nem que isso defina quem eu sou hoje.

    Acredito, de fato, na capacidade de mudança, transformação e crescimento do ser humano, inclusive na minha. Todos temos a possibilidade de evoluir e nos encontrar. Reitero, por fim, a luta e comprometimento diário contra toda e qualquer forma de discriminação.

    Giovanna Reis”

    Ex de Alanis Guillen reativa perfil e pede desculpas

  • Juízes punidos com aposentadoria compulsória recebem em média R$ 54 mil

    Juízes punidos com aposentadoria compulsória recebem em média R$ 54 mil

    Levantamento com base em dados do CNJ mostra valor médio pago a magistrados punidos; entendimento de Flavio Dino, do STF, pode mudar regra e levar à demissão em vez de aposentadoria

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Magistrados punidos com aposentadoria compulsória pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) recebem, em média, R$ 54.441, segundo dados do próprio órgão.

    O valor foi calculado com base em uma amostra de 32 pessoas obrigadas a se aposentar após punições administrativas. Segundo o CNJ, foram aplicadas 126 sanções desse tipo, mas há casos de um mesmo juiz punido mais de uma vez com a mesma pena.

    A estimativa, com 95% de confiança, indica que a média de vencimentos de todos os punidos está entre R$ 44.844 e R$ 64.037.

    O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), decidiu nesta segunda-feira (16) que a aposentadoria compulsória, com afastamento remunerado, não deve ser aplicada como punição a juízes e que infrações graves devem ser sancionadas com a perda do cargo.

    Dino afirmou que, desde a aprovação da reforma da Previdência, em 2019, não existe mais fundamento constitucional para punir juízes com aposentadoria.
    Se a decisão passar a ser adotada em outros casos, esse tipo de pagamento a condenados no futuro deixará de existir.

    Os valores variam bastante porque os magistrados ingressaram na carreira sob regras diferentes de aposentadoria. Os proventos também são proporcionais ao tempo de contribuição.

    Atualmente, tramitam no CNJ 52 processos administrativos disciplinares e 39 revisões de decisões tomadas pelos tribunais. Como estão em andamento, não é possível prever quantos resultarão em penalidade.

    PERDA DE APOSENTADORIA

    Nesta semana, Flávio Dino analisou o caso de um juiz do Rio de Janeiro que recorreu ao STF contra decisão administrativa que o obrigava a se aposentar.
    O ministro entendeu que o magistrado deveria ser punido e afirmou que a pena de aposentadoria compulsória é inconstitucional.

    “Observa-se, com as premissas lançadas, que, de partida, já é estranho um direito (aposentadoria) ser aplicado como punição”, escreveu.

    Dino determinou o envio do caso à AGU (Advocacia-Geral da União), que decidirá se ingressa com ação judicial contra o magistrado.

    Se houver condenação na Justiça, o juiz perde o direito à aposentadoria especial vinculada ao cargo, afirma a jurista Vera Monteiro, professora da FGV Direito e sócia do Sundfeld Advogados.

    Segundo ela, dificilmente as 126 punições aplicadas pelo CNJ serão revistas. Já casos posteriores à reforma da Previdência de 2019 podem, a depender do entendimento do plenário do STF, resultar em demissão. A tendência é que processos em andamento e casos futuros passem a ter esse desfecho.

    A dificuldade em demitir magistrados por via administrativa está na interpretação da Lei Orgânica da Magistratura, disse Monteiro. Hoje, a pena máxima aplicada pelo CNJ é a aposentadoria compulsória, enquanto a demissão costuma depender de condenação judicial definitiva por crime comum -ponto que a decisão de Dino pode alterar.

    O entendimento, porém, não se aplica automaticamente a outros casos. “Foi uma decisão tomada em um caso concreto, por isso não tem validade para todos”, afirma.

    Para o professor Carlos Horbach, do Departamento de Direito do Estado da USP, a decisão tem duas consequências. No caso analisado, houve violação ao devido processo legal, o que levou à anulação da punição do CNJ.

    A segunda é que, de acordo com ele, não existe mais pena de aposentadoria compulsória.

    “Se [for] mantida a compreensão de imposição de pena máxima, não mais se pode aplicar a sanção de aposentadoria compulsória, devendo ser ajuizada uma ação para que, nesses autos, ocorra a perda do cargo. Essa perda de cargo implica também a perda da aposentadoria”, afirma.

    Juízes punidos com aposentadoria compulsória recebem em média R$ 54 mil

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  • Cade questiona Apple por não 'dificultar' Pix por aproximação no iPhone

    Cade questiona Apple por não 'dificultar' Pix por aproximação no iPhone

    Disputa com gigante da tecnologia une bancos e fintechs nos argumentos apresentados ao Conselho. À autarquia, empresa disse que desenvolvedores podem ter acesso ao seu sistema

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPSS) – A Apple é investigada pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) por restringir acesso ao sistema de pagamento por aproximação dos seus aparelhos desde o ano passado. O órgão de competição agora fez novos questionamentos à empresa por “dificultar” a modalidade de pagamento.

    Cade pergunta sobre a possibilidade de habilitar Pix por aproximação no iPhone e quais seriam as condições técnicas. O órgão quer tentar entender como empresas do ramo bancário poderiam ter acesso ao chip que permite realizar esse tipo de operação.

    A Apple tem até 30 de março para responder. Caso não responda, empresa terá de pagar multa diária de R$ 5 mil, podendo chegar a até R$ 100 mil por dia, levando em conta a situação da empresa infratora.

    Medida contrasta com o Android que permite Pix por aproximação desde o início. A modalidade estreou em 28 de fevereiro de 2025, e o Google (desenvolvedor do Android) entrou com pedido de licença para o Pix por aproximação no Banco Central. Assim, correntistas com celular com o sistema e com a função habilitada podem utilizar a funcionalidade sem pagamento de taxas adicionais.

    APPLE QUER TAXA PARA LIBERAR ACESSO À PAGAMENTO POR APROXIMAÇÃO

    Desde abril do ano passado, o Cade investiga por que a Apple “barra” o Pix por aproximação. O órgão diz que a empresa impõe “restrições e dificuldades” para que “outras carteiras tenham acesso à tecnologia NFC [tecnologia de pagamento por aproximação]”, que está disponível gratuitamente para Android.

    Centro da discussão é que a Apple cobra uma taxa para uso da tecnologia de aproximação via Apple Pay. No caso dos cartões de crédito, o valor é dividido pelas partes envolvidas; no caso do Pix, que é gratuito, não tem essa divisão. Segundo fontes do mercado, ter uma cobrança por operações Pix torna inviável habilitar a função em dispositivos Apple.

    O QUE DIZ A APPLE

    Apple diz que pagamento por aproximação não é essencial para o Pix. Em manifestação jurídica, a empresa argumenta que o recurso no Brasil está disponível primordialmente via QR Code, e que vários bancos no ecossistema iOS usam essa tecnologia para transferências grátis via Pix.

    A empresa cita que o uso de QR Code foi cerca de 2.571 vezes superior ao Pix por aproximação. Citando dados do Banco Central, a Apple diz que o uso da tecnologia por aproximação não é indispensável para o funcionamento do Pix. Além disso, o NFC pode ser usado, desde que sigam seus padrões de segurança.

    No ano passado, a Apple alegou que legislação brasileira não a impedia de cobrar uma taxa pelos seus serviços. Mesmo assim, nenhum banco quis habilitar o recurso de Pix por aproximação no iPhone.

    Cade questiona Apple por não 'dificultar' Pix por aproximação no iPhone

  • Netanyahu diz que Israel não atacará refinaria do Irã após ligação de Trump

    Netanyahu diz que Israel não atacará refinaria do Irã após ligação de Trump

    O primeiro-ministro reiterou que agiu sozinho ao atacar campo de gás iraniano de South Pars; Trump ficou irritado com ataque do aliado ao Irã

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou nesta quinta-feira (19) que Israel não atacará o principal campo de gás do Irã após telefonema feito pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Netanyahu reiterou que agiu sozinho ao atacar campo de gás iraniano de South Pars. Em retaliação, o Irã atacou a infraestrutura de energia no Qatar e em todo o Oriente Médio, marcando a maior escalada na guerra de quase três semanas dos EUA e Israel contra o Irã.

    Trump ficou irritado com ataque de Israel. Na noite de ontem, o republicano disse em uma publicação na rede social que Washington “não sabia nada sobre esse ataque em particular” e que Israel não atacaria mais o campo de gás, a menos que o Irã atacasse novamente o Qatar.

    Netanyahu diz que Israel não atacará refinaria do Irã após ligação de Trump

  • Ex-BBB Alane Dias é atropelada por moto no Rio de Janeiro

    Ex-BBB Alane Dias é atropelada por moto no Rio de Janeiro

    Alane Dias relatou susto após treino, diz que caiu no chão e tranquilizou seguidores; “Eu simplesmente fui atropelada por uma moto. Vocês acreditam? Nada grave, né?”, contou a ex-BBB nas redes sociais

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS)- A ex-BBB Alane Dias, 27, contou na tarde de hoje que foi atropelada enquanto voltava para casa no Rio de Janeiro. Ela compartilhou o incidente nos stories do Instagram e tranquilizou os fãs ao afirmar que não sofreu ferimentos graves. Segundo a atriz, o acidente aconteceu de forma inesperada, logo após um treino.

    Alane explicou que estava de bicicleta quando uma moto a atingiu, mas destacou que conseguiu se levantar rapidamente e seguir sem maiores problemas. “Vocês não sabem o que aconteceu comigo? Eu simplesmente fui atropelada por uma moto. Vocês acreditam? Nada grave, né? Lógico, por isso que eu estou aqui falando, mas caí no chão e tudo. Estava voltando? estava malhando, voltei pra casa de? Gente, eu estou falando mansa, né? Voltei pra casa de bike e, num piscar de olhos, ó? Mas eu estou bem”, começou contando.

    Mesmo com o susto, Alane afirmou que lidou com a situação de forma tranquila. Ela explicou que, após a queda, conseguiu se recompor rapidamente, sem precisar de ajuda. “Mas foi muito engraçado porque eu? eu tenho muita tranquilidade nesses momentos de pressão assim, eu consigo resolver. Aí eu só levantei e saí. Aí o rapaz da moto assim, desesperado: ‘Aí moça, tá tudo bem?’. Aí: ‘Não, vou te ajudar!’. ‘Não, tá tudo bem!’. E eu fui andando assim?”

    O motociclista envolvido, segundo a influenciadora, demonstrou preocupação imediata. Ele ainda ajudá-la no local, mas ela preferiu continuar sozinha depois de se certificar de que estava bem.

    Ex-BBB Alane Dias é atropelada por moto no Rio de Janeiro

  • "Sem STF, fica pior", diz Dino sobre atuação da Corte

    "Sem STF, fica pior", diz Dino sobre atuação da Corte

    O ministro disse que o STF tem erros e acertos, que são frutos da “falibilidade humana”; declaração de Flávio Dino foi dada ao homenagear Alexandre de Moraes

    O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira (19) que a Corte é insubstituível na função de proteção dos direitos dos cidadãos.

    O comentário foi feito na abertura da sessão da tarde desta quinta-feira, na qual o ministro Alexandre de Moraes foi homenageado pelos nove anos de atuação no Supremo. 

    Dino disse que o STF tem erros e acertos, que são frutos da “falibilidade humana”.

    “Aqueles que acham ruim existir o Supremo Tribunal Federal, que saibam que sem ele, fica muito pior. Então, é muito importante compreender esse caráter insubstituível das instituições para proteção dos direitos do cidadão”, afirmou. 

    O ministro também ressaltou que Moraes tem a função difícil de comandar os processos sobre a trama golpista.

    “Falou-se em tantos momentos duros, difíceis, eles não integram o passado. A aridez contra as instituições, a era dos abusos, demanda essa compreensão quanto à proteção das instituições. Alexandre de Moraes integra essa função difícil, porém imprescindível”, completou.

    O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), elogiou nesta quinta-feira (19) a atuação do ministro Alexandre de Moraes e disse que ele pode ser considerado pivô da defesa da democracia brasileira.

    A declaração do ministro foi feita durante a abertura da sessão desta tarde, na qual Moraes recebeu homenagens pelos nove anos de atuação na Corte. 

    Nomeado pelo ex-presidente Michel Temer, ele foi empossado no dia 22 de março de 2017.

    Ministros

    Para o decano da Corte, ministro Gilmar Mendes, Moraes soube dar respostas institucionais aos ataques sofridos pelo tribunal. 

    “Com início da resposta institucional à escalada de ataques contra o Supremo, seus ministros e familiares, foi em março de 2019, quando assumiu o inquérito das fake news, o ministro Alexandre foi alçado à posição de pivô da defesa da democracia”, lembrou.

    “Vossa Excelência [Alexandre de Moraes] evitou que caíssemos em um abismo autoritário, onde provavelmente ainda estaríamos vivendo. O Brasil tem uma dívida com Vossa Excelência”, completou Gilmar Mendes.

    Fachin

    O ministro Alexandre de Moraes também foi homenageado pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin.

    O presidente do STF disse que Moraes conduziu com rigor os processos sobre a trama golpista e demonstrou que a Constituição vale para todos.

    “Haveria a condução, com rigor, de inquéritos e ações penais de excepcional complexidade? Alexandre de Moraes respondeu a essa pergunta com sua atuação demonstrando a virtude intimorata dos magistrados desta Corte. A sua contribuição não foi a de substituir o tribunal, foi a de garantir que o tribunal pudesse decidir”, afirmou.

    Moraes

    Após receber as homenagens, Alexandre de Moraes afirmou que a Corte atuou para defender a democracia e deu exemplo para os demais tribunais do mundo.

    “São nove anos, que parecem 90 anos. Quase uma década em que o Brasil passou por grandes atribulações e esse Supremo Tribunal Federal, como órgão colegiado, deu as respostas que a sociedade precisava e queria”, disse.

    "Sem STF, fica pior", diz Dino sobre atuação da Corte

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  • Po, Ancelotti, e eu?, reage Neymar durante a convocação

    Po, Ancelotti, e eu?, reage Neymar durante a convocação

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Neymar divulgou nesta quarta-feira (18) um vídeo que mostra sua reação à convocação da seleção brasileira, anunciada na última segunda-feira (16). O jogador estava no CT do Santos, fazendo uma sessão de massagem, quando acompanhou tudo pelo celular e viu o técnico encerrar a lista sem citar seu nome.

    “Pô, Ancelotti, e eu?”, brincou, com um sorriso.

    A cena faz parte do vídeo “48 horas sem filtro”, publicado em seu canal no YouTube, no qual o atacante mostra momentos da sua rotina entre sábado (14) e segunda-feira (16).

    Logo depois, Neymar comentou a ausência na lista: “Acabou de sair a convocação da seleção. Não fui chamado. Fico triste, óbvio, mas é isso. Como falei ontem, estando lá ou não, sempre vou torcer pela seleção. Agora é seguir trabalhando, melhorar em tudo e estar preparado se surgir uma oportunidade.”
    Mais tarde, já do lado de fora do centro de treinamento e dentro do carro, ele voltou ao assunto, reforçando o sentimento, mas com foco na recuperação.

    “Fiquei chateado, fiquei triste. Mas é o que eu falo: a tristeza é de agora. Para mim, já é página virada. Amanhã preciso deixar isso para trás, treinar, jogar… trabalhar. Se aparecer a chance de disputar a Copa do Mundo, quero estar pronto.”

    Antes mesmo da convocação, em conversa descontraída com o goleiro Gabriel Brazão, Neymar já mostrava incerteza sobre a situação. Questionado se estaria na lista, respondeu de forma direta: “Não sei”. Ao ouvir que antes também não havia confirmação, brincou: “Antes eu já sabia que ia de qualquer jeito, né?”.

    Após divulgar sua lista, Ancelotti justificou a ausência de Neymar. “Por que não o chamei nessa convocação? Porque não está 100% e preciso de jogadores 100%”, afirmou o técnico. Desta vez, porém, ele deixou a porta aberta. “Neymar pode estar na Copa do Mundo. Se ele puder chegar 100%, ele pode estar”, disse.
    A convocação final para a Copa do Mundo está marcada para o dia 18 de maio.

    Po, Ancelotti, e eu?, reage Neymar durante a convocação

  • Lula questiona BC sobre corte da Selic: 'esperava pelo menos 0,5%'

    Lula questiona BC sobre corte da Selic: 'esperava pelo menos 0,5%'

    O Banco Central reduz a Selic em 0,25 ponto, a 14,75% ao ano, no primeiro corte de juros da gestão Galípolo; “Nós estamos fazendo um sacrifício que vocês não têm noção”, disse Lula

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva contestou, nesta quinta-feira (19), o corte de 0,25 ponto percentual na Taxa Selic, juros básicos da economia. Apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Banco Central (BC) cortou os juros pela primeira vez em quase dois anos na reunião desta quarta-feira (18).

    “Estou triste, porque eu esperava que o nosso Banco Central baixasse o juro pelo menos em 0,5%. E baixou só em 0,25, dizendo que é por causa da guerra. Essa guerra até no nosso Banco Central? Não é possível”, disse o presidente Lula em evento do governo federal em São Paulo.

    Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Selic de 15% ao ano para 14,75%.

    A decisão era esperada pelo mercado financeiro, de acordo com dados do boletim Focus, ainda que parte dos analistas apostasse em uma redução maior. Antes da escalada do conflito no Oriente Médio, a expectativa predominante era de um corte de 0,5 ponto.

    “Nós estamos fazendo um sacrifício que vocês não têm noção. O sacrifício que nós estamos fazendo para fazer a economia crescer, para fazer a geração de emprego, para aumentar o salário das pessoas, vocês não têm noção”, acrescentou Lula, em referência aos impactos que a Selic em alta causa na economia, como a desaceleração da atividade econômica.

    Em 15% ao ano, a Selic estava no maior nível desde julho de 2006, quando era de 15,25% ao ano. De setembro de 2024 a junho de 2025, a taxa foi elevada sete vezes seguidas, mas não foi alterada nas quatro reuniões seguintes.

    Na ata da reunião de janeiro, o Copom afirmou que iniciaria um ciclo de corte nos juros na reunião desta semana, mas o comunicado divulgado na quarta-feira (18) trouxe mais cautela diante do aumento das incertezas provocado pelo conflito no Oriente Médio. O BC não descartou rever o ciclo de baixa, caso seja necessário.

    A taxa básica de juros serve de referência para as demais taxas da economia e é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. A previsão do mercado é que a Selic encerre 2026 em 12,25% ao ano.

    Inflação

    A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acelerou para 0,7% em fevereiro, pressionada por gastos com educação. No entanto, o acumulado em 12 meses recuou para 3,81%, abaixo dos 4% pela primeira vez desde maio de 2024.

    Segundo o último boletim Focus, a estimativa de inflação para 2026 subiu de 3,8% para 4,1%, por causa do conflito no Oriente Médio.

    Isso representa inflação pouco abaixo do teto da meta contínua estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3%, podendo chegar a 4,5%, com o intervalo de tolerância de 1,5 ponto.

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  • Deputados pedem cassação de Fabiana Bolsonaro por blackface na Alesp

    Deputados pedem cassação de Fabiana Bolsonaro por blackface na Alesp

    A deputada Fabiana Bolsonaro, do PL, decidiu atacar a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), que foi eleita presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara

    Um grupo de deputados estaduais de São Paulo entrou com um processo no Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) pedindo a cassação da deputada Fabiana Bolsonaro (PL), acusada da prática racista de blackface e discurso transfóbico no fim da tarde desta quarta-feira (18).

    Em discurso no plenário, Fabiana criticou a eleição da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que é uma mulher trans, para presidente da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados. 

    Além de recorrer ao Conselho de Ética, a deputada estadual Mônica Seixas e a vereadora de São Paulo Luana Alves, ambas do PSOL, registraram um boletim de ocorrência contra Fabiana na Delegacia de Repressão aos Crimes Raciais e Delitos de Intolerância.

    “Racismo e transfobia são crimes! Já acionamos o Conselho de Ética e estamos na delegacia exigindo responsabilização imediata”, escreveu Mônica nas redes sociais. 

    Fabiana Bolsonaro também foi denunciada ao Ministério Público de São Paulo por racismo, por iniciativa da deputada estadual Ediane Maria (PSOL).

    Nas redes sociais, Fabiana disse que a atitude no plenário da Assembleia foi uma analogia. 

    “A analogia foi clara, só não entendeu quem não quis! Assim como eu não me torno negra só porque pintei a pele, ninguém que não nasceu mulher pode representar com legitimidade as dores biológicas, psicológicas e históricas que só as mulheres biológicas conhecem”, disse. 

    A deputada do PL também divulgou uma nota pública negando ter praticado blacface durante sua fala. 

    “Como deputada, afirmo com total clareza e responsabilidade jurídica: durante minha presença no Plenário da Assembleia Paulista não fiz blackface. É uma mentira deliberada para tentar calar um debate legítimo”.

    Blackface

    Durante um discurso, nesta quarta-feira, na tribuna da Alesp, enquanto se manifestava contra Erika, Fabiana pintou de marrom seu rosto e braços. 

    “Estou pintada de negra por fora. Eu me reconheço como negra. Por que então eu não posso presidir a Comissão sobre racismo, antirracista? Por que não posso cuidar dessa pauta? Porque eu não sou negra?”, disse. 

    Deputados pedem cassação de Fabiana Bolsonaro por blackface na Alesp

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